Latest / SuinoCast · by PPGVET / MONITORIA DE LESÕES PULMONARES - MSc. Juliana Calveyra | Ep. 332
Transcript
- 0:00Porque também tem muitos agentes que podem estar causando uma
- 0:04infecção crônica ou uma infecção subclínica.
- 0:06A gente não enxerga visivelmente na Granja algum sinal clínico,
- 0:11mas a gente vai visualizar lesões importantes no abate, né?
- 0:15Então, essas monitorias de abate também podem ser indicadores
- 0:18importantes que junto com os indicadores da Granja, podem nos
- 0:22levar a concluir que realmente a Granja está sendo acometida por
- 0:25algum agente subclínico que está causando uma doença subclínica.
- 0:34Está no ar o primeiro podcast da suinocultura brasileira, o
- 0:38swinocast. O swinocast só é possível
- 0:40através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a
- 0:43educação continuada na suinocultura brasileira.
- 0:47Cerva sempre com você. Além da saúde animal, autec
- 0:51soluções nutricionais eficientes e sustentáveis para fortalecer a
- 0:55suinocultura paxmart. Transformação digital para o
- 0:59campo zoetes, líder global em saúde animal.
- 1:05Olá, tudo bom? Você está em mais um sul e no
- 1:08cast, aquele podcast que traz informações super relevantes de
- 1:11aplicabilidade na suinocultura, mas de uma forma leve, às vezes
- 1:15até divertida. Hoje nós estamos com a convidada
- 1:18super querida. A Juliana calveira, ela trabalha
- 1:23lá na ceva e ela vai falar um pouquinho mais da carreira dela
- 1:25pra gente mais jovem de anto, que ela é médica veterinária,
- 1:28tem mestrado em microbiologia e a gente vai conversar hoje sobre
- 1:32doenças respiratórias, mais especificamente monitoria de
- 1:37lesões pulmonares lá no abate. Mas então, Juliana, me conta, o
- 1:42que que você tem de bom pra contar pra gente hoje?
- 1:46Oi, tudo bom, professora, como vai, como vai todo mundo que
- 1:49está aqui nos assistindo? É um prazer estar aqui
- 1:52conversando com vocês. EE, é uma honra também estar
- 1:55aqui, né? Porque eu, eu, eu acompanho esse
- 2:00podcast já faz algum tempo e é muito bacana a gente poder
- 2:03receber informações atualizadas. Muitas vezes a gente em alguma
- 2:07viagem, na estrada, no avião, nós que viajamos muito, é poder
- 2:12ter a possibilidade de estar se atualizando.
- 2:15Com essa ferramenta é muito bacana, então é uma honra poder
- 2:18estar aqui com vocês. EE, estar conversando um pouco
- 2:21sobre esse tema que é tão relevante para nós.
- 2:24EEE continua sendo ainda tão atual?
- 2:27É para que a gente possa entender um pouco mais o que vem
- 2:30acontecendo, tanto nas granjas quanto no frigorífico.
- 2:33Nesse setor é que a gente trabalha.
- 2:37Maravilha. Bom, eu apresentei a Juliana e
- 2:39esqueci de me apresentar, né? Então, para quem não me conhece,
- 2:42eu sou a Letícia, professora aqui na USP de Pirassununga.
- 2:45Mas isso não é importante? O importante é o que a Juliana
- 2:47vai falar pra gente hoje. E essa questão de doenças
- 2:50respiratórias é absurdamente relevante na suinocultura, mas
- 2:55assim as doenças respiratórias que são realmente importantes,
- 2:58que trazem impacto econômico e de bem-estar pra esses animais,
- 3:02Ju. Bom, vamos lá.
- 3:05A gente sabe que hoje em dia doenças respiratórias é vem
- 3:09sendo uma grande preocupação já desde muito, muito tempo.
- 3:13É acometendo os rebanhos de suínos aqui no Brasil, mas
- 3:16também em todo mundo. É difícil a gente encontrar uma
- 3:19Granja que não tenha tido algum caso, seja clínico ou subclínico
- 3:24ou acometendo os animais com alguma doença respiratória, né?
- 3:27Então, são doenças agentes, sejam bacterianos, sejam virais,
- 3:32que podem trazer um impacto tanto clínico pros animais.
- 3:37É aumentando, taxa de mortalidade aumentando.
- 3:43AA perda de performance desses animais e causando impacto na
- 3:48lucratividade da Granja. E também aqueles aquelas doenças
- 3:51sobre clínicas que a gente não enxerga no olho, né?
- 3:54Mas também está causando um impacto importante no rendimento
- 3:57desses animais. É, então, existem várias doenças
- 4:02que acometem os animais na parte respiratória.
- 4:05A gente chama a maioria delas aí envolvidas no complexo
- 4:09respiratório de suínos. Então a gente tem, por exemplo,
- 4:13as doenças virais, né? Como a influenza, como o próprio
- 4:16circo, vírus. A gente tem um micoplasma
- 4:18também, a gente super importante, que abre muitas
- 4:21portas para outras doenças, outras coinfecções.
- 4:24E depois a gente ainda tem as as outras enfermidades que a gente
- 4:29considera como bactérias biogênicas.
- 4:34E que podem estar cometendo também como a forma primária,
- 4:37mas também como uma coinfecção 11 infecção secundária, como é o
- 4:41caso da aptinobacilos pela opinião mônia pastorella
- 4:44glacerella estreptosus apinosus. Então tem uma série de de de
- 4:50bactérias e vírus aí que podem estar cometendo os animais e
- 4:53causa um impacto muito grande por isso.
- 4:56A importância da gente entender qual é o agente que está ali
- 4:59causando algum tipo de impacto na Granja, pra gente poder tomar
- 5:03as medidas de controle ou prevenção.
- 5:06Nossa, legal é você me falando aí esse Panorama das doenças
- 5:10respiratórias. Eu me lembrei de um outro
- 5:12episódio muito legal que tem aqui no nosso canal com o
- 5:15professor Luiz Guilherme. Quem não assistiu esse episódio
- 5:17corre lá, porque ele também lhe dá uma aula sobre doença
- 5:20respiratória e complementa, muita coisa do que a Juliana
- 5:23acabou de falar pra gente. Mas voltando pro tema de hoje.
- 5:26Então, assim, quando a doença tá na cara da gente, que a gente tá
- 5:29vendo o animal ali é com tosse, com dificuldade respiratória,
- 5:34com febre, com diminuição da produtividade lá dentro da
- 5:37Granja, fica fácil da gente desconfiar o que que tá
- 5:40acontecendo, né? E de repente, atrás de um bom
- 5:43diagnóstico laboratorial pra gente fechar realmente qual é o
- 5:47agente e ver qual ferramenta que a gente vai usar, tanto
- 5:50terapêutica quanto de profilaxia, né?
- 5:53Pra gente evitar a doença. Mas e como fica aquela coisa
- 5:56meio escondida, se a gente não tá enxergando ali na Granja,
- 6:00qual que é o ponto que a gente vai ver ao o que que tá
- 6:04acontecendo? Muito interessante essa
- 6:07abordagem, professora, porque é importante a gente sempre ter
- 6:10alguns indicadores, né? Indicadores de sanidade,
- 6:13indicadores de produção e fazer monitorias periódicas.
- 6:18É na Granja e no frigorífico pra que a gente consiga estabelecer.
- 6:23É qual que é o nosso objetivo? E se aqueles indicadores estão
- 6:27dentro do objetivo daquele histórico da Granja, né?
- 6:30Então quando a gente chama assim alguns indicadores de
- 6:33performance, como jap d conversão alimentar é.
- 6:39O próprio algum indicador de sanidade, como é o caso de de
- 6:42mortalidade, custos com antibióticos.
- 6:46Então são indicadores importantes pra gente monitorar
- 6:50na Granja e entender se tá tendo algum tipo de impacto
- 6:53subclínico, que é isso que você comenta.
- 6:55É além deles ainda alguns indicadores que podem nos ajudar
- 6:59a nível de frigorífico. Então é se a gente tiver alguma
- 7:03lesão, porque também tem muitos agentes que podem estar.
- 7:07Causando uma infecção crônica ou uma infecção subclínica?
- 7:10A gente não enxerga visivelmente na Granja algum sinal clínico,
- 7:15mas a gente vai visualizar lesões importantes no abate, né?
- 7:19Então, essas monitorias de abate também podem ser indicadores
- 7:22importantes que junto com os indicadores da Granja, podem nos
- 7:26levar a concluir que realmente a Granja está sendo acometida por
- 7:29algum agente subclínico que está causando uma doença subclínica.
- 7:34A ceva é um dos principais players no mercado de saúde
- 7:38animal, atuando com inovação e responsabilidade, buscando
- 7:42soluções de saúde inovadoras para todos os animais,
- 7:46contribuindo para o futuro de nosso diverso planeta, moldando
- 7:50cada solução de acordo com as necessidades e desafios do
- 7:54mercado consumidor e compartilhando conhecimentos de
- 7:57alta qualidade. Para não perder nenhuma
- 8:00novidade, siga as levas saúde animal no Instagram.
- 8:03Arroba cevas suínos, Brasil. Tá, então é isso, né?
- 8:09Não adianta a gente só procurar o animal doente, né?
- 8:13Oo animal que está manifestando aquele quadro, a gente tem que
- 8:16procurar também quem está escondendo da gente aquele
- 8:19quadro clínico, né? E que alguma coisa vai dar 11
- 8:24dica para a gente que a gente vai suspeitar.
- 8:25Então não é olhar só o animal, a gente tem que olhar o todo, né?
- 8:29É 11 visão muito mais global, a gente olhe para o animal vivo,
- 8:32OK? Mas também lá no abatedouro a
- 8:35gente vai fazer esse exame aí pós mortem e aí, como que é
- 8:38feita essa monitoria ao abate? Bom, isso já vem sendo feito há
- 8:44muito tempo, né? Que que o pessoal começa a fazer
- 8:47a gente há mais tempo atrás. Logo quando eu comecei AA
- 8:50trabalhar é no setor. Eu lembro que a gente fazia as
- 8:55monitorias com papel, né? A gente levava um papel, levava
- 8:59para o frigorífico é e classificava as lesões
- 9:03pulmonares. E aí de acordo com a literatura,
- 9:08então tem várias classificações diferentes que a gente pode
- 9:10fazer a pra entender a gravidade ou a severidade da lesão.
- 9:15E a gente classificava em formas de pontuação de lesão pulmonar.
- 9:20Então se colocava nesse papel. Depois desse papel, se passava
- 9:23para uma planilha em Excel e se calculava depois do índice de
- 9:27pneumonia, né? Então essa classificação, ela
- 9:30ela pode ser feita de acordo com a severidade ou o grau da lesão
- 9:35e depois vai te calcular os índices, né?
- 9:38Esse índice de pneumonia hoje em dia já existem algumas
- 9:43ferramentas, é totalmente automatizadas e que podem nos
- 9:48auxiliar. A classificar essas lesões, né?
- 9:51Então, essas lesões, elas podem ser classificadas, por exemplo,
- 9:55com o índice de madeck, que é um índice já muito conhecido de
- 9:59todos nós. Aonde ele classifica, ele divide
- 10:02os lóbulos, né? Dos dos 7 pulmões que a gente
- 10:06tem, os 7 lóbulos que a gente tem no, no, no animal.
- 10:09Então divide em 4 fragmentos iguais e classifica de acordo
- 10:15com a severidade da lesão. E aí com isso depois, no final,
- 10:19a gente consegue ter o índice de pneumonia, como eu comentei no
- 10:22início. Nossa, é, você está falando
- 10:25dessa questão do pessoal aí com um papel pra dentro do
- 10:27abatedouro, né? Eu também quando comecei lá
- 10:30atrás, né? Sinto formada há pouquinho
- 10:32tempo, né? Você sabe assim, né?
- 10:33Tem um ou 2 anos que eu tô formada.
- 10:35Mentira, né, gente, pouquinho mais.
- 10:37É, mas lá atrás eu brinco, a gente fazia que nem os incas,
- 10:40maias e as tecas, né? A gente IA com papel e com
- 10:42caneta, às vezes com lápis, que daí a caneta não quer funcionar
- 10:45lá dentro do abatedor, num ambiente muito úmido, aí o papel
- 10:48rasga. Nossa, era um fiasco, aquilo,
- 10:51né? Pra gente voltar com aquele
- 10:52papel melequento, né, pra dentro do do escritório e digitar
- 10:57realmente era um negócio que assim, hoje a gente ainda é
- 11:00importante que a gente faça, né, se a gente não tiver outra
- 11:02opção, mas. Né, 2025 a gente já tem umas
- 11:06ferramentas bem bem legais pra utilizar.
- 11:09E aí é a monitoria ao abate, ela é feita realmente, né?
- 11:14Há há muito tempo, mas aí o pessoal fica ainda com aquela
- 11:18questão na cabeça, né? Ah, eu estou fazendo 11
- 11:22avaliação clínica quando eu estou vendo o animal vivo, né?
- 11:25EE depois que ele já foi pra abate, aí já não é mais, entre
- 11:28aspas, problema meu, isso não é verdade, né?
- 11:31Porque assim essa monitoria ao abate.
- 11:34Ela é uma ferramenta de diagnóstico muito importante.
- 11:38Só da gente olhar é esse esse pulmão e fazer essa avaliação,
- 11:43mesmo que seja lá como a gente fazia antigamente, com papel e
- 11:46caneta e lápis, é o que que ela pode te responder.
- 11:49Esse índice é de lesão pulmonar. O que que ele tá te mostrando?
- 11:54É antes de deixa eu só comentar isso que você comenta é muito
- 11:57importante, porque a gente tem que lembrar que.
- 12:02Quando a gente trabalha com suínos ou com rebanho de suínos,
- 12:05a gente está trabalhando com a saúde populacional.
- 12:08A gente não trabalha com um ou 2 animais, né?
- 12:10A gente trabalha com o lote ou com os lotes, né?
- 12:13Então essa pergunta ela sempre vem também para nós, por que que
- 12:16eu vou avaliar um lote que já foi, já está no sacrifício, né?
- 12:20Eu não vou conseguir resolver e ter algum plano de ação para
- 12:24aquele lote, mas eu vou poder traçar um plano de ação para os
- 12:29lotes seguintes. Né?
- 12:31Então, claro, é uma medida preventiva para os lotes
- 12:35seguintes e o quanto que esse indicador ele pode correlacionar
- 12:39com os indicadores da Granja, né?
- 12:41Então isso é muito importante às vezes, quando a gente também faz
- 12:44alguma necropsia na Granja pra avaliar essas lesões pós mortem,
- 12:48né? Então eu não estou avaliando só
- 12:51aquele, por isso também não é o ponto agora da nossa conversa,
- 12:56mas eu acho importante a gente colocar a questão do
- 12:57diagnóstico, porque a gente não vai avaliar.
- 13:01O aquele, aquele único animal que a gente necropiciou, a gente
- 13:04vai pensar naquele lote. Por isso que no momento de
- 13:07escolher ou selecionar o animal que a gente vai necropsiar, tem
- 13:11que ser um animal que seja representativo, que esteja com
- 13:14sinal clínico ou com uma condição representativa daquele
- 13:18lote, que eu posso concluir que aquilo é o que está acontecendo
- 13:22na maioria dos animais que estão acometidos por aquela
- 13:24enfermidade, né? E quando a gente fala, né,
- 13:27nessa? É avaliação de de abate.
- 13:31A gente tem que pensar que a gente tá avaliando aquele lote
- 13:34todo, a gente não vai avaliar um ou 2 animais, mas a gente vai
- 13:38avaliar todo o lote pensando depois em correção para os lotes
- 13:43seguintes, né? Então isso é muito importante.
- 13:47É qual? Aí eu comecei a falar disso e
- 13:50perdi a tua pergunta. Não vamos voltar nesse ponto,
- 13:53porque é importantíssimo o que você falou?
- 13:55Porque muito isso mesmo, a pessoa acha que assim aquele
- 13:57lote chegou no abate, não há mais nada do que ser feito.
- 14:01É parcialmente verdade, né? Com aquele lote não tem mais
- 14:03nada que ser feito, né? Aquilo lá já já virou um produto
- 14:06final, só que aquilo lá representa a história do que
- 14:10está acontecendo na Granja desde o nascimento daqueles animais.
- 14:14Então, se aconteceu com aquele grupo, vai acontecer com os
- 14:18outros. Se você não mudar nada e mudar o
- 14:20quê? Aí a gente vai lá pra área que
- 14:22eu amo, que é epidemiologia, né? É você mudar os fatores de
- 14:26risco, é você identificar o agente para você fazer as
- 14:31medidas específicas contra aquele agente novamente, seja o
- 14:34tratamento de quem está doente, seja a prevenção.
- 14:37E aí também os meus alunos aqui na faculdade, às vezes eles
- 14:39ficam meio em dúvida, né? Porque a gente dá aula, coloca
- 14:42tudo junto ali, né? Eles falam mais quando que eu
- 14:45entro com cada coisa. Aí você tem que entender a
- 14:47doença. Você tá falando de uma doença
- 14:49ali que tem uma evolução em uma semana, ou uma doença que vai
- 14:51evoluir em 2 ou 3 meses, né, de forma crônica.
- 14:55E você de repente vamos pensar numa Granja de ciclo completo.
- 14:58Mas pra quem não é de ciclo completo também pensa nos
- 15:00sítios, né? Se você tem uma coisa que vem
- 15:02ali acontecendo desde as fêmeas da reprodução, passa pela
- 15:06maternidade, pela creche, crescimento e terminação.
- 15:09A ação que você vai tomar depende do ponto que esse animal
- 15:12tá. Se ele tiver, você acabou de ver
- 15:14a mamavate o problema. Ele provavelmente está se
- 15:17reproduzindo lá nos outros animais mais jovens, né?
- 15:19Que ainda vão chegar ao abate no futuro, uhum, então o pessoal lá
- 15:22de fim, crescimento, terminação, talvez até creche, vai precisar
- 15:27de tratamento, porque assim o quadro já está instalado e a
- 15:31galera que está lá mais para trás, entre aspas, né?
- 15:34Na produção, as fêmeas reprodutoras os leitõezinhos que
- 15:37ainda estão em fase ali de amamentação, comecinho de
- 15:39desmame. Você vai fazer a prevenção
- 15:42neles, então você vai procurar os fatores de risco que todo
- 15:45mundo está exposto e vai aplicar medida preventiva num grupo,
- 15:48medida terapêutica em outro, pra no futuro próximo ter um
- 15:52resultado diferente. Porque senão é aquele negócio.
- 15:55Você tem um carro, você está passando numa rua que tem um
- 15:57Monte de buraco ali, você fura um pneu, você rasga um pneu,
- 16:01você vai lá, troca o pneu e passa de novo na mesma rua que
- 16:04tem o mesmo buraco e vai furar outro pneu.
- 16:06Não adianta só trocar o pneu, você tem que tapar aquele buraco
- 16:09da rua também. Então você tem que ver aonde que
- 16:12está o problema e a melhor forma de você descobrir onde está o
- 16:16problema é começando pelas investigações, pelas monitorias.
- 16:20Então uma ferramenta de avaliação lá no abate já vai te
- 16:24dar um sinal, né? Se você está vendo uma lesão
- 16:27ativa, uma lesão cicatrizada, o que que você está vendo ali para
- 16:32você começar a desconfiar da onde está o seu problema, para
- 16:35você tomar a sua ação? Então é é um trabalho de
- 16:39investigação mesmo. É isso.
- 16:41Isso que você comenta é muito importante.
- 16:42A gente costuma, inclusive, a usar as luzinhas do semáforo,
- 16:47né? O verde, amarelo e vermelho.
- 16:49Então, baseado nesses indicadores de abate e baseado
- 16:53também no histórico da Granja, a gente vai entendendo como,
- 16:57porque assim, quando a gente faz é.
- 17:00Esse tipo de monitoria a gente tem que entender também, Ah, o
- 17:04que que a gente está comparando, né?
- 17:06Eu tenho que comparar maçã com maçã, pera com pera.
- 17:09Eu não posso comparar, por exemplo, a Granja que eu estou
- 17:12avaliando com uma Granja, por exemplo, que é livre de
- 17:15micoplasma, né? Não posso comparar, então eu
- 17:19tenho que comparar a Granja baseado primeiro no histórico
- 17:23dela, né? Então, por isso que essas
- 17:25monitorias, elas têm que ter uma rotina.
- 17:27A gente tem que fazer com 11 certa periodicidade.
- 17:31E também eu posso comparar como está minha Granja com as granjas
- 17:36que estão situadas na mesma região, né?
- 17:39Por exemplo, se é uma região que ela está, é com um desafio alto
- 17:44de APP. Por exemplo, eu vou comparar
- 17:47minha Granja, o status da minha Granja de acordo com a situação
- 17:51da minha região, né? Já outras granjas que, por
- 17:55exemplo, não tem esse desafio. Provavelmente elas têm.
- 17:58Elas deveriam ter índices indicadores de APP com lesões
- 18:03compatíveis com APP mais baixo, né?
- 18:06Então é importante também a gente entender com o que que a
- 18:09gente vai comparar essas monitorias, né?
- 18:12Isso é importantíssimo. Então por isso que a gente
- 18:14também usa esses essa a luz de semáforo, né?
- 18:16Então Oo vermelho é aquele ponto de atenção total de risco que a
- 18:22gente precisa intervir no próximo lote.
- 18:25Tem que mudar. Então, como você comentou,
- 18:27ajustar os fatores de risco, de repente alterar o programa que
- 18:31tá se usando pra determinados agentes, é programa de controle,
- 18:35programa preventivo, enfim, o amarelo, aquele ponto de
- 18:37atenção. OPA, tá, a gente tem que cuidar,
- 18:41né? Vamos monitorar, vamos continuar
- 18:43monitorando, vamos correlacionar com os outros indicadores de
- 18:46performance da grande e o verde é aquele que a gente ó, tá ok?
- 18:51Continuamos monitorando, por enquanto tá controlado.
- 18:54E a gente vai seguir aqui com com esse programa, né?
- 18:59Então é muito para mim, é é muito, muito visível isso.
- 19:02Quanto mais inspeção ativa a gente faz uma rotina periódica,
- 19:09essas monitorias, mais informação a gente consegue ter
- 19:13depois. Para comparar a própria Granja,
- 19:15né? É?
- 19:16É sair um pouquinho ali da zona de conforto, né?
- 19:20E o que eu vejo em algumas granjas, sim, é que a pessoa sei
- 19:23lá. Há 10 anos atrás ela teve um
- 19:26surto de alguma doença, é, vamos colocar que respiratória.
- 19:30Ela Foi na época investigou e encontrou um agente, dentre, sei
- 19:34lá, centenas de agentes que existem e encontrou um e aí ela
- 19:38acreditou, né, naquilo e fez o tratamento e procurou o fator de
- 19:41risco e melhorou a situação. Passaram.
- 19:43Se 10 anos dá um outro surto de doença respiratória e doença
- 19:47respiratória, o sinal é sempre igual, né?
- 19:49Vai ser tosse, vai ser mortalidade, vai ter lesão em
- 19:52pulmão, enfim. E ela acha que é aquele mesmo, a
- 19:55gente. Ela não vai atrás de fazer o
- 19:56diagnóstico pra ver que mudou, não é mais aquilo ou ou pode até
- 20:00ser o mesmo agente, mas aquele agente também evoluiu naqueles
- 20:0310 anos, tá totalmente diferente.
- 20:05Então o pessoal tem que sair da zona de conforto e tem que ver
- 20:08qual que é o custo disto dentro da produção, porque assim você
- 20:12fazer um diagnóstico bem feito, é uma coisa que assim parece que
- 20:16é caro, mas quando você coloca ali na No No total do impacto,
- 20:21você vai ter. É, é troco, é pouco dinheiro.
- 20:25É que a pessoa já está perdendo dinheiro ali, com mortalidade,
- 20:28com alterações lá no abate. A pessoa já está chateada, né?
- 20:31De ter que gastar dinheiro com isso ainda.
- 20:33Mas é super importante. O swinocast só é possível
- 20:37através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a
- 20:40educação continuada na suinocultura brasileira, DSM
- 20:44firminish, moldando o futuro dos cuidados com suínos.
- 20:47Novos líder em soluções de nutrição inteligente para o
- 20:51crescimento dos negócios na produção de proteína animal.
- 20:54Polinutre nutrição animal. Juntos vamos mais longe.
- 20:59Novo anesis transformando o mundo através da biologia.
- 21:02PPG vet o programa de pós graduações que prepara você para
- 21:07ser um profissional disputado no mercado veterinário.
- 21:11E aí assim, já que a pessoa está chateada, ela está criando
- 21:13facilidade, né, porque ela já está com problema para resolver.
- 21:17É fazer aquela monitoria, né? Que nem os incas, maias e as
- 21:20tecas, né? Que você IA lá com o papel, IA
- 21:22combatedouro, anotar tudo pra depois planilhar.
- 21:25A gente vê que assim é muito útil, é muito importante, mas a
- 21:28pessoa já está cansada, a equipe já está meio frustrada.
- 21:31A gente tem ferramentas hoje mais modernas, mais ágeis, pra
- 21:35conseguir fazer esse monitoramento, não tem.
- 21:37Isso, isso, isso é Superinteressante porque.
- 21:41O mundo ele vai evoluindo, né? A tecnologia tá aí pra gente
- 21:45poder usar a nosso favor. EEEO mundo ele ele anda tá cada
- 21:51vez mais rápido, né? As coisas são cada vez mais
- 21:53rápidas. As respostas que a gente precisa
- 21:56ter tem que ser mais rápidas, né?
- 21:59Então a gente precisa. Também ter ferramentas que
- 22:04possam nos auxiliar justamente nesse mundo que a gente tá.
- 22:08Então a gente precisa se adaptar a isso, né?
- 22:10Então, como você comentou antes, a gente precisava planilhar
- 22:13tudo. Vinha aquele papel cheio de
- 22:15sangue, né? Às vezes tudo borrado, às vezes
- 22:18alguma informação que a gente colocou já não consegue mais
- 22:20enxergar, planilhar, montar os gráficos, montar o relatório.
- 22:25Então hoje em dia já existem aplicativos.
- 22:29Que a gente baixa no celular ou no tablet, leva esse celular pra
- 22:34dentro do frigorífico e já coloca informação no aplicativo,
- 22:40então, depois que terminou de fazer toda a inspeção, o próprio
- 22:44aplicativo já te gera o gráfico, já te gera o reporte, já te faz
- 22:49os comparativos com o histórico que foi feito ao longo do tempo
- 22:55e você já consegue enviar essa informação?
- 22:57Pro teu grupo de estudo, teu grupo de pesquisa, teu grupo de
- 23:00trabalho, né? para as pessoas que estão
- 23:03envolvidas com as ações referente a melhoria do status
- 23:09sanitário, respiratório, do do rebanho, da da sua cooperativa,
- 23:13da sua indústria, enfim, é pra poder ter as discussões
- 23:16internas, depois é e entender como vão esses indicadores
- 23:20então? Tá cada vez mais fácil, tá cada
- 23:23vez mais prático a gente poder utilizar esse tipo de ferramenta
- 23:28a nosso favor, né? Então, mais uma vez é um
- 23:31indicativo que ele veio para ficar.
- 23:34Cada vez mais as granjas estão fazendo e ele deve ser usado
- 23:38junto com outros. Isso é importante falar, ele
- 23:40deve ser usado junto com outros indicadores, né?
- 23:44Ele sozinho tem que ter muito cuidado, assim como qualquer
- 23:47outra ferramenta de monitoria de diagnóstico, né, porque?
- 23:51Ele vai nos indicar se aquele lote ou aqueles lotes estão com
- 23:55mais lesão ou menos lesão pulmonar, mas ele não.
- 23:59Ele vai te indicar, inclusive, se tem alguma lesão sugestiva de
- 24:03algum agente. Mas eu preciso é confirmar via
- 24:07laboratório o diagnóstico final de qual a gente que está ali
- 24:11causando aquela situação, né? Então são várias ferramentas que
- 24:15a gente precisa utilizar para chegar no diagnóstico final e
- 24:19poder tomar as medidas. É de ação pra conseguir melhorar
- 24:24esses indicadores. Nossa, maravilhoso é, e é isso
- 24:28que você falou é muito importante, a pessoa tem que
- 24:29usar aquilo como uma ferramenta auxiliar, né?
- 24:32É como você tá protegendo a tua casa, você coloca câmeras ali,
- 24:35né? Nem toda a imagem que aparece na
- 24:37câmera vai te fechar. O que que tá acontecendo?
- 24:40Você vai ter que olhar outras informações, né?
- 24:43Você vai ter que é entender o cenário de uma forma mais ampla,
- 24:48mas é sempre uma ferramenta. A mais e aí você falou de é que
- 24:51existem aplicativos que você coloca no celular, no tablet, a
- 24:55Serra tem alguma coisa nesse sentido?
- 24:58A Serra tem a serva é desenvolveu um aplicativo que
- 25:01chama CLPA sigla ou serva lan program.
- 25:05É um aplicativo de muito fácil uso, fácil acesso.
- 25:10Qualquer pessoa pode baixar, depois a gente garante o acesso.
- 25:14Aquela Granja é específica porque todas as informações que
- 25:18são colocadas ali são extremamente confidenciais.
- 25:21É então, por exemplo, se alguma Granja pretende utilizar o
- 25:25aplicativo, ela vai ter acesso às monitorias da Granja dela,
- 25:30né? Ela não vai ter acesso à
- 25:31monitoria ou aos resultados de outras granjas.
- 25:35E ela também vai ter acesso com comparativo com a média
- 25:40nacional, para ela entender como ela está.
- 25:44Em termos do país ou em termos da própria Granja, porque às
- 25:48vezes a gente tem, por exemplo, cooperativas ou indústrias ou
- 25:53algumas granjas que tem várias unidades.
- 25:56Então a gente consegue comparar como vai aquela Granja,
- 26:01dependendo da unidade que a gente está trabalhando, né?
- 26:04Então dentro desse aplicativo da Serra, que chama Serra
- 26:07lamprogram, é a pessoa baixa o aplicativo.
- 26:12Começa a utilizar a ferramenta ferramenta, começa a trazer
- 26:16informação e eles começam a utilizar essa informação nas
- 26:20suas reuniões internas, comparando também com outros
- 26:23indicadores, como eu comentei no início, e os reportes?
- 26:26Eles vêm já automatizados. Pra pra você ter ideia,
- 26:29professora, já é uma ferramenta já tão estabelecida é que que
- 26:34que está sendo usada em praticamente todo mundo.
- 26:38Do ano passado, em 2024, foram avaliados mais de 1000600
- 26:43pulmões. Então é um número perdão isso em
- 26:47América Latina, América Latina foram avaliados mais de 1000600
- 26:51pulmões, então é um número extremamente alto.
- 26:55Ou seja, tem um banco de dados bastante robusto.
- 26:59E quanto maior o número de dados que a gente tem, mais fidedigno
- 27:03é aquela informação, mais real é aquela informação.
- 27:06Então a gente consegue fazer mais comparações, né?
- 27:09Então, como eu comentei lá no início, a gente consegue
- 27:11comparar como vai a Granja, baseado no histórico dela.
- 27:15Por isso é importante ter uma rotina.
- 27:18Mas também como vai a Granja, comparando ela com as granjas
- 27:21que estão na região. Então, mais ou menos esse
- 27:23trabalho que a serva costuma desempenhar.
- 27:27Então tanto AO departamento técnico da serva, que também faz
- 27:30esse trabalho nos frigoríficos. Como também se alguma Granja tem
- 27:34interesse em fazer dentro da sua, da sua indústria, da sua
- 27:38Granja, tem a possibilidade também dela mesmo fazer.
- 27:42Nossa, muito legal, porque assim eu falo pra todo mundo aqui na
- 27:46faculdade que a gente só consegue chegar num lugar se a
- 27:49gente sabe qual que é a meta, né?
- 27:50A gente falou é eu, eu quero chegar num lugar.
- 27:53Eu preciso saber o endereço, né? Preciso saber pra onde eu tô
- 27:55indo. EE às vezes as pessoas ficam
- 27:57correndo em círculos e não sabem nem pra onde que estão indo
- 28:00quando a gente tem esses dados. Porque assim eu ouço às vezes o
- 28:03pessoal falar, Ah, mas é chato ficar olhando gráfico, ficar
- 28:06olhando planilha, tá? Pode não ser tão divertido
- 28:09quanto um churrasco, por exemplo, mas é importante porque
- 28:12aqueles números, aqueles gráficos vão te mostrar aonde
- 28:16você está. É como se fosse um mapa.
- 28:18Você vai ver aonde você está e aí você pode projetar onde você
- 28:20quer chegar. Você fala, nossa, eu estou com
- 28:22essa produtividade, eu quero aumentar tanto ou estou com essa
- 28:25perda? Quero diminuir essa perda.
- 28:27Você só sabe mensurar se vai aumentar ou diminuir alguma
- 28:30coisa. Se você tem o número de hoje,
- 28:31você não sabe para onde você está indo.
- 28:33Acho que é uma ferramenta muito útil, muito legal para o pessoal
- 28:36começar a usar hoje para Granja, porque aí daqui 6 meses talvez
- 28:42já tenha aí algum cenário para estudar e tomar decisões além de
- 28:466 meses. Mas é um número real isso ou até
- 28:48menos tempo. Precisa de mais tempo para fazer
- 28:50essa avaliação. É na realidade, como que a gente
- 28:52costuma fazer a gente. É importante também a gente
- 28:55avaliar. Vários lotes.
- 28:57A gente tem que lembrar que um lote, quando ele é carregado pro
- 29:01frigorífico, ou melhor, quando um caminhão é carregado pro
- 29:05frigorífico, esse caminhão ele não enche o lote inteiro, né?
- 29:09Ainda ficam animais. Normalmente os animais que são
- 29:12carregados por primeiro são os animais que adoeceram menos.
- 29:17Se esses animais adoeceram, porque eles ganharam peso mais
- 29:20rápido, né? Então, normalmente carregam os
- 29:22animais mais pesados, os animais mais pesados normalmente adoecem
- 29:25menos. Se eles adoecem menos, prova
- 29:28ainda, gente, eles vão ter menos lesão.
- 29:30Então é um cuidado que a gente tem que ter de avaliar vários
- 29:33lotes e fazer uma média desses lotes que a gente avaliou,
- 29:37porque ao inverso também pode acontecer.
- 29:38Às vezes a gente pode ir avaliar no frigorífico, o último, o
- 29:42último caminhão que foi carregado da grande, então a
- 29:45gente já vai ter um IP muito mais alto, né?
- 29:48Então, por isso é importante a gente ter uma média.
- 29:50Normalmente a gente costuma aí avaliar 23.
- 29:54Fazer 3 avaliações faz uma média dessas 3 avaliações, pode ser
- 29:58uma por mês, pode ser 2 por mês, dependendo da rotina que você
- 30:01quer usar isso. E aí a partir dessa informação
- 30:05já pode começar a. Traçar um plano pra os fatores
- 30:10de ajuste, né? Agora, se a gente já tem um
- 30:13histórico, por exemplo, se eu tenho um histórico lá que você
- 30:16tem, não sei, 4045 por cento de lesão, de consolidação, lesão
- 30:21broncopneumônica, né? E aí eu faço uma avaliação
- 30:26naquela mesma Granja e ela já deu 80%, então subiu muito.
- 30:32Então já é OPA, já é no meu semáforo lá, a luz vermelha.
- 30:35Deixa eu ir lá ver o que está acontecendo.
- 30:37Então a gente volta pra trás, a gente revisa os protocolos de
- 30:41vacinação, ver como é que está sendo feita a vacina, ver como é
- 30:45que está o status de imunidade do plantel, como é que está o
- 30:49status das fêmeas. A gente começa aí um ponto muito
- 30:53importante de atenção pra gente voltar e entender o que que está
- 30:57acontecendo na Granja, pra então corrigir se tiver que fazer
- 31:02alguma correção. Nossa, maravilhoso.
- 31:05EE acho que é importante ter essa continuidade, né?
- 31:09Ao longo do tempo que aí você vai ver até influência sazonal
- 31:12nisso, né? A pessoa fala, Ah, acontece mais
- 31:14vezes respiratório em tal época do ano, você vai ver se na tua
- 31:17Granja aquilo é uma verdade ou se está acontecendo o ano
- 31:19inteiro mesmo sem controle. É e aquilo que você falou, né?
- 31:24Vai te dar sinais para você buscar outras coisas, para você
- 31:26desconfiar da onde que pode estar o gargalo, da onde pode
- 31:30estar o problema para você tomar as ações, nossa, muito bom.
- 31:35É, eu acho que é isso mesmo. É investigar, é pensamento
- 31:38crítico e usar a tecnologia ao nosso favor.
- 31:41Tem um pessoal aí com medo da inteligência artificial e assim
- 31:46eles estão vindo pra servir a gente, né?
- 31:48Pra gente ter tempo pra pensar na, na, na parte mais complexa,
- 31:54deixar o serviço repetitivo e chato.
- 31:57Na mão dos aplicativos, na mão dos computadores, pra gente
- 32:00poder fazer uma reunião crítica de verdade, eu acho que uma
- 32:03ferramenta como essa só vem ajudar.
- 32:06Maravilhoso. Eu costumo falar muito sobre
- 32:08isso. É, a gente tem que usar essa
- 32:11tecnologia ou essa inteligência artificial a nosso favor.
- 32:14A gente tem que ter muito cuidado pra não ficar refém, mas
- 32:16a gente tem que usar a nosso favor e ela tá aí e a gente vai
- 32:20precisar usar, vai? Precisa se adaptar.
- 32:22É e utilizá la mesmo na nossa, no nosso dia a dia, no nosso
- 32:26cotidiano, seja na vida, na nossa vida pessoal também.
- 32:30E na profissional. Ela tá aí justamente pra nos
- 32:32facilitar pra que a gente possa então desviar um pouco as nossas
- 32:37atribuições pra outras tarefas que realmente precisa, né?
- 32:42Da da nossa atenção pro 100%, né?
- 32:46Muito bom, muito bom mesmo. Acho que cobrimos muito bem o
- 32:50assunto aqui. Quem tiver de olho nas doenças
- 32:53respiratórias, agora tem mais uma ferramenta pra poder
- 32:56agilizar o serviço lá na Granja, aí no batedouro, e se quiser
- 33:01passar um recado final que o pessoal fica à vontade.
- 33:05É não que eu fico muito feliz a gente poder estar conversando,
- 33:11ter esse espaço pra conversar. É EEE, os profissionais que vem
- 33:15conversar aqui também com vocês, trazer um pouco do que está
- 33:18desenvolvendo. Seja no campo, seja no
- 33:20frigorífico. Acho que é uma educação
- 33:22continuada que a gente chama importantíssimo, de fácil
- 33:25acesso, né? É?
- 33:27Qualquer pessoa pode se conectar, assistir no seu
- 33:31momento, né? Seja em casa, seja num
- 33:34deslocamento, enfim. Então é uma ferramenta, é muito
- 33:38bacana para o pessoal, então só agradecer mesmo o convite EE
- 33:42ficar aí também, a gente vai com certeza assim nos eventos aí da.
- 33:47Do setor, né? O nosso, o nosso meio é muito
- 33:49pequeno, a gente se conhece todos, né?
- 33:51Então também AA disposição também.
- 33:54Para quem quiser conhecer um pouco mais, a ferramenta é
- 33:57contatar departamento técnico para poder trazer as informações
- 34:00com mais detalhes. Muito bom.
- 34:04E com isso, então vamos encerrando esse episódio que foi
- 34:07maravilhoso. Eu espero todos vocês lá no
- 34:10nosso canal assistindo todos os nossos episódios e espero vocês
- 34:14para o próximo até mais.