Latest / ABC Cast / ABC Cast Conexões T02E13: Sandro Mota | Respiração consciente, cura emocional e a conexão ancestral na terapia integrativa
Transcript
- 0:00ABC cast conexões, um podcast do portal ABC do ABC onde as
- 0:06conversas sobre os mais variados assuntos se conectam com você.
- 0:16Olá, bem-vindo a mais esse episódio do ABC cast conexões.
- 0:19É um prazer receber você hoje aqui para mais uma conversa.
- 0:23Todas as semanas nós trazemos assuntos dos mais variados
- 0:26possível. Para tentar mostrar como aquele
- 0:28assunto se conecta com a sua vida de alguma forma.
- 0:32Como não podia ser diferente desta vez, nós trouxemos mais um
- 0:35assunto curioso para você. Já falamos de tantas coisas
- 0:38aqui, já falamos de política, esporte, lazer, cultura, já
- 0:43falamos de ancestralidade, sobre direitos das mulheres, sobre
- 0:46empreendedorismo feminino e sobre tantas outras coisas.
- 0:50Um dos assuntos mais curiosos que nós trouxemos foi de
- 0:52empreendedorismo social e agora nós vamos trazer mais um outro
- 0:56caso. É diferente que nós vamos falar
- 0:59sobre terapia integrativa, sobre coisas que talvez estão um pouco
- 1:04fora do eixo, que você que está em casa nos acompanhando, possa
- 1:07acompanhar, mas nós vamos mostrar como esse assunto é
- 1:09interessante, né? Então, como eu disse nesse
- 1:12episódio do ABC cast conexões, nós vamos receber aqui um
- 1:15terapeuta integrativo como a trajetória Internacional, né?
- 1:19E ele transformou a sua vivência como um atleta de alta
- 1:22performance. Em uma imersão em culturas
- 1:24ancestrais e no desenvolvimento de uma metodologia, vamos dizer
- 1:28assim, revolucionária, né? De cura emocional.
- 1:32Então nós vamos explorar um pouquinho essa combinação de
- 1:34técnicas de respiração hipnoterapia, espiritualidade
- 1:38prática e como tudo isso é usado para restaurar o equilíbrio
- 1:42humano no meio desse ritmo acelerado aí das grandes
- 1:44metrópoles, né? Vamos tentar fazer essa conexão
- 1:48profunda entre como você se desconecta.
- 1:52Estando conectado nessa grande massa que é a região
- 1:56metropolitana de São Paulo. Então, para me ajudar a fazer
- 1:59isso, hoje eu fiz 111 convite diferente.
- 2:03Eu queria que uma pessoa bem especial pudesse compartilhar
- 2:07comigo essa tarefa de entrevistar.
- 2:09Então eu chamei essa figura que vocês que estão em casa e
- 2:12acompanham o programa já conhece.
- 2:14Mas vocês nunca viram ele nessa atuação que nós estamos aqui,
- 2:17porque vocês veem apenas fragmentos dele durante o
- 2:20programa. Eu estou falando do Ed baroni, o
- 2:23nosso produtor. Então, Ed, dessa vez o desafio é
- 2:27diferente. Agora você vai encarar o
- 2:28programa inteiro ao meu lado, né?
- 2:30Seja bem-vindo, meu amigo. É Thiago.
- 2:33Eu fugi o quanto eu pude de estar aqui desse lado.
- 2:36É porque eu realmente me envolvo muito com as produções EE cada
- 2:40detalhe da entrevista e gosto de ter o controle sobre tudo que
- 2:43está acontecendo. Mas o nosso convidado é especial
- 2:46e a minha presença tinha que estar aqui, garantida de alguma
- 2:48forma. Então, muito obrigado e vamos
- 2:52fazer um ótimo episódio aqui hoje.
- 2:53Muito bem. Então falando do nosso episódio,
- 2:56vamos apresentar para vocês o Sandro Mota, então algumas
- 3:00características interessantes sobre o nosso convidado, né?
- 3:02Ele é baiano de nascimento, só aí já ganha muito destaque,
- 3:06porque tanto é de quanto eu somos descendentes de baianos
- 3:10aqui pra nós, a Bahia. Ela tá no.
- 3:13No lado direito do coração, no lado esquerdo do coração, em
- 3:16cima do coração embaixo, no cortar, em todo lugar do nosso
- 3:18coração. Desculpa.
- 3:19O Sandro viveu em 7 países diferentes ao longo de 20 anos.
- 3:24Ele fixou raízes aí por muito tempo, la Nova Zelândia.
- 3:28Por ser um ex atleta de alta performance, ele conseguiu
- 3:31alinhar a disciplina do esporte a formações sólidas de terapia
- 3:35emocional. Como eu falei, hipnoterapia.
- 3:38A coach espiritual. E ele criou um método diferente
- 3:42e a gente vai falar um pouquinho desse método no decorrer do
- 3:44nosso programa. A gente vai tentar cruzar.
- 3:46Assim é a história mostrando o que é fé familiar, como conecta,
- 3:52se como isso se conecta com a prática maori, a ciência da
- 3:56respiração e todo esse ecossistema que circula esse
- 3:59método. Então, pra gente poder seguir
- 4:02com a nossa conversa, faço bem-vindo o Sandro.
- 4:05Muito obrigado por nos dar atenção EE participar aqui do
- 4:09ABC cast conexões. Sandro é um prazer falar contigo
- 4:12hoje. Muito obrigado vocês, Tiago e Ed
- 4:15é um é um prazer. É uma honra estar aqui com vocês
- 4:19por me dar esse tempo de poder falar um pouco sobre uma coisa
- 4:22que eu sou tão apaixonado, que é ajudar as pessoas, que é cura,
- 4:26que é na verdade ser o melhor ser humano.
- 4:29Então eu me sinto muito privilegiado de ter esse espaço
- 4:31aqui com vocês 2 para bater esse papo.
- 4:35Muito bem, Sandra gente, na verdade é veio é pensando
- 4:40bastante sobre o até a construção do roteiro desse
- 4:43programa, né? Sobre o assunto que que você
- 4:46domina? E ficamos pensando assim, né?
- 4:48Pra sair de de 11 quadro em que você é um atleta, até chegar no
- 4:56momento em que você se torna 111.
- 4:58Uma figura na no campo de terapia integrativa, né?
- 5:02Da terapia, da cura emocional e tudo mais.
- 5:05A gente vê que houve uma transição, né?
- 5:08Como que aconteceu essa mudança? É é Na Na sua cabeça e como você
- 5:13migrou da do esporte para esse lado?
- 5:17A boa pergunta, na verdade, eu acho que essa migração foi muito
- 5:20natural, né? Essa migração foi.
- 5:23Foi mais uma busca pessoal. Que acabou se transformando num
- 5:27propósito de vida. Eu acho que todo ser humano que
- 5:31que existe, que respira, que está vivo, se não tem um
- 5:34propósito, é uma vida em vão. Então eu acho que essa transição
- 5:39foi mais que como se minha vida tivesse um espaço no qual eu
- 5:44estava buscando respostas. A essas respostas vieram pra mim
- 5:48de uma forma muito natural, porém muito eu diria Mística e.
- 5:56Foi um decorrer de de processos de de busca interior que me
- 6:01fizeram parar para reavaliar não só as minhas escolhas em minha
- 6:05vida, mas também tudo que passou desde meu nascimento até onde eu
- 6:10me encontrava nesse determinado momento de minha vida.
- 6:13Isso foram 17 anos atrás, na verdade que que essa que essa
- 6:17essa busca se iniciou para mim. E eu acho que tem essa raiz
- 6:21muito forte baiana. Eu tive privilégio de ser criado
- 6:26por uma mãe, uma mãe que eu diria uma guerreira, uma mãe
- 6:29solteira, uma mãe divorciada que que levou nas costas 2 filhos,
- 6:33eu e meu irmão, que é meu melhor amigo.
- 6:35E minha mãe implementou na gente raízes muito Fortes de
- 6:39integridade, respeito, honestidade e espiritualidade.
- 6:44Então, como bom baiano, eu acho que eu explorei um pouco a do
- 6:49sal, da pimenta, do dendê. Falando de espiritualidade, foi
- 6:53da igreja messiânica, foi do catolicismo.
- 6:56A busquei muita, muita informação também a no
- 7:02kardecismo. Então tudo isso me fez sempre
- 7:06ter como se fosse um vício em querer descobrir mais o que
- 7:09poderia, durante o meu crescimento, na minha Juventude,
- 7:13me dar mais paz. Por que paz?
- 7:15Porque eu acho que a paz. É a única coisa na vida que
- 7:20todos nós buscamos para não podemos comprar em qualquer
- 7:24idade. Então eu sempre busquei paz,
- 7:26porque a Bahia ainda sendo uma capital de muita Alegria, de
- 7:31muito axé, a gente, a gente vem de uma Terra que é uma Terra com
- 7:35energia e força muito profunda. Então a gente sabe que a Bahia é
- 7:40uma Terra de forças, forças heterogêneas, forças
- 7:43antagônicas. Então se a gente sempre buscar
- 7:45essa paz. Essa paz em tentar me conhecer,
- 7:48em tentar entender o porquê. Eu, como Oo mais novo da
- 7:53família, às vezes não era visto como o mais inteligente, como o
- 7:56mais. Eu sempre era visto como o mais
- 7:59danado, o mais sapeca. Então, na verdade, essa
- 8:02transição foi desde criança até quando eu cheguei na Nova
- 8:05Zelândia, o meu sexto país fora do Brasil, no qual eu morei, e
- 8:11me deparei com um país que quando eu botei os pés, quando
- 8:14eu aterrisei na Nova Zelândia. Eu não sei se já foram lá Tiago
- 8:18e Ed, mas quando você entra naquele aeroporto de Auckland e
- 8:22você tem aquela como se fosse 11, entrada toda de madeira
- 8:26feita pelos pelos artistas maiores, com som de pássaro.
- 8:30Isso foi em 2010, final de 2010. Eu comecei a chorar porque eu
- 8:34senti que eu já tinha vivido lá. É como se aquela energia maior e
- 8:39aquela energia dos pássaros cantando na entrada do aeroporto
- 8:43me levasse. Há uma memória, não de agora,
- 8:47mas com uma memória ancestral. Então eu acho que aí que foi, na
- 8:50verdade, essa virada que eu falei, poxa, a Nova Zelândia tá
- 8:56me dando o bem-vindo como se eu tivesse voltando a casa.
- 9:01Eu acho que essa vai. Foi o começo da transição, há 17
- 9:04anos atrás, quando eu cheguei na Nova Zelândia.
- 9:08E aí, a partir dessa vivência toda que você teve Na Na Nova
- 9:11Zelândia? Você identificou um problema Na
- 9:16Na Na vida espiritual das pessoas, vamos dizer assim, Na
- 9:20Na vida psicológica, na vida mental das pessoas.
- 9:24E desenvolver um método de de cura, um método de tratamento,
- 9:27é. É esse o caminho?
- 9:29Não. Na verdade, eu identifiquei o
- 9:31que você falou em mim mesmo. Legal.
- 9:35Então, essa identificação foi própria, eu, eu, eu falo que.
- 9:39A essa busca, na verdade, não foi uma busca a pra ajudar as
- 9:42pessoas. Começou internamente em mim.
- 9:45E o que fez por mim, o que me transformou e o que me fez ver
- 9:50em uma visão mais ampla, é que tudo que eu aprendi, não tudo,
- 9:54mas a maioria das coisas que eu aprendi, eu tava na hora de
- 9:57desaprender. Então, como se eu tivesse
- 10:01chegado Nova Zelândia, eu tava buscando.
- 10:04Uma transformação, porque eu fui do México pra Nova Zelândia.
- 10:07No México eu tinha um negócio super bem sucedido de esportes
- 10:10aquáticos, de ituss, eu tinha barcos, eu tinha jet skis e
- 10:13quando eu cheguei em Nova Zelândia eu me deparei pra uma
- 10:15cidade pequena de na época eram 14000 habitantes no meio de
- 10:19fazendas, então eu tive que me reinventar.
- 10:21Então essa parte de reinventar é como se um pouco da minha
- 10:25identidade de tantos anos trabalhando com com água, com
- 10:29com esportes. Eu falei, puxa, eu tô agora aqui
- 10:32no meio Do Nada. Numa ilha, por ironia do
- 10:36destino, uma ilha que eu estou na única parte da ilha que não é
- 10:40perto da água. Eu tô na área rural e eu tive
- 10:44que me reinventar. Então, essa reinvenção, essa, eu
- 10:49diria essa, essa, essa tirada de tapete de agora, você vai ter
- 10:52que voltar à estaca zero e ter humildade.
- 10:56Foi o que, na verdade, fez eu buscar esse autoconhecimento,
- 10:59essa paz. AE essa essa resposta da onde ir
- 11:04daqui para frente? Depois disso, depois que comecei
- 11:08encontrar as respostas, comecei a mudar minha forma de me ver
- 11:12como pessoa, de entender quem realmente eu era e que
- 11:15independente de água ou área rural, eu poderia ainda ser uma
- 11:18pessoa bem sucedida anão financeiramente, mas com meus
- 11:23princípios de ser feliz, de ser a né?
- 11:26De botar o pé no chão de manhã e falar, poxa, eu estou contente
- 11:28em trabalhar. Foi foi assim que começou.
- 11:31Foi uma descoberta pessoal, primeiro para depois.
- 11:34Daí eu falar, poxa, o que eu encontrei foi tão profundo que
- 11:38agora eu quero fazer disso uma ferramenta para ajudar as
- 11:41pessoas que talvez isso é o mesmo papel que eu que eu estava
- 11:44antes. Muito bem.
- 11:46É que eu me pego pensando, é que você sai da Bahia, onde a gente
- 11:51conhece a maioria das pessoas, já atrelam Felicidade,
- 11:55religiosidade. E quando você chega na Nova
- 11:58Zelândia, você se depara com todo esse encontro interno.
- 12:02É, podemos dizer que são locais totalmente diferentes, mas mas
- 12:07no seu cerne também são parecidos, né?
- 12:10Existe algo que você acha que realmente te fez ocasionar essa
- 12:15mudança, esse pensamento, ou é uma soma do todo?
- 12:19Mesmo. Era uma soma do todo e também eu
- 12:23acho que 11 coisa muito. Um ponto muito forte foi eu.
- 12:28Eu fui para lá por causa que a minha ex esposa era de lá.
- 12:32Então esse casamento na verdade foi foi a intesselia.
- 12:39Nova Zelândia e Brasil, na verdade tem muita similaridade,
- 12:43especialmente com a Bahia, essa parte espiritual, essa parte do
- 12:45maori, que é aquela cultura local, aquela aquela baianidade
- 12:49da Nova Zelândia. E esse lado muito humano, muito
- 12:53receptivo, muito hospitaleiro. Mas na verdade foi o meu
- 12:57casamento, meu casamento prévio, que eu hoje sou divorciado e
- 13:02estou com a outra pessoa, que é a pessoa que eu considero o amor
- 13:06da minha vida há há 5 anos. Mas foi exatamente essa essa
- 13:12relação amorosa que foi a intercellia de tudo isso.
- 13:18Oo Sandro, agora é não mudando muito de assunto, mas ainda é No
- 13:23No tópico. Quando você você descobre talvez
- 13:27esse seu, esse seu novo eu, né? E você começa a investir numa
- 13:31coisa que a gente chama de terapia, né?
- 13:34Ou de cuidados, né? É, existe acho que uma confusão
- 13:38hoje no mundo, né, quando você envolve a questão espiritual.
- 13:42Há muito ceticismo dizendo onde há o espiritual não há ciência,
- 13:46né? Mas acho que o seu OOOOA sua
- 13:49técnica, ela é muito respaldada em conhecimento científico, né?
- 13:54Então, assim, como que você alia as 2 coisas, é um certo
- 13:58esoterismo com a ciência. E qual é o resultado prático
- 14:02disso? Fala pra gente, assim como é o
- 14:04processo do do do do motametode EE, qual o resultado prático
- 14:10disso? Excelente pergunta a Tiago.
- 14:12Eu? Eu sempre fui uma pessoa que eu
- 14:13sempre precisei não só entender o porquê, cientificamente de
- 14:17tudo que eu faço, mas também eu sou aberto, sempre fui aberto a
- 14:21esse lado esotérico. E essa é uma pergunta que muitas
- 14:25pessoas me fazem, porque eu comecei essa jornada na parte de
- 14:29estudo. Não sei se vocês ouviram falar
- 14:31num num rapaz chamado Tony Robbins, que é um dos maiores
- 14:35fenômenos. Então, primeiro curso
- 14:37profissional que eu fiz sobre autoconhecimento para me tornar
- 14:40um instrutor. Foi o curso do Tony Robbins and
- 14:43madaines, que é o curso de instrutor, que a gente chama de
- 14:46a intervention coach, que é o coach intervencional, né?
- 14:49Intervencionista. E foram 2 anos de curso, muito
- 14:52profundo. Foi no começo de 2011 que eu fiz
- 14:55esse curso e me levaram 2 anos. Então isso em si leva muita
- 14:58ciência por trás, né? Que é tudo que o Tony Robbins Sá
- 15:02faz em companheirismo com essa psicóloga que é doutora madeins,
- 15:07que já é uma senhora. Ela, ela, ela deve estar perto
- 15:09dos seus 90 anos. Isso foi um curso que eu fiz,
- 15:13que me deu essa base de entender um pouco mais o psíquico, né?
- 15:16O psicológico do ser humano. Daí eu fui fazer um curso também
- 15:20de hipnoterapia clínica também, para entender um pouco mais.
- 15:25E disso eu eu deixei as minhas portas abertas para essa parte
- 15:29também espiritual, porque eu acho que já tem até no a, no,
- 15:36no, no código de doenças internacionais.
- 15:39Que uma pessoa, na verdade, não deve ser diagnosticada com algum
- 15:43mal mental sem levar em consideração a cultura religiosa
- 15:48dessa pessoa. Então já existem essas, né?
- 15:51Já está inserido No No código Internacional de doenças.
- 15:55Então, pra mim, eu sempre precisei de entender de uma
- 15:57forma científica. Por quê?
- 15:58Porque eu acho que hoje em dia a gente tem que tentar trazer os 2
- 16:03Campos juntos, a medicina e essa parte integrativa.
- 16:08Então, eu nunca quis ser a pessoa que vai tentar apresentar
- 16:12a nenhum ser humano uma prática que não tem uma base científica.
- 16:17Por quê? Porque isso é muita
- 16:18responsabilidade. Eu estou ali, na verdade,
- 16:21criando um campo seguro para uma pessoa que vai se abrir
- 16:24emocionalmente, psicologicamente, mentalmente,
- 16:30para o que eu tenho a dizer, para o que eu tenho a escutar,
- 16:32para o que eu tenho AAA oferecer.
- 16:35E se eu não tenho uma base forte também científica sobre isso, de
- 16:38novo, não sou médico, não sou doutor, mas na verdade, eu
- 16:43ensino a muitos médicos o que eu faço.
- 16:45Tenho muitos médicos que se tornaram alunos meus e é isso
- 16:50que eu sempre gostei. Essa parte de ter a ciência
- 16:52embasada no trabalho que eu faço é um respeito não só a mim, a
- 16:57minha prática, mas também a pessoa que vem me buscar, porque
- 17:00se eu vou ficar aqui, desculpe, quem está assistindo?
- 17:02Não quero ofender ninguém. Queimando sede, incenso, EE
- 17:09batendo Palma e dizendo que eu vou curar alguém, eu não posso
- 17:11curar ninguém, eu não curo ninguém.
- 17:12Eu acho que ninguém ter ninguém tem esse poder de curar ninguém.
- 17:15Mas o que eu o que Eu Acredito é que existem formas de criar um
- 17:19espaço seguro e de tentar guiar o ser humano a encontrar as suas
- 17:24próximas respostas, né? Então eu acho que eu parto dessa
- 17:27premissa da ciência do esotérico, porém sempre tendo.
- 17:32Uma base na qual eu possa conversar com qualquer médico e
- 17:35não ensinar, mas também aprender com uma linha científica.
- 17:39Por, por sinal, há há 2 meses atrás iniciamos.
- 17:43Eu não posso ainda divulgar o nome a do hospital, mas
- 17:47iniciamos a uma a primeira etapa de uma pesquisa científica em um
- 17:53hospital muito renomado do Brasil, com um médico envolvido.
- 18:00Exatamente para poder entender o que acontece durante essa esse
- 18:04protocolo integrado que eu criei do bota método, tomando em
- 18:08consideração os níveis de gás carbônico e com OEEG, que é o
- 18:14eletrocefalograma, porque são mais de 20000 clientes.
- 18:18Então tem uma linha A seguir de comunalidades.
- 18:21Quando eu comecei com esses médicos desse hospital que é
- 18:23muito conhecido no Brasil, uma referência, na verdade, eles
- 18:26tiveram um interesse enorme e. Foi aprovado o início dessa
- 18:30pesquisa pra poder. É então a pesquisa 100%
- 18:35científica em um ambiente clínico com médicos muito bem
- 18:39renomados e vamos levar isso pra frente.
- 18:43A já tá na primeira etapa de entender a correlação entre o
- 18:46método entre a atividade cerebral e os níveis de gás
- 18:50carbônico no sangue. Então vamos ter o entrevistar
- 18:52programa a as pessoas que vão participar da da da pesquisa.
- 18:56Vamos ter também um capnógrafo. Que vai estar sempre ali para
- 19:00poder medir o nível de gás carbônico.
- 19:01Então essa é minha linha Oo. O Sandro agora é até dentro
- 19:06desse assunto ainda quando você recebe um paciente, né?
- 19:10É ele te apresenta aí os seus, as suas várias dores, né?
- 19:15Quais são os itens que você considera que mostram um avanço
- 19:21durante essa terapia, né? O que que você considera como o
- 19:25processo de cura, então? Quais elementos que o paciente
- 19:29vai demonstrando no decorrer das sessões, que mostra que ele está
- 19:32de fato caminhando pra uma recuperação?
- 19:35E aí é porque eu tô fazendo essa pergunta, porque é isso tem
- 19:39muito a ver com o método científico, né?
- 19:41O método científico tem uma parte da observação em que você
- 19:43analisa o cenário e o comportamento do paciente, né?
- 19:48Então, como que você avalia se uma pessoa tá evoluindo na
- 19:51terapia? A primeiro de tudo, eu acho que
- 19:54isso inicia com perguntas muito subjetivas, né?
- 19:57Então, uma pessoa tem uma conversa comigo de 1 hora e
- 20:01meia, a gente faz uma sessão. Essa sessão é uma sessão que que
- 20:05é muito profunda e uma semana a gente sempre dá um follow up.
- 20:09Eu falo, por exemplo, com o Ed, passamos uma semana ainda, que
- 20:13você teve sempre a porta aberta para poder ter essa comunicação
- 20:16comigo via WhatsApp. Hoje em dia tem WhatsApp, tem
- 20:19tudo. Eu queria saber de você, Ed,
- 20:20como você se sente? Alguma coisa mudou para você
- 20:24desde a nossa sessão? Alguma coisa que você percebeu
- 20:28das suas ações e reações em em sua interação com familiares,
- 20:34com amigos, com pessoas próximas.
- 20:36O que é que você acha que mudou ou que não mudou em você?
- 20:39Então acho que é como se fosse 11 conversa com 1111111 fisista,
- 20:44né? 11 médico é mais um um processo
- 20:46subjetivo de um follow up de 7 dias.
- 20:49E o que eu observo também é que muita gente, quando fazem 456
- 20:54sessões. Eles começam a transformar toda
- 20:58a trajetória de vida que antes eles achavam que não era
- 21:02possível em uma possibilidade. Então isso é muito legal pra
- 21:06mim, de observar uma pessoa que antes pensava que não era
- 21:09possível a ter autoconfiança, a tentando algo novo e falar, olha
- 21:14Sandro, você não vai acreditar. Eu tava tão em frente daquele
- 21:17trabalho que eu eu apliquei pra outro trabalho e consegui.
- 21:20E hoje em dia eu consigo receber elogios sem achar que eu não
- 21:23mereço. Então é isso aí.
- 21:25Eu acho que é muito subjetivo. E é essa a razão também, porque
- 21:28a gente quer entrar na parte objetiva trazendo esse esse
- 21:32estudo em voga, né? Pra poder medir esse nível de
- 21:35gás carbônico, eletrocefalograma, pra poder ver
- 21:39o que acontece na cabeça das pessoas.
- 21:41Mas eu acho que a maior parte dessa, dessa mudança é observada
- 21:44por mim nas ações dessas pessoas e nas respostas das minhas
- 21:49perguntas. Então acho que essa é a parte
- 21:51mais. Mais relevante para o trabalho
- 21:54que eu faço, né? Nível de ansiedade AO sono de
- 21:58muitos deles melhora AA forma como eles veem, às vezes os as
- 22:02pessoas mais próximas a, por exemplo, eu tive casos de
- 22:05pessoas que por anos anão conseguiam interagir com certos
- 22:11indivíduos ou indivíduos da família.
- 22:13E depois de 34 sessões, fala, poxa, Sandra, você não vai
- 22:15acreditar. Eu finalmente liguei para meu
- 22:18irmão, para minha irmã, e a gente conseguir ter um,
- 22:19conseguir ter uma conversa. Tão pacífica foi foi tão foi,
- 22:23tão prazeroso, tão pacífico para mim poder ter essa conversa que
- 22:26eu tava buscando a coragem de ter já há anos.
- 22:29Então isso para mim é o que é o que eu considero como uma
- 22:33mudança, né? É Sandro, você menciona que faz
- 22:37uma espécie de triagem, inicialmente uma anamnese ali
- 22:40para conversar com com as pessoas.
- 22:43É nesse momento já, já chegou aqui a acontecer de você pensar,
- 22:48olha, você não precisa do meu método.
- 22:50Talvez com ele eu não consiga te ajudar.
- 22:53Ou o método é pra todo mundo, mesmo essa.
- 22:57É uma pergunta também muito interessante, hélio, porque eu
- 22:59digo pra todo mundo que o Mota meta é um processo de
- 23:02autoconhecimento profundo. É como eu comparo sempre a uma
- 23:06yawasca sem a substância. Então eu falo para todo mundo, é
- 23:11um processo que pode ajudar todo o indivíduo que esteja pronto a
- 23:17ver a verdade, mas é um processo que talvez muita gente não
- 23:22esteja pronta. Por quê?
- 23:24Porque realmente a gente abre uma caixa de Pandora, né?
- 23:27As perguntas são profundas. O processo em si leva a pessoa a
- 23:30um estado não ordinário de consciência, que é um estado
- 23:35alterado de consciência só com a respiração.
- 23:37E com o processo de autoavaliação, então, é muito
- 23:41profundo. Eu diria que toda pessoa se
- 23:44beneficiaria, mas nem todo mundo pode ou estar pronto, porque eu
- 23:48falo? Pode, porque tem algumas
- 23:50questões. Eu diria médicas que eu não me
- 23:53arrisco. Por exemplo, uma pessoa com a
- 23:56hipertensão sem estar medicada, uma pessoa com esquizofrenia ou
- 24:00problemas psíquicos que são extremamente graves.
- 24:04A 11, mulher grávida, a pessoas cardíacas, epilépticos.
- 24:10Então tem algumas regras que eu não não me arrisco AA me
- 24:15enveredar, a entomar essa pessoa como cliente, como paciente,
- 24:20como se queira chamar. Mas eu acho que todo mundo se
- 24:23beneficiaria. Mas nem todo mundo está pronto e
- 24:25algumas pessoas têm essa parte. Eu diria física, que talvez seja
- 24:32um. O empecilho AAA feita da da
- 24:35sessão? Oo Sandro.
- 24:37Então quem costuma ser o seu público alvo?
- 24:39Assim é. Você.
- 24:41Costuma atender mais executivos atletas?
- 24:44É pessoas com trauma? É.
- 24:46Qual o perfil de fato da pessoa que costuma procurar o seu
- 24:50serviço? Eu acho que no começo, logo no
- 24:53começo foi uma coisa mais que. Até por por questões, eu diria
- 24:58de quem me referia aos clientes, que era que eram 2 médicos da
- 25:01Nova Zelândia. Eram mais pessoas com ansiedade,
- 25:05com depressão, no decorrer desses 17 anos.
- 25:10Eu diria que hoje em dia são corporativos, pessoas
- 25:13extremamente bem sucedidas, bilionários de fora do Brasil.
- 25:18Há pessoas que têm negócios que são super bem sucedidos, porém
- 25:22ainda não se encontraram. Muitos casais que que estão
- 25:28passando por dificuldades matrimoniais e muitas pessoas
- 25:32que sofrem com ansiedade. Pessoas que não ainda entenderam
- 25:35o porquê. Muita coisa que eles que que os
- 25:40aflige ainda os afligem. Então eu diria que desde uma
- 25:43pessoa que tá passando por ansiedade hoje em dia, até uma
- 25:46pessoa que aos olhos de outros, tem tudo que uma pessoa
- 25:50desejaria, mas ainda não encontrou essa parte da quem eu
- 25:54sou. Qual qual é o meu propósito?
- 25:57Então, e aí, é interessante o que você está dizendo aí, porque
- 26:00parte do que você está descrevendo, uma consulta
- 26:02simples numa, num psicólogo, num psiquiatra, Eu Acredito que
- 26:06resolveria. Agora, no seu método, você
- 26:09costuma tratar outras dores que estão mais inerentes ao ser à
- 26:13espiritualidade? Não, não é assim.
- 26:15Quais são? Talvez.
- 26:17Qual é a diferença aqui do seu método para o método
- 26:20convencional? Você tocou num ponto muito
- 26:21importante, Thiago, porque eu tenho, durante esses anos, fiz
- 26:25muitas parcerias com psicólogos, Rússia, Nova Zelândia, Canadá.
- 26:32E uma coisa muito interessante é que o que a gente chama, eu acho
- 26:35que em inglês a gente chama de Talking therapy, né?
- 26:38O português da terapia, do da da fala, né, que muitas vezes é o
- 26:41que se o que se é aplicado numa sessão com psicólogo, né?
- 26:44É uma conversa, uma conversa que que ajuda muitas pessoas.
- 26:49Então esses psicólogos com quem eu trabalho, que me mandam os
- 26:51pacientes deles AO que eles falaram para mim bem no
- 26:54comecinho da nossa parceria, é Sandra.
- 26:56Olha, eu chego e eles se tornaram clientes meu, por isso
- 26:59começaram a iniciaram esse processo de de de referir.
- 27:02Os pacientes falaram, olha, Sandro, eu tenho muitos
- 27:05pacientes que eu sei que não tem um diagnóstico, que na verdade é
- 27:09é só uma falta de autoconhecimento.
- 27:12Eu não quero diagnosticar porque não tem o diagnóstico, eu não
- 27:15quero prescrever, eu não vou fazer isso com esse paciente
- 27:17meu. Então eu queria saber se você
- 27:19teria AAAA disponibilidade ou até AAA vontade de trabalhar com
- 27:27pacientes meus, que eu sinto que cheguei a um platô, a um muro.
- 27:31Eu não quero prescrever nenhum medicamento, eu não quero dar um
- 27:33diagnóstico, mas eu quero que eles se conheçam mais com o seu
- 27:36processo. Você aceita parceria e eu, com o
- 27:39coração aberto, disse, não só aceito, como me sinto honrado e
- 27:43lisonjeado. Então eu tive. 4 psicólogos que
- 27:46a gente fazia essa parceria por anos e era muito lindo, porque
- 27:49quando ele via que Oo paciente chegou No No campo de de eu
- 27:53diria que empacou, né? Como a gente fala na Bahia que
- 27:56nem nem ele como psicólogo, nem o paciente como paciente, teria
- 28:00mais para onde ir. Ele falava, olha, tem 11 pessoa
- 28:04que na verdade eu trabalho com ele, para mim mesmo, que eu acho
- 28:08que faria muito bem a você tentar uma sessão.
- 28:11É uma é uma sessão mais diferente.
- 28:14É algo bem profundo que a gente vai talvez descobrir mais
- 28:17informações que ainda não descobrimos.
- 28:20Nesses 34 anos de de psicólogo e paciente, era muito legal que a
- 28:26gente, a gente ensinava um documento no qual era a
- 28:28confidencialidade entre eu, o médico e o paciente.
- 28:31E quando o paciente chegava para mim e a gente fazia as sessões,
- 28:34era como se tudo que tivesse ali, que era para para ser.
- 28:39Descoberto abrisse. Então é muito, muito choro,
- 28:43muitas lágrimas. E aí eu falava para pacientes,
- 28:46os pacientes que eu trabalhava. Olha, escreve tudo que ainda
- 28:49está fresco na sua próxima sessão, com o psicólogo, com o
- 28:52doutor John, doutor a prabane, você leva o que você encontrou
- 28:58sobre si mesmo ao psicólogo, e daí você tem todo o material
- 29:01novo pra poder trabalhar. Porque o psicólogo falava, poxa,
- 29:03a gente está trabalhando já há 34 anos, já são 2 sessões de
- 29:07terapia por mês. A gente chegou em um, em um, em
- 29:10um lugar que eu pergunto algo para o meu paciente.
- 29:13Ele fala, poxa, você perguntou isso 1000 vezes?
- 29:14Eu não sei. Então ele sabe.
- 29:17Mas a pergunta é, como ele pode acessar essa resposta?
- 29:20E é daí que o bota, a meta entrava, como eu diria, uma
- 29:23terapia integrativa em conjunção com esses doutores médicos que
- 29:27eu tive o prazer de trabalhar e sou muito grato a eles.
- 29:31Sandro, imagina a quantidade de pessoas que você chegou a
- 29:34atender nesse nesse período todo?
- 29:37É. Mas dentro de tudo isso, existe
- 29:40algum trauma que é mais específico?
- 29:42É mais recorrente relacionado a família?
- 29:45São questões internas mesmo. Diria que 90% para mim família,
- 29:52na verdade, tudo que acontece entre os nossos 34 anos até os
- 29:581314 que eu observei, que é o que realmente a eu diria,
- 30:03desenhar a nossa personalidade como adultos.
- 30:07Então, a nossa relação com os nossos primeiros, que a gente
- 30:09chama inglês, care givers, né? Os nossos primeiros cuidadores,
- 30:12que são nossos pais, é o que, na verdade, vai ali determinar
- 30:17muita, muita parte da nossa personalidade, das nossas ações
- 30:21como como adultos, né? Então, família 90%, família, eu
- 30:26tive muitos casos também de estupro, de violência sexual,
- 30:32mais do que eu pensaria nesses 16 anos, 17 anos.
- 30:37Que eu veria e que me surpreendeu.
- 30:40Aparentemente, um em 4 cada um em cada 4 seres humanos em geral
- 30:44no mundo tiveram algum tipo de abuso sexual.
- 30:47Então isso pra mim foi uma surpresa muito grande.
- 30:49E isso claro que não tem essa conexão com com com os
- 30:54cuidadores, né? Às vezes tem, às vezes vende lá
- 30:57muitas vezes. Mas acho que a maioria dos
- 30:59traumas que eu, que eu, que eu vi e que eu.
- 31:03Acho que ajudei ou tentei ajudar.
- 31:05São decorrentes da nossa relação de criança com os nossos pais.
- 31:10Não só essa relação direta, mas o que a gente testemunhou nessa
- 31:13relação entre os nossos pais, né?
- 31:16Como a criança, e muitas vezes também ainda na fase uterina.
- 31:21Acredite ou não, na fase uterina, né?
- 31:24A gente está ali conectada por nossa mãe, pelo cordão
- 31:26umbilical. A gente está recebendo a
- 31:28adrenalina, cortisol dessas fases de estresse.
- 31:32Que a nossa mãe tá passando durante AAA gravidez a gente já
- 31:36nasce reconhecendo a voz da nossa mãe, então imagina que
- 31:39loucura tem? Tem um médico muito
- 31:41interessante, doutor Frederick laboyen.
- 31:45Ele foi um obstetra francês e ele criou um método muito
- 31:50interessante que fala AO parto sem, se não me engano, em
- 31:56português, o parto sem, sem dor ou algo assim.
- 32:00Doutor Frederick laboyen. Então, depois de milhares de
- 32:04partos que ele, que ele, que ele ajudou como como obstetra a ele,
- 32:09percebeu que a forma que o bebê nascia já era o primeiro trauma,
- 32:14então ele tentou criar toda uma forma de amenizar esse trauma,
- 32:20trocando a intensidade da luz na sala de parto, colocando músicas
- 32:24mais calmas, deixando o cordão umbilical por muito mais tempo
- 32:28antes de cordar. Pra poder minimizar essa dor da
- 32:31separação, então é muito interessante o trabalho dele,
- 32:35doutor Frederico laboier. Interessante o que você tá
- 32:38dizendo, porque isso converge com outras especialidades, né?
- 32:42Você pega o trabalho de uma o serviço, né?
- 32:45De uma dula, por exemplo. Ela trabalha todos os
- 32:47preparativos, né? Ela trabalha tanto preparativo
- 32:52da mãe que está prestes a ter o bebê.
- 32:54Ela prepara. O ambiente ela prepara, os
- 32:57familiares, ela prepara o local do parto, né?
- 33:00Tudo isso pra criar um ambiente ideal pro nascimento e
- 33:04crescimento daquele bebê. EE aí eu fico pensando, Sandro,
- 33:08se existe parte dessa metodologia, se é possível ser
- 33:12aplicada no dia a dia das pessoas, é, existe talvez alguma
- 33:16dica prática que você pudesse dar pra essas pessoas que estão?
- 33:19Nos ouvindo, eu eu até tava falando isso com minha esposa
- 33:23tem tem 2 dias a. Eu digo a todo mundo que nós
- 33:26vivemos em 2 seres humanos, né? Em conflito é o ser humano que
- 33:31está experienciando, o ser humano da experiência e o ser
- 33:35humano da memória. Isso isso é pura psicologia, né?
- 33:39O ser humano da experiência é o que eu tô fazendo aqui agora,
- 33:41com você conversando, respirando, observando você e o
- 33:47édi com esse cabelo dele lindo, com toda essa barba dele bem
- 33:50feita. Então isso é o Sandro, que tá
- 33:52vivendo uma experiência. O Sandro memória é o Sandro que
- 33:56talvez vai tentar recriar algo no futuro, talvez no podcast
- 34:02baseado nessa experiência atual. Então, qual é o grande problema?
- 34:05Muitas vezes a nossa dor, a nossa ansiedade, é que a gente
- 34:08sempre vive não na experiência, mas na memória.
- 34:12Então está aqui nesse presente, eu estou conversando com você.
- 34:15Mas eu não estou na verdade presente.
- 34:17Eu estou pensando qual vai ser a minha próxima resposta, tentando
- 34:20predicar, qual será a sua próxima pergunta?
- 34:23Então, poxa, eu não estou vivendo um momento presente da
- 34:27experiência, eu estou vivendo um momento de memória, eu tentando
- 34:30memorizar o que eu quero falar Ah, ou tentando.
- 34:34Então esse ser humano da memória, da experiência, sempre
- 34:37que a gente tiver em um momento que a gente sente ansiedade,
- 34:40sempre digo a pessoa pergunte assim mesmo, você está vivendo a
- 34:42experiência ou você está vivendo a memória?
- 34:46Isso é uma coisa para mim, que é que é muito forte.
- 34:48Foi um psicólogo, na verdade, Israelita e de Israel,
- 34:52americano, que que veio com essa teoria, né?
- 34:55E ele fala, muitas das decisões que a gente toma na vida é
- 34:58porque a gente vive nesse, nesse ser humano memória.
- 35:02Então a gente tá tentando já, né, a predicar, o que poderá,
- 35:08por exemplo, acontecer no futuro, por uma memória negativa
- 35:11do passado. E daí, poxa, a gente não tá nem
- 35:13no presente. É e está no passado e no futuro.
- 35:16Então uma das coisas principais pra mim é, vamos tentar viver no
- 35:18presente, como eu digo no presente, toda vez que eu sinto
- 35:20que eu estou com ansiedade, primeira coisa pra mim é me
- 35:23perguntar o que está acontecendo aqui agora comigo, o que está
- 35:26acontecendo? Alguma coisa que na verdade é
- 35:28uma ameaça, não, não está, eu estou sentado em um quarto, eu
- 35:31estou em um lugar maravilhoso, não tem nenhuma ameaça, então eu
- 35:35estou vendo na verdade aqui No No meu, no meu ser memória.
- 35:38A outra coisa é a respiração. A respiração é o dom mais
- 35:42valioso. Que Deus nos deu nosso primeiro
- 35:47respiro. A gente fala que a vida não são
- 35:50quantos anos a gente vive, né? É a quantidade de respiração
- 35:54entre a primeira e a última. Isso são os anos de vida,
- 35:57primeiro respiro e o último. Depois disso não tem mais nada,
- 35:59né? Antes disso também não tem mais
- 36:01nada. Então eu falo sempre que você
- 36:03puder, lembre se de uma coisa muito simples, o nosso cérebro
- 36:07por si só. Já tem essa naturalidade
- 36:11científica de trazer a gente para o momento presente ou de
- 36:14acalmar o sistema nervoso e trazer o simpático ou
- 36:17parassimpático como uma das formas mais, mais, mais, mais
- 36:21fácil e profunda. É com o que a gente chama de
- 36:24suspiro. Ah, o estudo foi feito que nós,
- 36:30nós seres humanos, normalmente fazemos 12 suspiros por hora,
- 36:37né? Não, desculpa. 6 por hora,
- 36:39questão em torno de 12 minutos. Cara, suspiro a gente faz, ainda
- 36:43que seja muito leve. Então suspiro é uma forma muito
- 36:46rápida de trazer a gente dum dum dum dum dum dum momento
- 36:50simpático para parassimpático. Teve um estudo que foi feito
- 36:53agora, eu acho que foi com o doutor huberman, que é 111,
- 36:58médico muito, muito, muito para mim um dos melhores médicos
- 37:01científicos, pesquisadores e fizeram estudo na steamford e na
- 37:06Estados Unidos. Que OOA gente chama de dobro.
- 37:10Suspiro é a forma mais rápida de diminuir a ansiedade.
- 37:14O que você faz é você puxa o ar 2 vezes AAA 5 minutos, com isso
- 37:25acalma qualquer pessoa mais do que um anti ansiolítico 5
- 37:30minutos seguidos. Pesquisa científica saiu agora
- 37:34tem tem alguns meses. Então acho que a respiração e
- 37:37essa essa parte de você se perguntar, eu tô vivendo
- 37:39presente, tem alguma ameaça? Presente não.
- 37:42Então essa respiração por si só, muito simples, de dobro, suspiro
- 37:46por 5 minutos, já vai te trazer a um, a um nível mais
- 37:49parassimpático. E depois disso também é o que
- 37:51você falou, né? Thiago, desculpa, é, nem todo
- 37:55mundo como eu disse, tá pronto pra abrir o que eu chamo a caixa
- 37:59da Pandora. Então vão ter pessoas que vai
- 38:01ficar nessa do dobro, suspiro e desse presente ou experiência ou
- 38:06memória, e vão estar bem pelo resto da vida.
- 38:09Eu quis mais para mim. Então acho que quando a gente
- 38:12quer mais, quando a gente tem essa, essa, essa fome de
- 38:14entender mais o porquê, aí eu falo, vamos trabalhar junto?
- 38:18Vamos, vamos fazer um trabalho junto.
- 38:21Então, Sandro, eu poderia inclusive atestar isso que você
- 38:23está dizendo. Aqui no nosso podcast aqui No No
- 38:27portal ABC do ABC nós temos um outro podcast chamado ABC cast.
- 38:32Nesse podcast, todas as quintas feiras nós temos uma pílula, um
- 38:36dropzinho de saúde mental que soltamos lá, assinado pela
- 38:40psicóloga Natália Melo. E recentemente ela até falou
- 38:44quase exatamente a mesma coisa do que você acabou de dizer, né?
- 38:48Ou seja, quando você tá enfrentando um desafio.
- 38:52É, EE vem aquele momento de ansiedade.
- 38:56É importante você parar e pensar se Oo problema precisa ser
- 39:00resolvido agora ou se esse é um problema que você tem que
- 39:03resolver depois pra que você possa focar sua atenção e
- 39:07resolver o problema de hoje do momento, né?
- 39:10Se você conseguir colocar AOO problema pra ser resolvido na
- 39:15hora, aquele na hora certa, né? Talvez postergar um pouquinho,
- 39:18deixar pra pensar nisso depois e focar agora.
- 39:21Você sofre menos e você resolve mais problemas.
- 39:25Bem, essa nossa conversa está sendo muito interessante, mas eu
- 39:27preciso fazer um rápido intervalo aqui porque temos um
- 39:31recado para você que está em casa, nos acompanhando e a gente
- 39:34já volta e continua com os nossos quadros especiais.
- 39:37É um minutinho só, não sai daí. Olá, essa é para vocês que estão
- 39:42assistindo OABC conexões? Sim, vocês, nossos ouvintes.
- 39:47Eu sou o João Pedro Melo e agora eu estou na bancada do ABC
- 39:50Quest. Fala, pessoal, você já deve ter
- 39:53ouvido a minha voz. Se você não ouviu, eu sou a
- 39:55Susana Rezende, apresentadora do ABC Quest, e eu venho aqui para
- 39:59te fazer um convite muito especial.
- 40:01O nosso encontro está marcado de segunda a sexta às 18:00 lá no
- 40:05ABC Quest e lá nós falamos sobre tudo que impacta o seu dia a
- 40:09dia. Desde o grande ABC até a região
- 40:12metropolitana de São Paulo, a gente fala sobre o Brasil, sobre
- 40:15o mundo, pra te manter sempre bem informado.
- 40:17Sem Rodeio, sem drama e sem perder mais o seu tempo bom,
- 40:22talvez só um pouquinho de drama. Não, não tem desculpa.
- 40:27Nos siga na sua plataforma preferida.
- 40:29Então tem o Deezer, o Spotify, o Apple bodcasting, o Amazon
- 40:32Music, até o YouTube. É só escolher a sua preferida
- 40:35nos seguir e dar o play. Então já nem perde tempo.
- 40:38E segue a gente lá no Instagram, é arroba ABC do ABC, underline
- 40:43oficial, porque é lá que a gente avisa, provoca, comenta, ri e
- 40:49chora e às vezes até descola uma treta.
- 40:52Então Bora lá. Então, pode dar o play.
- 40:57Muito bem, obrigado por acompanhar o nosso recado e
- 41:00vamos direto para os nossos quadros especiais.
- 41:03E é com você, Ed. Vamos ao.
- 41:08Contraponto. O meu querido Ed.
- 41:13Eu falei isso para todos os jornalistas que vieram nos
- 41:17últimos episódios dessa temporada da temporada anterior.
- 41:21Então com você mesmo que você ouviu todos eles, não vai ser
- 41:24diferente. O meu recado para você é, deixa.
- 41:27Nossos, nosso. Convidado ao vivo porque eu
- 41:29preciso continuar com outras perguntas depois do contraponto,
- 41:31tá? Brincadeiras a parte, o tempo é
- 41:33de vocês 2. Divirtam se.
- 41:36Sandro, eu já quero começar te pedindo desculpas, porque quem
- 41:41acompanha OABC cast há algum tempo não deve nem imaginar o
- 41:44quanto eu sempre quis participar desse quadro.
- 41:49Aqui é o momento onde a gente realmente contrapõe um pouco de
- 41:52tudo que a que a gente trouxe. Agora a gente coloca um pouco
- 41:54contra a parede pra você poder mostrar o quão real e tudo que
- 41:58você tá dizendo. Então eu separei as minhas
- 42:00perguntas aqui e a primeira delas.
- 42:03Tem relação com esse universo mesmo dos profissionais de de
- 42:07terapias integrativas? Nós sabemos que muitos hoje
- 42:11estão aí na internet prometendo pra depressão, pra ansiedade e
- 42:16alguns até por a física mesmo, sem que isso necessariamente
- 42:19seja uma verdade. Então eu queria entender até
- 42:22onde que vai a responsabilidade terapêutica e onde já começa
- 42:27aquilo que passa a ser uma irresponsabilidade, uma mentira
- 42:30mesmo. Eu acho que a primeira coisa é
- 42:32saber recomendar, a primeira coisa vai.
- 42:36Se eu vejo que é uma coisa que não está ao meu alcance nem de
- 42:38ajudar a pessoa. A primeira coisa é recomendar.
- 42:40Olha, isso aconteceu agora tem 2 dias, a uma pessoa me procurou
- 42:43de fora do país. AE me falou que o pai, com quem
- 42:49eu trabalhei já há muito tempo, a estava tendo ataques de pânico
- 42:54durante o sono. E teve um stroke, né?
- 42:59Um derrame há muito tempo. E ainda que eu trabalho com toda
- 43:03a família, eu falei Pra Ele olhar, isso tá fora do meu
- 43:05alcance. Eu acho que é um problema
- 43:07neurológico. Eu recomenderia você ver um
- 43:10médico. Então primeira coisa pra mim é
- 43:12isso, é saber até aonde vai a minha possibilidade, com a minha
- 43:15integridade, de poder ajudar uma pessoa.
- 43:18Então, se você não sabe que não é o seu campo, eu coloco meu
- 43:23Chapeuzinho, peço licença e digo, olha, eu acho que você tem
- 43:26que buscar agora um médico, um psicólogo, 11 psiquiatra ou.
- 43:31Começar por aí, saber, recomendar, né?
- 43:34A segunda coisa eu falo sempre que é um trabalho de equipe.
- 43:38Eu não tenho poder de curar nenhuma pessoa.
- 43:41Nunca tive quem sou eu, não posso.
- 43:45A única coisa que eu posso fazer é criar um ambiente seguro, é
- 43:48aplicar minha metodologia a partir do momento que essa
- 43:52pessoa com quem quer trabalhar comigo esteja aberta ao que eu
- 43:58estou propondo. Então, acho que essa esse
- 44:01trabalho em equipe, de ser muito Franco, muito aberto, muito
- 44:04honesto e dizer, olha, Ed, o meu trabalho consiste nisso, nisso e
- 44:08nisso. Talvez isso possa acontecer,
- 44:10talvez isso possa acontecer. E esses são os nãos que eu não
- 44:16trabalho, pessoas com esses problemas, pessoas assim, assim,
- 44:18assim, você está de acordo? Estou, por favor assine 11 termo
- 44:23de responsabilidade no qual estamos os 2 muito claros.
- 44:28No que será meu trabalho? No que será o seu?
- 44:30Então acho que eu não prometo e nunca prometi nada de cura.
- 44:34Eu acho que esse aí é o maior erro de de não temos AO poder
- 44:38nem a solução de curar ninguém. Nesse trabalho integrativo,
- 44:42temos sim uma forma muito, muito efetiva de guiar as pessoas, as
- 44:48próprias respostas, a sua própria cura quando não
- 44:52necessita um auxílio médico. Então acho que essa é a parte
- 44:58mais da integridade, do respeito e de não prometer o que na
- 45:01verdade nunca se deve ser prometido, né?
- 45:03E também recomendar ao profissional que você acha que é
- 45:07mais capacitado pra poder ajudar essa pessoa que vem ao seu
- 45:10caminho. Eu acho que isso é muito
- 45:11importante. Certo?
- 45:13Sandro é uma das das falas aí que eu acho que nós tivemos foi
- 45:18que o seu trabalho, ele é respaldado cientificamente por
- 45:21por algumas questões empíricas e tudo mais.
- 45:24Se amanhã, por exemplo, um estudo científico saísse
- 45:28contrariando o teu método, você deixaria ele de lado, o que que
- 45:32você faria? Melhor pergunta de todo esse
- 45:36podcast até agora. Eu não deixaria de lado por uma
- 45:39razão, porque isso para mim é um propósito de vida.
- 45:42Não é uma forma de ganhar dinheiro, não é uma forma de de
- 45:45tentar provar ou de tentar ganhar fama.
- 45:48Para mim, isso é um propósito de vida.
- 45:50Então eu acho que vão ter opiniões diversas, antagônicas,
- 45:55até estudos que podem, que podem no futuro, comprometer um pouco
- 46:00ou definitivamente o que eu faço.
- 46:03Mas o propósito de contribuir à sociedade ninguém vai conseguir
- 46:08tirar de mim. Então, assim, eu continuaria
- 46:10sempre fazendo o que eu faço, porque é uma paixão.
- 46:12A propósito é ajudar o ser humano, né?
- 46:16Tem a entender também é quem protege o paciente quando um
- 46:20terapeuta integrativo erra. Existe alguma fiscalização nesse
- 46:25nesse processo? Como que acontece isso?
- 46:28Eu acho que isso depende muito de qual país você está operando,
- 46:31né? Qual país você está trabalhando.
- 46:33E, por exemplo, lá fora, na Nova Zelândia, eu sempre trabalhei
- 46:36com seguro, seguro de 8000000 de dólares, nova zelandês.
- 46:40Por quê? Porque você pode entrar no, no,
- 46:43no, no, no sinuca de bico, né? No qual você pode ser culpado
- 46:46por isso, por aquilo. Eu não me promovo de forma
- 46:50nenhuma como médico. Eu não me promovo com nada que
- 46:54eu necessite 111 diploma que eu não tenha.
- 46:59Então acho que isso é muito a parte legal, né?
- 47:01Essa parte terapêutica. Se você vê um terapeuta de
- 47:05massagem, um terapeuta de acupuntura, um terapeuta
- 47:08Holístico, existem vários, né? Até cartomante é considerado
- 47:13terapeuta, então acho que depende de como você, se eu
- 47:16diria, se promove nas partes de mídia, nas partes de marketing.
- 47:23E o que você? Né?
- 47:25Realmente tem para respaldar isso.
- 47:26Eu acho que por isso que eu me chamo um terapeuta Holístico, eu
- 47:29não me chamo o médico, um psicólogo, um psicanalista.
- 47:33Então acho que é muito essa parte saber aonde é que eu entro
- 47:36aqui, eu entro no Brasil, em que quadro, na nova zelane, em que
- 47:40quadro? Então, acho que é muito de como
- 47:42você se promove, como você se chama e o que você tem para
- 47:46respaldar esse nome que você se se auto identifica, né?
- 47:53O Sandro um dos temas que você trouxe aqui, e de uma forma
- 47:56muito positiva e bonita, foi a religiosidade, né?
- 48:00E tendo em vista tudo que a gente vê, você acha que a cura
- 48:05através da espiritualidade tá virando um negócio, já virou um
- 48:09produto. Como fugir disso?
- 48:15Esse é um tema bem, bem sensível para mim, porque eu.
- 48:21Eu nunca fui uma pessoa que aderi a palavra.
- 48:23Gurus, eu acho que meu único guru é Deus, é meu único guru.
- 48:29Eu não tenho guru, eu nunca tive.
- 48:32Eu acho que nunca terei a. Eu acho que a prática religiosa,
- 48:37a parte mais fundamental e a base disso tudo é uma palavra só
- 48:41com 2 letras, fé e a fé você tem ou você não tem?
- 48:48Ou às vezes você tem mais, nega ela.
- 48:50Mas acontece algo na nossa vida que a gente tem que se render e
- 48:55dar as rédeas pra um condutor maior do que a gente.
- 48:59Mas eu acho que sim, tem pessoas que abusam dessa parte religiosa
- 49:03se tornando empiricamente auto AE auto se se anunciando como
- 49:09curadores, como eu, particularmente.
- 49:15Não, não sou de acordo, não condeno, respeito.
- 49:19Mas eu acho que a parte espiritual, para mim, que cura
- 49:21qualquer pessoa, se chama fé. E a fé eu acho que o Ed, por
- 49:28exemplo, talvez você tenha fé. Não sei.
- 49:32Em Jesus Cristo, talvez o Thiago tenha fé na natureza ou no
- 49:37universo, né? Então, eu já trabalhei com
- 49:39muitas pessoas que eu sempre pergunto antes, antes, antes de
- 49:42eu trabalhar. Eu sou católico, sou kardecista,
- 49:45sou também messiânico, mas eu nunca tento expor nada disso
- 49:49quando eu estou com o cliente. Mas eu pergunto sempre, por
- 49:52exemplo, a ô Ed, se eu estou fazendo uma sessão com o Ed, eu
- 49:55pergunto, ô Ed, desculpe perguntar, mas se eu usar a
- 49:58palavra Deus ou. Te ofende ou a qual é?
- 50:03Onde é que você senta aqui nessa nesse tema de religiosidade e
- 50:08espiritualidade? E aí se o se o Ed me fala, olha,
- 50:11Sandro, eu na verdade sou ateu, não tenho, então eu respeito e
- 50:15daqui para frente eu sei, eu não vou mencionar, porque se eu
- 50:18mencionar Deus, Jesus ou algum nome que venha talvez a ofender
- 50:23o Ed, eu na verdade vou terminar a nossa sessão antes do
- 50:26previsto. Então eu gosto sempre de
- 50:28respeitar essa essa linha, né? De, mas pra mim, a única coisa
- 50:33que cura e que é relacionado à espiritualidade, o nome é fé pra
- 50:39mim. Sandro, depois de tantas
- 50:42perguntas densas, eu não poderia sair daqui desse quadro sem te
- 50:46deixar um pouco mais leve e perguntar 11 curiosidade muito
- 50:50interna minha. Que que é mais?
- 50:52Difícil. É lutar contra o estigma que
- 50:56justamente esses falsos gurus da internet trazem para o ramo da
- 51:00terapia integrativa ou é a preparação para o mister
- 51:03universo? Oi, eu acho que você me botou aí
- 51:11no sinuca de bico. Essa, na verdade, foi a pergunta
- 51:12mais difícil. Eu acho que treinar para o
- 51:17mister universo é uma tortura, uma tortura física, uma tortura
- 51:20física. Eu falo sempre que você chega a
- 51:231.5% de gordura no corpo, mas você está mais frágil que você
- 51:29nunca teve. Eu ficava doente o tempo todo.
- 51:31Eu e também pessoal. Eu sou baiano, brasileiro,
- 51:37soteropolitano. Eu tenho dente feito de açúcar,
- 51:41então. Tentar controlar e não comer
- 51:44brigadeiro, açúcar, para mim sempre foi uma tortura e eu
- 51:47tinha que fazer isso durante 2 anos da minha vida.
- 51:51E eu acho que esse trabalho é ser outro lado de dessa parte
- 51:55dos charlatões que a gente pode dizer, né?
- 51:58Das pessoas que eu entrego a Deus, porque eu não tenho força
- 52:02para poder lutar contra isso. Então acho que é aí.
- 52:06Não sei se eu respondi sua pergunta.
- 52:08Respondeu sim. Muito bom, muito bom.
- 52:13Até foi boa Ed essa sua pergunta, porque ela tem
- 52:15relação. Aí dá o gancho certo pra eu
- 52:18entrar no outro quadro que nós temos aqui, que é o quadro.
- 52:24Fora da zona? Então eu IA fazer justamente uma
- 52:28pergunta sobre essa questão do esporte, né?
- 52:31Se o esporte ainda estava muito ativo na sua vida e tal, acho
- 52:34que você matou muito bem e tal, mas então gostaria de mandar.
- 52:38Essa pergunta do fora zona para uma pergunta um pouco mais
- 52:41diferente, né? Você, Sandro teve a origem na
- 52:44Bahia, passou por trajetórias assim por alguns países e tudo
- 52:50mais. Mas eu queria entender se.
- 52:51Existiu ou existe algo das da culinária tradicional, da sua
- 52:56origem ou por onde você passou que você de repente decidiu
- 53:00incorporar isso na sua vida? Mais ou menos assim, né?
- 53:04Existe um prato ou um ingrediente que para você?
- 53:07Não pode faltar, é precisa ter isso para o seu dia ser
- 53:11completo. Acredite ou não, uma coisa muito
- 53:13simples, água com limão de manhã cedo, que legal.
- 53:20E também iogurte grego, que foi uma.
- 53:23Foi uma paixão. Minha Nova Zelândia, porque AAAO
- 53:26lácteo lá é tão puro, é tão bom, que eu comecei a fazer minha
- 53:29própria manteiga, a fazer meu próprio iogurte.
- 53:31Então eu eu me tornei um pouco meio que apaixonado por essa
- 53:35parte. De Augusto, grego de de
- 53:37manteiga, na eu tenho dupla nacionalidade.
- 53:40Na verdade eu peguei meu passaporte Nova Zelândia e
- 53:42Brasil, e quando eu peguei o passaporte Nova Zelândia é como
- 53:44se fosse o maior orgulho da minha vida.
- 53:46Eu sou kiwi, eu sou kiwi EE, um dos meus clientes também foi OOO
- 53:51rei maori e toda a família dele. Eles foram meu clientes por por
- 53:551 ano, um ano e meio. Então é, eu acho que essa parte
- 53:57da culinária, água com limão, primeira coisa de manhã, água
- 54:00morna com limão Siciliano e essa parte da.
- 54:05Do iogurte do leite, de de. Eu tenho uma obsessão por isso.
- 54:10É, de fato, a água morna faz toda a diferença, né?
- 54:12Isso não é nenhuma coisa nova, isso é uma coisa bem antiga.
- 54:15Na China isso é conhecido muito bem, né?
- 54:18O líquido quente tem 11 tarefa diferente no corpo, mantém o que
- 54:22no lugar certo mantém as coisas no a.
- 54:26Audiência quer saber? Sandro, não somos apenas nós que
- 54:33queremos fazer perguntas para você, tá?
- 54:35Quando a gente está preparando o episódio, a gente acaba buscando
- 54:39entre os nossos ouvintes, leitores, pessoas que nos
- 54:43acompanham nas redes sociais. Se tem alguém interessado em
- 54:45fazer uma pergunta para o nosso convidado, né?
- 54:47Então nós temos, né? E dessa vez, quem vai te fazer a
- 54:50pergunta é simplesmente uma das maiores fãs dos nossos podcasts,
- 54:54que é a Luciana Alvarez. Acompanha a pergunta que ela fez
- 54:57para você aí? Oi, boa.
- 54:59Tarde meu nome é Luciana. Eu sou de Santo André.
- 55:02Eu gostaria de saber como que eu diferencio um cansaço físico
- 55:05normal. Aqueles que você resolve
- 55:08dormindo no fim de semana de um bloqueio.
- 55:10É estresse emocional profundo que necessita de intervenção.
- 55:15Boa pergunta. Eu acho que esse cansaço que é
- 55:19contínuo, que é o cansaço mais prolongado, que na verdade não é
- 55:23saciado com uma boa noite de sono, com uma boa alimentação.
- 55:27Os sinais são muito, são muito, muito fácil de identificar.
- 55:31Você se sente com a exaustão, que é diferente, você se sente
- 55:36um pouco com menos paciência e você se sente como se tivesse
- 55:41com todo o peso do mundo nas suas costas.
- 55:45É algo como se tivesse sufocado, é sufocante isso.
- 55:49Por quê? Porque o nosso sistema nervoso é
- 55:51dividido em 2 em 22 cordas, né? Simpático, parassimpático.
- 55:55Esse esse estresse que é um estresse que que você não
- 55:58consegue, na verdade, eu diria diminuir com uma boa noite de
- 56:01sono, com uma boa nutrição. Ele continua ali te minando, né?
- 56:05Como se fosse 111 pugilista aqui, aqui, aqui, e o seu corpo
- 56:09ali tá ali liberando adrenalina, cortisol.
- 56:12Você tá com as guardas altas durante horas, sem saber até o
- 56:16porquê. Então é uma, é uma exaustão que
- 56:19é fora do normal. É algo que você tem até dores no
- 56:22corpo, às vezes dores na coluna, dores no pescoço, porque o seu
- 56:26corpo entre em uma tensão. Você tá ali, pronto para brigar
- 56:29com o leão que não existe. Então eu acho que quando você
- 56:32percebe que isso é uma coisa contínua, que você tem
- 56:35palpitações, que você tá no estado já de sua velhança, que
- 56:39você tem dores no corpo, é é algo que é.
- 56:43É muito fácil identificar como eu falo.
- 56:46É muito diferente o estresse, que eu chamo estresse positivo.
- 56:49Estresse negativo. O que é o estresse positivo?
- 56:51O exercício é um estresse positivo, né?
- 56:54O que é um estresse negativo? É aquele estresse que você não
- 56:56consegue identificar a causa e que você sente esse estresse dia
- 57:00e noite, dia e noite e intimina te deixa completamente exausto.
- 57:06Então tem, por exemplo, doutores como doutor, ele morreu tem
- 57:11pouco tempo, ele escreveu um livro dos Estados Unidos, meu
- 57:15Deus. Esqueci o nome dele do doutor
- 57:18John sorno, John sorno John sorno.
- 57:23Ele foi um dos maiores precursores de identificar dor
- 57:29Extrema na coluna e no pescoço como sendo um processo de reação
- 57:36psicológica ao estresse. Então, o que ele que ele
- 57:39identificou até os 92 anos de idade, quando ele faleceu?
- 57:43Quando citar um estresse muito intenso por muitos anos,
- 57:47contínuo pela pressão de ser perfeito o seu cérebro, ele
- 57:53diminui AAO tamanho dos capilares que dão a fruto
- 57:58sanguíneo para algumas partes das costas para criar uma dor
- 58:01física para te distrair da dor emocional.
- 58:05Então, muitas vezes esse estresse agudo provoca assim
- 58:07dores físicas. Outra coisa.
- 58:11AA síndrome do do do intestino irritado pode ter muito a ver
- 58:14com o nível de estresse, porque o que é OOA gente chama de
- 58:18Gates. O intestino ali é o segundo
- 58:20cérebro, né? Aqui tem mais neutransmissores
- 58:23do que a própria cabeça. Então acho que é fácil
- 58:25identificar se você está dormindo bem, se você tem 11
- 58:28regime de exercício, um regime de um trabalho, se você está ali
- 58:33com com a vida meia regrada e esse estresse continua.
- 58:37Você começa a identificar dores no corpo, a falta de paciência.
- 58:42A eu acho que é hora de começar a buscar um pouco 111, eu diria
- 58:47algum auxílio profissional, né? O qual que seja que você se
- 58:51sente, se sinta mais confortável.
- 58:53Espero que tenha respondido a pergunta dela.
- 58:55Eu acho que sim, a Luciana vai ficar bem satisfeita aí com essa
- 58:59resposta que você acabou dando pra nós aqui, gente.
- 59:04Passamos já quase 1 hora da nossa conversa.
- 59:06A gente precisa caminhar aqui para o nosso encerramento e eu
- 59:10posso dizer o seguinte, eu acho que com esse assunto a gente
- 59:13arranhou só a superfície. A gente falou sobre muita coisa
- 59:17aqui e eu acho que tudo foi basicamente uma grande
- 59:20introdução, né? O que nos dá brecha de
- 59:23marcarmos. Talvez uma segunda conversa para
- 59:26nós nos aprofundarmos aqui com o Sandro nesse tema tão relevante
- 59:30que ele trouxe para nós, né? É, é isso, né?
- 59:33Quando a conversa é boa, o tempo passa muito rápido, né?
- 59:37É Sandro, a gente costuma fazer uma brincadeira aqui pra
- 59:41encerrar o nosso programa. É de uma maneira um pouco mais
- 59:44divertida, né? É.
- 59:46E a gente gostaria de fazer essa brincadeira com você.
- 59:48A gente chama esse quadro de. Entrevista reversa.
- 59:55E o que acontece durante 60 minutos?
- 59:58Você respondeu perfeitamente todas as perguntas que o Ed e eu
- 1:00:01fizemos pra você aqui, né? Tanto as difíceis quanto as mais
- 1:00:05fáceis. Agora a gente vai inverter os
- 1:00:08polos, até pra ver se a gente conseguiu entender o conceito,
- 1:00:12se a gente conseguiu aprender, mostremos que você nos fizesse
- 1:00:16uma pergunta. Então se você tivesse essa
- 1:00:18oportunidade aí agora de fazer qualquer pergunta para nós.
- 1:00:23Que pergunta você faria? E eu já vou deixar muito claro
- 1:00:25aqui uma regra para resposta, se a pergunta for difícil, é de
- 1:00:29responde. Se a pergunta for fácil, fica
- 1:00:32comigo. Tá bom?
- 1:00:33Então, Sandro, qual é a sua pergunta?
- 1:00:36Então eu vou fazer a pergunta para os 2.
- 1:00:38A mesma pergunta. É uma pergunta que vou bifurcar
- 1:00:40em 2 vias, tá? Eu Acredito em Deus.
- 1:00:45Então vamos dizer que Deus desceu e te falou, olha.
- 1:00:52Você vai vir me ver amanhã, no próximo dia.
- 1:00:56Deus chama você para terminar a sua existência aqui e você entra
- 1:01:02na sala. Deus está sentado todo de
- 1:01:06branco. Ele te olha no olho e fala, Ed,
- 1:01:10Thiago, eu tenho 2 notícias para você, meus filhos, uma boa e uma
- 1:01:16não tão boa. A boa notícia é, você fez um
- 1:01:20trabalho extraordinário nessa vida que eu te dei.
- 1:01:23Eu sou o pai mais orgulhoso. Não poderia ter melhores filhos
- 1:01:28do que vocês 2. A má notícia é, você vai ter que
- 1:01:33voltar para mais uma vida para poder trabalhar para mim nesse
- 1:01:40lugar chamado o Terra. Mas eu vou te dar a oportunidade
- 1:01:43de fazer 2 escolhas. Uma é.
- 1:01:48O que você quer que permaneça nessa próxima vida e o que você
- 1:01:53quer que mude nessa próxima vida?
- 1:01:56Essa é uma pergunta muito boa, né, meu Deus?
- 1:02:01Caramba, caramba. Bom, de bate pronto.
- 1:02:07Assim, eu acho que o que eu gostaria que permanecesse é a
- 1:02:09minha família. São essas relações de de afeto e
- 1:02:14convivência que eu tenho. Porque sem eles eu não seria
- 1:02:17quem eu sou. E sem eles talvez eu não tivesse
- 1:02:19feito esse bom trabalho que nem Deus disse que eu teria feito e
- 1:02:24o que eu não gostaria que permanecesse.
- 1:02:29Eu acho que a gente sempre tem de olhar um pouco para fora e
- 1:02:31falar, eu não gostaria que tivesse violência, eu não
- 1:02:33gostaria que que tivesse é morte, não gostaria que tivesse
- 1:02:40roubo, enfim. Mas eu acho que a gente também
- 1:02:42tem que olhar um pouco para dentro.
- 1:02:44E se eu olhasse para dentro de mim e pensasse que eu não
- 1:02:48gostaria de que algo permanecesse, talvez.
- 1:02:55Fosse um. Pouco da?
- 1:03:01Minha insegurança? Bem, eu penso o seguinte, né?
- 1:03:04Se eu tivesse que manter alguma coisa em mim, eu queria que eu
- 1:03:08mantivesse essa consciência. De de quem eu sou, sabe?
- 1:03:12Porque eu sou muito seguro das coisas que eu faço, seja das
- 1:03:15minhas habilidades, né? De onde eu posso chegar, do que
- 1:03:18eu posso fazer, das minhas competências.
- 1:03:21Eu acho que como o Eddie tocou no ponto, né, que ele é um pouco
- 1:03:25inseguro, eu já eu já me vejo no outro espectro, eu tenho um
- 1:03:29pouco mais de segurança, né? Então eu queria que isso fosse
- 1:03:32mantido, essa questão da da segurança.
- 1:03:35Agora, o que mudar, cara? Eu deixaria livre para mudar
- 1:03:40qualquer coisa. É, não, não tenho mais apego a
- 1:03:43nada, então se precisasse mudar meu gênero, o local onde eu
- 1:03:47nasci é a minha língua ou qualquer outra coisa, os
- 1:03:50créditos, tudo, eu aceito mudar tudo, né?
- 1:03:53Para mim, acho que é isso, né? Mas acho que essa foi uma ótima
- 1:03:57reflexão, viu? Sandro, acho que a gente
- 1:03:58consegue terminar o programa aqui muito bem com essas últimas
- 1:04:03palavras, né? E a gente é toda pauta que a
- 1:04:06gente recebe, na verdade. A gente faz um estudo antes, né?
- 1:04:09Até pra entender quem é. Eu lembro que eu falei pro Ed
- 1:04:12assim, puxa, Ed, vamos falar de terapia integrativa?
- 1:04:16É esse cenário aí é cheio de gente tentando ganhar espaço,
- 1:04:19né? As custas de outras pessoas, não
- 1:04:21sei se esse. Assunto vai ser?
- 1:04:24Legal. A gente vai dar palco pra alguém
- 1:04:26que tá tentando. É falar alguma coisa sem devida?
- 1:04:29Não sei, é. É.
- 1:04:30É difícil achar um profissional que possa falar, falar com
- 1:04:35propriedade, né? É, será que vai dar certo e tal?
- 1:04:39E aí é veio essa entrevista que nós acabamos de fazer, né?
- 1:04:45Eu posso é dizer para você, Sandro, que foi uma das melhores
- 1:04:48conversas que nós tivemos e sobre um tema tão interessante
- 1:04:51assim. Você trouxe o tema de uma forma?
- 1:04:54É, é bastante interessante, né? Oo assunto foi incrível, eu
- 1:04:59posso inclusive assinar embaixo aí das coisas que você trouxe
- 1:05:03para nós foi de fato 11 excelente entrevista.
- 1:05:07Concorda, Ed? Não teve o selo é de verdade
- 1:05:11hoje porque eu estava acompanhando A Entrevista e
- 1:05:14prestando total atenção em tudo que a gente tava vivendo aqui
- 1:05:17nesse momento. Mas se a gente tivesse tido
- 1:05:20quadro selo é de verdade, com certeza ele seria dado.
- 1:05:26É o selo é de verdade. É quando é um quadro que nós
- 1:05:28temos aqui, que durante a conversa, né, o jornalista
- 1:05:33convidado e eu, a gente vai entrevistando o convidado.
- 1:05:37E no e o convidado vai citando dados, né?
- 1:05:39E aí no final o Eddie vai fazendo a checagem desses dados
- 1:05:43em tempo real, atesta. Se aqueles dados foram
- 1:05:46verdadeiros, aí ele dá um selo Eddie, Eddie, verdade, ó, um
- 1:05:50trocadilho que fazemos com o nome dele e o trabalho que ele
- 1:05:52faz de apuração, né? E assim, pelo que o Eddie tá
- 1:05:56falando, você já teria ganhado aí Oo selo Eddie, verdade,
- 1:06:00independente de qualquer coisa, né?
- 1:06:02Então você ganhou o selo, né, por termos feito esse programa.
- 1:06:05Da forma como foi feito, pessoal, com isso, então a gente
- 1:06:08encaminha para o encerramento do programa, preciso me despedir de
- 1:06:12vocês. Vou dar então um minutinho aqui
- 1:06:14para o Ed e pro Sandro poderem se despedir, passar o recado
- 1:06:17final de vocês e a gente vai encaminhar então para o
- 1:06:20encerramento do programa. Ed, o que você quer falar para o
- 1:06:25nosso público para encerrar o programa de hoje?
- 1:06:27O tempo é todo seu, meu querido. Eu digo para vocês.
- 1:06:32Que acompanharam até aqui da play também.
- 1:06:35Nas outras entrevistas a gente já abordou diversos temas, como
- 1:06:38o Thiago já trouxe no início, é temas maravilhosos, diferentes,
- 1:06:42difusos e estou sempre aqui a postos pra vocês que quiserem
- 1:06:47vir falar comigo, me sugerir novos temas.
- 1:06:50É quem quiser me acompanhar nas redes sociais é arroba Edvaldo
- 1:06:53baroni? Ou também em qualquer uma das
- 1:06:56matérias que vocês verem pelo portal ABC do ABC.
- 1:06:58Tem um pouco de mim ali, podem ter certeza.
- 1:07:01Muito bem, Ed, muito obrigado. Sandro.
- 1:07:04O tempo também é seu, pode se despedir, inclusive em forma
- 1:07:07onde o pessoal encontra o seu trabalho, né?
- 1:07:09As redes, é os links, enfim, aquela vida digital.
- 1:07:13A gente precisa falar para as pessoas como nos encontrar,
- 1:07:16então o tempo é seu. Obrigado.
- 1:07:18Ah, primeiro eu quero agradecer a vocês 2 pela oportunidade,
- 1:07:21pelo carinho. A eu sinto como eu conhecesse
- 1:07:23vocês há muito tempo. Já a.
- 1:07:26E o que eu queria falar aqui é que eu me sinto lisonjeado,
- 1:07:30depois de 23 anos fora do Brasil, de tentar de alguma
- 1:07:34forma ajudar o nosso Brasil, né? Eu, eu, eu realmente espero que
- 1:07:39esse trabalho possa ajudar a quem precisa.
- 1:07:42Eu, eu quero que as pessoas não tenham medo, na verdade, de se
- 1:07:46conhecer melhor. Eu acho que a gente às vezes tem
- 1:07:49medo de se conhecer melhor. A gente olha um pouco pra
- 1:07:51esquerda, pra direita, A gente comenta sobre a vida de fulano
- 1:07:53de ciclano, mas quando a gente. Tomo um tempo para poder olhar
- 1:07:57para dentro. Eu acho que o melhor presente
- 1:08:00que a gente se dá, porque o que está dentro é o que importa, é o
- 1:08:05que a gente vai levar, né? O que, o que está aqui fora.
- 1:08:08Isso tudo vai ficar para trás. Então eu peço, nada mais que
- 1:08:11todo mundo que assiste esse programa pratique pelo menos um
- 1:08:13ato de de humanidade, um ato de de dar algo a alguém, nem que
- 1:08:17seja uma palavra, que seja um minuto de atenção.
- 1:08:20Às vezes a gente passa pelo lado daquela daquela pessoa que está
- 1:08:23na porta da igreja. Aí a gente acha que é um
- 1:08:25pedinte, que na verdade é uma irmã, é uma irmã, é alguém que
- 1:08:28tá ali talvez precisando não do dinheiro, mas só de uma palavra,
- 1:08:32né? Então eu só peço que a gente
- 1:08:33tenha um pouco mais de humildade, humildade, um com a
- 1:08:36humanidade, um com o outro, humildade.
- 1:08:39E eu acho que é isso. Eu acho que a gente vai
- 1:08:41continuar nessa nessa jornada do Mota metro até o meu último
- 1:08:45respiro. E quem tiver mais curiosidade do
- 1:08:49que a gente faz, como a gente faz, o porquê da gente faz e
- 1:08:52quiser também mandar uma mensagem, tem o nosso Instagram,
- 1:08:54que na verdade é muito raro que eu entre lá, mas é d Mota meta,
- 1:09:00né? THEMOTAMETHODD Mota meta e pode
- 1:09:07mandar uma mensagem se vocês quiserem, que o pessoal quando
- 1:09:11ver a mensagem eles me falam, eu respondo pessoalmente.
- 1:09:14Mas é isso. Eu acho que o trabalho que vocês
- 1:09:16fazem é um trabalho extremamente importante.
- 1:09:17É um trabalho de Deus que vocês estão aqui ajudando a difundir
- 1:09:21coisas que estão na verdade. Vocês estão usando a tecnologia
- 1:09:24de uma forma positiva e eu agradeço muito a oportunidade, o
- 1:09:28carinho e a atenção. E eu acho que ficamos pra
- 1:09:32próxima. Espero ver vocês talvez em São
- 1:09:34Paulo e continuar isso como amizade na.
- 1:09:39Próxima oportunidade estaremos juntos, sem dúvida.
- 1:09:43E pra você que está em casa, gostou do que ouviu?
- 1:09:45Gostou do que assistiu? Entendeu as coisas de hoje?
- 1:09:48Então aquele recado, sempre curta, compartilhe, avalie com 5
- 1:09:53estrelas, faça aquilo que as redes sociais exigem e não se
- 1:09:56esqueça que junto com esse material que está saindo nas
- 1:10:00plataformas que você costuma acompanhar os podcasts.
- 1:10:03Também existe uma matéria especial escrita pelo nosso
- 1:10:06querido Ed, que está lá no portal com muitas informações,
- 1:10:10com dados extras, com mais coisas que talvez ficaram de
- 1:10:13fora da edição. Então acompanhe também no
- 1:10:17portal. Surgiu alguma dúvida, alguma
- 1:10:20coisa? Quer fazer um comentário a
- 1:10:22respeito? Mande pra gente por e-mail
- 1:10:23entaocontato@abcdoabc.com.br. Você vai ter é espaço pra poder
- 1:10:29comentar, fazer sua pergunta. A gente encaminha a pergunta
- 1:10:31aqui pro Sandro. Devolve a pergunta para você,
- 1:10:34enfim, estamos aqui para poder auxiliá lo.
- 1:10:37Não se esqueça que todas as semanas a gente traz assuntos
- 1:10:39diferentes, pautas novas pessoas diferentes assuntos curiosos.
- 1:10:44É tudo isso é para poder fazer uma conexão entre você e esse
- 1:10:48mundão que temos aí fora. Não se esqueça de nos acompanhar
- 1:10:51em todas as redes, estamos aqui para fazer essa conexão com
- 1:10:54você. Tem algum assunto que você quer
- 1:10:57ouvir? Tem algum convidado que você
- 1:10:59gostaria de ver? Manda para a gente também a
- 1:11:02sugestão. Mesmo e-mail que passamos antes
- 1:11:04contato arroba BC do bc.com.br, a gente volta semana que vem.
- 1:11:08Eu sou o Thiago Quirino, te apresentei esse programa hoje ao
- 1:11:11lado do meu querido Ed. Obrigado por pela audiência de
- 1:11:14vocês. E a gente se vê no próximo
- 1:11:16episódio, até mais pessoal. Apresentação, Thiago Quirino
- 1:11:20jornalista convidado, Ed baroni. Entrevistado, Sandro Mota edição
- 1:11:25de áudio e vídeo, Rodrigo Rodrigues.
- 1:11:28Produção, Ed baroni direção, Thiago Quirino.
- 1:11:32Direção geral, Alex faria. Este programa é um produto do
- 1:11:35portal ABC do ABC. As opiniões manifestadas pelo
- 1:11:39entrevistado não refletem necessariamente o posicionamento
- 1:11:44do portal ABC do ABC. Para se manter informado sobre
- 1:11:46tudo o que acontece na região, acesse www.abcdoabc.com.br.