Latest / Rádio Livre com Nonato Lima / Programa Rádio Livre - 23 de setembro de 2025
Transcript
- 0:00A universitária FM apresenta rádio livre conversando nas
- 0:05ondas do rádio. 7 horas e 27 minutos.
- 0:21A gente tá no ar pra se informar, saber o que é que há
- 0:25pra se ajudar, a gente tá no ar pra se comunicar.
- 0:30A gente está no ar pra se divertir, pra falar eu vim pra
- 0:33dançar e pra ficar feliz, pra ser livre, rádio, livre rádio,
- 0:40livre. Os destaques do rádio livre
- 1:12desta terça-feira 23/09/2025 um estudo comprova que o sistema
- 1:20único de saúde realiza 6 em cada 10 exames de imagem no Brasil.
- 1:28Presidente Lula chama a manifestação do domingo de
- 1:31espetáculo da democracia e hoje Lula faz o seu pronunciamento na
- 1:35assembleia geral das Nações Unidas às 10:00.
- 1:40Procuradoria geral da República denuncia Eduardo Bolsonaro ao
- 1:43Supremo Tribunal Federal e afirma que a investigação sobre
- 1:46o tarifácio continua. Entrevista no programa de hoje
- 1:52com o professor da Universidade Federal do Ceará Manoel Andrade
- 1:54neto, é sobre o prece, um movimento baseado na cooperação
- 1:59e na solidariedade que levou mais de 500 jovens para a
- 2:04universidade. Rádio livre apresentação, Nonato
- 2:14Lima. Bom dia você que nos acompanha o
- 2:18rádio livre aqui ao vivo da universitária FM, nossos
- 2:22cumprimentos também para você que nos acompanha no podcast
- 2:24rádio livre com Nonato Lima nas principais plataformas de
- 2:28podcast. O presidente Lula afirmou ontem
- 2:35que as manifestações do domingo contra a PEC da bandidagem e
- 2:40contra a tentativa de anistia a condenado pelo golpe foram um
- 2:44espetáculo de democracia. Em pronunciamento durante
- 2:48compromisso Internacional, o Lula saudou a adesão popular e a
- 2:52presença de artistas. Segundo o Lula, o engajamento
- 2:56nas ruas reforça o compromisso do paÃs com a justiça e com a
- 3:00defesa das instituições. Em meio ao debate sobre mudanças
- 3:05constitucionais, de acordo com balanços citados pelo governo,
- 3:0933 cidades registraram atos, incluindo todas as capitais.
- 3:17Lula comparou as mobilizações de domingo a momentos históricos,
- 3:20como redemocratização, nos anos 70, e o movimento diretas já,
- 3:26nos anos 80. Aliás, o presidente Lula vai
- 3:30estar nos Estados Unidos. E vai fazer logo mais, Ã s 10:00,
- 3:35o seu pronunciamento na assembleia geral das Nações
- 3:38Unidas. Ã a primeira viagem de Lula
- 3:41depois que a ditadura Trump começou lá nos Estados Unidos,
- 3:44em janeiro. O ministro da saúde, o Padilha,
- 3:48não pode ir porque o modelo ditatorial do governo dos
- 3:52Estados Unidos não permite o acesso de uma pessoa que
- 3:55participou da criação de um programa que levava médicos e
- 3:59médicas. A todas as comunidades do paÃs.
- 4:03Padilha foi foi foi punido pelos Estados Unidos porque ajudou a
- 4:09criar o programa mais médicos e mais médicas.
- 4:14Aliás, os Estados Unidos estão condenando é ministros do
- 4:20supremo, autoridades brasileiras alegando que os direitos humanos
- 4:25estão estão sendo desrespeitados pelo Brasil e por essas
- 4:28autoridades? Ã exatamente.
- 4:30A ditadura Trump associado com Netanyahu, de Israel, que faz o
- 4:35genocÃdio contra o povo palestino, que está se arvorando
- 4:39de defensor ou defensores dos direitos humanos?
- 4:457 e 32 o estudo divulgado ontem mostra que o sistema único de
- 4:54saúde realiza 6 em cada 10 exames de imagem no paÃs.
- 5:00Levantamento citado pela agência Brasil considera radiografias,
- 5:05ultrassonografias, tomografias e ressonâncias.
- 5:08Nesse levantamento que foi feito, segundo o relatório, a
- 5:11rede pública responde pela maior parte dos atendimentos,
- 5:15sobretudo em municÃpios do interior, e convive com desafios
- 5:19de oferta. Né?
- 5:20Também tem filas, manutenção de equipamentos, há variação de
- 5:24região para região. Há uma dificuldade de atender,
- 5:27mas olha aÃ, são 6 em cada 10 exames feitos pelo sistema único
- 5:33de saúde, que é universal. Não é o atendimento, é
- 5:36universal. O os autores desses estudos
- 5:40informam que o acesso aos exames influencia o diagnóstico e o
- 5:44tratamento em áreas como oncologia, cardiologia e
- 5:48ortopedia. A disponibilidade de
- 5:50equipamentos e profissionais capacitados permanece desigual.
- 5:54Com a concentração de recursos em capitais e os polos maiores
- 6:00dos estados, o estudo sugere substituir aparelhos antigos,
- 6:04ampliar contratos com prestadores de serviços e
- 6:07investir em telelaudos para reduzir deslocamentos.
- 6:12Também recomenda padronizar protocolos e fortalecer a
- 6:15regulação para evitar a repetição desnecessária e
- 6:19otimizar a ocupação de agendas. Uma coisa importante.
- 6:23Os planos de saúde estão é fechando cada vez mais o acesso
- 6:27dos próprios, das pessoas que pagam o plano, não é?
- 6:30Há exames, então exames simples estão passando por um processo
- 6:36de demora e às vezes negativa de atendimento.
- 6:41Certamente que isso vai impactar no sistema único de saúde.
- 6:45Agora, se você tem algum exame pendente.
- 6:48E o plano de saúde não cumpriu o prazo porque está sendo prazo,
- 6:51assim, 10 dias, 20 dias ou a negativa do exame.
- 6:54Ora, se o médico passa o exame ou a médica passa o exame
- 6:58justificado, é preciso levar em conta o trabalho do do
- 7:02profissional. A gente já sabe que alguns
- 7:05planos de saúde, se não todos, né, estabelecem restrições aos
- 7:09médicos em relação à recomendar exames.
- 7:12Então já existe isso. Agora está piorando a situação.
- 7:17Há um controle de exames, então sai a sai AA pré senha, como ele
- 7:22chama pré autorização, aà vai para uma auditoria e haja
- 7:27demora. Quando não vem a negativa, aà só
- 7:30tem um recurso, né? Apelar para denunciar a agência
- 7:33nacional de saúde suplementar, buscar os órgãos de defesa do
- 7:37consumidor, etcetera e tal. Mas o fato é que essa atitude do
- 7:41sistema. Privado de plano de saúde vai
- 7:43impactar também no SUS, que já faz 6 de cada 10 exames de
- 7:47imagem no paÃs. O procurador geral da República,
- 7:53Paulo gonet, informou ao Supremo Tribunal Federal que é a
- 7:56denúncia apresentada contra o deputado Eduardo Bolsonaro e o
- 8:00blogueiro Paulo Figueiredo, que estão nos Estados Unidos.
- 8:03Essa denúncia tem a ver com com a ação no curso do processo.
- 8:08E não encerra as investigações sobre o chamado tarifácio, como
- 8:12ficou conhecida a campanha por sanções dos Estados Unidos
- 8:16contra o Brasil e contra autoridades brasileiras,
- 8:19principalmente do Supremo Tribunal Federal.
- 8:22Mas agora eles incluÃram o advogado geral da união,
- 8:24incluÃram a famÃlia do ministro Alexandre de Moraes, incluÃram o
- 8:28ministro da saúde, enfim, a ditadura de Trump está fechando
- 8:31as portas para o Brasil. Essa manifestação da PGR é.
- 8:37Foi enviada na segunda-feira, ontem, portanto, junto com
- 8:40documentos que detalham as linhas de apuração em andamento.
- 8:44Essa decisão da PGR, procuradoria geral da República,
- 8:47vai ser informada à Câmara dos deputados só para entender o que
- 8:52está acontecendo hoje. Se ficar em vigor, o que a
- 8:56Câmara está querendo é um caso como esse.
- 9:00Não, não andaria mais, né? Ficaria proibido de
- 9:03investigação, processo, inquérito, tudo era proteção
- 9:07completa, não vigorando, que é o que se espera que não.
- 9:11Esse projeto de emenda à Constituição para para proteger
- 9:16deputados e senadores é de qualquer tipo de de aplicação de
- 9:21lei no paÃs. Se não ficar tendo aà os
- 9:24processos, anos é o que é, o é o que motivou.
- 9:28O conjunto de manifestações no domingo no paÃs inteiro, o
- 9:34Ministério das relações Exteriores afirmou ontem que o
- 9:36Brasil não se curvará a mais essa agressão dos Estados
- 9:40Unidos. Qual foi?
- 9:41Aplicou a lei magnitsk à advogada Viviane barci de
- 9:45Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e ao
- 9:49instituto Lex, instituto do qual ela faz faz parte, como sócia.
- 9:53Em comunicado, o Itamaraty disse que a medida politiza a
- 9:57legislação Americana e não atingirá o objetivo de
- 10:00beneficiar condenados por tentativa de golpe, além de
- 10:04buscar constranger autoridades do judiciário.
- 10:08O Itamaraty disse recorda, né? Lembra na nota que o próprio
- 10:13ministro Alexandre de Moraes já havia sido incluÃdo na lista de
- 10:16punição da ditadura Americana em 30 de julho.
- 10:21Ontem, a sanção alcançou. A mulher do ministro e o
- 10:25instituto do qual ela faz, ou seja, os sócios dela, vão ser
- 10:29atingidos por essa medida. O Itamaraty relacionou o gesto a
- 10:33recente condenação do ex presidente Messias Bolsonaro por
- 10:36tentativa de golpe, porque AA pressão era fechar o fechar o
- 10:42judiciário para não não cumprir a lei em relação aos golpistas
- 10:48chefiados por Jair Messias de Bolsonaro.
- 10:52Está em casa com a tornozeleira eletrônica, esperando o trânsito
- 10:56em julgado para ir para Papuda, que é o presÃdio.
- 10:59à especial lá de BrasÃlia, que está de portas abertas e para
- 11:03todos os que descumprirem a lei. Golpistas de qualquer nÃvel, de
- 11:09qualquer patente, né? Serão muito bem recebidos na
- 11:13Papuda 7 e 38. Rádio livre entrevista.
- 12:24Agora são 7 horas e 40 minutos. Vamos conversar agora com o
- 12:26professor Manoel Andrade neto, fundador do movimento prece, na
- 12:31comunidade de Cipó, em Pentecostes.
- 12:34à ele é coordenador geral do programa escola em tempo
- 12:36integral da região nordeste, área 21, convênio MEC
- 12:40Universidade Federal do Ceará. O professor Manuel Andrade é
- 12:44doutor em quÃmica pela UFC, pós doutor pela universidade de
- 12:48Iowa, nos Estados Unidos, professor titular do
- 12:51departamento de quÃmica orgânica e inorgânica da Universidade
- 12:55Federal do Ceará, é coordenador do coarte.
- 12:58à ideia? Que é a Coordenadoria de
- 13:00articulação entre universidade e escola básica.
- 13:04Bom dia, professor Manuel bom. Dia, Leonardo prazer.
- 13:07Revê lo e para falar desse projeto belÃssimo, que agora
- 13:11também uma das motivações foi a publicação de da memória, né?
- 13:15E da história do do projeto no livro a sombra de juazeiros.
- 13:21Renato é realmente 11. Alegria muito grande estar aqui
- 13:24com você. Lhe conheço há muitos anos, né?
- 13:27Estamos juntos aqui na. Universidade estamos juntos na
- 13:29universidade. Lá e eu lá daqui.
- 13:30Dizer quando não, né não? O professor Manoel, o que o
- 13:38levou a eu não diria a criação desse movimento, mas qual foi OA
- 13:43base histórica da sua vida que acabou resultando?
- 13:48Nesse movimento, sobre o qual nós vamos tentar detalhar um
- 13:50pouco aqui agora. Né, no nesse livro aqui, a
- 13:53sombra de juazeiros, a sombra de juazeiros, né?
- 13:56Ã, tem o primeiro capÃtulo, eu falo sobre isso que o tÃtulo do
- 13:59primeiro capÃtulo é, é assim a paixão telúrica e a missão
- 14:03pessoal, né, que eu isso nasceu da uma paixão muito forte pela
- 14:08minha comunidade lá no Cipó, é, eu me criei lá e vi estudar em
- 14:13Fortaleza. Isso foi 11 ruptura muito grande
- 14:15assim. Foi uma dor, né?
- 14:17A saÃda de lá, então, essa foi a primeira coisa.
- 14:20E depois é que, pelas minhas andanças na vida, eu eu
- 14:23desenvolvi um sentido de missão pessoal.
- 14:26Então achava que ao entrar na universidade, me tornar
- 14:30professor da Universidade Federal do Ceará, que é uma
- 14:33coisa assim, quase impossÃvel para uma pessoa da minha, da
- 14:36minha classe social, né? Achava que aquilo ali eu tinha
- 14:41uma responsabilidade de de retornar e de ajudar aquelas
- 14:44pessoas que não puderam, que ficaram para trás, que não
- 14:47puderam ter a mesma trajetória que eu.
- 14:48Certo, eu vi aqui No No no primeiro capÃtulo, mas ao longo
- 14:51do livro você vai mostrando que veio para Fortaleza.
- 14:54Começou a estudar, inclusive um pouco tardiamente, em função da
- 14:57da da falta de de acesso à escola, lá no Cipó, em
- 15:00Pentecostes, né? E ao galgar a posição é de
- 15:05estudante, depois é, é. Graduado, depois, enfim,
- 15:09professor da universidade e tal. Fez o que?
- 15:12Ã muito difÃcil muita gente fazer, Ã s vezes por falta de
- 15:16condições mesmo, que é voltar ao ao lugar de origem e trazer os
- 15:22que não puderam vir, né? Esse esse é um ponto importante
- 15:24do projeto, que que é extremamente impactante.
- 15:29Né? A verdade.
- 15:31Assim, eu nunca consegui me desligar da minha comunidade.
- 15:33Naquela época, eu passava 8 meses.
- 15:36Aqui em Fortaleza e 4 meses de férias lá, né?
- 15:38Nós tÃnhamos 4 meses de férias e aà eu nunca, nunca me desliguei
- 15:42e quando tive a oportunidade de retornar por mim mesmo, né, me
- 15:46graduei e tudo. AÃ eu passei a retornar todos os
- 15:49finais de semana e a ideia básica era fazer com que outras
- 15:52pessoas tivessem a mesma trajetória que eu.
- 15:54Foi assim que funcionou. EE, isso isso teve um impacto
- 16:00grande porque. Não era uma ação isolada, né?
- 16:06Eu a ideia era juntar pessoas para fazer a mesma trajetória, a
- 16:11mesma caminhada, e as pessoas se juntaram e procuraram ajudar
- 16:14outras pessoas. Então foi isso, foi o grande
- 16:17sucesso do movimento, foi esse era um movimento de
- 16:19solidariedade, né? Da da da visão de que eu tenho
- 16:23que dar um passo atrás, eu tenho que ajudar outros a irem também
- 16:26fazer a mesma caminhada. Certo agora, qual era?
- 16:28Assim, os objetivos principais do projeto?
- 16:32Aliás, me fala um pouco sobre o nome do prece.
- 16:35Eu ainda não vou dizer aqui. Eu queria que você falasse sobre
- 16:37ele, porque tem. Primeiro é o nome bonito e
- 16:39depois tem uma inspiração interessante.
- 16:41Para a gente pensar primeiro sobre a questão do, da, da
- 16:44ideia. A gente sabe que o que move o
- 16:48mundo, né? Já dizia um velho polÃtico
- 16:50cearense que move o mundo, não são as ideias, são as paixões,
- 16:52né? Então acho que Oo prestes, ele
- 16:55não nasceu como uma ideia, ele nasceu como uma paixão.
- 16:58Então eu tinha eu tinha a vontade de estar lá, primeiro
- 17:02que estar lá eu me sentia pertencendo aquele lugar, e aÃ
- 17:06eu eu disse, olha, eu não posso estar só, eu tenho que ter
- 17:10alguém comigo, então. Tentei estimular as pessoas a
- 17:14fazer a mesma trajetória que eu, para que a gente pudesse juntos,
- 17:18ter algum impacto, porque sozinho não poderia fazer nada,
- 17:21né? Então, se eu diria aqui essa a
- 17:24emoção que me moveu foi isso, eu estar junto com as pessoas para
- 17:28fazer alguma transformação. Quando nós tivemos os primeiros
- 17:31resultados, que foram Milagres, né?
- 17:33O primeiro, os primeiros estudantes a entrar na
- 17:35universidade foi um milagre. Ele tirou o primeiro lugar para
- 17:37a pedagogia aqui na UFC. Quando ele não tinha escola,
- 17:41ele, ele, ele nem conseguiu. Ele fez toda a educação dele, a
- 17:46educação básica, pela tipo educação de jovens e adultos no
- 17:49sistema. E aquilo ali foi um milagre, né?
- 17:52E aÃ, quando depois o milagre se se consubstancia na segunda
- 17:58aprovação, aà nós não. Nós temos que criar um nome para
- 18:01esse negócio, né? E aà tinha que dar o nome para
- 18:03esse projeto, para essa iniciativa.
- 18:05E a gente gostava muito daquela música do Milton Nascimento,
- 18:08Coração de Estudante. Então eu tinha um lema,
- 18:11desculpa, um lema muito bonito, né, que era coração, Juventude e
- 18:15fé. Aquela música é um hino assim, é
- 18:19uma coisa maravilhosa, né? E aà nós resolvemos colocar o
- 18:22nome projeto educacional Coração de Estudante, que deu a sigla de
- 18:25prece, né? EE, realmente esse movimento é
- 18:28uma prece. Muito forte, poderosa.
- 18:32AÃ, no passado, quando botou o Google lá, a pressa aparecia
- 18:34logo. Pressa poderosa.
- 18:35Vai agora, não. Agora, quando se fala em
- 18:38projetos especÃfico, que envolve comunidades, desafios dessa
- 18:42ordem, é, você mesmo cita isso no livro, né?
- 18:45Se fala é recursos, né? Ã, é o grande desafio conseguir
- 18:49os recursos para a realização de determinados determinados
- 18:52projetos. Como é que você conseguiu é
- 18:54fazer esse caminho mesmo diante das dificuldades?
- 18:59Ã, inclusive, financeiras. Olha a aÃ, eu vou dizer uma
- 19:02coisa para você que não é, não é jogo de palavras, não só o
- 19:05recurso mais difÃcil da gente conseguir é o recurso, são os
- 19:10recursos humanos, são as pessoas e as pessoas.
- 19:13Eu tinha consegui mobilizar as pessoas porque o press, ele foi
- 19:17construÃdo pelos próprios estudantes, não foi alguém de
- 19:20fora que veio e construiu. Eu fui, vamos dizer assim, um
- 19:23organizador, né? Eu, eu mobilizei, eu gosto dessa
- 19:27palavra mobilização. Eu articulei as pessoas, mas
- 19:30assim, ó, nós nos ajudar, nós juntos vamos, nós vamos esperar
- 19:35para o governo. Eu nunca esperei para o governo,
- 19:37nunca esperei, é principalmente o governo municipal na época,
- 19:41então é isso, era o mais importante ainda.
- 19:44Hoje eu vejo, estou lidando com um programa, é do do Ministério
- 19:48da educação federal. Nós estamos agora numa proposta
- 19:52de entrar numa grande projeto com a Secretaria municipal de
- 19:55educação, que depois eu viria aqui falar é com você sobre
- 19:59isso. Mas o que me preocupa mais não
- 20:02são os recursos financeiros, são quem são as pessoas que estão
- 20:05comigo. E isso, graças a Deus, eu tenho
- 20:08tido, porque porque o que eu me envolvo é uma coisa
- 20:12mobilizadora. A minha grande causa hoje é a
- 20:16escola pública. Para mim é a grande causa.
- 20:19E essa causa é a causa mobilizadora.
- 20:21Agora, nós passamos muita dificuldade financeira, mas não
- 20:24essas nunca me abalaram. Nunca.
- 20:26Agora, uma coisa importante que chama atenção é a metodologia,
- 20:30né? Não, não, não era, não era.
- 20:33Ã mobilizando professores para dar aula para os alunos.
- 20:36Era o compartilhamento de dificuldades e de conhecimentos,
- 20:41né? à basicamente, a gente tinha as
- 20:43oportunidades nós. Criamos oportunidade para que os
- 20:48estudantes pudessem falar sobre os seus sonhos, sobre as suas
- 20:52frustrações, dificuldades, de frustração.
- 20:55Eu entendo muito bem, né? Porque eu sou um cara sair do
- 20:57interior na casa dos meus pais, desculpa, é na casa dos meus
- 21:02pais para ir morar na casa dos meus avós, num bairro popular de
- 21:06Fortaleza, é uma dificuldade grande.
- 21:09Eu eu entendi disso e eu sabia o quanto era importante falar
- 21:12disso, né? Não é para se queixar, mas.
- 21:15EEE esse e isso. Nós criamos 111 ecossistema.
- 21:19Eu eu digo assim, não é nenhuma escola.
- 21:21Era um ecossistema de relacionamentos em que as
- 21:23pessoas e isso foi atraindo outras pessoas, atraindo pela
- 21:27metodologia, pela forma de trabalhar.
- 21:30Não é uma metodologia puramente assim.
- 21:33Acadêmica. Era uma coisa muito diferente.
- 21:35Eu acho que a gente voltou ao ao tempo.
- 21:39Nem que as pessoas aprendiam desse jeito, né?
- 21:41Porque depois de quem foi inventada a escola, né, o quadro
- 21:44negro e o professor na frente, os estudantes não tem mais voz,
- 21:48não tem mais, não conseguem falar mais, porque a fala é do
- 21:51professor, mas lá não. Nesse ecossistema criado do
- 21:55prece, é, as pessoas tinham voz elas.
- 21:59Não, não, não é só voz para lançar a Bandeira e dizer, eu
- 22:01quero isso, eu preciso disso, eu tenho direito a isso.
- 22:03Não é só isso. Voz para também para se
- 22:06expressar. Porque a aprendizagem ela vem
- 22:08quando a pessoa fala, não é quando ela ouve, simplesmente é
- 22:11quando ela se compromete com aquilo que ela está dizendo,
- 22:13entendeu? Agora o projeto teve como sede,
- 22:15né? Virou escola, uma casa de
- 22:17farinha, né? Ã, AA era o único.
- 22:21Ã, nós tÃnhamos 2 prédios chamados públicos, né?
- 22:24Assim? Lá, um era a casa de farinha
- 22:26comunitária, que foi é construÃda pelo meu irmão, né,
- 22:29com apoio do Secretaria de recursos hÃdricos, e a outra era
- 22:3311, congregação da igreja, são as 2 as 2 EEE.
- 22:37Essa casa de farinha estava abandonada, né?
- 22:39Engraçado que ela estava abandonada, mas a igreja não
- 22:42estava, então é, nós, os meninos se juntaram na casa de farinha e
- 22:47tinha o apoio da igreja. E quando eu falo apoio da
- 22:49igreja, eu não estou falando de apoio institucional.
- 22:52Falando das pessoas, porque é tinha uma, é 11, comunidade
- 22:55muito pequena, o Cipó, eram 10 famÃlias naquela época.
- 22:58Só então é ali, ali que se constrói, começam AA as raÃzes,
- 23:03o germen, né? De um movimento que que é hoje,
- 23:07está saindo do Ceará, está impactando inclusive o ensino
- 23:10superior, né? Que é uma coisa.
- 23:12Pois é, era, era. E onde eu queria chegar é,
- 23:15primeiro foi a comunidade de Cipó, depois as comunidades
- 23:18próximas. Ã, se aproximaram, buscaram
- 23:21depois. Você relata no livro que num
- 23:24dado momento tinha 500 pessoas querendo se reunir e tiveram que
- 23:29achar um lugar já na cidade de de Pentecostes, né?
- 23:34E hoje esse programa já está integrado há muito tempo.
- 23:38A Universidade Federal do Ceará já, já, já incorporou e já se
- 23:42extrapolou os limites da universidade.
- 23:43Queria que você falasse um pouco.
- 23:44Desse é AOAA Universidade Federal do Ceará eu diria assim
- 23:48que. Ã, é, é a mãe ou o pai que eu
- 23:53não, ninguém pode dizer quem é a mãe.
- 23:55A Universidade Federal do Ceará e a Secretaria de educação do
- 23:58estado, os 2, né, há um determinado tempo incorporaram o
- 24:01projeto a universidade primeiro, né?
- 24:03A universidade primeiro. Então, se não fosse a
- 24:06universidade, o programa não teria crescido tanto.
- 24:08Nós tivemos 2008 ou quando o professor Custódio, que era pró
- 24:12reitor na época, ele me chamou para criar um programa.
- 24:15Esse programa alavancou o momento porque ele deu vez.
- 24:18AAA ideia, a ideia da cooperação e da solidariedade.
- 24:22Né, porque o Custódio era um pró reitor.
- 24:23De graduação? Exatamente.
- 24:25Ã. E na época do reúne também nós
- 24:27tÃnhamos um alinhamento de planetas aà para para aÃ.
- 24:30Nesse mesmo momento também nós é.
- 24:32Fomos chamados pela Secretaria de educação do estado, aà com a
- 24:35professora isolda, o professor MaurÃcio e o idiovan.
- 24:38Na época que eles eram, ele era assim, Oo grupo lá, né?
- 24:44Da da da Secretaria de educação, então.
- 24:46AÃ nesse momento, OOAA aquilo que era 11 coisa bem, bem
- 24:52provinciana, né? Bem lá do, do, do do meio do
- 24:55Mato, né? Estava se espalhando no meio do
- 24:57Mato. Lá vem para cá e acontece uma
- 25:00coisa fantástica. Nós nos nós conseguimos reunir
- 25:03estudantes de escolas boas de Fortaleza no programa, juntamos
- 25:08com esses matutos cooperativos e solidários.
- 25:10Então foi foi uma coisa, foi 11 explosão, porque.
- 25:13Essa soma de experiências, né? Não tinha preconceito.
- 25:17E o cacho da escola boa nós vimos, não juntou e foi uma
- 25:20coisa maravilhosa. Aà que foi que a gente começou a
- 25:22ir também para outros estados, né?
- 25:23Fomos chamados para para o Mato Grosso e criamos um programa lá
- 25:27muito legal. E o que encantava mesmo essa,
- 25:31essa, essa superação do estudante.
- 25:35Que tem nem era estudante, era um jovem que queria entrar na
- 25:38que queria voltar a estudar e imitando uns aos outros,
- 25:41conseguem entrar na numa das universidades mais difÃceis do
- 25:44nordeste, que é a Universidade Federal do Ceará.
- 25:46Então cria se um grande movimento, e aà vários.
- 25:49No No livro tem o capÃtulo 3. à dedicado só as ações dentro da
- 25:54universidade e o capÃtulo 4, as ações na educação básica, né?
- 25:58Então você vai ver e o capÃtulo 5 vai falar sobre esses grandes
- 26:01protagonistas, que são os estudantes.
- 26:02Por isso que no tem um subtÃtulo, a sombra de Juazeiro.
- 26:05Eu fui à luta com esses estudantes porque foi uma luta
- 26:08pesada, mas não foi uma coisa feita simplesmente por mim.
- 26:12à um grupo de pessoas que assumiram essa habilidade, não
- 26:16só pela sua própria educação, mas pela educação dos seus
- 26:18pares, né? EE, essa essa experiência está
- 26:22influenciando hoje as escolas públicas.
- 26:24Nós já temos uma escola. Pentecostes, que é uma escola
- 26:27que utiliza as nossas AA nossa metodologia, assim os princÃpios
- 26:32do movimento prece. Eu eu disse na hora que eu
- 26:36recebi o livro assim, muito importante, porque o Manuel
- 26:40Andrade neto é uma pessoa que acredita na utopia, né?
- 26:45Bota o pé na estrada, né? à o é o sonho, mas tem a
- 26:48caminhada pelo sonho. E aà você tem uma ideia?
- 26:55Adicional a esta que é 11 lugar, não, eu acho que esse lugar se
- 26:59chama mundo, né? Um mundo em que a solidariedade,
- 27:02a partilha, a convivência afetuosa, amorosa e tal, seja
- 27:06algo é viável, permanente e et cetera, né?
- 27:11E tem 11, digamos assim, um projeto.
- 27:14Não sei se você chama projeto modelo, né?
- 27:16De. E um lugar a partir do qual se
- 27:19comece isso, né? Uma espécie de cidade da
- 27:21solidariedade. Queria que você falasse um
- 27:23pouquinho sobre. Essa ideia assim, ó, é AA gente
- 27:27precisa de uma coisa, de uma coisa material, né?
- 27:30Para para facilitar, os religiosos precisam de uma
- 27:33imagem, né? Para olhar e ver assim, AOO é,
- 27:37é. Oo movimento, prece, quando as
- 27:41pessoas vão visitar a nossa comunidade.
- 27:43No passado, quando eles iam visitar, chegava lá, cadê os
- 27:46estudantes? Eles eles foram embora, eles,
- 27:48eles não puderam viver lá, porque o cara chegou aqui, fez
- 27:52um mestrado, fez um doutorado, aà ele vai votar lá principal,
- 27:55fazer o quê? Ele não consegue, né?
- 27:56Não tinha apoio governamental para isso, então começa a
- 27:59espalhar. AÃ as pessoas iam olhar e olhava
- 28:02a casa de farinha, a casa de farinha aqui estudou pá.
- 28:06Então é que fez um memorial com fotografias, tudo, mas é muito
- 28:09pouco. Então.
- 28:11E chega 1 hora que que a gente percebe que as pessoas que
- 28:16passaram, elas vão se esquecendo daquilo que passaram.
- 28:20Então nós pensamos, vamos criar um projeto que possa dentro de
- 28:24outros objetivos, né? Fazer com que as pessoas que
- 28:27passaram por aqui, elas estejam conectadas, né?
- 28:31Primeira coisa. EE aà isso aconteceu, nós
- 28:35convidamos várias, né? Há mais de 10 anos a gente
- 28:38contabilizou mais de 500 pessoas que entraram na universidade
- 28:41através do movimento ainda, a gente começou a convidar as
- 28:44pessoas para participar de um projeto de desenvolvimento
- 28:47local, para não fazer com que não deixar com que a comunidade
- 28:50ela ficasse abandonada uma região, porque é 11 evasão de
- 28:53cérebro, né? As pessoas vão tendo sucesso,
- 28:55vão embora e tal, e aà nós compramos uma Terra.
- 28:59Juntamos o dinheiro, as pessoas aceitaram, juntaram o dinheiro,
- 29:02compramos a Terra, abrimos, fizemos uma espécie de
- 29:05condomÃnio no meio da no meio da catinga, né?
- 29:08No meio da catinga, que se você tem uma fotografia aérea, você
- 29:11vê lá as manchas verdes de juazeiros, que é a nossa árvore
- 29:16sagrada, né? Onde o pessoal estudou de baixo.
- 29:18E lá a gente abriu as ruas e fizemos uma coisa mais ou â150
- 29:21lotes. à com os nossos recursos, nós
- 29:25colocamos água em todos os lotes e arborizamos.
- 29:27Então, e aà aqui dali é assim, se você sobrevoar, você vai ver
- 29:33que ali ali tem 11 movimento, uma é 1111, lugar frio, um
- 29:38lócus, né? De que que marca a existência de
- 29:41um movimento? Ela pode, através do livro, você
- 29:44vai ver, mas você pode chegar lá e você pode olhar e dizer, isso
- 29:48aqui é fruto. De uma história, né?
- 29:51Não é uma coisa assim, uma invenção.
- 29:53Carro levantou de manhã, agora vou inventar, vou criar uma
- 29:55cidade, não ela, ela tem uma história todinha, uma história
- 29:59de cooperação e solidariedade, de muito protagonismo, de muita
- 30:02participação. No capÃtulo 6 do livro, eu
- 30:06explico isso direitinho, né? E aà a gente pensa, para
- 30:09construir uma cidade, precisa de quem precisa de uma escola e a e
- 30:12o nosso movimento, ele propõe um modelo de escola que a gente
- 30:14chama de escola de aprendizagem cooperativa e solidária.
- 30:17Que tem aà os seus princÃpios, suas estratégias, que estão
- 30:20sendo utilizadas numa coisa que nasceu assim, sentei num num
- 30:23negócio, comecei a escrever. Eu acho que deve ser assim, não,
- 30:26não foi práticas que a gente conseguiu.
- 30:29Depois de trabalhar muito, com formação de professores, a gente
- 30:32conseguiu ter inclusive um manifesto da da, da, da, dessa
- 30:35escola. Aà a ideia é construir uma
- 30:38cidade, uma cidade que os princÃpios é.
- 30:42Inclusive tem um lugar para a praça central, que é a praça
- 30:45chamada praça dos 3 princÃpios. Que é da cooperação, da
- 30:48solidariedade e do protagonismo. à social, da né?
- 30:52Da participação, que que é uma marca nossa.
- 30:55E indo lá você pode? à hoje, você vê os lotes, você
- 31:00vê algumas casas que estão sendo construÃdas, você vê os pequenos
- 31:03empreendimentos, você vê os estudantes que estão estudando
- 31:06lá, pessoa da comunidade, que estão se sentindo cada vez mais
- 31:09pertencendo aquele conceito de cidade depressa.
- 31:12Né? E eu não tenho a menor dúvida de
- 31:14que ela se tornará uma cidade, talvez não uma cidade, a maior
- 31:17cidade do mundo, mas a cidade que que será reconhecida pela
- 31:22sua história, pelos princÃpios, né?
- 31:24E pelo propósito, bem claro, bem objetivo, né?
- 31:27Há muito que se dizer. Nós não temos muito tempo no
- 31:29programa, mas eu quero convidar as pessoas a conhecerem lá, nós,
- 31:33a verem o memorial do prece. EEAE ver que ainda nós estamos
- 31:37construindo. A gente precisa de arquiteto, a
- 31:38gente precisa de engenheiro, precisa de urbanista, precisa de
- 31:41gente que queira contribuir. Quem tiver interesse nós é, é só
- 31:46colocar no na, no Google cidade do press, que vai direitinho
- 31:50para lá e vai vai ver AA visão aérea, embora muitas vezes já
- 31:54atualizada, né? Porque o Google não atualiza com
- 31:56muito tempo, mas é isso. Certo agora?
- 31:59Bom, eu, Eu Acredito que tem muita gente mais curiosa ainda,
- 32:02porque porque o programa de rádio é um é quase uma manchete
- 32:07desse, desse, dessa história de 30 anos, né?
- 32:11Mais ou menos 30 anos. E completa 31 agora no dia 18 de
- 32:14outubro. Pois é, mas o livro vai ser
- 32:17lançado ainda, né? Vai nós estamos aà com a
- 32:20perspectiva de lançar no dia 1816 de outubro.
- 32:24Aqui no auditório castelo branco estamos vendo aqui ainda está
- 32:28certo? Não, mas a primeiro lançamento
- 32:30aqui em Fortaleza vai assinamos fazer um lançamento aqui, já
- 32:34fizemos no PiauÃ, no Maranhão, no Recife é vamos fazer em
- 32:39Bananeiras, na ParaÃba, com a conani, que é uma conferência
- 32:42nacional de educação que vai ter agora, essa semana é vamos fazer
- 32:47em Pentecostes lá no nosso municÃpio, vamos fazer em São
- 32:50Paulo, no final de. No começo de novembro, né?
- 32:54E aà nos aqui, a grande expectativa é em Fortaleza que a
- 32:57gente vai vai fazer. Eu acho que eu eu queria fazer
- 33:00pelo menos uns 2 eventos para não ficar muito complicado,
- 33:03porque tem muita gente da universidade que vai participar,
- 33:06tem, tem, tem o pessoal da, da, dos professores e professores da
- 33:11da rede municipal de Fortaleza e também do estado.
- 33:14Então vai ser um momento muito legal para divulgar.
- 33:18à o se você olhar o livro aà ele tem 3 objetivos, bem.
- 33:22Bem claros, né? Não é mostrar deixar para a
- 33:25história da educação a importância desses estudantes
- 33:29que protagonistas. A gente quer convencer a
- 33:32educação a valorizar mais os estudantes.
- 33:36A segunda é a importância da cooperação e da solidariedade,
- 33:39que eu acho que a escola precisa absorver isso.
- 33:41Não teremos uma sociedade solidária se não tivermos uma
- 33:45escola solidária. Não teremos uma sociedade
- 33:47democrática se a escola não for democrática.
- 33:50Não teremos uma sociedade cooperativa se a escola não for
- 33:53cooperativa. A escola é onde se constrói a
- 33:55sociedade, certo? Então, o objetivo de dizer
- 33:58assim, olha, é, é importante. E a terceira é que com a venda
- 34:02desses exemplares, nós vamos construir, ajudar a construir a
- 34:07cidade do prece. Ãtimo quando for para lançar o
- 34:10livro, tiver data, certo, horário, tudo.
- 34:12AÃ. Avisa para a gente que a gente
- 34:14avisa aqui para os ouvintes que com certeza ficaram interessados
- 34:17nessa história. BelÃssima história.
- 34:20Muito obrigado, professor Andrade neto.
- 34:21Parabéns pela história. à pelo projeto.
- 34:25E que ele continue assim, né? Se expandindo.
- 34:29EEE se incorporando à vida brasileira.
- 34:33Obrigado, donata. AÃ estamos esperando a sua
- 34:35visita lá para você conhecer a cidade do press, viu?
- 34:37Vamos lá, vai. Bom, você precisa fazer OA.
- 34:39à tirar o visto para chegar lá. Ah.
- 34:41Mas lá está liberado, né? Mas não está tão complicado como
- 34:46nos Estados Unidos, não era mais simples, né?
- 34:47Mais simples, muito bem, vamos. Obrigado aà pela oportunidade.
- 34:50Vamos mandar um livro pro pro pra gente saber como é que o que
- 34:53significa solidariedade essa? Coisa.
- 34:55Agora, os Estados Unidos não gostam muito da palavra
- 34:57solidariedade, não. Eles gostam mais da palavra
- 34:59cooperação, né? Cooperação é solidariedade para
- 35:01eles. Soa muito assim como coisa de
- 35:03como. Principalmente se a cooperação
- 35:05for da gente pra eles, né? AÃ, nesse caso, é colaboração,
- 35:09colaboração, receber colaborações.
- 35:11Não quero cooperar não. Obrigado, danado.
- 35:14Precisamos muito trabalhar esse conceito, né?
- 35:16Um abraço, muito obrigado. Chegamos ao final do rádio
- 35:18livre. Bom dia, abraço, obrigado pela
- 35:20companhia. Amanhã a gente se encontra aqui
- 35:22novamente ao vivo, às 7:30 na aniversário FME, também no
- 35:25podcast rádio livre, cononato Lima, ace Lima e eu voltamos
- 35:29amanhã. A universitária FM apresentou
- 35:35rádio livre. Rádio livre rádio livre.