
LUSOFONIAS - À sombra da Senhora de Anglona
Tony Neves Era quinta-feira e Roma tinha sol. Cheguei de Metro à Tiburtina, uma daquelas estações que junta comboio, metro e terminal de autocarros. O meu guia era a Irmã Ana Cambongo, angolana, das Filhas d’África. E a razão era óbvia: ela pertence à Congregação que assumiu a animação e a guarda do Santuário de Maria, Rainha de Anglona, em Tursi, junto ao Mar Jónio. Por isso, conhecia bem os transportes a utilizar e onde ficam as paragens. A Irmã Ana ficou no quentinho de Roma e eu rumei ao sul, numa viagem de autocarro de mais de seis horas. O caminho – enquanto foi dia – mostrou-me o que a…
The skinny
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