Latest / História pros brother / O homem mais azarado da história
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- 0:00agência de podcast .com .br Conta a história aí,
- 0:05brother! O homem mais azarado da
- 0:07história! Vamos lá! Você
- 0:15acredita nessas coisas de azar, sorte? Existe,
- 0:20isso existe. Não, o que é isso? Seja
- 0:22um pouco mais específico. Azar
- 0:24existe e sorte existe. Seja específico, não é repetir
- 0:30pausadamente. É tipo assim, o que você
- 0:32acredita? Como é que tem diabo e não tem
- 0:35deus? Como é que tem azar e não tem
- 0:37de sorte? Beleza! Você é burro, velho! Não,
- 0:39que beleza, mas eu não estou falando de... Como
- 0:42é que eu posso dizer? O que faz você acreditar que
- 0:45exista sorte ou azar? Não existe o outro, né? Essa
- 0:49é uma pausa, esse é um áudio inserido depois da
- 0:52gravação do episódio. Foi a primeira vez que eu
- 0:55mandei um WhatsApp para o editor e falei Cara, eu
- 0:57acho que eu falei realmente algo que precisa ser
- 0:59cortado do episódio. E como o episódio não tinha
- 1:02como continuar, se eu dar esse esclarecimento, eu
- 1:06gravei esse áudio depois só para dizer, falei algo
- 1:09absurdo a ponto de ser cortado do episódio. Segue
- 1:12o episódio aí. Será que isso não é simplesmente
- 1:14a aleatoriedade do universo? Não,
- 1:17comigo não. Por que? Tipo
- 1:19assim, para para para, você já sabe qual que é a
- 1:22minha opinião, tipo coisas boas acontecem com pessoas,
- 1:25coisas ruins e com outros. Tu
- 1:26me conhece o suficiente para saber que as áreas
- 1:28existem, cara. Por que? Porque
- 1:29tu não é tão azarado assim. Não,
- 1:31mas tipo assim que eu falo as coisas, as coisas não
- 1:32acontecem. É porque tu fala tudo,
- 1:34entendeu? O que eu quero dizer? Tu
- 1:36não pode ver uma pessoa abrindo uma porta e tu
- 1:38fala assim essa porta um dia vai cair daqui a dois
- 1:39semanas. Do nada, tá ligado? Param
- 1:42com isso, cara. Mas tá ligado, é esse o ponto,
- 1:46é estatística. O jeito que agora tu
- 1:48conversando ao lado, tu vai quebrar as duas mãos em
- 1:50menos de um mês. Em menos de um mês. Eu
- 1:52gosto que é sempre um intervalo muito fácil de
- 1:55provar que tu vai a nada. Hoje
- 1:58é tarde, tu vai quebrar as mãos, as duas. Daqui
- 2:01a cinco segundos, Vito. Não,
- 2:02mas sério, cara. Eu acho que não, não acho que
- 2:05exista nada. Acho que está viajando, acho que
- 2:08é só aleatório. E, pô, dependendo... Cara,
- 2:12tipo assim, eu fui no cinema VEL7A1, tem algumas
- 2:15coisas que são azaros, eu acho, cara. Claro
- 2:16que não, cara. É azar, sim, cara. Mas
- 2:19o que é o azar? É um poder que a gente não
- 2:23sabe, não conhece, que te empurra para coisas ruins,
- 2:27a gente me explica. É. Basicamente, basicamente, os
- 2:33planetas são aliados de uma forma que eles mandam
- 2:37energia para a Terra. Energia
- 2:39é energia, não tem nome, não tem tipo... Não,
- 2:41essa energia... Quântica. Ah, pequenininha, né? É
- 2:45porque... Não, eu sei o que você está
- 2:47fazendo com a mão, quando você faz pequenininha, mas
- 2:48é menor aí, gente. A gente tem que apetar muito,
- 2:51dedo. A gente apetar com a esponja.
- 2:54É tipo assim, é uma piste
- 2:56corpísta, tipo, energia assim. Que
- 2:58ela vem bem fininha lá de cima, assim. E
- 3:00aí é ela que te empurra para o lado, para cair. É,
- 3:04essa energia quente que eu venho dependendo do
- 3:05posicionamento que tu está e das coisas que tu fala.
- 3:08Porque a tua boca, vocês sabem,
- 3:09os sons são ondas, né? E ondas também tem no mar. E
- 3:12o mar influenciado pela lua, a lua está no céu.
- 3:15Tipo... É meio óbvio. Óbvio.
- 3:18Dá pra ver. Óbvio. Beleza. Acho
- 3:20que é isso aí mesmo. Não, mas agora não falando como
- 3:24um otário do caralho. Você acha que existe isso,
- 3:27porra? Acho que existe só, Tia Zahara.
- 3:30Tá bom então. Beleza
- 3:32então. Então, se tu tem zero
- 3:34possibilidade, tu acha que tem só, Tia Zahara? Acho,
- 3:37acho zero. Acho que... Você
- 3:38não vê um cara que é, puta, todas as aras, todas
- 3:42graçadas, comprou o carro... Mas
- 3:43estatisticamente falando, essas pessoas vão sempre
- 3:45existir. Sim, são os azarados,
- 3:48estatisticamente existem as aras. Não,
- 3:49porque são as pessoas que aleatoriamente... A
- 3:53entropia existe, aleatoriedade, as coisas
- 3:55podem ir pra lados diferentes. Se
- 3:58você tiver num escopo analisando a vida de 10
- 4:02pessoas, é bem possível que nenhuma dessas pessoas tenha
- 4:05uma vida tão desgraçada que chama a sua atenção. Quanto
- 4:09mais você aumenta o escopo, você vai pra 10 mil
- 4:12pessoas, pra 10 milhões de pessoas, vai aumentar o
- 4:15número de pessoas que têm uma vida que é muito
- 4:17azarada. Como é que eu tô em Instagram,
- 4:19Victor? Fala aí. Fala
- 4:21aí. Por que, cara? Fala
- 4:22no Instagram, o teu handle. Profe,
- 4:25Victor Soares, por quê? Vamos
- 4:27lá, galera. Xinguem ele. Por
- 4:29favor, por mim. O cara é muito chato, cara.
- 4:31Não acredita na ciência depois
- 4:33que eu tô explicado. Negou a vacina, não goste de...
- 4:36Baraca, baraca. Negou
- 4:38a vacina, cara. Tu falou que tu ia tomar,
- 4:41meu. Tu falou... Quanto
- 4:46professor Olavo não tomou? O
- 4:48capitão tá tentando, mas o STF não deixa. E
- 4:53agora o professor não tomou? O
- 4:54professor Olavo não tomou? Ou
- 4:55o professor não tá tomando também? Enfim,
- 4:56eu não quero entrar em polêmica. Show,
- 4:59show. Eu não quero entrar em
- 5:00polêmica, cara. Mas existe azar, eu acho que
- 5:02vamos entrar nesse consenso. Só
- 5:03te azar, pode seguir o episódio. Bom,
- 5:06o que acontece, né, cara? Eu,
- 5:09como eu falei com você, não acredito, mas a
- 5:11história de hoje, balança maior dos sete ques. Porque
- 5:17é uma história de um homem muito azarado. Você
- 5:19tá esquecendo o título, né? Por
- 5:20isso que você tá olhando pra cima. Eu
- 5:22não lembro o que que é o episódio. Eu
- 5:24olhei do olho e do lado, e disse... Quem
- 5:27falou na minha altura mesmo? Eu
- 5:28não sei. Pessoal, descubro o que que é o
- 5:32episódio. Geralmente, é a verdade. E
- 5:33às vezes eu não lembro do meio. O
- 5:36homem mais azarado da história. E
- 5:38seu título do episódio? É bom pro Vinci pegar bem.
- 5:41É, pro Vinci. Esse
- 5:44final de semana eu peguei um peixe. Peguei
- 5:50um peixe com a mão, olhei pra ele. Ele
- 5:53falou, ele me olhou e disse... Não
- 5:56me joga de volta da água. Quero
- 5:58apostar na categoria. E aí, coisou o rosto. O
- 6:06peixe... É bem da carona. Com
- 6:10esse computador. Lá na paulista. Peste
- 6:14colou. Até o Mercurino, entendi. Eu
- 6:17só a mão, Mercurino. Aí subiu lá e o peixe tava...
- 6:21Peixe? Você sabe isso na KTO?
- 6:25Olha o chudre. Eu
- 6:27sei que eu faço colocar dinheiro. A
- 6:28cabeça é pra cima. Eu sei que eu faço colocar
- 6:30dinheiro e tirar. Mas eu posso apostar no quê?
- 6:32Peste? É burro, né? Futebol,
- 6:37basquete, esportes... Volei. Me consegue um cupom? Me
- 6:44consegue um cupom? Eu tô com fode. Eu
- 6:48tô morrendo. Copa da água e um cupom. Claro
- 6:54que sim. Copa um HPB 20. HPB
- 6:5820? Nesse momento o peixe virou um
- 7:01pouquinho pro lado e continuou. Tu
- 7:02vai usar esse cupom na sua primeira aposta, peixe.
- 7:04Coloca lá o seu dinheiro. Seus...
- 7:07Seus contes. Seu Via... Pix.
- 7:16Via Pix. Via Pix. Do
- 7:19Pix com o peixe na final. Só
- 7:22calhar. Seu dinheiro é via Pix. E
- 7:28você usou o cupom HPB 20. E
- 7:31você ganha 20%. E cima do que você... De
- 7:34cima do que você colocou, peixe. Você
- 7:36vai ficar, botou R $100 ,000. O
- 7:38peixe é rico. Ficou 1 .200 pra apostar como
- 7:40você quiser. Perfeito. Seu Judo vai no Instagram.
- 7:43Você não tem login ainda. Seu
- 7:46Judo vai no Instagram. Imagino
- 7:48que não. É um processo que não tem
- 7:50para muito. Beleza. Você pode falar catão, anda
- 7:53lá no Brasil. O que o peixe falou? O
- 7:57peixe falou, valeu. Você foi a melhor coisa que
- 7:59aconteceu comigo. Vou pra água, vou apostar. E
- 8:03valeu. Catão .com. Catão
- 8:08.com. E daí a última vez não
- 8:11conseguiu falar. Fica a mensagem pra todo mundo.
- 8:16Que... Acredite no sonho de vocês.
- 8:18Valeu. Você sabe que eu por ser
- 8:22o sete curto, eu gostaria de usar como eu posso
- 8:26dizer, objetividade pra classificar quem é o homem
- 8:29mais azarado da história. Tá
- 8:31ligado? Eu pensei em quantificar e eu
- 8:34encontrei uma história de um homem que eu acho que
- 8:38matematicamente falando ele é o cara mais azarado da
- 8:42história. Não é aquele que tava na bomba
- 8:43de Hiroshima e Nagasaki, né? Não.
- 8:45Aqui tu vai ter que clicar na azar. Não.
- 8:48Eu quero ver... Eu quero ver... Eu
- 8:51quero ver Tô olhando o olho do cara e falando,
- 8:53não, cara. Tô difundido já de assunto. O
- 8:57cara explodido com seis braços, sim. Gente,
- 9:00ouvinte que não sabe, o cara que tava em
- 9:01Hiroshima... Ele tava em Hiroshima, trabalho.
- 9:05E aí, estourou a bomba de
- 9:06Hiroshima. E aí, ele voltou pra casa
- 9:08três dias depois em Nagasaki. E
- 9:10aí, explodiu lá também. E ele viveu, tá? Sobreveu,
- 9:16viu. Eu tô com a gente sentando
- 9:17aqui. Ah, velho. Não
- 9:21é sorte, cara. Não é sorte. É
- 9:23aquela pessoa que apesar do só fluo acidente desgraçado.
- 9:26Debra a espalha? Debra
- 9:29assim, né? Nossa, Tô muito sortudo. Não,
- 9:33não é evitinho. Nesse caso, nem soubesse que
- 9:36existia bomba. Beleza, então. Nesse
- 9:38caso, tem o El de te ter na minha vida. Ah,
- 9:40legal, confuso, né? É o Nika Muzivo, esse
- 9:44personagem. Tu bate, mas elogia, né? Sabe
- 9:47que ninguém mais vai querer fazer podcast contigo, a
- 9:49lei divina. Ninguém, Nika Muzivo. Todos
- 9:55os roxes o Diario que você tá falando agora, mas eu
- 9:58não. Eu adoro que você fala. Só
- 10:00eu pra te aturar, mesmo. Aliás,
- 10:02eu queria te afastar do teu pai do seu tamanho pra
- 10:04te ficar mais... Calma, Nika Muzivo. Vamos
- 10:07fechar atenção aí, Muzivo. Vai
- 10:09muito bem, cara. O que acontece? É...
- 10:12Como eu posso dizer? O critério, ou talvez o
- 10:14principal critério utilizado pra descobrir quem é o
- 10:17homem mais azarado da história, é raio. E
- 10:22pra você entender porque raio, eu quero falar pra
- 10:24você quais são as chances de uma pessoa ser atingida
- 10:27pro raio. Isso e mudar de corpo? Jesus,
- 10:31ou só ser atingida? É, só... Só
- 10:34ser atingida. Mudar de corpo é bem raro,
- 10:37mesmo. Não, não é... Se
- 10:40tu parar a pensar, estatisticamente, o que tem
- 10:42de filme de gente que muda de corpo com raio, eu não
- 10:44acho que seja a probabilidade pequena. Eu
- 10:49quero falar isso, namorado, eu sei muito foda. Naquele
- 10:54documentário, da sua força pra você. É,
- 10:57beleza, beleza, beleza. Ah, que coisa certária. Mas
- 11:01enfim, cara, o lance é a chance, obviamente, você
- 11:03sabe que a chance vão variar muito. Se
- 11:05você tiver, porra, no deser do Sahara, sol pra caralho,
- 11:09acho bem difícil cair um ar da cabeça, tá ligado?
- 11:12Aí é só. Mas
- 11:15o lance é justamente esse, né, tipo assim, por mais
- 11:17que varia bastante o lugar e tudo mais, a gente sabe
- 11:21que se você tiver durante uma tempestade, né, de
- 11:25trovões e tudo mais, se você tiver sem abrigo,
- 11:29tiver, sabe nada, em cima de você, não tem um
- 11:33abrigo. Agora, se você tiver dentro de um
- 11:35abrigo, a chance já cai muito. Então,
- 11:38só o abrigo numa tempestade, a chance de
- 11:40tomar um raio da cabeça é muito pequena. E
- 11:43vale lembrar, também, o ouvinte que, em julho, que
- 11:46normalmente tem muito, muito raio. E
- 11:50tudo bem, né, acho que essas coisas variam
- 11:52bastante. Mas uma coisa que nos Estados
- 11:54Unidos tem um dado, que lá tem um número de 40
- 11:57milhões de raios por ano. Ah,
- 11:59é muito raio. Eu te falei que minha mãe
- 12:02tomou um raio quando eu tava grávida de mim, né? É
- 12:06impossível isso, verdade. É verdade. Minha
- 12:09mãe, infelizmente, faleceu. Eu
- 12:12acho horrível se te eu sou rígido. Ah,
- 12:14legal, legal. Eu respeito da morte da sua
- 12:18mãe. Eu respeitaria. Mas,
- 12:21beleza, mais uma coisa minha mesmo. Tu
- 12:24tomou um raio? Naquilo eu cheiro do raio? Eu
- 12:26não posso exigir dos outros. Sou,
- 12:28né? Nica, é possível. Quanto
- 12:30é o história do raio? Mas é verdade, ela diz ela,
- 12:32né? Mas tinha alguém com ela? Tinha
- 12:35eu na barriga. Sozinha? Eu não me aprofundei muito
- 12:38nesse raio, mas seguramente ela tava mexendo na janela,
- 12:40durante uma chuva, abrindo a janela da área, fechando
- 12:44a janela da área. E é de metal? É,
- 12:47aí que eu desenvolvi tudo isso. Depois
- 12:50do raio. Explicar muita coisa. Mas,
- 12:53segundo ela, é verdade, não sei qual a chance de ela
- 12:56ter tomado um raio e não ter morrido, né? Não
- 12:58sei se tem como pegar um raio de raspão. Não,
- 13:02na verdade, morrer com um raio é meio uma chance
- 13:06relativamente pequena. Tá ligado? Mas,
- 13:08se te lembra, quem tomou uma ruim de raio foi
- 13:10Telesantana, lembra? É, eu lembro. Ele
- 13:13jogava, ele tava no campo, acho que o campo abertão,
- 13:16né? Tem mais chance. Mas
- 13:17os números, eles dizem que quase 90 % das pessoas que
- 13:21tomam raio sobrevivem. Ah! Então, a chance de
- 13:23sobreviver é grande, mas a gente tem, o raio ele
- 13:28atinge 27 mil graus celsus. Então,
- 13:31é bem quente, né? Então, ele é cinco vezes mais
- 13:34quente que é superfície do sol. Então,
- 13:36se pá, né? Vou ficar bem quente. Aquela
- 13:40coisa do quente mesmo. E aí, é muito normal uma
- 13:42pessoa ficar com problemas neurológicos, cardiovasculares
- 13:46e tudo mais, mesmo que sobreviva. Fica
- 13:48descontado. É, porque é muito quente do
- 13:51rápido, é verdade da luz, né? Só
- 13:53dá um calorão só. Mas é o maior calor do mundo,
- 13:57tá ligado? Tá, mas se for bem rápido, não
- 13:59é nada. Do dá, tô falando que não é
- 14:02muito rápido, cara. Ah, que calor, parou. Não,
- 14:04menos. Você vai demorou. É
- 14:08tipo, eu vou fazer tão rápido, ouvir, te tomar e
- 14:10pegar. Ah, calor! Eu
- 14:12fui da velocidade do raio, cara. Eu
- 14:14nem ouvir o que você falou. Deixa
- 14:16eu desenhar a lâmpada. Eu sou um superherói. Foi
- 14:20que você virou, né? Da barriga da tua mãe. Essa
- 14:23é bem história. Ah, meu Deus. É,
- 14:28até assim, matematicamente falando, a chance de você
- 14:30ser atingido por um raio é de menos de um milhão. É
- 14:34uma chance muito pequena. Não,
- 14:36mas dá. Não, milhão. Mas
- 14:38é... Tu conhece milhão de pessoas?
- 14:40Já conhece um milhão de
- 14:40pessoas? Acho que não, cara. Essa
- 14:44afirmação é muito doida, né? Com
- 14:46certeza, uns dois ou treino conheciam. Cara,
- 14:49ouvirão de pessoas, tipo assim, conheceu, não é que
- 14:51tu é amigo, né? Cara, só de Fernando conheço os
- 14:55300 milhão. Não, mas é, cara, Fernando,
- 14:59cara. Tem muito fê, né? Fernando
- 15:01e Carolina, cara. Alguma Carolina que conheci, já tô
- 15:04morrindo, certamente. Ah, show, show. Não,
- 15:08não acho. Eu acho bem provável. Tá
- 15:09bom, bem, tá tudo dentro da ciência até agora, né?
- 15:13Até agora. 300 milhão. Eu
- 15:16tô indo 300 milhão, Fernando, cara. Essa
- 15:21é só uma dúvida, velho. Ah,
- 15:24velho. Ah, quer ser muito otário,
- 15:26velho. Você sabe que um lugar que você
- 15:28tiver vai variar. A chance de tomar um raio,
- 15:31né? Como eu falei, né? Deu
- 15:32exemplo, na hiperbolequide que postar um deserto de
- 15:35sarra. A chance cai muito, sim. Mas
- 15:38existem lugares, principalmente com lugares
- 15:40mais chuvosos que você tem mais mais chance, né? E
- 15:45um exemplo disso é o Reino Unido Inglaterra. A
- 15:49Inglaterra tem bem mais répochs, chove muito,
- 15:51basicamente. Exatamente, exatamente. E
- 15:53lá é justamente o local de nascimento do nosso
- 15:57personagem de hoje. Eu estou falando de Walter
- 16:01Summerford. Walter Summerford ele é nosso
- 16:06personagem e ele é de lá, né? Do
- 16:09Reino Unido, como eu falei. E
- 16:10lá, cara, tem mais ou menos 300 mil raios por
- 16:12ano e a chance de ser atingido lá, né? Eu
- 16:15falei que nos Estados Unidos são 40 milhões, né?
- 16:18Mas no Reino Unido são 300 mil
- 16:20raios por ano e a chance é de uma a cada 15 .300.
- 16:25Ah, não, aí. É
- 16:26tipo assim, é bem possível que em algum momento da
- 16:29tua vida você tomeu um raio na cabeça, assim, é
- 16:31possível. 15 mil você conhece, né? Conheço.
- 16:33Ah, então, cara, então mais 15 mil pessoas todo mundo
- 16:38deve ter um primo que tomou um raio, né? Um
- 16:40conhecido. Um conhecido, tipo assim, é
- 16:42algo um pouco distante. Um amigo do primo. Um
- 16:44amigo do primo. É, não necessariamente no seu
- 16:46núcleo de conhece, mas secundário, assim. É
- 16:50tipo o louco da cidade que é filho de uma família
- 16:53rica. Deve ter um a cada 15 mil, né?
- 16:56Statisticamente falando. Ah,
- 16:57tá. Não, o louco da cidade, é. É,
- 17:00sempre tem o louco da cidade, cara da família
- 17:01rica e a família rica abandonou. Muito
- 17:04triste a história. É verdade. Bem,
- 17:06fica aí. Fernando, o nome dele. Um
- 17:07dos 300 mil, né? Bem, o alto examefórdio Alexandre
- 17:12ele era maior no exército britânico durante a Primeira
- 17:15Guerra. Então, ele tomou na Primeira
- 17:17Guerra Mundial participou e em 1918 aconteceu. Ele
- 17:22estava calvalgando por um campo na Bélgica e Xablau
- 17:26caiu um raio na cabeça dele. Toma
- 17:28raio em cavalo, cara. Como assim? Você
- 17:31acha que o raio é feito de borracha? Você
- 17:32quer absorver? Não, achei que o se tivesse
- 17:35cavalo não tomava raio. Mas por que? Não
- 17:37estou entendendo. Não sei. Não
- 17:39tem motivo, tá? Eu não sei, quando chove eu
- 17:42vou pro cavalo. Ah, beleza. Não,
- 17:44mas achei que não dava mesmo. Não
- 17:45sei. Não estou entendendo por que?
- 17:47Não sei. Alguém
- 17:48te contou isso? Não, ninguém me contou, mas...
- 17:51Você inventou? Não,
- 17:53eu jamais imaginaria que se tivesse num cavalo, raio
- 17:55pegaria gente. Cara, acho que você imaginaria,
- 17:56cara. Eu acho que o cavalo é um
- 17:58fio terra, não? É um cavalo terra, no caso.
- 18:00Porque tem o cavalo marinho e tem
- 18:01o cavalo terra. Ah, isso implica que existe
- 18:03esse cavalo fogo. É que é um cavalo de fogo.
- 18:06Não, mas ele não funciona como
- 18:09uma placa que separa a pessoa do chão? Acho
- 18:13que não, cara. Porque o raio não vai atrás de
- 18:16pessoa, entendeu? Tipo... Eu acho que o raio, ele
- 18:19não tem... Sabe, eu acho que esse não tem
- 18:22uns critérios muito douros. Eu
- 18:24acho que o raio é o que ele quiser. Ah,
- 18:26beleza, ele choca. Tô meio malacrada aqui agora,
- 18:30galera. Pai, vou lá. Vem,
- 18:33em 1918 ele tava passeando num campo na guerra...
- 18:36Passeando não, né? Tava
- 18:37na guerra. Vava passeando na guerra.
- 18:39Passeando na primeira guerra mundial.
- 18:41E esse raio deixou ele
- 18:42paralisar da cintura pra baixo mas não
- 18:45permanentemente. Tá bom? Ele
- 18:47ficou uns meses. E mais meses, sim, ficou
- 18:50meses... O que é que a galera fala
- 18:52da cintura pra baixo? Eu nunca virei paralisado da
- 18:55cintura pra cima, mano. Hahaha
- 19:00Mas... Hahahaha Que coisa horrorosa daqui.
- 19:05Mas é verdade. Meu
- 19:08tio... Meu tio Marlon era que só as
- 19:11pernas Dani o como, paradinho. Caraca.
- 19:14E aí ficou o urica pela perna, né? Ele
- 19:16escreve com o pé pra onde que ele quer ir. Tipo,
- 19:19eu nunca vi isso, mas beleza. Eu
- 19:20tô entendendo, Vitor. Show, beleza, vamos lá. É
- 19:24o que então? Da cintura? É
- 19:26só isso. Fala, cara. Não
- 19:32deve ver, cara. Bem, da cintura pra baixo, olha.
- 19:35Tá? E não da cintura pra cima.
- 19:38Que bom. Ele
- 19:39ficou paralisado e aí, por mais que ele depois tenha
- 19:44recuperado o movimento de movimenta, apê, e tudo
- 19:46mais, ele foi dispensado do exército, tá ligado? Ele
- 19:50conseguiu se aposentar mais cedo, podemos se dizer, mas
- 19:54por uma motivação ruim. Sim costou, sim costou. Sim
- 19:58costou justamente. E aí, ele se aposentou e foi
- 20:02morar em Vancouver. E lá em Vancouver, ele
- 20:05começou a melhorar a caminhada, pode andar
- 20:08novamente, depois de muita fisioterapia, de muita
- 20:11rehabilitação. Beleza? Uma história que assim, pô,
- 20:15que azar, né? Pô, cá tomou um haixo. Antes
- 20:18de continuar, você acha que você é azarado? Real.
- 20:22Eu acho que sou bipolar em relação a isso. Eu
- 20:24acho que eu tenho muito azar e muita sorte em
- 20:26muitos momentos, assim. Depende
- 20:27da minha confiança. Mas muito azar e muita... Muito
- 20:30azar e muita sorte, não... É
- 20:32simplesmente não ter sorte e azar? Talvez.
- 20:37Porque ali é tos, né, que eu ia dizer, às vezes é
- 20:40coisa muito certa, mas às vezes é muita errada. Pô,
- 20:42parece que não existe nada, né? Porque
- 20:44não existe... É que às vezes dá muita
- 20:47sorte e às vezes muito azar. Então...
- 20:49Não é médio, né, cara? Tu não tem muito azar e muita
- 20:53sorte, né? Que pergunta isso, cara. Eu
- 20:58acho que são... O que eu quero dizer é que
- 21:01eu tenho um espectro maior e isso... Tá
- 21:04muito polarizado, mundo. Fazer
- 21:08São Paulo muito estranhos pra mim. Eu
- 21:11acho que você já presenciou e eu acho que você sabe
- 21:13disso e tá... Que você é mais azarado que as
- 21:16pessoas. E mais sorte? Cara,
- 21:20eu acho que as coisas não podem coexistir. Claro
- 21:23que pode, cara. Você pode ser assim, por umas
- 21:25coisas, às vezes, uma semana, você... Ah,
- 21:27cara, não acredito. Na outra, você ganha um jogo
- 21:29de panela no bingo. Mas... Caralho... A
- 21:32vida é assim pra todo mundo, cara. Às
- 21:34vezes as coisas estão cedo e depois não é errado.
- 21:36Não, mas não tanto. Às
- 21:38vezes as coisas estão muito certas pra mim. Show,
- 21:40maneiro. E às vezes muito errado,
- 21:42cara. O ouvinte sabe que eu sou
- 21:45diferenciado. Tá bom. Tá
- 21:47bom, o homem mais diferenciado do mundo. Eu
- 21:54não vou nem perguntar porque tu não acredita, né?
- 21:55Não, não acredito. Eu
- 21:58acho que o mundo não se importa com a nossa
- 22:02existência, a realidade também. É
- 22:04um mundo que se importa com a sua. Claro,
- 22:06cara. Claro que não vai se importar.
- 22:08Claro. Como é que não vai se
- 22:12importar, cara? Ah, beleza. Vamos
- 22:15lá. Show, vamos continuar o episódio
- 22:17então. Bem, como eu falei com você,
- 22:19né? Seis anos depois do raio ter
- 22:24atingido o Altersam é Ford aconteceu de novo. Em
- 22:281924, um segundo raio ele estava pescando numa margem
- 22:33do rio, assim. E aí ele começou a chover
- 22:36muito. Com um trovão aí ele, que aí
- 22:39tá melhor, né? Embaixo daquela árvore ali,
- 22:41continuar pescando, né? Só que o pior lugar que você
- 22:43pode ir, barra a árvore. Ah!
- 22:46Porque a árvore é uma coisa alta. Depois,
- 22:49no final do episódio, vou dar umas dicas de como não
- 22:51tomar um raio. Bom, bom demais. Eu
- 22:53não sabia, esse darvo. É, as coisas altas, quanto
- 22:56mais alto mais chances de tomar um raio. Eu
- 22:58sei que brigavam quando aí meus amigos já offtibol no
- 23:01campão, na chuva, assim. Eu falava que a gente já toma
- 23:04raio e tal. É, resistia a chance, né? Se
- 23:07tivesse chuva de... Depende da chuva, né? Chuva
- 23:09sem trovão, sem raio e foda -se. Não,
- 23:11não, era com trovão, mas ah, futebolzinho. A
- 23:14chance é muito... Não, não. Se
- 23:16tiver o campo aberto, não. É
- 23:18possível. Eu tava com muita sorte
- 23:20nessa... Ah, entendi. É
- 23:21até metade do ano, né? Da segunda semestre é pra
- 23:24baixo, tudo errado. É, o novo testamento da...
- 23:28da... da... da...
- 23:28da... ruim. Muito bem, Alexandre. O
- 23:29raio atingiu a árvore e passou por ele, entendeu?
- 23:33Assim funciona. E...
- 23:34Travesou, brother. Atravessou ele. E...
- 23:37E não do jeito gostoso. E aí, o Samer Ford ele
- 23:39perdeu a sensibilidade de todo lado direito do corpo.
- 23:45Pai... Ele tá com 25 % então.
- 23:47Não, ele... ele
- 23:48recuperou, cara. Recuperou mais ou menos, né? Ele
- 23:52tá... Meu capenguinho andando, mas...
- 23:55Deu uma... Agora
- 23:57ferrou. Não, agora vamos viver. Vai
- 23:58dar, vai dar. Vamos lá. Justamente.
- 24:01E aí, né, cara, ele ficou... parcialmente
- 24:03paralisado, né? Metade do rosto dele passou por
- 24:06mais um tempo de reabilitação. Né?
- 24:09Novamente, né? Dedicou a vida dele, aí anos da
- 24:12vida dele. Cara, 12 anos da vida dele foi
- 24:14pra melhorar a reabilitação, tá ligado? Então...
- 24:17né? Show. Mas, milagrosamente, os
- 24:20médicos até falando que foi surpreendente, assim, que
- 24:22ele recuperou novamente o uso das pernas. Tá
- 24:25ligado? A chance de você ter fudido
- 24:27as pernas depois perder de novo é muito... muito
- 24:31raro você... Ah, aquele também já tava bom
- 24:33na fíziu, né? Tipo assim... Já
- 24:35sabia fazer fíziu. Chegava no horário. Foi
- 24:39fácil pra ele. Perfeito. Mas ele... sabe
- 24:41se ele recuperou o lado também? Não
- 24:43sei te dizer se ele recuperou o lado. Acho
- 24:45que como não cita onde eu pesquisei eu acho que não,
- 24:48acho que o roxim ficou... Balboa.
- 24:50É, ficou balboa. Mas aí, o que acontece? Depois
- 24:53desse segundo raio, ele mudou muito a vida dele.
- 24:56Que ele... Tipo
- 24:57assim, ele falou, cara, eu sobrevivia dois raios, tá
- 24:59ligado? É coisa de maluco, assim.
- 25:02Faradina chuva. É,
- 25:03começa por aí. Não, mas ele começou tipo assim
- 25:05a pensar, cara, que sorte que eu tenho. Que
- 25:08eu tenho que aproveitar a vida. Aí
- 25:10ele começou a dedicar a vida dele em coisas mais
- 25:12leves, para passear, tá ligado? Ele
- 25:15já estava aposentado. Só que ele falou... Quando
- 25:18ele se aposentou ele ainda estava meio que na vida de
- 25:20trampa, assim, de fazer os corretos e tudo mais. E
- 25:22aí, agora ele falou, cara, eu vou porra... Gratidão.
- 25:26Gratidão, Alexandre. Oh, é isso. Isso,
- 25:28e aí ele falou, vou começar a passear, vou
- 25:30começar a curtir da volta na floresta, curtir a mãe
- 25:33natureza. Vou... Tá ligado? E
- 25:36aí, a vida dele. É, essa. A
- 25:38vida dele é basicamente curtir, né? E
- 25:41aí, eu quero saber, Alexandre, se você tem um
- 25:43planejamento, que nem o do teu pai, né? Teu
- 25:46pai, eu acho que é meio esse clima hoje, ou não?
- 25:47Meu pai é um exemplo de
- 25:50curtição, né? Cara, seu pai, desde quando eu
- 25:53te conheço, seu pai tá viajando. É,
- 25:56o pai tá viajando. Inclusive,
- 25:57ele tá viajando agora, está em Florianópolis. Aí
- 25:59ele vai passar aqui pra me visitar quinta. Não,
- 26:02sábado. Aí, daqui, ele vai pro Má Sra.
- 26:06Vive pouco, né? Vive
- 26:07mal pra caralho. Esse aí não sabe não. Meu
- 26:10pai, basicamente, faz três anos que ele só viaja,
- 26:13cara. Incrível, mano. Ele
- 26:15passa uns tempos na casa dele, assim, alguns meses.
- 26:18Ele vai pra fazer exames, check
- 26:20-ups, coisas, ver família, aniversário, tudo mais. Mas,
- 26:23de resto, ele oscila entre, sei lá, tava, mandou uma
- 26:26Europa agora, pra primeira vez, com a minha irmã
- 26:29também. Então, Paris, Portugal. Aí,
- 26:31às vezes, aí voltou, agora vai pra uma C .O. E
- 26:34depois, vai pra Brasília, porque a gente tem os
- 26:36primos lá, porque tem os crianças que ele gosta.
- 26:38Daí, vai... Viajando,
- 26:40sim. É uma blogueira de viagem,
- 26:44né? Porque ele fica postando no grupo
- 26:45da família, assim, só as fotos. Estou
- 26:47na praia. Como estão vocês? Aquela
- 26:48foto de velho, né? Aquela enquadramento de baixo pra
- 26:50cima, que todo mundo gosta. Aquela
- 26:52filmadinha do mar, assim, aquelas piadinhas de... Ah,
- 26:55tá legal, São Paulo aí. É bom pra caralho. É.
- 27:01Foi, era bom pra caralho. Eu
- 27:02conheci seu pai, né? Sim, sim, ele é maravilhoso.
- 27:06Muito, manhã. Eu
- 27:07também conheci o teu, a gente tem o seu pra
- 27:09conversar. Com a conversão do Lanzo, né?
- 27:12Ah, beleza. Ah,
- 27:12essa não me falou, né, que vocês começaram, né? Não,
- 27:14vou falar, que o que a gente acertou. Ele
- 27:16falou que é pra ficar entre eu e ele. Caralho.
- 27:19Tá com a tua boca. Vou continuar por um episódio.
- 27:24Mas o Lanzo do meu pai viajar
- 27:26bastante. O Lanzo dele é viajar. E
- 27:28ele viaja e ele fica caminhando nos lugares, né?
- 27:31Que seu Lanzo, tipo... Ah,
- 27:32o que você quer fazer na França? Quer
- 27:34ver a Torreira e o Foulá? E
- 27:35caminhar, tipo... Ah, mas é maneiro dar
- 27:38caminhadinha. Sim, sim, é isso. Ele
- 27:40fica caminhando a cidade, tomando café com esse
- 27:42alguém. Aí ele tá aqui em São Paulo,
- 27:44e ele fica bebendo nos pirajá, aqueles barzinhos de
- 27:47esquina que tu ia adorar. É
- 27:49uma boa vida, né? Boa! Você tem um planejamento de
- 27:52fazer isso um dia? Eu... não. Não,
- 27:56não tenho. Eu não quero. Eu
- 27:58quero só trabalhar, cara. Até
- 27:59o último dia. Até o último dia. E
- 28:03cada vez mais braçal, né? Ah,
- 28:05é o Camil Pôrjo, né? Tu começou lá em cima. Eu
- 28:08já vi um Lanzo pra ajudar a carregar caminhão aqui do
- 28:11lado, pra completar 75, pegar ali, cara. Beleza.
- 28:16Mas eu não sei, eu achava que o meu pai ia se
- 28:19foder, cara. Parando de trabalhar, sabe? Eu
- 28:23achava que ia morrer, assim. Morrer,
- 28:25porque tem aquele lance de gente que... Trabalhou
- 28:27a vida toda? E ele tá solteiro e tal, tá
- 28:30vulso. Aí, Tinderzão estourando.
- 28:33Caralho! Não, não, pior que não.
- 28:35Quer dizer, não sei, né? Todos
- 28:37pra que sim. Mas ele tipo, o cara tá vulso,
- 28:41aí o trampo, porra, ajuda a preencher a cabeça,
- 28:44assim. Eu achava que... Oficina
- 28:45do Diabo, né? Aquele papo. Eu
- 28:46achava, porra. Eu falava, ah, eu acho que
- 28:48não vai conseguir parar de trampar, mas ótimo. Só
- 28:51que ele conseguiu e, segundo ele, tá ótimo. Ele
- 28:54falou, eu não sinto falta. É
- 28:56só mais um exemplo do quanto que você ruim
- 28:58previsão, tu entende? Te vejo, te vejo. É
- 29:02verdadeiro. Mas aqui ele preenche com
- 29:05outras coisas, né? Estudo inglês, faz yoga, faz...
- 29:10Manero. Musculação, faz... Como
- 29:14é que eu nome? Pilates, aí... Aí
- 29:20preenche com outras paradas, assim. Muito
- 29:21fora, cara. Mas você não planeja, então,
- 29:23ter um aposentadoria. Ah, eu tenho muito medo, cara.
- 29:28Porque eu acho que eu vou...
- 29:29Tá... vou... Sei
- 29:31lá, tá morto, assim, sabe? Eu
- 29:33não sei. Eu tenho muito medo de... de
- 29:35aposentadoria, sabe? De ficar muito fudido, sozinho,
- 29:38morto. Não sei. Fiquei
- 29:40que morar na rua, sabe? Acho
- 29:42que não vai chegar até aí, não. Tomara,
- 29:44cara. Mas eu tenho medo, assim, de...
- 29:45Real mesmo, gente? Sim,
- 29:47sim. Eu te falo, várias vezes,
- 29:48tenho medo de morar na rua, ainda mais velho. Aí
- 29:50vai ser deprê. Que isso, cara. Tu
- 29:52vai... Tipo assim, é trabalhar até
- 29:54conseguir uma renda que... bagulhou,
- 29:58funciona um trampo que... Não
- 30:00dá, eu tenho muita asalha. Até...
- 30:04a parte de julho, tudo pra baixo. É
- 30:06só em janeiro que as coisas vão nascer de novo.
- 30:08É, janeiro a gente refaz esse
- 30:10episódio, cara. Agora eu tô pra baixo. Agora
- 30:12eu lembrei que eu vou morar na rua. Que
- 30:14merda. Beleza, beleza. Merda,
- 30:17mesmo. Muito bom. Eu
- 30:17não tenho previsão, mas eu tenho intenção. Tu
- 30:22quer ser o velho do velho das viagens, da facenda?
- 30:26Velho da moto. É,
- 30:30eu quero... Eu não sei te dizer exatamente
- 30:32qual, mas eu quero ser o velho que, tipo assim, não
- 30:35trampa, ou pelo menos trampa muito pouco, assim.
- 30:38Ah, tu vai ser o velho, o
- 30:39velho que toca a credência, né? Tu
- 30:41vai ser o velho. Não, não. Aí
- 30:42eu prefiro a mão, que eu quero ver. Mas,
- 30:44mas não, eu vou ser... Deixa
- 30:47eu ver qual. Eu vou ser um novo tipo de
- 30:49velho, né, cara? Que é o velho... Que...
- 30:52Lausero? É, também. Olha
- 30:53aí, velho Lausero. Caralho, já versou? O
- 30:56país sendo definido as eleições do futuro por
- 31:00velhos Lausero. É, é legal. Não,
- 31:03mas eu ia querer, cara, parar de trabalhar, assim.
- 31:05É uma parada que eu queria.
- 31:06Ou pelo menos diminuir
- 31:07drasticamente. E eu acho que daqui a uns
- 31:09dez anos eu acho que eu já começo a... se
- 31:12tudo é certo, né? Trabalhar muito menos, drasticamente.
- 31:15Ah, é bom, né? É
- 31:16bom. Trabalhar pouco é muito bom.
- 31:17Trabalhar até maneiro, cara. É,
- 31:19só que... Mas, base de teu controle, e
- 31:22teu controle é... é... É, tipo... É
- 31:25quantidade problema. Meter um cinema na quarta, assim,
- 31:28é bom demais. É, no horário comercial, assim.
- 31:31É. Muito bem, Alexandre. Então,
- 31:32né, vou deixar a gente aí pensando... É,
- 31:35o ouvinte está deprimido, também, agora. Por
- 31:37quê? Porque o ouvinte sabe que vai
- 31:38morar na rua comigo. Ah! O ouvinte sabe. E
- 31:41aí eu vou explorar o ouvinte, né, cara? Ele
- 31:45vai ter que usar a sexualidade dele para me
- 31:47pagar. Mas com sexo ou com dinheiro,
- 31:50com sexo dos outros? Eu vou ser cafetão de doce de
- 31:52rua, né, cara, quando eu for ver. É
- 31:53o startup? É... E aí eu vou prostituir os
- 31:59ouvintes. Ah, as mães dos ouvintes do
- 32:02nada. Não, porque tem um nicho de...
- 32:04A gente mais mais velha
- 32:05ainda, né? Caquético, assim. Tinha
- 32:08um caso de suas mães ouvintes. Mamúmia
- 32:10mesmo, assim. Então, o galera está meio
- 32:11chateada. Mas, pessoal, vai melhorar, tá?
- 32:14Vai. Vai, vai. Vai
- 32:15sim. Pode ter certeza que, inclusive,
- 32:17se me lembrou o comentário. Lembra
- 32:19do Domini, do Big Brother? Não,
- 32:21não é. É um dos participantes, né? E
- 32:23aí, ele foi do primeiro do Big Brother. E
- 32:25aí ele... Passei mal de... Ele
- 32:29tá ficando velho, né, cara? As
- 32:31pessoas estão ficando velhas. E
- 32:32ele é um cara muito... Big Brother, bem antigo. Então,
- 32:34deve ter, sei lá, quase até pouco 50. E
- 32:36aí, as pessoas começaram a comentar sobre a aparência
- 32:39dele no Instagram dele. Que as pessoas são horríveis,
- 32:41né? E aí, pô, tá feio, tá velho,
- 32:44tá escroto. E aí, a resposta dele foi...
- 32:48Vai piorar. Ahahahahahahaha
- 32:51Pô, vagarado, mano. Ah, pô. Vai
- 32:54ter resposta. Uou, maravilhoso. Muito
- 32:57bem, Alexandre Niquio. Contando
- 32:59aqui, continuando, na verdade, a história do
- 33:00Walter Sammerford, ele foi atingido duas vezes, né?
- 33:04Por raio. Milagrosamente,
- 33:05Gratiluis. Ele conseguiu recuperar a
- 33:09movimentação e ele falou, vou viver a vida curtindo.
- 33:12Você só pais e amor. Você
- 33:14só... Tá ligado? Só...
- 33:17Mundo as drogas. Nenhuma preocupação mais. E
- 33:21aí, né? Só fabricando uma fome. Só
- 33:24fabricando fome. Ahahahah. Beleza, beleza. E
- 33:29aí, né, cara? A mãe natureza que ele
- 33:31gostava tanto de andar e observá -la, aparentemente
- 33:34odiava ele. Porque, cerca de seis anos depois,
- 33:38novamente, mais seis anos depois, ele foi atingido
- 33:42novamente pro raio. Ah, mas aí desiste, né, cara?
- 33:45Ele morreu, né? Por
- 33:45favor. Por favor, não. Mas
- 33:47tipo, pra parar o sofrimento, rapaz. Cara,
- 33:49em 1930, seis anos depois, ele foi atingido novamente.
- 33:52Ele caminhava num parque
- 33:54apreciando a paisagem. Ah, mas ele já tava paralizado
- 33:58de três quartos, eu falo. Então,
- 34:01como ele recuperou, mas não recuperou assim por cento,
- 34:04ele já tava todo... Tava andando que nem aquele cara
- 34:08que puxa a pena lá do pica -pau, aquele robôzinho
- 34:10que fica andando todo torto. Assim
- 34:11que ele andava. E aí, o que aconteceu, né?
- 34:15Esse incidente, ele foi braba,
- 34:18assim. Ele já tava bem mais velho.
- 34:19Ele deixou completamente
- 34:21paralisado dos pés à cabeça. E
- 34:24aí, você sabe, né, que os órgãos começam a ficar
- 34:26fudido, e não teria reabilitação. Ele
- 34:29passou o resto dos seus dias numa cama de hospital.
- 34:34Levaram o cara pra chuva. Quatro
- 34:36reais. Os médicos, ele falou, tipo
- 34:39assim, cara, milagre, só dele tá aqui ainda
- 34:42respirando da milagre. Mas sabia que tipo assim, cara,
- 34:46não vai durar muito tempo, né? Ele
- 34:48vai morrer em breve, né? Tá
- 34:50todo fudido. Três vezes tomar um raio é uma
- 34:54chance, sabe? Patética assim, uma chance que não
- 34:57dá nem pra calcular. É matemática, pois é, né? É
- 35:00muito pequeno. Alguém já deve ter feito esse
- 35:03estimativo. Deve, deve. Mas
- 35:05você sabe, né? Tudo depende das condições.
- 35:07Quanto mais dados você tem, vai
- 35:09mudando esse número. O cara cedo reino unido já
- 35:11aumentou bastante a chance. O
- 35:13cara pode ter costume de caminhar ao ar livre,
- 35:17aumenta a chance, entendeu? Essas
- 35:18coisas vão variando, mas sim, mesmo assim a chance
- 35:21é muito pequena. Ele ficou vivo por dois anos,
- 35:25cara, naquela condição. E veio a morrer em 1932. Mas
- 35:29logo que ele tomou o terceiro raio o médico já
- 35:31falou, queria que a gente já fazia uma eutanásia
- 35:34assim no cara ou será que ele ficou esses dois anos?
- 35:38Não sei, cara. Eita,
- 35:40aí é ruim, né, cara? Pois é. E
- 35:43aí ele ficou dois anos vivos. Dois
- 35:45anos vivo. Só que ele... todo
- 35:47fodido, né? Sem se mexer, só sondinha, tá
- 35:51ligado? E aí você pode pensar assim,
- 35:54po, Vito, cabo finalmente. Nossa,
- 35:56senhora, que história, hein? Esse
- 35:58cara passou por maus bocados, eu diria. Ele
- 36:02precisa, né? Descansou. Né? Agora
- 36:05também. A natureza, não. Cremar
- 36:08ele vivo? Não. Simplesmente quatro anos
- 36:13depois dele ter sido enterrado, a lápide dele
- 36:15tomou um raio. Eu juro você. Eu
- 36:19juro, eu juro. No cemitério de Montenville, em
- 36:22Vancouver, a lápide do Walter Summerford é... tomou
- 36:27um raio e tá lá, até a foda dela, todo fodido, ele
- 36:29deixou lá, todo fodido assim. Tem
- 36:31que deixar, é... Não é pra ajeitar, né? Não,
- 36:34aí já é Deus mesmo, assim. Né?
- 36:38E aí, e foda é um filho da puta que nem tu falando
- 36:41que não existe as asas, né? Cara,
- 36:44quatro reais, um morto, tomando raio morto. Eu
- 36:46acredito que ele deve ter alguma coisa no corpo dele
- 36:50que atrai, não sei. Tá ligado? Sim.
- 36:54Ele vibra baixo. Ah, ele vibra... O
- 36:56que que você tem a ver? Tem
- 36:58todos os perguntos. O que que você tem a ver
- 37:00com a porra do laio? O que que é vibra baixo?
- 37:03Baixo o que? Qual
- 37:04é o critério pra ser baixo? Seja
- 37:08isso do que for, sabe, Brasil? Ah,
- 37:11cara, pesquisa. Eu não vou apostar isso na
- 37:13tudo. Entende? Sempre eu tenho que
- 37:15explicar pra um homem. Beleza,
- 37:17beleza, branco. Bem, os amigos dele, né,
- 37:22acreditavam, alguns acreditavam que realmente
- 37:23era azar, né? Enfim, pô, cara, tinha muito azar.
- 37:26Outros falaram que ele foi
- 37:27malduçado. Né? E alguns falaram de
- 37:30maldução, principalmente porque foi em um período
- 37:32de 6 em 6 anos. Tirando esse último que foi 4.
- 37:37Então... Né? Talvez
- 37:39tenha alguma coisa aí. Tem que procurar numerologia,
- 37:41pode nos ajudar. É... A gente não sabe, né? A
- 37:44gente não sabe, mas se você ouvinte, não quer ser
- 37:47o segundo homem mais azarado da história, se
- 37:50liga nessas dicas, que a gente vai te dar agora,
- 37:52que é pra como não tomar um raio. Né?
- 37:55Bem, a primeira forma de você não tomar um raio, é
- 37:59você acreditar na ciência. É...
- 38:03Você não sabe, né? É, que é ciência. Ah,
- 38:07beleza. Sim. Ciência pra um usa uma
- 38:09coisa, pra outro usa outra. Muito
- 38:11subjetivo, né? Bem, como eu falei, a chance
- 38:17vai cair muito se você aqui estar na ciência. E...
- 38:20A religião do sético, né? Sendo
- 38:21o séticudo, exatamente. Não, a religião do sético. Ah,
- 38:25a religião do sético, tá bom. Bem,
- 38:28se você tiver, como eu falei, em ao ar livre,
- 38:31aumenta a chance. Se você estiver envolvido,
- 38:33geralmente o pessoal do golf tem esse problema, né?
- 38:35Quando começa a chover, que é
- 38:36continuar jogando, péssica também, tem a chance. Ah,
- 38:39pessoal do golf, tô cagando o pessoal do golf também,
- 38:41né? Por que você não gosta do
- 38:42pessoal do golf? Ah, o pessoal do golf é muito
- 38:44rico. Cara, tu não jogaria um
- 38:45golfzinho, deve ser maneirá -so. Mas
- 38:47daí, daí, eu ia destruir. O
- 38:53TDRH muito fã. Eu sou o cara mais foda. Você
- 38:58fala a palavra golf rico, aí eu falo, vamos jogar,
- 39:01você evoluiu melhor. Eu sou o melhor jogador de
- 39:05golf que existe nesse país. Beleza,
- 39:10beleza. Enfim, mas eu jogaria, eu gostei,
- 39:13eu já jogou a Miri Golf, é muito legal. Ah,
- 39:15já. Mas é... Do
- 39:17parquinho, esse parquinho. Não,
- 39:18parquinho não, eu ia falar isso, e eu joguei, tipo,
- 39:20na agência. Ah, aqui na agência tem, né?
- 39:23Pararam de jogar, vocês pararam,
- 39:24comprou as fãs de fogo no club mesmo. Tá
- 39:27junto com o Tatame, né, Marica? Que
- 39:29a gente achou que ia fazer um club da luta. Uou,
- 39:31aí, ficou com certeza. Essa empresa tá indo bem,
- 39:34agência de podcast .com .br Vai muito bem, cara. Mas
- 39:38o mini golf, cara, é muito legal. Em
- 39:40parquinho, nunca fui, eu sei muito fã. Puts,
- 39:42cara, é muito, muito massa. Quando
- 39:44eu for pra São Paulo, eu pilho, tá? Eu
- 39:46não sei, esse tem aqui. Ah,
- 39:47deve ter, né? Não paltem tudo? Não.
- 39:49Nunca fui, eu não sei. Ah, tá bom. Você
- 39:52indicou por que, cara? Pra todo mundo? É,
- 39:56é... Eu experimente que vai mudar a
- 39:58tua vida. Tá bom, tá bom. Com
- 40:00a imagem dele, né? Tá muito legal, gente, com a
- 40:02imagem dele. É, eu sou o melhor jogador do
- 40:05mundo, meu. Ah, entendi. Muito
- 40:07bem, cara. Se você estiver preso por
- 40:09algum motivo, você não conseguir, né, tipo, entrar,
- 40:12sei lá, correndo em campo aberto, começou pra ter
- 40:15pistade. E aí você não consegue
- 40:16procurar um abrigo, né? O abrigo ele é a melhor
- 40:20forma mesmo, assim. Então, se você não conseguir, você
- 40:24fica longe de raio... Desculpa,
- 40:26fica longe de rio, que eu li rio e lago, aí falei
- 40:29raio. Pra se protegido raio fica
- 40:31longe de raio. Quando ele vier, você pula pra
- 40:33longe, vem rápido. Ah, que episódio com muita
- 40:37ciência mesmo. Não, é que eu li lago e raio,
- 40:40lague e rio junto. O raio vai pra água, então?
- 40:43Vai, pra todo tipo de corpo, d
- 40:45'água, ele vai pra lá. Ah, e como somos uma grande
- 40:49bichiguinha, né? Pois é. É,
- 40:52não seja a coisa mais alta ao seu redor. Então,
- 40:55eu já estou tranquilo nessa parte. Remova
- 40:58sua mochila, porque mochila às vezes serve como para
- 41:01raio, muitas vezes. Procure abrigo... Aliás,
- 41:04não procura... Não mudou tudo, né? Não
- 41:06procure abrigo debaixo de árvore. Porque
- 41:09árvore normalmente é a coisa mais alta ao redor,
- 41:12e alá que vai... Vai, vai, vai, vai. Esse
- 41:14aí eu deixaria a critério do ouvinte. Esse
- 41:17último. Ah, eu não tenho tanta
- 41:20comprovação, né? Tem pra caralho. O
- 41:23que você tá falando, cara? Eu
- 41:25tô muito afim de começar a passar a desinformação. Ah,
- 41:28é um projeto. Eu acho muito... Porque
- 41:31é tipo de desinformação saudável, né? É
- 41:33muito difícil cair o raio no ouvinte. Não.
- 41:35E o ouvinte lembrar de nos processar ainda. Faz
- 41:38todo o fodido. Beleza, beijos. É,
- 41:42linhas ferris, né? Tipo, bagulho de trem, né? Fica
- 41:45longe, fica de olho nisso. É,
- 41:48eletrônico desconectado de tudo, se você puder, né?
- 41:51É, também... E
- 41:53aí, né? Vamos supor que será. Você
- 41:54quer ter toda a certeza do mundo, você acione a
- 41:58posição de raio. A posição de raio é ficar
- 42:01agachado com as mãos entras ouvidos, calcanhares juntos.
- 42:04E isso vai facilitar o
- 42:06caminho do raio passar por você. E
- 42:08não ficar em você. Então, tipo assim, você vai tomar
- 42:11o raio e você vai ser só para raio de maluco. Tá
- 42:14ligado? Mas você fica pagando de cagão
- 42:16também, né? Ah, não, é deprimente,
- 42:18humilhante. Você começa a achar o vento,
- 42:20fizer isso aqui na rua, velho. Galera,
- 42:22vai curtir. Eu vou ficar muito feliz
- 42:25assim. Beleza. Ficar com muito medo de
- 42:26raio e te agachar como uma pedra, né? Tu
- 42:29fica com nenhuma pedria para o ouvinte que não
- 42:30sabe. Eu acho que... Joelho,
- 42:32como é que é? Joelho no peito, peço no chão.
- 42:34Foi só fetal, mas tudo junto
- 42:36tinha que ir na bolinha, que nem o Sonic. É,
- 42:37que de repente, da posição fetal, né, cara? Eu
- 42:40era um feto que tinha que em estrela. Eu
- 42:42era um feto em estrela. Eu...
- 42:44Eu tava com... vivendo no traçou com os braços
- 42:47cruzados, como super -homem, assim, no peito espelado. A
- 42:50espera não só espera na porta brilha. Ah,
- 42:53que otário, Alicia. Então é isso, Alicia, Daniel e
- 42:57que... Essa é a história do homem mais
- 42:58azarado da história. O escutô tá escutando? Gostou?
- 43:06Gostou responder ali, nos comentários do Spotify? Tem
- 43:11que responder. A gente tá fazendo esses
- 43:13trechinhos finais aqui pra... porque
- 43:16a gente tinha que conversar e incentivar vocês a
- 43:19escutar o podcast, né? Exatamente.
- 43:20Muita gente ouve o podcast e muita gente comenta com
- 43:23a gente no privado e não tem nenhum problema. Fica
- 43:25à vontade para mandar mensagem no privado, Mas a
- 43:28gente sabe que o privado ele não ajuda aqui. É
- 43:31privado é para quem não quer nos assumir. Eita
- 43:35verdade. No off é fácil. É
- 43:37fácil. Me faz gente falar pro de
- 43:39brother no off. É. Falar nos tratar que nem
- 43:43contatinho. Aí é fácil. Aí
- 43:46enquanto a gente dá todo esse amor pra vocês. É
- 43:49verdade. Então pra você, né, assumir a
- 43:51gente publicamente no on você por favor comenta lá
- 43:55no Instagram. No feed. No
- 43:56feed. Você posta nos stories e marca
- 44:00a gente. Pode ser. Quer
- 44:01abrissar a lei pra gente. E
- 44:02não fecha o perfil na sequência. É
- 44:04verdade. E como é que as pessoas
- 44:06encontram o story pros brother e você, Alexandre
- 44:09Níquel? Ah, cara, não correio. Eles
- 44:11encontram o story pros brother no Spotify, eles
- 44:14estão já escutando. Mas o que eles dizem é a
- 44:15rouba. O pior é que o rosto do
- 44:20mundo. É, a rouba é jovem nerd. Ah,
- 44:27eu queria estar no jovem nerd. Eles
- 44:31ganham muito mais dinheiro. Se
- 44:32vê que eles trocaram por ações da Magazine Luiza,
- 44:35né? É, perderam dinheiro. Mas
- 44:37estão mais tão bem. Por que isso? Que
- 44:39eu... Tá ruim que nem eles. Porra,
- 44:42imagina como bem esses caras tão... Então,
- 44:44cara. E aí é só legal isso, né?
- 44:45Tu fez com eles, né? Eu
- 44:46só conheci o jovem nerd. O Azaghal não... O
- 44:50jovem nerd é o menor. É o do bem, né? É
- 44:53um do bem e um do mal, né? O
- 44:54jovem nerd é o do bem e o azaghal é o do mal. Mas
- 44:56ele aí te bota também. Por que tu não gravou com os
- 44:58dois? Eu acho que alguns episódios
- 45:00ele não grava mesmo. Eu acho que o cara tá tão...
- 45:03tipo, tá tão bem de guerra. Já
- 45:05que ele é, ah, eu quero gravar um vídeo, tá ligado?
- 45:07Mas não é estranho, tipo...
- 45:10esse podcast se chama Alexandre
- 45:11Níquel, não é? Não, então. É
- 45:12porque o caminho disso foi diferente. Tipo
- 45:16assim, o Alexandre Otone, que é o cara, o jovem
- 45:22nerd, ele criou um blog chamado Jovem Nerd. Com
- 45:26o tempo as pessoas começam a chamar ele de jovem
- 45:28nerd. E aí não demorou muito pra
- 45:30que o Azaghal entrasse no blog há muitas atrás. E
- 45:35aí começasse e aí ele ficou conhecido como o
- 45:37jovem nerd, entendeu? Tipo, o caminho do apelido foi
- 45:40esse. Já quanto? Interessante,
- 45:43tipo... mágico. Pessoal, sigam a gente
- 45:46no... Pessoal! Sigam a gente do História
- 45:52pros Brothers. Me sigam no Instagram também,
- 45:56rouba a Alexandre Níquel, comente todos os posts e
- 45:58compartilhem porque eu preciso engajar muito,
- 46:00porque... Ah, você tá com essa
- 46:02missãozinha agora de ser... Eu
- 46:03tenho três objetivos de vida. De
- 46:06vida? Do meu Instagram. De
- 46:08vida? Porque minha vida é o meu fígio.
- 46:10Ah, beleza. É
- 46:12o nome do seu livro, né? Minha
- 46:14vida, meu fígio. Primeiro objetivo. Não
- 46:18nessa ordem, tá? Mais importante, então vamos lá.
- 46:21Primeiro objetivo. Ganhar
- 46:23a coisa da New Balance. Ah,
- 46:26maneiro. Segundo objetivo. Ganhar
- 46:28tratamento de clínica de estética. Isso
- 46:32não é brincadeira, gente. Muito
- 46:34foda. Terceiro objetivo. Conseguir
- 46:36dinheiro pra Iceland. Islandia?
- 46:40É? Sem motivo? Eu
- 46:41gosto da Iceland. Bom. Tá bom, tá bom. E
- 46:45é bem longe lá pra cima. É,
- 46:46é bem frio, né? Tem... Gaisel. Gaisel,
- 46:49o nome? Gaisel. Gaisel, presidente. Acho
- 46:51que é Gaisel. Jayser. Jayser. Jayser.
- 46:56Gaisel. Jayser, ruta. Então,
- 46:59tem as aguías que saem do chão lá. Ah,
- 47:01maneiro. É, o chafareis da mãe gai,
- 47:03né? Aham. Tem, enfim, tem muitas
- 47:05coisas naquela terra tão linda. Beleza.
- 47:08Tem a Bjork, tem o Sigurós. Enfim,
- 47:12quais são os três objetivos com... Meu
- 47:14fide? ...de todas as redes sociais? Só
- 47:16que ganhar dinheiro, né? Não,
- 47:17também. Mas eu... É
- 47:20só dinheiro. Ah, achei que tu queria levar
- 47:22educação pra pessoas que não têm tanto facilidade,
- 47:25tanto acesso. Mas eu acho que dinheiro é
- 47:26mais importante, né, Victor? Ah,
- 47:31Alexandre. Obrigado, pessoal. Valeu.
- 47:34Tchau, tchau.