Latest / Entre Chaves / Por que adotar (ou não) o ADR no meu projeto?
Transcript
- 0:02Eu Acredito? Que tem que ir para uma Dr
- 0:04quando começa uma discussão muito grande.
- 0:06Então, por exemplo, a escolha da arquitetura em si, arquitetura
- 0:09em camadas ou outra arquitetura, não precisaria isso fosse um
- 0:13consenso geral. Então só uma documentação
- 0:15explicando essa arquitetura é ok.
- 0:18Agora, quando tem uma discussão muito grande de quais motivos
- 0:21para qual, aí eu acho que tem que levar para esse tipo de
- 0:24documentação para entender porque que houve uma discussão
- 0:27em primeiro lugar. Então que nem você falou da
- 0:29indentação, isso iria mais pra um cardline de de nem de
- 0:33variável ou coisas assim. E a arquitetura poderia ser só
- 0:36documentação. Então Eu Acredito que é quando
- 0:39surge essa discussão maior. Talvez acrescentando, colocaria
- 0:42também coisas que não são tão óbvias.
- 0:45Por exemplo, eu tenho uma tabela, por algum motivo ela ela
- 0:48tem a terceira forma normal aplicada, mas por algum motivo
- 0:51ela tem uma coluna que é redundante, parece trivial, mas
- 0:54assim, se existe uma normalização naquela tabela, eu
- 0:57eu vou queixar. Se tornar.
- 0:58Se eu ver uma duplicação e às vezes eu posso, eu mesma, sem
- 1:01querer, remover uma duplicação e eu travar 11 consulta e essa
- 1:05consulta levar parar de funcionar, sei lá.
- 1:08Por conta disso, acho que coisas não óbvias, não triviais.
- 1:10Acho que seria interessante coisas esquisitas.
- 1:13É igual? Esse eu acho.
- 1:16Que esquisito. É a melhor palavra?
- 1:18É. Não necessariamente é ruim, mas
- 1:20uma coisa é diferente do que. Tá no normal ali.
- 1:24Que todo mundo tá acostumado a ver, né?
- 1:25O que vai chamar atenção e falar, espera aí, tá um de
- 1:27errado aqui. Entende.
- 1:29Não de errado, mas tem algo que é um padrão que eu não.
- 1:31Reconheço o que é diferente de débito técnico, né?
- 1:33Exatamente. Tem um débito técnico, você vai
- 1:35lá? Não, cara.
- 1:35A gente sabe que isso aqui não é um código que tá tão bom e tal.
- 1:37A gente entende algumas coisas assim, EE vai, né?
- 1:41Mas é. Débito técnico tem que ir pro
- 1:43tem que ir pro gira, né? Exatamente, principalmente
- 1:44porque débito do técnico você costuma achar nos nos nos
- 1:48acompanhamentos de projeto, né? Essa gira Azure debops ou o que
- 1:50que seja, esqueci o nome desses sistemas?
- 1:52Mas, enfim, é algo assim. Pessoal, o que que vocês
- 1:55consideram uma má prática de de ADR?
- 1:58Ser prolix burro. Acho que a questão do ADR é você
- 2:02ser o mais claro e você ser o mais direto possível do que você
- 2:07tá pensando, pra justamente facilitar a discussão, assim,
- 2:12não não destoar muito do tópico mesmo, levar a discussão pra
- 2:16aquela decisão daquela, por exemplo, de uma tecnologia.
- 2:19X tipo aquilo que eu comentei, ele falei.
- 2:22Que eu perguntei, né? Não é pra ser uma redação do
- 2:24Enem então, né, é só pra falar cara, é isso, é isso por causa.
- 2:27Disso, por causa disso, a confiança do time assim e foi
- 2:31considerado pensando nisso, nisso e aquilo.
- 2:34Legal você ser direto. Essa sim, acho que é a base da
- 2:37Dr. Boa. Talvez seja um pouco abstrato,
- 2:39mas é. Eu já lidei com uma situação em
- 2:42que a gente teve um randover de um projeto, né?
- 2:44Um time que absorveu um projeto de outro time.
- 2:47E tinha 11 lista de ADRs nesse projeto, mas eu senti sabe que
- 2:54faltou detalhe de contexto, que tudo bem, é importante você não
- 2:57ser prolixo, mas é você bate o olho ali e você, beleza, quer
- 3:02entender um pouco mais Oo contexto daquela decisão?
- 3:06E aí não tem, só tem informações que são são ali soltas e eu
- 3:11senti que não foi muito útil. Sabe que eu precisei de pegar um
- 3:14contexto antes para entender o porquê que.
- 3:16Aquela decisão foi necessária, que problema aconteceu?
- 3:20Que essa decisão foi necessária, sabe?
- 3:22Então acho que é um trade off, né?
- 3:23Você não pode ser prolixo, mas eu acho que é legal você seguir
- 3:26essa pirâmide invertida e colocando alguns detalhes, ou
- 3:29até você linkando um a Dr no outro, né?
- 3:32Eu acho que isso é é uma. Prática também, entendendo assim
- 3:38se vai criar uma nova discussão a partir de uma Dr, avaliar se
- 3:42aquilo compensa mesmo virar uma Dr ou.
- 3:45Ou se descarta ou se vai para uma guideline mais nesse
- 3:49sentido, facilitando mesmo as discussões e não tornando aquilo
- 3:53uma coisa muito difícil de ler. Algo muito complexo é ter esse
- 3:56Balanço mesmo tanto da da descrição, não tão assim,
- 4:01extremamente detalhada, mas não algo tão, tão simples.
- 4:04Né? Legal.
- 4:05Eu acho que entra muito aquilo que você falou, né, Júlia?
- 4:08Tipo, cara, se algo não tá dando discussão, não tem porque ser
- 4:10uma Dr também, sabe? Então eu participei de um
- 4:12projeto também, que o pessoal falou, Ah, não vamos discutir,
- 4:14fazer ADR. Então cada um do time ficou responsável por um ADR.
- 4:17Então cada um ficava dentro daquele seu contexto e fazia
- 4:19aquilo. E nas deles a gente só falava,
- 4:22Ah, ouvi essa parte, ouviram depois, mas fiz essa parte da
- 4:24Dr. Eu fiz essa Dr, não sei o que tipo assim, depois que
- 4:27aquela pessoa tinha meio que definido, aí ela chegava e pedia
- 4:30para o pessoal. Comentar alguma coisa?
- 4:32Geralmente o pessoal só Ah, OK, então não tinha discussão.
- 4:35Era basicamente a definição arquitetural é que virava tipo
- 4:37uma Dr para tudo. Aí tinha uma cambada de ADR lá
- 4:40Na Na lista do do guet. Lá é perde a motivação da Dr,
- 4:43que é documentar as decisões em grupo, né?
- 4:46Não é só a pessoa fazer. E às vezes, levando até essa
- 4:49questão da falta de contexto, né, que a Rafa vivenciou, não
- 4:52tendo uma discussão ali, esse tipo de coisa.
- 4:54Eu acho que muito da Dr é você ser conciso e você levar a
- 4:59discussão. Acho que é.
- 5:00Principal assim é a é a base de tudo.