Latest / Entre Chaves / Por que código é reflexo da especificação
Transcript
- 0:02E no final das contas, a gente não chegou ainda em uma
- 0:05consolidação em conceito como engenharia de software do que
- 0:09que é uma boa especificação, dado que eu não sei o que que é
- 0:12uma boa especificação, é difícil demais.
- 0:15De eu chegar e produzir um bom código, porque o fato é o
- 0:18código, ele é determinístico o código eu posso achar, eu posso
- 0:22achar o que eu quiser, mas se eu fizer um if e a Rafa eu fizer um
- 0:24if, a gente provavelmente vai fazer Oo mesmo.
- 0:27If se a gente está resolvendo o mesmo problema.
- 0:28Agora, se eu estou escrevendo uma especificação, ela está
- 0:31escrevendo uma especificação para o mesmo objetivo.
- 0:33A gente pode escrever de milhões de formas diferentes.
- 0:37Eu acho que o ponto seria a ambiguidade, né?
- 0:39Eu acho que talvez a ambiguidade seria uma boa métrica.
- 0:42Para. Exatamente, mas ainda subjetivo.
- 0:45Ô, Fernandinha, mas você trouxe um bom ponto, você está falando
- 0:47sobre, né? Que se você escrever uma
- 0:49especificação e a Rafa escrever uma, as especificações vão ser
- 0:52diferentes, beleza. Se vocês escreverem um hífen,
- 0:55vai ser igual. Mas se vocês escreverem um
- 0:57software inteiro, ele pode gerar o mesmo resultado.
- 1:00Mas o software vai ser diferente?
- 1:01Não. Não tem uma forma única de de
- 1:04desenvolver software, e isso talvez, né?
- 1:06Contribui pra pra geração de resultados tão diversos pela
- 1:10pelas, pelas ias, porque elas elas são treinadas, né?
- 1:13Os bilhões de parâmetros que forem foram usados lá no
- 1:16treinamento dela. Tem formas diferentes de fazer
- 1:19AA coisa também. Então ela já tem uma
- 1:21característica não determinista ali.
- 1:22Isso eu acho que amplifica ainda mais essas.
- 1:25Essas diferenças, essas nuances que vão que vão existir.
- 1:28Mas o meu ponto é assim, é que se a gente conseguisse, né?
- 1:31Se a gente conseguisse estabelecer com muita certeza,
- 1:34com muita objetividade, uma boa especificação e ter certeza que
- 1:38essa boa especificação ela produz um bom código, pronto.
- 1:41Aí meu desafio tá quase que resolvido, né?
- 1:44Por mais que assim às vezes eu vou, eu vou.
- 1:46Se eu rodar aquela especificação 15 vezes, eu vou produzir 15
- 1:49códigos diferentes por causa dessa, de tudo isso que a gente
- 1:52tá falando, nunca vai ser um pra um.
- 1:54Mas se eu tiver certeza que uma boa especificação cria um bom
- 1:58código, tá ótimo, né? Mas não é isso que a gente tem
- 2:01hoje, por isso que a gente precisa.
- 2:02Ficar revisando, por isso que a gente precisa, né?
- 2:04Ter todos os cuidados. A gente precisa não só revisar
- 2:07especificação, a gente vai vai precisar pra sempre, né?
- 2:10Pensando que o sdd vai ser a metodologia que a gente vai
- 2:13seguir, né? Revisar código pode ser que no
- 2:15limite a gente não precise mais, mas hoje a gente precisa porque
- 2:18afinal, né, enfim, somos responsáveis e a gente ainda não
- 2:21confia. É e, né?
- 2:22No No ponto que você falou? Das evoluções do dos framux
- 2:26voltados para que eu gere cada vez mais uma uma especificação
- 2:29que produza bom código, né? Eu acrescentaria, né?
- 2:32Que reduza as as alucinações, né?
- 2:35Minimize esse efeito do do do não determinismo da IA pra gente
- 2:38chegar justamente nesse ponto que você falou de Ah, eu tenho a
- 2:41consciência aqui. Eu tenho a confiança que se eu
- 2:44passar uma boa especificação para IAO código gerado vai ser é
- 2:49confiável. Eu não preciso me preocupar em.
- 2:51Tanto com a revisão dele, eu acho que isso é uma realidade,
- 2:54talvez um pouco. Distante é, acho que essa ainda
- 2:56vai ser bem distante. Tem 11.
- 2:58Detalhe que vai bem nessa vertente da do código que vai
- 3:01ser gerado a partir da da especificação, que é a primeira
- 3:04etapa de especificação dele, né? Na maioria dos dos frams que a
- 3:08gente tem hoje para para para a espec drib a primeira etapa, ela
- 3:12é muito focada na parte funcional da especificação, né?
- 3:15Então é é criada de uma forma AAO artefato é criado de uma
- 3:19forma. Que eu poderia definir EEO ideal
- 3:23é que seja assim. A tecnologia é só depois que já
- 3:25tiver especificado. Então eu não estou focando em
- 3:27tecnologia, não estou focando em como que isso vai ser feito, em
- 3:31qual linguagem que vai ser feito.
- 3:33Eu estou focando em especificar o que eu quero, né?
- 3:36Que é aquela ideia que a gente tinha de bhavle.
- 3:38Então assim é focar na intenção e a IA consegue criar essa
- 3:42especificação que vai poder ser usada.
- 3:45Em qualquer tecnologia, você vai poder migrar isso depois muito
- 3:49facilmente, então isso fica com uma documentação muito viva e
- 3:53fácil de utilizar de várias formas.
- 3:55E aí o desenvolvedor, né? Assim é a carga cognitiva dele.
- 4:00Vai muito mais pra esse lado, né?
- 4:01Da intenção do software, né? Do que o software tem que fazer,
- 4:05de qual é o comportamento dele. Do que pro como, de qual
- 4:08linguagem ou de qual arquitetura, ou de como no
- 4:12detalhe resolver aquele problema de negócio, né?
- 4:14Então a gente fica muito mais sendo essa ponte, né?
- 4:18Do negócio, que eu acho que é um negócio que a gente sempre teve
- 4:22dificuldade na ti, né, que é aproximar o negócio, né, do
- 4:27software, né, da tecnologia, como que a gente diminui essa
- 4:30distância, né, entre quem conhece a intenção e quem produz
- 4:34o código, né? A gente começa a tentar fazer
- 4:38com que essas coisas aproximem mais, né?
- 4:40E assim, e a gente se torne talvez como desenvolvedores,
- 4:44muito mais essa ponte, né? Entre negócio e tecnologia do
- 4:47que a gente era antes até, né?