Latest / História pros brother / O vampiro do Brooklyn
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- 0:00A agência de podcast.com.br. Quanto essa história aí,
- 0:05Brother? O vampiro do Brooklyn.
- 0:08Vamos lá? Para tudo, para tudo, porque
- 0:17esse podcast é apoio de KTO? Você está achando estranho, quem
- 0:21tem visto está chance tranquilo, que o Vitinho não está aqui,
- 0:23quem está em áudio também está achando que não está ouvindo
- 0:25Vitinho, mas é o Vitinho foi cancelado, aí eles deixaram, não
- 0:29é que é que mudou o cupom de desconto?
- 0:31Vocês vão entender, cateó para quem está chegando agora, o
- 0:34melhor site de apostas que existe tem é futebol, basquete,
- 0:38vôlei, é tênis e esporte e todas as paradas por lá.
- 0:41E é fácil colocar o dinheiro, fácil tirar o dinheiro se tiver
- 0:44alguma dúvida cá até o underline Brasil com os caras do
- 0:47Instagram, que eles tiram todas as tuas dúvidas e a gente.
- 0:50Tem um cupom de freebet? Esse cupom mudou.
- 0:53É o cupom HPB 20 HPB. 20 quando você fizer a sua primeira
- 0:59aposta, você vai colocar uma graninha lá.
- 1:00Por exemplo, 100 BRL pô, botou o cupom fribete HPB.
- 1:04Vai ficar com 120, ganha 20% freebet pra sua primeira aposta
- 1:08aí, se divertir por lá? Então.
- 1:10Kto.com, kto.com, kto.com comparticipação.
- 1:18O Brooklyn Alexandre níquel, ele tem uma história.
- 1:23Hum hoje. Que vai começar, você vai achar
- 1:26engraçado no começo, tá? E aí depois todo mundo vai rir.
- 1:31Ouvinte também. Aí depois vai começar.
- 1:33Hoje é só risadas, então? É e não.
- 1:36Então começa só risadas aí com o tempo aí, tipo, não.
- 1:39Vai ser Sério, é, não é? Sério, é tão engraçado, né?
- 1:42Meio séria. E aí no final?
- 1:44O ouvinte vai se sentir mal por rir?
- 1:46Com certeza. Mas esses que eu.
- 1:47Gosto. Beleza, vamos lá.
- 1:51A nossa história aqui hoje ela é uma história que conta na.
- 1:55Pede a vida de um homem que vai ganhar alguns apelidos.
- 1:58Hum. E os apelidos dele são muito
- 2:01interessantes, eu acho que, enfim, beiços.
- 2:04Os apelidos? Como assim, cara não?
- 2:08Não é isso, essa apelido, nada a ver, isso está bom.
- 2:11Então, vamos esperar. Está preparado para isso?
- 2:13Andei de foder, cara, é o Albert, fez de de peixe mesmo
- 2:19né? Sabia que o plural de peixe em
- 2:20inglês é peixe é fixe também. Fica aí a informação relâmpago,
- 2:24o novo quadro informação relâmpago.
- 2:28A LOT. Of Fish, exatamente.
- 2:31Mas enfim, o lance é o seguinte, ele vai ser conhecido como
- 2:34vampiro do Brooklyn, como eu falei com você.
- 2:37Mas ele também vai ser conhecido como o homem cinzento, vai ser
- 2:41conhecido como o lobisomem de wisteria.
- 2:44O la lobisomem e vampiro. E maníaco da lua.
- 2:48Não maníaco da lua, lobisomem vampiro são antagonistas, né?
- 2:53Não sei. Se são gangues rivais, meu.
- 2:56Ó, não sei, é o Grêmio, Inter, não é?
- 2:58Esse tu não viu? Crepúsculo?
- 3:00É óbvio, não. Mas não é só.
- 3:02Não é só da Saga Crepúsculo. Tipo, eles têm saga?
- 3:07Eles têm toda 11 treta cara, tipo de vários anos até.
- 3:11Eu acho que eles não existem, mas pode ser também que tenha.
- 3:14Mas assim, né? Esses nomes de serial killer
- 3:16killer Alexandre nickel, eles me deixam, no mínimo muito curioso
- 3:20pra saber qual que seria o seu nome de serial killer.
- 3:22Ah. Ah, cara.
- 3:25Tem tantos, cara, eu gosto de bandido, esgolar.
- 3:29Gato esgoto. Esgoar gato que eu vou pegar os
- 3:32gatos das pessoas, eu vou usar os gatos para esgolar as.
- 3:34Pessoas, ai gato. Perfeito, eu vou ser um dos
- 3:39piores seriam que lhes, que tem um dos ruins assim?
- 3:43Não, mas eu sei, eu acho que eu seria um bom serio killer, cara.
- 3:45Porque você seria? Ah, eu eu acho que eu IA
- 3:47conseguir me esconder muito bem na sociedade.
- 3:50Como assim, cara? Ninguém, ninguém.
- 3:51Por exemplo, tu não desconfia que eu sou um serial killer, não
- 3:53é? Não, já tem anos que eu
- 3:54desconfio? Estou entendendo, é?
- 3:57Só isto é uma, pois só o puta achou cabelos do.
- 4:01É pelo amor de Deus crânios humanos.
- 4:04Não, mas eu acho que eu acho que eu mandaria bem nessa pessoa.
- 4:06Como é que tu acha que tu seria tu como serial killer?
- 4:08Tu acha que tu é quem? Nem tem risco pra matar, né,
- 4:11cara? Tem pouco de gente pouco
- 4:12vizinho. Isso, mas eu desenrolo, poxa, se
- 4:14eu quisesse ser um serial killer, eu IA ser.
- 4:18Deixa eu ver como é que eu IA matar a galera, não é, cara.
- 4:20Eu acho que eu IA matar a galera.
- 4:22Com um papinho, conversamos, chamando para tomar uma
- 4:24coisinha. Uhum.
- 4:25E eu acho que a coisa é uma estratégia mais subestimada.
- 4:29Estratégia do veneno Mano sabia. Dar veneno para as pessoas?
- 4:32Eu acho que o veneno, ele é muito bom para matar os outros.
- 4:34Cara que não deve ter autópsia, né?
- 4:35E, dependendo do veneno, não e pô, nem você não confere tudo
- 4:39que você bebe, tá ligado? Hum, porra.
- 4:40De jeito nenhum, cara. Mas eu.
- 4:42Acho que eu nunca conferi o que eu bebi, na verdade.
- 4:45Mas, e de repente, empurrar as pessoas não é melhor tipo dos
- 4:49dos dos lugares, tipo, ô meu, vamos lá, numa Montanha?
- 4:52Muito. Muito, muito alta.
- 4:55Que deu para empurrar alguém e morrer?
- 4:56Eu quero te dar 50000 lá em cima.
- 5:00Porque você não está aqui embaixo?
- 5:01Não, não que eu quero lá em cima.
- 5:03Pô, mas a aquela história bíblica os cara está bem, não
- 5:05desconfiaram, né? Que o cara mandou, mandou, mata
- 5:08o teu filho. Ah, tá decadinho.
- 5:12Ah, poeta, não, mas é o teu. Deus é TikTok, eu vejo a
- 5:15expressão o nome do meu livro. Só pegadinha.
- 5:19Essa capa é metade do seu rosto preto e branco, né?
- 5:23E. Metade e metade de Jesus.
- 5:27Eu usa TikTok. Não, mas isso é muito pegadinha
- 5:29de TikTok, é? Velho foda é muito.
- 5:31Foda só queria ver é, TikTok. Era OAAO ex-toxica, né?
- 5:35Só queria saber se tu gostava de mim.
- 5:36Ah, legal, legal é no TikTok. Tem esse bagulho de dizer, já
- 5:40viu que é o desafio da laranja? Já viu isso aí?
- 5:43Que é tipo assim, a mina, o cara às vezes mas geralmente é a
- 5:47mina, né? Pede assim, amor, corta uma
- 5:49laranja pra mim. Uhum e a descasca, né, laranja
- 5:52pra mim e aí, se a pessoa não descasca, ela não te ama, é
- 5:55muito, é muito extremo, tá ligado?
- 5:58O tique-taque é foda, mas é, eu tô caindo.
- 6:01Descasca? Laranja.
- 6:01Eu eu tenho fé nisso. Mas vamos continuar.
- 6:03Vamos focar um pouquinho Vitinho.
- 6:05Vamos, vamos. Vamos bem, Alexandre.
- 6:07Beleza. O assassino.
- 6:10Que goela, gato, né? Acho que é esse aí que eu.
- 6:12Que eu aí goela, gato, legal. É a nossa história do nosso
- 6:17querido Albert Fish mostra na verdade que o psicopata que ele
- 6:22vai ser um psicopata. Uhum, ele vem desde criança, né?
- 6:26Mas é, não é de nascença, no sentido, é simplesmente algo que
- 6:31você tem dentro de você, às vezes também é moldado e,
- 6:34talvez, é bem provável que o Albert Fish ele tenha
- 6:38desenvolvido esse lado estranho dele por conta da infância, ele
- 6:41vai ter alguns traumas. Ele nasceu em 1870, uma
- 6:44história. Bem antiga, né?
- 6:46Que ele vai contar aqui hoje? Ele nasceu em Washington DC nos
- 6:50Estados Unidos. E ele nasceu com o pai com 75
- 6:52anos, pô. E já nos finalmente.
- 6:54Um pai é o pai, já tá muito velho.
- 6:56E aí ele ficou órfão muito cedo, perdeu aquela figura paterna,
- 7:00perdeu aquela imagem, né? E tudo mais.
- 7:02E você acha que tem uma idade boa pra ter filho?
- 7:04Cara, tava pensando nisso, eu acho.
- 7:06Aliás, qual a idade que é a que você acha melhor?
- 7:09Eu acho que é 75, que daí não tem que cuidar tanto.
- 7:12Sabe que daí tu tu casa com uma mulher muito mais nova, aí tem
- 7:1775 anos. Tu vai estar incapaz de cuidar
- 7:19da criança assim, tipo, tu vai, tu já vai tá começando.
- 7:22Até porque tu. A gente?
- 7:22E as as suas demandas e as demandas do seu filho serão bem
- 7:25parecidas. Até porque a gente é e a gente
- 7:27pode usar as mesmas fraldas EE, aí como a gente.
- 7:32Vai vai estar decreto porque a gente não se cuida tanto assim.
- 7:35Uhum. A gente vai viver pouco, mas vai
- 7:37pegar só a parte boa de cuidar da criança.
- 7:39E aí? Mas eu acho que os primeiros,
- 7:42acho que o primeiro ano, pelo que me fala, é o pior, pô.
- 7:45Ah, mas eles crescem tão rápido? É Sério?
- 7:48Pessoal fala que o primeiro ano com o filho aí é é o porra.
- 7:52É só cocô espalhado pela casa, tá ligado?
- 7:54É, deve. Ser muita privação de sono aí
- 7:57depois do primeiro ano que a criança tem uma mínima autonomia
- 8:00aí pra cagar. Tá ligado?
- 8:01Mas aí eu vou tá com 76. Aí é vai, tá legal porque eu vou
- 8:04viver até 79, né? Então tá, tá.
- 8:07Tudo 19. É, eu acho, uma idade boa para
- 8:10ter filho entre. Você recomendaria?
- 8:13Vamos supor que você alguém quer ter filho bom, e que idade que é
- 8:16boa para que você ache que que eu tenho que ter filho.
- 8:18Eu eu acho que, dependendo do ouvinte, não tem que se
- 8:20reproduzir. Legal, mas.
- 8:22Uhum, mas. Eu eu acho que a partir dos, eu
- 8:26acho que 30 a partir dos 30 dá para.
- 8:29Conversar com antes antes de 30 é muito novo, é que eu.
- 8:31Me, eu tenho a Baliza por mim. Aham.
- 8:34Acho que eu era, eu acho que eu não tinha, não teria capacidade
- 8:37de de educar um ser humano assim de um jeito.
- 8:40E a maioria dos pais, né? De de de pai boomer.
- 8:44Geração, né? Falando é, teve filho antes dos
- 8:4730. E a gente é, né?
- 8:48Nossa geração é toda zuada. Né?
- 8:51É por isso que, por isso que eu acho.
- 8:52Que é? Eu mudei muito depois dos 30?
- 8:54Com certeza. Eu sinto que mudou muito minha
- 8:56vida. É, eu acho que partir dos 30 dá
- 8:59pra dá pra dá pra pensar legal antes, eu acho foda tu é tu, sei
- 9:03que teu. Filho, não, eu vou ter um filho.
- 9:05Vou pegar Na Na rua? Algum será, mas vou.
- 9:08Mas eu vou ter filho. E se teu filho for um psicopata,
- 9:11um serial killer? Hum.
- 9:13Tu nunca pensou nisso, cara? Todo mundo já pensou, filho
- 9:16psicopata é uma possibilidade, uma realidade.
- 9:18Dá medo, né? É o flamenguista, todo mundo
- 9:21pensa, nos tá ligado, nas parada assim de filho, muito bem.
- 9:25Ah, é o lance. É depois que o papai dele
- 9:28morreu, ele viveu num orfanato. Então, né, já estamos aí com uma
- 9:33infância, pô, parabéns aí, né? O rapaz tá sendo bem criado e lá
- 9:37ele apanhava com chicote. Com uma frequência alta é.
- 9:42E aí que vai acontecer alguma coisa estranha, né, cara?
- 9:45Eu, eu já falei disso uma vez, não em algum episódio aí.
- 9:49Muito doido que o cachorro que eu adotei a Lola, ela mistura
- 9:53muito. Violência com carinho.
- 9:57Ah, eu sei como é. Cala a boca, eu não sei como é.
- 10:02Eu sei contigo, eu também. Misturo às vezes.
- 10:04Quando tu fala em casa, fica confuso, mas ao mesmo tempo
- 10:07excitado. Para com isso, cara, mas a
- 10:09louça. Ah, vamos.
- 10:10Vamos falar as verdade, velho, eu te acorrento, cachorra.
- 10:16Puta pobre. Assim, folga, não, e aí?
- 10:20E é prolongar, horrível. Mas é.
- 10:23E aí, enfim, é OOA, Lola, quando eu bato nela, ela demora para
- 10:27saber, tipo às vezes que ela está sendo corrigida assim eu
- 10:31não quer dizer, eu não bato, não, eu brigo com ela.
- 10:33É que eu bato eu não bato. Quando quando eu bato com o
- 10:36filho. Quando eu filme elenco elétrico?
- 10:39Não, não, não, mas o lance. Tipo assim, quando eu tô
- 10:41brigando com ela, aham tá ligado?
- 10:43Ela acha meio que, tipo assim, espera, é brincadeira.
- 10:45E aí quando eu tô dando um tapa na bunda dela é fazendo carinho.
- 10:48Cachorro gosta daqueles tapinhas assim, né?
- 10:50Uhum. Quando eu tô dando um tapa na
- 10:51bunda dela, ela fica meio tentando entender o que que é,
- 10:54tá ligado? E é muito louco assim, né, que
- 10:56que vai pro lugares estranhos assim, nesse essas paradas aí,
- 11:00mas é um cachorro, né? Então, tipo.
- 11:02Não, mas é igual a ser humano, cara, é igual.
- 11:04Você acha, porra não? Estocolmo na.
- 11:07Vida que não as parada, que a gente aprende na infância de
- 11:10como reproduzir afetos. E como reproduzir as coisas e os
- 11:13traumas que a gente carrega para para as relações?
- 11:15É a mesma, é igual cachorro velho, tu, tipo, eu, tu nunca,
- 11:20não aqui, porque tu já namorou a Marina há muito tempo.
- 11:22Mano que. Que você vai falar, cara?
- 11:23Pensa isso se valer a pena. É, acho que não vale a pena.
- 11:27Cara, quando tu fala, eu tu namoro há muitos anos, pô, deixa
- 11:29quieto ser ele. Mas enfim, vamos lá, vou
- 11:32continuar aqui. O lance é que quanto?
- 11:35Mais acho que não é a comparação correta.
- 11:39A. Então, e provavelmente é crime.
- 11:41Vamos lá? O Albert Fish Alexandre níquel,
- 11:44ele apanhava e ele começou a gostar de apanhar.
- 11:49Esse é o meu.eu chegar até esse tópico.
- 11:51Aí ele começou a apanhar, e aí ele encontrou um lugar.
- 11:54Cabecinha dele, ele era uma criança ainda, de que, pô, tipo
- 11:58assim, cara, a forma que ele lidou aprendeu a lidar com essa,
- 12:02com essa violência, foi uma forma toda esmininguida das
- 12:06ideias, tá ligado? E aí ele sentiu.
- 12:09Desde cedo ele fala, ele falou, né?
- 12:11Porque enfim, mais tarde você vai ver.
- 12:13Ele falou que ele sentiu as inclinações sadomasoquistas.
- 12:18Saudades dos 2, né? Que tu vai dar uma bater também,
- 12:21né? Ah, é, né?
- 12:22Acho que o masoquista apanha o sado, bate, apanha, é isso.
- 12:25Ah, não masoquista. Eu acho que só se só apanha e o
- 12:29saade sádico. Né?
- 12:30Ah, não sei, essa informação a gente tá dando errado, tá,
- 12:32gente, é. E aí ele ele falou assim, putz,
- 12:35se eu curta que o bagulho do do tapão, né, famoso socando a
- 12:39costela, tá chegando, legal, aí é esse o meu, o meu clima, o meu
- 12:44clima. Tem gente gosta de um
- 12:45vinhozinho, cabernet. Antes.
- 12:48Eu gosto de um sotão, onde estão?
- 12:50O vinhozinho, o jaelho direto. Mata mata leão até ficar roxo.
- 12:56E aí? Vamos para o João, o Ferri de
- 12:59passar bem nas Costa quer que não quer, que vai se.
- 13:02Negar, né? Ah, muito bom, vamos lá, na
- 13:05adolescência ele voltou a morar com a mãe, né ele.
- 13:09Ele foi morar no orfanato durante o tempo que perdeu o pai
- 13:12e a família não tinha condições e aí ele voltou a morar com a
- 13:14mãe, ele conseguiu o emprego, tá ligado aos 1516 anos e ele
- 13:19conheceu um rapaz Hum e conhece o rapaz.
- 13:22Ele falou, putz, na real o meu irmão repica e aí eu vou ficar
- 13:25com esse cara aí mesmo, tá ligado?
- 13:27E. Ele começou?
- 13:29E aí ele sentiu que, pô, vou curtir esse cara.
- 13:32E aí rolava muito violência sexual no sentido.
- 13:35Grosseira era grosseria. Moleque não estava de
- 13:38brincadeira, não era. Isso?
- 13:41Era o espaço de pica mas. E aí é só que aí ele começou a
- 13:47evoluir. Cara, ele começou a evoluir e
- 13:49falou, pô, até eu, eu penso em Rio ou de falar, tipo, pô, cara,
- 13:54é e esse cocô aí, tá ligado? E aí eles, tá ligado?
- 13:59Começaram tipo assim, Ah, vou comer, né?
- 14:00E aí ela soco. Está ligado?
- 14:09Estou ligado? E as pessoas, então eu sou.
- 14:14Ai o sogro, e. Coco, o sogro era costela,
- 14:17escreve a inicial com com cocô. Certeza vindo terça-feira.
- 14:21Né, galera? Aí, é verdade.
- 14:24Mas é. Ele também era.
- 14:26Ele era a prática do da. Coprofagia coprofagia.
- 14:30Que é o que a rapaziada gosta do cocô durante o sexo, né?
- 14:33Eu não sei se é só cocô ou minha xixi, também é os.
- 14:35Cocô não é, é? Comprou, é os coco.
- 14:38Logo, Ah. Legal.
- 14:40É coco love, né? Isso?
- 14:42Beleza, beleza. Pitty, eu tenho uma pergunta pra
- 14:45ti. Ah, a minha pergunta, muito
- 14:47dentro do tom agora. Hã, eu posso fazer cocô na tua
- 14:51bochecha? Não negou fácil.
- 14:54Eu estava uma pergunta a ver com o roteiro.
- 14:59Tu como professor. Posso dizer que.
- 15:03Ocorre na tua bochecha, não, cara.
- 15:04Eu vou deixar essa daí para outro momento da minha vida.
- 15:08Chataço chataz. Essa mesma resposta polêmica,
- 15:12mas é a minha resposta. Bem, é o que aconteceu.
- 15:15Ele falou o seguinte, pô, cara, cocô, porrada e sexo com homens
- 15:20são as coisas que eu mais gosto de fazer.
- 15:22E aí ele começou tipo assim, cara, quer saber?
- 15:25Eu vou começar a ir nos banheiro público masculino.
- 15:27Pô, isso aí rola. E aí, no começo?
- 15:29Ele começou a dar aquela esmanjada, está ligado?
- 15:32Não é a regra do Mick, a regra do mictório.
- 15:35Não, sempre. Que horas são nesse relógio aí?
- 15:37Eu sempre. Mas ela, não.
- 15:42Só estou vendo a hora, só estou vendo a hora.
- 15:44Tô procurando um relógio aí nesse pulso.
- 15:48A clima húmido, né? Na sua cogumelo aqui.
- 15:52Pois é, mas é cara, lembrando que o que eu falei, a gente
- 15:55começa esse episódio rindo, aí no final não vai ter mais graça.
- 15:59Até agora está não está não, que está massa, porque ele tomou um
- 16:02pau na quando era criança. Ali só se fodia.
- 16:04É, mas nada demais também assim e.
- 16:06Depois está está com Brother, sei lá as Brother cocô.
- 16:09Ele curte cocô, está tudo. Certo?
- 16:10E assim desce um primeiro mandamento, não julgará as
- 16:13fetiche. Então está tudo dentro do tom.
- 16:14Parabéns aí, Albert. Problema é que ele não vai parar
- 16:17por aí. Bem, o lance é ele vai lá, fica
- 16:21no banheiro lá, de vez em quando, um Brother fala, pô,
- 16:23esse cocô aqui rola um negócio de vez em quando?
- 16:26Pães menino. E é isso.
- 16:28Quando ele estava perto dos 30 anos, a mãe dele apresentou uma
- 16:31mulher para ele e se casou com essa mulher, né?
- 16:33Eu acho que a gente sabe, não sei se enfim, a sexualidade dele
- 16:37a gente não faz a menor ideia, né?
- 16:39Por mais que a gente saiba dessas outras partes de, mas ele
- 16:41poderia ser bissexual, né? E curtir mulher também não sei,
- 16:44mas ele se casou com a mulher e teve 6 filhos com essa mulher e
- 16:47tu teve uma família grande. Uhum.
- 16:49É. Ele continuou fazendo por fora
- 16:52dele com a rapaziada. Os frla.
- 16:55Os frela dele é é sadomasomasoquismo e coco e sexo
- 17:00com outras pessoas com homens, principalmente.
- 17:03Beleza, a partir de agora não é mais maneiro, está bom.
- 17:06Você tem certeza que não? Não, não inicia, não faça essa
- 17:09pergunta. Não estou te perguntando, não.
- 17:11Sei o que que é? Não, não é, não é bom, está bom?
- 17:13Ouvinte arruma, aperta a bochecha para de rir, porque
- 17:17agora não é mais engraçado. É tristeza.
- 17:19Ele começou a trabalhar como pintor de casa, está ligado e
- 17:23ele começou a abusar de menino mais novo.
- 17:25Está, está, é legal. É, já está está tudo te
- 17:27avisando. Ele achava meninos muito novos.
- 17:32Meninos, ele tinha preferência, menino deficiente e menino
- 17:36negro. E aí?
- 17:40Esse teu e aí foi pronto. Mas enfim, não.
- 17:43O mal que já tá aqui aqui já é escroto, já, né?
- 17:45Como eu tô deixando. Claro, tá, virou o Darth Vader.
- 17:47Velho virou Darth Vader. Ele começou a ter os interesses
- 17:50mórbidos além de tudo, né? Endereço de criança que já é
- 17:56bizarro. Ele evoluiu isso pra ser mais
- 17:58bizarro ele tinha, é, é. Ele tinha o costume de castrar a
- 18:02criança, mutilar a criança, mutilação genital, tá ligado?
- 18:08E às vezes ele se automutilava tá ligado no meio desses rolê
- 18:14assim? Então é.
- 18:16É um cara o cara diferente, né? Cara, não maluco?
- 18:21Já tá, porra pra lá Pra Lá de Bagdá.
- 18:22Tá doidão, já das ideia, tá ligado?
- 18:25É e ele fez muitos desses atos com crianças que ele
- 18:28sequestravam e a. A família dele não desconfiava.
- 18:30Certo? Não no começo, não.
- 18:32No começo, em 1917, mais ou menos, a esposa dele deixou ele.
- 18:37Eu acho que se começou a chegar em casa com um cheiro de merda.
- 18:41E aí? Que esse pau de criança teu.
- 18:43Bolso é verdade, tipo é. E aí ele daí que ele afundou de
- 18:48vez Na Na loucura, assim, na loucura sexual, na depravação e
- 18:51tudo mais. A minha saúde mental dele foi
- 18:54por água abaixo e ele começou a ouvir vozes, né?
- 18:57Se antes ele fazia o que fazia, sem vozes?
- 19:00A gente estava bem, ele estava cuidado da saúde mental.
- 19:05Exatamente. Ele é o que a galera defende.
- 19:08Era uma espécie de Psicose religiosa que tinha.
- 19:12Aquele peso religioso dele ter que fazer o certo, mas ele tinha
- 19:16essas vontades, sabe esse conflito e tudo mais.
- 19:21E a família dele também tinha histórico de de alucinação e
- 19:24tal. Então o cara nasceu pra pra dar
- 19:26errado mesmo. Beleza.
- 19:28Ele foi ficando mais sádico, né? Dando dor nos outros, recebendo
- 19:32dor. E ele começou a ter uma prática
- 19:35de enfiar agulha na própria pélvis.
- 19:38Ele enfia na própria pélvis mesmo.
- 19:40A agulhinha. A agulhinha.
- 19:42Ele chegou num momento que ficou muito mal de saúde, foi pro
- 19:45hospital e os médicos descobrindo no raio x que tinham
- 19:4929 agulhas dentro do próprio corpo dele.
- 19:51Ficaram porco-espinho, basicamente.
- 19:53Só que pra dentro é um espinho. Um porco-espinho pra dentro.
- 19:56A. Pélvis é aqui em cima.
- 19:58Né? É o tudo, né?
- 19:59O pévis eu ouço pelo pelo é. O deve doer deve doer, né?
- 20:03É uma agulha dentro da tua pele. Deve ser.
- 20:05Deve ser um rolê aí, né? Que a gente tem que pensar, mas
- 20:10enfim, é Alexandre, eu quero saber de você.
- 20:15Não sexual. O que que te dá muito prazer,
- 20:17alguma coisa meio sua, assim, mas sem prazer sexual.
- 20:20Pelo amor de Deus, porque tu não queres saber dos meus prazeres?
- 20:23Mas nem pagando eu quero saber, não eu.
- 20:26Vou descartar? Não, não, não, não.
- 20:28Conta pra mim, tipo assim, é algo que você gosta muito de
- 20:31fazer? Cortasse cortares um eixo olha
- 20:33aí. Sinto muito prazer em cortar as.
- 20:35Unhas tu não rói unha não, né? Não, não sou animal.
- 20:38Perfeito. Sou.
- 20:39Sou um ser humano civilizado, legal.
- 20:42Coisas que me dão prazer. Uhum, roer unhas, roer unhas,
- 20:46roer, não cortaram unhas. Olhar gráfico explodido na
- 20:51internet, que é gráfico das das máquinas assim.
- 20:56Sabe desenho mecânico? Tipo assim, como tu dizes?
- 21:00Industrial, a pessoa fala. Isso é eu eu acho lindo.
- 21:04É? É, deixa eu ver o que me dá
- 21:06prazer. ar-condicionado dá uma coisa que dá muito prazer.
- 21:09Ar-condicionado é muito bom. Eu estou numa fase que eu estou
- 21:12experimentando novas comidas e está sendo legal.
- 21:15Tipo, o que que você experimentou recentemente?
- 21:17Puta. Eu comi uns doces japonês de
- 21:20feijão e umas coisas. Final de semana estranhíssimas e
- 21:25foi, foi. Foi.
- 21:25Foi uma experiência interessante assim.
- 21:27Maneiro, feijão é um troço que pra gente é doce, é loucura, né?
- 21:31É, não faz sentido, né? Cultura, né?
- 21:34Foi um lance assim. Deixa eu ver aqui o mais tempo
- 21:36pra. Não acho que eu só tenho prazer
- 21:38nisso na vida, cara, não tenho mais é cortar as unhas mesmo. 8
- 21:41top um é unha, pode crer, pode crer.
- 21:43Ah, eu tenho o prazer da da de ficar lençol geladinho, né?
- 21:47Ah. Tu já falou né?
- 21:49Lençol geladinho, você deita? E tu fora conversar comigo todas
- 21:52as manhãs sobre o nosso projeto quilos mortais, qual o?
- 21:55Teu nome é verdade, todo dia a gente tá compartilhando, todo
- 21:59dia eu tô te ofendendo. Você tá mesmo?
- 22:00Me ofende, né? Então.
- 22:01Tá tudo bem de leve. De leve.
- 22:03É cara. Eu gosto de muita coisa, né?
- 22:05Mas eu eu acho que. Então é tipo assim, você toma
- 22:08banho e deitar. É muito bom, tá ligado?
- 22:10Dormir? Ah, tá tomar banho e deitar,
- 22:12tomar banho deitado? Tomar banho, e.
- 22:15Dormir, todo banheiro dá meu. Lance de dar meu lance?
- 22:20Não, não, mas é agora ir deitado uma cama com roupa de nova.
- 22:25Arroba de 9 roupa de cama nova EE cuequinha nova depois de um
- 22:31banho tomado é gosto de light isso.
- 22:33E cagar na cama depois. E agulha do pé no.
- 22:38Esqueceu da cama, é bom demais. Eu gosto de ouvir gente
- 22:41inteligente falando, eu sei, real.
- 22:44É, acho que todo mundo gosta, né?
- 22:45Mas é que, pô, me me dá um calorzinho no peito putos.
- 22:48Como é que é bom? Tá vivo, tá ligado?
- 22:50Quando alguém que geralmente é inteligente fala baixo, não fica
- 22:52gritando que Neymar cagou a gente.
- 22:54É verdade? É gosto muito de gosto muito
- 23:00quando toca Brave heart, aquela música do Digimon que o desemon
- 23:04evolui. Lindo.
- 23:06São prazeres, são prazeres. Pô, mas eu, eu.
- 23:08Eu eu juro, cara, que eu sempre me emociono.
- 23:10Meu olho enche de lágrima quando eu ouço o braveheart.
- 23:12A música é linda. Ah, eu não sei que música é, mas
- 23:15eu eu acho. Que você é linda?
- 23:16Tem tem músicas que que que automaticamente deixa a pessoa
- 23:20melhor, né? É verdade?
- 23:22Muito bom é. Enfim, acho que nessas coisas
- 23:25aí, esses são os meus. Meus ghostinhos bem, Alexandre,
- 23:28Nick, agora que a gente já fala dos nossos prazeres não sexuais,
- 23:33pelo bem. Do ouvinte, da saúde mental do
- 23:36ouvinte. Eu quero continuar contando pra
- 23:38você a história do vampiro do Brooklyn, porque ele vai
- 23:40sequestrar um rapaz. Aliás, rapaz, ele vai sequestrar
- 23:43um garotinho de 4 anos de idade, o vampiro do Brooklyn 1927.
- 23:47Ele tinha 57 anos na época. Ele sequestrou Billy gafanho,
- 23:50ele torturou o menino, cortou as mãos deles, quartejou ele.
- 23:54Então. Depois ele falou, putz, quer
- 23:56saber? Eu vou cozinhar esse moleque.
- 23:58E comeu as partes do corpo do menino.
- 24:03É, o cara era meio meio ruim mesmo, né?
- 24:05Mano, já já tá pelo caralho aí, já nesse ponto a história já tá
- 24:08maluco. E por.
- 24:10Mas eu não estou entendendo ainda, Oo lance do vampiro e do
- 24:12lobisomem, cara. Porque ele vai começar, você
- 24:14está lá no começo ainda. Ah, é o apelido que deram porque
- 24:19come carne. Humana, você entende do Brooklyn
- 24:21que tu falou? Que que é isso?
- 24:23Eu nunca ouvi. Essa é cara, então.
- 24:27E em 1928 ele vai cometer um crime, mais um crime, e esse
- 24:30crime vai ser o crime que vai levar ele para a.
- 24:33Cadeia, Hum, estando sem cinto. É.
- 24:37Imagina. Dirigir sem cinto?
- 24:39É. Ele vai ler um anúncio de
- 24:40jornal. E aí um rapaz?
- 24:42Chamado Edward, buddy, 18 anos, está procurando emprego, e aí
- 24:46ele falou, Ah, eu vou vacalhar esse moleque aí, né?
- 24:49Vacali geral mesmo, foda-se. E aí ele se interessou e foi
- 24:52fazer a visita, chegou na casa dele do menino, ele morava com
- 24:55os pais e aí ele era cara de pau, né, psicopata geralmente
- 24:58tem um lance social, lábia né, e aí ele chegou lá e falou, não
- 25:01sou empresário não, eu quero botar seu filho pra trabalhar,
- 25:04moleque é gente boa, começou a mentir, né?
- 25:06E lá na casa ele viu ele conheceu a irmã mais nova do
- 25:10Edward, que é uma menina de 10 anos, menina chamada Grace, e a.
- 25:14E aí ele mudou o foco, tá ligado?
- 25:16Ele falou, não, vou deixar esse moleque aqui, esse moleque é
- 25:19muito. Velho?
- 25:20Gosto de velho. Não gosto de velho.
- 25:21E aí ele foi pra menina novinha e ele conquistou a confiança da
- 25:25família e convenceu a família. Parabéns pra família, convenceu
- 25:28a família pra deixar acompanhar os 2 numa festa, tá ligado?
- 25:32Então tá festa aí, top. Família, pô.
- 25:35Família, o cara não dava nem um sinalzinho.
- 25:37Será? Moleque fedendo a cocô.
- 25:39Chegou aquela máscara que tem só um buraco na boca assim, tá
- 25:43ligado? De sadomaso.
- 25:44Ou velho, tá? E aí ele ele foi com as crianças
- 25:47na festinha. Isso, EAA filha, nunca mais foi
- 25:49vista. Hum.
- 25:51Está ligado? E o assassinato, ele.
- 25:55Não deu em nada por muitos anos, tá ligado?
- 25:58Menu 100 e pouco. Não, aqui é 1928, Hum.
- 26:00E aí por muitos anos não deu em nada, assassinos, ficou impune.
- 26:05E aí AAA polícia lançou um retrato falado que a família
- 26:10divulgou e aí a galera começou a se aproximar dele.
- 26:14E aí cara, ele, até nesse momento, quando a polícia, a
- 26:17família estava se aproximando dele, é o pessoal mandou uma.
- 26:23A ele pessoal, não. Ele mandou uma carta para a
- 26:25família da menina explicando o que que ele fez passo a passo
- 26:28com ela. O cara é maluco assim.
- 26:30Só. De otário só é.
- 26:34Porque né, cara, esses, essa galera aí, aquela série que a
- 26:37gente sempre recomenda que nunca vai ter terceira temporada já
- 26:39desistir, que é mind Hunter ela mostra, né?
- 26:42Tipo, que ela é muito baseada, né?
- 26:45Nos nas, nas, nas entrevistas, né?
- 26:47Com os, com o estterial killer e tal que eles gostavam dessa
- 26:50parte, eles iam nos lugares que eles cometiam.
- 26:53O, os assassinatos que ele sequestrava a galera, eles iam,
- 26:57eles iam nos enterros, tá ligado?
- 26:59Pra ver o resultado do que? Eles, isso é doentio demais.
- 27:03Assim a parada e aí é a família. E aí ele falou, ó, cortei a
- 27:08menina, ele. Cozinhou menina, tá ligado e
- 27:11comeu pedaço as parte dela canibal né cara, não cara todo
- 27:16fudido as ideia mas depois de né?
- 27:19Como eu te falei, o retrato falado foi ajudando a encontrar,
- 27:21encontrar até que encontraram, inclusive vou te mandar aqui e
- 27:27depois você manda lá No No no eu mando também lá no grupo da
- 27:30anglination, no ZAP ZAP, a fotinha dele do arrombado.
- 27:34Onde é que tu vai mandar? Mandei um ZAP ZAP pra você isso
- 27:37aí é ele já. Indo para os finalmente, sei que
- 27:40é ele um pouquinho mais assim que foi preso.
- 27:43Uhum. E ele aqui durante o processo,
- 27:46eu mandava no grupo do angrination lá no WhatsApp.
- 27:49Quem quiser participar, se virar, não sei como é que eu vou
- 27:51te ajudar, gente, mas tem algum jeito aí é, enfim, manda
- 27:54mensagem, não sei. Porque o podcast te dão um?
- 27:57Crédito é não, eu sei. Manda mensagem pra mim aí, eu.
- 28:01Redes eu vou publicar na rede de novo o link para a pessoa
- 28:03entrar, mas enfim, aí o lance é que esse cara ele foi preso, né?
- 28:09O pessoal tentou, chegou na casa dele, encontrou realmente a casa
- 28:11dele e ele tentou reagir com uma navalha, tá ligado?
- 28:14Mas foi capturado pelos policiais.
- 28:16Que tentativa. Vou parar toda uns 32 policiais
- 28:20como a navalha, pô, pelo amor de Deus.
- 28:21E o velho lá com a com a gillette?
- 28:23É um velho todo desmilinguido. E aí ele na cadeia ele
- 28:27confessou, tá ligado? Ele falou, não fiz isso.
- 28:29Vários, cara. Errei, errei.
- 28:32Érico confessou vários assassinatos.
- 28:35É cozinhou carne de criança, comia carne de criança, tá
- 28:39ligado? Ele disse, a gente não sabe se
- 28:41são todos, mas o que ele confessou foram 23 assassinatos
- 28:47que ele matou mesmo e molestou pelo −400 menores 400.
- 28:53Cara. Surreal, surreal mesmo.
- 28:56Bem, de qualquer forma, ele não precisou ter sido ele.
- 28:59Não precisou ser julgado por tudo isso.
- 29:01Ele foi julgado apenas pela morte da menina Gray.
- 29:04Né que a família de laranja, enfim.
- 29:06E no julgamento em 1935, ele declarou insanidade.
- 29:08Ele falou, Ah, não, por favor, eu sou doido.
- 29:12E aí a galera beleza? Doido pra morrer.
- 29:18E aí a galera botou ele na cadeira elétrica e aí eu te
- 29:20mandei a foto, ele na cadeira elétrica aí.
- 29:22Pô, vicinho, tu é contra a cadeira elétrica desse desse
- 29:25caso específico. Cara, não, não, não.
- 29:28A lei, a justiça. Alexandre nickelo, não pode ser
- 29:31medida com base em sentimento, porque a justiça tem que ser
- 29:34cega. Não é o que eu acho, é lógico
- 29:37que lendo a história dele eu quero que esse cara boa.
- 29:38Não foi passado. Tomar no cu.
- 29:41É lógico que eu quero que esse cara morra, tá ligado?
- 29:43Óbvio que eu quero, mas isso não pode ser parâmetro para nenhum
- 29:47tipo de lei por vários motivos. Primeiro, porque a lei.
- 29:50Não é nesse caso, mas a lei várias vezes erra julgamentos, e
- 29:54aí quando erra e mata a pessoa, não tem como, não é voltar
- 29:57atrás, tem como trazer a vida ainda a pessoa, e isso ainda foi
- 30:02Do Nada, completamente fora da parada, mas o não tem como.
- 30:07E pô, é muito complexo, né, cara?
- 30:09Tipo, lógico que esse cara não é o bom exemplo para isso, mas tem
- 30:12gente que você entende que entrou para o mundo do crime por
- 30:16questões muito mais complexo. O Eric hobsbawm chama de
- 30:19banditismo social, que é um historiador que fala justamente
- 30:23assim, cara, quando você vê que porra, determinados ambientes
- 30:26produzem uma quantidade maior de crime de criminosos ou uma
- 30:30quantidade frequente de criminosos, tem algo errado
- 30:32naquele ambiente. Tá ligado?
- 30:34E pô, por isso não sou eu. Sou contra a cadeira elétrica.
- 30:38Eu acho que não é uma solução válida.
- 30:41Hum. E mas eu quero que esse cara se
- 30:43for, e morra mesmo. Tá, entendi.
- 30:45Beleza, ele vai ser morto em 1936, quando ele tinha 66 anos.
- 30:50Então você é a favor, Alexandre Nico, de matar gente com
- 30:55problemas psicológicos, é isso? É por nada, na real, eu acho
- 31:04que. Acabou de matar gente.
- 31:06É, tomou rivotril, apaga. Cala a boca, não é?
- 31:12Não é que eu não sei se velho aí, né não esse.
- 31:14Velho todo fodido, cara. Como eu te falei, cara, a gente
- 31:16quando a gente pega. Exemplos anedóticos, a gente não
- 31:18consegue tirar conclusões sociais.
- 31:19Uhum. Exemplos individuais servem pra
- 31:22você tirar conclusões individuais.
- 31:23Então esse vem dá pra matar. Fantástico, tá?
- 31:27Não é só isso. Só isso que eu queria saber se
- 31:29dá pra tal velho na minha cabeça aqui que o velho velho
- 31:32desgraçado, cara. Ah.
- 31:34Ele errou muito, ele errou muito.
- 31:36Acho que opinião polêmica. É não, alguém tem que falar.
- 31:39Não tá maluco, cara? É tudo.
- 31:41Mostrou o lado dele, né? Eu tenho que ir.
- 31:43Eu defendi. Ah, cara, é.
- 31:46Mas é muito doido, né? Tipo assim, como que?
- 31:49Como que. Por acaso não, porque, enfim,
- 31:53mas o é muito doido. Tipo assim, como que porra Oo
- 31:57moleque apanhou e começou a sentir prazer?
- 32:00Como é que funcionou o cérebro do cara para encontrar 11?
- 32:04Porque eu acho que é muito sobre você.
- 32:07Como é que eu posso dizer entender momentos de desespero?
- 32:12Acho que muitos dos nossos traumas eles proveem ou da falta
- 32:17de compreensão ou da compreensão errada de.
- 32:21Um momento traumático de um momento de.
- 32:23Inspirador, sabe? É, imagina que você apanhar de
- 32:27chicote e você fala, não, pô, mas é porque esse aqui é bom, me
- 32:30dá tesão. É, talvez talvez seja aquela
- 32:33parada de ser o único momento que a pessoa tem atenção.
- 32:37Né, já tem isso também. Isso aí explica algumas coisas
- 32:41assim, tipo, putz, o único momento que sei lá.
- 32:44Meu pai falava comigo quando ele me batia.
- 32:46Daí a pessoa vê aquilo como carinho, sabe?
- 32:51E tem uns relacionamento bosta. Depois é não vê bem como
- 32:54carinho, mas vê como? Atenção como?
- 32:57Como às vezes não não como carinho, mas como que a pessoa
- 33:00se importa. Uhum.
- 33:01Sabe, você fica. Você deixa de ser invisível, né?
- 33:04É você? Uma treta?
- 33:06Ainda bem. Valeu aí, pai, por não ter me
- 33:08dado um pau. Valeu aí.
- 33:09Ah, meu pai me bateu, meu pai me bateu, meu pai me bateu quando
- 33:11era criança. Meu pai é muito.
- 33:12Minha família é muito tradicional zona de interior,
- 33:15mas. Mas mas de boa, né?
- 33:16Não foi tipo. Os os ajoelheiros.
- 33:22Não, não, não. Os os Mara de amora, que que
- 33:26que. Se passou um pouco.
- 33:28É, não se passou, não. Mas assim, quando era muito
- 33:30criança, assim. Ah, quando eu era muito, muito
- 33:32criança, eu tenho umas umas lembranças assim de
- 33:35principalmente quando eu joguei o abacate na minha irmã.
- 33:39Dentro de casa. Legal.
- 33:41Eu fiz algumas coisas, eu acho que aham, acho que muitas delas
- 33:44eu merecia. Perfeito, perfeito.
- 33:46Perfeito, mas não não, total cara é.
- 33:49Está bem, não é, cara, a gente está.
- 33:52Indo bem, doidinho, Ah. Cara, já foram.
- 33:56Andaram na prancha já umas 5 vezes.
- 34:00Foi, voltou, olhou para o precipício e falou, agora não
- 34:04umas 5 vezes. Está bem, sim, pá.
- 34:06Estou só voando, estou voando. Comendo cocô toda semana?
- 34:10Só ai que horror, só vem as minhas receita médica porque eu
- 34:13estou. Voando?
- 34:16Não é que está igual, está igual uma geleia.
- 34:18Não estou. Pensando já em tatuar tarja
- 34:21preta no meu peito. Eu estou morfando e virando um
- 34:25antidepressivo gigante, gente. Mega estado vegetativo.
- 34:29Emocionalmente. Nós estamos bem, né?
- 34:32Começa a babar. Eu.
- 34:34Só não quero sentir nada. Faça parar.
- 34:42Ai, cara, não bata nos seus filhos pelo amor de Deus, é.
- 34:46E se você sentir um calorzinho no Peru, se quiser apanhar.
- 34:49Ah, de repente, é de boa também. Né?
- 34:51É. Mas vai.
- 34:52Vai com calma. Vai com calma.
- 34:53Vai com calma. Beleza, Alexandre, então é isso,
- 34:56essa história do vampiro do Brooklyn.
- 34:58Tchau, tchau, beijo.