Latest / Black&CO / Missão Secundária #18 - O MELHOR DO TERROR
Transcript
- 0:00E aí, pessoal, tudo bem, como é que vocês estão?
- 0:03Está no ar mais um episódio aqui do missão secundária meus
- 0:07amigos, e hoje, hoje eu estou muito feliz na real para um tema
- 0:12que na verdade vai ser um terror, né?
- 0:14A gente está aqui abrindo os trabalhos do mês de outubro.
- 0:17É desse mês especial, esse mês temático de Halloween, né?
- 0:21Então a gente vai fazer uma série de programas aqui com essa
- 0:25temática de terror, Halloween, enfim.
- 0:28É, e no programa de hoje nós vamos falar aqui sobre a nata, o
- 0:31kram dela. Kram, né?
- 0:33Dos jogos de terror, né? Então é, esse é o tema de hoje
- 0:38para abrir os trabalhos aqui no mês de outubro, e eu não poderia
- 0:40estar melhor acompanhado do que essa bancada mais tenebrosa, mas
- 0:45muito legal aqui, da poda esfera nacional.
- 0:48É começando com ela, nossa querida de Hebe.
- 0:51E aí, minha querida, como é que você está hoje?
- 0:53E aí, já estou começando a ficar com medo logo cedo nesse
- 0:56programa. Não vai dar tudo certo, vai dar
- 1:00tudo certo. Não se preocupe, vai dar, vai
- 1:02dar bom, vai dar bom, vai dar bom.
- 1:04É. Ih, completando aqui, mas a
- 1:07nossa bancada está ele, o nosso querido lunin.
- 1:10E aí, meu querido, como é que você está?
- 1:11Tudo bem? Boa noite, né?
- 1:13Para todos, todos os meus companheiros.
- 1:15E bom dia, boa tarde, boa noite para quem escutando,
- 1:17independente do horário. E o que eu tenho para falar na
- 1:20minha abertura é que. Eu sou fã de jogos de terror,
- 1:24mas eu prefiro muito mais os que são jogados em grupo, é muito
- 1:27melhor jogar terror em grupo. Cara, os joguinhos de Tabuleiro
- 1:30de terror. Eu tenho um aqui cara, que é OB
- 1:33trail on the House of the Hill, né?
- 1:35Não sei se vocês, não sei se vocês conhecem tal de jogo, de
- 1:37de Tabuleiro, cara que é muito maneiro.
- 1:39Dá pra é de jogar de galera, né? Cena que tem umas traições, aí
- 1:44dá pra é bacana, é bacana, é bacana.
- 1:47E completando aqui a nossa bancada está ele, o nosso
- 1:50querido, cai. E aí, meu querido, seja
- 1:52bem-vindo a omissão secundária. Estamos de volta, depois de um
- 2:02tempinho estamos de volta e depois de um tempinho é.
- 2:07Pô, eu gostei muito desse tema. Eu falei, cara, eu tenho que
- 2:10participar, não, não tem outro jeito.
- 2:13Encaixou tudo certinho ali, data o horário.
- 2:16Eu falei, pô, é, esse, é esse. E até antes de chegar eu é.
- 2:20Eu estava falando pro pro Marcelo que eu estava jogando um
- 2:23jogo, inclusive assim eu chamo de terror, porque eu tomo susto,
- 2:27então, pô. Me parece justo nesse sentido,
- 2:31né? Tá tudo certo.
- 2:31É. Porque às vezes eu falo o nome
- 2:34do jogo e o pessoal fica, não, não é terror, é, sei lá, uma
- 2:36ação. Meio, né?
- 2:39Aquele suspensezão e tal. E aí eu deixei pausado, né?
- 2:42Só que aí fica a musiquinha de fundo tocando no meu ouvido.
- 2:47Aí tá aquele momento de tensão e tal, aí Do Nada, começa
- 2:52baixinho, aí aí, baixa de novo, fala, puta.
- 2:57É sempre assim, né, cara? É sempre assim, meu Deus do céu,
- 3:01é, mas a gente vai comentar sobre esses aspectos dos dos
- 3:04jogos de terror também, né? O porquê que eles?
- 3:07É nos fascinam tanto. A gente vai falar também aqui
- 3:09dos nossos jogos favoritos, mas antes da gente começar aqui o
- 3:12nosso bate-papo, meu querido telespectador, querido ouvinte
- 3:15daqui da missão secundária, vou pedir para você é assinar aqui o
- 3:22nosso canal do YouTube, assine aqui.
- 3:24O canal no YouTube é assim, se você não é inscrito, assinar não
- 3:28é inscrição, né? Assinar só se né, tem que pagar.
- 3:31A gente não tá cobrando nada. Mas pode?
- 3:34É, pode, pode, se. Quiser.
- 3:36Exatamente. Mas é, vou pedir para você então
- 3:39assinar, Ah, lá vou eu de novo, Ah, vou, eu é isso é para você
- 3:44se inscrever aqui no canal do YouTube, meus amigos, e ativar
- 3:46as notificações, né? Para vocês ficarem sabendo
- 3:49sempre quando um episódio novo do missão secundária estiver no
- 3:52ar, né? É, estamos também disponíveis em
- 3:55plataformas de áudio, né? Plataformas de podcast, né?
- 3:59É, nós estamos no Spotify, Apple Podcasts, enfim, né, YouTube
- 4:03podcasts também. Então, se você estiver ouvindo
- 4:07aí pro qualquer agregador de podcast, não esquece de ativar
- 4:10as notificações, assinar o nosso canal nesses distribuidores de
- 4:14podcast também, que é sempre importante, né?
- 4:16E se puder deixar um comentário e uma avaliação, a gente também
- 4:19agradece, porque isso ajuda demais a gente ser mais
- 4:22divulgado, AA gente ser divulgado para mais pessoas, né?
- 4:25É além disso, vá para as nossas redes sociais, AI, AI, AI, vai
- 4:29lá no nosso Instagram, nós estamos lá como arroba.
- 4:33Black company BR underline, né? É e de mais redes sociais
- 4:38também. no X estamos no thread, estamos no TikTok também, então
- 4:42procura a gente lá vai ter aqui no na descrição desse episódio,
- 4:45vai ter 11 link com esses diversos.
- 4:49É redes sociais e links aonde a black está disponível também.
- 4:52Não deixe de acessar também o nosso portal, que é o
- 4:54blackcompany.com.br, porque lá você vai ter matérias, vai ter é
- 5:00vai ter vários, vai ter vários materiais que complementam
- 5:04sempre o assunto aqui do missão secundária no quesito de games
- 5:07também. Mas lá a gente não fala só sobre
- 5:09games, fala sobre televisão, sobre séries, sobre filmes, é,
- 5:13enfim. Então a gente tem um mundo
- 5:14inteiro de coisas lá, inclusive teve uma matéria aí semana
- 5:17passada que estava bombando. Que era a estreia do largados e
- 5:20pelados, meu amigo. Olha aí, tá, caraca, eu fui ver
- 5:24os números agora aqui Na Na redação, a matéria recebeu
- 5:28clique pra caramba. A galera gosta exatamente,
- 5:35exatamente. E também, meus amigos, o último
- 5:38recadinho prometo, né? Calma que a gente já tá chegando
- 5:41no assunto. Vou pedir para você também
- 5:43acessar o nosso catarse, né? A gente está lá no catarse,
- 5:46ponto me barra, black company, meus amigos, acesse lá nosso
- 5:51catarse, vai ter link aqui na descrição também, ajude se puder
- 5:55ajudar. Tem ali os níveis de apoio
- 5:57também tem o nível mais básico, que é o nível mais complexo, tem
- 6:00níveis de de recompensa para cada apoio também.
- 6:03Então é todo o apoio que você der também vai vir com uma
- 6:06recompensa bem interessante, bem legal.
- 6:09Né? Então, se você puder contribuir,
- 6:11a gente agradece demais. Mas também se não puder, a gente
- 6:14entende de uma forma muito legal que você pode contribuir.
- 6:16É espalhando a palavra da black e principalmente do missão
- 6:19secundária para as pessoas e seus amiguinhos e tudo mais.
- 6:22É isso, meus amigos. Então é, vamos parar de
- 6:26informação e vamos aqui para nosso momento de terror.
- 6:32Muito bem galera, então estamos aqui de volta, né?
- 6:35Para podermos falar sobre a nata o came dela came dos jogos de
- 6:40terror, né? E discutir um pouco sobre é o
- 6:44porquê que esses jogos nos fascinam tanto.
- 6:47Falar um pouco de clássicos do terror também é, eu não sou o
- 6:51melhor exemplo, né, de um jogador de terror, porque assim
- 6:54é o mal. Eu não, não, não é que eu mal
- 6:57consuma, eu consumi já bastante. Mas eu não sou o público alvo,
- 7:00porque não é o tipo de jogo que é, é me atrai pra poder nossa,
- 7:05eu preciso comprar ele de imediato, quando sai não sei o
- 7:08quê. Eu gosto de algumas coisas em
- 7:10específico e aí a gente vai discutir aí da durante o
- 7:13programa. Mas aí eu quero ver com vocês
- 7:16também, porque a minha, o meu pensamento na hora de montar o
- 7:20roteiro foi não só a gente ficar falando só sobre jogo, mas falar
- 7:25também o que que torna, o que que é é que faz.
- 7:28A gente fica tão fascinado, pelo menos os fãs de jogos de terror,
- 7:31né? O que faz a gente ficar tão
- 7:33fascinado no jogo de terror? Será que é o susto, será que é
- 7:37atenção, é o medo? Enfim, né?
- 7:40Então, ou talvez um conjunto de fatores, se não tiver um
- 7:43específico, que Eu Acredito que seja, é a maioria aqui da do
- 7:47caso, né? Mas aí eu queria ver com vocês,
- 7:50gente, pascínio com os jogos de terror, né?
- 7:53Com os games de terror, né? Então eu quero.
- 7:57Tentar a gente tentar elaborar aqui 111 fio pra gente poder
- 8:02discutir o que que torna, o que que a gente.
- 8:04Por que que fascina tanto, né? É, é o medo, é a sensação de
- 8:09medo, é a sensação de desespero, é a sensação de é, é de estouro,
- 8:12desprotegido, porque Eu Acredito que não deva ser algo assim.
- 8:17Eu Acredito, posso estar errado, mas Eu Acredito que não deva ser
- 8:20algo parecido com o que faz a gente querer assistir um filme
- 8:23ou uma série de terror. Né?
- 8:25Eu acho que o jogo de terror, ele ele é uma forma muito
- 8:29própria de contar, né? É ou de mostrar o terror do que
- 8:34diferente de um filme, diferente de uma série, enfim, ou um
- 8:37quadrinho, né? Enfim, que seja, a mídia também
- 8:41faz essa, essa diferença só na opinião de vocês.
- 8:43Aí vamos abrir já a discussão aí pra gente poder falar nessa
- 8:46nessa temática. Eu já penso o oposto.
- 8:49Eu acho que Oo jogo de terror, ele tem o mesmo apelo de um
- 8:54filme, uma série. A diferença não é, tipo assim, o
- 8:57motivo que leva a pessoa. Eu acho que o jogo de terror,
- 9:01ele tem uma coisa que filme, série, quadrinho não consegue te
- 9:05dar, que é te colocar na pele do protagonista, sabe?
- 9:09Então tem. Eu acho que tem muito essa
- 9:11parada da adrenalina, de sentir o medo, aquela coisa da tensão,
- 9:14só que no filme, na série, enfim, esses quadrinho, qualquer
- 9:18coisa assim está acontecendo com outra pessoa, sabe?
- 9:21Pode tirar um medinho, pode vir uma adrenalina, mas aquilo não
- 9:24vai sair da TV para vim te pegar, sabe?
- 9:27A. Ser que seja, né?
- 9:28Premonição, né? Premonição?
- 9:29Aquele é como. É o.
- 9:32Aquele é o filme. Tem um filme.
- 9:33Já falei da da. Que é é o deu ringo da.
- 9:36Samara da. Samara que sai da televisão para
- 9:40ir puxar o teu pezinho. É outro caso, mas assim, apesar
- 9:44de que, Ah, tudo bem, mas no videogame também, Oo bicho não
- 9:47vai sair de dentro da tela, mas você tem aquela coisa, tipo,
- 9:50será que você vai conseguir ganhar?
- 9:51Será que o bicho vai te pegar? Será que sabe?
- 9:53Então, tipo assim, ele meio que te coloca, de certa forma na
- 9:56pele ali daquele personagem uhum, a gente tem uma imersão
- 9:59muito maior, então esse apelo de te fazer sentir aquele frio na
- 10:02barriga, para mim ele é muito mais intenso.
- 10:05Um jogo onde você está controlando a narrativa do que
- 10:08num filme que você está só sentado assistindo.
- 10:11Então tem esse fator do controle, né?
- 10:13EE luninha. E acho que esse fator do
- 10:15controle talvez faça essa diferenciação entre as mídias,
- 10:19né? Entre o que a gente consome
- 10:22vendo, lendo, do que é diferente do do jogo, que a gente tem o
- 10:26controle, né, do do, do personagem.
- 10:28E muitas vezes o controle do personagem, mas não da situação,
- 10:31né? É o eu acho que os jogos ele tem
- 10:35essa igual a gente falou, essa parte de interação e ela
- 10:40obrigatoriamente ela vai te colocar dentro de uma imersão
- 10:42muito maior, né? É, é.
- 10:45Eu acho que os jogos, por exemplo, de terror, eles sempre
- 10:47são exemplos, por exemplo, de muito bom, um trabalho muito
- 10:49excelente de áudio, né? Jogos de terror, você vê o passo
- 10:53vindo por trás de você assim, tipo sabe, sabe a música do tipo
- 10:58surround, sabe, é, você consegue perceber ambientação quando você
- 11:02está incorrer do monstro é você que corre, é você que é p, você
- 11:05que é morto. A maioria dos jogos de terror,
- 11:08né? Tipo assim, tem jogos de terror
- 11:09que tem personagens, né? Mas tem um jogo de terror, por
- 11:10exemplo, que o personagem, você não vê o rosto dele, né?
- 11:12Tipo é, é um RPG e tal, então você coloca cada vez mais Na Na
- 11:17pele daquele personagem. E eu acho que o apelo é é bem
- 11:21maior, sim, tanto que tem várias pessoas que eu conheço
- 11:24pessoalmente que gostam de filme de terror, mas não jogam jogos,
- 11:27né, que a gente não gosta e tal, não não acha experiência boa e
- 11:30tal. Até porque assim é porque jogos
- 11:35de terror eu acho que é um é um bagulho próprio, né?
- 11:37Eu acho que tem um o seu nicho ali, muito bem especificado ali.
- 11:41E não é todo mundo que gosta, né?
- 11:42Todo mundo que consome. Então a gente consome apaixonado
- 11:45por ele e as características são muito únicas.
- 11:48Eu acho que é é literalmente esse tipo de coisa, tipo assim,
- 11:52você pode ver um, ver um livro de terror, você pode ver um
- 11:54filme de terror. A experiência de um jogo é
- 11:55completamente diferente, né? E pra você, CA.
- 12:02Eu concordo com com tanto com o Leo quanto AA de Hebe tem essa
- 12:07questão, até aquela famosa frase, tipo que o pessoal usava
- 12:11nos filmes, né? Às vezes alguém IA no cinema,
- 12:13então até em casa e tal, aí tinha um filme de terror, ó,
- 12:16atrás de você, pô, tá aí, vai te pegar e tal, não sei o que no
- 12:20jogo já é você, né? Então, tipo, poxa, não sai de
- 12:23mim, pô, eu estou correndo aqui, o bicho está vindo.
- 12:26EE aí você que tem que fazer toda a trama ali de enfim, se se
- 12:31for para se proteger ou para se esconder, e aí já vem aquela
- 12:34aflição, aquele tipo, pô, será que ele está me ouvindo?
- 12:37Ele vai me ver aqui, eu estou, estou dá para me esconder?
- 12:40Eu tenho que correr, para onde é que eu vou?
- 12:42Então bate um é, sei lá, dependendo da pessoa, às vezes
- 12:47pode ser chamado, né, de de um desespero, digamos assim, né?
- 12:52Então tem tem aquela parte que que dá aquele emocional assim.
- 12:59É, é, é. Eu acho legal, é.
- 13:01Eu vou até já passar a palavra para você, lunin.
- 13:04Mas tem um ponto muito interessante na fala do lunin.
- 13:07Que eu acho que talvez ele seja a principal diferença entre
- 13:13essas do videogame para outras mídias.
- 13:16Seja não só pela o andamento de história, os personagens, né?
- 13:19Mas é pela ambientação visual e sonora, né?
- 13:23E acho que isso faz uma diferencial.
- 13:26É assim. A gente fala aqui
- 13:28especificamente os jogos de terror, mas em outros tipos de
- 13:31jogos também. Eu acho que isso faz um
- 13:33diferencial. Na imersão daquilo que você está
- 13:37é jogando, né? Que você está consumindo ali, eu
- 13:40acho que faz um diferencial danado.
- 13:42É porque eu sempre fiquei pensando isso, né?
- 13:44Tipo assim, o filme de terror, somente quando ele é um filme
- 13:47tipo assim é, você sabe que a produção é menor que tipo assim,
- 13:52talvez a própria produção é menos experiente, roteirista,
- 13:55diretor, et cetera, et cetera, autores, uhum, atores, et
- 13:57cetera. EEEA construção do filme, tipo
- 14:00assim, você fica tem um filme que você fica puto, né?
- 14:02Tipo assim, você fica assim, caraca, não, cara, não vai ali,
- 14:04tu vai morrer, é claro que tu vai morrer e no jogo de terror é
- 14:07você falando assim, assim, eu não vou pisar ali, eu não vou,
- 14:10eu não vou, sabe? Tipo assim, você decide AA
- 14:13situação e se o bicho te pegar, a culpa é sua, sabe?
- 14:15Você for oOoOO personagem burro do filme é você sabe você que é
- 14:20o personagem burro e se você for para o lugar errado, você vai
- 14:22morrer. É, eu acho que esse nível de
- 14:24ressoabilidade que dá para o jogador assim vai tornando toda
- 14:26a dinâmica muito diferente, né? Tipo assim, é EE tipo assim, e
- 14:31como o jogo é um ambiente mais controlado no sentido de você,
- 14:34se você morrer, você vai voltar e refazer o que você tá fazendo
- 14:37é então você vai aprendendo sobre a situação, o medo vai,
- 14:40você vai controlando ele ao longo do tempo, é porque o jogo
- 14:42de terror, ele vai te ele te dá Picos e depois ele vai descendo
- 14:45né, tipo assim, mas você tem muito nessa parte e morri,
- 14:48beleza? Eu sei que eu ali eu vou tomar
- 14:49aquele susto, então eu tenho que ir por outro caminho e tal.
- 14:52Então, acho que, apesar de ser muito mais intenso, ele também,
- 14:56de alguma forma você controla ele.
- 14:58E o controle é seu, né? Não é o controle do roteirista,
- 15:01sabe? Eu acho que são vantagens muito
- 15:03grandes assim. É, tem a parte controlada pelo
- 15:05roteirista por conta da história, né?
- 15:07E tudo mais. Mas é, eu acho que faz.
- 15:10Essa é uma. Eu acho que é um charme a mais,
- 15:15né? Dentro do do jogo de terror,
- 15:16talvez. Esse fator do de como você que é
- 15:19o protagonista, você que está passando por aquela situação e
- 15:23tudo mais, eu acho que tem esse essa questão do da escassez
- 15:26também de recurso, né? A própria ambientação visual e
- 15:30sonora também, né, e tudo. Então acho que faz.
- 15:32Esse é a falta de controle, às vezes até do do, do do ambiente,
- 15:38né, do aquilo que você está jogando.
- 15:40Tem jogos, por exemplo, com a multilash, como o próprio eyla,
- 15:43isolation, né? Que você não tem controle
- 15:45nenhum. É da situação, né?
- 15:48Você tá ali é o passageiro do é o passageiro do terror, né?
- 15:51Ali, né? Então é, é é legal ver essa é é
- 15:56como a mídia dentro do videogame, talvez ela se
- 15:58destaque muito desse tipo de formato, de de de obras de
- 16:03terror, né? Então é, é bem legal, né?
- 16:05Parar pra pensar desse lado assim também, né?
- 16:08Porque tudo se complementa, né? AA narrativa, a forma como você
- 16:12controla a jogabilidade, enfim, né, tudo meio que é um
- 16:16complemento, uma coisa da outra ali, né?
- 16:18E eu acho que dentro de um jogo de terror, talvez isso faça uma
- 16:21diferença entre um bom jogo, né? Que realmente foi, é proposto
- 16:25pra te fazer tomar sustos e tudo mais do que um jogo que
- 16:29infelizmente não tenha AO mesmo brilhantismo, né?
- 16:34Espera aí a parada que o lulin falou da trilha sonora para mim?
- 16:38É não só o jogo, mas acho que jogo pesa mais.
- 16:41Mas qualquer mídia de terror é trilha sonora.
- 16:45Pega o tipo assim, esses dias eu vi um vídeo que era, sabe o
- 16:48filme da freira, que no final A Freira, ela sai tirando aquele
- 16:51negócio da água e aí tipo, fica mostrando A Freira saindo da
- 16:54água e a outra e a menina, tipo, olhando para ela.
- 16:58Pegaram esse esse trecho do filme, que no filme é um trecho
- 17:02tipo que você que é tenso, tal, para de me morder, gente.
- 17:09E a gente falou que hoje não IA ter bichinho porque a banca
- 17:11estava completa, pois ela veio aqui se defender, entendeu?
- 17:14É verdade. Tiraram a minha foto, a Jade,
- 17:17ninguém vai tirar a minha foto, tiraram a minha foto.
- 17:21E aí pegaram esse trecho e colocaram aquela parte do
- 17:26Madagáscar, que é o hipopótamo saindo da lama e tipo.
- 17:31Nossa gata, o moto moto está muito afim de você.
- 17:36E aí, tipo ele? Eu gosto assim e A Freira vindo,
- 17:38eu gosto assim. Acabou, tá ligado?
- 17:41Virou um filme de comédia e, tipo, a única coisa que eles
- 17:43fizeram foi botar o áudio e botar o engraçado por cima.
- 17:46Mas só de botar o áudio, a cena em si já fica meio cômica, aham,
- 17:50só tirando o áudio, sabe? Isso você pode ver com muitas
- 17:53coisas de terror. Tira o áudio pra ver se não
- 17:55fica. Talvez não fique engraçado, mas
- 17:57no mínimo assim, tipo, perca a tensão do negócio, é verdade.
- 18:01É verdade? Não é por nada não jogar.
- 18:03Filme, jogo de terror, sem áudio, porque se eu bato o áudio
- 18:06e eu? Não consigo.
- 18:07Às vezes eu sou cagão num ponto de fazer isso.
- 18:10Tá aqui rolando, OPA, pera aí, vai rolar treta agora deixa eu
- 18:14Muto o som e isso roxo eu quero aqui, senão é.
- 18:18Muito bom, é? Porque o efeito sonoro é muito
- 18:20importante, né? Tipo a porta abrindo, rangendo
- 18:23um passo atrás de você. É alguma coisa arrastada, você
- 18:27vai, vai, vai te pressionando muito Oo som.
- 18:32E aí eu queria pra gente poder fechar essa essa discussão aqui
- 18:36sobre é esse fascínio, né? É, eu queria fazer aqui um
- 18:40exercício pra gente poder tentar entender é o porquê que o
- 18:44gênero, né, dentro dessa, dentro do que tudo que a gente falou
- 18:47aqui, né, o porquê que esse gênero ele continua tão
- 18:50cativante. Então AA assim a passar de
- 18:53gerações, né? Você pega.
- 18:55O alonning dedark do PC lá dos anos 90, né?
- 18:59Assim, óbvio que você tem que ler esse jogo com os olhares da
- 19:03época, né? É porque se você for olhar com
- 19:06os olhos de hoje, você realmente vê 11.
- 19:09Diferença muito gritante. Mas a gente entendendo que na
- 19:13época aquele era a tecnologia de ponta que a gente tinha pra
- 19:16poder todo esse tipo de jogo, né?
- 19:18Então, e era super imersivo, né? E mas eu queria tentar tentar
- 19:23fazer essa discussão de tentar AA gente tentar responder essa
- 19:26pergunta, por que que esses jogos?
- 19:28Mesmo assim, com essas revoluções todas e tudo mais,
- 19:32ele continua sendo tão cativante até hoje, né?
- 19:35É, é jogabilidade, é só jogabilidade ou é um conjunto de
- 19:40fatores? É, quero saber de vocês.
- 19:44Cara, eu eu acho que assim eu eu vou dar minha experiência assim.
- 19:51Eu acho que não só jogabilidade, mas tem, tem um todo, porque
- 19:58assim eu não sou eu amo filme de terror, tal, não é o meu, o meu
- 20:04tema assim, digamos assim, de filme favorito.
- 20:07Mas eu gosto muito. Sempre que dá eu vejo é, seja
- 20:11filme, série, enfim, vejo desde lá, desde que eu era pequena, as
- 20:17primeiras vezes que eu assisti. É sexta-feira, 13, Freddy versus
- 20:22Jason, enfim, e coisas assim. E já com um jogo é um começou um
- 20:28pouquinho diferente. Mas eu acho que mesmo você tendo
- 20:33aquele, aquele sentimento, né, quando você está com um jogo de
- 20:38terror ali, não sei, parece que acho um exemplo.
- 20:44Eu eu joguei, eu joguei outlast recentemente.
- 20:48O primeiro acho que foi ano passado, que eu peguei ele pra
- 20:52jogar e tal, presta atenção e tudo mais.
- 20:55E quando acabou, tipo, eu me cagando de medo o jogo inteiro,
- 21:00qualquer coisa qualquer, barulhinha assim eu não, pô,
- 21:03pelo amor de Deus. E quando acabei o jogo, eu
- 21:06falei, cara. Eu preciso de outro jogo?
- 21:11Eu preciso de outro jogo, sei lá, é, eu sei que tenho 2, eu
- 21:15joguei só um, mas assim eu precisava de outro jogo que não
- 21:20que me desse a mesma emoção, mas que tivesse esse esse lance que
- 21:26do jeito que me prendeu ao outlast, sabe?
- 21:30É seja na história, é que nem OA, Ana e o e o Léo falaram,
- 21:34seja no. Na trilha sonora, em tudo, o
- 21:38jeito que ele é contado, o jeito que você joga.
- 21:41Eu falei, cara, que que jogo, que jogo?
- 21:45E eu lembro que foi a mesma coisa, pô.
- 21:47Na época, beleza? Pra mim era terror, porque.
- 21:50AA no, no, no, no ambiente. Ali, você tomava uns sustos
- 21:54assim, Do Nada, umas porta meio estranha.
- 21:56Mas era o que a gente tinha de tecnologia.
- 21:58O próprio Daniel cryss lá o. Nossa, é verdade, Daniel cryss
- 22:02você? Abrindo aquelas portas Do Nada,
- 22:04assim, entrando no escuro, eu dava de cara com dinossauro aí,
- 22:07né, pô? Qualquer pessoa que me diz que
- 22:09tipo assim, vê um filme ou um jogo que tem dinossauro
- 22:13perseguindo gente, comendo gente, me diz que não dá nenhum
- 22:15friozinho na barriga. Eu não confio na pessoa.
- 22:18Eu pra mim, Jurassic Park é quase.
- 22:20Terror assim tem momentos, sabe? Tem.
- 22:23Momentos muito, muito tensos de eu.
- 22:25Eu fui assistir o último Jurassic Park no cinema.
- 22:29Aham, não sei se vocês assistiram, mas tem uma parte,
- 22:31tipo assim, tem um túnel e eles vão se esconder no túnel, aham e
- 22:35o bicho entra no túnel. E aí, tipo assim, vai passando o
- 22:38tempo e eles, tipo, a sincretura é imenso, sabe?
- 22:40E eles estão indo para um lado e para o outro, e eles não
- 22:42encontram o dinossauro nunca. Aí eu fico tipo.
- 22:45Fica naquela tensão, né, porque? Se o bicho vai aparecer, meu
- 22:47Deus, daqui a pouco, tipo assim, eles acham que eles estão
- 22:49seguros. Eles não sabem que o bicho
- 22:50entrou lá outro lugar, véi. E você vai indo naquela tensão,
- 22:57e o dinossauro? Ele não é qualquer bichinha, é
- 22:59tipo, pô, tem um filme também que ele é um que tipo a galera
- 23:03vai tipo um safari, sei lá. E aí acaba a gasolina, não sei o
- 23:06que aconteceu. Ele fica online, o primeiro meio
- 23:09de um leão. Ah, e?
- 23:10Aí e é. Só que não é um leãozinho,
- 23:12qualquer um é um leão super desenvolvido.
- 23:16Bebê alimentado Deus velho. Se você me diz que você não tem
- 23:19medo de dar uma merda se você sair de casa, dar um rolê de
- 23:21bordar uma merda dessa com você, pelo amor de Deus.
- 23:24Ou seja, quem faz safari está fadado a viver.
- 23:27É terror, né? Nossa.
- 23:29Eu eu não iria no safari não, eu acho nenhum.
- 23:32Não, não, cara. É contra a natureza.
- 23:35Isso aí, pelo amor de Deus, a gente estava abaixo da linha o
- 23:37bicho. Lá, pô.
- 23:38Deixa os bichos lá que é isso, é eu?
- 23:40Eu posso assistir o documentário, pra que que eu vou
- 23:42ir lá a. Discovery Channel tá aí pra
- 23:44isso. O cara, eu acho que o terror
- 23:49assim, eu acho que ele fica preso até hoje, porque eu acho
- 23:52que o terror ele ele conseguiu, tanto nos jogos quanto nos
- 23:56filmes e qualquer tipo de mídia, ele conseguiu se dividir sim, e
- 24:00agradar diferentes pessoas, diferentes públicos, né?
- 24:04O terror, ele tem segmentos para todo mundo, então tipo assim, o
- 24:07cara que gosta de ver demônio lá, ele ver, então tipo eu, por
- 24:12exemplo, eu prefiro terror, tipo, mas voltando para
- 24:15mistério, assim e tal, então tipo assim o os filmes, por
- 24:19exemplo, que todo mundo odeia, né?
- 24:20Assim todo mundo não é forte, né?
- 24:22Mas tipo assim, uma boa porcentagem da população mundial
- 24:24odeia que é atividade para normal, eu gosto pra cacete, né?
- 24:26Eu acho muito forte o bagulho ser filmado por câmera dentro de
- 24:29casa, assim e tal. Então, tipo assim, eu gosto
- 24:33muito de mistério, eu gosto de ver o que está acontecendo.
- 24:35Oo paranormal eu acho que tem um pouco tipo assim, igual tu falou
- 24:38de tipo da falta de controle do das pessoas, é de ter o porque
- 24:43tipo assim, os jogos, né? Principalmente do lado dos
- 24:45jogos, os jogos, geralmente você mesmo que você seja um
- 24:49personagem mais fraco, você vai ficando mais forte o suficiente
- 24:53para em algum momento bater de frente com o desafio que está na
- 24:56sua frente. O jogo de terror, geralmente
- 24:57você é uma pessoa humana muito fraca e você está, é.
- 25:01Enfrentando uma coisa Sobrenatural que é 20 vezes mais
- 25:04poderosa que você, né? É, então tem um pouco também da
- 25:09fragilidade humana assim, é uma parada assim, bem específica,
- 25:12né? E tem tipo de coisa que assusta
- 25:14mais que outros, dependendo de de pessoa, por exemplo, eu nunca
- 25:17fui muito fã de de terror, de alienígena, por exemplo, não foi
- 25:20um negócio que me deu muito medo, mas é vai, terror, por
- 25:23exemplo, Sobrenatural me dá muito, eu assusto bastante, eu
- 25:26eu tenho muito, bastante medo, é então acho que tipo assim, o
- 25:30terror, entendeu? Dos diferentes pontos,
- 25:32diferentes características, o zumbi que fez isso, filme de
- 25:38zumbi, né? No começo era de uma forma e foi
- 25:39mudando para outra, por exemplo, provavelmente vai falar mais
- 25:42para frente, mas Resident Evil, eu não acho que é uma franguinha
- 25:45que te dá medo, principalmente, por exemplo, nos nos assim, é um
- 25:47medo assim, mas é um negócio mais equilibrado, mas, por
- 25:50exemplo, um delathofus, eu acho que tem muito mais medo porque a
- 25:53atmosfera é criada, tipo assim, o seu, o seu que é muito mais
- 25:56fraco, o aelly e o Joe é um é um desumano assim, bem comum.
- 25:59Não é um soldado hiper treinado, então é tipo assim, é.
- 26:07Eu acho que tem diferenças e essas coisas vão modificando e
- 26:10acertos, aí o exagero daquilo aqui, acolá.
- 26:14Mas eu acho que no geral, é isso.
- 26:16Eu acho que todo mundo entendeu muito bem, diferente de
- 26:19segmentos dentro do gênero. E para gastar todo mundo, né?
- 26:22É isso, Maninho, eu concordo, eu concordo muito contigo, né, mas
- 26:25é falando agora um pouco um pouco mais do do de jogos, né,
- 26:29específicos, né? É, vamos entrar aqui no bloco
- 26:32pra gente poder falar sobre os clássicos do do terror, no caso
- 26:35dos jogos, né, é os primeiros Marcos do gênero, pelas minhas
- 26:40pesquisas aqui que eu fiz é foram, é um jogo chamado Sweet
- 26:44Home, lá do nintendinho. E o aloning the Dark lembra que
- 26:48eu falei daquele aloning the Dark lá do começo dos anos 90,
- 26:51lá do começo do é final dos anos 80 começo?
- 26:55Dos anos 90. Pois é, teve remakes depois e
- 26:58tal. Teve um remake, eu acho que ano
- 27:00passado esse. Ano teve teve teve um remake que
- 27:04foi até protagonizada pelo David harbor, né?
- 27:08Não, não foi muito bem recebido, acho que não foi o rime aqui
- 27:11assim. Não foi não?
- 27:12Não foi muito bem recebido, mas os antigos, acho que eles ainda
- 27:17estão no é no, no, na memória da galera, né, que jogou, pelo
- 27:21menos na época. Eu me lembro de ter jogado isso
- 27:24no PC da minha irmã, cara, porque eu não tinha o eu não
- 27:26tinha o PC, né? Meu negócio era console, console
- 27:29mesmo, de mesa, EEO, aluno dedak só tinha no PC, né?
- 27:33Então eu joguei no PC da minha irmã.
- 27:34Eu falei, cara, foi, foi uma experiência interessante.
- 27:37É pela assim, pela minha memória, né?
- 27:39Eu não sei se pegando hoje, obviamente vou sentir muita
- 27:42diferença, né? Até questão de jogabilidade,
- 27:44enfim, né e tal. Mas cara, é é legal pensar como
- 27:49esses jogos é evoluíram tanto, né?
- 27:53Desses clássicos até passar por outros por outros nomes como o
- 27:57Resident Evil, o próprio Silent Hill no PlayStation um, né, que
- 28:00ainda é meio dos meio para frente dos anos 2000 e é meio
- 28:049798, se eu não me engano, né? É dos anos, né?
- 28:09Dos anos 90 e quase anos 2000 já é cara.
- 28:13É muito legal pensar de como foi evoluindo e eram evoluções muito
- 28:17claras. É até em jogos que não tinham
- 28:20tanta distância de de tempo um para o outro, né?
- 28:23Porque se você pegar o alone de Dark, por exemplo, né?
- 28:26Do começo dos anos 90, fim dos anos 80, começo dos anos 90 e
- 28:29pegar o Silent Rio um do PlayStation um lá No No quase
- 28:34final dos anos 90. Não é uma diferença assim,
- 28:39absurda. 10 anos. Tudo bem que para tecnologia, 10
- 28:41anos é muita coisa, né? Mas é a diferença que cada jogo
- 28:46tem entre si, né? De evolução, com aprendizado e
- 28:50até questão técnica, como jogabilidade, como o personagem,
- 28:54movimento, a forma de se defender ou não e tal.
- 28:56Cara, é muito bacana ver de como esses jogos clássicos evoluíram
- 29:00entre si e aprenderam entre si, né?
- 29:03É e como um acabando de se tornar um Marco entre entre
- 29:07jogos, por exemplo, survival how, né?
- 29:09Tem um gênero todo de survival how, que é talvez tenha sido
- 29:13inaugurado ali exatamente pelo Resident Evil, mas tem outros,
- 29:19como com jogos de de um terror mais psicológico, com o que
- 29:23mistura um pouco de ação também, que é o Silent hee, o próprio
- 29:27aluno, and the Dark também, né? E tal que ele é cara, tem um eu
- 29:30não sei se vocês vão lembrar. Mas é, é muito antigo, é, é é um
- 29:34jogo muito falado nos anos 90, chamado fantasmagória, eu não
- 29:38sei se vocês vão lembrar, vocês estão ligado no nome.
- 29:41Ele misturava e já ouviu falar, né, cara?
- 29:43Já ouviu falar que era um jogo que ele misturava?
- 29:46É jogo mesmo, cenas de jogo com cenas filmadas de pessoas reais
- 29:51assim. Então as mortes eram filmados
- 29:55com com atores assim, né? Então era uma morte muito
- 29:59escabrosa assim. O jogo chegou a ser proibido no
- 30:02Brasil na época e tal é, procure aí o jogo fantasma agora.
- 30:06Assim, tem uns maneirismos dos anos 80 nesse jogo que eu acho
- 30:10bem absurdo hoje a gente é está sendo se perpetuar, mas também é
- 30:17aquela coisa, é um jogo que foi é um pensamento muito diferente,
- 30:21né? Coisa dos anos 90, mas não que
- 30:24isso justifique, né? Mas é, a gente tenta entender
- 30:27também. Pra um outro lado, né?
- 30:29De é AA visão pelo menos, né? Mas cara, o fantasma agora era
- 30:34uma parada bizarra assim, um negócio muito é assim na época,
- 30:38o carmagenongo, né? Causou tanto forca, fantasma
- 30:43agora, então era era pior ainda, mas é clara essa evolução assim
- 30:47de um de um clássico pra outro, né?
- 30:49Não que o fantasma agora seja exatamente um clássico, que
- 30:52talvez ele seja mais conhecido por um nicho de pessoas, né?
- 30:56É, mas é. Tem jogos clássicos que furaram
- 30:59muito a bolha, como é o caso do próprio Resident Evil, né, que
- 31:03começou Oo Resident Evil um lá do PlayStation um, ele começou
- 31:09de um jeito pra você ver como é que ele tá hoje assim o Resident
- 31:11Evil 8, o próprio 9 agora que vai sair em fevereiro do ano que
- 31:15vem, né? É como AAA clara evolução, EEA
- 31:20própria, transformação dentro da própria franquia também, né, que
- 31:24começou como, como? Só fibe horror e hoje já é outra
- 31:28parada. Assim é outro um.
- 31:29É um jogo de susto, de terror mesmo, de um pouco psicológico
- 31:33também e tal. Tem as ceninhas de ação também,
- 31:35né? Não, não deixa de ter, mas é a
- 31:38própria. A franquia se reinventou a
- 31:39partir do 7 também, né? É o Resident Evil.
- 31:43Ele chegou no ponto que quase vira um jogo de aventura, né?
- 31:45Tipo assim, é, você jogava ele como se tivesse jogando um jogo
- 31:49de campanha qualquer. Assim o zumbi não dava medo
- 31:52nenhum, era só. Estava ali ligado mais na
- 31:56história com os personagens, porque realmente a gente toma
- 31:58susto, é preocupado em. Alguma coisa?
- 32:01Pô, tipo assim, eu falo isso porque o residente veio ao 4, eu
- 32:03joguei, tipo assim, criança. E eu não tomei susto em nenhum
- 32:06momento, não. Lembro.
- 32:09Não ter tomado nenhum susto, o residente preocupado.
- 32:13Né? É, tem essa problemática aí, né?
- 32:17Não? Mas o Resident Evil eu tomei
- 32:18susto pra caramba, cara, eu confesso, Oo próprio.
- 32:21Gianal Chris também, que foi o cara que mencionou, né?
- 32:23E tal. É, pô, esses.
- 32:25É porque assim os meus gêneros de jogos de terror que eu mais
- 32:28consumi, são jogos que eu, pelo menos eu tenho algum controle da
- 32:33situação, né? É, por exemplo, eu tenho acesso
- 32:36a uma arma ou um tackup, sei lá, qualquer coisa que eu consiga me
- 32:41defender. Jogos que não me dão controle,
- 32:44porque eu só sou o passageiro do da, da, da, da agonia.
- 32:48Eu não consigo jogar. Pra mim é muito difícil, é, não
- 32:52é nem difícil, questão de dificuldade, de jogabilidade,
- 32:54mas é difícil porque eu tenho muito medo do gênero de terror,
- 32:58não é o gênero que eu consuma normalmente, então é realmente
- 33:02é, é, é. Pra mim é um pouco, é, é um
- 33:06pouco difícil consumir jogos que eu não tenha muito controle da
- 33:09situação, mas mesmo assim não deixa de ser assustadores.
- 33:12Cara, eu acho que é residentível, por exemplo, ele é
- 33:15ele pra mim, ele é muito assustador, exatamente porque
- 33:17ele é muito claustrofóbico. É, são ambientes muito fechados
- 33:22muito. É estreitos, com muitos.
- 33:26É jumpscare também, né? Eu detesto tomar susto.
- 33:29Por exemplo, eu detesto. Eu acho que terror é uma coisa
- 33:34muito subjetiva, porque nem sempre o que vai me dar medo vai
- 33:38dar medo para vocês e vice versa, por exemplo, quando assim
- 33:43quando a gente fala de filmes de terror.
- 33:45Pra mim, tipo, Ah, você vai botar um demônio, um fantasma, o
- 33:50bicho que entra no seu sonho e te mata, coisa assim.
- 33:54Isso não me dá muito medo porque, tipo, pra mim é uma
- 33:56coisa que não vai acontecer. Sabe qual é a chance de um
- 34:01fantasma aparecer agora na minha casa e ser um fantasma negativo,
- 34:04querer me matar, entendeu? Pô, muito baixa agora.
- 34:10Bota um filme de terror que é um serial killer, que é um vizinho
- 34:14normal, tranquilo, que ninguém suspeita dele, que todo mundo
- 34:16gosta dele, e daqui a pouco você descobre que ele matou 59
- 34:20pessoas. Porra, eu tenho um Monte de
- 34:23vizinhos legais e normais. E se meu vizinhos legais normal
- 34:26for um psicopata, entendeu? Eu acho isso muito mais
- 34:29aterrorizante. E assim, não só a questão de o
- 34:32que Oo que dá medo, mas eu acho que a maneira como a nossa mente
- 34:37tá. Tá tipo assim, o que a gente tá
- 34:41esperando, sabe? Por exemplo, pô, eu fui jogar
- 34:43bem? Jing the eng machine é um jogo
- 34:46que tem coisas de de obscar, de terror, nanã, mas ele não é um
- 34:51jogo tão aterrorizante. Concordamos.
- 34:56Ele é tipo assim, você quer começar a jogar jogos de terror?
- 34:59É um jogo para você começar, certo?
- 35:03Só que eu tenho muito medo, eu tenho muito medo, muito problema
- 35:06com perseguição, com tipo uma pessoa atrás de mim.
- 35:09Eu não estava vendo a ela alguma coisa assim, sabe?
- 35:12E eu estava jogando e tinha uma pessoa assistindo eu jogar e a
- 35:14pessoa olhou para mim e falou assim, logo que eu abri o jogo,
- 35:17você só não pode olhar para trás nesse jogo, você não pode olhar
- 35:20para trás. O jogo não tinha, não tinha
- 35:23Aparecido um de upscare, não tinha tido nada.
- 35:26A única coisa era aquele clima tenso, uma gotinha pingando, não
- 35:28tinha nada, eu fui rindo. E eu estava com aquilo na
- 35:32cabeça, eu não posso olhar para trás, eu não posso olhar para
- 35:34trás. Eu chego num beco Sem Saída que
- 35:36eu tenho que voltar por onde eu vim, e aí eu começo a andar de
- 35:42ré, eu começo a atrás e desespero, tipo assim, não tinha
- 35:45nada. Eu fechei o jogo, eu não
- 35:47consegui continuar jogando, mas não.
- 35:48E depois eu descobri que não tinha nada ali, tipo assim.
- 35:51E que não? Tinha nada a ver.
- 35:52Esse negócio de não pode olhar para trás.
- 35:53Era só uma coisa que a pessoa botou na minha cabeça para eu
- 35:55ficar com aquilo na cabeça, entendeu?
- 35:57Então, tipo. Assim.
- 35:59Era uma coisa que se eu não tivesse com aquela expectativa,
- 36:02eu teria jogado numa boa, talvez.
- 36:04Entendi, não? Teria sido um problema,
- 36:05entendeu? Então eu acho que isso no terror
- 36:07está muito no que a gente está esperando, às vezes tipo, pô,
- 36:10sei lá, não sabentil, às vezes você está esperando que uma
- 36:12coisa que vai te dar medo é o susto, não é aquela sensação de
- 36:15medo, é Oo pau susto é o tempo, sequer a surpresa, sabe?
- 36:21E aí o jogo não te dá isso em nenhum momento, e aí você fica
- 36:23tipo, Ah, não deu medo? Mas às vezes, o medo, o medo,
- 36:27nem sempre ele precisa ser isso, de tipo te surpreender, te dar
- 36:30um susto. Às vezes ele pode ser só aquele
- 36:33clima de algo está errado, de desconforto, talvez, de enfim.
- 36:39Sabe? Eu prefiro jumpscare porque vem
- 36:44pulou na minha cara. Tomei um susto e pronto, acabou.
- 36:46Eu tenho que ficar tensa o tempo inteiro.
- 36:49Essa coisa psicológica de ficar brincando com a minha cabeça.
- 36:51Eu não sei quando que vai vir o terror.
- 36:54Não, não, não. Eu prefiro o jump scare.
- 36:56Eu? Detesto o jump scare.
- 36:58Nossa, eu detesto. Detesto.
- 37:00Cara que o jump scare ele é um negócio que ele vem, ele começa
- 37:03a vir aquela musiquinha, você já sabe que o negócio vai vim.
- 37:06Assim é, tem uns que são o jump scare.
- 37:08Ele se entrega, tem. De fato, a.
- 37:11Menos que a menos, sei lá, você está dando de boi, Do Nada, um
- 37:13bicho pulando sua cara. Tipo aquele vídeo da daquela
- 37:15mulher que aparece no meio do caminho?
- 37:17Você está assistindo o carrinho e fazer o caminhozinho da
- 37:20mulher? Aham a menos que seja um negócio
- 37:23assim, o jump quero ele normalmente meio que se entrega,
- 37:26mas ele é aquele negócio que você vende, tu toma um silso, tu
- 37:28pronto, acabou, segue em frente e já Era Eu.
- 37:32Ele não tá traumas a longo prazo.
- 37:35Eu sei que o Jean care vai vir e ó, mesmo assim eu não consigo.
- 37:38Eu não tenho a capacidade de eu. Assusto mesmo assim, mas pelo
- 37:41menos eu sei que eu eu prevejo o momento.
- 37:44Sim, sim. Não, eu vejo assim.
- 37:49Eu falo, vai vim, vai vim. Aí vem.
- 37:51Eu tô falando, cara. Acontece, é raro, mas.
- 37:57Acontece muito, é? É, é, mas é.
- 38:03Falando aqui de de clássicos do terror também, a gente não pode
- 38:05deixar de citar, como já foi amplamente citado, também o
- 38:09próprio Silent Hill, né? Que ele.
- 38:12Trouxe um outro aspecto do do próprio gênero de terror, né?
- 38:15Eu acho que ele é muito puxado pelo pela proposta do alony the
- 38:19Dark, né? De ser um negócio mais um medo,
- 38:21mais psicológico, óbvio, que tenha as partes de ação também,
- 38:25né? Tem as partes de puzzle que
- 38:27realmente são terror de desvendar também, né?
- 38:30Quem nunca ficou travado No No puzzle do piano do primeiro
- 38:33jogo, que atira a primeira Pedra, mas é o Silent Hill,
- 38:38cara, ele tem ele, eu acho que ele.
- 38:41Como ele mudou também um pouco o que que era de se esperar, um
- 38:46jogo de terror, algo assim, ele também trouxe, ele também
- 38:50fincou, né, dentro do gênero é essa, esse esses jogos que são
- 38:58que tem muita influência em narrativa, né, que que são rave
- 39:02em narrativa, né? E porque assim, se você pegar a
- 39:05história do próprio Resident Evil, a história não é lá, meu
- 39:08Deus, que história super. Caraca, recuperar assim, a
- 39:14história é boa, é razoavelmente boa e tal.
- 39:16Dá para acompanhar. Não é mal escrita assim, mas é
- 39:21se você botar no Balanço com o Silent Hill, por exemplo, ele
- 39:24tem muito mais questões pessoais, ecológicas, é ele.
- 39:28Ele traz muito a questão do medo também, né?
- 39:31E acho que ele traz um outro aspecto dentro do do dos jogos
- 39:35que é bem interessante, a visão que o silente Hill deu, né?
- 39:38O primeiro. Os próximos também.
- 39:40O Silent Hill 2. Eu acho que é um dos clássicos
- 39:43dos jogos de terror que eu que ganhou remake, né?
- 39:45No ano passado, inclusive que a galera mais pedia que era fã de
- 39:49Silent Hill. Pedia muito o remake de Silent
- 39:51Hill 2, né? E mas eu acho muito interessante
- 39:55como é que o Silent Hill, ele mudou um pouco o formato de de
- 40:00de jogos de terror, né? E Silent Hills nunca vai sair.
- 40:04Tá, isso aí é OEOEO PT, Hein? E o PT, que nunca sai?
- 40:15Não, mas é, é complicado, é você falando nessa parte aí.
- 40:19O Marcelo, inclusive, me lembra bastante.
- 40:23Eu posso estar enganado agora. Enfim, algum de vocês, acho, vai
- 40:27até lembrar mais do que eu nessa nessa questão de ordem, né?
- 40:31Não, não me recordo. Acho que o Silent Hill veio até
- 40:34antes, não sei ou posso estar enganado.
- 40:37Do que um dos meus favoritos, inclusive, que é o próprio fatal
- 40:41frame, que Mano, acho que foi Oo primeiro jogo de terror mesmo,
- 40:48que eu falei que, pô, esse é o jogo de terror, que pô, cara,
- 40:53você é uma mina colegial que tá ali e você não tem nada.
- 40:58A única que você tem é uma câmera na tua mão, se vira.
- 41:04Ah, mas como é que eu vou descobrir as coisas?
- 41:05Você tem que tirar foto. Ah, pelo amor de Deus.
- 41:11É assim mesmo, né? Inclusive fala, tá fren vai
- 41:16ganhar um jogo novo agora, né? Daqui a pouco é um jogo novo ou
- 41:20um remake, se não não me engano, né?
- 41:23Acho que é. Eu tenho quase certeza que é 11
- 41:26continuação, porque tem 2, né? Que aí, se não me engano, é AA
- 41:32história das irmãs. Aí acontece um Rolo lá e tal,
- 41:34não sei o que. E aí acho que vai continuar em
- 41:37em alguma parte ali, seguindo da história dela.
- 41:41Eu não vou jogar, então tá tudo certo pra mim.
- 41:44Eu, eu. Eu tava pensando em relação a
- 41:46isso. Eu não sei se foi porque os
- 41:49jogos realmente assim deram muito certo e consolint Hill.
- 41:52E outros tantos jogos de terror psicológico que teve ao longo
- 41:54dos dos a década de da primeira década, dos anos 2000, né?
- 41:58Do do do século 21 e a segunda década, principalmente a
- 42:01primeira assim, anos 90 e tal. E a primeira década, porque se a
- 42:05gente pensar bem até em relação as outras mídias, né, o terror
- 42:09psicológico, ele ele deu uma desaparecida, né?
- 42:11Lá atrás a gente tinha, por exemplo, OA gente foi iluminado,
- 42:16Psicose, Rosemary, né? Década de 60, década de 80 e
- 42:19tal, e depois deu uma sumida, né?
- 42:21Aí ele, o terror psicológico, ele voltou mais ou menos há uns
- 42:24vamos lá, 10 anos, 2015 para cá, que voltou a ficar em alta ali,
- 42:28pô, aí veio hereditário, me dissomar, Animais Noturnos,
- 42:34enfim, filmes recentes, cor também, enfim.
- 42:37Então, tipo assim, é João? Acho que é sinônimo de de filmes
- 42:42de terror, né? É, e eu acho que tem essa parte
- 42:45assim que que eu acho que que os jogos, eles trouxeram essa
- 42:47ideia, terror psicológica e tipo assim.
- 42:50Ele ficou meio abandonado em outras mídias, né?
- 42:52E o terror psicológico a gente falou, né, ele trabalha muito
- 42:56com a atmosfera, ele trabalha muito com a narrativa, ele
- 42:57trabalha muito com com ambientação, e ele ele é muito
- 43:02louco porque o terror psicológico em jogos, geralmente
- 43:04ele tem uma cadência mais lenta, né?
- 43:05Tipo assim, ele não é a parada, tipo assim, vai lá, faz isso,
- 43:08faz aquilo, faz aquilo. Geralmente você tem aquele
- 43:10aquele momento tipo assim de deixar você assim, meio que
- 43:12solto e você andando, explorando, e você sentindo medo
- 43:17para nada durante 20 minutos, sabe, fobia.
- 43:20É, é é muito louco assim. Então acho que tipo assim,
- 43:27talvez o esse gênio específico, terror psicológico, os jogos
- 43:30consigam. Talvez é ir na raiz dele, né?
- 43:34E na raiz do do que é o terror psicológico e trazer ele mais
- 43:36forte, né? Porque ele consegue colocar um
- 43:38personagem em uma situação completamente adversa e ele
- 43:42coloca esse personagem com muito pouco recurso, né?
- 43:47Não é o survival que vai te dar pouco recurso, você vai ter que
- 43:50ficar pegando. Geralmente Oo terror psicológico
- 43:52que vai te dar recurso, nada, né?
- 43:54Tipo o outlet lá que vai te dar uma câmerazinha, aí você vai ter
- 43:56ficando, bater, pegando bateria, bater alguma coisa, é.
- 44:02E eu acho que é mais ou menos isso, né?
- 44:04Eu acho que que essa dinâmica psicológica funciona muito bem.
- 44:07É então, além de desse de Silent Hill também, que eu acho que ele
- 44:14é, é. Fez essa mudança, né?
- 44:17Tem o próprio photoframe também, que OK, falou e tudo mais é que
- 44:21é uma franquia muito, muito, muito clássica, né?
- 44:24Nesse sentido, é, eu acho que tem esse EE outros jogos
- 44:29clássicos assim também, que acabam definindo, né, muito o
- 44:33gênero, né? E eu acho que um que ficou
- 44:35muito, muito Na Na mente da da galera, né, foi o próprio eyel
- 44:41isolation, né? Eu acho que o islen isolation
- 44:42ele. Ele não reinventa a roda, né?
- 44:45É, não acho que ele reinventa a roda, mas eu acho que ele faz
- 44:49muito bem essa essa transição que a gente tava muito querendo,
- 44:54né, em relação AA novidades e respiros pra jogos de terror,
- 44:59né? Então acho que OOO Allen, isso
- 45:01ele faz muito isso, né? Ele tira um pouco do controle
- 45:04pra você ser é você ser um jogo de é gato e rato, né?
- 45:09Ali você praticamente está sendo caçado o tempo todo pelo alien e
- 45:12tudo mais. Ele cria uma atmosfera
- 45:14claustrofóbica pra caramba. É durante muito tempo, é um jogo
- 45:18que me deu muito, muito, é muita ânsia, muita ânsia, não, mas a
- 45:22ansiedade e cara foi é bem interessante, eu acho bem
- 45:26interessante, né? Aí eu quero saber de vocês, o
- 45:29que que vocês acharam desse desse jogo aí também?
- 45:31Ou se vocês vê algum exemplo de algum jogo muito clássico assim,
- 45:34de jogos de terror, que de certa forma acabaram mudando o gênero
- 45:40ou. É, acrescentou.
- 45:42Coisas também que a gente acaba vendo hoje, mas hoje em dia
- 45:45também, né? Cara.
- 45:47É eu, eu posso falar de um, mas eu não sei se ele realmente
- 45:51chegou a ter, de fato, alguma mudança No No gênero.
- 45:59Mas mais uma vez eu vou usar uma experiência de exemplo, um jogo
- 46:03que eu gosto muito, que é o Dead SPACE.
- 46:07E pô, cara, eu eu cheguei a jogar Oo remake, né?
- 46:13Que tem tem mais antigão. E aí só deram uma reformulada
- 46:16ali e tal, não sei. E aí deixaram ele mais
- 46:18bonitinho. E só que antes de jogar o Dead
- 46:22SPACE, eu fui jogar um jogo que eu tava até conversando com uns
- 46:27amigos e tal. Além do do que eu tô jogando
- 46:31agora, que é o ele se chama decalista do protocol, que ele
- 46:34também IA no espaço e tal, não sei o que.
- 46:36E aí quando eu tava jogando o outro jogo, mais ou menos,
- 46:40comentaram, pô, ele é muito, ele é muito.
- 46:45Ele pegou essa, essa, esse gancho deixado pelo Dead SPACE,
- 46:49que é o pray. Verdade, verdade.
- 46:54E. Legal.
- 46:55Pô. Cara, foi um bagulho muito
- 46:56louco. E aí quando me falaram isso, que
- 46:57eu estava jogando, só o pray, né?
- 46:59E tal, tal, tal, tal, tal, e me falaram, pô, no 10 spray, 10
- 47:01spray. Aí eu falei, cara, eu tenho que
- 47:03jogar esse jogo, não é possível, cara.
- 47:05Então, tipo, é um jogo que você vê que é dentro do da da questão
- 47:11dos jogos, deixando um pouco do cinema, EE, séries e afins,
- 47:16porque sempre tiveram essa. A questão do espaço, né?
- 47:20De de vidas fora da Terra e tudo mais, mas que também não é um
- 47:27não é um jogo inovador nesse meio, mas que ele traz seu
- 47:31ambiente, seu próprio ambiente, que é o seu diferencial, sabe?
- 47:36E aí ele traz essa força de poder é influenciar outros
- 47:40jogos, como o play e o próprio decalista, Proteco, enfim.
- 47:45Então, acho que é um jogo que. Que eu posso deixar, que veio,
- 47:49que deixa uma marca? Concordo, concordo.
- 47:52Acho que o pray, ele é um excelente exemplo e eu acho que
- 47:55ele traz exatamente é esses jogos.
- 47:58Eu acho que eles alimentam inclusive muito de jogos novos
- 48:01que a gente tem visto hoje que eles não só é bebe muito da
- 48:08fonte, mas como eles conseguem fazer essa fonte ficar melhor,
- 48:13né? É, eles acabam evoluindo da
- 48:16própria fonte assim, né? Acho que o Alan Wake e o Alan
- 48:19Wake 2 é é um exemplo muito clássico disso também, né?
- 48:22Como o jogo melhora do um pro 2 assim consideravelmente, né?
- 48:27É, mas acho que jogos novos assim é nesse sentido, é, a
- 48:33gente pode trazer aqui algumas que, por exemplo, se
- 48:35reinventaram que a gente até mencionou que era o próprio
- 48:38Resident Evil, ou No No set, no Village e agora no 9.
- 48:42Né? É o outlast, né, que a gente
- 48:45acabou falando. Mas tem um cara que eu achei
- 48:48muito interessante, o conceito dele, que é o the medium.
- 48:52Vocês é estão ligados com a esse jogo, né?
- 48:54Que. Ele se.
- 48:55Passa em 22 universos paralelos, um jogo de terror.
- 48:57Assim é a ambientação dele. É, é incrível.
- 49:01Assim. É aterrorizante, né?
- 49:03Mas ele tipo, passa em um universo.
- 49:05Não sei se é universos paralelos ou é.
- 49:08Cantos da mente, cara. É um negócio assim.
- 49:10Muito doido, cara, muito doido. Mas eu achei bem interessante Oo
- 49:14conceito desse jogo, né? Outra que tem um conceito muito
- 49:17interessante. Mas eu acho que o jogo não ficou
- 49:18tão bom assim. É um jogo chamado perception.
- 49:21Não sei se vocês já já viram. Perception?
- 49:23Não, não vi, mas eu já sei. Mas nunca joguei, nunca joguei.
- 49:26Que é o terror. Aonde que a protagonista é uma
- 49:28mulher cega, né? Então tipo, tu usa a audição e
- 49:32tal pra ver a casa que você está explorando e tal assim?
- 49:35Então, tipo assim, é bem bem maneira assim AAA ideia, né?
- 49:39A execução não foi tão tão Meg maneira assim, mas AA ideia é é
- 49:43muito boa aham, e em relação a você falou o the meedium, né
- 49:46cara? O the medium, ele é de uma
- 49:47empresa que eu gosto bastante né, que é AA blobertim uhum, que
- 49:51é basicamente a empresa poloniza que só faz jogo de terror, né?
- 49:54É Oo laser of thees, né? A toda a franquia deles, aquele
- 49:59jogo o blater Witch, né? A Bruxa Blair é deles.
- 50:02Hum. Legal Observer é um jogo de
- 50:04terror no cyberpunk. OK, vocês já viram?
- 50:08Observa também a deles, e eles que fizeram a hebek do Silent
- 50:11Hill, e eles que fizeram recentemente, que lançou nas
- 50:14últimas semanas aí aquele Cronos the love down, né?
- 50:17Eles são os. Responsáveis.
- 50:18Esse só tava querendo jogar. Então, tipo assim, é muito massa
- 50:23também, né? Tipo assim, tem muita empresa
- 50:25hoje em dia que é especializado em jogo de terror e só faz jogo
- 50:27de terror, né? Eu, eu acho que você trabalha
- 50:29muito maneiro assim. E eu acho que tem muito disso,
- 50:32né? Tipo assim, as empresas, elas
- 50:34estão tentando coisas novas, elas.
- 50:36Tocando franquias, elas estão pegando perspectivas diferentes,
- 50:39igual o gênero de cooperação online, em cooperação online ou
- 50:44cooperação com o up, com o up sulfa, né?
- 50:47No corpo, no sofá, ali com os amigos é uma que eu gosto
- 50:50bastante, é o the Dark piccurs anthology, né?
- 50:53Eu gosto bastante da da série da franquia, né?
- 50:55No total são 5 jogos, mais um DZBR, então a gente fala que tem
- 50:584, né? É.
- 51:01Tem o Matt of medan, little hope, House of hests e o Dedé
- 51:04von me. Eu joguei só o Dedé von me e o
- 51:06little hope. O cara é muito maneiro assim,
- 51:08você jogar eles é porque tem essa parte toda de tipo de você
- 51:14sentar no sofá e ficar passando o controle para a mão do
- 51:16amiguinho, porque às vezes dele jogar fica o personalismo dele
- 51:18jogando e a decisão de um é fluenciando o outro.
- 51:20Eu lembro que no Dedé von me eu não quero dar spoiler, mas.
- 51:23Oo meu personagem morreu porque o meu amigo errou 111 quick está
- 51:27no event. Ele.
- 51:27Ele errou e eu morri. Nossa.
- 51:29Fala, fala o nome dele, fala o nome dele pra gente deixar.
- 51:32Ele agora, cara, sou eu, cara, sou eu.
- 51:35Ele errou que está no evento, eu caí lá do lugar, se morri, eu
- 51:37fiquei, pô, surreal é. Mas enfim, são jogos muito
- 51:43massos assim. Jogo AA ideia, né?
- 51:45De um terror cooperativo é muito diferente.
- 51:48Isso é isso. É impossível em outra mídia, né?
- 51:50Que você fazer um terror recuperativo com outras pessoas
- 51:53juntas e jogando e experimentando aquele terror em
- 51:55conjunto e uma influenciando no que o outro tá fazendo e ter
- 51:58finais diferentes, enfim, é dependendo de quem chega no
- 52:01final. Então assim, é isso, né, cara?
- 52:06Eu acho que tem muito essa parte assim do terror de de de.
- 52:09Até hoje ele tá inovando e trazendo coisas novas e
- 52:12surpreendendo cada vez mais, né? EEE nisso também, né?
- 52:16De Hebe, e aí acho que eu quero muito ouvir a gebe nesse ponto
- 52:19também. Os jogos índios também começaram
- 52:21a trazer muito jogo de terror. Bacana, né?
- 52:25Eu tenho um exemplo aqui, Oo Visage, o Visage, né?
- 52:28E Madison, mas tem um cara e mas aí eu eu vou lembrar o nome dele
- 52:34para poder trazer, porque eu acho muito legal, eu achei muito
- 52:36legal esse jogo, inclusive, não sei se não me engano, ele é
- 52:39brasileiro. Mas aí eu quero que você comente
- 52:42sobre os jogos. Índios nessa pegada de jogos,
- 52:44índios de terror também, que tem crescido bastante e tem sido
- 52:47muito interessante. O próprio assim, eu não sei se
- 52:50ele é considerado terror, não é não.
- 52:52Mas o oxin free é um jogo que me deu, me deixou muito tenso
- 52:55jogando, né? O primeiro, principalmente, né?
- 52:58O segundo nem tanto, mas acho que o primeiro ele bebe muito de
- 53:02uma fonte de terror assim, muito inacreditável.
- 53:05Mas vai comentando que eu vou me lembrar o nome do jogo em
- 53:07específico que eu queria trazer, mas vai comentando sobre os
- 53:09jogos de terror indie, né? Que vem é estão trazendo aí umas
- 53:12novidades, muito maneiras também, né?
- 53:14Cara, eu acho que uma das palavras mais interessantes
- 53:16quando a gente fala de terror indie é que.
- 53:19Existia até um tempo atrás uma coisa não só de tipo, Ah, jogo
- 53:23bom, é jogo com grande gráfico, mas que para você fazer uma
- 53:27coisa realmente assustadora, tinha que parecer realista,
- 53:32sabe? E eu sinto que o indie, ele
- 53:34mostra como não você consegue fazer um jogo aterrorizante sem
- 53:40precisar é ele ser algo assim. Muito, muito realista, muito
- 53:49detalhado. Então a gente tem aí alguns
- 53:51jogos assim, só para dar exemplo de terror, que tem um visual não
- 53:57não tão tipo realista, alguns nem um pouco realista, mas que
- 54:02são claramente jogos de terror e que tem 11 certa tensão em torno
- 54:08deles. E que tipo se expressa muito bem
- 54:10nesse nesse cenário que são, por exemplo, little nighters?
- 54:14Cara little Knight, mas sabe me dizer que little Knight?
- 54:16Mas não é um jogo de que dá medo que tá dentro do gênero terror?
- 54:21Inclusive tá saindo agora o little kn's 3, né?
- 54:29O próprio bem, Jim think machine.
- 54:32E aí eu queria citar Oo jogo que eu já comentei antes.
- 54:37Que até tem uma pegada um pouco mais realista, mas não é aquele
- 54:41gráfico ultra mega blaster, que é o fobia, que é brasileiro.
- 54:47A gente tem brasileiro também. A gente tem o Opus Castle, que é
- 54:50da Messer, que é inspirado em uma história real em São Paulo.
- 54:56Uma parada que aconteceu. De.
- 54:58Verdade então? Assim, quem?
- 54:59Quiser puxar uma coisa, aí a gente tem the City, the City, eu
- 55:02não lembro. Isso é indi agora, mas fica aí,
- 55:06né? Mais um jogo pra lista.
- 55:09Então, cara, a gente tem hoje excelentes jogos que tem uma
- 55:13estética mais assim bonitinha ou que mais simples, às vezes uma
- 55:19coisa mais cartunesca, mas que ainda estão bem associadas ao
- 55:23gênero de terror. Eu acho isso muito legal.
- 55:25É porque abre um espaço muito grande pra pro índio se mostrar,
- 55:29porque é muito comum que dentro do do cenário indie a gente
- 55:33tenha como grande força. OA narrativa, às vezes o som é
- 55:39outras características que não OA qualidade gráfica, né?
- 55:43E eu não estou falando que o jogo índio é feio, eu estou
- 55:46falando que é. Muitas vezes, por questões
- 55:49financeiras, não se traz como uma prioridade trazer um gráfico
- 55:53ultrarrealista, porque. Com o dinheiro do gráfico
- 55:56ultrarrealista, você faz o áudio marketing OA narrativa, você faz
- 56:01todo o resto do jogo, a programação e tipo, aí, enfim,
- 56:06então é acho que eu eu teci o meu comentário, o.
- 56:14Jogo que eu queria trazer era Oo Edith not by the sticket, né?
- 56:18Eu não sei se vocês jogaram esse ou não.
- 56:20Ele é um joguinho índio de terror assim, bem, bem, bem
- 56:24macabro. Que ele é uma Vision nova
- 56:26brasileira, ele é um Vision nova.
- 56:30É. É?
- 56:32Pois é. E ele traz uma.
- 56:34Eu não joguei propositalmente porque é, é.
- 56:40É traz uma a história de uma de uma profissional que é
- 56:44contratada para chorar em termos e funerais assim, né?
- 56:48E ela passa por uma situação bem bizarra aí no durante.
- 56:50Escarpideiras, né? É isso é uma coisa bem
- 56:52brasileira. É verdade?
- 56:55Cara, muito bom assim esse jogo eu eu joguei ele, eu não vou,
- 56:58não joguei ele todo, mas o que eu joguei me deixou bem
- 57:01aterrorizado. Ele é um jogo bem, bem, bem
- 57:04divertido. Divertido, né?
- 57:05Nesse sentido de é você da proposta dele, né, e tal.
- 57:10Cara, é muito legal, é muito legal.
- 57:12Então eu acho que é um jogo que dos índios assim, ele vem, vem
- 57:15trazendo novidades assim que é bem legal, né?
- 57:18Cara 111, outro joguinho índio brasileiro que tá dentro desse
- 57:21terror que tem é é um joguinho de Pixel arte, tudo bem
- 57:25bonitinho. O nome do jogo é sur SUR.
- 57:29Ele é um jogo que tipo assim, ele é um terror de
- 57:32sobrevivência, mais pra esse lado psicológico e tal.
- 57:36Só que ele é um jogo que você é uma cadeirante, aí você tem que
- 57:42fugir dos bichos que estão te perseguindo aí, tipo, daqui a
- 57:44pouco você perde a sua cadeira de rodas, você tem que se
- 57:46arrastar, véi. Aterrorizante, vai ator.
- 57:49Mascar. Imagino porque, tipo, a gente
- 57:52tava falando justamente disso antes de tipo, você tá?
- 57:55É o seu personagem ser uma coisa meio impotente que não não tem
- 57:58tipo tanto essa coisa de tipo revidar, bater de volta de você
- 58:02não ser um super soldado. Pra mim, esse jogo é um pouco
- 58:05disso assim. Sabe não?
- 58:08Bem interessante, bem interessante esse esse jogo.
- 58:11E aí minha gente pra pra gente, a gente já tá com um programa
- 58:14aqui até bem, bem completinho, né?
- 58:18É, eu quero trazer agora uma discussão final, 2 temas, né?
- 58:23Primeiro é momentos assustadores que a gente passou, né?
- 58:29Por jogos de terror, né? Assim, contar 111 acaso, né?
- 58:34É uma anedota, né? Assim, por assim dizer.
- 58:37E a gente vai falar aqui, vai mostrar um pouco de paixão
- 58:41também, falar do nosso jogo de terror favorito pra gente poder
- 58:44encerrando aqui as discussões. Porque eu quero saber também.
- 58:46Você, querido telespectador, querido ouvinte, é quero saber.
- 58:502 opiniões suas, o que que torna o jogo?
- 58:52O que que te fascina no jogo de terror, né?
- 58:55E o que e qual é o seu jogo favorito, né?
- 58:58De terror. Então deixa aí no comentário na
- 59:00aqui no na no YouTube, deixa um comentário lá no nosso Instagram
- 59:04também, ou No No próprio Spotify também, né, que eu quero saber a
- 59:08opinião de vocês aí, mas eu quero uma anedota, as anedotas
- 59:11aí de jogatina de terror, né? Eu contei uma aqui em off e eu
- 59:16acho que vale a pena trazer depois aqui, vale a pena trazer
- 59:19aqui para o ar, mas eu quero, eu vou passar essa vergonha só
- 59:23depois. É, cara, você tem alguma
- 59:25história aí da anedota e aí depois você pode me dar o seu
- 59:28jogo de terror favorito? Passando o gato aqui?
- 59:36Deixa o gato, deixa o gato ter prioridade, não vai tirar o gato
- 59:39aí? Não, só vem deitar aqui.
- 59:43Descansar, cara. Ainda tá com jogo de terror.
- 59:49Putz, cara, eu acho que. Então eu acho que o que eu, o
- 59:55que eu mais passei, assim que me marcou, foi com foi com outlast.
- 1:00:01Não tem como foi o primeiro outlast, tipo, eu lembro que eu
- 1:00:06já tinha visto Lives de alguns amigos meus jogando outlast de 2
- 1:00:10e tal, já conhecia, sabia como era o jogo e tal.
- 1:00:14Aí eu falei, pô, agora eu tenho um, vou jogar, né?
- 1:00:17Vamos jogar, pô. Agora, pô, agora.
- 1:00:23Porque é, é. E eu lembro que eu tava jogando
- 1:00:25e às vezes ficava no Discord conversando com os amigos e toda
- 1:00:27hora, Mano, por que que eu tô fazendo isso, cara?
- 1:00:31O que que eu tô fazendo da minha vida?
- 1:00:35O que que acontece? Mano, pelo amor de Deus, cara,
- 1:00:39assim, no começo você vai entendendo ali a história, vai
- 1:00:42explicando aos poucos, vai te mostrando alguns personagens,
- 1:00:46mas cara, não dá, não dá. Acho que foi o maior susto que
- 1:00:51eu já tomei na minha vida. Não sei se vocês já chegaram a
- 1:00:55jogar outlast, mas é bem no comecinho do jogo.
- 1:01:00Você está está muito tipo de corredor e tal que você já
- 1:01:03passou por ele e tinha um tinha um cara cadeirante assim numa
- 1:01:08cadeira de rodas. Só que, tipo, ele está estático,
- 1:01:11você já passou por ele? Não está lá, tipo.
- 1:01:14Aí tem às vezes assim, a gente até brinca, passa por ele, ô, se
- 1:01:16mexe aí, cara, tal, não sei o que, pá tal, beleza, tá lá na
- 1:01:20dele, aí você dá a volta, vai, vai para outros cantos e tal.
- 1:01:23E aí você tem que voltar o caminho para poder ter acesso a
- 1:01:26outros lugares. Aí, pô, já vou passar ali pelo
- 1:01:32cadeirante de novo, maluco, quando eu cheguei nele, para
- 1:01:36quê? Para quê, irmão?
- 1:01:40Se passa do ladinho dele aqui assim, ó, ele dá um Salto assim,
- 1:01:44Do Nada, eu? Falo, putz.
- 1:01:47É o famoso? Eu fiquei só o vídeo do Alan
- 1:01:51zoka que ele tomou susto e fica assim, eu lembro.
- 1:01:56Tá falando? E é no começo do jogo, Mano.
- 1:02:04É, no começo, exatamente falar, ó.
- 1:02:07Isso aqui que você está vendo é daqui para frente, daqui daqui
- 1:02:11para frente é só para trás pelo. Menos o jogo não te enganou, né?
- 1:02:16Exatamente. É um jogo honesto, é um jogo
- 1:02:18honesto. Não, isso é verdade, não.
- 1:02:20E foi só literalmente. Foi só ladeira abaixo.
- 1:02:22É esgoto, é nossa, é horrível. Mas acho que foi.
- 1:02:27O mais bizarro assim que já tive.
- 1:02:30E esse é o seu jogo de terror favorito?
- 1:02:32Não, não. É eu eu acho que eu posso
- 1:02:36colocar 2 ali que eu tenho, eu acho que um de hoje em dia, hoje
- 1:02:41em dia, né? É que eu.
- 1:02:43Joguei ele. É que eu joguei ele há pouco
- 1:02:45tempo e um de quando eu era mais novo é, eu acho que em primeiro
- 1:02:49lugar o top um assim fica fatal. Frame não tem, pra mim não tem.
- 1:02:53Como é a história, é Mano. Nem a hora.
- 1:02:58Quando fala em terror, é a gente.
- 1:02:59Quando fala em terror, muitas vezes a gente acaba falando de
- 1:03:02terror asiático. Hum, maravilhoso.
- 1:03:05Terror asiático é um bagulho? Hum, mas muito louco.
- 1:03:09Muito pra quem já leu qualquer mangá aí de junjitman.
- 1:03:14A gente, a gente acostumado com com os norte americanos e tal
- 1:03:19dos europeus, e não sei o que e quando vai para a Ásia, meu
- 1:03:22amigo. Até o próprio ringu também, né,
- 1:03:25que deu origem aquele chamado, né?
- 1:03:27Sim, sim. Também ele é muito mais
- 1:03:30tenebroso na versão japonesa dele, que é original, né, do que
- 1:03:34a versão Americana, né? Não que a versão Americana não
- 1:03:37seja boa, né? Eu vi o eu vi um filme só pra me
- 1:03:40dizer que eu nunca vi. Eu vi um filme só pra nunca mais
- 1:03:42na minha vida também, né? Mas é assim, em questão de
- 1:03:47adaptação, eu sei que não é a temática de de falar sobre
- 1:03:49filmes, mas em questão de adaptação, até que uma adaptação
- 1:03:52bem decente, né? Mas a original japonesa, meu
- 1:03:56irmão, é um negócio de outro mundo, cara, sabe?
- 1:04:00E aí eu acho que empatado ali, mas eu, eu.
- 1:04:04E muito mais pela história que me pegou do que jogabilidade.
- 1:04:09Tudo mais claro, ambientação também já tive amigos que
- 1:04:13falaram que não é terror, mas para mim é não quero saber.
- 1:04:17E é a saga do Dave wifin. Dave wifin é terror pra caramba,
- 1:04:22cara, pô. É bem interessante os.
- 1:04:27Responsáveis pelo jogo foram os caras que saíram do da capcon,
- 1:04:30né? Do que trabalha com o Resident?
- 1:04:32Evil e tal é se você pegar e olhar o jogo.
- 1:04:36A estrutura é muito parecida em muitos momentos, né?
- 1:04:39É o esqueleto do jogo. É muito parecido com Oo Resident
- 1:04:42Evil a partir do 4, né, que é aquela câmera de trás e tal, mas
- 1:04:46é, mas eu acho que o devandro tem tem méritos próprios muito
- 1:04:50interessantes também. Assim é bem, é bem legal o jogo,
- 1:04:53né? Anedotas, querida de Hebe?
- 1:04:57Bom, eu já contei a história do bem de né?
- 1:04:59Então eu vou contar outra história, porque que eu não sou
- 1:05:03grande jogadora de jogos de terror?
- 1:05:05Acho que todo mundo aqui já sabe, não é nenhuma novidade.
- 1:05:08Eu realmente, cara, é difícil para mim.
- 1:05:10E quando eu comecei a fazer live, assim que eu fazia live
- 1:05:14diretão, eu tinha um negócio de que é cada vez que alguém
- 1:05:18completava não sei quanto. Acho que 3 meses de sub a pessoa
- 1:05:21podia escolher um jogo para jogar.
- 1:05:24Uhum. Interessante.
- 1:05:24Óbvio que a galera adorava escolher jogos de terror muito
- 1:05:29bem. Por que?
- 1:05:31Por que que a gente por que a galera gosta da gente ver se a
- 1:05:33gente se ferrar? Por que e.
- 1:05:36Aí alguém escolheu para eu jogar 11 dos amnisias, não da máquina
- 1:05:41dos porcos, o outro aham que eu não sei o nome agora.
- 1:05:45Eu tinha esse jogo na época, eu falei, ó, gente, só que assim ó,
- 1:05:47tem que ser jogos ou muito baratos ou que eu tenha, e a
- 1:05:49maioria dos jogos de terror, eu como eu não compro jogo de
- 1:05:52terror porque eu não jogo jogo de terror.
- 1:05:54Então era de você, não era muito fácil da pessoa do pessoal
- 1:05:57achar, e esse era um jogo que tinha ficado de graça na época,
- 1:05:58então eu tinha resgatado e aí eu tá bomba, vou jogar esse
- 1:06:03negócio. Só que assim eu já entrei com a
- 1:06:06mentalidade de que tipo assim, vai dar tudo errado, vai ser
- 1:06:09péssimo, vai ser horrível, sabe? Eu entrei no jogo já com medo,
- 1:06:13sem o jogo ter feito nada. E cara, o jogo ele abre num
- 1:06:17tipo, você está tipo num castelo.
- 1:06:19E aí tem uma salinha. Assim você desce uma escada, né?
- 1:06:21Sim, pois eu chego na porta dessa escada, eu não consigo
- 1:06:25achar o botão para abrir a porta e.
- 1:06:27E eu fiquei sem brincadeira, tipo 1 hora andando naquelas 3
- 1:06:31salinhas tentando achar alguma coisa pra abrir a porta, porque
- 1:06:34o botão não tinha funcionado e eu tá dando procurar a chave
- 1:06:37alguma coisa. E eu comecei a ficar nervosa e
- 1:06:39eu não consegui encontrar nada e nada se mexia e sabe, não
- 1:06:44funcionava. Eu não consegui abrir a porta,
- 1:06:46não consegui abrir a porta, eu acabei desistindo do jogo, eu
- 1:06:48não saí da primeira sala. Essa é a minha história com
- 1:06:54amnésia. E aí eu estava indignada e aí um
- 1:06:58tempo depois eu falei, não vou pesquisar porque tem que ter
- 1:07:00alguma coisa que abre aquela porta.
- 1:07:02Era só apertar o botão certo e descer.
- 1:07:06Eu não, eu não tinha apertado o botão, a gente era literalmente
- 1:07:08apertar um botão, a porta abria e você descia.
- 1:07:10Eu acho que pra mim tinha, sei lá, tinha que ter, deve ter
- 1:07:13bugado o meu jogo, porque não é possível que eu não consegui
- 1:07:15acertar o botão. Eu tentei umas 10 vezes abrir
- 1:07:19aquela porta, mas é, essa é a minha, minha história.
- 1:07:24E aí, jogo de terror favorito? Cara, é assim.
- 1:07:31Não é bem um jogo de terror, mas no finalzinho, perto do
- 1:07:36finalzinho do jogo, eu tomei um susto muito grande.
- 1:07:40É que eu já vou explicar a história que é we are here.
- 1:07:44Que amigo wargia, para quem não sabe, é um jogo que você está,
- 1:07:46você está perdido do lado do castelo, seu amigo está perdido
- 1:07:49do outro lado do castelo, vocês têm o Walk Talk, você tem a
- 1:07:52resposta, ele tem o enigma, vocês têm que isso e ajudando a
- 1:07:54passar. E a última fase desse jogo é o
- 1:07:57teatro que você está assistindo a peça e o seu amigo está
- 1:08:01controlando os bonequinhos do outro lado, só que tem um bicho
- 1:08:05que ele vai se aproximando cada vez que você erra.
- 1:08:08AI meu. Deus.
- 1:08:09E eu não tinha percebido isso. Então o bicho estava lá no fundo
- 1:08:12e eu comecei, gente, tem um bicho Vino, tem um bicho Vino,
- 1:08:15tem um bicho Vino. E aí o povo começou a errar.
- 1:08:18Daqui a pouco eu olho para trás, porque você está olhando para o
- 1:08:20negócio e o bicho está lá nos fundos, lá na última fileira da
- 1:08:23das poltronas. Eu olho para trás, o bicho está
- 1:08:25na minha cara. Não é um jump scare, porque ele,
- 1:08:30ele, ele avança um pouquinho cada vez que Serra sabe.
- 1:08:32Aham aham, não. É um negócio que ele pula na sua
- 1:08:34cara de repente, só que eu tinha.
- 1:08:36O bicho está vindo, vou acelerar isso aqui, vou acelerar, daqui a
- 1:08:38pouco eu olho para trás, o bicho está em cima de mim.
- 1:08:40Então foi um jogo que foi um pouco aterrorizante, e se você
- 1:08:42olhar na Steam, ele tem o marcador de terror e terror
- 1:08:45psicológico, então se a Steam falou que é terror, ninguém vai
- 1:08:49poder me dizer que não é. Mas o jogo é muito bom, muito
- 1:08:51gostoso. Ele tem vários enigmas, mas ele
- 1:08:53tem 11 climinha meio tenso, suspensezinho assim e é um dos
- 1:08:57poucos jogos de entre aspas, terror que eu joguei até o
- 1:09:00final. Então, né, é o que tem para
- 1:09:03hoje. Lulin, você não pode escapar,
- 1:09:07Hein? Quero saber anedotas, anedotas e
- 1:09:10seu jogo favorito de terror. Cara, eu tava pensando no que eu
- 1:09:13IA falar e aí eu lembrei do do passado, né?
- 1:09:17Do do de quando eu era um estudante do ensino médio.
- 1:09:20Cara, e eu eu fiz curso técnico, tipo na no instituto federal,
- 1:09:26né? Que na região que o instituto
- 1:09:28federal Fluminense, né? Fluminense do Rio de Janeiro,
- 1:09:30né? E não.
- 1:09:31É o Fluminense, o time tá, gente, é?
- 1:09:34É porque. Aqui é, tem a região, é a base,
- 1:09:37tem o Fluminense e tem a região do do Rio.
- 1:09:41Enfim, tem toda uma questão aí que é o Fluminense também.
- 1:09:43Quem? Nasce na capital, é RJ, é, é
- 1:09:45carioca e quem nasce no estado é Fluminense, é Fluminense,
- 1:09:48inclusive o time do era. Ao contrário.
- 1:09:50Não, não exatamente, inclusive o time do luminense é Fluminense,
- 1:09:54né? É então.
- 1:09:57E aí, cara, é alô? Renato gaúcho e.
- 1:09:59AE, obviamente, eu fiz curso de ti, né?
- 1:10:01E aí, cara, a gente tinha muito nos laboratórios que a gente
- 1:10:04levava os jogos no pendrive, não instalava.
- 1:10:07Você abria direto, tipo você, você, você zipava Oo arquivo e
- 1:10:12já vinha Oo executável logo, né? E cara, a quantidade de susto
- 1:10:17que a gente fazia em sequência, que a gente tipo assim, uma
- 1:10:20pessoa morria o próximo e aí tinha jogando sem parar aquele
- 1:10:23jogo do slanderman que tinha que cortar as 7 páginas.
- 1:10:26Essa era a minha segunda que. Você era?
- 1:10:28Eu joguei quando eu era criança. Ele marcou minha infância.
- 1:10:31Acho que foi Oo princípio dos meus traumas.
- 1:10:35Cara, esse esse jogo era. Era surreal de tu jogar isso.
- 1:10:38Cara, nossa, dava muito medo, muito medo e tipo assim, e era.
- 1:10:43E ele surge de uma parada que a gente não esperava, né, que elas
- 1:10:45crip, passem e tal. Então, tipo assim, ele surge de
- 1:10:49um bagulho que ninguém tinha explorado até então, ele surge
- 1:10:52como um negócio meio que tipo, ele é uma diáspora, né?
- 1:10:57Tipo assim, ele vai criando um jogo aleatório, uma galera que
- 1:10:59criou um jogo que o César é isso, que o outro faz aquilo.
- 1:11:01Ele não é um personagem que tem direito autoral, todo mundo usa
- 1:11:04pra diferentes paradas, inclusive foi esquecido, né?
- 1:11:07Era um, sei lá, era um. Graças a um.
- 1:11:09Bagulho do era um bagulho de terror, muito maneiro assim.
- 1:11:12Deixa ele lá e. Ficou meio perdido.
- 1:11:16EE, as melhores histórias que eu tenho é a galera tomando susto,
- 1:11:18morrendo EEA, gente trocando de pessoas jogando o jogo e até
- 1:11:22alguém tentar conseguir pegar as 7 páginas que não lembro se
- 1:11:25alguém já conseguiu fazer isso é cara.
- 1:11:29E pensando no meu jogo favorito, cara, eu, cara, eu, eu, eu não
- 1:11:34joguei muito jogo de terror, eu joguei alguns assim, mas é tipo
- 1:11:40assim, como é que eu posso falar?
- 1:11:42Eu gosto de jogo que sai do do, do do comum, sabe?
- 1:11:45Tipo assim, que pensa no vale diferente.
- 1:11:47Então acho que eu vou colocar o meu jogo, que tem o favorito,
- 1:11:51pelo menos no momento, né? Talvez mude no futuro.
- 1:11:54É é um jogo que ele é de um estúdio, que ele foi um estúdio
- 1:11:59russo, mas que hoje está no Cazaquistão, que é a old meter.
- 1:12:03O jogo lançou no passado. Chama, indica.
- 1:12:04Não sei se vocês já viram aí esse jogo é.
- 1:12:06Maravilhoso, cara. É um jogo de uma freira que tá
- 1:12:11controlada, teoricamente controlada pelo demônio.
- 1:12:15Só que cara. Só que a história é fantástica
- 1:12:17assim. Tem umas nossa muito crítica
- 1:12:19social, a história de vida dela tem um pouco de cara, muita
- 1:12:24coisa maneira assim. Tem um jogo da da, da tem tipo
- 1:12:28assim, tem. Como é que eu posso falar?
- 1:12:32Os ouvedores, eles brincam com as próprias mecânicas do jogo,
- 1:12:34assim com as com as coisas que eles próprio adicionaram no
- 1:12:38jogo. Mini spoiler.
- 1:12:38Aqui, por exemplo, você pode dar pelo mapa e rezar.
- 1:12:42É muito maneiro, porque você vai rezando pelas imagens assim de
- 1:12:45nossa senhora, que tem algumas paredes ao longo do do jogo
- 1:12:47assim e você ganha umas moedinhas.
- 1:12:50Só que essa moedinha não serve pra nada.
- 1:12:52Tipo assim, você usar um upgrade numa árvore de habilidades que
- 1:12:55não serve pra nada. Então assim é só pra é só pra
- 1:12:58mostrar a irrelevância da fé na situação que ela está, porque
- 1:13:01ela está na situação de merda. Então tipo assim, é muito
- 1:13:04maneiro, o jogo é muito bom, é muito.
- 1:13:07É um jogo assim, que tem o radio, que é social e tal, o
- 1:13:09estúdio é muito bom, é, não é um jogo com aquele terrorzão assim
- 1:13:13que vai te dar muito susto assim, mas a atmosfera é muito
- 1:13:15pesada, a situação é muito pesada, então eu gosto bastante
- 1:13:18do jogo. A classificação dele na extinta
- 1:13:20como terror. Que está, está então?
- 1:13:23Ele é de terror. Acho que falou tá tudo certo, é,
- 1:13:28eu vou contar minha anedota aqui, né, é lá pros anos 90, né,
- 1:13:33pequena Marcelinho, quando eu era jovem, isso faz muitos anos.
- 1:13:36Muitos anos que eu era jovem, né?
- 1:13:38É, eu joguei pela primeira vez Oo Silent Hill um lá no
- 1:13:45PlayStation um, né? É, e era uma TV de tubo ainda,
- 1:13:48tá, gente, olha aí, cara, TV de tubo, um negócio fantástica, né?
- 1:13:52E. Só que eu, naquela época eu era
- 1:13:56um pouco mais corajoso do que eu sou hoje.
- 1:13:58Hoje eu tenho, né? Eu não digo que eu que eu não
- 1:14:00tenho coragem, hoje eu sou mais responsável, né?
- 1:14:04É, caraca, só tudo pra não dizer que eu sou um cagão, mas é, mas
- 1:14:11na época eu tinha um pouquinho mais de coragem, ou talvez menos
- 1:14:14noção do do perigo, e eu joguei esse jogo é de madrugada, assim
- 1:14:20eu comecei a jogar por volta de 11 horas, meia-noite e.
- 1:14:22E minha mãe já estava dormindo, né?
- 1:14:24Meu irmão também estava dormindo.
- 1:14:26Eu dividi o quarto com meu irmão, né, e aí para você jogar
- 1:14:29de fone de ouvido, né? É esses jogos, alguns aparelhos
- 1:14:35de televisão vinham com entrada p 2 de de de fone, né?
- 1:14:39Eram poucos os aparelhos no meu, por algum acaso tinha essa
- 1:14:42entrada p 2, então é, eu tinha um fone de ouvido, eu botei Na
- 1:14:46Na Na televisão. Pra poder ouvir e eu ficar
- 1:14:50imerso, tudo apagado e tal. E só tem aquele brilho, né?
- 1:14:53Por isso que hoje eu uso óculos, né?
- 1:14:55É aquele brilho de TV de tubo na minha, na minha face, né,
- 1:15:01queimando a minha retina, e aí eu jogando cara assim,
- 1:15:04totalmente imerso, com fonezinho de ouvido ou próximo da
- 1:15:07televisão e tal, preciso fazer o mínimo de barulho possível.
- 1:15:11E de aí eu não sei o que que foi exatamente o que aconteceu, é.
- 1:15:18E teve um jump scare. E acho que foi a partir desse
- 1:15:20momento que eu tomei muito trauma de jump scare, cara, que
- 1:15:23eu dei um Berro. Isso já era muito de madrugada,
- 1:15:26já era madrugada, já era assim, sei lá, não vou lembrar
- 1:15:29exatamente o horário, já era muito madrugada adentro, mas eu
- 1:15:33dei um Berro com o susto. Dei um Berro tão alto que o meu
- 1:15:38irmão acordou, ele me xingou e voltou a dormir.
- 1:15:41Só que a minha mãe veio com chinelo na mão, né?
- 1:15:47É já tentando é, é procurar o perigo que me rondava, ela não
- 1:15:51achou nada, o perigo Era Eu mesmo, né?
- 1:15:54E aí o que eu apanhei da minha mãe, porque ficava gritando de
- 1:15:59madrugada, menino, aí eu tentei explicar pra minha mãe que eu
- 1:16:04tava jogando o negócio, ela falou, isso é hora de ficar
- 1:16:06jogando, vai dormir não sei o quê.
- 1:16:09Resultado, tomei uma chinelada da minha mãe, fiquei sem
- 1:16:12PlayStation por uma semana e por causa desse Berro de madrugada,
- 1:16:16né? E tá, essa é cara, que história.
- 1:16:20E talvez por isso que eu tenha tomado esse é esse trauma de
- 1:16:25jogos de terror, né? Porque realmente não é um gênero
- 1:16:27que eu consuma muito, mas do que um jogo é, eu tenho um jogo
- 1:16:31favorito, que aliás, é um jogo até recente, que acho que ele
- 1:16:35reacendeu um pouco. Essa não é a vontade de jogar,
- 1:16:38mas AAAA chama de beleza. Vou dar uma chance para certo
- 1:16:43para certos jogos. Porque eu, por exemplo, eu não
- 1:16:45gosto de jogar jogos de terror que eu não tenha controle.
- 1:16:48Eu acho que eu falei isso até que eu não tenha controle da
- 1:16:51situação, né? Então jogos como Resident Evil,
- 1:16:54por exemplo, eu consigo jogar de boa.
- 1:16:57É óbvio que eu vou tomar susto um momento ao outro, né?
- 1:17:00Mas eu tenho como ter controle da situação, porque eu tô com eu
- 1:17:03tenho uma espingarda, eu tenho como me defender, eu tenho uma
- 1:17:05arma, enfim, o que quer que seja, eu tenho como me defender.
- 1:17:09E muitos desses outros jogos AAA não tem essa mecânica, né?
- 1:17:13Então talvez eu não sei se é um tipo mecânica vanila, não sei o
- 1:17:17que é, mas eu não consigo jogar jogos que eu não tenho controle
- 1:17:20da situação, porque realmente me dá muita ansiedade.
- 1:17:23E o meu jogo favorito é que acabou ficando.
- 1:17:27O meu jogo favorito é aula Wake 2, cara, aula Wake 2.
- 1:17:30Eu acho que ele ele trouxe uma revolução até para a própria
- 1:17:35própria franquia. É porque eu acho que ele
- 1:17:38aprendeu OA própria a remedy ele aprendeu, né?
- 1:17:42EEE trouxe muito das lições que ela, dos jogos que ela
- 1:17:45desenvolveu durante os anos, control o vários outros, né?
- 1:17:49E tudo mais. O próprio Alan Wake, muito mais.
- 1:17:51Eu acho que ela aprendeu muito com esses jogos e eu acho que a
- 1:17:54epítome hoje da da da remedy, tanto em a forma de contar
- 1:17:57história, como em game play, como em ambientação, enfim, tudo
- 1:18:01é Alan Wake 2. Então é um jogo extremamente
- 1:18:04premiado, é um jogo extremamente aclamado.
- 1:18:06Assim que muita gente falou que já deveria ter ganho o jogo do
- 1:18:10ano em 2023. Mas tinha 11 coisa na frente
- 1:18:13chamado baldosgate 3, né? Que não tinha como, né?
- 1:18:18É, desculpa aí galera, baldosgate 3.
- 1:18:20Não tem? Como gente, e se não fosse o
- 1:18:23baldosgate 3? Ainda tinha o the Kingdom.
- 1:18:25Também tinha tinha o the Kingdom.
- 1:18:26Então assim, realmente era muito difícil, né?
- 1:18:28É 1 ano muito difícil. Mas o Alan Wake 2, eu não joguei
- 1:18:33na época que ele não sou. Eu.
- 1:18:34Fui jogar ele quase um ano depois e ele se tornou de fato
- 1:18:37um dos meus jogos favoritos de terror.
- 1:18:39Assim, quiçá o meu jogo favorito exatamente pela forma como ele o
- 1:18:44some Lake, né? Que é o diretor, escritor,
- 1:18:46enfim, é o cara a cara da remedy hoje.
- 1:18:49Ele consegue é traduzir muitos elementos de de literatura,
- 1:18:56filmes. É texto, música dentro do jogo,
- 1:19:01e ele consegue trazer elementos diferentes e construir uma
- 1:19:04história muito, muito assombrosa, né?
- 1:19:07E que em momentos de game play, você sente intenção de jogar.
- 1:19:11É quando você está jogando com a saga.
- 1:19:13Por exemplo, você tem quando você traz florestas e tal, você
- 1:19:19tem momentos ali. Que cara o tá passando um
- 1:19:22inimigo que ele é assim, mas. Ele é invisível, você tem que
- 1:19:25ficar jogando a lanterna em cima para poder enfraquecer e tal que
- 1:19:28é uma mecânica que veio do primeiro, que nesse segundo
- 1:19:30funciona muito melhor, né? Os próprios puzzles também.
- 1:19:34Você às vezes não sabe de onde está vindo inimigo e tal, até no
- 1:19:38mundo invertido, né? Do do quando você joga com o
- 1:19:40Alan Wake no mundo, no mundo invertido, ali e tal.
- 1:19:45Cara, eu acho muito interessante a forma como ele traduziu isso,
- 1:19:47todos os elementos de de humor até.
- 1:19:50Né? De certa forma, em algumas
- 1:19:51sequências do jogo, cara, o musical do do do aquele musical
- 1:19:56do Alan way, que é é muito bom que tem a dancinha lá e tal,
- 1:20:00muita maneira, né? É.
- 1:20:03Então ele acabou se tornando no jogo favorito, exatamente porque
- 1:20:05ele trouxe essa miscelânea de coisas e conseguiu fazer muito
- 1:20:07bem. E cara, ele é um puta jogo de
- 1:20:09terror, é um puta jogo de terror.
- 1:20:10Assim ele, ele trouxe ali um AA Vibe que é survival horror
- 1:20:15mesmo, que é o survival mesmo. Eu acho que o Alan Wake é o Alan
- 1:20:20Wake 2, ele traduziu muito bem, então acho que por isso que ele
- 1:20:23acabou se tornando um dos meus jogos favoritos, cara, então é,
- 1:20:26é bem, é bem legal, cara, é bem legal.
- 1:20:28Então aproveitem. Inclusive que agora em outubro,
- 1:20:32dia 7, né? É perto da data de lançamento
- 1:20:35desse desse podcast. A Alan Wake 2 vai estar
- 1:20:38disponível aí para você que é assinante da PlayStation plus,
- 1:20:41Essential, que é a assinatura básica.
- 1:20:44Você vai poder resgatar esse jogo aí, então.
- 1:20:47É você que não teve a chance de comprar o jogo e tudo mais.
- 1:20:50Pô, agora é uma excelente hora de você poder jogar um Wake 2,
- 1:20:54cara. Vai ser Donald de PlayStation
- 1:20:55aí, obviamente, né? Então, bem, bem interessante,
- 1:20:58né? Eu queria falar de um jogo
- 1:21:02também que vai estar disponível, você estar ouvindo esse episódio
- 1:21:05na quinta-feira, uma semana antes da BGS na próxima semana.
- 1:21:10Quinta-feira começa ABGSE na BGS nós teremos um jogo de terror
- 1:21:15brasileiro que vai estar disponível para você jogar lá de
- 1:21:19graça que é Oo ayla, que é do mesmo estúdio do fobia, então já
- 1:21:26se espera grandes coisas. Que AA proposta do jogo é
- 1:21:29basicamente se a inteligência artificial surtar, né?
- 1:21:34Porque você pede Pra Ela criar um cenário e aí daí você não
- 1:21:37sabe mais até que ponto você está no cenário que ela criou,
- 1:21:39até que ponto você está na vida real e a coisa vai ficando meio
- 1:21:42doida. Então assim, esse é pra você ter
- 1:21:44medo de verdade que isso não vai, que acontece, entendeu?
- 1:21:47Não é vai que acontece. Vai acontecer?
- 1:21:50Os caras já fizeram 11 negócio aterrorizante e um negócio que
- 1:21:56devolver viagem no tempo. A câmera tira foto, você volta
- 1:21:59no tempo hotel, um Monte de coisa que não existe.
- 1:22:02Imagina com inteligência artificial que existe.
- 1:22:04Então esse jogo promete e vai estar disponível no BGS pra você
- 1:22:07jogar de graça. Galera da pulsatrix.
- 1:22:10Olha aí, pulsatrix, cara, um beijo aí pra essa galera, é?
- 1:22:14E fiquem ligados aqui no Na Na black também No No Instagram da
- 1:22:17black. Vai ter uma cobertura excelente
- 1:22:19no portal também. Essa cobertura excelente da da
- 1:22:24BGSA geb vai estar lá, luninho você vai estar lá também ou não?
- 1:22:27Não, não, não. Vai.
- 1:22:31Estamos aguardando. Se tudo der certo, estaremos lá,
- 1:22:35é? Isso então time da black em peso
- 1:22:38lá Na Na Na BGS esse ano, se você encontrar o pessoal da
- 1:22:42black lá, dê um abraço, pede um autógrafo, inclusive.
- 1:22:46Né? Porque a gente adora, a gente
- 1:22:48adora esses membros, né? Eu sei que você não vai esse
- 1:22:50esse autógrafo vai servir pra nada, você não vai poder nem
- 1:22:53vender no e bem, mas é legal porque a gente vai se sentir
- 1:22:55bem, né? Dando autógrafo é legal, é
- 1:22:57bacana, mas é isso, minha gente. Então acho que podemos encerrar
- 1:23:02aqui por hoje, que eu já estou um pouquinho com medo desse
- 1:23:04programa, AI, eu preciso trocar minha fralda.
- 1:23:11É a final da geriátrica, né? Não?
- 1:23:15É porque pra beber não. Não é da assadura assadura.
- 1:23:19Não cai muito. Eu apesso 200 arrobas aqui não
- 1:23:23dá. Meu Deus.
- 1:23:25Mas é isso, calma, eu não sou tão gorda assim.
- 1:23:27Tô vendo. Calma lá, foi.
- 1:23:30Você que falou é? Não, mas eu estou corrigindo.
- 1:23:32Eu só estou falando que eu não tenho assim.
- 1:23:34Eu estou em forma, em forma de quibe.
- 1:23:36Mas é uma forma, né? A gente vamos encerrar aqui
- 1:23:40hoje, enquanto é para dormir, a. Máxima é.
- 1:23:45A galerinha vou pedir para você mais uma vez.
- 1:23:48É você que está assistindo a gente aqui no YouTube.
- 1:23:51Não deixe de se inscrever aqui no canal do YouTube.
- 1:23:54Não deixe de ativar as notificações.
- 1:23:56Para você saber sempre quando missão secundária novo está no
- 1:24:00ar, ou seja, em formatlive, seja em formato de programa, toda
- 1:24:04quinta-feira, meio-dia tem um programa novo, né?
- 1:24:06E os outros podcasts da casa também que são postados aqui no
- 1:24:08YouTube da black. Então não deixe de se inscrever
- 1:24:11se você tá assistindo ou assistindo, ouvindo.
- 1:24:15A gente aqui pelo Spotify ou algum agregador de podcast
- 1:24:18também. Não deixe de assinar o canal da
- 1:24:19black nesse agregador, se ele permitir.
- 1:24:22Deixe um comentário e também uma avaliação, porque ajuda a gente
- 1:24:26demais. Isso é sempre importante, né?
- 1:24:28Acesse o nosso Instagram arroba black company.
- 1:24:32É BR underline, né? Lá a gente coloca bastante
- 1:24:37conteúdo, nosso Instagram está cheio de conteúdo, bem legal,
- 1:24:40bem interessante, inclusive você manda abgs, vai estar abarrotado
- 1:24:44de coisa, vai ser bem legal, vai ser bem legal você ver as
- 1:24:46novidades aí que a BGS traz, né? É?
- 1:24:49E também acesse o nosso portal black company.com.br, porque lá
- 1:24:53acaba sendo um complemento de tudo que a gente fala aqui, como
- 1:24:56seja com matérias, colunas, enfim, tem muita coisa bacana
- 1:24:59lá, review de jogos também, né, que é que é bem legal.
- 1:25:02A gente está trazendo bastante, né?
- 1:25:04Em formato de texto, que é bem legal.
- 1:25:07E além de tudo isso, se você puder contribuir com a gente
- 1:25:10aqui, fazer uma contribuição financeira aqui com a gente, né?
- 1:25:14Desde que isso não vá atrapalhar, obviamente, a sua, o
- 1:25:17seu budget também. A gente também não quer fazer,
- 1:25:20não quer que você se endivide por nossa causa.
- 1:25:22Mas se você puder contribuir, vai lá no catarse, ponto ME
- 1:25:27barra black company, pra poder conhecer nosso projeto lá no
- 1:25:30catarse. Apoiar o nosso projeto tem
- 1:25:33vários níveis de apoio, com várias recompensas.
- 1:25:35Dependendo do nível de apoio. Tá tudo muito bem descritinho
- 1:25:38lá, a gente deixou bem, bem explicadinho, o que que você
- 1:25:41ganha, o que apanhando e tudo mais e tal.
- 1:25:44É é importantíssimo para a gente poder manter o projeto em pé,
- 1:25:47né? Porque tem uns custos e é bem, é
- 1:25:50bem trabalhoso, mas a gente mantém aqui com muito amor e
- 1:25:53carinho. Se você também não, se você não
- 1:25:55puder, infelizmente, fazer essa contribuição.
- 1:25:57A financeira, a outra forma de você poder ajudar e que ajuda a
- 1:26:00gente também pra caramba, é você compartilhando os episódios,
- 1:26:03seja no YouTube ou No No podcast ou no formato de áudio dos
- 1:26:07agregadores, né? Você compartilhando os episódios
- 1:26:10do podcast aqui do missão secundária ou os outros podcasts
- 1:26:12também é com seus amigos, familiares, enfim, né?
- 1:26:15Compartilhe a palavra da bec da black, né?
- 1:26:19E já tô tarde, eu tô começando a ficar o Tico e o teco, eu já tô
- 1:26:23começando a querer dormir, então vamos ficando por aqui hoje.
- 1:26:26Um beijo na alma de vocês e eu vejo vocês na próxima missão,
- 1:26:31valeu?