Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / NA RAÇA #XI - A MENOR CORRETORA DO BRASIL (CLUBE DO LIVRO)
Transcript
- 0:06Senhoras e Senhores, vamos para mais um clube do livro aqui no
- 0:10Ed podcasts. Vamos ler o quinto capítulo do
- 0:13livro na raça. Cujo título é a menor corretora
- 0:17do Brasil, essa parte da história da construção da SP é
- 0:20bastante interessante. Uma grande virada de chave, um
- 0:22ponto de inflexão é e comigo aqui está o grande brunão.
- 0:26Como é que você está ou não? Salve salve vamos nessa mais um
- 0:29episódio aqui. Dessa vez vamos entrar num
- 0:32capítulo 5 e vamos conhecer aqui o clebinho não é?
- 0:35O Luís Kleber Holinger da Silva, um cara super importante aí na
- 0:39trajetória da XP. Antes de falar do Luiz Kléber é
- 0:44está chegando Money Heroes e eu estou.
- 0:47Tô comprando uma briga interna. De sabe aquela aquela Máxima de
- 0:52porra coloca menos pilha é a sua perceção das coisas, depende da
- 0:56sua expectativa, não é? Então Eu Não estou divulgando
- 0:59palestrante. Eu estou empilhando aqui,
- 1:02guardando porque vai ser a edição mais porrada do ponto de
- 1:05vista de conteúdo e de transformação para quem está e
- 1:08pode anotar aqui você que já foi para maneiras e vai para esse
- 1:10pode anotar e me cobrar vai ser muito bom.
- 1:12Vai acontecer NOS dias 30 e 31 de Agosto.
- 1:15Em Recife presencial se você ainda não tem ingresso, não vou
- 1:19colocar link vá atrás porque é do seu interesse, mas esteja lá
- 1:21presente e não perca. Não é será memorável.
- 1:26A Luiz Kleber Holinger da Silva, o Clebinho, operava no mercado
- 1:31financeiro desde a década de 70. Era um sujeito boa praça e tinha
- 1:35em torno de 60 anos. Cabelos grisalhos passavam um
- 1:38ponto do ponto de corte um tanto desgrenhados.
- 1:41Sua pele carregava um leve bronzeado e as rugas no rosto
- 1:44contrastavam com o jeito do garotão da zona sul.
- 1:47Dono da Corretora América investe, clebinho não possuía um
- 1:51terminal Bloomberg em seu escritório e dispensava fórmulas
- 1:54matemáticas. Operava no mercado de ações,
- 1:57dizia. Usando seus instintos em pleno
- 2:00século 21, era um membro remanescente da chamada velha
- 2:03guarda. Sem grandes investimentos.
- 2:06Era de se esperar que a América Invest fosse uma espelunca e era
- 2:09quase isso mesmo. A corretora ocupava 100 m² num
- 2:13prédio em Ipanema, tinha 3 funcionários, sendo um deles a
- 2:17Secretária de Clebinho e operava para menos de 10 clientes.
- 2:22Seria interessante ter a fotografia desse escritório
- 2:24desse escritório. É segundo a lenda que se
- 2:28consolida do mercado carioca, seu cliente era a opportunity, o
- 2:31Banco de Daniel Dantas, o que ele sempre negava.
- 2:35As 2 salas de reunião eram ornadas com fotos do dono numa
- 2:39abraçado com o então Presidente Lula noutra, ostentando um
- 2:43cabelo que ia até a cintura. Que coisa é icônica, não é
- 2:46bicho. A América Invest estava entre as
- 2:50últimas colocadas no ranking de volume de negociação da bolsa
- 2:52brasileira e encontrava-se tecnicamente quebrada.
- 2:55Mas os sócios da XP não estavam em posição de escolher a
- 2:59corretora que queriam comprar que não dava para comprar
- 3:01Ferrari com dinheiro de fusca. Eles já sabiam.
- 3:04Clebinho queria vender a corretora se livrar daquele
- 3:06problema e embolsar o dinheiro que ganharia com o IPO da
- 3:09Bovespa, o que estava programado para acontecer em 2007, dava um
- 3:13pouco de medo, contudo, era uma oportunidade única.
- 3:16Quem era apresentado a clebinho e a seu muquifo levava um choque
- 3:21como ACVM deixava aquela corretora funcionar.
- 3:24Isso aqui parece a Terra de Marlboro, pensava Guilherme,
- 3:26lembrando-se dos comerciais do cigarro dos anos 80 que remetiam
- 3:29ao faroeste americano. Os servidores que por regulação
- 3:34precisavam manter armazenados por 5 anos.
- 3:36O histórico de cada operação ficavam num canto da sala
- 3:40Respingados de café, mas à medida que foram se conhecendo
- 3:43melhor, o fundador da XPEO maluco beleza da América Invest,
- 3:46engataram uma relação que culminaria na mais surrealista
- 3:49venda de corretora de que se tem notícia no Brasil fosse pela
- 3:53força de marca fosse em escala. Ou acesso a clientes American
- 3:58Invest não agregaria simplesmente nada AXP.
- 4:01A corretora de Clebinho, faturava cerca de 50000 BRL por
- 4:04mês, quase nada perto do volume de receitas que AXP já obtinha
- 4:08em 2007. Na casa dos 3000000 de reais por
- 4:10mês. Mas a American Invest tinha algo
- 4:13que as outras não tinham um dono disposto a vender e uma
- 4:16estrutura precária que na prática, significava preço baixo
- 4:20e a XP precisava da carcaça de uma corretora para enviar seus
- 4:24corretores. Seus clientes perdão.
- 4:26Por sua regulação arcaica, o mercado de corretoras era
- 4:29praticamente inacessível para novos entrantes.
- 4:31Não bastava querer abrir uma corretora, era preciso comprar a
- 4:34carta patente de quem já tivesse uma.
- 4:37Tratava-se de um clube fechado, com uma barreira de entrada
- 4:41imensa e American Invest daquele jeitão meio bizarro representava
- 4:45para a XP o título de sócio do clube, o pulo do gato para
- 4:49tornar a operação um pouco mais atraente era a conversão dos
- 4:52títulos patrimoniais. Detidos por donos de corretora
- 4:56em ações da Bovespa, o que aconteceria na abertura do
- 4:58capital da Bolsa com aquela Operação Clebinho levantaria um
- 5:02bom dinheiro e a América Invest teria os 10000000 de reais de
- 5:06patrimônio mínimo exigido para que uma corretora pudesse atuar
- 5:09nacionalmente. AXP não tinha dinheiro e teria
- 5:11de oferecer uma participação acionária para clebinho, e os
- 5:15sócios se dedicavam a convencê-lo de que?
- 5:18Aquele negócio tinha futuro foi fácil, até porque o Clebinho não
- 5:23tinha muita alternativa, não é clebinho, era uma espécie de
- 5:26antiplace. Aquele cara que veio do BTGE,
- 5:30que era o cara do do do do dos controles e tal do
- 5:33administrativo, que teve uma negociação muito dura.
- 5:35Não é que a gente já contou aqui que acabou chegando no final e
- 5:38Guilherme Mazonavi não quiseram seguir porque não se sentiram
- 5:41confortáveis, dado que o Plas parecia 111.
- 5:46Como é que foi? A expressão?
- 5:47Não é um gorila negociando com eles, não é alguma coisa assim.
- 5:51Curiosamente, então, ele era um antiplaço, o que facilitou a
- 5:54conversa com os informais donos da XP, não é?
- 5:57Então foi o anti Place, foi bem. Confortável tratar lá com OOO
- 6:01Kleber, o clebinho, curiosamente, naquela mesma
- 6:05época, Guilherme procurara a plas para perguntar se ele ainda
- 6:09tinha interesse na SP. As empresas e plas e clebinho
- 6:12ficavam no mesmo prédio em Ipanema e Guilherme entrava no
- 6:14elevador de óculos escuros e boné numa pouco eficaz tentativa
- 6:20de não ser descoberto um por um ou outro foi falar com o alemão
- 6:24Guilherme, divertia-se clebinho diante de um envergonhado
- 6:27benchimol. Até o final.
- 6:29Os sócios da XP temiam que clebinho estivesse escondendo O
- 6:32Jogo. Aquela boa vontade toda só podia
- 6:34ser uma farsa para enganá-los e fazer uma relaxada XP se dar mal
- 6:37nas entrelinhas do contrato. Quando Guilherme mencionou a
- 6:40necessidade de fazer uma auditoria NOS números da
- 6:42corretora, o vídeo clebinho, que auditoria Guilherme.
- 6:45Minha corretora é isso aqui, meu irmão tem 3 pessoas, tu vai
- 6:47gastar dinheiro com auditoria, não é?
- 6:49Guilherme achava Graça, mas era impossível não desconfiar.
- 6:52As finanças da América Invest eram um desastre completo e a
- 6:55corretora tinha um rombo bilionário em seu patrimônio
- 6:57para evitar ser passado para trás, Guilherme decidiu gastar
- 6:59dinheiro de verdade no que considerava um super escritório
- 7:03de advocacia. Era outra lição obtida na
- 7:06negociação com place, durante a qual AXP não tivera nenhum tipo
- 7:09de assessoria jurídica. Contrataram o tradicional
- 7:12escritório Carioca Mota Fernandes Rocha.
- 7:15É que depois acabou sendo substituído pelo Barbosa, Busni
- 7:19Aragão BMA, um dos mais caros e respeitados do Rio de Janeiro,
- 7:24que havia assessorado algumas das fusões mais importantes da
- 7:26década. 3 anos antes, tinha trabalhado na bilionária fusão
- 7:29da cervejaria em Ambev, com a belga Interbrew.
- 7:33Os advogados produziram um detalhado contrato de 80
- 7:35páginas. Guilherme propunha avaliar AXP
- 7:38em 50000000 de reais, um salto de 20000000 em relação à conta
- 7:41de plas. Pouco mais de 1 ano antes de 1
- 7:44ano antes. Clebinho ficaria com 5% da XPE.
- 7:48Um aporte cobriria o buraco de 2000000 de reais no patrimônio
- 7:51da corretora. Ele se comprometeria ainda a
- 7:54manter dentro da corretora os 10000000 de reais que ganharia
- 7:57com a abertura de capital da Bovespa.
- 7:59No dia marcado para assinatura, Guilherme estava preparado para
- 8:02ficar ao menos mais uma semana, negociando cláusula cláusula.
- 8:05Sua referência final era desgastante negociação com
- 8:08place, mas dessa vez ele estava determinado a fechar negócio,
- 8:11mesmo que clebinho fizesse jogo duro, acabou que as coisas
- 8:14tiveram um desfecho inesperado. Guilherme, vou ler porra
- 8:17nenhuma. Não vou ler nenhuma vírgula,
- 8:18disse. Aqui confio em você, disse
- 8:20Clebinho de pé, enquanto assinava a papelada.
- 8:22Guilherme não conseguia acreditar, assina a Assembleia,
- 8:25era desapego demais até para o maluco beleza.
- 8:27Clebinho entregou a Guilherme a documentação da corretora em um
- 8:30papelzinho com as senhas necessárias para efetuar
- 8:32qualquer operação. Andou até o meio do escritório e
- 8:35abriu a porta a porta de correio, que dividia a sua sala
- 8:39do ambiente, onde ficavam os 3 funcionários e disse o seguinte,
- 8:42pessoal, você quer o Guilherme? Ele é o novo comandante, estou
- 8:45indo para Paris, meu irmão velho.
- 8:48Tem que existir pessoas assim velho e cada um de nós tem a
- 8:52responsabilidade de ser um pouco isso em algum momento da vida.
- 8:54Porra, porque se não, não faz sentido, não é, disse.
- 8:59Isso pegou suas coisas, saiu da corretora e fez o que tinha
- 9:01prometido. Entrou no primeiro avião para
- 9:02Paris, onde passaria meses de Relaxando, sem dar notícia
- 9:05alguma. O problema da American investe
- 9:07agora era da XP se para AXPA compra da American era um passo
- 9:12importante para Guilherme apresentava muito mais que isso.
- 9:15A assinatura daquele contrato tinha.
- 9:16Gosto de vingança. O trauma da série de fracassos
- 9:20em sua carreira no Rio de Janeiro ainda era vivíssimo.
- 9:24O sucesso da XP na longínqua Porto Alegre era ignorado pelos
- 9:28amigos, pela família, pelo mercado no Rio de Janeiro e em
- 9:30São Paulo. Na cabeça de Guilherme, todos
- 9:33ainda o achavam o mesmo derrotado de 6 anos antes, agora
- 9:37que era dono de uma corretora em Ipanema, ele se mataria de
- 9:42trabalhar até provar que estavam todos errados.
- 9:47E é interessante como as motivações são muito pessoais,
- 9:49não é? Às vezes assim, pô não pense NOS
- 9:51outros, passa pelos outros. Você acha que está todo mundo
- 9:53falando mal de você as pessoas? Ocupadas, ela não tem tempo de
- 9:56pensar em você, a coisa é sua cabeça e tal e é verdade e do
- 9:59mesmo jeito. Se você faz dessa energia
- 10:02negativa, algo para te colocar em movimento na direção certa.
- 10:07Se é a sua verdade, é válido também, não é?
- 10:12É brunão, seguimos ou paramos aqui.
- 10:14Eu achei muito legal essa esse trecho aqui da história.
- 10:18Foi sensacional. Eu eu fico imaginando a cara
- 10:21dele, voltando 2 meses depois de Paris.
- 10:24Chegando No No escritório sem entender de nada, porque
- 10:26provavelmente estava tinha, estava tudo mudado.
- 10:29E achando bom. E achando ótimo, né?
- 10:30Achando ótimo, bem legal, bem legal.
- 10:33Muito bom, muito bom é e assim do jeito que.
- 10:38Sempre existem. É algumas versões de uma
- 10:40história, não é? Então, do jeito que que se
- 10:42contou, ele era esse maluco beleza aqui.
- 10:46E ele é esse cara, não estou nem eu nem conheço, nem nem, mas eu
- 10:49estou afirmando que eu concordo que está aqui.
- 10:53Mais volta de novo para o nosso amigo Morganausen.
- 10:59Ninguém é maluco, não é? Então porra o cara beleza tinha
- 11:03uma corretora estava nessa situação, mas o cara tinha uma
- 11:07corretora. O cara de sessentão ali tinha
- 11:09experiência para cada mercado. O cara olhou e fez assim meu
- 11:11irmão. Essa tese aqui eu acho que para
- 11:13de pé não é a simetria dessa decisão é favorável.
- 11:18Eu vou fechar essa porra aqui tem uma opcionalidade.
- 11:20Se esse negócio der certo, vai valer dinheiro para caralho,
- 11:22bota o dinheiro, vou para Paris, o cara estava cansado, então
- 11:24também fez muito sentido. A decisão do cara não é não é
- 11:27como se o cara disse assim, pô, é, é um maluco completo que não
- 11:31é ninguém, é maluco, não é então?
- 11:37É isso agora também. Eu vou fazer um outro comentário
- 11:39aqui, um pouco talibano dentro dessa história.
- 11:42Para os empreendedores, não é? Nenhum Business plan capta, isso
- 11:47consegue capturar isso não é é Oo aleatório de é é por veja.
- 11:54Por que que não fecharam com Plaza?
- 11:55Eles seriam engolidos, não é é, mas porque cara ISTO não está
- 12:00confortável. O caramba é muito águia, o cara
- 12:02vai porra vai colocar a gente debaixo da asa, a gente vai
- 12:05virar pó, é uma perceção ali, eles queriam, eles precisavam do
- 12:09dinheiro e tal não sei o quê, então uma série de coisas até o
- 12:12cara chegar nesse momento do tempo e tinha que ter um cara.
- 12:15Maluco beleza desse para eles poderem ter a corretora é, tem
- 12:18um cara chamado Ramiro Jesus. Ele trabalha com emenei.
- 12:21Eu tive muitas trocas com ele, um cara bem boa, praça assim bem
- 12:25bem inteligente e ele ele é, tem 11 grupo ou ele é um dos
- 12:30coordenadores de um grupo que quem me apresentou, inclusive
- 12:33foi o Bruno e Ramiro lá do clube do valor.
- 12:36EE esse grupo chama ciclo empreendedor.
- 12:38Não conheço o grupo não é nunca fui, é lá de Porto Alegre, mas
- 12:42eu sei que ele é um dos Caras envolvidos ali na conceção desse
- 12:45grupo e empreendedores que se reúnem ali para compartilhar
- 12:48crises e tal. E ele tinha essa descrição do
- 12:51empreendedor que eu acho que ela é é muito acertada, que é assim.
- 12:57Oo empreendedor raiz ele é o cara que ele porra vai quebrando
- 13:01a cabeça, vai encontrando o caminho, vai dando cabeçada e
- 13:04por não foi por aqui, daqui a pouco aparece um negócio.
- 13:06O cara consegue costurar e a costura não é óbvia e o cara vai
- 13:09por ali tal e até que ele encontre um modelo negócio.
- 13:13Eu estava vendo um trecho de um podcast com um cara que é,
- 13:16infelizmente Eu Não. Não vou lembrar aqui OOO nome da
- 13:20empresa dele é uma empresa que loca equipamento de iPhone e tal
- 13:23não sei o quê. Empresa cresceu bastante e é ele
- 13:26estava explicando a história da empresa e ele disse assim, pô,
- 13:29eu conheço vários amigos, empreendedores bem-sucedidos,
- 13:33que é o grande negócio da vida do cara.
- 13:35Foi o terceiro negócio, foi o segundo negócio, foi o quarto
- 13:37negócio que ele quebrou. O primeiro quebrou o segundo e
- 13:38tal e assim foi. No nosso caso é como se a gente
- 13:41tivesse quebrado. A mesma empresa 2 vezes antes
- 13:45para na terceira a gente encontrar não é OOOO products
- 13:50market ali que realmente a coisa engrenou e se tornou o que é
- 13:53Hoje um negócio de Business. Ele pelo que eu entendi é grande
- 13:56então. Fica aqui esse é é no final do
- 14:01dia, um pouco do que está lá no na marca da Vitória.
- 14:03Não é que é o livro do fio Night conta a história do fundador Na
- 14:05Na Nike, que é muito legal, né? Baita livro até caberia aqui no
- 14:09clube do livro. O livro começa em 1900 e.
- 14:13É ele vai até 1968, ele começa em 1950 ou é 6078.
- 14:15Alguma coisa assim? Cada capítulo há 1 ano e ele
- 14:18traz a evolução da Nike e durante 18 capítulos, o livro
- 14:21quando Você acaba, você vê que ele é uma história.
- 14:25Isso não, não, não estraga a leitura do livro de jeito nenhum
- 14:28é. O livro do fundador da Nike é
- 14:34uma história sobre a Nike, dando errado e quase quebrando durante
- 14:3918 anos. Até OIPU, né EOIPO é um evento
- 14:46mais acessível no mercado americano, apesar de ser 11
- 14:49evento muito importante quando comparado aqui, né no Brasil?
- 14:54É e tudo isso para dizer que é o seguinte, empreender no final do
- 14:58dia é um pouco de um ato de fé também.
- 15:00Não é que é é. Eu Não preciso ver para crer.
- 15:04Eu vou crer antes de ver, então tudo isso para dizer que essa
- 15:07parte da história da XP ela é muito legal e ela traz um
- 15:10aprendizado aí ou pelo menos um empurrão de Esperança para você,
- 15:13que é empreendedor, que está me ouvindo e você não não encontrou
- 15:16o seu clebinho ainda, mas vai, né?
- 15:19Precisa, precisa crer antes de ver.
- 15:21Beleza brunão, vou fechar esse episódio aqui.
- 15:24Acho que. Está mais do que entregue esse?
- 15:25Episódio está mais do que entregue é se você curtiu,
- 15:27compartilha esse conteúdo, não é?
- 15:30Você conhece algum que é empreendedor ou prende um
- 15:32empurrão? Isso é um bom, um bom episódio
- 15:34para compartilhar com essa pessoa.
- 15:35Muito obrigado pelo seu tempo e a gente se encontra aqui no
- 15:38próximo episódio do clube do livro no Ed podcasts, valeu?