Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / O CHAMADO DA CORAGEM #XI - SER VOCÊ MESMO É O MAIS ASSUSTADOR (CLUBE DO LIVRO)
Transcript
- 0:05Seja muito bem-vindo, muito bem-vinda ao ED Podcasts Clube
- 0:10do Livro, o chamado da coragem. Vamos nessa aqui, estamos
- 0:13caminhando para finalizar a primeira parte do livro que fala
- 0:15sobre medo, depois a gente avança para a parte da coragem
- 0:17que leva o nome do livro. Brunão, como é que estamos?
- 0:20Estamos ótimos, só está faltando uma coisa, você que está ouvindo
- 0:22aí, compartilhar, né? A galera tá acompanhando, mas...
- 0:27Tem medo de compartilhar. Tem medo de compartilhar, não
- 0:29sei o que é isso. Vai ter que chegar até o próximo
- 0:31episódio pra poder ter coragem de compartilhar, não é possível?
- 0:34Será? Não.
- 0:35Vamos ver. Vamos lá, Bruno.
- 0:37Bem, feito esse convite, clica na setinha aí, encaminha pra
- 0:40alguém que precisa de coragem. e se é assim, contribui se você
- 0:46gosta desse trabalho, de vez em quando a turma manda umas
- 0:49mensagens lá no Instagram caralho, tem noção de como é
- 0:51legal esse formato e tal, isso não existe e tudo, se você é uma
- 0:55das pessoas que curte esse formato aqui do Clube do Livro
- 0:58compartilha esse episódio E assim você é uma forma de apoiar
- 1:02aqui o nosso Clube do Livro. Brunão, podemos começar?
- 1:06Qual o título aqui do capítulo que a gente vai ler?
- 1:08Show de bola, o nome do capítulo aqui é Ser Você Mesmo é o Mais
- 1:11Assustador. Na década de mil novecentos e
- 1:13sessenta, Frank Serpico era o diferentão do departamento de
- 1:17polícia de Nova York. Era italiano, enquanto a maioria
- 1:19dos policiais era de origem irlandesa.
- 1:21Tinha cabelo comprido, gostava da ópera e do balé, morava no
- 1:24Village, enquanto a maioria dos seus colegas...
- 1:27Seus colegas de trabalho residiam em subúrbios
- 1:29tranquilos, tinha um grande cão pastor branco e usava coletes,
- 1:33couro e vários tipos de roupas estranhas.
- 1:36Isso quando ele não estava fantasiado de fato.
- 1:40Serpico achava normal ir para o trabalho usando disfarces
- 1:42caseiros elaborados para ajudá-lo a capturar criminosos
- 1:45na rua, embora tivessem lhe negado repetidas vezes uma
- 1:49promoção a detetive infiltrado. Ele era o diferentão e, graças a
- 1:55Deus, um promotor que trabalhava com o Sérpico reclamava que o
- 1:59homem era difícil. Sérpico lembrou a ele que, se
- 2:02fosse um pouco menos difícil e um pouco mais inclinado a ser
- 2:05como todos os outros departamentos, eles nem sequer
- 2:09estariam investigando o caso de corrupção que tinham ali.
- 2:13Por definição, cada um de nós é único.
- 2:15Nosso DNA jamais existirá antes de nascermos.
- 2:18Ninguém jamais teve nosso conjunto particular de
- 2:21experiências. No entanto, o que fazemos com
- 2:24esse patrimônio? Nós o repelimos.
- 2:27Escolhemos não ser nós mesmos. Escolhemos seguir o rebanho.
- 2:31Não chamar a atenção. É inacreditável pensar que no
- 2:35departamento de polícia de Nova York, os policiais achassem mais
- 2:38fácil aceitar subornos do que ser honestos.
- 2:42Mas é verdade. O por-se chamaria a atenção,
- 2:46tomaria a pessoa como um alvo, significaria ser diferente e,
- 2:51portanto, estar sozinho ou apontado.
- 2:55Tentamos nos enquadrar por medo, não fazemos o que é certo por
- 2:58medo. Nós nos calamos por medo.
- 3:02Nem sequer queremos que outras pessoas sejam elas mesmas,
- 3:05porque isso nos deixaria desconfortáveis.
- 3:08Difícil, estranho, imprevisível, encrenqueiro, gay, um
- 3:12esquisitão, são palavras como essas que enchem os dossiês
- 3:17elaborados pela KGB, pela Gestapo ou por Edgar Hoover.
- 3:22É assim que os covardes gostam de chamar os corajosos que os
- 3:24desafiam. Ou que representam uma ameaça
- 3:27existencial a regimes ilegítimos ou à injustiça.
- 3:31Nós mesmos balbuciamos essas definições quando nos sentimos
- 3:35humilhados pela confiança ou pela liberdade de pessoas que
- 3:37confiam em si mesmas. Esperamos que as pessoas andem
- 3:41em uma corda bamba. Queremos que todos estejam no
- 3:45mesmo time. Queremos que incorporem a
- 3:48cultura. Nas Forças Armadas exige-se que
- 3:51todos se vistam da mesma forma e até tenham o mesmo corte de
- 3:56cabelo. Queremos que as pessoas façam o
- 3:58que lhes mandam, que sigam as regras.
- 4:01Mas ao mesmo tempo, de alguma maneira, esperamos que a
- 4:03liberdade de expressão prospere, que novas invenções e ideias
- 4:06caiam do céu e que pessoas cometam atos extraordinários de
- 4:10sacrifício e coragem, como se tudo isso fosse possível em um
- 4:13mundo padronizado. Pois é.
- 4:16A pressão quer aparar as arestas, diminuir a resistência,
- 4:20senão... Senão o quê?
- 4:22Temos que perguntar. Ainda que um exército me cerque,
- 4:25diz o Salmo vinte e sete, meu coração não temerá.
- 4:28Ainda que se declare guerra contra mim, mesmo assim estarei
- 4:31confiante. Não importa quem ou quantos se
- 4:35voltem contra você, você precisa ser você.
- 4:41Confiante, autêntico e corajoso. É irônico o fato de que Florence
- 4:45Nightingale criticava mulheres que queriam ser como homens.
- 4:50O que ela estava querendo dizer era apenas seja você mesmo.
- 4:53Não precisamos de ninguém imitando ninguém.
- 4:56E, tampouco, rejeitando instintivamente qualquer um.
- 5:01Todos enfrentamos a batalha contra as expectativas e
- 5:03estereótipos que outras pessoas nos impõem.
- 5:06Resistimos e, ao mesmo tempo... podemos nos lembrar do Conselho
- 5:10de Sêneca. Não precisamos culpar a multidão
- 5:15por cada mínima coisa. Não precisamos ser diferentes
- 5:18apenas para sermos diferentes. Uma rebelião petulante pode ser
- 5:21apenas mais um mecanismo de defesa.
- 5:23Mas, se por fora... Nos parecemos com todo mundo, é
- 5:27melhor nos assegurarmos muito bem de que por dentro tudo seja
- 5:31diferente, de que somos verdadeiramente quem queremos
- 5:34ser, como sabemos, no fundo, que parece a coisa certa a se fazer.
- 5:39Porque a coragem de ser diferente é a coragem de pensar
- 5:41diferente, para ver o que os outros não veem, para ouvir o
- 5:44que os outros não ouvem. Não é coincidência que muitos
- 5:47delatores e artistas sejam esquisitões.
- 5:50Foi a esquisitice deles que lhes permitiu ver o que todos os
- 5:54outros eram incapazes de enxergar. seja um policial seja
- 5:57um soldado, seja um filósofo seja mais um músico em uma longa
- 6:02tradição do rock segure a mão de alguém, apenas se certifique de
- 6:08que no fundo você esteja sendo você mesmo de que não esteja
- 6:12deixando o medo calar ou desanimar você de que não esteja
- 6:16fazendo o que todas as outras pessoas estão fazendo
- 6:18simplesmente porque elas estão fazendo, seja único seja você
- 6:22mesmo, ser qualquer outra coisa é ser um covarde Não deixe a
- 6:26opinião dos covardes influenciar o que você pensa ou faz.
- 6:29Seu futuro depende disso. Isso nos leva a um outro
- 6:34capítulo chamado A Vida Acontece em Público.
- 6:37Vá se acostumando. Muito boa frase, inclusive, o
- 6:41título do capítulo. Brunão, podemos?
- 6:43Podemos, podemos sim. Jerry Weintraub queria ser ator.
- 6:49Conseguiu entrar para a Neighborhood Playhouse School of
- 6:51the Theater e foi aluno de Sandy Meisner.
- 6:55James Caan era um de seus colegas de turma.
- 6:57Há um motivo para que você tenha visto filmes com James Caan, mas
- 7:00nenhum com Jerry Weintraub. O motivo é medo.
- 7:04O motivo é medo. Ou melhor, é o medo com outro
- 7:07nome, vergonha. Vergonha é medo com outro nome.
- 7:13Enviados para comprar roupas para uma aula de dança,
- 7:15ministrada por ninguém menos do que Martha Graham, entenda como
- 7:18alguém muito famosa, Jerry e James foram à loja na Broadway.
- 7:22Ao experimentar uma meia calça, Jerry, um garoto durão do Bronx,
- 7:26deu uma olhada no espelho e soube que não tinha nenhuma
- 7:28chance dele se permitir ser visto com aquele público.
- 7:31James can... que vinha do mesmo bairro do amigo e também se
- 7:35considerava um sujeito durão, cujo pai fora açougueiro, se
- 7:39olhou no mesmo espelho. Não permitiu que o
- 7:42constrangimento vencesse. Como o escritor Rich Cohen
- 7:45escreveu, aquele foi o divisor de águas, o momento da verdade.
- 7:51Jimmy Kane vestiu a meia calça e calçou as sapatilhas.
- 7:56Então seu nome aparece nos créditos como, por exemplo,
- 7:59Sonny Corleone em O Poderoso Chefão.
- 8:03Jerry Weintraub, por ter sido dominado por uma vergonha normal
- 8:06e humana, não vestiu a meia calça, nem calçou as sapatilhas,
- 8:11portanto seu nome aparece nos créditos de filmes como
- 8:14produtor. Um deles seria indicado ao
- 8:16Oscar, o outro produziria Karate Kid.
- 8:19Ambos seriam bem sucedidos, mas só um realizou o sonho que
- 8:21compartilhavam. Só um foi capaz de se colocar de
- 8:24maneira ousada e corajosa diante da câmera para arrasar. mesmo
- 8:28que a maioria de nós não ganhe a vida nas telas.
- 8:31Todos precisamos enfrentar a relutância em ser vistos.
- 8:35Nosso medo do que as outras pessoas pensam, do
- 8:37constrangimento e do embaraço, não é o mesmo medo que impede um
- 8:41homem de correr para a batalha, mas é uma limitação, uma
- 8:44deficiência de coragem que também nos priva do nosso
- 8:47destino. Eu tenho uma impressão aqui,
- 8:51Bruno, que ele toca assim, são muitas formas diferentes de
- 8:55endereçar a questão do medo. Porque ele poderia resumir toda
- 9:00essa primeira parte do livro que a gente está caminhando para
- 9:03finalizar aqui em no mínimo a metade das páginas.
- 9:07Mas como é algo muito presente e se manifesta de formas
- 9:12diferentes, eu gosto dessa... Se eu não conseguir chamar a tua
- 9:18atenção por aqui, eu... Eu consigo outra história, eu
- 9:22consigo outro exemplo. Se não for falta de coragem, é
- 9:25vergonha. Se não for vergonha, é medo do
- 9:27julgamento. E em uma hora você consegue
- 9:29realmente ter uma reflexão profunda sobre esse tema.
- 9:32Interessante. E eu acho que isso faz desse
- 9:34livro um livro que vale a pena você ler a qualquer momento.
- 9:38Porque a gente vai estar sempre com medo de alguma coisa e
- 9:41sempre vai ser diferente e ele sempre vai abordar dessas formas
- 9:43diferentes. Então, vai ser válido.
- 9:46Inclusive, o... A releitura é sempre uma
- 9:51experiência diferente com o livro.
- 9:54Essa aqui é diferente por conta disso.
- 9:56Ela é uma experiência diferente da aplicação das provocações do
- 9:59livro. Pois bem, voltando.
- 10:03Não há nenhuma mudança, nenhuma tentativa, nenhum esforço que
- 10:06não pareça estranho a alguém. É praticamente impossível
- 10:10alcançar uma conquista sem chamar um pouco de atenção.
- 10:13Apostar em si mesmo é correr o risco de fracassar.
- 10:16Fazer isso em público é correr o risco de ser humilhado.
- 10:19Todos que tentam sair da zona de conforto precisam estar cientes
- 10:22disso. Mesmo assim, quase preferimos
- 10:24morrer a nos sentir desconfortáveis.
- 10:29Certa vez o comediante Jerry Seinfeld...
- 10:32Jerry Seinfeld... O mais próximo que eu consigo
- 10:36pensar dele é um... que hoje é Rafinha Bastos e tal, o Jô
- 10:41Soares ali, mas não era aquele programa de auditório porque é o
- 10:44David Letterman, né? Ele é o...
- 10:46Ele é gentil, talvez, né? É, talvez.
- 10:49Ele... Aquele formato dele é o
- 10:50precursor de Friends, né? Tem muita gente que conhece o
- 10:53seriado Friends, a turma mais da antiga, e ele é o grande
- 10:57comediante lá nos Estados Unidos, né?
- 10:58Um cara muito conhecido. E aí conta a história dele, que
- 11:02certa vez o Jerry Seinfeld observou que as pessoas
- 11:04consideram o medo de falar em público pior do que o medo da
- 11:07morte, o que significa, de um jeito maluco, que as pessoas
- 11:11preferem estar dentro do caixão a fazer um discurso fúnebre.
- 11:15Na Roma Antiga, talvez não tivesse nenhum orador melhor do
- 11:19que Crasso, famoso por seus discursos brilhantes e
- 11:23perseguição aos corruptos e maléficos.
- 11:26Pelo menos, era isso que o público sabia.
- 11:28Não daria para ter ideia de que, como ele admitiu posteriormente,
- 11:33no começo de cada discurso sentia um tremor em todos os
- 11:37meus pensamentos, por assim dizer, e em meus membros. mesmo
- 11:42sendo um mestre, ainda se sentia inseguro.
- 11:45Ainda era tomado por ondas esmagadoras de ansiedade e medo
- 11:48antes de entrar em cena. Isso aqui eu aprendi a
- 11:52ressignificar também. Tem muitas pessoas que falam
- 11:55para mim, poxa, você fala muito bem em público, mas eu tenho
- 11:57consciência de que tenho medo de falar em público.
- 12:00E reconheço que o medo de falar em público... sempre que eu
- 12:05permito que ele não me bloqueie, e aí eu venço o medo, ele tem um
- 12:09aspecto positivo e te ajuda a fazer as pazes com esse medo,
- 12:14né? Que é, por se importar e por
- 12:18conta do medo, você acaba se preparando mais do que a média.
- 12:23E aí muitas vezes, óbvio tem aleatoriedade e tal, mas muitas
- 12:26vezes na vida, em pequenas e em grandes coisas, o resultado é
- 12:29consequência do preparo, né? Podemos seguir, Bruno?
- 12:33Vamos nessa. No começo da sua carreira era
- 12:35pior ainda. Craço relata sua dívida de
- 12:39eterna gratidão a um juiz que, em uma de suas primeiras
- 12:42aparições públicas, percebeu quanto o jovem estava
- 12:45completamente abatido e incapacitado pelo medo e adiou a
- 12:48audiência. Dá para imaginar as palavras
- 12:51misericordiosas do homem poupando Craço da mesma forma
- 12:54como ele, sem dúvida, rezava para que fosse poupado?
- 12:58Como todos já rezamos milhares de vezes?
- 13:02alimentando a esperança de ser morto por um raio para não
- 13:04precisar seguir em frente. Pois bem, não estaríamos falando
- 13:09sobre Crassus se ele não tivesse enfrentado aquele medo.
- 13:15Será que ele teria preferido praticar advocacia em sua sala
- 13:18de estudos? Com certeza, assim como o
- 13:20cérpico devia querer se vestir como bem entendesse sem que as
- 13:24pessoas comentassem. Mas a vida é assim.
- 13:27Esse trecho que eu marquei aqui desse capítulo, não se importa
- 13:30com o que nós preferimos. A vida não está nem aí para o
- 13:34que você prefere. Você precisará estar sob os
- 13:36holofotes de vez em quando. Se você não consegue fazer isso,
- 13:40nem mesmo para falar, como terá a coragem de fazer nos momentos
- 13:45mais importantes? Você veste a meia calça,
- 13:50enfrenta o medo do palco, o medo que persiste mesmo depois que
- 13:53você domina a arte de falar em público.
- 13:55Você se senta no banco das testemunhas, você dá as más
- 13:59notícias para os funcionários reunidos.
- 14:01Você simplesmente aprende a parar de falar sobre o que os
- 14:04outros vão pensar. Você nunca vai criar algo
- 14:07original se não conseguir fazer isso.
- 14:09Precisa estar disposto a não somente se afastar do rebanho,
- 14:14mas a se colocar diante dele e dizer o que pensa e sente.
- 14:17Há um motivo para a vida pública ser chamada assim.
- 14:23Não podemos ter sucesso no privado.
- 14:26É irônico, diriam os estoicos, que, apesar de todas as nossas
- 14:31preocupações egoístas, parecemos valorizar as opiniões dos outros
- 14:36mais do que as nossas. Essa é porrada, hein?
- 14:38Essa é uma porrada, né? E verdadeira.
- 14:43Olha só, o escravizado Liberto Epicteto disse que, abre aspas,
- 14:48se você quiser melhorar, contente-se em parecer ignorante
- 14:52ou burro. Você consegue fazer isso?
- 14:55Porque vai precisar. Quando permanecemos em nossa
- 14:58zona de conforto sem chamar atenção...
- 15:01Aí outro trecho que eu destaquei.
- 15:02Quando escolhemos o fundo da sala em vez da frente, estamos
- 15:06fugindo das oportunidades. Quando cedemos ao medo, quando o
- 15:12deixamos decidir o que faremos ou não, perdemos muito.
- 15:16Não somente sucesso, mas também realizações.
- 15:19Quem seríamos se não nos preocupássemos com o
- 15:21constrangimento? O que realizaríamos se não nos
- 15:24importássemos em estar no centro das atenções?
- 15:28Se fôssemos corajosos o bastante para vestir a meia calça.
- 15:32Se estivéssemos dispostos não somente a fracassar, mas também
- 15:36a fazer isso na frente dos outros.
- 15:39Então, fica a reflexão aqui. Muito bom.
- 15:44A vida acontece em público. Vá se acostumando.
- 15:48Bem, temos um episódio. Temos um episódio. começamos
- 15:54aqui falando sobre ser você mesmo é mais assustador é uma
- 15:58reflexão bem interessante sobre ser autêntico, ser você mesmo e
- 16:02o autor ele traz aqui até de forma bem enfática seja único
- 16:07seja você mesmo, ser qualquer outra coisa é ser um covarde
- 16:11Você está deixando de colocar para o mundo aquilo que você
- 16:14realmente é. E aí a gente fecha com outro
- 16:16capítulo que fala muito sobre você se expor em público, você
- 16:20falar em público, você ter a coragem de falar.
- 16:26Também tem um trecho aqui que eu marquei bem interessante que
- 16:28é... A vida não se importa com o que
- 16:32a gente prefere, né? Você vai precisar estar sob os
- 16:35holofotes de vez em quando. E se você não consegue fazer
- 16:38isso nem mesmo pra falar, como é que você vai ter coragem de
- 16:41fazer nos momentos mais importantes?
- 16:43Então, são nas pequenas coisas que a gente se prepara pras
- 16:47grandes coisas. Acho que é importante ter isso
- 16:50em mente. Eu vou fazer uma convocação
- 16:54Enquanto você escolhe a frase do episódio, eu vou fazer uma
- 16:56convocação que é, esteja no próximo capítulo, porque o
- 16:58próximo episódio aqui do podcast, a gente vai encerrar
- 17:01essa parte do medo do livro, para poder avançar para a parte
- 17:06número dois, que ele chama de coragem.
- 17:09Sendo que tem um capítulo que diz assim, você não pode ter
- 17:12medo de pedir ajuda. E aqui muita gente se enrola.
- 17:15Inclusive tem uma premissa, quando eu estou agora ensinando
- 17:18a metodologia da Tech Finance para consultores financeiros,
- 17:21Porque assim, todo empreendedor precisa de ajuda externa.
- 17:25Há quem aceite isso, há quem não aceite isso.
- 17:28Às vezes por medo, às vezes por orgulho.
- 17:30Então esse é um tema importante e a gente não é tão ensinado
- 17:34assim nesse sentido. Eu acho que vai ter uma reflexão
- 17:36bem boa aqui do livro. pra todos nós em relação a isso e fica o
- 17:40convite, se você tá curtindo aqui o livro chamado da coragem,
- 17:42pra que você coloque até um lembrete aí, você não perca o
- 17:45próximo episódio onde a gente vai ler esse capítulo.
- 17:48Gostei bastante do episódio, passo pro Brunão aqui pra fazer
- 17:51a leitura da frase do episódio e aí sim a gente encerra.
- 17:54Show, show. Quem tá acompanhando aqui já
- 17:55ouviu a gente falar outras vezes sobre o medo do julgamento, né,
- 17:59que... Na verdade, é a raiz da maior
- 18:01parte dos medos, do que as outras pessoas vão pensar e vão
- 18:04avaliar os nossos atos. E tem uma frase aqui que eu acho
- 18:07que fala sobre isso, que é muito interessante, que é...
- 18:10É irônico, diriam os estoicos, que apesar de todas as nossas
- 18:13preocupações egoístas, parecemos valorizar as opiniões dos outros
- 18:17mais do que as nossas. Essa foi muito boa.
- 18:19Essa é sensacional. Essa foi muito boa.
- 18:23Pois bem... Temos um episódio.
- 18:25Muito obrigado pelo seu tempo. Espero que tenha valido a pena
- 18:28estar conosco aqui. Bruno, estamos juntos.
- 18:29Até a próxima. Espero encontrar com você no
- 18:32próximo episódio aqui do quadro Clube do Livro no podcast ED
- 18:36Podcast. Valeu!
- 18:37Valeu!