Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / AS ARMAS DA PERSUASÃO #X - COMPROMISSOS PÚBLICOS (CLUBE DO LIVRO)
Transcript
- 0:05Senhoras e Senhores, acabei de perceber.
- 0:09Que primeiro seja muito bem-vindo aqui ao clube do Livro
- 0:12Podcast e grandes financeiros, minto Ed podcast ao costume.
- 0:17Primeiro livro, Bruna, o que estamos lendo os 2 no livro
- 0:20físico será um sinal? Verdade e ótima.
- 0:23Ótimo você vai receber agora. Mas nada contra o Kindle, tudo a
- 0:29favor, inclusive, você está querendo desenvolver seu hábito
- 0:31de leitura. Compre um Kindle.
- 0:33Compre um Kindle clica no link aí da nossa loja deve estar na
- 0:37descrição desse podcast. Tem preços melhores lá.
- 0:41Ou iguais ao da loja da Amazon mais um pedacinho disso reforça
- 0:45aqui nosso projeto. Mas mesmo que você não queira
- 0:49comprar através do nosso link Compre um Kindle, tá, vai te
- 0:51ajudar muito, muito, muito. Por exemplo, estou lendo a
- 0:53revolta de Atlas, Né? Ai não está aqui, não desse
- 0:57tamanho livro, um livro de 1200-1300 páginas.
- 1:01Para mim não tem como não ler no Kindle um livro desses assim, é
- 1:06na minha rotina, NOS lugares que eu leio e tal, fui com ver que
- 1:10coisa e tudo é se incluir, né? Realmente se tornar um hábito,
- 1:15Bernardo estava com laringite faringite.
- 1:19Acho que era laringite, a gente não sabia, não é?
- 1:21Mas estava com dificuldade de Respirar e tal e dia desses uns
- 1:24alguns dias atrás, a gente foi Na Na emergência, não é?
- 1:28Perto de 1 hora da manhã, a Carol falou comigo e disse
- 1:30assim, amor, acho que. É pô, está ruim, ele não está
- 1:33esperando bem e tal não sei o que não, aí a gente vai lá
- 1:36fazendo a malinha dele para sair.
- 1:39Aí Eu Não me consta nada. Eu pego o Kindle e coloco na
- 1:41mochila. E aí a gente vai e tal lá para
- 1:45as tantas. Ele tomou a injeção.
- 1:46Não sei o que foi annebolizar. Aí fica sobre observação sobre
- 1:50observação, 1 hora e meia. Pô, ele estava lá dormindo no
- 1:53Colo da Carol, Carol Dormindo, sentado ali de vigia, né?
- 1:56Pega o Kindle velho puta merda ali 1 hora, Né não fosse isso e
- 2:02Se Eu estivesse Se Eu não fosse dormir, eu ia provavelmente
- 2:04pegar o Instagram e ficar escrolando lá, que é uma coisa
- 2:08que normalmente é pouco produtiva, então comprem um
- 2:10Kindle, não é isso, brunão é. Isso é impressionante, enquanto.
- 2:14Que contra espaço para ler quando está com o Kindle na
- 2:16Bolsa, Né? É especialmente a gente espera,
- 2:19sim, são são incríveis. Acho que só para bater o Kindle,
- 2:23só o clube do livro que aí você consegue ler sem ler, Né?
- 2:26Você está no trânsito, está na Academia, está em casa fazendo
- 2:30alguma outra atividade e está ouvindo também o clube do livro.
- 2:34É isso aí, é isso aí ia fechar aí não.
- 2:37Não é isso? Compromissos públicos vamos
- 2:40seguir aqui nas armas da persuasão está.
- 2:42Estamos dentro do capítulo que ele trata do princípio
- 2:46persuasivo da coerência, não é? Compromisso, coerência, uma
- 2:50razão pela qual os testemunhos escritos são eficazes em
- 2:54provocar uma mudança pessoal genuína é sua facilidade de se
- 2:57tornarem públicos a experiência dos prisioneiros na Coreia
- 3:00mostrou que os chineses conheciam bem um importante
- 3:04princípio psicológico. Compromissos públicos tendem a
- 3:07ser duradouros. Eles constantemente faziam com
- 3:11que as declarações pró-comunistas dos seus
- 3:13prisioneiros. Fossem vistas pelos outros, eles
- 3:16eram aff elas eram afixadas pelo campo.
- 3:19Lidas pelo autor a um grupo de discussão de prisioneiros ou
- 3:23mesmo nas transmissões radiofônicas para os chineses.
- 3:27Quanto mais Público, melhor porquê?
- 3:29Sempre que alguém assume a posição diante dos outros, surge
- 3:32um impulso em manter aquela poção para parecer uma pessoa
- 3:37coerente. E aí traz 2 pesquisas que falam
- 3:39sobre isso. Lembre-se de que no início deste
- 3:42capítulo descrevi que ser coerente a um traço de
- 3:46personalidade desejável. Que alguém incoerente é
- 3:49considerado inconstante, incerto, complacente, distraído,
- 3:52instável e que alguém coerente é visto como racional, seguro,
- 3:57confiável e sensato. Isso não surpreende que as
- 4:02pessoas tentem evitar ao máximo serem consideradas incoerentes
- 4:06para salvar as aparências. Então, quanto mais pública há
- 4:08uma posição, mais relutaremos em mudá-la.
- 4:12O experimento realizado por 2 proeminentes psicólogos sociais
- 4:15mortan Deutsche e Harold Gerhard, oferece uma ilustração
- 4:19de como compromissos públicos podem levar a ações adicionais
- 4:22compatíveis. Procedimento básico foi fazer
- 4:25com que estudantes universitários primeiro
- 4:27estimassem engraçado que era ficar vendo as coisas aqui, não
- 4:30é? É sempre assim.
- 4:31Estudantes universitários, acho que o cara na universidade
- 4:34americana é bombardeado por convites, não é?
- 4:36Acho que é. Jogar uma bolinha para cima aqui
- 4:38para ver o que acontece, enfim. A aproximamento básico foi fazer
- 4:42com que estudantes universitários primeiro
- 4:44estivessem a estimassem mentalmente Oo cumprimento de
- 4:48linhas que lhes eram mostradas. Nesse ponto, uma amostra dos
- 4:52estudantes tinha que se comprometer publicamente com seu
- 4:55julgamentos iniciais, escrevendo suas estimativas, assinando
- 4:57embaixo e entregando as ao experimentador.
- 5:01Uma segunda amostra do estudante também se comprometeu com suas
- 5:04estimativas iniciais, mas em particular anotando as numa
- 5:08lousa e, em seguida, pagando as antes que qualquer um pudesse
- 5:11ver o que havia escrito. Um terceiro conjunto de
- 5:14estudantes não se comprometeu com suas estimativas iniciais,
- 5:16mantendo as apenas em sua cabeça.
- 5:19Dessa maneira, os pesquisadores fizeram com que alguns
- 5:22estudantes se comprometessem publicamente e outros em
- 5:25particular. E ainda que outros não
- 5:28assumissem qualquer compromisso com suas decisões iniciais.
- 5:31O que eles queriam descobrir a qual dos 3 grupos de estudantes
- 5:34estaria mais inclinado a se ater ao seu julgamentos iniciais?
- 5:39Assim, todos os estudantes receberam informações novas de
- 5:41que suas estimativas iniciais estavam erradas e tiveram,
- 5:44então, a chance de mudá-las. Os resultados foram bem claros.
- 5:47Os estudantes que não haviam anotado suas opções iniciais
- 5:50foram menos fiéis a elas. Diante de indícios novos,
- 5:54questionando a sabedoria das decisões que tinham tomado
- 5:56apenas mentalmente. Esses estudantes foram os mais
- 6:01influenciados a mudar o que antes haviam considerado a
- 6:04decisão certa. Comparados com esses estudantes
- 6:07não comprometidos, os que tinham anotado suas decisões por um
- 6:11momento na Lousa, estiveram bem menos dispostos a mudar de ideia
- 6:15quando tiveram a chance, embora só tivessem se comprometido em
- 6:18circunstâncias anónimas, o ato de anotar seus julgamentos
- 6:21iniciais fez com que resistissem à influência dos novos dados
- 6:24contraditórios e permanecessem coerentes às escolhas
- 6:27preliminares. Porém.
- 6:30Os pesquisadores descobriram que os estudantes que haviam
- 6:32publicamente registrado suas posições iniciais foram os que
- 6:34mais decididamente se recusaram mudá-las depois, o compromisso
- 6:38Público os havia transformado NOS mais obstinados de todos.
- 6:42Esse tipo de de obstinação pode ocorrer mesmo em situações em
- 6:46que a exatidão deve ser mais importante do que a coerência no
- 6:50estudo em que corpos de jurados de 6 ou 12 pessoas simulavam um
- 6:54processo judicial. Os impasses foram bem mais
- 6:57frequentes quando os jurados tiveram que expressar suas
- 7:00opiniões levantando a mão não por votação secreta.
- 7:04Uma vez que os jurados haviam declarado publicamente seus
- 7:06pontos de vista, relutavam em mudá Los, ele traz uma pesquisa
- 7:10aqui de um cara que mapeou isso. A descoberta de noite e gerwards
- 7:15de que somos mais fiéis às nossas decisões quando NOS
- 7:18comprometemos publicamente, pode ter boas aplicações.
- 7:21Vejamos as organizações dedicadas a ajudar pessoas a se
- 7:24livrarem de maus hábitos. Várias clínicas de
- 7:27emagrecimento, por exemplo, percebem que muitas vezes a
- 7:29decisão privada de uma pessoa de perder peso será mais fraca.
- 7:34Será fraca demais diante das tentações do cotidiano,
- 7:37portanto, fazem com que a decisão seja respaldada pelos
- 7:40pilares de compromisso Público, exigindo que os clientes anotem.
- 7:43Uma meta imediata de perder de peso e mostrem essa meta é o
- 7:47maior número possível de amigos para parentes e para vizinhos.
- 7:52Os responsáveis pelas clínicas informam que com frequência,
- 7:54essa técnica simples funciona quando todas as demais falharam.
- 8:00Claro que não há necessidade de pagar uma clínica especial para
- 8:02transformar um compromisso visível em um aliado.
- 8:05Um mulher de San Diego me descreveu como se valeu de uma
- 8:09promessa pública para conseguir parar de fumar.
- 8:12Eu lembro que na eu lembro não na minha primeira leitura, esse
- 8:14depoimento dessa dessa mulher aqui me marcou, porque eu tenho
- 8:17uma marcação aqui. Me chamou atenção, vamos ver
- 8:20aqui que aqui que é que ela NOS diz.
- 8:24Abre aspas. Lembro que foi após ouvir falar
- 8:25de mais um estudo científico mostrando que fumar provoca
- 8:29câncer sempre que uma pesquisa dessas era divulgada, eu ficava
- 8:33determinado a largar o cigarro, mas não conseguia de vez.
- 8:36Dessa vez, porém, decidi que teria que fazer algo.
- 8:39Sou uma pessoa orgulhosa. Não gosto que faça uma imagem
- 8:42negativa a meu respeito. Portanto, pensei, talvez eu
- 8:45possa explorar meu orgulho para alargar esse vício maldito.
- 8:49Visita 11 lista de todas as pessoas que eu realmente queria
- 8:52que me respeitassem, depois comprei uns cartões.
- 8:55Escrevi no verso de todos eles, prometo a você que nunca mais
- 8:59fumarei outro cigarro. Após uma semana, eu havia
- 9:02entregado ou enviado um cartão a cada um da minha lista.
- 9:05Meu pai, meu irmão do outro lado do país, meu chefe, minha melhor
- 9:09amiga, meu ex-marido porra até o ex-marido entrou na conta aqui
- 9:13todo mundo menos meu namorado, eu era louca por ele e não
- 9:17queria decepcioná-la, decepcioná-lo.
- 9:20Pensei 2 vezes antes de lhe entregar um cartão, porque sabia
- 9:22que isso não conseguisse manter minha promessa a ele, eu
- 9:24morreria. Porém, um dia no escritório, ele
- 9:28trabalhava no mesmo prédio que eu simplesmente fui até a mesa
- 9:31dele, entreguei-lhe o cartão e me afastei sem dizer nada,
- 9:34deixar de fumar na Marra foi a coisa mais fácil, mais difícil
- 9:39que já fiz. Deve ter havido 1000 ocasiões em
- 9:42que quase desisti, mas sempre que esmorecia, eu imaginava que
- 9:46todas as pessoas da minha lista pensariam de mim ou o que todas
- 9:49elas pensariam de mim. Se Eu não cumprisse minha
- 9:52palavra e deu certo nunca mais pus um cigarro na boca.
- 9:55Interessante. O esforço a mais está provado
- 10:01que, quanto maior o esforço envolvido num compromisso, maior
- 10:04será a sua capacidade de influenciar as atitudes da
- 10:07pessoa que o assumiu. Podemos encontrar esses indícios
- 10:11bem perto de nós ou nas regiões remotas do mundo primitivo.
- 10:15Começamos perto de casa com a sessão de de entretenimento dos
- 10:20jornais, em que uma informação importante omitida dos anúncios
- 10:23de shows de música. O preço.
- 10:26Porque será que os promotores de concertos escondem dos fãs o
- 10:29valor do ingresso, talvez? Temam que seus valores cada vez
- 10:33maiores espantem os compradores, mas os fãs interessados
- 10:37descobriram logo o preço do ingresso, certo, certo?
- 10:41Mas os promotores perceberam que o Público potencial fica mais
- 10:44propenso a comprar ingressos depois disso.
- 10:48Mesmo um simples telefonema de consulta de preço constitui um
- 10:52compromisso inicial com um show após despender em tempo e
- 10:56esforço na tentativa de completarem a ligação e serem
- 10:59atendidos no momento em que descobrem o preço do ingresso,
- 11:03os fãs estão exatamente como os promotores querem ao final de um
- 11:07compromisso ativo, Público e trabalhoso com o evento.
- 11:10Existe também um exemplo mais remoto do poder dos compromissos
- 11:14árdos, uma tribo do Sul da África chamada Tonga, quer dizer
- 11:18Detonga. A exige um minuto minuto minuto.
- 11:25Existe que cada menino passe por uma elaborada cerimônia de
- 11:28iniciação antes de ser considerado um homem da tribo,
- 11:31como acontece com os meninos em muitas outras tribos primitivas,
- 11:33o menino Tonga passa por várias provas antes de ser admitido
- 11:37como membro do grupo dos adultos, os Antropólogos wethen
- 11:41Kluckheon e Anthony descreveram esse período sofrido de 3 meses.
- 11:46Em termos breves, porém, eloquentes meninos na faixa
- 11:50etária de 10 a 16 anos são enviados pelos pais, a escola da
- 11:53circuncisão. Que é promovida a cada 4 ou 5
- 11:56anos. Além da companhia dos colegas da
- 11:59mesma faixa etária, sofrem várias humilhações dos homens
- 12:01adultos daquela sociedade. A iniciação começa com cada
- 12:05menino, percorrendo um corredor polonês, onde é espancado com
- 12:07porrete. Ao final da experiência, suas
- 12:10roupas são tiradas, seu cabelos cortados.
- 12:12Em seguida aparece um homem coberto com Juba de Leão e o
- 12:15menino é colocado sentado sobre uma pedra, encarando o alguém,
- 12:19então bate nas suas costas e quando o menino vira para ver
- 12:22quem é. Seu prepúcio é agarrado e em 2
- 12:25movimentos cortado fora pelo homem leão.
- 12:30Depois, ele é isolado por 3 meses no pátio dos mistérios,
- 12:33onde só pode ser visto pelos indiciados.
- 12:36No decorrer dessa iniciação, o menino enfrenta 6 grandes
- 12:40provocações, espancamentos, expulsão ao frio, sede, digestão
- 12:43de alimentos, repugnantes, punições e ameaça de morte ao
- 12:47menor pretexto pode ser espancado por um gesso.
- 12:50Iniciados e incumbido da tarefa pelos mais velhos da tribo.
- 12:54Ele dorme sem proteção e sofre terrivelmente no frio do
- 12:56Inverno. É proibido de beber água durante
- 12:59os 3 meses. Muitas vezes Relva semi digerida
- 13:03do estômago de um antílope é misturada a comida, dando lhe um
- 13:06aspeto repugnante se ele é pego, quebrando qualquer regra
- 13:10importante que governa a cerimônia recebe punição severa,
- 13:14por exemplo, num dos castigos varetas são colocadas entre os
- 13:17dedos do transgressor e um homem forte aperta a mão do novato,
- 13:23praticamente esmagando seus dedos.
- 13:25Para que se submeta, assustam-no com relatos de meninos que, por
- 13:30tentarem escapar ou revelarem os segredos a Mulheres ou a não
- 13:33iniciados foram enforcados e tiveram os corpos reduzidos às
- 13:36Cinzas. Ai vamos entender onde é que ele
- 13:39está querendo chegar aqui, não é?
- 13:41À primeira vista, esses ritos parecem extraordinários e
- 13:45bizarros, mas ao mas ao mesmo tempo são bastante semelhantes
- 13:48em princípio e mesmo NOS detalhes, as cerimônias de
- 13:52iniciação. Comuns nas fraternidades
- 13:55acadêmicas americanas durante a tradicional semana infernal,
- 13:58promovida todo ano no campi das universidades, os candidatos às
- 14:02fraternidades precisam enfrentar uma série de atividades impostas
- 14:04pelos veteranos para testar os limites do esforço físico,
- 14:08tensão psicológica e constrangimento social.
- 14:11No final da semana, os rapazes que persistiram NOS testes são
- 14:14aceites como Membros das fraternidades em geral, os
- 14:17únicos sinais deixados pelos trotes são um grande cansaço e
- 14:21um ligeiro abalo, embora às vezes.
- 14:24Os negativos sejam ainda mais sérios e aí ele traz uma
- 14:27pesquisa aqui sobre o assunto. O mais interessante, a grande
- 14:31semelhança entre as tarefas específicas da semana infernal e
- 14:34os ritos da iniciação tribal, lembre-se de que os antropólogos
- 14:39identificaram 6 grandes provas a serem suportadas por um iniciado
- 14:42Tonga durante sua permanência no pátio dos mistérios.
- 14:46O exame das reportagens de jornais mostra.
- 14:50Que cada uma dessas provas também ocorre NOS rituais de
- 14:53ingresso das fraternidades. E aí ele vai trazendo é.
- 14:58Os exemplos, né espancamento aí só aconteceu na fraternidade.
- 15:02Tal exposição ao frios sede. Os calores passaram por isso, na
- 15:06fraternidade. Tal enfim traz todas essas
- 15:09associações. E segue dizendo o seguinte,
- 15:11existe outra semelhança impressionante entre os ritos de
- 15:16iniciação da sociedade tribais e os dados fraternidades, eles
- 15:19simplesmente não desaparecem, resistindo a todas as tentativas
- 15:23de de eliminação. Essas práticas humilhantes vêm
- 15:25perdurando as autoridades na forma de governos coloniais ou
- 15:28administrações universitárias tentaram ameaçar, trouxeram
- 15:32pressões sociais, ações legais e expulsões, subornos e proibições
- 15:35para persuadir os grupos a remover os riscos e as
- 15:38humilhações dessas cerimônias de iniciação.
- 15:41Nada disso teve sucesso. Pode até haver uma mudança
- 15:45enquanto autoridade está vigiando de perto, mas costuma
- 15:48ser mais aparente do que real. Os trotes mais pesados continuam
- 15:53sendo praticados em segredo, esperando que a pressão
- 15:56desapareça para ressurgirem em algum campo.
- 16:00Em alguns campi universitários, os dirigentes tentaram assumir o
- 16:04controle direto sobre os rituais de iniciação ou substituir os
- 16:07trotes perigosos por uma semana assistencial.
- 16:09De serviço cívico quando essas tentativas não são contornadas,
- 16:14as escondidas pelas fraternidades.
- 16:16São alvos da resistência física direta.
- 16:19Depois que Richard Franklin morreu engasgado no Sound
- 16:22Califórnia, o reitor da universidade impôs novas regras
- 16:27exigindo que todas as atividades de admissão nas fraternidades
- 16:30fossem previamente aprovadas pelas autoridades da faculdade e
- 16:33que conselheiros adultos estivessem presentes durante as
- 16:35cerimônias. De acordo com uma revista
- 16:38nacional, abre aspas as novas regras desencadearam um tumulto
- 16:43tão violento que a polícia e o corpo de bombeiros temeram
- 16:46entrar. Campos.
- 16:49Resignando-se com o inevitável representante de outras
- 16:52faculdades, desistiram da possibilidade de abolir as
- 16:56degradações da semana infernal. Abre aspas se o gitos de
- 17:00iniciação humilhante são uma atividade humana universal e
- 17:03todos os sinais apontam para essa conclusão.
- 17:06Dificilmente serão banidos se sua prática aberta for proibida,
- 17:10irão se tornar clandestinos. Não dá para proibir o sexo, não
- 17:14dá para proibir. O álcool e provavelmente não dá
- 17:17para proibir os ritos de iniciação.
- 17:19Ele traz uma pesquisa que fala sobre isso.
- 17:22Onde que está querendo chegar o celdinho, o que torna as
- 17:25práticas humilhantes de iniciação tão valiosas para essa
- 17:27sociedade? O que faz com que os grupos
- 17:30tentem burlar, sabotar ou contestar qualquer esforço para
- 17:32banir os aspetos degradantes e perigosos de suas cerimónias?
- 17:37Algumas pessoas argumentam que os próprios grupos são compostos
- 17:40de degenerados psicológicos ou sociais, cujas necessidades
- 17:44deturpadas exigem que colegas sejam humilhados.
- 17:48Os dados, porém, não respaldam esse ponto de vista, estudos de
- 17:52traços de personalidade, estudos de traços de personalidade, de
- 17:56membros de fraternidade, por exemplo, mostram que eles são
- 17:58até um pouco mais bem ajustados psicologicamente do que outros
- 18:02colegas. E aí tem um estudo que ele
- 18:06menciona não é de forma semelhante, as Fraternidades são
- 18:10conhecidas pela disposição em se envolverem em projetos
- 18:13comunitários benéficos para a sociedade.
- 18:15O que essas fraternidades não estão dispostas a fazer, porém,
- 18:18é substituir suas cerimónias de iniciação por esses projetos.
- 18:24Uma pesquisa da Universidade de Washington descobriu que, dentre
- 18:28as as fraternidades examinadas, a maioria tinha.
- 18:32Um ou pelo menos um tipo de tradição de semana assistencial.
- 18:37Só que a adicional a semana infernal, somente em um caso,
- 18:42esse serviço estava diretamente relacionado ao procedimento de
- 18:45iniciação. O quadro que emerge de
- 18:48perpetradores das práticas de iniciação é de indivíduos
- 18:52normais que tendem a ser psicologicamente estáveis e
- 18:55socialmente responsáveis, mas que se tornam implacáveis como o
- 18:59grupo numa única ocasião, logo antes da da admissão de novos
- 19:04membros da sociedade. Os indícios então apontam para a
- 19:09cerimônia, como a real culpada. Deve haver algo em seus rigores
- 19:15que seja vital ao grupo. Alguma função em sua crueldade
- 19:19que a sociedade lutará por preservar o que seria?
- 19:27Acredito que a resposta tenha surgido em 59 NOS resultados de
- 19:30um estudo pouco conhecido fora do campo da psicologia social,
- 19:3311 dupla de jovens pesquisadores, Judson Miles
- 19:37Eliot Harrison decidiu testar sua observação de que pessoas
- 19:40que passam por muitos contratempos ou sofrimentos para
- 19:43alcançarem algo tendem a valorizá-lo mais do que aquelas
- 19:47que obtêm a mesma coisa com o mínimo de esforço.
- 19:50A verdadeira inspiração? Foi sua escolha da cerimónia de
- 19:54iniciação como melhor evento para examinar essa
- 19:56possibilidade. Eles descobriram que alunas
- 20:00universitárias que tiveram que suportar uma cerimônia de
- 20:02iniciação constrangedora para ingressarem no grupo de
- 20:04discussão de sexo, se convenceram de que seu novo
- 20:07grupo e suas discussões eram extremamente valiosos.
- 20:10Embora Harrison e Mills tivessem ensaiado, os demais tivessem
- 20:14ensaiado os demais Membros a serem o mais inúteis e
- 20:18desinteressante possível. Outros colegas que passaram por
- 20:22uma cerimónia dessa iniciação de iniciação mais leve.
- 20:25Ou não passaram por uma iniciação alguma, mostraram bem
- 20:28menos confiança no Grupo Novo e logo inútil.
- 20:31Pesquisas nacionais revelam ou revelaram os mesmos resultados
- 20:35quando os alunos tiveram que suportar dor em vez de
- 20:38constrangimento para ingressar no grupo.
- 20:42E ele fala de uma pesquisa também que trata disso.
- 20:44Quanto mais choques elétricos uma mulher recebia.
- 20:46Como parte da cerimônia de iniciação mais convencida se
- 20:49mostrava depois de que seu novo grupo e suas atividades eram
- 20:52interessantes, inteligentes e desejáveis de novo, né?
- 20:56Brunão? Ele vai NOS exemplos extremos.
- 21:01Para para provar os pontos, não é?
- 21:05É seguindo aqui com isso, os constrangimentos, os esforços e
- 21:09até os espancamentos dos rituais de iniciação começam a fazer
- 21:12sentido. Por quê?
- 21:14O membro da tribo Tonga observando com então é a tribo
- 21:18que é o nome Tonga é o nome da tribo, Né?
- 21:20O membro da tribo Tonga, observando com lágrimas NOS
- 21:23olhos, seu filho de 10 anos tremer à noite inteira no chão
- 21:26frio do pátio dos mistérios e o veterano universitário rindo
- 21:29nervoso a humilhar o candidato à fraternidade na semana final.
- 21:32Estes não são atos de sadismo, são atos de sobrevivência do
- 21:37grupo, funcionam por estranho que pareça.
- 21:41Para estimular os futuros membros da sociedade a achar o
- 21:44grupo mais atraente, mais válido e mais relevantes enquanto as
- 21:48pessoas gostarem daquilo que lutam para conseguir ou por
- 21:51conseguir esses grupos continuarão promovendo ritos de
- 21:54iniciação desagradáveis a fidelidade e a é isso não é
- 21:58isso? É é aplicação disso é.
- 22:02É, Eu Não lembro que com a conclusão dele, mas para tanta
- 22:05coisa, não é assim ser putz. É fiquei com a menina muito
- 22:10fácil. Você tende a valorizar menos,
- 22:12não é? Foi muito difícil ficar.
- 22:13Você tende a valorizar mais, não é tipo.
- 22:16Cheguei, alguém falou e arrumou. Eu comecei a trabalhar na
- 22:19empresa, Você valoriza mesmo você passa por um extenso
- 22:21processo seletivo, várias etapas e tal.
- 22:23A pessoa chega diferente porque ela valoriza mais.
- 22:28E tem de achar aquela pessoa, aquele ambiente mais atraente e
- 22:32válido, como é o caso do do exemplo aqui das tribos.
- 22:36AA fidelidade e a dedicação dos novos membros aumentarão muito
- 22:39as chances de coesão e sobrevivência do grupo.
- 22:43De fato, um estudo de 54 culturas tribais descobriu que
- 22:47aquelas com as cerimónias de iniciação mais dramáticas e
- 22:50rigorosas exibiam a maior solidariedade grupal.
- 22:54Dada a demonstração de arenson e meus de que a severidade de uma
- 22:59de uma cerimônia de iniciação aumenta substancialmente o
- 23:02comprometimento do novo membro com o grupo, não surpreende que
- 23:07os grupos venham a se opor a todas as tentativas de eliminar
- 23:11esse vínculo crucial para a sua força, cultura para a sua força
- 23:14futura, perdão, grupos e organizações militares não estão
- 23:18isentos desses mesmos processos. As agonias das iniciações NOS
- 23:22Campos de treinamento são famosas e eficazes.
- 23:24Não preciso ir Longe, não é? É o pouco de ser retratado no
- 23:27filme do Bope. É Tropa de Elite.
- 23:32É estava lendo um livro recentemente, inclusive que
- 23:35conta a história de David David gogins, que foi 11 cara do do do
- 23:39militar americano, Né? Ela pode me ferir?
- 23:42Oi isso isso, isso não é. Pode me ferir EE.
- 23:45Ele conta a história de um dos treinamentos que ele participou,
- 23:47que inclusive tem 111 semana que se chama também semana infernal.
- 23:51É que enfim é um processo pelo que ele narra no livro é bem bem
- 23:56pesado e ele teve que passar 3 vezes, então ele foi o único que
- 23:58passou 3 vezes para a semana e tal.
- 24:01É para conseguir ser aprovada? Para conseguir ser aprovado e,
- 24:05enfim, é mais um um exemplo disso aqui, não é?
- 24:07Eu. Eu lembrei que lembrar de já
- 24:09quando, quando o autor citou Samuel infernal e agora ele
- 24:11falou sobre organizações militares e veio essa conexão.
- 24:14Total total. O romancista William Steron
- 24:19atestou sua eficiência ao nahá, o sofrimento do seu próprio
- 24:21treinamento. Pesadelo tipo o campo de
- 24:24concentração com os fuzileiros navais dos Estados Unidos.
- 24:27Não há nenhum ex fuzileiro que o conheça, que não veja o
- 24:30treinamento como uma prova da qual.
- 24:32Emergiu de certa forma, mais resistente, mais Valente e
- 24:35pronto para tudo. Para fechar essa ideia, embora
- 24:41os gigores do treinamento básico sejam aprovados pelas altas
- 24:44patentes, exigem uma política de tolerância zero para incidente
- 24:48anormalmente rígidos como aqueles contidos em 2 vídeos
- 24:50revelados pela TV em 97, os vídeos mostravam a prática de
- 24:54alfinetar para sangrar que não é deve ser maravilhoso.
- 24:59Em que fuzileiros paraquedistas que completaram 10 saltos de
- 25:01treinamento, recebem seu seus distintivos, os distintivos com
- 25:052 pontas afiadas na parte de trás.
- 25:08São colocados na camisa do iniciado e depois esmurrados.
- 25:12Maravilhoso aqui ó batidos e socados enquanto ele contorce e
- 25:16grita de dor. Apesar das declarações de
- 25:19indignação e repugnância dos líderes militares, somente um
- 25:23dos 30 fuzileiros flagrados infligindo o tormento teve sua
- 25:27dispensa recomendada. Alguns poucos foram encaminhados
- 25:31para a orientação psicológica, ao passo que a participação da
- 25:34maioria 20 foi simplesmente ignorada.
- 25:37Mais uma vez, parece que para grupos preocupados em fomentar
- 25:41uma sensação duradoura. De solidariedade e superioridade
- 25:45às atividades de iniciação penosas não serão eliminadas com
- 25:49facilidade. E a gente vem para um outro Tema
- 25:53aqui, que é a escolha anterior. Mas o Bruno fez sinal ali que
- 25:58como a gente vai para 11 outro Tema e dado O Tempo do episódio,
- 26:02a gente tem uma missão cumprida aqui.
- 26:03É isso, brunão. É isso a gente passou nesse
- 26:06nesse episódio pelo pelos 2 temas, não é o compromissos
- 26:09públicos e esse o esforço a mais.
- 26:10O esforço a mais é demorou um pouquinho mais, não é mais mais
- 26:14detalhado, é menos novidade, não é menos.
- 26:17Novidade novidade eu acho que a gente tem.
- 26:20É. Um episódio menos legal do que
- 26:23os demais. Imagino pelo que eu lembro da
- 26:25Memória aqui que ele entra mais em compromisso Público, é no
- 26:29sentido de exemplos e isso dá dá muita munição para a gente
- 26:33comentar de como fazer isso. Uhum.
- 26:37Mas. Tem um tem uma coisa aqui que Oo
- 26:41esforço a mais essa ideia. Ela é relativamente simples, não
- 26:44é? Acho que dava para dava para
- 26:46transmitir isso aqui com um pouquinho menos páginas ou menos
- 26:49parágrafos. É mas mas o no final do dia,
- 26:54quanto mais você se esforça para conquistar alguma coisa, você dá
- 26:57mais valor para essa coisa. E aí por dar, mas isso aqui é
- 27:01uma afirmação óbvia a associação que ele está fazendo aqui como
- 27:05consequência, por dar mais valor, você cria uma espiral
- 27:10positiva do ponto de vista de comportamento, de querer
- 27:13continuar dando valor, concordando com os ideais desse
- 27:16grupo. Se comportando dessa forma ou
- 27:18até mesmo mantendo a sua participação no grupo, porque
- 27:20isso é coerente com a sua postura inicial, não só de
- 27:24aderir aquilo ou se candidatar aquilo, mas de passar por aquele
- 27:27ritual inicial que envolvia um esforço adicional.
- 27:30Eu, eu citei o exemplo, não é do David cogles lá do livro que eu
- 27:33li é, inclusive quando ele passou por esse essas 3 semanas
- 27:37infernais, depois ele. Se visse ele ficou viciado em é
- 27:42fazer coisas difíceis do ponto de vista físico.
- 27:44Então, por exemplo, ele depois virou ultramaratonista.
- 27:47Depois, ele bateu o recorde do do da do cara, que fez mais
- 27:51barras em 24 horas, 4000 barras em 24 horas.
- 27:54Então assim é é é lógico, um caso também extremo assim, mas
- 27:58uma pessoa que passou por esse processo também EE agiu de forma
- 28:02coerente, né? De como alguém que gosta de de
- 28:04ser desafiado é o filme do TROPA Dali também tem.
- 28:07Tem muito isso, né? É sobre compromissos públicos só
- 28:11pra fazer um comentário também sobre esse trecho aqui.
- 28:15E fiquei pensando quando estava lendo.
- 28:16Compromissos públicos tendem a ser duradouros.
- 28:19Aí, quando a gente vai para a política, né?
- 28:21Muita gente se expõe publicamente com relação ao lado
- 28:24político. EE realmente a gente vê isso
- 28:26aqui na prática, né? Não tem nenhum argumento que vai
- 28:29fazer aquela pessoa seja colado for mudar de ideia.
- 28:33Entendi agora. Enquanto do outro lado, aí o que
- 28:35é mais curioso quando você vai para os políticos, eles estão
- 28:39constantemente mudando de de ideia.
- 28:41Não é mudando de lado, é enfim, muitas vezes você vê uma pessoa.
- 28:45Se aliando com outra que tempos atrás era totalmente inimigo e
- 28:50tal EE é engraçado, não é como. Mas aqui eu tenho uma tese nisso
- 28:53aqui que é o é. A função eu acho que Oo político
- 29:01se ele mandar uma carta dizendo que parou de fumar para as 10
- 29:07pessoas mais importantes para ele, ele vai ter um impacto
- 29:10comportamental desse compromisso Público, mas os dizeres de
- 29:14realizar projetos que pela posição do cara são gravados e
- 29:18distribuídos à imprensa, é isso? Isso está menos ligado ao
- 29:25assumir o compromisso Público e mais ligado a uma consequência
- 29:29da posição que ele ocupa, entendeu?
- 29:32Entendi então e que e que ainda e ainda tem todo um tem 11
- 29:36história aqui de que assim funciona o sistema é esse, então
- 29:42sabe aquela cena fantástica do lobo de Wall Street, que é o
- 29:44cara lá que eu esqueci o nome Jimmy, alguma coisa e tal que
- 29:47senta com ele, ele é meu novato assim ainda em Wall Street.
- 29:51Aí ele fala, é tudo fugazi, não existe, é tudo na tela, coisa
- 29:56sobe e desce. E você vai dizer que o negócio
- 29:58vai valorizar e vai vender para o cara e bota a Comissão no
- 30:00bolso. Andar de lanche e tal e use use
- 30:03tal você está ligado essa cena aham é é muito, é é um pouco
- 30:08disso. Cara diz que vai fazer uma
- 30:10porra, nenhuma ponte entendeu e que vai por aqui, chega perto
- 30:13das eleições. A gente solta alguma coisa
- 30:16então. É agora o outro lado, isso é
- 30:21foda que às vezes o cara olha o cara acha uma merda e é um pouco
- 30:25defeituá-lo aqui também não é Como Eu, já que nada mais é do
- 30:29que me manter coerente com a postura já tomada.
- 30:34Isso é um amplificador da coisa, não é?
- 30:36Então tomei um compromisso. Se ele for Público, amplifica o
- 30:39impacto disso, não é? É, Se Eu me comprometi
- 30:43ativamente, Eu Não fui convidado a escolher um lado mais ainda e
- 30:46assim por diante. Então quando a pessoa ela diz
- 30:48assim, pô sou de esquerda e alguém que eu entendo que é de
- 30:52esquerda, faz uma coisa que Eu Não concordo.
- 30:54Tem os 2 Fenômenos, né? De que é é é?
- 30:58Tentar diminuir isso de alguma forma, por ser menos pior,
- 31:01porque se alguém de direita fizesse a mesma coisa, eu
- 31:04colocaria muita muita atenção nisso e realmente achar menos
- 31:08pior por conta do efeito halo que vem daqui da postura já
- 31:11adotada. É isso, é isso e assim vamos lá
- 31:17de novo aplicações práticas, não é?
- 31:22Você tem você é empresário? Você tem uma pessoa no seu time
- 31:26que é uma boa pessoa e tal, mas pô, tem algum ponto
- 31:29comportamental ali que não é legal?
- 31:31Por exemplo, a pessoa vive chegando atrasada.
- 31:35Pô a pessoa chega lá é boa, tecnicamente ela entrega e tal
- 31:38não sei o que, mas vive chegando atrasado.
- 31:41E, às vezes a pessoa não entende.
- 31:44Que o chegar atrasado 1 hora a gente falou disso aqui com com
- 31:47esse contexto não, né? Não que eu lembro.
- 31:50Não só chega 1 hora atrasada. É no problema, não é uma hora a
- 31:56menos, mesmo que ela compense depois é porque isso tem um
- 31:58efeito de repercussão, né? Pô?
- 32:00Mas se o Bruno chega 1 hora atrasado, por que que eu estou
- 32:02me dando trabalho de chegar cedo e daqui a pouco eu sei que você
- 32:05mora perto. Eu ainda pego 2 Ônibus EE isso
- 32:07vai virando um problema maior. Então é a condução, é porra, é
- 32:14chegou atrasar de novo. Cara, isso é importante você
- 32:16chegar na hora porque tem uns colegas e tal.
- 32:17Não sei o quê. Se a condução vai por um
- 32:19caminho, por exemplo, acho que eu falei nisso num num outro
- 32:21podcast sobre liderança para dizer o seguinte.
- 32:25Bruno é. Pô, o que que aconteceu Hoje não
- 32:29é EEE. Vou pegar um exemplo aqui que a
- 32:31pessoa sempre tem alguma coisa, não é?
- 32:33Quer dizer, Ah, uma vez é meu irmão, depois é o né.
- 32:36O outro irmão é o ônibus e tal não sei o que cara aconteceu
- 32:39isso, olha só. Ontem algumas vezes já.
- 32:45EE possa imaginar comigo que é um problema chegar atrasado, não
- 32:47é isso? É isso.
- 32:49O que você pode fazer? Para que esse e os demais
- 32:54problemas que aconteceram até aqui não se repitam para que
- 32:57você chegue na hora. Porra joga pro cara a
- 33:03responsabilidade cara eu posso botar aqui um despertador com
- 33:06uma margem de gordura e tal legal pra pra que horas tal hora
- 33:09e tal não sei o quê. Então beleza me manda essa
- 33:11Mensagem aí, então você vai colocar esse despertador para
- 33:13tal horário e tal não sei o que, porque dessa forma eu acho que a
- 33:15gente vai resolver. Eu concordo contigo.
- 33:16É uma boa ideia, né? Aqui você tem, né?
- 33:21Um elemento que é a pessoa, ela traz a sugestão e ela cria esse
- 33:27vínculo por escrito. Ele falou muito da importância
- 33:29de de escrever. E aí, você pode voltar para isso
- 33:34depois, inclusive na espera aí, pô, chegou de novo, mas você não
- 33:38combinou aqui você mandou e tal, então, no final do dia, essa
- 33:42história do compromisso Público, ela não é só aí, é botar a
- 33:46cabeça para funcionar, não é? Mas ela não é só assim, para
- 33:49coisas muito impactantes, mesmo que seja para a vida de um
- 33:52indivíduo, como, por exemplo, parar de fumar, não é?
- 33:55Podem ser para coisas mais do dia a dia, seja pessoal ou
- 33:59profissional, não. É o exemplo mais claro disso.
- 34:01Começou o ano todo mundo treinando e colocando um barra
- 34:05200 é 2 barra 250. Isso aí, mas é isso EEE.
- 34:12Dependendo de como você encara a coisa EE compra, isso é.
- 34:20Atrapalhar, não sei, mas tem uma boa chance de ajudar com.
- 34:23Certeza. Não é, tem uma boa chance de
- 34:24ajudar, né? É, mas assim, óbvio que a gente
- 34:27pode sofisticar um pouco. Isso, né?
- 34:29Que é, por exemplo, dentro do conceito de compromisso Público,
- 34:32é escolher um juiz ou mais, né? E porra velho atribui essa meta
- 34:36a uma pessoa que eu confio EE cobra essa porra, que são 300.
- 34:40Em Junho vai falar comigo, eu tenho que ter um pote cortelito
- 34:42pelo −120 treinos. Se Eu não tiver, qual é o
- 34:45pênalti, define o pênalti, alguma coisa que me incomode e
- 34:48tal porque tem a galera que posta no começo do ano e depois
- 34:51simplesmente. Para de postar.
- 34:52Para ninguém. Vai ver aqui, né?
- 34:55Mas é isso, mas é isso. Então Bruno, temos um episódio.
- 34:58Temos um temos um ótimo episódio, vamos para o próximo
- 35:01aí. Próxima parte que eu gosto está
- 35:03de compromisso, coerência que é fala da da a persuasão consigo
- 35:08mesmo, não é? Imagino que é isso aqui quando
- 35:11ele fala de escolha interior. Mas eu te interrompi, você
- 35:15estava? Falando não é isso mesmo, eu ia
- 35:16falar aqui. Oo título é a escolha interior.
- 35:19Tem mais um outro tópicozinho menor e aí a gente caminha para
- 35:22o final desse capítulo que acho que é um dos maiores, né?
- 35:24Do livro? Sim na reta final.
- 35:28Maravilha, então chegou até aqui.
- 35:30Muito obrigado pelo seu tempo por estar conosco e eu espero
- 35:33encontrar com você no próximo episódio aqui do nosso clube do
- 35:35Livro Abraço. Estamos juntos.