Latest / História pros brother / Top 10 tortur@s
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- 0:00Agência de podcast.com.br. Conta essa história aí, brother.
- 0:06Top dez torturas. Vamos lá.
- 0:16A energia hoje vai estar boa, hein?
- 0:18Uh! Hoje é aqueles gols.
- 0:20É tortura. É tortura ou não é?
- 0:23Ô, rapaz. Pois é, cara.
- 0:26Hoje a gente vai se meter... Assim, né?
- 0:28Acreditando que era impossível jogar o algoritmo do podcast
- 0:33ainda mais pra baixo, eles foram lá e fizeram.
- 0:36Eles conseguiram. Eu vou jogar a barra pra baixo
- 0:39ainda. Vamos lá.
- 0:40Eu tô pensando, cara, a estratégia de repente não seja
- 0:42tá no top um, mas no top mais negativo.
- 0:45Exatamente. Vem com a gente, Monark.
- 0:47Vamos lá. Olha aí.
- 0:49Mas aí o lance, qual que é, né? Vou falar de tortura da
- 0:52história, né? Várias culturas diferentes.
- 0:54Quem não gosta de tortura, né, Vitinho?
- 0:56Quem não gosta de uma bela tortura.
- 0:57E aí eu fiz um ranking aqui. Com critérios sobre intensidade
- 1:03e dor. Óbvio, né?
- 1:05A duração do sofrimento. Isso também influencia.
- 1:09E a humilhação que você passa também na tortura, né?
- 1:13Acho que tudo isso somado fez aí um top bizarro de pesquisar.
- 1:19Até eu que sou de boa lendo esses bagulhos.
- 1:22É assim, me causou um pouco mal, assim, não vou mentir não, cara.
- 1:25Inclusive, pra quem tem, esse episódio eu acho que é muito
- 1:27necessário falar, pra quem tem algum tipo de problema com esse
- 1:30tipo de descrição, de repente é melhor não ouvir o episódio.
- 1:33É, pula esse, pula esse. É, assim, porque é bem
- 1:36descritivo, tá? Esse é só pros fera.
- 1:39Não, não é tanto não, cara, mas é descritivo, né?
- 1:44Vamos deixar, vamos deixar. É, vamos ver.
- 1:48Dor, pânico, medo, ferida. Tá bom, a gente vai ver que
- 1:54muitas torturas também eram utilizadas como ferramenta de
- 1:56controle. A gente já conversou sobre isso
- 2:00algumas vezes, que algumas vezes a tortura era feita justamente
- 2:04para as pessoas não cometerem mais...
- 2:06Para não ter guerra, né? É.
- 2:07Tipo assim, um líder torturava uma pessoa publicamente, o que
- 2:11era uma merda, óbvio, mas pra causar um medo em ninguém e não
- 2:14ter mais morte, saca? É o mesmo pensamento da bomba
- 2:18atômica, né? Matar um monte pra não ter que
- 2:20matar mais. Isso, a gente faz uma coisa
- 2:22ruimzinha, mas é pro bem de todos, né?
- 2:24Como é que é o nome dessa corrente filosófica, cara?
- 2:26Pô, eu esqueci, cara. É quantificalista, não?
- 2:30Utilitarismo, não? Utilitarista.
- 2:32Caralho, eu sou um gênio. Utilitarismo pra caralho, né?
- 2:36Tipo assim, pra você salvar mil, você mata cem.
- 2:39É. Tá errado?
- 2:42Ah, o cérebro de um maluco, ele é o critério agora, pra saber o
- 2:46que que pode. Tem um laudo que diz que não, só
- 2:50meu QI é de seto e trita. Tá bom, tá bom, beleza.
- 2:54Minha tortura favorita é essa aqui, o top um tá ouvir o Nickel
- 2:58falar do QI dele todo dia, em qualquer contexto.
- 3:02Filha da puta. Tá bom.
- 3:04Muito bem, antes de começarmos, qual é, na sua opinião, que você
- 3:07conhece, né? Claro que você vai conhecer
- 3:09durante o episódio ou outros, o método de tortura que mais te
- 3:12causa arrepios. Cara, eu acho que parada de olho
- 3:15e unha é foda. Olho e unha?
- 3:17É, tipo uma agulha no olho. É, agulha no olho, eu acho que
- 3:21ele dá mal com isso. Não ia conseguir fazer também.
- 3:25Coisa em unha, assim, eu acho foda.
- 3:27Embaixo da unha, né? Mas, cara, eu tenho uma
- 3:29resistência pra dor muito baixa. Eu entregaria tudo, toda hora.
- 3:34Sendo que esse é uma das... Aquele filme, né?
- 3:36Entregar todo mundo em todo lugar ao mesmo tempo.
- 3:38Mas, assim, esse é um dos problemas da tortura, que não
- 3:41funciona, não é efetiva, né? Pra isso não funciona muito pra
- 3:45pegar confissão e tal, porque a galera meio que...
- 3:47Entrega, inventa, né? Qualquer coisa, cara, pra parar
- 3:50de torturar. Então, eu acho que eu seria essa
- 3:52pessoa. Mas eu acho que, cara, unha e
- 3:56olho eu acho que são os troços que eu...
- 3:58Mas também, cara, tem aquelas torturas de ficar escutando uma
- 4:01música só durante muito tempo. É.
- 4:04É, tem essas torturas aí da CIA. A famosona dos Estados Unidos,
- 4:08do waterboarding, como é que é? Tu coloca a cabeça, um pano no
- 4:11rosto e joga água em cima, né? Aham, e fica pra sempre, né?
- 4:14Dizem que é ruim, cara. Dizem que é ruim.
- 4:18É não, assim, não tenha dúvidas de que todos os métodos que a
- 4:22gente for falar aqui hoje... Mas tem os piores, tem os
- 4:23piores. Mas tem os piores, né?
- 4:25E assim, você discorda aí também do...
- 4:28Do top. Minha meta é provar que nada é
- 4:30tortura. Ah, nada é tortura.
- 4:32Inventou agora a tua meta. E o ouvinte também está
- 4:37convidado para falar. Pô, Vitor, discordo.
- 4:39Acho que tal é pior. Você colocou...
- 4:41Sempre tem, né? Tipo, você colocou tal em décimo
- 4:44lugar. Meu Deus do céu.
- 4:45É, daí manda o comprovante do Pix e pode mandar a opinião.
- 4:49Se não, fica quietinho. Caralho, o pior podcast que
- 4:53existe é desestimulando o comentário.
- 4:55Só se pagar e a gente não dá o Pix pra pagar, o que é mais
- 4:58legal. Se vira embaixada velha, quer
- 5:02comentar? Então é fácil.
- 5:04Quer dar dinheiro, mas não quer procurar o Pix.
- 5:09Mas, enfim, em décimo lugar, vamos começar com um método que
- 5:14é simples, não tem dor física direta e imediata, mas é muito
- 5:20humilhante e, obviamente, também tem dor, que eu estou falando da
- 5:24gaiola de ferro. Qual é que é da gaiola de ferro?
- 5:27A gaiola de ferro, Alexandre, que é uma prática principalmente
- 5:31usada na Europa medieval. E criminosos que roubavam,
- 5:36traição, heresia. Olha aí, ó.
- 5:38Transa com homem, homem com homem, dá isso aí.
- 5:41Gaiola de ferro, é. A igreja não era simples, não.
- 5:46E, basicamente, a pessoa era colocada numa gaiola
- 5:49publicamente, levantada, suspendida, e é isso aí.
- 5:53Fica na gaiola lá. Fica lá até...
- 5:56Morrer. Fica lá, é.
- 5:57Sem comida, sem água, sendo xingada, sendo humilhada, sendo
- 6:02tudo, né? Vagabundo tacava coisa nelas,
- 6:05inseto matava, tá ligado? Pássaro, os passarinhos
- 6:09começavam a bicar suas feridas, tu ficava louco, obviamente, se
- 6:13cagava ali mesmo, se mijava ali mesmo.
- 6:15Não é legal isso aí, né? Bem desagradável, né?
- 6:18E a galera, enfim, em praça pública e tudo mais, também era
- 6:22muito avacalhada pelos outros, né?
- 6:24Como eu falei, o pessoal ficava...
- 6:27Tacando coisas, xingando. É, mas dá pra entender, né?
- 6:30Como assim dá pra entender, cara?
- 6:31O que você tá falando? Não, é que o pessoal fica ruim
- 6:34com a oportunidade de poder... Ah, pra poder bater em alguém,
- 6:37poder... É, botar pra fora aquela raiva,
- 6:40né? Ou bater lá, esse cara é um
- 6:41desgraçado mesmo, vamos filtrar a cabeça dele, né?
- 6:44Acho que esse é o pensamento, né?
- 6:45Não é correto, né, galera? Você desconta as tuas
- 6:48frustrações, né? Na verdade, descontar a
- 6:50frustração é algo bem mais comum do que a gente pensa, né?
- 6:53A pessoa às vezes é mal educada no trânsito, a pessoa que é mal
- 6:55educada contigo, teu chefe fala de um jeito escroto contigo,
- 6:59você fala de um jeito escroto com alguém que você tem poder
- 7:01sobre. Vai no estádio, velho.
- 7:02Vai no estádio que tu vai ver. Isso, no estádio.
- 7:05Muitas vezes é uma pessoa descontando uma frustração dela
- 7:08em você naquela situação. Ninguém é tão brabo assim com o
- 7:12lateral esquerdo. E quem tá de bem com a vida, não
- 7:16xinga os outros gratuitamente, né?
- 7:19Na verdade, uma boa régua pra você saber se você tá bem ou
- 7:23mal, puto ou tranquilo com a vida, é quantas pessoas você tá
- 7:27xingando na rua, né? Tipo assim, pô, às vezes alguém
- 7:30da tua família faz um... Comete um erro, sei lá.
- 7:33Amigo meu, a mãe dele caiu num golpe de...
- 7:36Recebeu um e-mail falando que ela era a herdeira de um
- 7:40milionário dos Estados Unidos. E aí não, aí ela não só mandou
- 7:44os documentos, né? Você é a herdeira de um
- 7:47milionário e tal. Ela mandou a foto dos documentos
- 7:49pra pessoa e saiu na rua da cidade, cidadezinha pequena,
- 7:53falando assim, ó, vou comprar um carro pra fulano, uma casa pra
- 7:56ciclano. Por causa de um e-mail, mano.
- 7:59E aí, meu amigo, ele xingou muito, assim, a mãe, assim.
- 8:03E eu fiquei puto, né? Falei, pô, cara, relaxa aí.
- 8:07Pô, você não pode xingar a mãe assim, não.
- 8:09Tudo bem que ela é dona, né? Cabaça.
- 8:12Mas, porra, enfim. Muito bem, Alexandre.
- 8:16Olha, tá bom então. Então, vamos lá.
- 8:20Ô, Alexandre, você já ouviu falar do Tamerlão, lembra dele?
- 8:23Pô, o que que é isso? Era...
- 8:25Tamerlão está na Semana Gente Ruim, uma série que a gente fez
- 8:28há muito tempo, aqui no História Pros Brothers, e ele, o critério
- 8:32era pessoas que eram muito ruins.
- 8:33Tá. E mataram mais de um milhão, se
- 8:35eu não me engano, esse é o critério.
- 8:37E o Tamerlão, ele tinha um método de tortura.
- 8:39Qual é que era? O empilhamento de Tamerlão.
- 8:44O empilhamento de Tamerlão tá em nono lugar, porque, primeiro,
- 8:47ele era muito simples e muito bruto.
- 8:51Basicamente, ele fazia uma estrutura, às vezes com tijolo,
- 8:55com alguma coisa, com espaço pra caber uma pessoa ali dentro, em
- 8:59pé. E aí ele colocava uma pessoa ali
- 9:02dentro. E aí ele ia jogando mais
- 9:04pessoas, e mais pessoas, e mais pessoas, e mais pessoas, uma por
- 9:06cima da outra. Tá ligado?
- 9:07Era uma torre humana. Ah, tá.
- 9:10Mas aí... Falar que não é criativo tá
- 9:11mentindo também. É, tipo, pô.
- 9:14Mas aí... E aí...
- 9:15Mas só cabia uma. Mas era bem compridão.
- 9:18Era altão, é. Era fininho e altão.
- 9:22E aí cabia uma pessoa e ia jogando mais pessoas, mais
- 9:24pessoas, mais pessoas. Pô, pro último não é nem
- 9:26tortura, né? É.
- 9:27Pois é, exatamente. O primeiro, ele...
- 9:31É ruim pros do meio, né? É ruim pros do meio.
- 9:33Não, é. O de cima, o primeirão, ele tá
- 9:36só olhando pra baixo e falando, meu Deus!
- 9:38Agora, o primeiro, ele tá tomando no cu muito rápido,
- 9:41morre muito rápido. Falta de oxigênio, matava muita
- 9:44gente. E obviamente era feito pra botar
- 9:46um medo na galera e a galera não resistir.
- 9:49Ele era um líder mongol, né? E aí quando os mongols estavam
- 9:52se expandindo, invadindo uma região, eles chegavam lá e o
- 9:58Tamerlão botava empilhamento pra geral ficar quieto e já morrer.
- 10:01Pô, eu ficaria quieto, cara. Eu ficaria bem quieto.
- 10:05Esse aí é criativo, mas eu acho que tu morre muito rápido, né?
- 10:09É, sim, morrer rápido. Mas ele é bizarro também, né?
- 10:13Imagina morrer de gente. Caiu tanta gente em mim que eu
- 10:16morri. Ai, eu odeio gente suada.
- 10:19Imagina a pessoa se cagando, porque a pessoa não era morta.
- 10:22Lá de baixo era morto, né? Mas as pessoas que estavam no
- 10:25meio, como você falou, elas viviam até morrer de falta de
- 10:28oxigênio. A pressão também era muito
- 10:30comum. Enfim, bem desgraçado.
- 10:33É, não curtir, não curtir. Para tudo, para tudo, porque
- 10:39esse podcast tem apoio de KTO. Quem está em vídeo está achando
- 10:42estranho que o Vitinho não está aqui.
- 10:44Quem está em áudio também está achando que não está ouvindo o
- 10:46Vitinho, mas o Vitinho foi cancelado.
- 10:51É que mudou o cupom de desconto, vocês vão entender.
- 10:53KTO, para quem está chegando agora, é o melhor site de
- 10:56apostas que existe. Tem futebol, basquete, vôlei,
- 11:00tênis e esportes, tem todas as paradas por lá.
- 11:03E é fácil colocar o dinheiro, fácil tirar o dinheiro.
- 11:05Se tiver alguma dúvida, KTO Underline Brasil, com os caras
- 11:08do Instagram, que eles tiram todas as suas dúvidas.
- 11:11E a gente tem um cupom de FreeBet.
- 11:13Esse cupom mudou. É o cupom HPBVINTE.
- 11:18HPBVINTE. Quando você fizer a sua primeira
- 11:20aposta, você vai colocar uma graninha lá, por exemplo, cem
- 11:22reais. Botou o cupom FreeBet, HPB, vai
- 11:26ficar com cento e vinte, ganha vinte por cento de FreeBet pra
- 11:28sua primeira aposta e se divertir por lá.
- 11:31Então, KTO.com, KTO.com, KTO.com.
- 11:34Com participação. Em oitavo lugar nós temos o
- 11:39iscafismo. Hum.
- 11:41Já ouviu falar do escafismo? Não.
- 11:42Escafismo é criativo, cara. E esse eu pensei bem se ele
- 11:45valeria a pena ter em oitava. Quando eu vi que ele estava em
- 11:47oitava, eu... Putz, se pá, era bom ter descido
- 11:49um pouco mais. Porque esse é muito desgraçado,
- 11:52cara. Esse é...
- 11:53Esse é inacreditável. Ele é conhecido como tortura das
- 11:57canoas. Tortura das canoas?
- 11:59Das canoas. Basicamente, você tem sofrimento
- 12:02prolongado, crueldade psicológica e humilhação.
- 12:05Tá. Por que não?
- 12:06Combina, combina legal. Combina.
- 12:07Isso não é um sábado. E aí, pra quem é vascaíno,
- 12:13Alexandre, um sábado. Ô brasileiro das eleições.
- 12:18Quando eu vou na urna, pra mim fica fino.
- 12:22É escolher o menos pior? Não tem ninguém pra botar lá?
- 12:27Muito bom, muito bom. Bem, Alexandre, a gente está
- 12:31falando de um método de tortura que é atribuído aos persas.
- 12:35Os persas que começaram a fazer. E alguns historiadores da
- 12:38antiguidade, como Plutarco, ele explica, ele que conta sobre o
- 12:43grego, ele que contou que os persas fazem isso aqui, que é
- 12:46bizarro. E basicamente, uma vítima, pensa
- 12:49numa canoa, num rio, num lago, pode ser.
- 12:53Aí, em cima dessa canoa, coloca outra canoa, fazendo um
- 12:57sanduíche de gente. Tá.
- 12:59Mas, não mata esmagado. Faz os cortes pra sua cabeça,
- 13:04pra cabeça dela ficar pra fora, os braços e as perninhas.
- 13:07Ah, que legal. E a pessoa fica deitadinha de
- 13:09barriga pra cima ali. Tá ligado?
- 13:11Aham. E aí, ela fica ali, bonitinha,
- 13:15né? Deitado no...
- 13:17Na canoa, na lagoa, até morrer. É isso?
- 13:22É. E, cara, vagabundo...
- 13:25Ah, não, tem uma parte que é importante também.
- 13:27Cobria o corpo e as partes que estavam pro lado de fora, né?
- 13:32E também fazia ingerir muito mel e leite pra atrair insetos.
- 13:36Pô, mas quanta raiva, cara. O que o cara fez?
- 13:39É, é, é. E aí a galera bebia leite com
- 13:43mel e tinha diarreia pra caralho.
- 13:46Então também, né? Contribuía aí pra...
- 13:48Se bem que era o menor dos problemas.
- 13:49É, cara. Uma diarreiazinha ali.
- 13:51Pô, é. Mas tipo, por que que eles não
- 13:53gostavam tanto assim, cara? Cara, é...
- 13:57Inimigo, né? Inimigo político e tal.
- 14:00Crimes graves como traição, assassinato.
- 14:02Tá ligado? Então, se eu não me engano,
- 14:05parricida também, né? Que é quem mata pai.
- 14:07Matou teu pai... Até hoje em dia não pega bem,
- 14:10né? É...
- 14:11Acho que é assassinato em geral mesmo.
- 14:14Não, não em geral. Não é um subgrupo.
- 14:16Matar pai é um bagulho que pega malzaço.
- 14:19É, mano. Pra conseguir uma publi boa é
- 14:22difícil demais. Caralho.
- 14:25Tu faz um troço e fica marcado pra sempre.
- 14:27Exatamente. Não pode errar mais nessa
- 14:29sociedade. Só os perfeitos.
- 14:33Não pode matar um pai e agora... Só os nunca errei lá, né?
- 14:39Aí mosca, verme, insetos em geral, ia pegando ali o teu
- 14:43corpinho e ia te matando, né? E você tá na água, né?
- 14:45Então decompunha mais rápido. Cara, mas tem uma variação de
- 14:49tortura que eu tô achando meio preguiçosa.
- 14:51Que é, eu faço tatá, tatá, tatá e deixava, tá ligado?
- 14:55Então, mas é porque eu comecei aqui, eu tô no oitavo lugar
- 14:58ainda. Eu vou descendo aqui e você vai
- 15:00ver que... O do Tamerlão já tem uma
- 15:02arquitetura, já tem uma parada ali, né?
- 15:04Literalmente uma arquitetura, uma torre, né?
- 15:06Então... Mas, enfim.
- 15:09Então, esse aqui era muito ruim. E as pessoas, eu acho que a
- 15:13parte pior, né? Que as pessoas tinham plena
- 15:14consciência, né? Tipo assim, caralho, eu vou
- 15:18passar por uma boa agora. Agora o bicho vai pegar.
- 15:22Ela ficava pensando nisso. Ah, dava uma alongada já antes.
- 15:26É, posso dar uma alongada antes? E ela dormia, né?
- 15:30Ela dormia e acordava. Ah, eu tô aqui mesmo.
- 15:32É, realmente eu tô no escafismo, né?
- 15:35Muito bem, Alexandre. Você acha que é pior tortura
- 15:39psicológica ou tortura física? É que como é que alguém vai
- 15:42torturar... Me dá um exemplo de tortura
- 15:44psicológica comigo. Ué, bota você o waterboard, né,
- 15:49que você falou. Mas ele não é só psicológico, é
- 15:51físico também. Também, mas, né...
- 15:54É que tortura psicológica, eu não sei o que é, tipo...
- 15:57Não, é... Por exemplo, uma gota d'água na
- 16:00tua testa... Hum, essa aí é clássica, né?
- 16:03Por uma semana. Ah, eu acho que eu enlouqueço a
- 16:06gota. Eu...
- 16:09Eu acho que é a gota que vai tomar ruim, cara.
- 16:13Eu não sei, eu acho que tortura psicológica comigo...
- 16:16Moleque, é inacreditável. É inacreditável tu agitar que
- 16:20tortura psicológica contigo não pega.
- 16:22Não pega, não pega. Essas aí não pegam.
- 16:24Diz outra que pode pegar. Tu ficar numa solitária na
- 16:27prisão. Cara, eu tô de boa sozinho.
- 16:31Cara, tu sabe, eu sou um cara solitário.
- 16:34Ah, pô, atrapalha todo dia com gente, cara.
- 16:36Para com isso. Não, mas é porque precisa.
- 16:38Mas eu fico quanto tempo solitário?
- 16:41Se for um mesinho, é férias pra mim.
- 16:46Se tiver precisando de alguém. Não, solitária não pega também.
- 16:51Falando sério, não pega. Eu não sei.
- 16:53Eu tenho que pensar em alguma que pegue.
- 16:56Eu acho que não funciona. Da dor, eu sinto bastante.
- 16:59Ao contrário, é o oposto. Qualquer coisinha, se me
- 17:03empurrar, eu já não gosto. Tá bom, foi ele.
- 17:06Alguém te tromba na rua. Foi ele que matou.
- 17:09Legal, legal. E tu, tu acha que tu aguenta?
- 17:12Ah, eu acho que eu sou cinquenta e cinquenta.
- 17:14Psicológica, cara. Psicológica horrível.
- 17:16Eu acho real, cara, que você realmente tem uma...
- 17:19É que você fala muito de dor e você sempre fala, assim, com...
- 17:23Com desespero na voz, assim, que é inexplicável, assim.
- 17:26Qualquer coisinha que tu tá com dor, tu é o filho do mundo.
- 17:29Olha meu dedo, cara. Eu masquei meu dedo ontem.
- 17:31Oh, que neve. Tu fez o quê, cara?
- 17:34O que aconteceu? Eu não sei.
- 17:35Meu dedo tava machucado. E daí o outro, eu bati na
- 17:39janela. Daí eu tô com as duas mãos
- 17:40fodidas. Mas um eu não sei.
- 17:42Mas tava sangrando. Enfim, tava mal.
- 17:44Ah, entendi. E aí eu tô...
- 17:46Não consigo fazer nada. O homem gripado equivale a uma
- 17:52mulher com a maior doença do mundo.
- 17:55Não, pode crer. Legal, Alexandre.
- 17:57Não, eu acho que eu tenho uma... Não vou falar resistência à dor,
- 18:01não, mas, por exemplo, tatuagem pra mim é de boa.
- 18:04Eita! É, assim.
- 18:06É terão, hein? É, filho.
- 18:08Não, mas eu acho que tatuagem é uma boa régua, né?
- 18:11É horrível, né? É, então, pra mim, tipo...
- 18:15Não vou falar que eu gosto. Igual a galera dorzinha.
- 18:18Ah, dorzinha boa. Não, não.
- 18:19Não, não. Dorzinha boa não é.
- 18:20Mas, assim, tatuaria qualquer parte do corpo.
- 18:23Tu aguenta, né? Tipo isso.
- 18:24Aguento de boa. De boa, assim.
- 18:27Tô sentindo dor. Eu tenho consciência de que tá
- 18:29doendo, mas foda-se também, né? Papinho bosta do caralho.
- 18:32Eu não tenho. Pra mim dói.
- 18:34Ah, para. Entendi.
- 18:36Perfeito. Bem, Alexandre, vamos falar
- 18:38agora do sétimo lugar da serragem humana?
- 18:41Esse aí parece irado. Esse daí é basicamente você
- 18:44suspender uma vítima na Europa Medieval ou no Oriente Médio.
- 18:48Acontecia bastante nessa época, na Idade Média.
- 18:50Virava vagabundo de cabeça pra baixo, cozinho pra cima e ia
- 18:54cortando, serrando a pessoa lá do pezinho.
- 18:57Cerrar o brother, velho. Cerrando lentamente dos pés.
- 19:03Chique, chique, chique, chique. Imagina os dois pezinhos juntos
- 19:06assim. E você cortando ali.
- 19:08Chique, chique, chique. Até chegar na cabeça.
- 19:11Esse é ruim demais. Esse é ruim demais.
- 19:14É fora que alguém tem que fazer isso, né?
- 19:17Papo reto. Esse é o teu frila.
- 19:20Tu tem que ser... É, dizem até que o Carrasco, ele
- 19:23tinha aquela máscara, né, aquela coisa na cabeça, justamente pra
- 19:26não demonstrar que o cara tava com pena, nervoso e tal,
- 19:31cometendo coisa horrível e tal. Então...
- 19:34E, né, enfim, não quero me prolongar, mas durante o
- 19:38Holocausto... Uhum.
- 19:40Os métodos de tortura que aconteciam durante o Holocausto,
- 19:46na solução final, que é quando Hitler decidiu matar os judeus
- 19:48todos, ele tinha um método de matar com arma mesmo, dando
- 19:52tiro. Só que estava causando problemas
- 19:54psicológicos para os nazistas. Até para eles que não gostavam
- 19:57dos judeus, eles estavam tipo assim, cara, estou matando muita
- 19:59gente. Aí a câmara de gás foi uma forma
- 20:01um pouco mais... distante de cometer a atrocidade então com
- 20:10certeza quem faz também fica mal acho que pros dois é ruim igual
- 20:15pro torturador ninguém fala o cara que serra o cara do rei tem
- 20:24que voltar pra casa com as mãos sujas e ouvir a filha abraçando
- 20:26o papai inclusive tem uma cena de Sopranos que é muito bom né
- 20:32cara Inclusive, faltam três episódios pra acabar e eu não tô
- 20:36tendo coragem de assistir, porque aconteceu um negócio que
- 20:38eu não posso falar o que que é, que foi demais pra mim, assim.
- 20:42Tô digerindo já tem dois meses. Depois eu falo, enfim.
- 20:46Mas aí tem uma cena que o Tony, ele mata um moleque.
- 20:49Não é um moleque, né? Um cara de uns vinte anos,
- 20:51assim. E aí, na hora que ele vai
- 20:53morrer, ele grita mamãe, o cara, né?
- 20:55Mami! E pá, tomou um tiro na cabeça.
- 20:58E aí, tipo, quase uma temporada depois, ou acho que é uma
- 21:01temporada depois, ele tá andando no shopping, aí passa uma
- 21:04criança no shopping gritando pela mãe, assim, mami!
- 21:07E aí vem um flashback, assim, tá ligado?
- 21:10E não fala mais nada! Não tem mais, tá ligado?
- 21:12Tipo, só a bagunça de, sei lá, segunda temporada.
- 21:16É muito foda, tipo, só, tipo, só pra lembrar o espectador, tipo,
- 21:22aquilo fica na cabeça. Caralho, é muito bom.
- 21:24Sopranos é maravilhoso, tá louco.
- 21:26Mas enfim, né? O lance é a serragem humana
- 21:28ficava lá cortando e aí tinha um lance na serragem humana que
- 21:31talvez as pessoas possam não ter pensado.
- 21:34Que é o fato de a pessoa tá de cabeça pra baixo e aí o sangue
- 21:39não cai, tá ligado? O sangue continua no corpo,
- 21:42então prolonga a consciência da vítima, tá ligado?
- 21:45A pessoa vive muito mais tempo, ela não desmaia sem sangue.
- 21:49Saca? Então ela vive mais pra ser mais
- 21:51cortada. Eu tenho a impressão que muitas
- 21:53dessas torturas não rolaram tanto, assim.
- 21:56Não, não. Não rolaram tanto.
- 21:57Eu acho que é só mais... Tipo, o cara fez uma vez e
- 22:00caralho! Tem uma aqui que rolou bem,
- 22:03assim. Inclusive, ela tá em primeiro
- 22:05lugar. Mas depois eu falo dela.
- 22:08Mas o lance é... A maioria era realmente...
- 22:11Assustador. Só em aniversário, só festa.
- 22:13É, só... Realmente, grandes casos mesmo.
- 22:17E aí, enfim, né? A pessoa...
- 22:18Muitas vezes, né? A gente tem registros de pessoas
- 22:21que ficaram vivas até a serra atingir os órgãos vitais do
- 22:25tórax. Pô!
- 22:26Tá ligado? A pessoa foi sendo cortada,
- 22:28cortou a barriguinha, começou a cortar órgão, aí chegou aqui no
- 22:31tórax e morreu. É, e também, né, cara?
- 22:33Sobreviver até ali... Cara, é foda.
- 22:36Ah, mas esse aí eu não gostei. Esse aí...
- 22:39Esse aí é só ruidade, né? Todos são.
- 22:42Todos são só ruindade. Não, tem umas que não é só
- 22:45ruindade. Tipo assim, o empilhamento de
- 22:47pessoas... Era criatividade.
- 22:49É, tem um pouco de... Pensar fora da caixa.
- 22:52Exatamente. Para botar eles dentro da caixa.
- 22:55Olha aí. Mas esse aí é só...
- 22:58Esse aí é a pessoa ruim, cara. É a pessoa ruim.
- 22:59É. Muito bem, né?
- 23:01As pessoas que cometiam crimes hediondos estavam na serragem
- 23:05humana. É, tem que ver quem era também.
- 23:06É. Eu conheço os dois aí, que se
- 23:11tiver, eu vou falar, ó, que pena, vou falar, pô, que merda.
- 23:14Mas, né? Mas bem, Alexandre, esse Rádio
- 23:16Humano tá em sétimo, porque em sexto estamos falando dele.
- 23:21O touro de Falares. Ah, esse é famoso, acho que tu
- 23:24falou desse. É a Grécia Antiga, já falei.
- 23:26É o sexto lugar, que ele basicamente é um touro de
- 23:29bronze. E esse touro de bronze, ele tem
- 23:32uma abertura na lateral da barriguinha dele, o touro é oco.
- 23:35Ele é feito de bronze e é oco. Dentro, aí abre a lateral,
- 23:39coloca a pessoa ali dentro. E embaixo coloca fogo e cozinha
- 23:44a pessoa viva. Pois é.
- 23:45E por que é um touro? Porque é tubular dentro do touro
- 23:49para os gritos das pessoas saírem graves e parecer um touro
- 23:52mugindo. Isso é meio legal, né?
- 23:58Tem que dar crédito também, né, cara?
- 24:00O Falaris, ele era o líder de Agrigento, que fica lá na
- 24:04Sicília, na Grécia Antiga, e ele pediu, ele teria encomendado.
- 24:10Pô, imagina o cara receber um e-mail assim, né?
- 24:13Precisa de um método pra torturar, mas tem que ser bom.
- 24:17Queria, de repente, sei lá, um animal no meio pra agradar a
- 24:20galera dos bichos. Aí depois, ah, e dá pra fazer
- 24:23ele mugindo? Dá pra...
- 24:26Tem como alterar? Você que eu tô mandando depois,
- 24:29né? É foda.
- 24:31Esqueci de colocar no do. Tem que mutir.
- 24:36Não, esse aí... Quem foi o cara que teve essa
- 24:39ideia, cara? Então, teoricamente, o Falaris,
- 24:41né? Por isso que eu nomei todo de
- 24:42Falaris. Por que ele era tão ruim?
- 24:46Quem machucou ele? É verdade.
- 24:49Quem machucou o Falaris, né, cara?
- 24:51Essa é a grande pergunta. É que...
- 24:53Sei lá, acho que esse episódio deveria ser sobre quem torturou
- 24:58os torturadores, né? Olha aí, aqui, ó, no peito, né?
- 25:02Qual o nome dela? O que ela fez?
- 25:05Não fala, Elis. Ah, ela disse, não quero sair
- 25:10contigo, eu acho. É verdade.
- 25:12Muito bem. O touro tinha a base aquecida, a
- 25:15pessoa ficava sendo fervida, viva, né?
- 25:18Fervida não, né? Porque fervida tem água.
- 25:20Cozida, viva. E as pessoas ouviam, né?
- 25:23Nas ruas e tal, o touro mugindo. Não, e esse aí dá um pavor,
- 25:28cara. Eu não faria o que o cara fez
- 25:30pra entrar no touro. Esse aí é pra respeitar as leis
- 25:34mesmo. É, como você falou, né?
- 25:36A pessoa que tá sendo torturada, ela não entrega ninguém.
- 25:38Mas as pessoas que tão vendo, elas entregam.
- 25:41Elas entregam. As que tão vendo, elas...
- 25:45Isso com certeza. Aí eu acho que funciona a
- 25:47tortura. É.
- 25:48Bem, Alexandre... Infelizmente.
- 25:49Você, quando era criança, você era muito torturado?
- 25:52Tipo, você era muito punido pela...
- 25:55Sua mãe, seu pai? Não, não.
- 25:57Então era uma criança de boa, criança levada?
- 26:00Esses dias, eu acho que eu tava lembrando que minha mãe me deu
- 26:05pimenta uma vez pra comer. Legal.
- 26:09Mas de forma geral... Mas de sacanagem?
- 26:12Não, não, tipo, porque eu tinha feito um bagulho bizarro.
- 26:17Ah, também, eu joguei um abacate na minha irmã.
- 26:20Legal. Também.
- 26:22Mas nunca tortura, assim, eu nunca apanhei muito, nunca fui
- 26:25uma criança... É porque eu tinha referências de
- 26:28amigos vizinhos que apanhavam um cara bem intenso, assim, meio...
- 26:31É, eu também apanhei, é. Conselho tutelar, assim, meio
- 26:34que... Ah, não, mas na nossa época, né,
- 26:36menos do que na época dos nossos pais, a violência infantil era
- 26:40bem mais comum, né? Sim, sim.
- 26:41Do que hoje em dia. Não era tão mal visto, né?
- 26:43Não, não era tão mal visto. Hoje em dia, graças a Deus, né,
- 26:46é um absurdo, né, se torturar, bater numa criança.
- 26:48Tem que torturar, né? Torturar é demais.
- 26:51Mas bater numa criança... Pra muita gente ainda acontece,
- 26:54né? Muita gente ainda trabalha com
- 26:55isso, mas já é bem menos aceito socialmente.
- 26:58Pô, faz a criança ficar maluca. Por isso que a gente é todo
- 27:01fodido. Psicologicamente também.
- 27:02Tu acha que não? Tu acha que te ajudou?
- 27:04Vai, fala o papo, vai. Dá o papo bosta aí.
- 27:07Não, não é que me ajudou. Mas eu acho que não é por isso
- 27:10que eu sou todo fodido. Mas a violência está no seu
- 27:16leque de opções quando você é torturado quando você é criança.
- 27:20É muito... Como é que eu posso dizer?
- 27:23Te afeta em muitos lugares que você não faz ideia, cara.
- 27:25Ainda mais quando é muito criança, né?
- 27:27Quando você é bem criança, primeira infância ali, você leva
- 27:31isso pra vida adulta e você não percebe.
- 27:32Com esses papinhos, claramente tu não apanhou o suficiente, né,
- 27:35cara? Olha...
- 27:37Pior que eu já apanhei de vara de amora uma vez.
- 27:41Tá ligado? Amora, né?
- 27:41Aquela árvore. Sim, sim.
- 27:43E... Meu irmão...
- 27:44Essas coisas aí nunca rolou comigo.
- 27:46Não, já apanhei algumas vezes. Eu apanhava pouco.
- 27:49Apanhava pouco porque era criança boazinha.
- 27:50Mas o que tu fez pra ter apanhado?
- 27:52Lembra? Cara, eu lembro...
- 27:53E eu lembro que meu pai errou. Tipo assim, ele...
- 27:55Se eu não me engano... É porque são muitas
- 27:57especificidades e não é tão interessante.
- 27:59Mas basicamente, eu tava num terreno que a família desse meu
- 28:04amigo é tudo traficante. Tá ligado?
- 28:07Violento e tal, assim. E aí eu fui jogar bola com ele,
- 28:11mas não tava na casa... Tipo assim, eles tinham um
- 28:12quintal com as famílias todas morando junto, né?
- 28:15E várias vezes eu queria ir lá brincar com ele.
- 28:17Eu era muito criança, devia ter sete anos e tal.
- 28:20E... Meu pai não deixava.
- 28:22E eu respeitava. Falava, tá bom, né?
- 28:24O cara é traficante, o cara não é good guy, né?
- 28:26Naquela época, né? É assim que eu pensava.
- 28:28E... E aí um dia eu fui jogar bola,
- 28:31aí trancaram o portão, e aí o único caminho disponível era
- 28:34passando por lá, tá ligado? Pela casa dessa galera aí.
- 28:38E aí passei por lá, meu pai viu eu passando, ele também teve um
- 28:42azar do caralho, aí chegou em casa, ele nem perguntou nada, me
- 28:45deu uma surra de vara de amora, e aí depois eu fui explicando,
- 28:48aí ele conferiu a história e falou, pô, realmente, pediu
- 28:51desculpa e tal. Mas né, aí é fácil.
- 28:53Então, mas pelo menos pediu desculpa.
- 28:56É, pô, isso aí é raro. É, com certeza.
- 28:59Meu pai também é meio criado desse jeito ogro, desse jeito
- 29:03homem, tem que ser macho e tudo mais.
- 29:05Então, para ele ter pedido desculpa foi raro mesmo.
- 29:08Muito bem, Alexandre. Agora, com esse clima legal de
- 29:11criança apanhando, eu quero falar do lingxi.
- 29:16O lingxi, também conhecido como fatiamento lento, Ele é o quinto
- 29:22lugar da nossa lista. Ah, esse é plagiado, né?
- 29:25Não, não é da serra. Mas não é plagiado, né?
- 29:27Meio parecido. Não, porque esse aqui é
- 29:29conhecido como a morte por mil cortes.
- 29:32Hum... Não é de cima pra baixo, não é
- 29:34cortar a pessoa no meio. É cortar a pessoa devagarinho,
- 29:37vários... Só dando aquelas cortadas no
- 29:40presunto, assim... Na China Imperial, e até
- 29:46relativamente há poucos séculos atrás, eles me mobilizavam a
- 29:51vítima, chegavam nas extremidades do corpo primeiro e
- 29:55iam cortando. Cortem um flagelo do dedo.
- 29:58Corta mais um. Corta mais um.
- 30:00E vai cortando assim, ó. Cacetinho teu, esses pedacinhos
- 30:03teus. Deixava o tórax.
- 30:05Aí depois cortava toda a outra mão, braço.
- 30:07Depois toda a outra mão, outra perna.
- 30:09Outra perna, tá ligado? E aí depois ia cortando o tórax
- 30:12e a pessoa morria, né? Então tu ficava só o vital ali,
- 30:18né? É.
- 30:19Pô, cara. Porque a ideia era prolongar o
- 30:21máximo possível a vida da pessoa.
- 30:23Também deve ser um lance que era raro, né?
- 30:29Era. Porque o trampo, é, dá muito
- 30:31trampo. Eu acho que tu tinha que ter
- 30:32feito alguma coisa muito errada pra alguém muito importante, né?
- 30:36É, parricida tá aqui na lista. Era bem comum, assim, matou o
- 30:40pai, tchic. Vamos pro Ling-Chi.
- 30:43Esse aí tá em todos, né? Não...
- 30:45Esse aí tá em... Matapai realmente tá...
- 30:48É, o espaço é importante, aparentemente.
- 30:49É, porque não bateu neles com vara de amora, né?
- 30:52Se não, foda-se. Mas aí, traidor também ia lá e
- 30:55pessoas que cometiam ofensas gravíssimas contra o imperador.
- 30:59Então, isso aí botava a pessoa no Ling-Chi e ela era cortada
- 31:04diversas vezes pra ela não ter uma morte rápida, bem lenta e
- 31:10virar presuntinho, né? Fica tudo cortadinho.
- 31:12Ah, velho. Não gostei dessa daí.
- 31:14Essa daí pareceu cruel. Essa parece meio que uma ideia
- 31:17de criança, sabe? Como torturar alguém.
- 31:21Parece. É muito simples.
- 31:22E era muito comum durar horas. A média, assim.
- 31:25Algumas horas, a pessoa sendo fatiada.
- 31:28Viva. Putz, velho.
- 31:29É, agora não sei se tu for queimando, né?
- 31:31Isso é uma boa. Se for quem manda o corte, dá
- 31:33pra cauterizar, né? Eu faria assim, sei lá.
- 31:36Ah, legal. Tá ficando bom.
- 31:39É, a gente... Ele...
- 31:40Como é que é o nome dele? É o Imperador...
- 31:44Não tem o nome do Imperador. Vários Imperadores.
- 31:46Ling-Chi é o nome do método. Não, Ling-Chi caminhou pra eu
- 31:50poder correr, né, cara? Agora eu vou revolucionar essa
- 31:54tortura. Não, mas eles devem ter se
- 31:56ligado em cauterizar pra durar mais ainda, né?
- 31:58É, durava horas, né? Então...
- 31:59Ah, mas dá pra... Dá pra...
- 32:00Que dura horas, dá pra duradinha, né?
- 32:05Caralho, terroroso mesmo. Muito bem, Alexandre.
- 32:08Em quarto lugar, nós temos o clássico Esfolamento Vivo.
- 32:12Ah, meu. Como é que é esse?
- 32:14Basicamente, assírios, aztecas, algumas culturas da Europa
- 32:19medieval também. Pegava crime grave, assassinato,
- 32:22heresia, traição, e retirava a pele.
- 32:29Isso é grave, porque o skincare todo foi...
- 32:33Esse eu achei horrível, velho. eu como um dos maiores expoentes
- 32:39dos que quer o Brasil pá, eu ia ficar puto, cara mata, mas deixa
- 32:46a pele. Não, tá louco.
- 32:47Legal, legal. E aí eles iam tirando, né, a
- 32:51pele e tudo mais, e depois que tirava a pele toda bonitinha,
- 32:56começava a expor os músculos, começava a expor os tecidos,
- 33:00começava a expor os órgãos, começava a abrir, né, pra expor
- 33:04os órgãos, e a pessoa morria de perda de sangue ou infecção, né.
- 33:09mas basicamente deixar ela toda aberta, toda arregaçada.
- 33:12Ah, desse aí eu não gostei. Cara, não é, tipo assim, tu é de
- 33:16boa com essas descrições, mas não é desagradável já?
- 33:18É que a gente, eu acho que como são pessoas muito distantes, é
- 33:23difícil de tu humanizar, né? Se tu for humanizar, a gente já
- 33:27tá chorando aqui, né? Ah, é?
- 33:29Não, mas começou engraçadinha, agora já tá menos, né?
- 33:32Tipo assim, caralho, tá só bizarro, né?
- 33:34É. Tá só gore, assim.
- 33:36É, isso eu achei desnecessário. Eu já tô achando uns que estão
- 33:39se passando, assim. Passou do limite da tortura.
- 33:42Passou do limite, cara, do limite da tortura.
- 33:44Perfeito. Tu acha que existe algum limite
- 33:46pra tortura, Vitinho? Olha aí, cara.
- 33:49Ó, eu acho que o limite é a tortura, né?
- 33:51Tu é totalmente contra a tortura.
- 33:54Cara, olha a tua pergunta, cara. Sim, eu sou totalmente contra a
- 33:58tortura. Eu acredito em direitos humanos
- 34:00básicos universais. Tá bom.
- 34:02Beleza? Você quer fazer algum
- 34:03comentário? Não, não, leva pra casa.
- 34:09Ai, que filha da puta. Muito bem.
- 34:12Os aztecas, inclusive, eles usavam isso e depois pegavam a
- 34:15pele da pessoa e vestiam. Tá, tá.
- 34:18Tudo bem. Tudo bem, tudo bem.
- 34:21Aí era legal, né? Vai, eu tô ficando fantasiado de
- 34:24outra pessoa. É meio...
- 34:27Ah, eu sou o Vitinho, eu sou o Vitinho.
- 34:30Tô aberto ali. Ah, tá, eu entendi, eu entendi.
- 34:35Muito bem, muito bem. Terceiro lugar, nós temos a
- 34:38Águia de Sangue. Ah, nome de filme ruim, né?
- 34:41É verdade. A Águia de Sangue é uma tortura
- 34:44que é associada, podemos dizer, aos povos nórdicos.
- 34:48E basicamente, descrito nas sagas vikings, tem descrições
- 34:53sobre a águia de sangue. E esse método é basicamente você
- 34:57pegar um traidor, um inimigo capturado em batalha, muitas
- 35:02vezes, imobilizar e abrir a caixa toráxica por trás.
- 35:08Pelas costas. Aí você abre assim com as duas
- 35:11mãozinhas, bota as duas mãozinhas dentro da costela e...
- 35:16Abre pra fora fazendo virar asinha.
- 35:18Ah, eu sei! Fica meio bonitinho.
- 35:21Não, eu sei. Eu acho que tem filme isso,
- 35:24cara. Tem, tem, tem.
- 35:25Tem um... E aí, os pulmões também eram
- 35:28puxados pra fora. Alguns órgãos eram deixados pra
- 35:31fora. E a pessoa...
- 35:32Algumas versões falam que era jogar do sal lá dentro.
- 35:36Pô, jogar sal de mesa tá aberto, né, cara?
- 35:40É, isso daí. Eu não sei.
- 35:42E, bem, basicamente, a pessoa ficava lá até morrer.
- 35:44É, isso é meio brutal, né? É.
- 35:46Acho que Brutal é o mínimo aí que está na lista de palavras
- 35:50sobre a águia de sangue. E uma coisa interessante da
- 35:53águia de sangue é que existe um componente psicológico
- 35:56interessante e espiritual também.
- 35:59Porque, de acordo com a mitologia nórdica, existe uma
- 36:02lenda, um mito, de que se uma pessoa suportar a águia de
- 36:07sangue sem gritar, ela vai para Valhalla.
- 36:12Que é o paraíso dos guerreiros, de acordo com...
- 36:14Está fácil essa tarefa aí. O muro tá baixo É só pular,
- 36:20galera Tá tranquilo É só não gritar Vou pegar, literalmente,
- 36:26vou abrir a tua costela Transformar numa asa E não pode
- 36:29gritar Top dez pranks Que foram longe demais Não pode gritar
- 36:37Será que alguém já não gritou? Ah, não tem...
- 36:40Tem muita gente até que questiona se é real, tá?
- 36:43A Águia de Sangue, tipo, porque tá registrado nos contos
- 36:46vikings, saca? Não tá registrado em algo com
- 36:49tanta certeza, né? Mas, se alguém pensou...
- 36:53É, alguém deve dar pra fazer, não sei se dá pra fazer, né?
- 36:55Tem que... Ah, um maluco teve, né?
- 36:57Sempre tem um maluco, pelo menos, que fez.
- 36:59É, eu não faço ideia de como fazer isso.
- 37:02Em segundo lugar, na verdade, antes do segundo lugar, eu quero
- 37:06saber se você já pensou ou se você pensa agora num método de
- 37:11tortura. Vamos inventar aí, ó.
- 37:15Águia de sangue. Check, né?
- 37:17Já fizeram. Tá.
- 37:17Vamos lá. O touro...
- 37:19Como é que é? O touro...
- 37:20O touro de bronze. O touro de falares.
- 37:22É, de bronze. É o touro de bronze.
- 37:24É, pode ser também. Vamos lá.
- 37:26Animal pega, hein? Animal é legal.
- 37:27Animal rola, cara. Mas vamos pensar qual animal que
- 37:29tu gosta. O panda é legal, né?
- 37:32Mas como é que a gente pode... Tem o lance do bambu.
- 37:34Ele fica comendo devagarinho. A gente pode colocar...
- 37:37O bambu do panda. A gente pode colocar um...
- 37:41Empalar a pessoa com bambu pela boca, sabe?
- 37:44É pandinha? Fazer o pandinha?
- 37:46Fazer o pandinha. É o método, é o pandinha.
- 37:51É fazer o pandinha lentamente. Porque o panda é lento, né?
- 37:55É, porque o panda é lento. Enfiar o bambu na boca da pessoa
- 37:58até empalar ela. Legal.
- 38:00Eu acho que dá. O pandinha é ruim.
- 38:02O pandinha. Qual outro animal que poderia
- 38:04ser legal? É.
- 38:06Ah, uma coisa que eu acho horrível, mas não é mesmo uma
- 38:08tortura, é uma morte. Sempre tem naquelas séries do
- 38:11Pablo Escobar ou, sei lá, Narcos da Vida, que é cada moto ou cada
- 38:17cavalo amarrado num membro e a pessoa vai...
- 38:20Desmembrada. Eu acho que isso aí deve doer
- 38:23muito também. Deve.
- 38:24Deve doer bastante. Um grande stick que eles dão na
- 38:27pessoa. Legal.
- 38:29Muito bem, então fica aí a dica pra sociedade do passado aí que
- 38:32quiserem torturar o pandinha. Não vamos cobrar direitos
- 38:36autorais. Não vamos, não vamos.
- 38:39Royalities foi foda demais. Não vamos cobrar royalties.
- 38:44Se eu mando essa, você desmaia de rir.
- 38:46Você quer deixar isso claro, tá? Você já tá chorando de rir agora
- 38:49se eu falo royalties. Eu tô foda.
- 38:54Eu tô muito pensando... Muito bem, royalties.
- 38:58A gente vai para o segundo lugar, que é...
- 39:02Já estamos falando aqui do topo do pódio, né?
- 39:05Estamos falando do famoso, o método que é worldwide
- 39:09conhecido, a crucificação. Ah, mainstreamzaço, né?
- 39:14É, mainstreamzaço. Mas a crucificação, ela tem um
- 39:17lance que aparentemente aconteceu com bastante gente.
- 39:20Aparentemente, Roma Antiga, o Império Romano, o que crucificou
- 39:24de rapaz é brincadeira. Sem brincadeira.
- 39:27Mas tinha algum motivo específico?
- 39:29Ah, cara, basicamente, é óbvio, né?
- 39:32Você quer dar exemplo. É barato, né?
- 39:35Reforçar a autoridade, tá ligado?
- 39:37E todo mundo que desafiava O imperador, geralmente, né?
- 39:42Porque era muito comum você ter cultos que não seguiam o
- 39:47imperador como uma divindade. Um deles, o culto cristão, né?
- 39:51Que existiu, que vai virar, vai dar a volta por cima.
- 39:54Plot twist, galera, pra quem não acompanhou os últimos dois mil
- 39:56anos de história. E aí, basicamente, pra você
- 40:01botar um medo na galera, pra parar de ficar rezando pra
- 40:05outras coisas, né? Porque você tinha que tratar o
- 40:08imperador como uma divindade. Saca?
- 40:10Inclusive, esse é um dos motivos dos cristãos terem sido tão
- 40:13perseguidos, né? Porque eles se negavam.
- 40:15Eles negavam o imperador e só aceitavam Jesus como Deus.
- 40:20É um ego, né? Como assim, um ego?
- 40:21Não, pô, tem que me tratar como Deus, porra.
- 40:24E aí, né, a galera, muito escravo, também era mandado pra
- 40:28lá fazendo merda. Muitos rebeldes, como o
- 40:31Espartaco, que liderou uma revolta de escravos, ele foi
- 40:37mandado, os seguidores dele foram mandados pra lá, enfim.
- 40:40Então rolava bastante. Mas basicamente, primeiro que a
- 40:42pessoa carregava a cruz, né? Havia cruxes, ou crucix, esqueci
- 40:46o nome. Crux, esqueci o nome dessa
- 40:49porra. Mas é o caminho que a pessoa tem
- 40:52que ficar carregando a própria cruz.
- 40:53Aí eu já fiquei puto. Carregar a coisa é muito chato,
- 40:58velho. Não é dor o seu problema.
- 41:01É bem antes. É esforço físico.
- 41:04É lá atrás. Caramba, eu carrego.
- 41:06Ah, não vou carregar. Me ajude.
- 41:08Chama alguém pra ajudar. Eu vou ligar, tem o...
- 41:12Tem hold de cruz aí? Na Palestina.
- 41:16Cara, não dá. Eu contrato alguém pra me ajudar
- 41:18a carregar essa cruz. Não ia.
- 41:19É, isso daí. Muito bem, aí a galera levava a
- 41:22cruz até o lugar, prendia a cruz no chão e ela era amarrada ou
- 41:26pregada Jesus, por exemplo, foi pregado Que tem os estigmatas
- 41:31Que são as marcas que Jesus Tomou na mão, nos pés Com os
- 41:36pregos Foi pregado na cruz E a pessoa morre lentamente por
- 41:40asfixia Desidratação Fica lá É um daqueles que você fica lá E
- 41:47aí você fica por horas ou até dias E você fica pendurado pelas
- 41:51tuas mãos Pois é O Jesus demorou quanto tempo pra morrer?
- 41:54Sei, né, cara? Porque ele volta, né, três dias
- 41:56depois. Não, ele volta três dias depois
- 41:58de estar morto. Mas lá na cruz, será que ele
- 42:00ficou um tempão? Não sei, cara.
- 42:03Mas ele é o mais famoso da crucificação, né?
- 42:05Muitas pessoas atribuem a ele. Porra, o cara popularizou o
- 42:08troço, né? Popularizou, é.
- 42:10E muita gente acha absurdo as pessoas usarem pingentes de
- 42:14Jesus na cruz. É, não, é foda, né?
- 42:17Se eu fosse ele, eu ficava frutasso.
- 42:18E pinturas, né? Não é só pingente, né?
- 42:20Pingente é o exemplo máximo. Cara, imagina o teu pior dia.
- 42:23O pior dia da vida. Aí imagina, galera.
- 42:27Primeiro, o pessoal tem um livro lá que tá na capa o teu pior
- 42:31dia. Aí o pessoal usa isso no peito.
- 42:34Aí é sempre o pessoal relembrando esse trauma.
- 42:37Mas você sabe, né? Porque representa o sofrimento
- 42:39que Jesus passou por nós. Tá, mas se eu fosse Jesus, eu
- 42:43não quero saber, né? É.
- 42:45Mas ele teria falado, né? Tipo, teria algum registro
- 42:48bíblico, né? De acordo com a tradição cristã,
- 42:51óbvio, né? De que ele não...
- 42:54Décimo primeiro mandamento. Pô, e para com essas cruzes aí
- 42:56que tem nada a ver. Me trai lembranças horríveis.
- 42:59É, porra, eu vi atinando o cara, né?
- 43:01É, eu vi atinando ele, com certeza.
- 43:03Muito bem, Alexandre. Em primeiro lugar, eu quero
- 43:06falar do método de tortura que, ao meu ver, é o pior de todos,
- 43:12tá? E aí você vai até poder já dizer
- 43:14se você concorda ou não. Imposto?
- 43:15Ah. É todo começo do ano que eu
- 43:21tenho que pagar o IPTU. Olha aí, é o pior.
- 43:24Para os ladrões. É, filho.
- 43:27Pro Lula usar terno. É pra isso que eu quero.
- 43:32Não, cara, mas o primeiro lugar é o empalamento.
- 43:36Ah, isso aí. Então, o meu é derivativo.
- 43:40É tipo um pandinha, né? O pandinha tem uma inspiração
- 43:43forte aí. É o do empalamento.
- 43:46O Vlad, o empalador, né? Que vai inspirar o Drácula
- 43:49depois. Ele é o mais conhecido porque
- 43:53você se enfia a estaca na pessoa, geralmente pelo ânus ou
- 43:56pela vagina. Quando era mulher.
- 43:58E você enfia de um jeito pra pessoa ficar pendurada ali, mas
- 44:02claramente viva. E aí não danificava órgãos
- 44:05vitais. Pô, deve ser uma arte empalar
- 44:07alguém. E aí deve ser uma arte.
- 44:08E deixava ali pra gravidade fazer o resto do trabalho.
- 44:13Vai lentamente perfurando você por dentro.
- 44:16Até você morrer. Tem que ser bem magrinho pra...
- 44:19E uma coisa que é interessante é que a estaca, ela estancava.
- 44:25O sangue ficava lá dentro contigo Não descia tanto sangue,
- 44:29tá ligado? Não era um desses métodos que
- 44:30você cortava E aí escorria sangue, não Demorava, a estaca
- 44:34ficava lá dentro do teu cu E não deixava O sangue vazar Então tu
- 44:39vivia aí Esse episódio vai monetizar Vai muito, vai
- 44:43monetizar A estaca Dentro do teu cu Lentamente pra tu morrer E
- 44:51era muito comum Que pessoas ficassem dias Viva a Instagram.
- 44:55Ficou uma Instagram no cu. Basicamente.
- 44:58Ah, cara, esse aí eu não ia curtir mesmo.
- 45:01É, esse é... E aí rasgava os seus tecidos,
- 45:04seus órgãos, e hemorragia interna, infecção, bicho, né?
- 45:09Os bichos vinham e começavam a te matar.
- 45:11Pô, e um clima, né, cara? Pô, até isso, né?
- 45:14Como assim? Pô, o clima que fica, se tu olha
- 45:16pro lado, tá com a Instagram no cu.
- 45:18Tem outra pessoa com a Instagram no cu.
- 45:19É, hoje já tá foda. É, tipo, que ideia tu vai
- 45:22trocar, assim, fingir que não tá ali, né, tipo...
- 45:25Eu não sei como é que funciona se tu sente uma dor tão absurda
- 45:28que tua adrenalina faz tu parar de sentir dor ou diminui, eu
- 45:32não... É, eu sei que uma explosão no
- 45:35momento, a dor do momento, o corpo dá uma segurada, né?
- 45:38Você cortou o pé feio, eu já cortei o pé muito feio uma vez.
- 45:41Na hora não doeu, eu falei, pô, eu pensei que eu doei bem mais.
- 45:44Aí o sangue esfriou, né, como a galera gosta de falar, e doeu
- 45:49pra caralho. Mas aí eu não sei se dias duram,
- 45:51eu acho que não duram dias, horas.
- 45:53Eu não sei como é que funciona o empalamento, tipo, será que teu
- 45:56cérebro te ajuda a ser empalado? Te tranquiliza?
- 46:01Será que tu entra num estado de presença num momento meio
- 46:05meditativo? Tu não tem como não sentir o
- 46:10agora? É, porque memórias...
- 46:13O empalamento é a nova meditação.
- 46:14Olha, e será que não é isso que as pessoas precisam?
- 46:17É não, de acordo com... tem monge, né?
- 46:20Botou fogo em si mesmo, né? Pra justamente mostrar que ele
- 46:23aguentou a dor extrema com a meditação, assim.
- 46:28O cara teve um controle tão forte da mente que ele foi
- 46:30queimado vivo e pronto. Entrega burrão.
- 46:34Provou legal. É, provou legal.
- 46:37Mas tem sim um lance com a dor, né?
- 46:41Existe essa conexão de você controlar a tua mente tão bem
- 46:45que você resiste a dores insuportáveis, né?
- 46:48Enfim... E é isso, né?
- 46:50A pessoa morria empalada. E o Vlad, o empalador, ele
- 46:54criava florestas de estacas. Então, tipo assim, você tinha
- 46:58uma plantação de gente estacada. Pra punir traidor e afastar
- 47:02também pessoas que quisessem invadir ele, né?
- 47:04Não, é dar um... Acho que tu indo pra lá pra
- 47:07lutar com o cara, ver isso, tu sabe que o cara é ruim, né?
- 47:10É treta. Essa era a ideia dele.
- 47:11É, não. Funciona.
- 47:14Muito bem, Alexandre, desses aqui, qual que é o pior, na sua
- 47:17opinião? É que eu tô muito com isso na
- 47:19cabeça agora do empalamento, mas eu acho que cortar parte por
- 47:22parte ali, o chinês lá, eu acho que esse pra mim é o...
- 47:30Todos são ruins, né, cara? Mas eu acho que esse é foda.
- 47:34Muito. Porque também, depois que o cara
- 47:36corta os braços e as pernas, ele pode fazer o que ele quiser com
- 47:38a outra cara, né? É pra ficar tirando...
- 47:41Você não tem como se defender, né?
- 47:44Deixa eu fazer uma Z. Essa deve ser a pior parte.
- 47:47O cara fez o cosquinha. Porque tudo é sovaco, né, cara?
- 47:51Pra quem não tem braço, tudo é sovaco, é verdade.
- 47:54Mas é, cara. Virou um grande sovaco.
- 47:57E aí, isso é foda, deve sentir muita cosquinha.
- 47:59Deve. Então, eu acho que isso, o
- 48:02empalamento, eu não sei, eu tenho a sensação de que deve ser
- 48:04uma dor, tipo um raio branco, assim, que desmaia.
- 48:10Eu não sei como é que funciona, eu queria pesquisar mais
- 48:12cientificamente. Uma estaca dentro da tua bunda e
- 48:15você vai lentamente sendo perfurado.
- 48:17Acho que isso é pior, pô. Você vai, tipo, devagarinho,
- 48:20assim. Não, a dúvida, eu sei que deve
- 48:22ser a dor mais, mas a dúvida é como teu corpo lida com a dor.
- 48:25Se o seu cérebro não dá um reset, né?
- 48:26É, como teu corpo lida com a dor, assim.
- 48:30Eu... Não, deve ser uma experiência
- 48:32que muda, né, pessoal? É, deve ser um antes e depois.
- 48:36Mas, pra terminarmos o episódio, eu quero te contar uma história
- 48:39do São Lourenço. Já contei, mas eu conto com a
- 48:42tua memória seletiva. Você já deve ter esquecido.
- 48:46O São Lourenço Ele é um santo que, enfim, cristão e acreditava
- 48:54e tudo mais. E em duzentos e cinquenta e oito
- 48:56depois de Cristo, o imperador Valeriano, imperador romano, ele
- 49:01ordenou uma perseguição foda. E aí ele falou o seguinte, ó,
- 49:05vai lá, fala com o líder da igreja lá pra entregar todos os
- 49:10bens da igreja pra mim. Né?
- 49:12Simples. E o líder era o São Lourenço.
- 49:15O São Lourenço chegou, beleza. Chegou lá no castelo, cheio de
- 49:18gente, cheio de pobre do lado dele, cheio de doente do lado
- 49:21dele e falou, estes são os tesouros da igreja.
- 49:29Toma! Já creio, hein, hein, hein.
- 49:33Empala ele, velho. É, então.
- 49:35Ele foi condenado pra ser queimado vivo numa grelha.
- 49:39E aí tem um momento que é inacreditável, assim.
- 49:41Que é o bagulho... Segundo a tradição, né?
- 49:45Obviamente que aqui já estamos falando de algo que pode ser
- 49:47exagerado. Ele teria...
- 49:51Ele teria, tipo assim, botaram ele de barriga pra cima da
- 49:54grelha e botou fogo. Começou a gritar.
- 49:57Aí teve um momento que ele falou, esse lado aqui já tá
- 50:00passado, vira aqui que esse lado já tá bom.
- 50:05Ele mandou virar ele mesmo, porque teria sido assado o
- 50:09suficiente. Então, teve uma pitada de bom
- 50:11humor aí, do São Lourenço. Mas ele levou vários pobres e
- 50:16mandou essa. É, vai se arrepender de uma
- 50:18lacrada assim na casa do caralho.
- 50:22Ah, podia ter só ficado quieto, né, cara?
- 50:25Podia. Esse é meu tesouro, de braço
- 50:27aberto assim. Porra, até eu ia ficar putasso,
- 50:30velho. Valeu, Lancelote.
- 50:33Valeu, beleza. É isso daí que aconteceu.
- 50:37E aí, gostou? Aprendeu o método de torturas
- 50:39novos? Gostei, gostei.
- 50:40Tá pronto pra torturar uma rapaziada?
- 50:42Tô pronto, espero que o ouvinte também.
- 50:43Acho que o ouvinte vai ter ideias.
- 50:45Deixa nos comentários do Spotify lá, dá cinco estrelinhas e vamos
- 50:49se falando. Vamos se falando.
- 50:52Então é isso, Alexandre. Esse é o Top Dez Torturas da
- 50:54História. E aí, Vitinho?
- 50:59Opa, como é que você tá? Antes de qualquer coisa, vamos
- 51:01falar, pessoal, isso para o podcast?
- 51:03Por favor, compartilha esse episódio, tá?
- 51:05Se você quiser causar na net, compartilha aí o episódio sobre
- 51:10tortura. Fala antigamente que era bom, aí
- 51:12manda esse aí. Só para geral te xingar.
- 51:14E aí vai divulgar o podcast, né? A gente não se importa tanto.
- 51:17A gente estava com o episódio no Top Dez Dez de novo.
- 51:19De novo? Deixa eu ver hoje.
- 51:20Eu não sei, eu vi esses dias e tava.
- 51:22Ó, então tamo na beirola, né? Mas o podcast não entra no top.
- 51:27Não entra. Eu não sei, cara, porque tem uns
- 51:29podcasts ali que eu sei que o nosso é maior.
- 51:33Eu não sei como é que é, cara. O critério do Spotify...
- 51:36É, não tá ainda. Não tá ainda acreditável.
- 51:38A gente tá dessa meses. É...
- 51:41Tem os critérios do Spotify. Se eu não me engano, é tipo o
- 51:44número de novos seguidores com plays.
- 51:47É um... Saca?
- 51:48Pra entrar. Porque aí deixa bem dinâmico o
- 51:50Top-Duzentos. Porque se for por play absoluto,
- 51:53fica sempre os mesmos, né? Então...
- 51:55É... Sei lá.
- 51:57É, nem episódio no Top-Duzentos. Legal, né?
- 52:01Que merda. Pois é.
- 52:03E aí, Vitinho? Tu me mandou o quadro do...
- 52:06De umas ideias de... Como é que é?
- 52:07Qual que é? Eu não lembro o que eu te
- 52:09mandei. Te mandei uma proposta.
- 52:10Tesão? Como é que era?
- 52:11Tesão? Ah, é...
- 52:13Tarádio. A Tarádio FM, pô.
- 52:18Tem um quadro que a gente fala com o tesão na voz.
- 52:24Ah, tô gostoso, tá ligado? E aí a gente recebe
- 52:28personalidades, recomenda música, quadrinho de um
- 52:32minutinho, bota uma mensagem do dia, sempre com uma voz de tesão
- 52:36assim, tá ligado? Eu acho legal.
- 52:39A tará de FM? É, eu acho que é desconfortável
- 52:41pra quem escuta. Muito desconfortável.
- 52:45É, fica fazendo assim. Vai, vai.
- 52:48Tá ligado? O tempo todo.
- 52:49É, a gente pode... É, ou sempre dar uma receita,
- 52:52né? Bom também, uma receita com voz
- 52:55de tarado. Tarado, né?
- 52:56É bom, é bom. Então fica aí mais um quadro,
- 52:59hein? Mais um quadro.
- 53:01Quais são os quadros... Quais são os quadros dessa
- 53:05merda, desse podcast que a gente tá fazendo, cara?
- 53:07Tá, cara, a gente tem o Papo Bosta...
- 53:11Papo Bosta, Tará de UFM. O da pesca, acho que tem que
- 53:16entrar. Cinco minutos da gente em
- 53:19silêncio com barulho de pesca. É, eu acho que isso aí vai
- 53:23viralizar. A gente podia falar...
- 53:25Ah, tenho uma ideia. A pedra do dia.
- 53:28Aí a gente fala sobre uma pedra. Deixa eu ver aqui.
- 53:31Tipos de pedra. Tipos de pedra.
- 53:35Tipos de pedra. Deixa eu ver no Wikipedia qual é
- 53:37o tipo de pedra. Pedra do dia é o último.
- 53:40Cara, a galera vai pilhar muito. pedra do dia é horroroso, cara.
- 53:44É horroroso, horroroso, horroroso.
- 53:46Imagina se a gente pega o top duzentos com pedra do dia.
- 53:49Porra, pior que eu acho mais provável, cara, porque o negócio
- 53:51tá difícil demais. Tipos de pedra do McPad.
- 53:54Uhum. Como é que eu procuro?
- 53:58Como é que eu procuro pedras? Tipos de pedra.
- 54:03Ó, rocha. Tipos de rocha.
- 54:06Detritica, são rochas formadas. Ó, tem aqui umas coisas legais,
- 54:10cara. Lista de minerais.
- 54:11Hum, Cara, só no ar, velho. Rende episódio?
- 54:17Cara, tem muito episódio. Vamos falar um pouquinho da
- 54:19Altaíta? Como é que é?
- 54:21É o mineral... É que tá em espanhol.
- 54:22É o mineral do grupo Minerais Sulfúricos.
- 54:26Quimicamente, um teluro de plomo.
- 54:29Descoberto em mil oitocentos e quarenta e cinco.
- 54:31Eu acho que, cara, esse episódio a galera vai...
- 54:34Geologia show. Eu acho que tem coisa aí.
- 54:38Tem coisa aí. Ah, eu gosto do nosso agente
- 54:41interpretar alguma coisa, cara. O tará é interpretado, né?
- 54:47Não, eu queria refazer Batman inteiro, o filme do
- 54:50Interestelar, cena por cena. Cada vez a gente faz um minuto.
- 54:54Com os sons, com os sons. Você tem que fazer o som
- 54:58enquanto um fala e o outro faz a trilha.
- 55:00Cara, o Senhor dos Anéis não dá pra fazer?
- 55:02Não liberou o lance de direitos autorais já?
- 55:04Acho que não. Como é que tá?
- 55:06Direitos autorais do Senhor dos Anéis.
- 55:11Não, pô. Deu mó merda pra fazer a série
- 55:15aí. Qual que a gente poderia
- 55:16interpretar, assim, eu e tu? Poderoso chefão?
- 55:22Então, é do caralho, mas aí tem direitos autorais.
- 55:24Como o nosso podcast vai ficar muito grande, o pessoal vai
- 55:27atrás. Cara, sei lá.
- 55:32Mas eu gosto da ideia de ler o roteiro inteiro do filme, assim.
- 55:36Um filme ruim, tipo... Qual, sei lá...
- 55:41Highlander II, sabe? Tipo...
- 55:43A impressão que eu tenho é que a gente tá pensando em jeitos de
- 55:46destruir o podcast, né? É, cara.
- 55:48É, tá horroroso, assim, tudo que a gente tá pensando.
- 55:52Pedra do dia, cara. Para e pensa.
- 55:54Cara, pedra... Pedra do dia...
- 55:56Tá vindo levote. Tá vindo forte aí.
- 56:00Que ouvinte não ia querer saber a pedra do dia, cara?
- 56:02Tá. E legal é que é uma vez por
- 56:05semana. O que deixa mais confuso.
- 56:09Entendi. Tem outra ideia melhor, então?
- 56:13Cara passivo-agressivo. Cara, dar conselho é legal.
- 56:21Esse aí já entrou. A gente recebe um áudio de um
- 56:24ouvinte e dá um conselho. Esse vai ser o grande lance.
- 56:29São três áudios Números aleatórios.
- 56:33Três áudios e a gente vai dar resposta pra essa galera.
- 56:37Eu, inclusive, tenho os áudios até.
- 56:39Olha aí. Comentar notícia legal, tipo,
- 56:42hoje no mundo dos famosos e procurar alguma notícia de um
- 56:47site desse, da O Dias da Vida, e comentar.
- 56:50E tá bom. Tá ficando grande até.
- 56:53Tá, e daí isso e mais uns quadros.
- 56:56Ué. Que os quadros vão ser...
- 56:59Os quadros vão mudando toda semana.
- 57:00Acho que cada semana a gente põe dois quadros, assim.
- 57:02Não, mas isso daqui não são os quadros?
- 57:04Não, eu pensei ter sempre o... A gente ouve três áudios e
- 57:09comenta. Ahn...
- 57:12E sempre três quadros. Entre os áudios?
- 57:15Não, não tinha pensado entre os áudios.
- 57:17Não sei, não tinha pensado estruturalmente.
- 57:19Eu não posso pensar em tudo, Vitor.
- 57:21Tá bom. Beleza, entendi, entendi.
- 57:25Ler histórias de ouvido, eu acho que tem que ser história em
- 57:28geral, tá ligado? Um áudio de um ouvinte em geral.
- 57:33De repente contar uma história, não precisa ser só aconselho, tá
- 57:36ligado o que eu quero dizer? É, daí a gente pode ouvir o
- 57:38áudio e comentar a história, mas geralmente, é, não sei, a gente
- 57:42tem que experimentar, fazer pra experimentar, né?
- 57:45Pessoas pedindo conselho, eu tenho os áudios, porque eu tinha
- 57:47feito o negócio do Instagram. Uhum.
- 57:49Mas os áudios de até um minuto. Não, mas de boa, as pessoas
- 57:52mandam, a gente pede. A gente faz um WhatsApp, assim,
- 57:56foca a trua. Acho que tem o da agência aqui.
- 57:59Uhum. Tá.
- 58:00Então, por enquanto, tá definido isso.
- 58:02Três áudios e dois quadros, sei lá.
- 58:05Uhum. E tu falou de notícias, mas eu
- 58:08acho que a gente pode colocar uma... conversas.
- 58:11Tipo assim, a gente começa com os três áudios, porque quem quer
- 58:14escutar o podcast por causa dos três áudios, escuta.
- 58:17Aí no meio a gente tem o miolo que a gente pode ficar falando,
- 58:19por exemplo, essa semana a gente pode falar do filme da série do
- 58:21Senna. Hum...
- 58:23Tem coisa de cultura pop, é verdade.
- 58:25É, o que a gente quiser falar. Tipo... dois, quinze minutos de
- 58:33conversas da semana assim, o que a gente quiser e mais quinze
- 58:37minutos de três quadros de cinco minutos, sempre muito idiotas tá
- 58:40bom, por enquanto tá tomando essa forma, e o ouvinte vai
- 58:43dizer se ele tá gostando da ideia, é, o ouvinte também o
- 58:46ouvinte pode dar ideias de quadros assim, mas eu, pô, os
- 58:49quadros idiotas eu acho muito caralho, assim, tipo pode fazer
- 58:53game show tem tanta coisa que dá pra fazer Game show é legal.
- 58:56É. Eu acho que tem alguma coisa aí.
- 58:59Tá, vamos embora. Tá bom?
- 59:00Vamos almoçar. Beijo.
- 59:01Falou, tchau, tchau.