Latest / Os Agilistas / #357 - Por que 80% das empresas ainda decidem no achismo
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- 0:00Bom dia, boa tarde, boa noite. Começamos mais um episódio dos
- 0:03agilistas, que é o seu radar de inovação, tecnologia e negócios.
- 0:07Eu sou a Marcela e eu estou aqui hoje para falar de um tema muito
- 0:09importante para as empresas. Que são os dados 2026 tem sido
- 0:14considerado o ano de inflexão para as empresas que trabalham
- 0:17com dados, mas apenas 20% das empresas de fato conseguem usar
- 0:22os dados como ativo e estratégico, segundo uma
- 0:25pesquisa recente. Uma consultoria brasileira para
- 0:27compor a banca aqui comigo hoje eu chamo a Fabiana pós oslayton,
- 0:31que é data produtos manager na DTI, tudo bem?
- 0:35Olá gente, tudo bom? Obrigada por me receberem.
- 0:37Bem-vinda. E o Ricardo Camilo, que é o
- 0:40líder de dados da DTI também, tudo bem, Ricardo?
- 0:42Tudo joia? Olá pessoal, obrigado aí pelo
- 0:45convite. Mais uma vez aqui participando
- 0:47dos agilistas. Gente, uma pesquisa da lider
- 0:49chip Outlook 2025 do evermont Institute mostram que 62,8% dos
- 0:55executivos brasileiros já consideram a análise de dados e
- 0:58Business inteligents a segunda tendência mais relevante para
- 1:01suas carreiras. Eu acho que isso é meio fato,
- 1:04né? Assim, então dependente da área
- 1:06de atuação, você dominar os dados vai te dar.
- 1:09Para tomar decisões, é, mas o estudo é muito direto.
- 1:12O desafio não está em só ter acesso à data, eSIM transformá
- 1:16Los em decisões mais assertivas, que o exige.
- 1:19Não só ferramental, né, mas uma mudança cultural.
- 1:22E aí eu começo já trazendo um pouquinho para vocês uma
- 1:25pergunta, né? Assim, as empresas hoje é fato
- 1:28que muitas empresas têm um Monte de dashbox, ferramentas de dados
- 1:31e et cetera, mas não necessariamente tomam decisões.
- 1:35Baseadas em dados, muito em feeling, né?
- 1:37Enfim, em achismos mesmo, até de liderança e tal.
- 1:41Na visão de vocês, aonde está a raiz desse paradoxo aí?
- 1:46É um problema de cultura, de governança, de qualidade do dado
- 1:49ou tudo isso junto ao mesmo tempo aqui, agora, eu acho.
- 1:53Que tem um pouco de tudo, né? Acho que são 2 questões
- 1:56principais. Eu vejo que é um problema.
- 2:00Tudo isso que você citou junto e misturado, principalmente porque
- 2:04a gente vê que as empresas acabam começando pelo final, né?
- 2:07Então, Ah, eu vou contratar a ferramenta, eu vou investir aqui
- 2:1211 recurso gigante em algo super moderno que está sendo falado.
- 2:17Tá, mas e os dados e o que vai ser inserido, né?
- 2:20Dentro dessas ferramentas? Eu acho que isso é uma grande
- 2:22questão. E também eu percebo que nesse
- 2:25termo, né, data driven acabou sendo muito romantizado, então
- 2:29muitas vezes é. Ah, beleza, a gente tem os dados
- 2:32pra responder as perguntas, mas quem faz as perguntas então
- 2:37acaba que o processo ele não é seguido de ponta a ponta, né?
- 2:40Então ele é pinçado ou ele vai logo lá no final.
- 2:44Então a gente vê que essa é uma questão bem grande na maior
- 2:47parte das dos cases. Aí que a gente pega, não sei se
- 2:50o Ricardo com. Certeza eu acho que o ponto mais
- 2:52importante aqui é destacar que a ferramenta não resolve um
- 2:56problema cultural. Né?
- 2:57Então, quando a gente tem ali um investimento muito alto em ti, a
- 3:01gente está esquecendo que quem usa esse dado é a área de
- 3:05negócio. Então, a área de negócio precisa
- 3:07primeiro definir qual é o problema a ser resolvido.
- 3:11E é como a Fabi trouxe aqui. A partir disso, deveria ser
- 3:14feito um desdobramento para quais as melhores ferramentas
- 3:17adequadas para que isso se resolva.
- 3:20Porque muitas vezes eu vejo que as empresas, elas constroem 11
- 3:24infinidade de dashboards, mas a gente não consegue tomar
- 3:27decisões em cima disso. Então eu acho que tem 11 questão
- 3:31muito, muito crítica aí. Nessa questão do da definição do
- 3:34problema, sabe? Desde do do advento assim, daí a
- 3:38generativa, né? Eu acho que essa questão ficou
- 3:40mais incipiente ainda, né? Assim, porque pra pra você
- 3:43usufruir da IA você precisa realmente se alimentar de dados,
- 3:47né? Pra ver qual que é o padrão e
- 3:49etcetera. Vocês sentiram assim que houve
- 3:51uma pressão maior e uma atenção maior também pra essa
- 3:54organização da estruturação de dados dentro dos das empresas
- 3:58que vocês têm contato. Sim, eu vejo que pelo menos
- 4:01assim. Há muito tempo atrás, desde 15
- 4:05anos, aí que eu estou no mercado de tecnologia.
- 4:07A parte de dados e analíticos sempre foi uma prioridade.
- 4:10Mas assim, primeiro veio ODWE, depois veio a data Lake.
- 4:13Agora a gente está falando de Lake House, agora a gente está
- 4:16falando de agenerativa. Mas isso sempre serviu como um,
- 4:20vamos dizer, para um impulso executivo para que isso se torne
- 4:24prioridade. Então eu vejo que com AA
- 4:26generativa, agora existe uma tendência muito forte das
- 4:30empresas quererem usar e a generativa em algo que seja no
- 4:34negócio ou que seja na operação. Mas às vezes se esquece que para
- 4:38que isso aconteça de forma eficiente, é muito importante a
- 4:41gente construir uma fundação sólida, né?
- 4:44Que tenha governança. Que tenha é é performance, que
- 4:49tenha otimização de recursos e que AIA consiga trabalhar de
- 4:52forma mais assertiva. Acaba que teve 11.
- 4:56Democratização, né? Muito grande do uso de
- 4:58ferramentas, né? De IAE, foi o que você comentou,
- 5:01Oo prompt, né, que a gente coloca que que tá tá tão famoso,
- 5:06né? Todo mundo consegue entrar num
- 5:09gpt, num cloud, num compaylot e colocar um prompt e fazer uma
- 5:13pergunta, né? Mas a gente volta pra questão.
- 5:16Qual é a pergunta? Isso é um dado.
- 5:18Se você não tem um bom prompt, você não vai conseguir uma boa
- 5:21resposta. E se você não tem ainda o
- 5:24advento do ser humano para fazer a análise dessa resposta, você
- 5:29acaba é colocando AIA muitas vezes como a dona da verdade
- 5:34absoluta e a ideia da da gente conseguir usar no nosso dia a
- 5:38dia. Não É Ela substituir o nosso
- 5:40trabalho, ela ser uma ferramenta que vai nos ajudar.
- 5:44Mas a gente ainda continua com a nossa intuição, com a nossa
- 5:46experiência, com o nosso know how, com o nosso feeling.
- 5:48Muitas vezes não gosto muito desse termo, mas AA gente ainda
- 5:52existe nesse cenário, né? A gente ainda é muito
- 5:54fundamental. Então, sim, com certeza tem essa
- 5:56pressão muito grande para utilização da ferramenta.
- 5:59E muitas vezes os dados que vão ser imputados, né?
- 6:01Essa ferramenta acabam ficando em segundo plano.
- 6:03Eu tenho uma curiosidade também, porque 11 outra palavra que que.
- 6:08Surgiu, né? E a gente ouve toda hora.
- 6:10É data riven, né? Somos data riven.
- 6:13Mas assim, se se quando a gente tiver essa, essa resultado dessa
- 6:16pesquisa mesmo, que fala que às vezes só 22% das empresas
- 6:20brasileiras têm uma maturidade com relação a dados, eu queria
- 6:24que vocês me contassem um pouquinho, se vocês pudessem
- 6:26fazer uma radiografia mesmo, das empresas que vocês têm
- 6:29interface, né? Do que que vocês já viveram até
- 6:32então? Quais são os erros mais comuns
- 6:35assim que os líderes cometem, que fazem eles acreditar que são
- 6:39data driven, mas que na verdade, eles não estão sendo?
- 6:42É assim que que eu vejo, né? Na minha experiência, muitas
- 6:46vezes, até na onda passada que teve aí do data Lake, a gente
- 6:49via muitas pessoas querendo criar essa infraestrutura
- 6:52popular, ela de dados, mas não sabia o que fazer com esses
- 6:55dados. Então, assim, da mesma forma que
- 6:57no passado construíram se estruturas analíticas de data or
- 7:01House e que hoje. Eu posso dizer que quase 100%
- 7:05das empresas ainda possuem um DW ativo e às vezes até onpreens.
- 7:10E ele ainda é base para muita decisão.
- 7:12Eu vejo que o data Lake ele foi uma onda muito grande que muitas
- 7:16empresas queriam desenvolver, não sabiam para quê e começaram
- 7:21a encher aquilo de dado. Mas sem um propósito.
- 7:24Então assim, eu acho que o grande, a grande falha que eu
- 7:27vejo nessa questão da radiografia é mais a gente
- 7:30entender assim por onde que a gente precisa começar, criar
- 7:33esse repositório técnico, consumir todo esse recurso
- 7:36financeiro, ou a gente pensar em um problema de negócio e tentar
- 7:39criar uma estrutura para que esse problema seja resolvido?
- 7:42Então eu acho que tem tem uma questão muito de investimento
- 7:48necessário para infraestrutura. Mas essa questão também de
- 7:52ouvir, aonde o problema está causando essa dor?
- 7:55Acho que complementando, até que o Camilo falou, tem também uma
- 7:58questão de essa questão de, você falou de incluir os dados
- 8:02populares com dados, mas e o quanto que a gente está tentando
- 8:06aumentar a maturidade de reconhecimento das pessoas que
- 8:09estão utilizando esses dados, que também é outra questão.
- 8:12A gente tem dados, tá, mas e aí? Legal?
- 8:14É, mas as pessoas que vão utilizar, porque não
- 8:16necessariamente todas as pessoas são técnicas, né?
- 8:18Eu não considero uma pessoa técnica.
- 8:21Então a gente tem que ter um olhar de negócio, um olhar
- 8:24estratégico em cima dos dados. E isso acho que também é algo
- 8:28que por enquanto a gente ainda vê.
- 8:30Grande falha, né, né? Nas empresas brasileiras, aí que
- 8:34a gente tem contato. É, então, de fato, é uma skill
- 8:36necessária, né? Assim, a gente se desenvolver
- 8:39para fazer as perguntas certas para os dados que a gente, em
- 8:42tese, deveria tê. Los acessíveis, né?
- 8:45Até dando um exemplo assim de algo um pouco.
- 8:48Um contexto paralelo, eu sou muito fã de Fórmula 1, quem me
- 8:50conhece sabe. E a gente vê que, por exemplo,
- 8:52muitas equipes de Fórmula 1 são é empresas realmente voltadas
- 8:57para dados. E aí imagina lá que o piloto, na
- 9:00hora que ele está dirigindo lá, ele não tem tempo de analisar
- 9:02dados. Então existe toda uma equipe por
- 9:04trás analisando os dados. Tomando as decisões ali do time
- 9:08em tempo real, né? A gente está falando de mais de
- 9:114 bilhões de dados processados ali em um final de semana de
- 9:14corrida. E o que o piloto recebe, na
- 9:16verdade, é só 11 insight. Então, às vezes o engenheiro da
- 9:20do piloto fala, olha, você precisa mudar a configuração do
- 9:24carro para consumir um combustível a menos.
- 9:26Isso sim é ser data drive. Ele já tomou essa decisão lá
- 9:29atrás, o piloto, ele simplesmente executa ação e já
- 9:33consegue ter essa resposta. Eu acho que esse seria o cenário
- 9:36ideal de uma empresa data drive, você ter 11 equipe analisando
- 9:39todos esses dados ali, mas na ponta você já ter a decisão que
- 9:43precisa ser tomada. Ricardo, eu adorei, mas agora a
- 9:46grande questão para mim, você ama Fórmula 1 por causa dos
- 9:49dados? Então, sim, Fórmula 1 também por
- 9:52causa dos dados, mas eu acho que é porque é um esporte assim, que
- 9:55envolve não só a disputa dos atletas, mas a disputa das
- 9:59equipes. E segundos vão fazer muita
- 10:01diferença se o dado vai entrar. Né, na verdade, nem a segunda.
- 10:05Lá são milissegundos, então às vezes você pode perder 11 pole
- 10:09position por milissegundos. Então a equipe, ela tem que ter
- 10:13uma precisão muito alta no que ela está fazendo ali.
- 10:16Ela não pode ser baseada em fila, porque qualquer
- 10:19milissegundos ali pode fazer a diferença de bilhões.
- 10:21Então assim, eu acho que é um exemplo assim que a gente pode
- 10:23trazer. Como algo bem nativo direita
- 10:26drive. Você vê que um homem está
- 10:27pensando em dados o tempo todo, né, Ricardo?
- 10:30Só sempre atrás de formas para conseguir explicar para as
- 10:33pessoas sobre dados o que que é inserir dados em qualquer tipo
- 10:36de conversa. Interessante, mas é eu eu fiz
- 10:39uma pergunta antes que era um pouco das empresas que que de
- 10:43repente se vendem como data drive, né?
- 10:45E que não são. Mas agora eu queria conversar um
- 10:47pouquinho sobre as empresas que vocês de fato veem que estão num
- 10:50caminho muito legal de estruturação de dados.
- 10:53Dados esses que estão propiciando tomadas de decisões
- 10:56muito importantes para o negócio e que vão realmente pavimentar
- 10:59um caminho aí para um futuro que a gente já está construindo
- 11:01agora, né? O futuro é agora, né?
- 11:03Vocês podem dar um pouquinho de contexto do que que seria
- 11:05realmente. Assim, o que eu posso trazer,
- 11:08né? Eu lembro que quando eu comecei
- 11:09a minha carreira ali, 2006 a 20 anos atrás, eu trabalhei no
- 11:14projeto de uma empresa de telecom que na época já tinha
- 11:18alguns modelos de previsão. Do que a gente chama de
- 11:20churning, né? Que é onde você identifica se o
- 11:23cliente vai deixar a sua empresa e vai para uma concorrência.
- 11:26Esse tipo de de produto, de dados, eu acho que é OOO que
- 11:31torna essa empresa dentro do even.
- 11:33Então assim, por mais que há 20 anos atrás muitas empresas já
- 11:36faziam isso, hoje em dia tem empresas que conseguem, por
- 11:39exemplo, criar modelo de previsão de receita, né?
- 11:43Você ter ali, por exemplo, a gente teve um caso recente aqui
- 11:46na dti, aonde a gente trabalhou numa fundação tecnológica no
- 11:49grupo Fleury. E a partir dessa fundação
- 11:51tecnológica, a gente conseguiu entregar um produto de dados que
- 11:56faz a leitura do laudo usando e a generativa e ativa o paciente
- 12:01ou o médico responsável pelo tratamento, para que esse
- 12:04paciente faça um retorno programado, que por por vezes
- 12:08ali ele é esquecido, né? A gente às vezes faz um exame,
- 12:11tem que fazer um retorno, esquece.
- 12:12Então eu acho que esse tipo de ação é que faz uma empresa ser
- 12:16deita, dreaming, você conseguir realmente tomar decisões
- 12:19baseadas em dados e não em achismos, em feelings, em
- 12:23opiniões ali de pessoas que que às vezes tem uma posição maior
- 12:27na empresa, certo? Estava.
- 12:28Pensando aqui, a gente falou bastante de ter os dados, mas
- 12:31não ter a ação de utilizar esses dados da melhor forma, a gente
- 12:35não não chegou a falar, mas também é algo que eu acho que
- 12:38merece ser ressaltado. A confiabilidade nos dados, que
- 12:41é super importante, e também o quanto dados EE modelagens é.
- 12:46Tá no nosso dia a dia. Eu não manjo nada de Fórmula 1,
- 12:49mas eu adoro assistir uma TV, assistir um filme, então a gente
- 12:52vê tantos, tantas empresas de streaming, né?
- 12:56Hoje com usando modelos de recomendação, então quando você
- 12:58entra lá No No seu aplicativo e fala assim, olha, você assistiu
- 13:02esse filme aqui, será que você vai gostar desse filme aqui?
- 13:04Isso aí é é é modelo Na Na prática, né, no nosso dia a dia,
- 13:08isso em qualquer outro site de compra online de então.
- 13:11Assim, eu acho que às vezes a gente tá tão parte do nosso dia
- 13:15a dia que a gente não consegue visualizar.
- 13:16E isso é o sucesso, né? É eles utilizando os tomando
- 13:20decisões com dados de ponta a ponta.
- 13:22Chegando até o cliente e o cliente está não está nem
- 13:24percebendo, né, que isso está sendo utilizado, então eles
- 13:28estão aí. Não é tudo só negativo no
- 13:30sentido de precisa ser melhorado, né?
- 13:32Tem muita gente fazendo muita coisa muito bacana.
- 13:35Pois aí vocês acabaram trazendo insights sobre como os dados de
- 13:39fato vão gerar valor no negócio. Mas eu queria até fazer uma
- 13:42pergunta um pouco mais, como se eu fosse uma criança que precisa
- 13:46entender um pouquinho, e eu fico pensando muito no meu armário,
- 13:49por exemplo, assim, se eu preciso escolher uma roupa legal
- 13:51para alguma? Coisa.
- 13:53O ideal é que ele esteja organizado e que eu consegui
- 13:55enxergar todas as possibilidades para entender o que que vai
- 13:58combinar melhor naquele lugar que que é o passo básico para
- 14:01uma empresa, para para deixar os dados acessíveis, organizados
- 14:05assim. E eu queria até entender também
- 14:08se vocês têm algum exemplo de algum momento que de de terem
- 14:11percebido, de ter vivido esse momento de virada.
- 14:14Assim, quando a empresa deixou de de tratar dado como dado
- 14:19mesmo e virou um insight estratégico, assim, quando vocês
- 14:21perceberam que os dados estavam sendo consumidos para gerar
- 14:24valor diretamente? Hoje aqui dentro da bti, né?
- 14:28Eu atuo num Squad focado, né, numa plataforma de dados e a
- 14:32gente percebe muito, e também de forma muito natural, né?
- 14:36Quando? Quando a gente muda esse
- 14:37mindset, que eu acho que é talvez um dos principais pontos,
- 14:41né, de de virada de chave, que é a gente parar de perguntar qual
- 14:45é esse número para falar assim? Qual é a decisão que eu preciso
- 14:49tomar e quais números eu preciso para tomar essa decisão?
- 14:51E muitas vezes a gente fala, Ah, bom, a gente tem esses dados
- 14:55aqui para tomar essa decisão desse.
- 14:56Você fala, poxa, isso não é suficiente, eu não vou tomar
- 14:58essa decisão porque eu preciso de mais dados.
- 15:01Isso daí pra mim é, é o grande, o grande divisor de águas.
- 15:05Ela falou, não vou tomar essa decisão enquanto eu não consegui
- 15:08esse esse dado porque é tão importante que merece.
- 15:13É esperar, né? Então acho que a gente viveu
- 15:16isso na prática nesse nesse último ano, né?
- 15:18Com com esse case, principalmente.
- 15:20E tem casos também, por exemplo, de empresas que começam a
- 15:23desenvolver produtos a partir da análise dos dados.
- 15:27Então assim, acho que esse seria Oo estado da arte, vamos dizer
- 15:30assim, né? Que aí você consegue é entender
- 15:33realmente quais os dados ali você tem disponível, da onde que
- 15:37você consegue fazer a análise desses dados ali para chegar num
- 15:41desenvolvimento de um produto. E começa.
- 15:43Começar realmente a desenvolver isso.
- 15:44Então eu vejo que criar produtos, criar receita, criar é
- 15:49é investimentos a partir de dados, é o que torna realmente
- 15:53essa virada de chave. Porque muitas vezes a gente,
- 15:56pelo menos eu vejo isso, que algumas empresas que não tem
- 15:58esse nível de maturidade, às vezes elas.
- 16:01Já tem uma decisão tomada e ela precisa os dados para embasar
- 16:04aquela decisão. Então o ponto é, você precisa
- 16:07tomar a decisão a partir dos dados e não para basear uma
- 16:11decisão que alguém já tomou. Então é, acho que OA grande
- 16:14diferença está aí. É você realmente acreditar que
- 16:16os dados estão dizendo a verdade.
- 16:18Isso aí é muito bacana, porque a gente passa esse nosso dia a
- 16:21dia, né? Você você ter já a questão.
- 16:25Que Oo resultado e daí você pegar esses dados para basear o
- 16:29resultado que você já tem, em vez de você estar aberto o
- 16:31suficiente para falar assim, deixa eu ouvir o que que os
- 16:34dados têm a me dizer. Tem todas essas perguntas aqui,
- 16:37o que que os dados têm a me dizer?
- 16:38E é bom quando vai contra o que a gente acha que vai ser, porque
- 16:43não adianta só a gente ter experiência.
- 16:45A gente falou do feeling, né? Você ter feeling, você ter
- 16:47experiência, você ter know how. Se você não tem um embasamento
- 16:51da sobre a sua decisão, sobre a sua opinião sobre o que quer que
- 16:53seja. Só vai se tornar realmente só
- 16:55uma opinião, vai se tornar uma decisão baseada em dados.
- 16:58A gente percebe que hoje também a gente tem um advento de novas
- 17:01plataformas de estruturação de dados.
- 17:03Inclusive somos parceiros, né? De de uma delas.
- 17:07Eu queria que você contasse um pouquinho ricato.
- 17:09Como tem sido essa parceria com a data brics, inclusive, a gente
- 17:11cedia os encontros da data brics em BH, né?
- 17:14A gente tem uma parceria aí de longa data, né, com a data
- 17:17brics, a data brics hoje ela é uma empresa referência na parte
- 17:22aí de. De advanced de analíticos, até
- 17:25falando um pouco dessa fundação tecnológica que a gente que a
- 17:28gente falou um pouco aqui, ela habilita essa fundação, então
- 17:32quando a gente tem ali um contexto de governança de dados,
- 17:36de agenerativa, de análise de dados e você tem.
- 17:40Todos esses serviços separados, você tem uma complexidade muito
- 17:43alta para gerir isso. O que que a data brics entrega?
- 17:46Ela entrega uma plataforma unificada, então só aí você já
- 17:48simplifica muito a gestão dessa infraestrutura, desses acessos,
- 17:52desses times e a gente como parceiro estratégico.
- 17:55Data brics, a gente tem construído muitas soluções aí em
- 17:59grandes empresas, né? Soluções voltadas para machine
- 18:02learning a generativa, modelos de análise de dados, isso tem
- 18:07trazido para as empresas resultados impressionantes,
- 18:09então assim. Modelos de machine learning que
- 18:12antes eram publicados aí em meses.
- 18:15A gente tá conseguindo reduzir para as semanas empresas que tem
- 18:18uma complexidade muito grande na organização, porque são empresas
- 18:21globais e que tem ali divisões espalhadas pelo mundo.
- 18:25A gente tem construído arquétipos de dados voltados pra
- 18:29distribuição descentralizada desses dados.
- 18:32Então a gente consegue entregar autonomia.
- 18:34Para a área de negócio, sem criar aquele funil da TIE, ter
- 18:38que aprovar tudo. Vocês vão criando tipo, portas
- 18:40de acesso para outras áreas, que inclusive pode ser com, por
- 18:44exemplo, a galera de de do jurídico.
- 18:47Exato, você vai ter ali, por exemplo, o espaço do jurídico, o
- 18:50espaço do marketing, o espaço do RH.
- 18:52Cada um tem a sua área de trabalho e tudo isso a partir de
- 18:56uma governança única. Então, a data brics permite
- 18:58isso, a gente criar essa descentralização sem perder a
- 19:02governança e. Com relação à liderança, assim,
- 19:05eu acho que qual que é Oo ideal assim pra pra uma empresa ser de
- 19:09fato data drive em termos de atuação do líder, assim do olhar
- 19:13do líder sobre o negócio? Acho que o primeiro ponto é
- 19:15olhar para o negócio como a vabi sempre tem, trago aqui, olhar
- 19:18para as perguntas, entender que é a decisão.
- 19:22Tá na mão do negócio, ele é que sabe ali aonde que tá o problema
- 19:26e entender que a ti ela vai fazer parte desse processo, né?
- 19:29Ela não é a peça tão chave ali, ela é uma peça que vai fazer as
- 19:33engrenagens funcionarem. Assim elas vão se conectar.
- 19:36E eu acho que o primeiro ponto ali para liderança entender isso
- 19:39é buscar nessa pergunta. É tentando entender para que
- 19:42lado a gente tem que construir estruturas que respondam.
- 19:46Perguntas que vão viabilizar essa essa decisão baseada em
- 19:50dados. É uma mudança de mindset também,
- 19:52né? Porque precisa, o líder precisa
- 19:56estar totalmente no mesmo barco. Em relação a vamos tratar
- 20:01governança de dados é de forma prioritária, né?
- 20:05Por assim dizer, acho que o que a gente falou na até Na Na
- 20:08questão anterior que a gente fez um ficou dando risada aqui de
- 20:11poxa, vamos tentar usar os dados.
- 20:14Para responder o resultado que a gente acha isso a gente vê que
- 20:17muitas lideranças às vezes trazem, né?
- 20:19Olha, me confirma isso aqui, em vez de fazer a pergunta certa,
- 20:22né, do que, do que que você precisa para conseguir saber tal
- 20:26coisa ou tomar tal decisão? Eu acho que a partir do momento
- 20:29que tem essa, essa mudança, o time todo acaba visualizando
- 20:33isso e não só isso, né? É, tem um investimento, tem,
- 20:36você dá passo a passo, seguindo o processo que a gente vem
- 20:39falando também. Então acho que é um pouquinho de
- 20:41tudo, não tem 11 ideal. Mas acho que tem algumas
- 20:44ferramentas, tem algumas coisas que podem ser feitas aí para
- 20:47para melhorar um pouco esse esse relacionamento, liderança, time
- 20:51e valorizando a estratégia da empresa como um todo.
- 20:54A gente está chegando ao final do episódio e, como sempre, a
- 20:57gente costuma fazer uma pedido de indicação de um conteúdo que
- 21:01eu acho que. Relativar o tema ou não, mas
- 21:02vocês podiam dar uma dica pra gente de como que a gente
- 21:05melhora em dados aí, em todas as lideranças que estão nos
- 21:08ouvindo. Bom, além da.
- 21:09Fórmula 1, né? Que eu acho que eu já te
- 21:11indiquei aqui, mas assim eu tenho 2 indicações legais assim
- 21:15que não são tão técnicas, que eu acho que é mais importante.
- 21:18Aí tem um filme que chama moneybol, que ele é baseado numa
- 21:21história de um treinador de beisebol que ele contratou, um
- 21:25estatístico. Para tomar decisões baseadas em
- 21:28dados, então, assim antialotti. Precisava ter feito esse
- 21:30caminho, né? Tão diferente.
- 21:33Ali, de de times tradicionais, ali que você tem olheiros com
- 21:37experiências de anos e feelings, esse estatístico, ele começa a
- 21:41analisar estatísticas para contratar jogadores e começam a
- 21:45ter surpresas impressionantes. Então é um filme muito bom.
- 21:47Recomendo demais? Tem nas nossas plataformas de
- 21:50streaming. E um outro.
- 21:52Uma outra recomendação que eu queria trazer é um livro que
- 21:54chama freakonomics. É um livro escrito por
- 21:57economistas onde eles provam através de dados que alguns
- 22:00mitos eles são assim, completamente absurdos.
- 22:05Por exemplo, quando você tem uma criança que você vai deixar ela
- 22:08na casa de alguém, muitas vezes a gente tem mais medo de arma de
- 22:11fogo quando quando você sabe que o casal ali tem uma arma de
- 22:14fogo. Do que uma piscina?
- 22:16Mas eles provam através de dados que a piscina ela pode causar
- 22:19mortalidade muito maior do que uma arma de fogo.
- 22:21É claro que você é um exemplo. Tem vários exemplos
- 22:24interessantes no livro. Mas aí o que que o livro traz
- 22:27realmente que os dados não mentem?
- 22:29Então assim, por mais que às vezes tenha algum viés ali, os
- 22:32dados estão ali. Então eu acho que esses, esses
- 22:342, esses 2 indicações, elas são para provocar realmente essa
- 22:38visão de que, por mais que a gente tem ali todo 11 histórico,
- 22:43uma carga ali cultural que a gente carrega, a gente às vezes
- 22:46tem que quebrar essa visão. Com dados pensando.
- 22:49Até no que a gente estava falando da daida brics e também
- 22:53é. Achei muito bacana você falar
- 22:55que não necessariamente as indicações que a gente vai
- 22:57trazer aqui são indicações técnicas, o que é uma questão,
- 23:00porque às vezes a gente acha que só os livros muitas, muitas
- 23:03pessoas acham, né? Só os livros, só os conteúdos
- 23:05mais técnicos são importantes e não você consegue aprender e
- 23:09entender de outras formas assistindo filmes, et cetera.
- 23:11Acho que na, no, na plataforma, né, no site da da, da, da brics,
- 23:15tem toda a parte de fundamental, né, de cursos.
- 23:18Fundamentais básicos, né? Sobre a plataforma, sobre dados,
- 23:21sobre você entender um pouquinho de direita, lay House, entender
- 23:24um pouquinho de direita, mash eu acho que esses cursos são super
- 23:26interessantes e eu gosto muito também dos conteúdos de livros
- 23:29da o Riley mídia, em especial um livro que chama destrando
- 23:33arquitetura de dados, que eu achei que IA ser um livro
- 23:35dificílimo de ler, super complexo, mas não, eles trazem
- 23:38uma didática muito grande, uma aplicação prática também muito
- 23:41legal, legal. Adorei as dicas.
- 23:42Inclusive vou correr atrás delas porque eu acho que a gente eu
- 23:45acho que OOO que vai fazer a diferença.
- 23:48Né? Daqui pra frente é realmente
- 23:49esse letramento em dados, né? Realmente fazer as perguntas
- 23:52certas e conseguir encontrar caminhos ali a partir do que os
- 23:55dados estão dizendo, né? Agradeço a participação.
- 23:58Fabi, obrigada por ter vindo, seja sempre bem-vinda, eu que
- 24:01agradeço. Foi um prazer, Ricardo.
- 24:03Obrigada de novo também por estar aqui com a gente, muito
- 24:06obrigado. Agradeço muito pelo convite,
- 24:08aguardo novos. Cases pra gente trazer pra cá
- 24:10aos nossos ouvintes. Sigam a gente nas nossas redes.
- 24:14Acompanhe na sua plataforma de streaming preferido e obrigada e
- 24:17até a próxima.