Latest / MultiStudios / APERTE O PLAY NA VIDA E NOS NEGÓCIOS COM O GÊNIO DA PROPAGANDA TONI LOURENÇO | BUSINESS BY CÁSSIO PACHECO #54
Transcript
- 0:11Fala pessoal, seja bem-vindo aqui e mais um multi estudo
- 0:16especial. Hoje eu tô sendo o prazer aqui
- 0:18de trazer uma pessoa que foi importante aí na minha
- 0:22trajetória de publicidade. Reencontrei ele depois de um
- 0:26tempo. Seja bem-vindo.
- 0:28Tony Lourenço, publicitário. E fera da criação, aí seja
- 0:32bem-vindo no multitude especial. Obrigado, Cássio.
- 0:34Essa história foi lá no início dos anos 2002. 1004 2005.
- 0:38É, estamos aqui, vamos embora, linha do tempo.
- 0:42Então vamos. Ele gosta de ele, tem uns causos
- 0:46para contar. Tem um pouquinho da história de
- 0:49de campanhas e da área de publicidade em geral.
- 0:53A gente vai trazer à tona aqui alguns cases e um pouquinho de.
- 0:58Bastidores de algumas coisas importantes que ele fez, eu vou
- 1:02falar algumas para não, pra não ficar muita coisa, mas ele tem
- 1:07uma extensa, é linha de campanhas e de projetos legais.
- 1:13Então pegando esse esse comecinho aí é pra quem não te
- 1:17conhece e tal. Como começou a sua vida no meio
- 1:22da publicidade? Pois é, oi, pessoal, então assim
- 1:27é. Eu nasci lá em Portugal, né?
- 1:31E aí cheguei no Brasil tinha 10 anos de idade, mas é, até queria
- 1:34falar um pouquinho antes de esquecer, eu passei a minha vida
- 1:36inteira contando a história dos outros.
- 1:37Você está me dando oportunidade agora de contar a minha, né, né?
- 1:41Então, quer que eu bote música? Eu fui apenas um garoto menino
- 1:45lusitano, sem dinheiro no bolso, sem amigos importantes e vindo
- 1:49lá de Portugal. Cheguei no Brasil tinha 10 anos,
- 1:52né? Não tem nem sotaque.
- 1:53É e diferente dos portugueses da época que todos tinham padaria.
- 1:57Eu não tive padaria, não é e mas eu comecei a vender sonhos,
- 2:01vender sonhos e transformados em campanhas criativas, ideias e
- 2:04tal. Eu escrevo muito em um caldo de
- 2:06estimação. Aqui eu eu brinco quando eu digo
- 2:09para as pessoas, olha aqui ó, as pessoas pensam outra coisa, eu
- 2:11estou mostrando o meu calo, porque eu sempre escrevi muito e
- 2:14fiz um calinho aqui. Então e aí comecei aqui com.
- 2:18Comunicação, os meus pais até falaram, comunicação, o que é
- 2:21isso, filho? Comunicação é para ser igual ao
- 2:23Chacrinha, porque na época o Chacrinha fazia muito sucesso e
- 2:25tal. Não, comunicação é propaganda e
- 2:28fui, comecei, entrei na faculdade com 18 anos, com
- 2:30aquele negócio lá. EE, aos 19 anos, eu já estava
- 2:34começando o primeiro estágio já em agência propaganda, buscando
- 2:38na verdade não foi em agência, foi na rádio JB, Rádio Jornal do
- 2:42Brasil, cheguei lá. Sentei com um cara que era o
- 2:45chefe de redação, o Wilton falou para mim assim, qual é o seu
- 2:50nome? Aí eu falei, Antonino Manuel de
- 2:52Paiva Lourenço. Ele falou, ih, para, vai, com
- 2:54esse nome você não vai chegar a lugar nenhum.
- 2:57Aí eu já tomei aquela primeira lambada, ele falou, então como é
- 3:00que seria? Aí ele falou, Antonino Manuel e
- 3:03padre Lourenço, muda Tony Lourenço.
- 3:06Aí o Tony Lourenço, que é a minha marca até hoje, ficou e
- 3:10pronto, foi então o Tony Lourenço, é assim que eu penso.
- 3:13Eu não vou mais pensar e tal. E aí comecei lá e tal.
- 3:16Lembro, inclusive, que na época, sabe quem era a editora geral
- 3:20geral da Rádio Jornal do Brasil? Ana Maria Machado.
- 3:23Só isso, só ex presidente da academia brasileira de letras e
- 3:28que tem muitos livros, muitos livros e tal.
- 3:30Então eu eu estava no lugar das pessoas certas.
- 3:33Aí lá eu descobri o seguinte, que o meu texto, a minha
- 3:35criação, era voltada mais para persuasão propaganda do que
- 3:40informação jornalismo. Não é?
- 3:43E aí a coisa foi ganhando um caminho e tal.
- 3:45Comecei muito cedo em propaganda, comecei dando certo,
- 3:48certo a coisa, quando dá certo endireita, logo vai em frente.
- 3:51Então a minha vida começou assim, não é?
- 3:53E agora, surpreendentemente, a vida é assim, não é, é?
- 3:57De uns 1520 dias para cá eu comecei a contar a minha
- 4:01história também no Instagram, não é Tony lourenco MKT.
- 4:05De marketing, né? Então você bota lá e pronto e já
- 4:08tem umas coisas lá engraçadas e muito bom estar aqui com você,
- 4:11Cássio, foi assim que eu comecei e é assim que vai continuar
- 4:13sendo, porque para encerrar, você olha para mim a minha
- 4:17embalagem eu tenho 71 anos, tá? A minha embalagem é essa, mas o
- 4:22conteúdo eu tenho 2123 25, eternamente estagiário, porque
- 4:27isso é o segredo da história. Quando você perder essa
- 4:30correlação aqui você já morreu e ainda não sabe.
- 4:33Então, aproveitando, isso aí, a gente vai pegar um pouquinho.
- 4:36É de algumas marcas EEE cases, que as pessoas acabaram ou
- 4:46acabam vendo ou estão vendo até hoje e nem todas sabem da onde,
- 4:50da onde veio. Eu vou pegar aqui um primeiro
- 4:55caso aqui de uma pessoa muito conhecida.
- 4:58Tem até 11 símbolo dela aqui No No.
- 5:02Na mesa, eu queria que você contasse um pouquinho.
- 5:05É da campanha EE, da relação do Ayrton Senna com o banco
- 5:10nacional. Como é que se deu isso aí, a
- 5:13criação, porque provavelmente é muita gente que tá vendo.
- 5:17A gente é, conhece o boné, sabe que como é que tão usando, mas
- 5:21não sabe da onde. Veio a perfeito, perfeito.
- 5:24É. É emocionante isso aí, 1984
- 5:25isso. Senhoras e senhores, vou
- 5:27apresentar para vocês o boné. Ó Mané, eita, você já ouve até
- 5:35musiquinha, não é? Isso aqui é inacreditável.
- 5:41Depois teve a versão com o nomezinho do dele do lado, não é
- 5:43esse aí o banco nacional 1984, então assim, todas as campanhas
- 5:46de banco eram iguais, como hoje em dia todas as campanhas de
- 5:51banco são iguais, tudo Me Too, Me Too, eu também, eu também, eu
- 5:54também. E aí a gente falou, vamos fazer
- 5:55alguma coisa diferente? Brasileiro gosta muito de
- 5:57automobilismo. Sempre o brasileiro adora
- 6:02Carnaval, automobilismo, corrido, né?
- 6:03Essas coisas. E aí é o seguinte, como achar
- 6:05alguém que pudesse representar esse momento EE dar um
- 6:08diferencial para o banco, né? Apresentamos para a família
- 6:12Magalhães pinto, que era dona do banco lá na época, chegamos lá
- 6:16aquela coisa, os publicitários apresentam as campanhas assim,
- 6:18com muita emoção, tal, tal, né? Aí chegou lá, quando acabei de
- 6:22falar, ele falou assim, mas é muito risco, tem muito risco
- 6:25nisso aí, porque é um é 11 esporte que as pessoas morrem.
- 6:30E realmente já tinha morrido. Zé Carlos passe já tinha
- 6:33morrido. Muita incrível.
- 6:34Né? Tinha morrido uma galera.
- 6:35É isso, isso uma galera, porque o esporte, né?
- 6:38Faz parte. A aventura dele é assim.
- 6:40Então eu falei assim, mas aí com 30 anos de idade, aquela coisa,
- 6:45então assim, mas mais risco que banco.
- 6:48Mas eu falei essa porra. Mais rico, mais risco que banco
- 6:52até aquela coisa e tal, porque era a época do overnight que era
- 6:55voltava à noite, investia à noite, para de manhã e voltava e
- 6:58tal. Então o resultado é aí o Airton,
- 7:01é o seguinte, temos que falar com quem?
- 7:02Com Oo empresário dele ou na verdade com o seu Milton, né,
- 7:07pai dele, né? Aí aquelas relações e tal, Oo
- 7:11departamento de marketing do do banco nacional era em São Paulo
- 7:14e tal, tinha lá era Oo chicape Pedroso, orta o filho, né?
- 7:18E aí conseguimos essa coisa toda e um dia.
- 7:20Conversando com com Oo, seu Milton e ele mesmo, na verdade o
- 7:23pai, ele ele resolvia, é, autorizou essa coisa e tal e era
- 7:27muito ligado na TV Globo na época, eu fiquei e tal e
- 7:30começamos a fazer as campanhas com ele.
- 7:32Cara, isso virou um negócio. Todo domingo em casa, nas
- 7:36pessoas, as pessoas se reuniram e vira uma religião, não é para
- 7:39assistir a corrida do Brasil, hoje não é mais assim, não é e
- 7:43tal. Então foi uma história que
- 7:44marcou minha vida de uma maneira.
- 7:46As pessoas falam assim, Ah, você estava lá, eu estava lá.
- 7:49Então isso me dá um orgulho, porque é a criação, vendo assim
- 7:53como diferenciar um produto dos outros produtos que são iguais,
- 7:56mas criando memória, criando é. É experiência emocional, como
- 8:03até hoje tem. Mas o boné foi de propósito.
- 8:07Porque foi o boné? Porque o boné é um instrumento
- 8:09principal da carreira de um cara como ele, piloto.
- 8:12Piloto não é nem de camiseta nem de, é o boné.
- 8:15Quando você bota um boné, você já está Na Na mesma página do
- 8:19produto, concorda? O boné é é como se fosse uma
- 8:22consequência, uma sequência das coisas natural, e isso aqui está
- 8:27aqui, o banco está sendo hoje o banco morreu e o Ayrton Senna
- 8:35não morreu. Engraçado, né?
- 8:38A primeira coisa é lá, mas não é um esporte de risco, as pessoas
- 8:41morrem. O banco morreu, o Ayrton Senna
- 8:43não morreu. Sim, ele ficou imortalizado.
- 8:46Totalmente, e assim caminha a eternidade.
- 8:51Tá então pra pra tirar isso? Aí, com todo respeito, agora.
- 8:58Vamos pegar 11 outro, um outro que todo mundo tem que lembra
- 9:03toda vez que vai na cozinha. Lembra de você?
- 9:06O que que? Qual é o produto que toda vez
- 9:08que o pessoal vai na cozinha lembra de você?
- 9:09É? Eu era um dos diretores de
- 9:12criação lá da Thompson, né? Uma agência multinacional,
- 9:14grande, grandes clientes e tal. É, e aí tinha um cliente lá
- 9:20chamado flashman royale, né? O que é que ele faz?
- 9:24Faz fermento em pó royale, que é aquela coisa incrível que ela
- 9:27faz uma pesquisa, é 95% de de de Cher no público todo mundo, né?
- 9:32E tinha a gelatina royale, os 2 produtos importantes fazíamos a
- 9:37propaganda dos 2, mas na royale era o seguinte.
- 9:40É um público muito, a coisa é para criança, porque gelatina
- 9:43tem uma coisa de fã de Alegria, não é e tal, e isso não falta
- 9:47como sobremesa, mas cara de todas as classes, todas.
- 9:50Então o seguinte, já existia esse pacotinho aqui, ó, esse
- 9:55pacotinho aqui sempre existiu, né?
- 9:57Aí OA gelatina em pó, ó, perfeito.
- 10:00Aí a gente colocou uma coisa nele aqui, faz um close aqui em
- 10:03mim aqui ó, eu vou tirar o dedo. E é o seguinte, o Bocão.
- 10:08O botão entrou, nós criamos um garoto propaganda que todo mundo
- 10:14adorou, todo mundo adora, está até hoje lá essa essa embalagem
- 10:18lá em casa tem bastante, toda hora que compra no supermercado
- 10:20nem nem nem consumo lá. Compro para estar perto.
- 10:24É como se fosse uma hereditariedade.
- 10:26Rapaz, é um filho, coisa assim, né?
- 10:29Isso aqui. Estava um dia fazendo uma
- 10:31palestra em Petrópolis, umas 300, 400 pessoas.
- 10:35E nós tínhamos criado também para essa campanha o clube da
- 10:38Alegria Royal, o clube da Alegria que Oo era com a cara do
- 10:41do o do Bocão para crianças. Então era a primeira carteira de
- 10:45identidade de criança que ela botava fotinho junto com com o
- 10:49Bocão. Quando eu falei isso lá, contei
- 10:51isso. Lá veio uma moça de uns 40 anos
- 10:53de idade, correndo assim, foi você, foi você que criou, olha
- 10:56aqui, olha aqui, eu tenho até hoje a minha carteirinha aqui,
- 11:00então cara, que emoção que não sei o que é.
- 11:03Outra coisa emocional inesquecível lá em casa tem, mas
- 11:05em todas as casas do Brasil tem, porque criamos o nome de Bocão,
- 11:09porque já tínhamos feito antes, abre a boca é Royal e aí abre a
- 11:15boca, Bocão, que é o Bocão, passou a ser o nome.
- 11:18Aí qual foi o segredo? Olha, como é que funciona a
- 11:20propaganda? Pegamos um designer, uma pessoa
- 11:23para fazer o desenho dele e esse esse Oo desenho, esse bonequinho
- 11:28aqui, ele aparecia nos nos supermercados, fazia uns flash
- 11:32mobs, aquelas coisas promocionais que de repente, o
- 11:35que acontece no corredor, assim e tal, igual quando você vai na
- 11:38Disney, que de repente você dobra para a direita e aparece o
- 11:40Mickey, o Pateta do seu lado e tal.
- 11:42Você tem experiências assim, então tinha o Bocão e também com
- 11:46psicologia, com psicologia. Para ver como é que ele se
- 11:50movimentava, porque assim é criança, tem medo de é
- 11:55movimentos bruscos de boneco, isso não diz nem é isso é uma
- 11:59pessoa, Oo Mickey faz assim a minnie, é tudo devagar para não
- 12:03assustar as crianças, então tem uma assessoria psicológica
- 12:07inclusive para isso. AA pessoa que criou o design foi
- 12:09o Cláudio sendin, era inclusive de uma outra agência, Caio
- 12:12domingos, na época, e a gente fez isso aqui.
- 12:15Então abre a boca, é Royal, então era o Bocão.
- 12:18E por que criou abre a boca? Porque boca, porque você já viu
- 12:22mãe dando comidinha para criança na boca você já viu, fala para
- 12:25mim, você estratégia, já viveu isso, você já foi essa criança e
- 12:28agora os teus filhos é assim, é a mãe dando criança é assim,
- 12:32abre a boca, a criança está sempre na televisão, sempre
- 12:35olhando pro teto, Ah, aquela comida cai, abre a boca, abre a
- 12:38abre a boca é coisa de mãe, então daí as coisas não vem Do
- 12:43Nada, as coisas vem das experiências que a vida traz.
- 12:46E a gente vai criando e fazendo. Então o Bocão foi isso, né?
- 12:50Mas é legal, né? Lá na minha casa tem.
- 12:52Fiz até um vídeo lá no meu Instagram na cozinha, lavando
- 12:54louça falando disso. A gente vai colocar o link aí
- 12:57para o pessoal poder acompanhar os vídeos.
- 12:59Ah, estão todos lá do Doni lourenca mikaté.
- 13:03Pegando esse lado aí do do do que a gente tem falado.
- 13:08E eu comecei a pensar aqui um pouco, por que que hoje a gente
- 13:11não a gente vê aí eu vou num. Num cerne um pouquinho mais
- 13:18profundo, por que que hoje a gente não vê algumas?
- 13:21É tanta criatividade nas campanhas e assim você pega
- 13:26esses garotos propaganda que tinham nos anos 90, 2000.
- 13:30Eles pararam de acontecer que nem a gente viu nessas
- 13:34campanhas. É no seu ver, né?
- 13:37É, se a gente falar uma parada aqui, o que eu vou falar não é
- 13:40nada contra. Não tem contra aquilo que eu
- 13:42estou falando, nem nada. Muita inteligência artificial,
- 13:46fica tudo lindo, é maravilhoso, artificial, todo mundo é bonito,
- 13:49todo mundo é novo, todo mundo é jovem, todo mundo é não sei o
- 13:51quê e tal, mas é através de um recurso técnico que vem a
- 13:55criatividade fica bonito. Antes não tinha muito recurso
- 13:59técnico não, ele foi desenhado, o Bocão que eu falei foi
- 14:03desenhado numa, numa folha ou alguém desenhou, então não foi
- 14:08uma inteligência artificial que fez não.
- 14:09Hoje a inteligência artificial nos dá muita velocidade.
- 14:13Velocidade e coisas diferenciadas, muito legal, mas
- 14:17é como se fosse um instrumento para é.
- 14:20É uma nova geração que é muito talentosa, muito competente e
- 14:24tal. Mas é uma outra Vibe, é uma
- 14:27outra Vibe. É uma Vibe mais de uma
- 14:29trajetória de de como é que eu posso dizer?
- 14:33É um pouco. A naturalidade virou um pouco
- 14:36artificial também. Por isso que você não tem hoje
- 14:39grandes. Antes tinha o bom de boca,
- 14:41lembra o bom de boca que fazia aquele negócio pra Oo remédio
- 14:45que. Não é?
- 14:46Eu pego assim. Você falou tinha um Bocão, tinha
- 14:48o cepacol, é você vai pegando. Tem vários exemplos que
- 14:52perduraram e às vezes perduram, mas você vê muita marca nova que
- 14:57você não vê. É, vamos.
- 14:59Dizer assim? É Ela?
- 15:01Não, não fica tão perto. E aí o que acontece que nem você
- 15:04falou hoje? Vamos pegar o banco que você deu
- 15:06um exemplo aí. Hoje os bancos é tirando Nubank,
- 15:10que que fez um negócio diferente, grande.
- 15:13Qual o outro banco? Você fala assim que se
- 15:16destacaria por por propaganda? Não tem.
- 15:18Não, não é, não tem dessa maneira.
- 15:22Não tinha outra. Então, mas de outra, qual?
- 15:25Se você eles mantém o padrão hoje?
- 15:27Você pega assim, XP, bota o Rodrigo Santoro fazendo negócio,
- 15:30você pega o Inter fazendo o cara lá, você não tem um?
- 15:34Um quando você não tem uma ideia, você chama um personagem
- 15:37famoso para fazer. Chama um ator ou uma atriz.
- 15:40É simples, essa receita é filme de Coca-Cola.
- 15:43Qual foi o filme da Coca-Cola que.
- 15:45Que arrebentou aquele caminhão de Natal andando, concorda?
- 15:49Aquele caminhão de Natal? Emoção com a música.
- 15:51Então, mas tem. Quer ver um que tem os outros
- 15:55hoje? Os outros?
- 15:57Sabe qual é esse? Não, não.
- 16:00Não é aquele esse, é aquele. Os outros.
- 16:02Foi criado Na Na Argentina, é os outros.
- 16:05Assim do da. Das garrafinhas, eles pequeno,
- 16:08grande e isso ele pegou todos os modelos de de garrafa, de coca e
- 16:14de caixa e encaixou no problema. Todo mundo é igual.
- 16:17Não, eu tenho pequeno. Eu tenho os grandes, os pequenos
- 16:21e os átomos, os baixos, os gordos, os magros, os perfeitos,
- 16:25os não perfeitos, os então, assim.
- 16:28Pegando de Coca-Cola que eu tô lembrando, tem tem alguns outros
- 16:31que que tem realmente os. Bichinhos da parmalat, né?
- 16:36Então, mas é. A gente tá pegando aí todos
- 16:38esses os últimos filmes nesse estilo que eu tenho visto.
- 16:42Ele não, ele para em no máximo vou chutar aqui em 2010.
- 16:48Uau Ah. É se você, se você, se você
- 16:50pegar um pouquinho, depois você não, você não tem você não,
- 16:55vamos lá, eu tô puxando aqui, você, eu sei porquê.
- 17:00A gente, a gente teve uma, eu tive uma discussão, no bom
- 17:05sentido, quando veio outros publicitários aqui e é o que a
- 17:08gente tem pego ainda, aproveitando um gênio de criação
- 17:11que é você. E aí a gente começa a comparar,
- 17:14o quê? É é essa parte da criação, que é
- 17:17o que eu falo. É, eu falei muito aqui, o grupo
- 17:21de criação tá fazendo podcast aqui e tal.
- 17:23E o que que eu falei Pra Ele na minha geração, que é 2006, minha
- 17:27faculdade, 2004, isso o que que acontecia.
- 17:30Você está do lado de um cara criador de 11, diretor de
- 17:35criação grande. Era era uma coisa quase
- 17:38impossível. Concorda?
- 17:41O acesso era quase impossível. Eu eu lembro porque na nossa
- 17:44faculdade, o qual era o diferencial da Estácio naquele
- 17:47ano, lá na de 2004, então, qual era o diferencial era que a
- 17:52maioria dos professores eram professores de mercado, isso.
- 17:55Então, o que que você queria? Você, eu não queria ir lá e
- 17:57escutar o que o livro me fala. Eu queria ler o que o livro fala
- 18:02e ter um profissional que é de mercado e muito bem é.
- 18:07Posicionado e faz aí. Então nossos professores eram da
- 18:10Thompson, era da África, eram de todas as agências de mccamp.
- 18:15Todos os meus professores foram assim.
- 18:16Então, qual era de só que você vivia aquilo?
- 18:19Sim, sim. Na faculdade você tinha o
- 18:21acesso, mas eu não tinha acesso. A tá do lado de um presidente,
- 18:24do CCRJ, de de um super criador. Hoje você vê que as pessoas nem
- 18:29nem é, levam isso em consideração.
- 18:32Porque ficou meio é parece ser fácil A Rede Social, ela
- 18:36encurtou alguns caminhos, EE também, ela desapareceu com
- 18:41alguns. Que é que é a que é a discussão
- 18:42que eu tenho trazido quando eu trago os publicitários aqui, que
- 18:46qual é a discussão? Antigamente, esses dias aí é
- 18:50morreu do alib dpz foi um dos caras que eu li muito.
- 18:54EEEE. Próprio Washington olivetto, que
- 18:57já foi, tem um tema. Então assim, se você pegar, tem
- 19:00uns 3 ou 4 que todo mundo conhece, claro.
- 19:03Mas eu eu dei o exemplo outro dia, se você pegar o Marcelo
- 19:05Serpa temos, né? Um Monte.
- 19:08Não, já não conhece tanto? Já não conhece?
- 19:11OPA, recebendo aí 11 mimo aqui do pessoal do green Station.
- 19:16Obrigado um suquinho, é? Eita, muito bom, muito bom.
- 19:21Obrigado. Green Station.
- 19:23Ó pessoal, green Station tem aqui no parque Jacarepaguá, que
- 19:26é um parceiro nosso. Mas continuando, o que que
- 19:29acontece? Você pega o Marcelo Serpa,
- 19:32quantas pessoas conhecem ele da nova geração?
- 19:34É, não tantos. Só que ele foi um cara que ele
- 19:36fez. Aí eu vou pegar.
- 19:38Você vai lembrar aquelas campanhas de cerveja e de um
- 19:42Monte de coisas. Muito forte, muito bom.
- 19:43Que ele criou, só que hoje você pega, qual que você tem?
- 19:47É, é, é. É que não, não gruda, não gruda,
- 19:50porque não tem aquele emocional, não tem aquela coisa.
- 19:52Porque é o que você está falando, é o que a gente está
- 19:54discutindo isso hoje. O cara quer ir para o visual.
- 19:58Que tem que Eu Acredito, tem que ter, mas ele tem que ter.
- 20:03É alguma coisa que mexe com você, porque as se você pegar
- 20:10essa época, aí, a propaganda é o que você falou.
- 20:12Ela é atemporal. Quando você acerta, você vai
- 20:15pegar o boné. Ele ele começou lá atrás.
- 20:19Aí você vê hoje a geração atual. Ela compra o boné do Ayrton
- 20:23Senna e do nacional, mas ela não sabe por.
- 20:25Quê? Hum, certamente.
- 20:27Então é, é, é isso que eu quero ver com.
- 20:29Eu estou querendo ver com você, um cara que participou aham
- 20:33tanto dessa. Você está continua no ativo e
- 20:37você pegou essa época toda. Então assim, o que que você vê
- 20:40de diferença daquele período mais para o dia hoje?
- 20:44Ah, eu vejo que virou 11 indústria, virou uma indústria
- 20:48de resultados. Assim, absurda de campanhas e
- 20:52tal. E a sensibilidade?
- 20:53Estou dizendo que ninguém é melhor que ninguém, não.
- 20:55Mas era 11 outra maneira de fazer Cássio.
- 20:58Era uma maneira que o cara chegava na época, fazia a
- 21:00gotinha, fazia um desenho animado, às vezes nem tão bem
- 21:04bem produzido, nem tão 11 criptotecnicamente e tal, mas
- 21:09passava AA Washington quando fazia Oo primeiro sutiã, ei.
- 21:14O Nizan com com os bichinhos da parmalat.
- 21:16Essa coisa que que mexe na emoção das pessoas é é vender
- 21:20através da emoção. O filtro é a emoção do
- 21:24consumidor e não a coisa de de ser muito correto, muito
- 21:28certinho. EE dar o recado.
- 21:30Então, assim, mas nós temos que estabelecer o seguinte, que os
- 21:32tempos mudam, mas eles não transformam pessoas em melhores
- 21:36nem piores. Tem gente muito da nova geração
- 21:38muito competente usando as ferramentas de agora, né?
- 21:41Mas é, é. Você tem razão naquela época e
- 21:44não sendo saudosista, porque não é isso.
- 21:46A gente tem que ter a capacidade de se reinventar o tempo todo
- 21:49assim. Mas tinha uma pegada mais do do
- 21:52coração, por exemplo, na Estrela lá a gente fazia.
- 21:54Toda criança tem uma Estrela dentro do coração, as coisas.
- 22:01Porquê? Porque mostravam um filme de 1
- 22:03minuto com os meninos brincando lá com com os os.
- 22:06Você brincava de ferrorama ou Falcon, mas a menina brincava de
- 22:11de boneca Suzy, o que for. Então toda criança tem uma
- 22:15Estrela no coração, até a maneira as músicas, os jingles,
- 22:21como a gente fala em propaganda, né?
- 22:23Eles eram mais. Ativos é o que eu tenho
- 22:26dificuldade de versão os jingles na nova geração.
- 22:30E você vê assim, Ah, como é que estão os jingles?
- 22:32Ah, é, é o que? Que?
- 22:34Porque a gente tinha muito jingle atemporal.
- 22:37Então fala outro, vou falar outro que que atendia isso Na Na
- 22:40Na prêmio quando eu trabalhei lá em 7879.
- 22:44Crema é a coisa mais gostosa desse mundo.
- 22:50Em reuniões às vezes com gente de 4045 anos, CEOs de empresa,
- 22:55às vezes para quebrar um gelo, eu falo o seguinte.
- 22:57Você tomava mingau assim. Sua mãe fala para um cara que é
- 23:00Estrela ali. Sua mãe dava para você.
- 23:03Mingau não dava. Pois é, eu estava lá.
- 23:06É engraçado, né? Então, aproveitando isso aí,
- 23:09você vai falar um pouquinho da música, né?
- 23:11Você vai falar um pouquinho da cremogema, como que se deu isso?
- 23:14Não é? Eu trabalhava lá na.
- 23:16Nós tomamos 77 7870 e eu fiquei lá quase 3 anos, né?
- 23:20E. E era um produto lá, assim como
- 23:23outros também. A Golden cross começou lá, nessa
- 23:25época que era saúde em primeiro lugar a gente colocou, ele fez
- 23:28isso em 78, hoje tudo é são em primeiro lugar de desodorante,
- 23:32de barla, é aquelas coisa lá, mas tinha lá o crimojema
- 23:36crimojema é aquele anunciante na época era assim que ele só
- 23:40anunciava, é muito assíduo na televisão, mas muito forte nas
- 23:44Datas, Datas promocionais e tal EEEEA coisa do do do gingo é
- 23:49assim. Como é que a ideia?
- 23:52Ah, vamos inventar umas palavras, uma história a repetir
- 23:56o nome. Aliás, se se.
- 23:59Mas. Mas ela ficou meio chiclete.
- 24:03É claro, porque fez. Falando o nome, sabe diferente
- 24:09porque é igual pamparampa, Pampa, coisas viáveis.
- 24:13Simples é o palhaço carequinha lá atrás que a Mané.
- 24:17Hoje não sei o que o palhaço que é ladrão de mulher.
- 24:21Aí ele dá um tapa no outro que não foi tapa nenhuma.
- 24:22Onde que ele caiu? Levou a perna, era mais simples.
- 24:26Era mais emocionante, né? Então a gente repetiu, cremo,
- 24:29cremo, cremo, cremo é a coisa mais gostosa disso tudo.
- 24:34Simples, o simples é que é criativo.
- 24:37Quando você começa a brifar o briefing ser muito complicado
- 24:40demais, vai perdendo um pouco da criação em nome de sei lá o que,
- 24:46de tecnologia em nome de não sei.
- 24:49Eu acho que hoje, por exemplo, a maioria dos dos gerentes, dos
- 24:52gestores. Os caras de marketing hoje é
- 24:55tudo na faixa de 25 anos. Isso estou é é dando força. 2530
- 25:00anos não é isso. Antigamente o gerente tinha um
- 25:034045, então ele está querendo dizer que antigamente não é nada
- 25:06disso, mas é que já é um histórico, já é uma outra
- 25:09geração, sabe que gerações eu aprendi isso de 20 em 20 anos,
- 25:13muda a geração. Era assim, hoje já muda de 15 em
- 25:1715, porque o garoto já é empreendedor desde os 15, já tem
- 25:20empresa que já tal, já aplica em bitcoin, aquelas coisas e tal,
- 25:25mas antigamente não, antigamente era assim, os gerentes, eles já
- 25:28tinham uma carreira, uma história e tal, e eram mais
- 25:31afeitos a coisas mais simples e mais emocionais, entendeu?
- 25:35Não sei se me expliquei direito, mas é um modus operandi, a
- 25:39criação é isso, mas tem que ter os insights, cara.
- 25:42Você, eu, eu sempre digo assim, criação ou você tem?
- 25:46Você não tem, cara. É a palavra.
- 25:48É até meio chato essa frase, mas vem.
- 25:51Mas que qual dica que você daria para o pessoal que tá começando
- 25:56hoje? É nem todo mundo na faculdade,
- 25:58mas tem gente que pega o Instagram, pega outras coisas,
- 26:01né? Para melhorar essa parte de
- 26:03criação. Porque isso a gente Na Na minha
- 26:08fazia muito curso, fazia tudo isso.
- 26:11EEE acaba que hoje todo mundo acha que aprende só no YouTube.
- 26:15EE, nem sempre é claro que dá para aprender, tudo tem, mas eu
- 26:19acho que é é o que eu falo que a gente tá perdendo um pouco, é
- 26:24você aprender de pessoas que fizeram muitas coisas legais.
- 26:28Então qual uma dica que você daria aí para.
- 26:31Para quem quer dar uma melhorada.
- 26:32Eu acho o seguinte, tem que ir lá na fonte e hoje a tecnologia
- 26:35toda, ela ajuda nisso, ajuda para você ir lá atrás e buscar e
- 26:40pega produtos e fala, como é que era a propaganda nos anos 70,
- 26:43nos anos 80, nos anos 90? Vê, vê isso não é só você que
- 26:47quer seguir a profissão de trabalhar em empresas, em
- 26:51comunicação, em criação. Não vai lá, vê, vai lá atrás.
- 26:55Sabe? É.
- 26:55É importante essa cultura lá de trás.
- 26:57E se você tem dentro de você alguma coisa que te move, que te
- 27:01mobiliza para fazer coisas diferentes do que todo mundo
- 27:05faz, isso isso também é importante.
- 27:08Você bebendo na fonte, usando todos os recursos que hoje tem.
- 27:12Que antes não tinha. Antes era muito difícil você ir
- 27:15por um estúdio de gravação ou por um local de filmagem e
- 27:18repete, e volta. Não tinha essa tecnologia de
- 27:21você poder é é fazer tudo de maneira melhor e mais rápida.
- 27:25Não era ali na criatividade mesmo, a os gingles eram
- 27:29gravados por corais como pessoas a físicas dentro do estúdio.
- 27:33A primeira voz volta, aí voltava, EE faz ali.
- 27:37Então assim é, primeiro você tem que beber nessa fonte e se
- 27:40alimentar disso. Agora também, se você tem esse
- 27:44insight dentro de você, essa chama é faz de maneira nova.
- 27:49As empresas precisam fazer isso de maneira nova, sem esquecer a
- 27:53emoção das coisas que que já são, que são pertinentes que e
- 27:58outra coisa que eu aprendi também, já fiz muito, muito
- 28:00cool, muita palestra para o pessoal de faculdade, até de
- 28:03comunicação mesmo, criação. Uma coisa que você não ensina é
- 28:07uma coisa que você estimula, né? Se a pessoa tem uma
- 28:11centelhazinha, você pega ali e tal.
- 28:14Claro que criação antigamente era assim, aprendia com Os
- 28:17Americanos lá da década de 5060, e assim e unique sering
- 28:21proposition, uma única proposta de venda.
- 28:25Então o produto tem que ser, esse produto é diferente do
- 28:27outro? Em quê?
- 28:27Ah, porque ele é mais elástico. A outra, Ah, não, porque ele é
- 28:30mais resistente. Porque ele é mais fofinho.
- 28:33Qual é o diferencial do produto em cima disso aí?
- 28:36Aí aí deixava a imaginação voar. EE criava, se as campanhas,
- 28:40criava se os insights, tudo em cima disso aí, aí através da
- 28:45musiquinha, passava, então tinha que mostrar se era mais duro,
- 28:48falava disso e tal. Hoje a gente meio que fala de
- 28:51tudo, fala de tudo e não deixa residual, eu vejo isso.
- 28:56Pegando um pegando um pouco, 111.
- 29:00Um insight aqui das palestras. Um insight, um insight da das
- 29:05palestras. Eu queria que você contasse um
- 29:08pouquinho de uma palestra. Cedeu para fazer demonstração de
- 29:11impacto. Eita, medo, me lembra?
- 29:14Isso, esse, esse é 11 caso para o pessoal, é entender um
- 29:17pouquinho. É o seguinte, propaganda
- 29:19importante que dá resultado, tem que ter impacto, tem que ter
- 29:23impacto. Mas esse negócio de impacto é
- 29:25muito relativo. Você faz uma coisa muito
- 29:27emocionante, tem um super impacto.
- 29:29A leitura da palavra impacto não quer dizer que é bombástico.
- 29:33Tiro porra de ibope não. Por exemplo, a emoção quando
- 29:35você faz uma pessoa chorar, isso é impacto.
- 29:40Concorda? Concordo, você fala, quero ver
- 29:43você não chorar, olhar para trás, vai ver lá o filme em 84
- 29:47que a gente fez lá com com é 84 e 85, estava lá e está na música
- 29:52e tal, as crianças. É um impacto aqui para você,
- 29:57sabe, olha que impacto incrível. Mas aí voltando à aparece lá a
- 30:00aparece que estava fazendo uma faculdade Ipanema, Rio de
- 30:03Janeiro, não é ali na próxima senhora da paz, ali faculdade
- 30:06Cândido mente, um sábado de manhã estava lá.
- 30:09Pera aí, uns ovos, porra, Tony, tu vai levar, vou levar, mas o
- 30:14que é que tu vai fazer questão? Pode ter a mínima ideia, se
- 30:15tiver fome, a gente não importa. Aí chegamos lá e tal e uma
- 30:19propaganda, que impacto é isso? E tal.
- 30:20Aí vendemos toda a história e tal.
- 30:22Aí quando eu já não sabia mais o que eu IA falar de impacto, eu,
- 30:26eu era. O trabalho não é tombo, só tem
- 30:27nessa época, tinha uns 30 anos, 2930 anos.
- 30:32Aí eu peguei o seguinte, impacto, é isso aqui, ó.
- 30:34Isso aqui, ó, aí começo, espera aí, não vou levantar aqui.
- 30:36Falar para se levantar, a gente sai de.
- 30:38Quadro chega um pouquinho mais. De quadro, vamos voltar para o
- 30:41quadro, não é impacto, é isso aqui comecei a andar pela
- 30:44plateia com 2 ovos assim, jogando um para cima, para
- 30:46baixo, jogando para cima, e as pessoas já assim, pô, isso vai
- 30:49dar merda aqui, vai cair em cima de mim, imagina assim, é
- 30:52impacto, impacto. Aí vinha andando para o palco
- 30:55também, eu sou maluco, até a página cheia de não é também não
- 30:57fiz, cara, aí voltei para o palco.
- 31:00Olha, impacto é assim. Como é que a gente faz uma
- 31:02pessoa tomar 11 decisão emocional ou sentir alguma coisa
- 31:06diferente? É assim, ó, drop drop.
- 31:09Aí joguei os 2 ovos na parede, escorreu lá e tal.
- 31:13A merda é que 2 dias depois reclamaram com a gente lá,
- 31:16porque o carpete. Ficou podre, ficou podre.
- 31:19É, ficou podre aquela coisa e tal, né?
- 31:22E aí, pronto. E aí é, é então o impacto é isso
- 31:24aqui tem várias, várias formas de fazer impacto, né?
- 31:28Aí peguei os outros 2. Os outros já.
- 31:30Então o impacto é o seguinte, já está aqui, ó vumo, vumo, ele era
- 31:33o ovo cozido, era o ovo cozido, isso é impacto, é quando você dá
- 31:40um explode uma bomba no coração da pessoa.
- 31:42EE é isso agora é, é aquilo, não é EE, impacto é uma das coisas
- 31:50que propaganda tem que ter. Olha, eu citaria aqui, não vou
- 31:53dar nomes, está. Eu passo com a minha mulher no
- 31:55barra, no shopping, nos lugares e tal.
- 31:58Falo assim, aquela marca daquela empresa, ali ela vem ela, a
- 32:01marca não traduz o benefício mais importante dela.
- 32:06Aí aí ela fala, porra, é meu, é ali.
- 32:08Aí assim, como é que chega num cara dele?
- 32:10Depois se eu chegasse num cara dele e falasse o seguinte,
- 32:11porque não, não é dizer, está tudo errado, porque não fazer
- 32:15isso, isso, isso, isso porque a gente vê coisas.
- 32:18Mas você não acha que o pessoal tá meio é?
- 32:24Não é acostumado, mas numa zona de conforto, muita marca tá numa
- 32:28zona de conforto é EE não quer mudar ou então o gestor.
- 32:33Hoje a gente discute muito isso. Tem muita gente que não quer
- 32:36arriscar, ela quer manter ali. Vou fazer o feijão com arroz EE,
- 32:40vou continuar. Isso porque hoje em dia é
- 32:43defender o lado, né? A pessoa você falou meio que na
- 32:46zona de copa? Não, totalmente, não é meio.
- 32:49Eles estão defendendo OA grana, defendendo o crachá.
- 32:54Para que mudar se vão acabar me mudando?
- 32:58Entendeu? Arrisca um pouco.
- 32:59Grandes marcas acham que elas já vão, porque elas são grandes
- 33:03marcas. Olha só, grandes marcas acabam.
- 33:05Kodak às vezes acaba por uma questão de não percebeu o
- 33:09movimento do mercado e tal, e às vezes porque não percebeu que a
- 33:12comunicação envelheceu, que ela não passa mais emoção.
- 33:16Emoção para os produtos dela, para os seus, os seus
- 33:19consumidores e tal. Isso tem uma zona de conforto,
- 33:21você falou muito bem, zona de conforto grande, mas é muito
- 33:24grande. Tem muito CEO cagão câmeras e
- 33:28nem muito CEO cagão. Sabe o que que é isso?
- 33:31E assim, deixa deixa ficar como está, deixa assim é, é porque
- 33:36isso é real e aí por isso você vê muita dança de cadeira de
- 33:39CEO. Só que a empresa perde o cara,
- 33:42só muda 3 anos depois ou 4 anos e estrago e já tá.
- 33:45Eu vejo muita coisa, muita coisa assim, mas eu não sou assim
- 33:47amargo nem nada é. A maneira de falar é que é o meu
- 33:50jeito é, é, é assim. Quem trabalha em criação vê a
- 33:54coisa. Claro que assim nem forra
- 33:58instigamp total, nem Donald Trump.
- 34:01Bom, senão também é complicado, né?
- 34:03Mas é ao meu lado, fora este Gump, me ajuda muito.
- 34:05Sabia que a gente olha para umas coisas que fala assim, e se não
- 34:09fosse dessa maneira, fosse do outro e tal.
- 34:12E essa sacada de criação é que é a parada forte, é que é o que a
- 34:17marca precisa. Mas as pessoas precisam de se
- 34:20varia da marca. Eu estou falando.
- 34:22Você puxou o assunto, muitas pessoas ficam assim meio, né?
- 34:25Você falou? Sim, hoje você você pega muita
- 34:28marca. Pega que que você vê que o cara
- 34:30tá mantendo ali 1020 anos, a mesma coisa.
- 34:33Ele não, ele não faz nada de Ah, vou, vou criar um impacto que
- 34:37nem você falou, vou criar. Deixa eu falar um diferencial,
- 34:39vou. Falar de um mercado aqui?
- 34:42Vou comer um. Vai comendo aí enquanto a gente
- 34:44fala aqui, ó, curso de inglês. Eu já falei, ei, já comentei
- 34:47isso. Olha o gritão curso de inglês.
- 34:50Eu atendi cultura inglesa. Nos anos de 81 até 84, atendi
- 34:54cultura inglesa, não é no Rio de Janeiro?
- 34:57Olha só, fazíamos os comerciais mais emocionantes que a cultura
- 35:00inglesa fez até hoje. Entra lá década de 8280 e década
- 35:04ano 8283 84, e é lá eu pegava vídeos, vídeos de grandes
- 35:11artistas americanos, como aquela cantora carequinha China do
- 35:14Connor, lembra isso? E a música era nancing comper To
- 35:18You era do Prince, não é? Nada se compara a você aí assim,
- 35:23é Oo vídeo, tinha 4 minutos, que era aquele vídeo de divulgação,
- 35:29né, para as emissoras e tal, 4 minutos a gente IA para a
- 35:31Globosat, ficava lá dentro, transformava 4 minutos em 1
- 35:34minuto. Edição, né?
- 35:36Ali No No corte é e aí falava o seguinte inglês o tempo todo, um
- 35:42minuto, 60 segundos, aí falava, falava lá quando chegava em 55
- 35:46segundos, isto não era nobre, o Jornal Nacional e tal falava
- 35:49assim. Se você gosta, mas não entende,
- 35:53você precisa de cultura. Cultura inglesa era 5 segundos
- 35:56de um telefone na época, o telefone não tinha que arricou e
- 35:59tal telefone na tela, porra matriculava que tinha fila para
- 36:02para matricular. Aí você falava porquê?
- 36:05Porque cara, pegava a emoção que a música passava, todo mundo
- 36:08achava até 55 segundos em 60 que era assim, Ah, estão divulgando
- 36:12essa música. De repente IA da cultura inglesa
- 36:15e pronto, era isso, sabe como é que era na rádio?
- 36:18Oo apresentador da rádio, locutor botava uma música em
- 36:22inglês e falava assim, é, agora vai tocar a música lá se compete
- 36:28o you e tal, e tocava música aí no final, assim, se você gosta
- 36:32mas não entende, você precisa de cultura.
- 36:34Não entrava para abrir comercial, não era, era.
- 36:36É como se fossem merchandising ao vivo e tal, e explodia
- 36:39também, porque é que é isso? Mas a cultura inglesa deixava
- 36:42fazer, ela deixava fazer hoje, cultura inglesa é o que?
- 36:45Ah, irmão, desculpa. Nem nada contra, nem a favor.
- 36:48Aliás, todos os cursos de inglês é o quê?
- 36:50Aliás, aprender inglês. Curso, galera, pergunta inglês,
- 36:54Tony, o que é que faz? Aí a gente conversa depois, aí
- 36:57tudo bem, mas é assim, eu não acredito mais que alguém aprenda
- 37:00inglês através do curso. A minha filha fez um curso, não
- 37:04vou dar o nome durante 2 anos. Aí chegou em 2006, foi para a
- 37:07Inglaterra, 6 meses depois, ela falava fluente na Inglaterra, no
- 37:10sacrifício da sobrevivência, e entrava no McDonald's e falava,
- 37:14hungry. Essa palavra handry dentro do
- 37:18McDonald's, depois rir, ri e tal.
- 37:24E aí a coisa AA curso inglês é muito conversa, muita apostila,
- 37:28muito, não é mais como era antes, já está mais moderno, já
- 37:32está, está tudo certo. Tem gente que já teve curso de
- 37:35inglês, muito sucesso total, depois vendeu, depois comprou o
- 37:37mesmo curso e tal, e está tudo certo.
- 37:40Mas eu acho o seguinte, tem que haver uma reformulação geral
- 37:45nesse nicho. EE curso de inglês, por exemplo.
- 37:48Aí você fala assim, como é que isso faz?
- 37:50Criação, criação, como eu costumo muito dizer, em
- 37:55palestras e mentorias e consultorias que eu já dou, você
- 37:59traz para mim o quê e o porquê. Eu dou como o que que é, o que
- 38:06é, o que que te mobiliza, o que que te move, o porquê, o teu
- 38:09propósito, e aí, como que eu faço?
- 38:12Aí a gente é o somos os agentes do como tá?
- 38:16Eu já vi muitos, muitos aqui do podcasts até aqui, de casos
- 38:20incríveis, que a gente vê pessoas brilhantes falando dos
- 38:22seus produtos e tal. E alguns precisam assim, de
- 38:27mentes criativas. A gente faz assim.
- 38:29Como é que faz isso bombar? Está entendendo?
- 38:33A gente vê claramente, mas hoje tem muita.
- 38:35É um meio que você falou, é meio segura e tal.
- 38:39Então vou pegar um exemplo aqui que.
- 38:40A gente se agrediu alguém, você edita você.
- 38:43Não, hoje o pessoal tira tudo. Pegando um exemplo que você fez
- 38:47uma coisa atemporal para para o pessoal também ir balizando.
- 38:52O que a gente tá conversando? Tem o case da bíblia com Cid
- 38:57Moreira. Ah, pô, esse aí 1997 98.
- 39:01E todas essas coisas eu tô perguntando aqui, porque são
- 39:06coisas que são um pouco diferente do mercado.
- 39:10Você sempre teve um, vamos dizer assim, foi arrojado em si.
- 39:15Pra pra poder chegar. Então assim como é que você deu
- 39:18isso aí? E mais importante que eu vou
- 39:21começar a perguntar é, como é que às vezes você convence um
- 39:24cliente a fazer uma situação dessa?
- 39:27Porque às vezes você tá lá. A ideia é boa, mas você tem que
- 39:30convencer ele a aceitar você ser arrojado, que a gente vê que
- 39:35também é um caso hoje, que é que é complexo.
- 39:38Claro, nesse caso aí não tinha cliente nenhum, então fez pra
- 39:42quê o alien? Não é o seguinte, a ideia era
- 39:46pegar algo que emociona as pessoas, a bíblia é o livro mais
- 39:50livro do mundo, né, e fazer ela chegar em mais pessoas, esse era
- 39:55o objetivo, então olhava na época não, a gente chamava zapet
- 39:58é com Jonas Suassuna, tá? É, ele também era um cara
- 40:01visionário, até hoje, visionário e tal, e ele é, teve esse
- 40:07insight, foi ele que teve esse insight aí, falou assim, aí como
- 40:10é que a gente podia fazer isso? Então aí começou a conversar,
- 40:12foi conversando. EEE de repente assim, vamos
- 40:16pegar alguém que que traduza, que se a pessoa fechar o olho,
- 40:19escuta a pessoa falando a quem? Bom, na década de 8090 era 90
- 40:25até 2010, quem fechava o olho, quem você escutava falando Cid
- 40:29Moreira, boa noite toda aquela coisa era a voz do Brasil.
- 40:35É um negócio? Não.
- 40:36Aí a conversa vai, conversa vem, não sei o que chegou nele e tal.
- 40:39Ele comprou a ideia, ele achou ótimo e tal, e começamos a
- 40:44gravar um CDS na época. CDS, tá?
- 40:47É e encartar em jornais de grandes tiragens, como jornal o
- 40:52Globo e o dia, no Rio de Janeiro, folha de São Paulo, o
- 40:55estado de Minas, então todos os estados brasileiros.
- 40:58E é assim é na compra do jornal o Globo, mais 4 e 90 ou mais 5 e
- 41:0290. Então você levava OCD da bíblia.
- 41:05Só um parênteses aqui, 15 dias atrás eu estava na frente de um
- 41:08grande cliente que eu tenho de de de de de consultoria mesmo,
- 41:12forte de área financeira, EE, aí contei essa história, surgiu por
- 41:16alguma razão lá ele falou assim, a minha mãe, a minha mãe é, é,
- 41:21é, é, é, comprava OCD, na verdade, você comprava o jornal,
- 41:24ele era encartado, está com a minha mãe, então é coisas que
- 41:28ficam, não é? Então é, é assim, não tinha
- 41:31cliente, porque que eu falo que não tinha cliente?
- 41:33O que era assim, OOK, vamos gravar, vamos vocês.
- 41:36Moreira gravou, gravou, ó, já está gravado.
- 41:38A gente procura o cliente, procura o cliente.
- 41:42O Globo, você quer fazer isso? Não, não vou fazer se o dia já
- 41:45está fazendo aí fez primeiro no Globo, 6 meses depois o dia fez
- 41:50aí, depois folha de São Paulo e tal, você criou se nós criamos
- 41:54até o cliente, então. Mas, no caso, isso aí veio
- 42:00direto. Hoje você acha que vamos dizer
- 42:06como seria para você fazer algo nesse estilo no mercado de hoje?
- 42:11É o seguinte, aí é que veio, olha, e agora eu vou, eu vou.
- 42:14Pô, essa pergunta é muito boa, porque ela fala comigo dentro de
- 42:17mim. Olha só, as oportunidades estão
- 42:20aí na cara, poucos veem. Graças a Deus eu oro a Deus todo
- 42:25dia. Agradeço por ser um desses
- 42:26poucos aí. Ah, vai do não, que vaidade,
- 42:29não, a gente sabe o que é e o que não é.
- 42:31Se você mandar entrar no time lá para jogar futebol, eu não vou.
- 42:34Se você me der um violino para tocar eu não sei, mas eu aquilo
- 42:37que eu fiz da minha vida inteira, eu sei.
- 42:39As oportunidades, elas estão aí, é é você na hora que vê.
- 42:45Todo o entorno daquela marca, daquele cliente, do público que
- 42:50está ali, você fala o seguinte, o que é que esse público
- 42:52precisaria de novidade, de estímulo, de alguma coisa
- 42:56diferenciada, que agregaria um valor muito, muito grande aquela
- 43:00marca. E aí eu duvido.
- 43:02Se você falar com o fundador da empresa, já está aprovado que os
- 43:05fundadores têm visão, está agora.
- 43:08Se você pegar um CEO de ocasião, isso acontece muito.
- 43:12O cara está ali porque depois pulou para aquele outro galho,
- 43:14porque depois foi para cá, ele mudou de segmento e tal e está
- 43:16tudo certo. Vivo os CEOs.
- 43:18Jesus é o CEOs, mas vamos lá, os CEOs que não tem o compromisso
- 43:24absoluto daquela marca porque é passageiros.
- 43:28Às vezes não tem essa perceção, mas olha só, quando você fala
- 43:32com pessoas comprometidos com a marca e que são os donos da
- 43:35marca, e eles sabem que precisam ter ideias novas, diferentes,
- 43:38eu, quando entro, às vezes em alguns lugares falo assim, essa
- 43:41marca podia fazer. Eu tenho a ideia para o
- 43:44Starbucks, que muda a vida dos Starbucks.
- 43:47Eu acho que eu já até comentei contigo um dia e tal, comentei
- 43:50com a minha mulher com o Tony, que é isso?
- 43:52Mas falam o que é, ué, porque nunca ninguém pensou aquilo.
- 43:55O pessoal pensa que o pessoal vai para lá tomar café e vai
- 43:57comer assim, anámont e vai não sei o quê.
- 43:59Ah, porque a marca já é, o desafio é ir para a Apple.
- 44:03O que é que é para fazer que a Apple ainda não fez?
- 44:05Pô, cara, se bater no peito, vem assim, EEEA cerveja tal, vem.
- 44:11EOO, fala aí, qualquer marca vem é sair daquele quadradinho
- 44:16previsível. Hoje tem muita teoria, muita
- 44:20inteligência artificial, muito vai ficar bonito, vai, não sei
- 44:24quê, mas coisas marcantes, definitivas.
- 44:27Cássio, como você falou, elas precisam estar.
- 44:29Eu, eu passo em um shopping em frente à marca de beleza e falo
- 44:33porque não faz isso isso, isso porque, mas tem as experiências,
- 44:36você entra lá, as pessoas estão se maquiando dentro da loja,
- 44:38então você está tudo certo. Qual é o passo adiante?
- 44:41Netstep qual é o próximo passo dessa marca?
- 44:45Eu sou meio especialista em próximo passo daquela marca ali
- 44:49vai dizer de novo, Tony, vai dar?
- 44:51Não, não, não. É que dentro de mim surge minha
- 44:54mulher. Às vezes a gente faz reuniões
- 44:56num dia, no outro dia falo assim, ela tem um negócio aqui
- 44:59para aquela marca, tem um negócio ali, só precisava
- 45:01chegar, chegar nos caras, porque os caras querem alguém que,
- 45:05independente de qualquer interesse, de crachá ou aluno,
- 45:08esquece assim. O que é que você podia criar que
- 45:12dê memorabilidade para a minha marca?
- 45:14Afetividade ou pertinência? O que for, se você pensar num
- 45:19time de futebol, tem algo novo para fazer.
- 45:21Se você pensar num num marca de cosmético, tem algo novo para
- 45:25fazer, tem, sempre tem algo novo, é que às vezes é mais
- 45:28cômodo, sabe? E a indústria já anda e tal e
- 45:31pronto, é isso. Olha, eu me me emociono, não é
- 45:35assim, mas eu. Eu, quando eu olho para um
- 45:38produto, eu vejo assim, qual é o próximo passo disso aí?
- 45:40Criativo, criativo. Aí eu faço música, aí eu faço
- 45:44conceitos, aí eu faço, ó, coisa da minha vida toda.
- 45:46Se precisar gravar, também vamos gravar.
- 45:49Então, então eu eu vou pegar 111 outra ocasião, disseram que
- 45:54você, numa reunião, quebrou uma TV, conta essa história, conta
- 45:59essa história. Não fui eu.
- 46:01Não, não. Foi o pessoal da produção,
- 46:04produção. É produção?
- 46:06Bota a culpa na produção aí, produção?
- 46:08Pois é, isso é uma reunião, centro da cidade, centro da
- 46:13cidade, sobre empresa de energia solar, energia solar, 3 pessoas
- 46:18na mesa, mas porra, também o lugar era apertado, não tô.
- 46:22Aqui, o? Lugar era meio apertado, tinha
- 46:25umas 56 pessoas na mesa, era menor que esse aqui.
- 46:28Aí você sabe que eu falo assim, eu fui até orientado, falei
- 46:32durante aqui, nesse aí, se não sai, sai de quadro, né?
- 46:36É, é assim, né? Não dá, né?
- 46:39Não dá para ser o maestro, ficar naquele quadradinho assim não.
- 46:42Então assim estava num lugar e eu explicando, e eu abro muito o
- 46:45braço e eu abro não sei o quê e tal, e tinha uma televisão ali
- 46:47que tinha acabado de fazer uma apresentação na televisão e tal,
- 46:50aí não deu tempo de segurar ATV, cara, que eu falo assim, e nós
- 46:53na energia elétrica, nós fomos fazer isso, isso era um pessoal
- 46:55do Paraná. Vou fazer isso.
- 46:57Então ele fez assim, vá aí, abriu o braço.
- 47:00Quando eu abri o braço, aí falou assim, pô, a conta vai chegar,
- 47:05pô. A conta chegou.
- 47:06Eu paguei uma TV, é paguei uma TV, paguei uma TV lá.
- 47:11E a campanha saiu. Eu tava começando.
- 47:14Era a reunião de de, de para pegar briefing, para pegar
- 47:18briefing. O cara ri muito melhorado, muito
- 47:20melhor velhinho, muito melhorado.
- 47:24Depois fez algumas coisas e tal. Isso não atrapalha em nada,
- 47:26porque a emoção não atrapalha em nada.
- 47:28Se for demais sedosa, sedosa, mas não pode atirar.
- 47:31Coisa da. Emoção hoje, se você tivesse que
- 47:33pegar essa parte. Beber uma aguinha aqui?
- 47:36Beber uma aguinha, uma aguinha. A aguinha com merchandising
- 47:40multistoine aqui, marquinha do Barra Shopping aqui, pô.
- 47:45Olha só, pegando essa parte aí de de criação hoje, é?
- 47:50Vou vou fazer uma pergunta um pouco mais.
- 47:53Direcionado qual dessas campanhas todas você acha que
- 47:57você teve mais dificuldade em em aprovar uma campanha dessas
- 48:02famosas? Ah, não, mas esse é o meu lado
- 48:04melhor. É não, não, Ah, assim é.
- 48:08Eu chego chegando lá assim, aprovar coisas que que
- 48:13acrescentem, que sejam legais, diferentes e motivos é fácil
- 48:16demais, demais. Não tem a dificuldade nessa
- 48:19parte, não a dificuldade. É às vezes na hora de de, do,
- 48:23do, do marketing, é do marketing da empresa que por alguma razão
- 48:28ou por outra ou por o importa, às vezes acho que não é bem aqui
- 48:32hoje, irmão. Ah, outra coisa, todo o cara de
- 48:35marketing, ele ele se escora. Pesquisa, né?
- 48:39Pesquisa, irmão. Ali a pesquisa deu é para
- 48:42pesquisa, pesquisa. Ela intui a pesquisa, ela
- 48:48localiza, ela tal, mas ela não. Não resolve tudo, senão não
- 48:52podia criar, senão AAA campanha, tinha que ser só repetir a coisa
- 48:56da pesquisa, né? Então, qual era?
- 48:59A pergunta da das campanhas famosas tem várias.
- 49:03Qual foi mais difícil? Vamos dizer você colocar para ir
- 49:06para o ar, porque às vezes você cria uma parada, eu já vi, o
- 49:10pessoal gosta e tal, e aí chega em algum, alguém vai lá e trava,
- 49:15o que é que mude ou porque realmente você tá falando, é, é,
- 49:19tem, tem uma. Tem uma hierarquia, às vezes tem
- 49:23situações que o pessoal nem todo mundo entende a propaganda, ela
- 49:27é a gente tem muita gente genial, mas às vezes eu acho que
- 49:32o marketing trava muita coisa. Então só que você já tá nisso
- 49:36muito tempo. Você tem muita coisa que saiu.
- 49:38Então assim, então você ou você tem um jeito de fazer diferente
- 49:45ou você foi aprendendo com o tempo, pô, se eu fizer isso
- 49:49aqui? Eu vou aprovar.
- 49:50Se eu não fizer isso, eu não aprovo.
- 49:52Vou seguir esse caminho. Já cheguei aqui.
- 49:55Vamos lá, no final até volto nisso.
- 49:59É assim, ó, é, é pelo seguinte, porque eu não vejo esse muro, eu
- 50:02não vejo essa, essa dificuldade não.
- 50:05Mas eu vejo coisas que aparentemente eram muito
- 50:07difíceis e não foi. Você lembra que década de 8090
- 50:11eu tava ainda na Thomson? Até a gente tinha um cliente
- 50:13chama Citibank. Citibank era credor da dívida do
- 50:15Brasil, um dos credores. Todo mundo pode ter dinheiro se
- 50:18tiver achar um Citibank um negócio e tal, então é, é
- 50:23cliente, é lugar de Citibank, é lugar de cliente high net, high
- 50:26net, aqueles caras que tem muito dinheiro e tal.
- 50:29E aí o seguinte, estava lá. Assim é a apresentação da
- 50:34campanha para dizer o que o que a gente conseguiu lá foi assim.
- 50:38É, nós pensamos uma coisa em popularizar um pouco mais o
- 50:41Citibank. Eu falei, popularizar de
- 50:43propósito, já para dar um. Vamos popularizar.
- 50:46Nós não somos no banco popular. A gente às vezes faz umas
- 50:48casquinhas de banana de propósito para depois suga é
- 50:51surfar, surfar, deixar popularizar um pouco mais o
- 50:54banco. O que que é popularizar?
- 50:55Alargar, alargar, alargar a base, alargar a base de de de
- 51:02clientes. Porque não pode alguém ser
- 51:05cliente do Citibank sem ser o super hiper, mega tiopatinhas,
- 51:09concorda? Tá aí o seguinte, começou a
- 51:12apresentação assim, olha só. Porque eu sou a pessoa que tem
- 51:16uma filha chamada Maria Elizabeth, imagina isso cantando
- 51:20no sítio? Bem, Maria Elizabeth, quando a
- 51:23mãe está zangada com ela e chama ela, fala assim, Maria
- 51:26Elizabeth, vem cá, Maria Elizabeth, eu já te falei que
- 51:30não sei o que, pá, pá, pá, pá, pá, quando a mãe está feliz em
- 51:33ver a criança brincando e tal, como é que elas chamam ela?
- 51:35Beth vem cá, Betinha, vem aqui. Então isso é o ponto de partida
- 51:41para explicar o seguinte. Porque é que o Citibank tem que
- 51:44ser? O Citibank.
- 51:46Aquela coisa, ele pode ser o Citi, mas é não é porque é mais
- 51:53curto, não é o Citi. Ele tem um apelido de Maria
- 51:55Elisabete ebete, Citibank. É Citi?
- 51:58O Citi e tal. E começamos a criar a campanha.
- 52:00Apresentei e toda a linha de produtos City ações, City renda
- 52:05fixa, City go, sítio, tudo era City o produto que era e botava
- 52:10sítio na frente e tal. Como é que o banco chama hoje?
- 52:12Cite é o cite é a Maria Elizabeth, é, às vezes você está
- 52:16puto com o Citibank também. Fala, porra, esse Citibank,
- 52:19porra, me fodeu meu, não é isso, tá, mas é.
- 52:24Então assim é, como é superar coisas que aparentemente e tal?
- 52:29Você falou aí de, de, de, de. O mercado de eu lembro de uma
- 52:33coisa assim, escola superior de propaganda e marketing, lembra?
- 52:35É SPMSPM. Sim, chegou um pouquinho mais
- 52:38para fora. José Roberto penteado era o
- 52:41presidente lá em 1980, né? Tony?
- 52:42Precisávamos criar alguma coisa diferente para posicionar a
- 52:46escola, porque ela ela forma pessoas, ela não sei o quê e
- 52:50tal. Então, ESPM, aprenda com quem
- 52:52faz. Esse é o conceito aí, os caras.
- 52:59Tiram isso aí, ficou uns 20 anos depois, vira o melhor lugar para
- 53:04saber as coisas do mundo moderno, não sei quê.
- 53:07Aprenda com quem faz porquê, porque quem faz tem a
- 53:10experiência para passar adiante, aprenda com quem faz, resolve
- 53:13tudo. E só iam lá os graúdos, os caras
- 53:15que tinham um galardão ou crachá forte e tal.
- 53:18Isso é que fala da década de 70, 8090, quando você falava isso
- 53:21hoje não é mais isso, porque Ah, modernizou, Ah, virou, virou 25
- 53:25de abril. Não é?
- 53:27Então assim, é a maneira de você se posicionar, então não, não
- 53:31tem aquele aquela coisa que assim é impossível chegar.
- 53:34Os clientes estão querendo ouvir coisa nova e se eles não
- 53:37gostarem, foi ótimo, foi ótimo, sei lá, eles precisaria, eles
- 53:40precisavam ouvir. Eu andei vendo aí uns podcasts
- 53:44aqui que você fez de algumas pessoas que eu vou falar, mas
- 53:47falar assim, cara, porque é que o cara não faz isso?
- 53:49Porque o cara, Joy, você já fez uns centenas aí assim, cara,
- 53:53esse cara tem um negócio na mão, uma oposição que tem que fazer
- 53:55aqui. E porque não sei porque ninguém
- 53:57chega, nego fica assim, ó, o gesto é isso mesmo, nego fica
- 54:01assim, cara. Então assim, não tem aquela
- 54:04coisa de não dá para para, porra, para ultrapassar.
- 54:10E foi desaprovado, só se você errar muito, porra.
- 54:14Quando eu, Esso Esso brasileiro de petróleo, fizeram uma
- 54:17pesquisa e dava assim, Oo tigre envelheceu.
- 54:20A pesquisa dava que O Tigre envelheceu, que é O Tigre era
- 54:23os. O símbolo da essa é hoje até nem
- 54:26nem usam tanto assim o que é que a gente fez lá na Thompson?
- 54:30Dizemos o seguinte reunião, análise de pesquisa, criação,
- 54:34analisando pesquisa é a melhor coisa do mundo eu lembro do
- 54:37Aston olivento porra, saudoso demais, agora o do ailive é Deus
- 54:43só puxei um dos melhores sabe disso, né?
- 54:46Eu ainda bem, eu não quero ser muito melhor não eu não quero
- 54:48ser muito melhor não, não quero não eu nem sou tão bom assim
- 54:51pronto, valeu, valeu assim, valeu, valeu, valeu.
- 54:54Então assim, falava o seguinte, pesquisa, a gente já pode falar,
- 54:57porque ele não vai ligar para falar, porra, António, pode
- 54:59falar isso assim é pesquisa. É assim, a gente pega a
- 55:02pesquisa, pega o brief, abre uma gaveta, bota lá dentro, fecha e
- 55:07pega a chave e joga pela janela. Você dá uma lida na pesquisa,
- 55:10claro, e depois esquece a pesquisa, porque senão você fica
- 55:15tentando agradar a pesquisa e não, não, não, não, não vai, não
- 55:19é assim. Então assim é, é pesquisa, é
- 55:22uma, é uma coisa que você diz qual é o unic, série
- 55:24proposition, quer dizer, qual é a proposição em que teclas você
- 55:28tem que bater, tá ali e transformar aquele aquele
- 55:32assunto de eu tenho que falar que é mais isso, mais aquilo,
- 55:35mais molinho ou mais não sei o quê ou o que for, o diferencial
- 55:39dele e fazer de maneira diferente, tá, então pesquisa
- 55:43sempre, sempre dá isso. A gente foge muito de pesquisa,
- 55:45mas a gente entende o que é pesquisa política, é outra
- 55:48coisa, é a mesma coisa. Você sabe, em 2 perguntas, uma
- 55:51de um lado, outro dia outro, um calhamaço de 100 páginas, lei
- 55:5622, aquele lugar, aquele lugar ali e aquele lugar ali.
- 56:00Um é o contrário do outro, porque a gente fala assim, vamos
- 56:02aqui. Quando você acha o fio da meada,
- 56:05acha o fio da meada. Aí é o seguinte, aí cria e tem
- 56:09que falar aquilo e tem que falar aquilo, tá?
- 56:12Então. Então, aí voltando, você pegou
- 56:15Esso? Ah, sim, como é?
- 56:17Que perfeito. Perfeito.
- 56:19A. Pesquisa de esquecer a pesquisa.
- 56:23Lembrei do Washington olivetto falando isso perfeito, perfeito.
- 56:26O link aí é o seguinte, o que é que nós fizemos?
- 56:30Nós precisamos patrocinar, comprar uma cota da TV Globo,
- 56:34patrocinar a Fórmula 1. Aí estão chorando do Brasil aí
- 56:41patrocinamos a Fórmula 1 com AESO, fez pesquisa 6 meses
- 56:46depois que a pesquisa tem um tempo para maturar e tal.
- 56:49Pertencida lá, porra, a melhor empresa do mundo ninguém fala
- 56:52que tipo era velho, ninguém fala não sei o que a exposição da
- 56:54marca, criar coisas novas, EEE tal, isso não tem marca velha,
- 57:00sabe? Não tem situação perdida, o que
- 57:02falta é estratégia, olha isso não tem situação perdida, o que
- 57:06falta é estratégia e quando não tem estratégia e quando você tem
- 57:11uma estratégia, faz ela ser criativa e aí resolve tudo tomar
- 57:14meu suco aqui também, porra. Tomar um suquinho no
- 57:17greenstation. Um suquinho do green Station.
- 57:20Ah, pô, a parada é verde aí, pô. Fala greenstation.
- 57:28Então vamos falar um pouquinho da da, da do seu momento.
- 57:33Escritor, você tá até com um livrinho aí pra gente falar um
- 57:37pouquinho. Pra quem não acompanhou lá
- 57:40atrás, você você vai apresentar para o pessoal o livro e.
- 57:46Depois a gente vai botar um link aí pra quem quiser comprar.
- 57:49Em breve ele vai lançar em PDF. Epa já tá?
- 57:53Digital, digital é, fala um pouquinho da aí.
- 57:56É só falar assim o Alex o chat ChatGPT chato?
- 58:00Gpt é o seguinte, é, esse livro foi o final da história.
- 58:06A história é o seguinte, 2005, BandNews, BandNews, líderes de
- 58:11audiência qualificada, Rio de Janeiro.
- 58:13Programa de maior audiência era Ricardo Boechat, de manhã, a
- 58:18partir de 8 e meia e tal, e à noite repetia, repetia 5 da
- 58:22tarde porquê? Porque naquela década, e hoje
- 58:24também um pouco assim, qual é o horário nobre do rádio, né?
- 58:295 às 7 da noite, né? E de manhã, de 87 e meia, até às
- 58:369, que é a hora das notícias, que é a hora que você está no
- 58:39carro indo trabalhar, de manhã ou à noite.
- 58:41Voltava, era assim. Está então o programa era esse
- 58:44qualificadíssimo, então eu fui lá, aí conversei lá com o meu
- 58:48amigo que era o diretor comercial lá não é hoje é da
- 58:51rádio JB rádio no Brasil, até por coincidência não é o dar
- 58:55Luís paranche tem que dar nome a quem merece que dê.
- 58:58EE falou assim, Tony, você podia fazer aqui na, na, na, arranja
- 59:01um programa porque você tem esse jeito de falar, ele é um dos
- 59:03caras aqui atrás que que está aqui, ó dar Luís parange, que
- 59:06fala do livro, até conheço o Tony há 20 anos e marketing, pá,
- 59:10pá, pá da Esso, ele era o diretor de marketing da Esso.
- 59:13Né? É, tem uns caras cascudos aqui
- 59:15atrás falando da gente e tal, mas aí assim é, vamos fazer um
- 59:18negócio que seja assim, um minuto, um minuto, né?
- 59:21E aí é, é, eu tinha um negócio que era assim, aperta o play,
- 59:24aperta o play na vida e nos negócios, aperta o play, quer
- 59:27dizer, downstart ou aperta o play na vida e nos negócios, né?
- 59:30Ele falou, porra, o nome é ótimo, vamos botar e tal,
- 59:32pronto. Na época lá tinha um menino lá
- 59:34que estava estagiando, que era o Rodolfo Schneider, que hoje é o
- 59:37cara, hoje é o cara da da BandNews.
- 59:41E tal muito meu amigo, que a gente IA para lá, gravava junto,
- 59:44isso eu IA para lá, gravava o mês inteiro, e aí eles iam me
- 59:47colocando e tal. E aí, cada esse é o livro,
- 59:50aperta o play na vida e nos negócios.
- 59:52Tony Lourenço, editora landscape que era deles meus, já nem
- 59:56existe essa editora, mas era da própria, da própria, é, é rádio,
- 1:00:02editora deles, aí aqui tem 200, 200, 160 páginas.
- 1:00:08Cada página dessas é uma das é uma das coisas que eu gravava.
- 1:00:12Tem 1 minuto, aí eu interpretava isso aqui, aí vem lá é gente.
- 1:00:18Consulte manual de inscrições. O difícil está pronto, O
- 1:00:21Impossível demora só um pouco, aí vem lá, você sabe muito, mas
- 1:00:24não sabe tudo. Velhinha da bicicleta e eu
- 1:00:27começando falando coisas, marketing de resultados, que eu
- 1:00:30conto A Freira, a história de uma freira e de um taxista que
- 1:00:33chegaram no céu falando que um deu mais resultado do que o
- 1:00:35outro e Deus ficou mais chateado com um do que com o outro e nem
- 1:00:37isso. Histórias humoradas, engraçadas
- 1:00:40e leves. Para quê?
- 1:00:41Para ler rápido é que é fast food literário, o cara lê, Ah,
- 1:00:45que legal, a invertor é meio rápido.
- 1:00:47Aí esse livro aqui virou a noite autógrafa aquela coisa toda e
- 1:00:52tal. Então foi um projeto que eu fiz
- 1:00:53lá que virou esse livro. E que agora?
- 1:00:56Tempo, a ideia do meu amigo aqui não é?
- 1:00:59Vamos começar a fazer os próximos passos.
- 1:01:02Eu, eu tenho. Aí a editora terminou, falou
- 1:01:04assim, você quer arrematar os últimos 1000 livros, que foram
- 1:01:0920 tantos 1000 livros, porra, eu estava, eu só perdia e audiência
- 1:01:14na rádio por macaco Simão, que é um cara que até hoje conta
- 1:01:17piada, conta piada, quando depois Era Eu de porra e-mail
- 1:01:20e-mail uma porção de coisa lá, então assim.
- 1:01:23Aí eu peguei assim, não, não, não joga de fora não, esses
- 1:01:25livros são meus porra, aí comprei 1000 livros, isso tem
- 1:01:29uns 78 anos atrás, 10 anos atrás, aí tu tem esses livros,
- 1:01:34então assim, essa ideia boa de fazer, né?
- 1:01:37E também até livro físico, que hoje você sabe que é é o livro
- 1:01:43físico, ele tem ainda hoje o seu espaço, a sua leitura.
- 1:01:46Ah, livro não é mais físico, não existe, né?
- 1:01:48Então a gente pode fazer até umas promoções e tal, umas
- 1:01:50coisas e tal. E a partir de agora, ele dando
- 1:01:53essa sugestão, vai ter ser até o meu manager aqui para ver como é
- 1:01:56que a gente resolve. Então isso foi um projeto de
- 1:01:59rádio, tá? Que virou um livro?
- 1:02:02Que virou um livro. Que virou um livro.
- 1:02:03Aperta o play na vida e nos negócios.
- 1:02:05Você tem outros sem ser você tem mais livros sem ser esse?
- 1:02:08Eu tenho, mas isso era quando era mais novo, que era de
- 1:02:13poesia. Mas em termos Fortes, é esse
- 1:02:16aqui, esse aqui. Em termos de criação, tem algum
- 1:02:19não? Não específico, não.
- 1:02:21Você preferia dar aula? Né?
- 1:02:23É, é, eu falava, fazia ao vivo. Acho que quando vira livro
- 1:02:26também fica muito receita de bolo, muito criação.
- 1:02:29Não tem receita de bolo, cara. Você olha para o cara e vê que
- 1:02:32ele tem grandes diretores de criação hoje, de grandes
- 1:02:35agências, eu contratei como estagiários, quando eles não
- 1:02:39eram nada, chegaram na minha frente, chegou um menino aqui,
- 1:02:41não vou dar o nome, não é o caso, uma grande, grande,
- 1:02:44grande. Olha, pô, as grandes, É o Fim da
- 1:02:46Macan, pô. É o seguinte, sexta-feira, 2
- 1:02:49horas da tarde, chegou na minha, na minha mesa, lá na minha
- 1:02:52agência, aí eu falei para ele assim, e aí, o que é que você
- 1:02:56veio, o que é que você quer? Não, eu queria um estágio em
- 1:02:59redação aqui e tal, você escreve alguma coisa e tal, porque
- 1:03:02ninguém vai ser de criação se não escrever, se não desenhar,
- 1:03:05se não tiver alguma ideia Do Nada, não nasce nada.
- 1:03:08Aí ele falou assim, eu falei, aí eu comecei a conversar, a ver
- 1:03:10que ele era, tinha um jeito, uma coisa legal, gostei dele e tal.
- 1:03:14Aí eu falei assim, tá bom, vamos começar, ele falou, tá, então o
- 1:03:17que é que eu faço? Falei.
- 1:03:18Senta naquela mesa ali agora, era sexta-feira, 2 e meia da
- 1:03:20tarde. Aí ele falou assim, ué, agora
- 1:03:23ele conta a história para todo mundo, esse esse cara é é top de
- 1:03:27linha, é uma top muito top, não é?
- 1:03:28Eu estava esses dias até numa feira ali do cidade das artes,
- 1:03:32aquele que organizam lá e tal. Aí ele fala, porra, esse cara
- 1:03:37aqui um dia me contratou sexta-feira 2 e meia da tarde e
- 1:03:40o cara não sei quê, quando é talento, você vê, logo você vê.
- 1:03:43Então você já tem que ter alguma coisa sua e ter a história de
- 1:03:49você ser leve, de você ser leve e ver que quando as coisas
- 1:03:54acontecendo é o seguinte, é agora, então começa agora.
- 1:03:57Eu sou muito assim, sabe? Eu percebo pessoas que são
- 1:04:01criativas e às vezes elas nem sabem que são.
- 1:04:03É só você dar a oportunidade de falar assim, fica livre ideias.
- 1:04:08Então funciona assim. Negando isso aí, como é que você
- 1:04:11criou a ideia do sorria? Você está na barra?
- 1:04:141985 é a história de sorria, está na barra.
- 1:04:18É o seguinte, primeiro, deixa eu falar, sorria, está na barra em
- 1:04:211985, depois veio sorria, você está sendo filmado.
- 1:04:22Depois viu, galera, é sorria, você está na Bahia, depois tá na
- 1:04:27Bahia, é sorria, não sei o quê, sorria.
- 1:04:34É porque às vezes o pessoal fala, Ah, porque antes né, não
- 1:04:37era ali mesmo, você entra no elevador do seu prédio e sorria,
- 1:04:41e mais e tal. Isso foi o seguinte, foi por 11
- 1:04:43cliente chamado acivarra associação comercial e
- 1:04:47industrial da barra, que tem até hoje aqui na barra, né?
- 1:04:52Aí era o seguinte, qual foi o briefing que tem sempre um
- 1:04:55briefing, que que é briefing é uma necessidade, a pessoa eu
- 1:04:58tenho um problema para resolver, é isso daqui, eu queria vender
- 1:05:01mais, vender menos, vender, não me importa qual é o desafio.
- 1:05:04Não é? Chama se briefing, você entende
- 1:05:06todas as informações, é que a barra é um lugar especial no Rio
- 1:05:10tem o mar, tem, a Montanha, tem não sei o quê, então criar uma
- 1:05:13identidade para a barra e sempre foi, foi até aí e como é que foi
- 1:05:16isso aí? Eu vou contar a história rápido
- 1:05:19para não namorar. Vocês conhecem o la mole na
- 1:05:21barra, ali no início, há 1000 milhões de anos e tal, eu peguei
- 1:05:24o. Carro continua lá.
- 1:05:25Estava com aquilo, é verdade. Estava com aquilo na cabeça aqui
- 1:05:29na orelha e tal. Fica remoendo ali.
- 1:05:32Aí peguei o carro, peguei o carro, fui até são Conrado.
- 1:05:34De carro, cheguei a ser uma corrada, voltei, passei pelo
- 1:05:37túnel embaixo, passei ali no lá 1 hora e a volta de novo foi um
- 1:05:41corrado de novo, foi umas 78 vezes, demorei 1 hora e meia
- 1:05:45para lá, para cá, para lá para cá.
- 1:05:47Aí para eu sentir como é que é chegar na barra, era para botar
- 1:05:51uma placa ali na saída do túnel. Como é que é o sentimento, a
- 1:05:55sensação, onde é que tá essa sensação de que esse lugar é
- 1:05:58diferente, né? A gente sabia.
- 1:06:00Já i love New York. E Amsterdã e tal.
- 1:06:05Coisas que definem e criam 11 genética, uma identidade de um
- 1:06:10lugar que pode traduzir. Aí eu comecei a descobrir lá
- 1:06:13pela terceira ou quarta vez de carro lá, que eu tenho até um
- 1:06:16vídeo que fala disso terceira ou quarta vez que eu chegava na
- 1:06:19barra, que saía do túnel, que na barra já ainda não tinha aquele
- 1:06:22prédio grandão. Ainda não tinha aquele prédio
- 1:06:24grandão que. É 85.
- 1:06:27Tinha pouca coisa, tinha pouca coisa na barra.
- 1:06:29É, eu senti e isso eu sentia, sentia assim, uma você sai do
- 1:06:34túnel, você dá um, dá um como se fosse 11 respirada, aí abria
- 1:06:40meio que um sorriso sem rir, aí eu falei, espera aí, quando
- 1:06:43chega aqui se sente bem agradável isso aí, sorria aí
- 1:06:46depois assim sorria, você está feliz, sorria, a criação é você
- 1:06:50fica pensando por cento de coisas, meu, sorria, você está
- 1:06:53na barra, só isso, só. Então foi assim que foi criado e
- 1:06:57um negócio que virou, um negócio que pronto, aconteceu assim, aí
- 1:07:02o cara aprovou na hora. Lá o cara da cibarra.
- 1:07:05Simples mesmo assim, não é? Tem muita coisa.
- 1:07:08Não acho que seja simples, eu acho que ser melhores coisas,
- 1:07:10facilidade na criação é. As melhores coisas são as
- 1:07:13simples mesmo, não é? E essa EE, você fez uma campanha
- 1:07:17para uma menina famosa? Eita, caramba, pô, ficou minha
- 1:07:21amiga para caramba. A pequena.
- 1:07:24É a última vez que encontrei em. São Paulo, pequena Cláudia Raia.
- 1:07:28É, encontrei com ela em São Paulo, há uns anos atrás, de
- 1:07:30Tony, Tony, como é que está? Como é que é muito legal, gente.
- 1:07:34É o seguinte, para demillus, fabricante de lingerie e tal,
- 1:07:39famosa, muito, muito antiga e tal.
- 1:07:41Demillus, a demillus tinha um produto chamado é.
- 1:07:44IA lançar um produto chamado dantelli, meia calça, meia calça
- 1:07:48dantelli, tá aí aquela meia calça é mesmo?
- 1:07:51Então é, e aí? É o seguinte, era uma
- 1:07:54concorrência, olha como é que é a criação era uma concorrência.
- 1:07:58Aí eu eu falei assim, eu tenho que levar alguma coisa muito
- 1:08:01impactante, muito impactante, quem era líder de mercado lupo,
- 1:08:06a meia da Loba, trifio aquelas coisas e tal, e era um mercado
- 1:08:09muito competitivo. Tem que fazer algo diferente, e
- 1:08:12esse é o desafio de sempre, de criação, é fazer algo
- 1:08:14diferenciado, tem que ser criativo, mas ele tem que ter
- 1:08:1711. Rison i uma o porquê daquelas
- 1:08:20para ser diferente? Aí é o seguinte, a Cláudia Raia,
- 1:08:23porra, é, é, é perceção da Cláudia Raia ballet.
- 1:08:27A vida inteira começou no coreus line lá em Nova Iorque.
- 1:08:31A gente veio para o Brasil, começou a participar do Jô, do
- 1:08:34Jô Soares, da TV Globo, aquela dancinha, aquela coisa e tal.
- 1:08:39E aí o seguinte, entramos em contato, Oo empresário dela era
- 1:08:43até o genro e tal. E aí assim.
- 1:08:47E aí, Fernando, vamos fazer e tal, aqui, tal, não vamos ver.
- 1:08:50Vê lá se o teu cliente, se o filho, depois a gente conversa,
- 1:08:52ele não tinha nada acertado. Aí nós demos uma sinalização
- 1:08:55meio vai lá, você IA aprovar então uma concorrência?
- 1:08:59Vai lá, vai lá tentar. Só que eu já cheguei lá a copa
- 1:09:02toda come já com ela, já com ela que vai fazer ela não sei o que
- 1:09:05ainda nem tinha fechado tanto e tal, mas eu tinha lá uma
- 1:09:07sinalização de que se a. Coisa IA rolar.
- 1:09:10E o produto tinha tudo a ver com ela, tudo, claro, as pernas,
- 1:09:13aquela coisa e tal. Mas chegamos lá.
- 1:09:15É é quando levei a campanha com a ideia, com a com a Cláudia
- 1:09:19Raia, os caras, não, não, não, não, não tinha outra reação.
- 1:09:24Era a pessoa do momento, era pá. E a gente fez a mesma coisa
- 1:09:28legal que Ela Foi no Jô Soares. Depois o João, 11 meses que você
- 1:09:31botar lá, falar sobre sobre isso.
- 1:09:34E o seguinte, do seguro, do seguro que ela fez para a
- 1:09:38espera, porque era o instrumento de trabalho dela.
- 1:09:42Mas era real, isso era. Real.
- 1:09:43Isso fez um seguro, ela fez um seguro na e era possível.
- 1:09:47Você pode segurar coisas de de pessoais que que tem um tem um
- 1:09:53sentido ali. No caso era porque contra
- 1:09:55acidente, contra coisa, uma série de coisas e tal.
- 1:09:57Então assim, o diferencial foi achar a pessoa certa para
- 1:10:01transmitir aquilo como verdade, como verdade e pertinência, ela
- 1:10:06realmente dentro daquela meia e tal, um ano e meio depois.
- 1:10:11Capa da exame lá no início dos anos 2000, é líder de vendas.
- 1:10:16Passou a meia da Loba trifil e tal.
- 1:10:19Então, assim, a criatividade foi na escolha.
- 1:10:22Se você entrar lá no meu, no meu.
- 1:10:25Instagram lá. No meu Instagram, a partir
- 1:10:28daqui. Eu vou gravar isso daqui a uma
- 1:10:29semana. Eu comecei com outras ideias com
- 1:10:32o Bocão e já vai ter isso, vai ter o filme, já vai ter ela.
- 1:10:36Ela levantando a perna parada levantando a perna.
- 1:10:40Sem tremer até aqui. Nessa altura ainda dava uma
- 1:10:43pirueta cara, porque ela era profissional, bailarina e tal.
- 1:10:46Então foi isso, a ideia foi essa, arrojar e falar assim, vou
- 1:10:50levar alguma coisa, que aí voltei falando, Fernando, vamos
- 1:10:53fazer, é isso mesmo e tal. Os cara toparam, então vou falar
- 1:10:56com ela, pois. Entendeu?
- 1:11:0019 filmes com ela. Tudo para a mesma campanha da
- 1:11:03minha. Jorginho Fernando.
- 1:11:05Jorginho Fernando da TV de que diretor ator foi ele que fez 19
- 1:11:10anos e tal? Você acha, você, você pegaria é.
- 1:11:15Você acha que essas campanhas, elas são atemporais?
- 1:11:21É, Eu Acredito que sim. Tudo que a gente falou aqui todo
- 1:11:25mundo lembra. É só cutucar aqui.
- 1:11:26Ah É, Ah, eu vi. É verdade, não virou pasta.
- 1:11:32Você, você, por exemplo, você acha que hoje a gente a gente tá
- 1:11:36passando por 11? Momento, acho que onde talvez
- 1:11:40algumas campanhas, dessas que foram criadas, elas acabem
- 1:11:43voltando porque você vê que tem muita que nem você falou aí por
- 1:11:47por, pela identificação do público, pelo hiato e pela troca
- 1:11:51de geração é que é o que eu bato na tecla muito que é muitas
- 1:11:57pessoas não conhecem o certo e tal.
- 1:11:59Só que a pessoa está com esse é. Eu uso o exemplo dele que é mais
- 1:12:02fácil, mas é é mais ou menos do que a gente está falando.
- 1:12:06Muita gente não viu a campanha da da do nacional, mas hoje está
- 1:12:10usando o boné, então ela está voltando.
- 1:12:11Muita gente é não viu a cremogema daquele jeito, mas ela
- 1:12:16está voltando. Por isso que eu te perguntei
- 1:12:18nessa parte atemporal, se você acredita que isso pode ser um
- 1:12:22movimento das marcas atual, até porque você querendo ou não.
- 1:12:27Você já tem toda a linha de criação, então assim diminui
- 1:12:29muito o trabalho, né? Sim, sim, sim, não.
- 1:12:32Eu Acredito que volta, mas não como uma coisa meio nem
- 1:12:36saudosismo, nem a fórmula, nem porque tem fórmulas novas.
- 1:12:41E tem gente nova, muito criativa também.
- 1:12:44Mas hoje tem muito efeito os efeitos, a tecnologia.
- 1:12:48Ela mascara às vezes muita. Às vezes falta de uma
- 1:12:52sensibilidade genuína, genuína, que pega aquele negócio do
- 1:12:55produto. Por exemplo, tem uma campanha
- 1:12:57que eu gostaria de ter feito, não fiz, não fiz, mas gostaria
- 1:13:00de ter feito, que é pá, eu quero mia caloi lembra daquilo?
- 1:13:04Quero assim, a história de um menino botava lá na xícara de
- 1:13:08café, o pai sentava na minha tala, estava escrito lá pai, eu
- 1:13:10quero minha caloi caloi, chegava no escritório, pai, eu quero mia
- 1:13:13caloi, ele lembrava ali, então o outro compre batom, compre
- 1:13:18batom, cara cara, meio que. A pessoa sendo hipnotizado não
- 1:13:23é? Compro e batom coisas que ficam
- 1:13:26e que viram bordões, viram bordões, me fala aí dos grandes
- 1:13:30bordões hoje o bordão hoje é curte, comente, compartilha.
- 1:13:34O bordão hoje é é eu, hoje todo mundo é feliz, todo mundo é no
- 1:13:39CVE tal, eu até brinco No No meu, no meu Instagram lá e eu
- 1:13:43sempre falo isso e até no Instagram eu tenho lá que eu
- 1:13:45toco isso aqui, que eu fiz uma musiquinha que é assim, não
- 1:13:48desiste ninguém tira self triste.
- 1:13:50Deixa eu ver alguém tirar selfie.
- 1:13:51O cara está chorando, cara, vamos, vamos aqui tirar uma foto
- 1:13:54agora ele agita e fala, cara, ninguém tira selfie.
- 1:14:00Triste é e tal. Chegar um pouquinho para não
- 1:14:04perder essa voz. Aqui do microfone a gente opção
- 1:14:07de sinais aqui pá, pode ficar mais perto do microfone.
- 1:14:10Vou dar um abraço em vocês e motivo aqui ó, pronto.
- 1:14:15E você, do que a gente tem? Eu tenho batido muito em
- 1:14:19criação, porque eu acho que é uma vertente que que que você
- 1:14:24que que você acha que ajuda e atrapalha Na Na IA para o
- 1:14:29mercado hoje de criação que que ajuda no seu ponto de vista, o
- 1:14:33que que atrapalha? O que que com as ferramentas de
- 1:14:37IAA, ferramenta de IA é caixa de ferramenta.
- 1:14:40A gente, o cara não tem ideia nenhuma, entra na IA.
- 1:14:44Isso é o que ajuda, isso é o que ajuda.
- 1:14:47Isso ajuda, por um lado, operacional.
- 1:14:49Então, e o que que resolve? Rapidez resolve, concorda?
- 1:14:53Concordo, só que é o que você falou, às vezes é, eu fico
- 1:14:57pensando, se AIA não transforma, é, não vou usar mediocridade,
- 1:15:03mas a parada média é indiscalável.
- 1:15:05Por quê? Porque é igual você criar um
- 1:15:08padrão, se todo mundo botar lá, vai criar um padrão, então
- 1:15:11assim, aí tudo fica naquele padrão, aí tem hora que você
- 1:15:13olha e fala assim. Pô, isso aqui não foi isso aí,
- 1:15:16então ela, que é um padrão, isso abre um, isso é o lado bom pra
- 1:15:19uma coisa ruim, porque a campanha mantém aquela coisa,
- 1:15:22mas por outro lado também que que ela abre, ela abre um
- 1:15:25precedente pra quem faz coisa diferente.
- 1:15:28Por quê? Porque ela vai logo aparecer,
- 1:15:30você vai botar num Monte de gente, todo mundo fazendo igual,
- 1:15:34e a aí tu pega um cara que fez diferente e vai falar, porra,
- 1:15:36aquele cara fez alguma coisa ali diferente, o que que foi?
- 1:15:40Não sei se foi a criação, não sei se foi o acabamento, não sei
- 1:15:43se foi então assim. Por isso que eu eu venho, porque
- 1:15:47é, eu pego a minha época de 2004, 2008 e tal, que que eu
- 1:15:51fazia? Eu olhava muito as campanha eu
- 1:15:53tinha pra mim campanha era quase uma série de TV, uau, a gente
- 1:15:57ficava olhando o que que o pessoal tava criando pra Cannes,
- 1:16:01pra não sei aonde, pra é essas coisas.
- 1:16:03Por quê? Porque você falava assim, pô, o
- 1:16:04cara superou aqui, ele criou um negócio que você nunca pensaria
- 1:16:09e hoje eu eu não vejo mais isso, por isso que eu eu acabei é.
- 1:16:13Voltando e tô perguntando por que?
- 1:16:15Porque você é um cara muito ativo nisso aí.
- 1:16:18É de criação, de de ideia, de de pensar nas marcas.
- 1:16:22Nas marcas, olha só, hoje é é o que vale muito, a métrica até
- 1:16:30essa palavra. Hoje a métrica é o escalável,
- 1:16:33porra. O escalável.
- 1:16:35Se escalar é bom? Como se escalar é bom?
- 1:16:39Escalada, notoriedade da, sem dúvida, todos os benefícios da
- 1:16:43tecnologia e tal. Mas nós estamos falando de outra
- 1:16:45coisa, nós estamos falando de, de, de ideias memoráveis, de de,
- 1:16:49de campanhas que fazem rir, fazem chorar, fazem, sei lá, e
- 1:16:54vendem o produto, porque no final das contas tem que vender
- 1:16:55o produto, senão também não adianta nada.
- 1:16:57Então, assim é, virou AA métrica de de escalar, então os
- 1:17:01profissionais de métricas, hoje, onde é que você bota?
- 1:17:04Não importa às vezes AO teor da mensagem, nem a criatividade ou
- 1:17:08não. É aonde coloca, é como escala, é
- 1:17:12como faz, é isso, virou, virou, é tudo Me Too, Me Too fast food
- 1:17:17é tudo Me Too é tudo parecido, o sanduíche são iguais, tudo é
- 1:17:20igual e a publicidade também passa a ser igual, tem que fazer
- 1:17:23diferente, diferente, sabe? É EE, esse você falou bem, é uma
- 1:17:29característica, é minha, se tirar isso de minha é fica
- 1:17:33igual, Ah, você é melhor que os outros, não é melhor que
- 1:17:35ninguém, não é isso não. Como é que a gente já faz sem
- 1:17:38pensar assim, sem já é? Natural e qual como é que você
- 1:17:42você tem um processo de criação? É o processo de criação?
- 1:17:48É, eu tenho assim, primeiro, o que é que me leva a fazer assim?
- 1:17:51Agora eu preciso fazer algo. Agora penso alguma coisa antes
- 1:17:55que eu já vou falar, mas tem 1 hora que é assim, agora eu
- 1:17:57preciso fazer algo que é criativo, tá?
- 1:18:00Mas eu consigo ser briefing, consigo ser marketing.
- 1:18:04Eu acho que é muita gente é assim também.
- 1:18:07É o seguinte, é entender assim, eu tenho um negócio chamado IMA,
- 1:18:10IMA quer dizer atração, inteligência, maturidade e
- 1:18:14atitude, é para entender o processo, depois você vai ser
- 1:18:17criativo, mas tem a hora ante o pré, inteligência para quê?
- 1:18:21Para perceber o cenário, o que que estão fazendo nesse
- 1:18:23segmento, esse desafio que esse produto que está me
- 1:18:25apresentando, uma oportunidade eu criar alguma coisa nova, como
- 1:18:30é que ele é inteligência para perceber o cenário, o que que
- 1:18:33meus concorrentes estão fazendo, como é que eu posso aparecer
- 1:18:35mais do que eles? E tal, ainda não é a ideia,
- 1:18:38depois vem maturidade, maturidade para identificar a
- 1:18:41oportunidade. OPA, eu posso ser diferente?
- 1:18:46A oportunidade do mercado é esse, nunca ninguém falou
- 1:18:49daquilo, então tá e atitude para gerar o resultado, inteligência,
- 1:18:52maturidade e atitude. Quem conhece a cena, dirige o
- 1:18:56filme. Eu sempre falo isso, você tem
- 1:18:59que entender, aquele mercado está se comportando dessa
- 1:19:01maneira, assim, assado, daí as métricas bem vindas as métricas.
- 1:19:04O meu coco está vendendo mais por causa de quê?
- 1:19:07Por causa do seguinte, como é que eu quebro ele aqui?
- 1:19:09Ou como é que eu atravesso ele ali, como é que eu sou?
- 1:19:12Faço mais sucesso que ele, como é que eu dou mais recall?
- 1:19:14Qual é? Tem que ter essa leitura da
- 1:19:16inteligência, maturidade e atitude, tá?
- 1:19:19Então porque quem conhece a cena dirige o filme, é isso aí.
- 1:19:23E aí, qual é o próximo passo? Recomendações eu tenho que
- 1:19:27recomendar alguma coisa diferenciada para esses caras
- 1:19:29criativa. Aí começa me a trabalhar aquilo
- 1:19:33que eu não sei nem o que eu tenho e que todo mundo que tem
- 1:19:35sabe que tem, mas não tem, mas tem.
- 1:19:37Então isso, isso é tem uma osmose aí nesse negócio, não é
- 1:19:41assim, vou parar para ser criativo agora, não, você é
- 1:19:43criativo o tempo todo, mas tem que entender algumas premissas
- 1:19:46antes, como eu acabei de falar, então assim vamos, vamos criar
- 1:19:49então algumas recomendações, né? E aí dentro dessas recomendações
- 1:19:54é que veio o apelido dele, é City, Ah o cremo, cremo, gema,
- 1:19:58Ah, o ali aí as coisas vêm porque é, é se não é que não tem
- 1:20:06uma regra, mas você precisa estar preparado, preparado para
- 1:20:10entender outras coisas, não é sair criando não, não é sair
- 1:20:13criando, tem um trabalho árduo de você entender o mercado é a
- 1:20:16tal da pesquisa dele, bota na gaveta, fecha e depois esquece
- 1:20:19ela, EEE, vamos embora então. Eu, às vezes eu divago um
- 1:20:23pouquinho na resposta, mas eu passo o meu sentimento.
- 1:20:26Quer dizer, ser criativo não é uma obrigação nenhuma
- 1:20:30propriedade impossível, não, mas tem que entender ser criativo em
- 1:20:34função de quê? Porque tem alguém pagando, tem
- 1:20:37alguém falando com o público, você tem que entender se o
- 1:20:40público é velho, se o público é novo, se não sei o que, não, aí
- 1:20:43a inteligência artificial às vezes começa pelo final, você já
- 1:20:46bota lá assim, chato, GPT, ele escreve lá assim, chato.
- 1:20:51GPT, aí vem já 5 roteiros, aí você já conversa com ele, você
- 1:20:57pensa que tá falando com ele aí tá, né?
- 1:20:58Ele fala assim, não, mas mas assim, quer ver, irmão?
- 1:21:02Mas eu tenho um amigo meu que fala com o chat, devia ter
- 1:21:05assim, não, não, não, cara, você entendeu nada, porra, tô aqui
- 1:21:08tomando um café, pensando nisso, tu não tá me ajudando, parece
- 1:21:11que uma pessoa real ele fala assim, é não, mas, mas, mas
- 1:21:15emoção, aí o cara bota não, espera aí, pô, aí também, pô, tu
- 1:21:18tá o que tá namorando, tu tá apaixonado, tá me nemtando?
- 1:21:21Virou isso. Quem está criando já não é você
- 1:21:25é um Alter Ego tecnológico. É alguma.
- 1:21:28Não percebe isso não. Não eu.
- 1:21:29Percebo, eu tiro da frente. Então eu percebo por quê, porque
- 1:21:33o que eles falam que ele vai aprendendo contigo, então quanto
- 1:21:35mais ele conversa contigo teoricamente.
- 1:21:38Ele vai pegando teus 3 jeitos e começando a pensar por você.
- 1:21:42Uhum tem esse lado, só que a que eu sempre falo, como é que ele
- 1:21:45vai pensar por você se ele não tem minha essência é você.
- 1:21:47Não pegaram. Então assim, eu acho que tem
- 1:21:50esse lado, mas eu acho que ele ajuda.
- 1:21:51Ajuda muito. Ele ajuda no que?
- 1:21:54No que você falou? Às vezes você olha lá e fala
- 1:21:55assim, isso aqui não tem nada. A ver, nada a ver.
- 1:21:57E tiro isso. Isso.
- 1:21:59Ah, mas eu quero que ele me dê uma linha de pensamento.
- 1:22:02Ele te dá uma linha de pensamento, aí você vai
- 1:22:04atualizando. Eu acho que ele tira às vezes o
- 1:22:06básico, mas e o que que acontece?
- 1:22:08Que eu, você vê. Tem muita coisa que fica ao
- 1:22:11mesmo. É, a gente pega isso muito de de
- 1:22:16de o padrão, de estar num padrão assim que a gente está voltando
- 1:22:19a falar, há. 6 meses, não. 9 meses atrás eu entrei lá nos
- 1:22:26chatos, gpt. Você pode criar para mim um
- 1:22:29filme para Coca-Cola. Foi isso que eu fiz, um filme
- 1:22:32para Coca-Cola é para vender Coca-Cola, não sei o quê, só
- 1:22:37isso. Não dei muita explicação, vou
- 1:22:39até lá. O filme veio em 1 minuto, 30
- 1:22:42segundos cenas, se passa numa praia com crianças correndo,
- 1:22:46brincando. Não sei toda aquela memória
- 1:22:50cultural que ele tem de pesquisa de não sei quê, não é de
- 1:22:54sentimento nenhum, é de pesquisa.
- 1:22:55Claro que ele entrou lá, Coca-Cola, que que já fez até
- 1:22:57hoje, aí fez o Slice, né? Slice of live, as cenas da vida,
- 1:23:03que era o que tinha e tinha cachorro.
- 1:23:05Ele botou também um cachorro porque nos filmes da Coca-Cola
- 1:23:07teve um cachorro com a bola que pula.
- 1:23:09Era assim e tal. Ele ele não fez, não fazia.
- 1:23:12O do Papai Noel do negócio não importa.
- 1:23:15Mas ele lê tudo. Ele sabe tudo, a gente não sabe
- 1:23:18e quem trabalha em criação não sabe tudo.
- 1:23:21Às vezes, até é. Difícil é que é que antigamente
- 1:23:25você tinha, você pesquisava, né, é?
- 1:23:27Pesquisava, mas partia muito das suas experiências de vida, do
- 1:23:31ônibus que andava, da coisa que, aliás, da conversa lá do do bar,
- 1:23:36da conversa do não sei o que, dos amigos é isso, isso, isso
- 1:23:39rolava então e você ganhava uma experiência.
- 1:23:41Mas a experiência vindo da realidade real, né?
- 1:23:44Aí fiz o seguinte, IA para terminar, você pode criar.
- 1:23:49Uma outra música na Vibe de let it be, música dos Beatles ali.
- 1:23:57Deve ter criado copiado. Criou que é igual.
- 1:23:59Não é igual, mas é igual porque é igual as palavras, ele muda de
- 1:24:05lugar, ele faz, é jogo de de de dama, jogo de xadrez, sabe?
- 1:24:10Ali vem meio um bicho troncho, vem uma coisa e tal.
- 1:24:13E aí, AEA com música. Origem, porra, é o fake do fake
- 1:24:28está demonizando a porra da yá. Não estou, não estou?
- 1:24:32Mas é o seguinte, se souber usar e cada vez mais vamos aprender
- 1:24:36que bichinho é esse. Vai ajudando e tal.
- 1:24:39Pode sim, mas sempre para estimular quem você já é.
- 1:24:44Se você não tivesse compromisso criativo e a palavra
- 1:24:46compromisso, eu usei errado. Não é um compromisso.
- 1:24:49Esse insight criativo que você já tem fica meio remendo, meio
- 1:24:55remendado, um pouquinho, meio falsinho, meio ali, tal.
- 1:25:00Mas é bonito. Ah, eu fui na cidade das artes,
- 1:25:02num evento lá tinha um negócio de UCUCB, de compositores e tal,
- 1:25:08compositores, aí faz lá, eu fiz um entrei lá.
- 1:25:13Pergunta assim, o que é que você prefere?
- 1:25:14Aí eu falei, não, na Europa, me bota lá foto, pô, apareceu eu,
- 1:25:18se eu mostrar para você, o cara é maluco, eu nunca fui aquele
- 1:25:20cara aí botou o cabelo em mim, botou o cabelo, aí botou uma
- 1:25:23cara, né, mais quadrada, mais não sei o que, e botei, porra,
- 1:25:26ele me fez bonito para cacete. Falei assim, muito obrigado, mas
- 1:25:30eu não me reconheço nisso aí não, porque talvez tenha esqueci
- 1:25:34de falar algumas coisas em π, era na hora, foto de cara, você
- 1:25:38fazia agora. É a porra de um traço do meu
- 1:25:41físico, do olhar do não sei o que que ele pega, a tecnologia
- 1:25:46doidinha, louquinha, ela pega e fala assim não.
- 1:25:49Mas ali tem um pouquinho de mim, porque ele não é totalmente
- 1:25:52falso, ele é verdadeiramente falso ali, ele falso, mas
- 1:25:56verdadeiro. Pega tenta pegar o máximo da
- 1:25:58essência que ele consegue. Agora vou fazer uma pergunta,
- 1:26:03para que é um paralelo, você pegou AA geração sem rede
- 1:26:08social? E com rede social eu queria que
- 1:26:11você falasse um pouco. É que que isso que que você vê
- 1:26:15que afetou ou melhorou ou ou os 2 pontos é em relação à
- 1:26:21publicidade nesse meio. Porque a gente tá falando aqui e
- 1:26:26existe Oo pré, rede social e o pós, que é o que a gente tá
- 1:26:30vivendo hoje e dá muita diferença porque tem os acessos,
- 1:26:33tem tudo isso. E olhando ainda mais para um
- 1:26:35cara de criação, que ele acaba podendo beber em várias Fontes,
- 1:26:39eu queria é ver um pouco o seu ponto de vista em relação a
- 1:26:42isso. É, vamos?
- 1:26:44Concordar aqui? Está mais prático fazer, está
- 1:26:49mais fácil de fazer, de pesquisar, tudo tal os acessos,
- 1:26:54tudo, tudo perfeito, né? Assim, volto a dizer que ainda
- 1:26:59falta assim 11. Sentimento real criativo.
- 1:27:03Em site criativo isso eu vejo que falta, né?
- 1:27:06Que pensamento estratégico criativo falta.
- 1:27:09Agora é muito cômodo. E aí criou uma geração que eu
- 1:27:14venho antes disso, né? Criou uma geração de de pessoas
- 1:27:19que pegam de muleta, isso aí vou te falar, o que aconteceu há 2
- 1:27:25dias atrás é aqui, ó. A pergunta veio até a calhar, eu
- 1:27:28IA até esquecer, puxou esse assunto aqui assim.
- 1:27:32Estava num lugar pessoas importantes lá e tal ali.
- 1:27:35Quando eu falo pessoas importantes, ninguém é
- 1:27:37importante, a barra nenhuma importante não importa, pessoas
- 1:27:39que tinham uns cracás Fortes lá, a gente, Ah, Tony, pô, tu
- 1:27:43conhece o Tony? O cara falou, pô, outra vez, tu
- 1:27:44conhece o Tony? Não, o Tony fez isso, fez
- 1:27:46aquilo, não sei o que, aquelas coisas hoje já deu tempo, então
- 1:27:48os cara lembro, aí falou assim, vou, conheço e eu conheci o cara
- 1:27:53para caramba. O cara é top do Brasil, se você
- 1:27:55falar assim, todo mundo conhece, mas também lá de trás, aí
- 1:27:59chegou, o cara deve ter 70 anos igual a mim.
- 1:28:02Mas é um cara que já fez as maiores coisas incríveis, não dá
- 1:28:05nomes aqui, aí a top aí assim, quando o cara falou da onde já
- 1:28:10fez isso, fez. Não sei o que o cara falou para
- 1:28:11mim assim, cara, preciso me dá teu telefone, me dá teu
- 1:28:14telefone, preciso falar com você.
- 1:28:15Eu tenho umas coisas aí para falar com você, olha o cara
- 1:28:18conhece o networking desse cara, porra, se todos os amigos dele
- 1:28:22ainda não tiverem morrido. Eu vou fazer umas pescarias ali,
- 1:28:26não sei como, porque o cara tem 70 anos, vai tem 80, a do
- 1:28:29Alívio. Ele é meu amigo velho, já foi a
- 1:28:31Washington, era meu amigo, já foi, o fulano não importa, mas
- 1:28:34todo mundo conhece ele, então pressupõe que ele dá teu
- 1:28:36telefone, as coisas para fazer não sei o que e tal.
- 1:28:39Eu vou te dar o telefone, mas não é dessa.
- 1:28:42Eu falei para ele assim, eu estava em pé e ele sentado na
- 1:28:45mesa. Mas não vou te dar da maneira
- 1:28:48Moderna não, eu vou te dar da maneira antiga.
- 1:28:52Que eu fiz de propósito? Eu podia te dar o teu telefone
- 1:28:54aqui no meu celular, dá teu QR Code.
- 1:28:57Aí já chegou para você? Não chegou, não vou tirar dessa
- 1:29:01maneira, não vou tirar de eu tenho de propósito e tenho
- 1:29:04mesmo. Um cartão de visita?
- 1:29:05É de é que eu fiz de propósito, colorido, legal.
- 1:29:07E olha, tá aí, eu fiz, tá aqui, ele tá aqui.
- 1:29:10Ele vai dar um close aí se precisar para ler aqui.
- 1:29:12Fiz de propósito e bonitão para caramba.
- 1:29:14Aqui, ó. Aí eu fiz o seguinte, eu vou te
- 1:29:17dar 11 cartão e eu vou tirar de você um sorriso antes de você
- 1:29:20virar o para o outro lado. E não aqui, talvez no teu CR
- 1:29:24code você não IA dar um sorriso para mim logo, tá?
- 1:29:26Eu fiz o seguinte, vê para ele, lê aqui, aí ele leu, aqui está
- 1:29:31escrito assim, você não tem ideia do que o Tony pode fazer
- 1:29:35por você. Eu falei assim, agora você vai
- 1:29:39dar um sorriso para mim, tá aí, tá assim, ó, agora tem que
- 1:29:43legal, agora tem, porque marketing, comunicação,
- 1:29:47inteligência de negócios eu faço.
- 1:29:50Marketing, comunicação, inteligência de negócios.
- 1:29:53Você não falou a palavra criação nunca, mas é de uma maneira
- 1:29:56criativa. O cara falou, caramba, porra.
- 1:29:58Ele teve uma sensação, se fosse um cara novo, eu não dava um
- 1:30:02cartão, porque eu entendi quem era.
- 1:30:06É, eu fiz de propósito, eu puxei Oo emocional dele, que, é claro,
- 1:30:12era coisa do cartão, aí ele pá, aquela coisa e tal.
- 1:30:16Então, coisas assim que vão acontecendo, você se adequa para
- 1:30:20você ver o público alvo, as histórias, começa com muita
- 1:30:24gente. Aí mais uma coisinha que eu
- 1:30:26queria fechar, se tiver para encerrar e tal.
- 1:30:30Quem trabalha com criação e tem já uma historinha, propaganda,
- 1:30:34marketing, inteligência de negócios, essa leitura é já está
- 1:30:38acostumado, acostumado AA várias situações que forem acontecendo,
- 1:30:44você se adequa. Mas a dequa de maneira boa, não
- 1:30:48é? E eu sempre digo assim, se a
- 1:30:49gente nasce por acaso, se a gente se a gente nasce por acaso
- 1:30:54e morre sem querer, aproveite o intervalo.
- 1:30:57Então, no intervalo é no meu lugar de ser feliz.
- 1:31:00O intervalo comercial sabe que o tempo só tem 3 tempos, não é?
- 1:31:0315 segundos, 30 segundos, 60 segundos, cara, é inacreditável.
- 1:31:08Como você pode ter uma sacada criativa e ela caber em 15
- 1:31:12segundos? E ela caber em 30 segundos,
- 1:31:15caber em 1 minuto, o resto é extensão, não precisa.
- 1:31:19Mas aí além de tudo, a criatividade ainda era assim,
- 1:31:23ela era formatada, né? Essas coisas e tal.
- 1:31:27Então é, é é uma história minha em que eu vivo até hoje.
- 1:31:30Para fechar, você já olhou a embalagem da maisena já maisena,
- 1:31:38aveia quarker, aquela embalagem tem lá 500 anos.
- 1:31:41Elas não mudam, não é porque não mudam, pode mudar.
- 1:31:44Zero problema, não mexeria nem com o produto, mas é assim, as
- 1:31:48pessoas olham para mim, é real isso, assim, elas veem o quê?
- 1:31:52Ah, vê um cara 208 anos aí o cara não, 300, outro, não sei
- 1:31:58outro é uns 80, não, ele deve ter uns 70.
- 1:32:00Então não é que eles não veem o que está dentro, as pessoas veem
- 1:32:04as embalagens, então é o seguinte, eu tenho 71, eu tenho
- 1:32:0717, é aquela coisa de. Eu pediria um estágio hoje no
- 1:32:12melhor lugar do mundo de criação, eu iria lá.
- 1:32:15Me passa aí umas coisas para criar.
- 1:32:19Na hora que não perde isso, a gente é um contador de história.
- 1:32:22Vou terminar como eu comecei, né?
- 1:32:23É assim. Não, a gente ainda não vai
- 1:32:25terminar. Não.
- 1:32:25Ah, não. Pensei que já estava perto.
- 1:32:26Ah, então que bom, pô. Intervalo comercial.
- 1:32:29Não, olha só, a gente tem. Eu acabei de receber uma. 11.
- 1:32:34Informação aqui do ponto eletrônico.
- 1:32:36Do ponto ih rapaz eletrônico. Eu queria saber, tem uma
- 1:32:39história, parece com esse cara, sou eu, existe?
- 1:32:45Perdão, uma história. Existe 11 cara que criou uma
- 1:32:49música chamada esse cara sou eu quer?
- 1:32:52Ah. Quem é esse cara que criou essa
- 1:32:55música? Esse cara que criou essa música,
- 1:33:00a letra. A letra esse cara?
- 1:33:03Sou eu? Não.
- 1:33:04Isso aí foi que me passaram aqui.
- 1:33:06Não é o ponto de eletrônica, você que vai explicar.
- 1:33:08Trocado ele é sobre assim tu tá truncado.
- 1:33:10Truncado tá trocado, então não. Truncado.
- 1:33:12Truncado então me explica. Essa história é o seguinte,
- 1:33:15quando você fala esse cara sou eu, você lembra de uma música do
- 1:33:19Roberto Carlos que fala? Isso.
- 1:33:29A música pode ser dele, mas essa frase esse cara sou eu, musical
- 1:33:32não é dele não. É de quem?
- 1:33:36Pois é, meu amigo, isso estava um dia eu na minha casa, abri a
- 1:33:38porta da geladeira e me veio essa coisa aqui.
- 1:33:43Aí eu falei para, para minha mulher assim, engraçado, você já
- 1:33:46percebeu que a letra é dele, mas a música não.
- 1:33:49Aí ele também não é minha, não. Isso aí assim ela falou, por
- 1:33:53quê? É assim, Coca-Cola é isso aí,
- 1:33:57esse cara sou eu. Ele nem sabe o Roberto Carlos,
- 1:34:01nem sabe que ele nem vou chamar de claro, porque ele nem sabe
- 1:34:06nada. É isso aí é a coisa mais famosa
- 1:34:08da história da Coca-Cola. É assim, Coca-Cola é isso aí,
- 1:34:11esse cara sou eu, não, não, não, não, não.
- 1:34:13Esse cara sou eu. Ele repete um bordão sonoro,
- 1:34:17publicitário de décadas e décadas e décadas e tal.
- 1:34:20Então essa história é por isso. Não tenho mais nenhuma, não sei
- 1:34:23da. Maldade, não, não vocês.
- 1:34:25Estão aí no ar. Mas não, não tem maldade.
- 1:34:27Não era justamente é que às vezes você você para.
- 1:34:30Fui eu, não fiz não. Não é, porra, não é que você
- 1:34:34repara em algumas coisas que nem todo mundo repara.
- 1:34:36Ah, não tem, não é? É, mas é que tem que ter essa.
- 1:34:39Visão você, pô, quantas pessoas já escutaram o música Roberto
- 1:34:43Carlos e não e não pensaram nisso?
- 1:34:45Isso, isso, isso é claro. Aí agora aproveitando isso.
- 1:34:50Aproveitando, aproveitando esse esse ensejo, eu já tinha botado
- 1:34:54aqui. Você é um cara que voltando, eu
- 1:34:57tenho repetido isso de criar. Mas qual é a diferença de você
- 1:35:01criar uma música e criar uma campanha?
- 1:35:02Porque eu já vi que você cria os 2.
- 1:35:05É fácil, acho que tem muito. Muita.
- 1:35:07Muita música, muito gênio e tal. É para político a gente, mas é
- 1:35:12engraçado, é muita coisa. Muita coisa é.
- 1:35:15Qual a diferença entre criar? Uma música e criar uma campanha.
- 1:35:20A música, música. É não um jingle, uma música.
- 1:35:23Olha só que nem a gente falou antes, você fala?
- 1:35:25Jingle de. Propaganda é e até você não faz.
- 1:35:29Quantas vezes você falou aqui, você já fez uma umas musiquinha
- 1:35:31toda hora você solta, você solta umas é eu, eu se lembram que a
- 1:35:38gente conversou, você falou assim, Ah, vamos bater uma boa?
- 1:35:40A ideia aqui é tirar da do conforto, do conforto.
- 1:35:44É isso aí. Então eu tô eu tô pegando assim
- 1:35:47teu lado, você é um cara muito criativo e fica ali, ó,
- 1:35:50maquinando. Só que, por exemplo, criar uma
- 1:35:52música, pô, vou criar uma música como é que é?
- 1:35:54Existe um processo, não criar a campanha eu já vi que você a
- 1:35:58gente tá aqui, tu olhou, tu teve um insight, porra, aquilo ali
- 1:36:01pum, tá é meio que isso. E a música?
- 1:36:05Não. Música é Oo processo.
- 1:36:06É o é o mesmo. Mas aí tem o lado da música.
- 1:36:10É assim. Eu tenho, por exemplo, assim,
- 1:36:13quer ver? Eu tenho louvores, eu tenho 4550
- 1:36:19louvores, louvores que eu venho fazendo desde 2008, nunca levei
- 1:36:23para lugar nenhum, nunca fiz, não sei o quê, porquê, aí eu
- 1:36:25entrei uma coisa assim, espiritual, não sei o quê, um
- 1:36:28negócio aqui e tal, e aí eu vejo alguém muito famoso que tem
- 1:36:31aquele estilo, eu falo, isso era para aquele que quero gravar
- 1:36:33ali, isso era para aquele que quero gravar, para aquele que
- 1:36:36quero gravar. Estou a dizer assim, é bom ou
- 1:36:37não é bom? Não importa, eu vejo assim, é
- 1:36:41músicas, elas têm um tempo, têm. 3 minutos, 2 minutos, 3 minutos.
- 1:36:45Jingles tem 15 e 30 e 60 segundos.
- 1:36:47É sempre isso. Já fiz algumas coisas, mas a
- 1:36:50diferença é assim, é tudo vem da mesma fonte, tudo.
- 1:36:55Eu toco violão 34 tons, mas os Beatles também, os Rolling
- 1:37:00Stones também, ou ARM também. Aí às vezes eu estou em casa,
- 1:37:05falo assim, Cris, olha aqui como é que é.
- 1:37:11Na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, na, 3 tons
- 1:37:20não muda disso. Guns N Roses, como é que é?
- 1:37:23A música do Guns N Roses? É assim, do, do, do agora.
- 1:37:28Me me passou aí, eu tocando caramba.
- 1:37:31A Lady Gaga não é a Lady Gaga. A música do shallow now 3 tons é
- 1:37:38dó, ré, sol, fá e mi menor e tal.
- 1:37:43Coisa simples, ali você com isso toca qualquer coisa.
- 1:37:47Então fiz Oo hino do agro, o agronegócio não é aí aí já.
- 1:37:52Nunca escutei, manda aí, manda aí.
- 1:37:55Não, não, não, eu não. Já, já, já.
- 1:37:58Pô. Tu está com vergonha?
- 1:37:59Não tem como. Tu está com vergonha.
- 1:38:02Não lembro. Eu não lembro certinho, depois 1
- 1:38:03hora a gente fala mais só Ah. Tá vendo?
- 1:38:05Eu ó, eu fiz ele passar vergonha aqui.
- 1:38:07Não, ele. Ele está com vergonha de dar
- 1:38:09uma. Pergunta não, não, mas é, pô.
- 1:38:12É, então, ó, eu vou pegar uma outra coisa aqui que a produção
- 1:38:15me entregou, vou de novo. Pô, agora só vem bordoada.
- 1:38:19Olha só. Disseram que você é português,
- 1:38:22não é? Sou português, vem com 10 anos
- 1:38:24para. Cá, mas não tem sotaque porque
- 1:38:26perde? Então não.
- 1:38:27Minha avó veio para cá e nunca perdeu.
- 1:38:29Veio depois de 12. Anos?
- 1:38:30Sim. Aí me disseram que você batuca
- 1:38:33na mesa igual sambista raiz. Como é que é isso?
- 1:38:38Como é? Que é essa aqui, espera aí?
- 1:38:54É porque é, é. É meio profissional.
- 1:39:05Isso aí não veio na no chip, não é, veio nada.
- 1:39:08Mas é. É assim.
- 1:39:09Eu tenho uma ligação com música? Muito.
- 1:39:12Por isso que eu perguntei sobre a campanha e sobre a música.
- 1:39:15Porque toda vez que a gente começa a falar de campanha, que
- 1:39:19eu falo, que a gente conversa, que a gente tem a gente nesses
- 1:39:23últimos, no último mês, a gente não conversou tanto, mas a gente
- 1:39:27tem conversado. Mas sempre a gente conversa é o
- 1:39:30jingle. Essas coisas suas são bastante,
- 1:39:33é marcantes. Eu fiz um jingle forte político.
- 1:39:36Não vou dar nome, nem letra, nem nada.
- 1:39:38Era assim. Uns funk, um funk.
- 1:39:40Aí fui para um lugar lá e o cara voltou do jeito de funk, mas já
- 1:39:49estava a ideia toda. E fazendo no ritmo EE funk raiz
- 1:40:20mesmo aquelas coisas e tal. Isso é famoso para cacete e tal.
- 1:40:24E soma aí eu boto a música aí, publicitário.
- 1:40:28Bota o nome da pessoa forte, o número, forte, o nome e o
- 1:40:32número, o nome e o número, o número, o número, o número.
- 1:40:35Ninguém vota em gente. A pessoa vota em números, sabe?
- 1:40:39Repete ali e pá. Tem umas coisas aí que então
- 1:40:43assim eu vou, ué? Aproveitando.
- 1:40:47Eita, mas já vem mais merda? Não, não, não vem.
- 1:40:49Aproveitando, eu vou perguntar, não, não, casca de banana, não.
- 1:40:52Você falar um pouquinho desse o sabor da nova geração que foi
- 1:40:55uma criação sua. Não.
- 1:40:59Claro que tem, deve ter. Sido de fora, nova geração
- 1:41:05newgeneration da Pepsi cola que vinha.
- 1:41:08Então a gente trouxe para o Brasil e começou a criar filmes
- 1:41:10novos e tal. A Pepsi sempre perdeu para
- 1:41:14coca-cola.no Brasil por pesquisa.
- 1:41:17Só ganhava numa capital do Brasil.
- 1:41:19Isso na década de 80 a 90, Porto Alegre.
- 1:41:23Vai me falar por quê? Porque é azul?
- 1:41:24Porque é azul. Ah, é?
- 1:41:28Não estou chutando, pode ser. Então é o seguinte, é ali Pepsi,
- 1:41:33é a Pepsi, coca, é a coca, então.
- 1:41:35Pepsi é pode ser? É, então, o sabor da nova
- 1:41:38geração? Ela estava tentando rejuvenescer
- 1:41:41o público e passar uma nova, e os filmes americanos da Pepsi
- 1:41:45Americana eram muito. Maravilhosos mais microfone para
- 1:41:47cá. Muito maravilhosos, os filmes e
- 1:41:50tal. E ó.
- 1:41:51E a gente pegando carona lá nos filmes estrangeiros que já vinha
- 1:41:54de lá, porra lá. E aí o seguinte, chegou uma
- 1:41:57época isso aí, esse ano era esse ano mesmo.
- 1:41:59Quer ver 8687, né? A Pepsi Internacional contratou
- 1:42:04o Michael Jackson para fazer os filmes da.
- 1:42:07Só o Michael Jackson? Só na hora que ele estava
- 1:42:10fazendo trailer, na hora que ele estava fazendo, porra.
- 1:42:15Porra, o sucesso absurdo absoluto contratou porque é para
- 1:42:18encarar o líder de mercado absoluto que era a Coca-Cola,
- 1:42:21tem que ter alguma coisa pesada, não é?
- 1:42:24E mesmo assim é complicado. Nos Estados Unidos ainda
- 1:42:26encarava um pouco, mas nunca passava e tal, então era o sabor
- 1:42:28da nova geração. A gente trabalhou isso aqui,
- 1:42:31criamos jingle para isso aqui e tal, depois eu vou até falar
- 1:42:34assim, como é que era? Busque sempre mais, deixe o
- 1:42:37resto para trás, tudo o que quiser você vai ser.
- 1:42:41Venha a para Pepsi, Pepsi tem o sabor de vencer, o sabor é
- 1:42:45refrescante, é borbulhante, é um sabor de conseguir.
- 1:42:49Venha a para, Pepsi vai contar agora, Pepsi vai até lá com
- 1:42:54você. Pepsi tem o sabor de vencer, o
- 1:42:58sabor de vencer. Era um negócio forte como
- 1:43:01televisão. Chamamos aquela Cláudia cantora
- 1:43:03que fez a evita No No teatro, que canta lá em cima e tal, o
- 1:43:09sabor de vencer que é para passar o líder.
- 1:43:11E tal. E aí, Michael Jackson fazendo lá
- 1:43:14e tal, põe até nas filmagens lá em Las Vegas, e o Michael
- 1:43:17Jackson queimou o cabelo. Lembro que tem uma história
- 1:43:19dele, que ele estava nas filmagens e o negócio deu um
- 1:43:21curto circuito e tal. E aí, Tina Turner era outra
- 1:43:24contratada dos filmes da da da Pepsi, lá nos Estados Unidos e
- 1:43:27em lajeiro aí o seguinte, vamos levar algum brasileiro para lá.
- 1:43:30Quem estava arrebentando nessa época?
- 1:43:33A blitz blitz, Evandro Mesquita. Aí, Evandro, já te chamei e
- 1:43:37estou te chamando de novo aqui em.
- 1:43:38Evandro Mesquita, ele vai saber disso.
- 1:43:41Aí o seguinte, foi lá e fez um filme com a Tina Turner, foi lá
- 1:43:48para fazer e tal, contratado já pela pela Thompson, pela Pepsi
- 1:43:51Brasil, pela Brasil. Era o cara como se fosse hoje,
- 1:43:56OOOO maior cara da música aí. E falou, Gusttavo Lima, é isso,
- 1:44:01como se fosse hoje um Gusttavo Lima é uma criação.
- 1:44:03Às vezes vem assim, cara, isso aí.
- 1:44:06O Gusttavo Lima pode fazer isso explodir de uma maneira, não sei
- 1:44:09o que, mas não é só porque é para chamar um Gusttavo Lima da
- 1:44:11vida. É porque naquele momento precisa
- 1:44:13de uma bomba, um impacto, um impacto, morro na parede,
- 1:44:22entendeu? Aí aí assim, então, OOAA, Pepsi,
- 1:44:28era isso? Ela nunca chegava, mas ela era,
- 1:44:31era abusada. E aí vamos também explicar.
- 1:44:34E aí vem uma coisa engraçada, os bastidores.
- 1:44:37Blind teste Blind teste é de olhos fechados.
- 1:44:40Botava uma venda nos olhos e botava 2 copos aqui ó, 2 copos,
- 1:44:46um com Coca-Cola e outro com Pepsi.
- 1:44:48Era o Blind teste, garrafa de Coca-Cola e garrafa de Pepsi.
- 1:44:52Isso era ao vivo ali, aí botava o seguinte lá e mostrava atrás
- 1:44:57do que tinha Pepsi, botava o Pepsi e atrás de Coca-Cola tinha
- 1:45:00Coca-Cola, que é para as pessoas verem que era real.
- 1:45:03Ninguém está manipulando nada ali.
- 1:45:05Pesquisa, dá o da Pepsi para alguém e o cara fala assim,
- 1:45:10Pepsi? Aí aí o outro estão lá.
- 1:45:14Coca-Cola era Pepsi. Aí o outro fala assim, Pepsi era
- 1:45:20coca. Porque quando fecha os olhos,
- 1:45:23quando tira esse sentido humano aqui, você parece que não vendo,
- 1:45:29você perde paladar. Ó, que coisa doida.
- 1:45:32Mas é, é assim, então não é muito.
- 1:45:34Eu até fiz isso uma vez numa palestra, e aí 300 não com a com
- 1:45:39com a kima, 300 pessoas num lugar, eu chamei uma pessoa lá
- 1:45:42na frente, a gente falou e tal, falei, olha, vamos fazer 111
- 1:45:45coisa aqui, você está vendo esse corredor, 300 pessoas, esse
- 1:45:48corredor entre as poltronas grande aqui, estou, estou vendo,
- 1:45:51vai lá para o fundo, lá no fundo, aí depois eu vou te
- 1:45:54chamar para você vir andando para para mim até aqui.
- 1:45:57Aí chegou lá no fundo pedir para botar uma venda nele, botou uma
- 1:46:00venda, uma venda nos olhos. Aí fazendo o seguinte, agora
- 1:46:03corre. Agora.
- 1:46:05Eu tinha que levantar, tá? Tinha que levantar aqui.
- 1:46:08Não, não. Tu tem que chegar para frente,
- 1:46:10senão. Para eu levantar?
- 1:46:12Não, né? Para levantar o cara, o gesto
- 1:46:15que o cara fez quando ele estava lá atrás, ele em pé.
- 1:46:17Ele diz assim, ó, quando falou assim, corre, eu falei, você
- 1:46:21está vendo, né? Você está com a venda nos olhos,
- 1:46:24mas está vendo que aqui tem um espaço, um corredor, que vai
- 1:46:26chegar até a mim. Aqui é muito longe.
- 1:46:29Você pede a perceção? Ele pede a perceção, ele bota a
- 1:46:32mão na frente, ele bota a mão na frente, porque se ele der um
- 1:46:36passo ele ele dava uma corridinha de 1 segundo assim,
- 1:46:40aí botava a mão, parece que tinha uma parede na frente, na
- 1:46:42verdade não tinha parede. A parede nunca é externa, a
- 1:46:44parede sempre é interna, o limite é sempre interno, então
- 1:46:48tudo é possível fazer. Por isso, quando você faz o
- 1:46:50Blind teste Na Na coisa das bebidas, a pessoa está tão
- 1:46:54ligada No No qual qual que é? Ela perde o sabor, ela fala que
- 1:46:57um é o outro e o outro é o um. É isso?
- 1:47:00É porque, aproveitando que eu lembrei de coisas da Pepsi e
- 1:47:03tal, então isso tudo foi na década de 80, 8687 até 80.
- 1:47:07E 9 tinha essa campanha da nova geração e era a.
- 1:47:09Campanha da nova geração é, tinha música, tinha porque sai
- 1:47:14da da equipa de criação, saem músicas que depois vão ser
- 1:47:18gravadas em estúdio e às vezes são melhoradas, até melhoradas.
- 1:47:22Dão 11 coisa não, porque quer dizer OOOOOO criador.
- 1:47:27Ele não tem aquela coisa de fazer tudo, sabe tudo, mas ele
- 1:47:29tem os insights das coisas. Claro que o músico, na hora de
- 1:47:32fechar e se for assim, e se for um pouquinho mais assado e tal.
- 1:47:36E aí a equipe de queria atingir o pessoal de jingle, de estúdios
- 1:47:40de jingle, que tinha muito antes e tal.
- 1:47:42Eram muito criativos também. Às vezes as ideias vinham.
- 1:47:45Inclusive, então, a produção diz que você tem um lugar inusitado
- 1:47:48onde você guarda 11 bloquinho para criar.
- 1:47:52Ah, esse é o seguinte. Vamos lá, isso aí, aquelas
- 1:47:56coisas impublicáveis que não se falam.
- 1:47:58Eu acho o seguinte, que a gente cria trabalhando, a gente cria e
- 1:48:01é sorrindo, a gente cria vendo televisão, a gente cria
- 1:48:05almoçando, a gente cria, até cagando, até cagando a gente
- 1:48:10cria, né? Eu, por exemplo, tenho todos os
- 1:48:12maneiros que eu morei na minha vida, nas minhas casas, tenho
- 1:48:14sempre um bloco e uma caneta assim, aqui para você, ó, você
- 1:48:18está pensando que eu estou falando outra coisa?
- 1:48:20Não, eu estou mostrando o meu calo aqui, ó, eu tenho um calo
- 1:48:22aqui. Que é de escrever, de tanto
- 1:48:25escrever. E eu não perco isso.
- 1:48:27Agora eu também escrevo no meu, no meu área de trabalho, lá no
- 1:48:31ZAP, ali as ideias todas e pá, pá, pá.
- 1:48:35Aí hoje eu já eu já nem escrevo tanto porque já chega no chat GP
- 1:48:39t lá ele já bota a letra, vem tudo tonto que a gente fala,
- 1:48:42Serafim vem sanfona. Se eu falar se o seu que não ser
- 1:48:46afim, não sei o que vem, não sei o que, eles são Fortes e depois
- 1:48:49conserta. Mas já diminui um pouco o
- 1:48:51trabalho, né? Mas a minha, o lado genuíno meu
- 1:48:55é o seguinte, eu escrevo muito, eu tenho.
- 1:48:58Costumo dizer que eu tenho 2 empresas, uma dentro da minha
- 1:49:01pasta. Tenho as minhas ideias todas de
- 1:49:03papel, descritos, não é? E a outra, não, não, não.
- 1:49:06Lá já no celular é que a gente está numa reunião que ali já
- 1:49:10mostra, ali o cara passa para ele na hora e tal.
- 1:49:13Mas eu, as minhas grandes Apresentações, eu, eu costumo
- 1:49:15fazer um papel, papel e tela não é outra tela lá e tal, cara é
- 1:49:20insubstituível isso, a emoção dessas reuniões, de você falar
- 1:49:23para ele assim, deixa eu te falar aqui uma coisa aqui, dá
- 1:49:25uma olhada nisso aqui, pá, pá, pá e não ficar.
- 1:49:29Pirotecnia e tal, tenho nada contra, até uso, mas é para mim
- 1:49:34genuinamente é mais assim, é, já tive algumas reuniões do cara de
- 1:49:39chegar no final e falar assim, quer ser meu sócio?
- 1:49:42Não, como assim, porra, eu, ele tem que comprar a tua energia.
- 1:49:47Ele falou, caramba, eu sou a light, não é?
- 1:49:50É a energia das coisas e se você for um cara de de criação e
- 1:49:54todos são assim, não é vantagem nenhuma minha, é.
- 1:49:57O cara que tem a energia, ele é Oo.
- 1:50:00Cássio, elogio zero. A gente se conhece há uns 20
- 1:50:02anos e tal. Você tem uma energia criativa e
- 1:50:05produtiva e você tem mais energia criativa até do que eu,
- 1:50:08porque você tem as energias, ainda produz, ainda faz, ainda
- 1:50:12transforma o multi Studio num negócio maluco, grandão e tal,
- 1:50:17caramba, mas você tem que ter a energia se a pessoa não tiver
- 1:50:19energia. Não vai?
- 1:50:21Não vai. É seco.
- 1:50:23É ruim? É.
- 1:50:24É muita história, é muita historinha.
- 1:50:26E muito. Aproveitando a energia, me
- 1:50:28disseram que você qual o conceito que você se você
- 1:50:33tivesse que fazer uma campanha para luftal, você faria?
- 1:50:36A vida é feita de conceitos, tá? Volto a falar.
- 1:50:43E única série proposit. Qual é a única proposta?
- 1:50:46Proposição desse produto luftal é acabar com os gases.
- 1:50:50Eu tenho que falar disso. Aí depois levei para ver o.
- 1:50:57Conceito e como é que nas mídias sociais devia ser usado?
- 1:51:01Tá bom? Poxa, é um pessoal de luftal, aí
- 1:51:03é chato que eles não vão usar e não pagam.
- 1:51:06Mas vou saber quem é você, porque tu tu deu a ideia.
- 1:51:09Então é o seguinte, é que ele. Luftal, contrate ele, ó
- 1:51:13seguinte. É que ele resolve, luftal
- 1:51:16resolve. Eu vejo uma porção de coisa e
- 1:51:17ele não volta, caramba. E eu tô pronto.
- 1:51:20Depois isso eu arrebentaria. O benefício desse produto é que
- 1:51:24ele resolve gases, concorda? Concorda?
- 1:51:27É, é para ser, né? Luftal é papum, luftal é papum,
- 1:51:35ele é para pum, para peido, peidinho para pum, né?
- 1:51:43E aí, nas mídias sociais, aí as métricas, ei, tecnologia, vamos
- 1:51:46lá, vamos fazer esse negócio de estourar no mundo inteiro e tal.
- 1:51:49Começa a pegar o TikTok, começa a pegar não sei o que, só áudio,
- 1:51:52não imagem, tela escura, só a marca do luftown na tela e só o
- 1:51:57barulho de pum luftal é PA pum, só isso.
- 1:52:09Não aqueles, aqueles engraçados, aqueles que demoram mais,
- 1:52:13aqueles que cagou a cueca sabe aquele que não sei o que aquele
- 1:52:17não sei o que assim só barulhos de pum só cara sabe o que que
- 1:52:21vai dar vai viralizar aí tem o pum do Steve Jobs ainda morreu
- 1:52:26voltou para dar pum aí tem Oo pum do não sei quem aí o pum ih,
- 1:52:30rapaz, se estourava, rapaz o pum do Bill Gates o pum do do, do do
- 1:52:35o pum do papa. Olha só, você acabou de me dar
- 1:52:39um insight. Um insight?
- 1:52:40O. Site não vamos ganhar junto,
- 1:52:42olha só. Por que que você nunca pensou
- 1:52:46agora a gente já está indo por finalmente OPA, mas você nunca
- 1:52:50pensou em criar uma agência virtual?
- 1:52:53Onde esses esses todos esses cases não direcionado pra pra um
- 1:52:58produto com nome luftal igual a gente fez, mas pra produtos que
- 1:53:03são aquele em você fazer isso e executar essa campanha?
- 1:53:07E divulgar isso na internet, porque todo mundo saberia que
- 1:53:09você seria o criador e assim todo mundo viria até você.
- 1:53:15Deus mandou você falar isso comigo aqui.
- 1:53:17Já falei com a minha mulher em casa várias vezes.
- 1:53:20Eu vou até o nome da agência, o conceito da agência, que vou
- 1:53:23passar tudo aqui agora e dizer o seguinte, criar para empresas
- 1:53:27grandes, criar. E é como se distribuísse isso
- 1:53:30mesmo, dessa maneira mesmo. A agência chama agência nasa,
- 1:53:34cria e vai para cima, cria e vai para cima.
- 1:53:37Cria e vai para cima, chama agência nasa, não é cria NASA,
- 1:53:41agência nasa cria e vai para cima, vai para cima o quê?
- 1:53:44Mostra para os clientes, mostra para isso, para mim não importa,
- 1:53:47é, é essa agência virtual e tal. Eu tenho para e aí vem, eu tenho
- 1:53:52por mercados, por segmentos. Eu tenho um filme, pô, criado de
- 1:53:571 minuto para joalheria, que pode ser de h externo, e a quem
- 1:54:00você disser que o filme chama meus 4 homens.
- 1:54:06A história de uma mulher que de nova até ficar 60 anos, os 4
- 1:54:10homens que passaram na vida dela, tá, e as joias?
- 1:54:14Em cada momento, a joia tem a ver com aquele momento dela, mas
- 1:54:18com aquela idade mais com aquela outra, mas com tudo fechamento e
- 1:54:21tal. Vamos procurar AHST, vamos
- 1:54:23procurar esse filme, qualquer pessoa fará.
- 1:54:25Eu tenho do Starbucks, eu tenho para cerveja.
- 1:54:29Eu só não vou dar o nome da cerveja se a pessoa copia,
- 1:54:31porque essa é a ideia, é matadora, matadora, matadora
- 1:54:34demais demais. Ah, está falando em causa
- 1:54:37própria, não é porque é real. Eu tenho uma prateleira lá aqui,
- 1:54:41aqui, aqui, o dedo aqui, tenho lá meus arquivos.
- 1:54:45Todos que eu chamo de arquivo vivo tem o nome do arquivo,
- 1:54:48aquele arquivo vivo que a mulher, minha mulher, fala para
- 1:54:50mim o tempo todo assim, Tony, você tem milhões de dólares ali
- 1:54:53empilhados, começa a fazer isso chegar nas pessoas.
- 1:54:56Eu tenho praticamente todos os segmentos, campanhas inteiras,
- 1:55:00que é para ração, para cachorro, para purina, eu tenho.
- 1:55:05Use o segmento tudo criado, criado, roteirizado.
- 1:55:10Ninguém tem um calo à toa, porra, assim, assim é.
- 1:55:13Se chegar nessas pessoas, vai fazer as campanhas, é mais
- 1:55:17criativas, ó galera, vai dar de 00, não precisa disso, ó nome de
- 1:55:24Jesus, zero, vai dar isso não me leva a lugar nenhum, nem precisa
- 1:55:27de ir para nenhum lugar não, tudo bem assim.
- 1:55:30Campanhas já criadas, por quê? Porque o briefing dos produtos
- 1:55:33eu já entendi o que é que aquele produto precisa passar e precisa
- 1:55:36passar, que ele é isso, diferente dos outros.
- 1:55:39Olha a Boticário, não sei o que não pega da área lá, a sephora
- 1:55:42eu tenho várias observações e falo cara, porque que não faz
- 1:55:45isso, porque que não faz aquilo? Não é todo mundo que tem um
- 1:55:48palhaço lá como garoto propaganda, como é o McDonald's,
- 1:55:51que ele usou muito pouco, até palhaço no sentido positivo, não
- 1:55:56é porque é porque é. Então eu tenho para todos os
- 1:55:59segmentos e tal. Está criada, aceito a proposta,
- 1:56:01já vou começar a fazer chama se agência nasa cria e vai para
- 1:56:05cima. Vou começar a postar no
- 1:56:07intervalo no intervalo do meu, do meu canal.
- 1:56:12Ou está assim intervalo do meu intervalo do canal, como se
- 1:56:16fosse uma agência e bota no intervalo do canal?
- 1:56:18Pronto. É uma empresa que já e ela roda,
- 1:56:21roda e tal. Eu já tenho 100 coisas criadas.
- 1:56:27Como é que está sendo muito maluco?
- 1:56:29Não, não, eu tenho 200, eu tenho pilhas, pilhas e tudo.
- 1:56:33São 25 anos, 30 anos fazendo, são todos os clientes que eu
- 1:56:37nunca tive na vida. Eu tenho as campanhas todas lá e
- 1:56:40está atual, porra, atualíssimo demais, mas atual demais.
- 1:56:45Agora as pessoas de marketing e tal também, não é assim que
- 1:56:48funciona. Ah, vai chamar esse cara, acho.
- 1:56:50Eu tenho plataforma de financeira, eu tenho, porra,
- 1:56:53tenho campanha do BTG, tenho campanha do.
- 1:56:57Campanha de banco tem que ir para tudo, porque exercício meu
- 1:57:02é muito trabalho em cima disso, criatividade tem que ter, suor,
- 1:57:06tem que buscar, tem que tal? Para mim já é mais fácil, porque
- 1:57:09eu faço, eu faço isso dormindo, inclusive eu durmo com uma ideia
- 1:57:12e falo assim de manhã, eu preciso de alguma solução para
- 1:57:14isso, ué, eu não deixo de dormir, é papo de maluco, isso
- 1:57:18não é? Olha só, eu sou sadio, está tudo
- 1:57:21bem, não sou doidão, não é isso não, mas é.
- 1:57:24Quando é é, quando não é, não é? Eu IA estar aqui me expondo se
- 1:57:27se se não fosse verdade, o Cássio me conhece de 20 anos
- 1:57:30para cá é, então é isso aí. Mas tenho, tenho sim, tem muita
- 1:57:34coisa. Quando eu te falei que a
- 1:57:35história da vida das dos Starbucks seria planetária,
- 1:57:38campanha dos Starbucks é planetária.
- 1:57:42Aí você vai falar assim, pode fazer aonde, bombaim, Chicago,
- 1:57:47Mato Grosso do Sul, qualquer lugar do mundo.
- 1:57:49Tu na língua ChatGPT, traduz tudo, não tem problema, então,
- 1:57:53assim. É, está tudo criado já para,
- 1:57:57para lá. É um, é um, é um projeto grande.
- 1:57:59Eu só não quero falar os nomes todos aqui porque, mas é assim,
- 1:58:03outra coisa. EE, qual é a experiência de
- 1:58:06pesquisa que eu fiz? Eu tenho uns 55 guardanapos do
- 1:58:11Starbucks, pareço sadia, mas às vezes não sou muito assim. 5560
- 1:58:17guardanapos. O Starbucks de Lisboa, de
- 1:58:20Barcelona, de Madrid, de Londres, minha filha mora lá, de
- 1:58:23Miami, de Nova Iorque, e não sei quê que é.
- 1:58:25Lá eu fazia inclusive no lugar para ter os ambientes e no
- 1:58:28Brasil, muito IA para o IA para o Barra Shopping.
- 1:58:31E também posso falar assim, agora eu estou em Xangai e não
- 1:58:34importa as ideias que escritas nos guardanapos do Starbucks, já
- 1:58:39vai falar assim, pode ter a exposição, pode, vai fazer assim
- 1:58:425560 coisas escritas lá, historinhas de guardanapo
- 1:58:46rápido. Eu tenho uma história com
- 1:58:48guardanapos muito forte, que é um projeto chamado nap 15, que é
- 1:58:52guardanapo em inglês. Não é histórias, não.
- 1:58:54É que tudo na minha vida passou muito por guardanapos, porque às
- 1:58:58vezes, no lugar onde eu estou, sempre estou escrevendo o calo
- 1:59:00ou o calo não é, é o meu calo, não se cala fazendo.
- 1:59:06Então os guardanapos estão lá, escritos com as histórias e só
- 1:59:11para dar uma ideia, a primeira de todas, a primeira de todas,
- 1:59:13um cara que é No No Starbucks. Durante 6 meses, e o mesmo cara
- 1:59:19que sentava na mesma mesa, no mesmo lugar e ficava fazendo
- 1:59:22coisas no lugar da napo, não Era Eu um personagem?
- 1:59:25Aí todo dia o cara IA lá, falava assim, Rodolfo Augusto, o cara é
- 1:59:30levantado, IA lá buscar lá um negocinho.
- 1:59:33No outro dia, Priscila, o atendente falava, eu IA lá, eu
- 1:59:39não, o cara. A minha história IA lá e pegava
- 1:59:42assim, Johnny, Johnny one. Eles são obrigados a falar o que
- 1:59:46eu pedi para escrever no copo e eles escrevem, não, é ali e tal,
- 1:59:50pronto. Aí um dia este personagem vai lá
- 1:59:54um dia e fala assim, vem cá, você vem sempre aqui que eu vejo
- 1:59:57que você está ali e tal, tudo isso em 15 segundos, 30 segundos
- 2:00:01e um minuto. Isso quando é áudio, quando é
- 2:00:04escrita, é dá num guardanapo, aí o cara você vem sempre aqui,
- 2:00:10porque é que você está fazendo isso?
- 2:00:11Não, não é nada, não. Mas você tem esses nomes todos?
- 2:00:14Ele fala, não. Os nomes dos personagens que eu
- 2:00:16estou escrevendo no livro, são eles que estão vindo aqui pegar
- 2:00:21o café, pegar Oo sim na mão aquele.
- 2:00:25Negócio é. Bom e tal.
- 2:00:28São eles que estão vindo, não sou eu não.
- 2:00:30Então esse é o primeiro para mostrar o que?
- 2:00:32Porque você pode escrever a sua história.
- 2:00:34Não importa em que Starbucks você tiver do mundo, né?
- 2:00:38Tem o nome do projeto que também é criativo demais agora.
- 2:00:42Como é que eu chego no cara que decide no Starbucks se Deus
- 2:00:47inspirar alguém, não sei quê, ó, você vai lá na China conversar
- 2:00:49com o cara que manda, não sei quê, eu vou lá, eu vou lá e falo
- 2:00:52o seguinte, eu tenho isso aqui, Ah, leva um chato GPT do meu
- 2:00:55lado, traduz tudo e amigo meu que vai, vai comigo e traduz até
- 2:00:58pensamento e pronto e vamos lá. É campanha planetária e depois
- 2:01:03vai ser a campanha do Starbucks no mundo inteiro, porque tem um
- 2:01:07projeto que cada um com as suas histórias, faz o.
- 2:01:10As histórias todo mundo é criativo, fazendo a sua própria
- 2:01:13história. Ninguém precisa criar histórias
- 2:01:14novas, se é cada um cria a sua. E é o projeto lá do é isso.
- 2:01:18Eu ainda não dei muitos detalhes, porque senão também,
- 2:01:20porra. Mas aí tem para tudo, tem para
- 2:01:23tudo. É inacreditável.
- 2:01:25Mas eu dou. Hoje eu faço sexo, eu oro.
- 2:01:29Eu, pô, dá tempo para tudo, porque parece que. 80% de
- 2:01:32criação em 20 do resto. Ah, pô, mas 20% é muito cara.
- 2:01:3520. Por cento, 20 é mais, é mais
- 2:01:38tempo, está vendo? É 20, ó, eu queria agradecer.
- 2:01:41Hoje a gente teve uma aula aqui um pouquinho de como, como ele
- 2:01:45cria. Queria que você deixasse uma
- 2:01:47mensagem para o pessoal que está acompanhando a gente.
- 2:01:49Aí em breve eu vou fazer uma mesa aqui com 3.
- 2:01:53Pessoas de criação boa e você está convidado boa para gente
- 2:01:56trocar ideia com mais pessoas. Boa, legal.
- 2:01:59Demais. Então assim deixo uma mensagem
- 2:02:00para o pessoal que a gente vai finalizar aqui agradecendo nosso
- 2:02:04patrocinador. Aí Márcio, mais uma vez,
- 2:02:06obrigado. Aí ó água é a gente tem cupom
- 2:02:10green Station? Ali, ali eu estava o tempo todo
- 2:02:15olhando, aqui não estava olhando.
- 2:02:16Ali, não, não. Ele.
- 2:02:17Ele te acompanha, ele te acompanha, ele te acompanha.
- 2:02:19Tecnologia acompanha a gente mesmo, ele não está, ela está.
- 2:02:23Então olha só, prazer muito grande estar aqui no Monte
- 2:02:27Studios com uma pessoa que eu conheço há 20 anos, que é o
- 2:02:30Cássio, né? Um cara que é fora da curva que
- 2:02:34ele cria, até cagando que foi uma história lá de 20 anos
- 2:02:37atrás, que tem a ver, que só tem a ver com a gente.
- 2:02:39Por isso que ele riu, né? Lá EE assim, se se conselho
- 2:02:45fosse bom, ninguém dava, vendia, não tem aquele negócio e tal,
- 2:02:47mas não é conselho, é só 111. Uma sugestão, uma coisa é o
- 2:02:55seguinte, quem quer que está os meninos hoje, as meninas
- 2:02:59criativos demais, quem quer trabalhar com criação, ela tem
- 2:03:04que ter isso dentro dela. Isso não vem de livro, isso não
- 2:03:07vem de hereditariedade, tá? Tem que estar dentro dela, tá?
- 2:03:11Se você tem, você tem que trabalhar muito, muito, muito,
- 2:03:13muito. Não tem recompensa sem um
- 2:03:15esforço imenso, absoluto, né? Tem que ler muito, ler.
- 2:03:21Não é? EE também o seguinte, as
- 2:03:23dificuldades, Ah, Oh, quem não vira página não merece ler o
- 2:03:25livro. Então continue lendo tudo e tal
- 2:03:29como a gente dizia antigamente, desde bola de remédio até livro
- 2:03:32de arquitetura, lê tudo, se informar informação.
- 2:03:37A mente da gente é um é um combustível.
- 2:03:39A mente da gente é algo que faz a gente chegar em lugares que a
- 2:03:42gente não imagina. O Einstein dizia a mente da
- 2:03:46gente como se fosse um elástico, aquele elástico.
- 2:03:49Você vai, vai, ela vai, ela vai, você estica, estica, estica.
- 2:03:52Agora, depois que você faz isso, você nunca mais volta a ser o
- 2:03:56mesmo, porque você já criou abrangência, você criou
- 2:04:00circunstância e tal. Então criação é isso, é um
- 2:04:03negócio que me mobiliza. A minha jornada inteira é isso.
- 2:04:08Isso através de música, através de conceitos, através de ideias,
- 2:04:11através de livro, programa de rádio, o que for, e agora também
- 2:04:14com a agência virtual, a nasa, que vai para cima e a gente vai
- 2:04:17começar a botar os. Os comerciais no ar aí aos
- 2:04:20poucos eu tenho lá um canal, o meu canal que eu comecei há uns
- 2:04:2220 dias atrás, já tenho às 12 ou 13 postagens, vai lá, Tony
- 2:04:26começa a contar as suas histórias e tal, então a vida
- 2:04:30inteira eu contei a histórias dos outros, então agora contar a
- 2:04:32minha lá e vou começar a botar alguns intervalos da agência
- 2:04:34nasa, então que bom, isso é bom para network e é bom para tudo,
- 2:04:38não é? E é um prazer muito grande estar
- 2:04:40aqui. Tenho acompanhado o Cássio, o
- 2:04:43sucesso aqui da do multi Studio, do podcast e tal.
- 2:04:47EE, é isso, um prazer muito grande ter vindo aqui.
- 2:04:49É uma honra de você ter me chamado é e agradecer a Deus por
- 2:04:54ser por gente ser amigo. EE, pronto e já estou convidado
- 2:04:58aí para uma mesa com mais 2 pessoas que certamente eu
- 2:05:00conheço e se não conhecer na hora já vai dar certo tudo e
- 2:05:04pronto. Com certeza, obrigado.
- 2:05:06Está bem, pessoal. Acompanha a gente.
- 2:05:09Vou deixar a descrição do perfil dele, a gente vai deixar.
- 2:05:12Onde compro o livro? Ele vou botar ali.
- 2:05:14É, é. Se quiser falar com ele direto,
- 2:05:18a gente tá no YouTube, no Spotify e no Apple Music.
- 2:05:23Dá uma curtida, dá o like, acompanha a gente assina e até o
- 2:05:28próximo, até logo. Valeu.