Latest / História pros brother / A história dos Gigantes
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- 0:00Agência de podcast.com.br Conta sua história aí, brother.
- 0:06Os gigantes. Vamos lá.
- 0:16Se perguntou, Alexandre, com certeza já se perguntou.
- 0:19Já, já me perguntou. Existiram gigantes no passado?
- 0:21Cara, que dúvida. Tu tem dúvida de se existiu?
- 0:25Não, não tenho. Então, não me perguntar não, eu
- 0:30sei que existe. Olha só.
- 0:33Você tem certeza que no passado existiram humanoides, podemos
- 0:37assim dizer, né? Que tem as suas...
- 0:40Mas tu já parou pra pensar que talvez a gente seja os gigantes?
- 0:44Olha. Talvez existiam pessoas muito
- 0:47pequenininhas. Olha só.
- 0:49Mas os gigantes, eles... No tempo, cara.
- 0:52No tempo. O tempo é muito relativo, né,
- 0:54Victor? Papo, bosta.
- 0:55Começou, galera. Não, mas ó.
- 0:59Mas ó, Vitinho. Tu não sabe.
- 1:02Tu nunca vai saber se tu é um gigante.
- 1:04Porque tu não sabe se em populações futuras não vão ter
- 1:06pessoas bem pequenininhas. Ah.
- 1:09Então nunca saberemos. Nós somos os gigantes de amanhã.
- 1:14Que também, né? Também é o nome do nosso
- 1:18podcast. Os gigantes do amanhã.
- 1:21Fala de tecnologia. Sérgio Sacani.
- 1:24É só com criança coach. Ai, meu Deus.
- 1:29Os gigantes do amanhã. Esse nome é muito foda, velho.
- 1:37Vai, tá aí então, galera. Tá aí.
- 1:39Pode acabar o episódio já. Já foi feito.
- 1:42I did it. Ai, cara, que merda.
- 1:46Mas enfim, cara, o lance, né? Por que eu trouxe esse episódio
- 1:48aqui? Porque, realmente, cara, tem uma
- 1:50parada interessante na história que muitas culturas diferentes,
- 1:54distantes, falam de gigantes. Uhum. tá ligado?
- 1:57E... Novamente, né?
- 1:59Não tô falando de um ser humano exatamente igual a gente
- 2:01gigante, mas seres gigantes, né? Tipo um humanoide gigante.
- 2:06É as suas variedades, né? Os gregos têm o ciclope, por
- 2:10exemplo. O ciclope...
- 2:12Ah, o ciclope é de um olho só. De um olho só e um gigantão.
- 2:15Não tem relação com o X-Men, né? Não, o X-Men faz a referência à
- 2:20criatura... Não ao contrário.
- 2:22Não ao contrário, é. Tem que ver a data direitinho,
- 2:25mas tem que ter certeza. Qual veio primeiro, né?
- 2:27Tem que ver. Procura no chat GPT.
- 2:30É, galera. Muito bem, cara.
- 2:32E aí, qual que é o lance? A gente tem saga nórdica,
- 2:36indígena. Maia.
- 2:38A gente tem Celta. Bíblica.
- 2:41Bíblia, verdade. A gente tem Babilônio, em geral,
- 2:45que é próximo dos hebreus e tal. Então, assim, muitos lugares
- 2:49diferentes falaram dos gigantes, tá ligado?
- 2:51E a gente percebe, né? A gente já fez um episódio
- 2:54chamado Dragão. E o episódio chamado Dragão, a
- 2:56gente falou, basicamente, que o dragão, ele tá em várias
- 3:00mitologias e culturas diferentes.
- 3:03Porque ele é meio que uma junção de vários medos, né?
- 3:06Você comentou isso e é verdade. E o dragão é meio que essa
- 3:09junção megazord do medo da galera.
- 3:11E a mesma coisa aqui vai com os gigantes.
- 3:13Mas, né? E essa conclusão aí não é a
- 3:16gente que tira. É o ouvinte.
- 3:17A gente também não vai querer também falar o que ele tem que
- 3:20pensar. Se ele quiser ser burro, fique à
- 3:22vontade. Ah, o ouvinte gosta.
- 3:23Ele gosta. Muito bem, Alexandre.
- 3:24Qual que é o negócio? A gente está falando de
- 3:28criaturas gigantes. E a gente tem muitos vestígios
- 3:31gigantes. de fósseis gigantes, o que fez muitas culturas
- 3:35acreditarem que esses seres realmente existiam.
- 3:38Mas, além dos vestígios fósseis, a gente também tem muitos textos
- 3:43antigos que são tão velhos que eles já estão misturando com
- 3:46textos de mitologia. Então tu acha, por exemplo, se o
- 3:49cara achava um dente de baleia e dizia que era de um brother
- 3:53antigo. Muitas vezes isso aconteceu.
- 3:55E não é uma hipótese jogada, tá? Eu vou falar durante o episódio
- 4:00mais ou menos no que ela se baseia.
- 4:02E você vai ver que realmente tem muita coisa que bate.
- 4:05Tipo, não é que a paleontologia, a arqueologia, às vezes, ela não
- 4:09só puxou isso aí. Vamos falar o que aconteceu.
- 4:11Não, não. Tem aí uma base
- 4:13interessantíssima. Mas como assim?
- 4:15Uma base para que existiu gigantes?
- 4:17Não, cara. Uma base que defende a hipótese
- 4:20de que muitos fósseis antigos, eles sustentaram o mito de
- 4:25pessoas gigantes existirem. Sim, sim.
- 4:28É porque o que eu quero dizer é que não é jogado, entendeu?
- 4:31Achei que tu ia dar essa volta aí.
- 4:32Não, cara, não, não. Tu não vai tentar me lançar essa
- 4:35aqui. Não, cara, não.
- 4:37Aqui tem muita gente que acha que isso é uma explicação
- 4:40posterior, no sentido de os caras olharam para um fóssil e
- 4:44falaram que é por isso que os caras acreditam em gigantes.
- 4:46Não, não. Tem toda uma explicação
- 4:49geográfica, tem uma explicação do material, depois eu vou falar
- 4:53melhor. Mas enfim, vamos começar do
- 4:54começo. E no começo a gente tem a
- 4:56epopeia de Gilgamesh. A epopeia de Gilgamesh é
- 4:59basicamente a primeira literatura, a primeira história
- 5:03inventada, pelo menos que nós temos registro, pelo ser humano.
- 5:06Então não é boa. Pô, você acha que não?
- 5:08Por quê? Ah, a primeira coisa nunca fica
- 5:10legal, né, cara? Ah, mas...
- 5:11Tipo, meio que o segundo deve ter melhorado depois.
- 5:14Mas tem como tá ruim, não tem outro pra comparar, né?
- 5:17Tipo... É verdade.
- 5:18Tipo assim, é ela que começou. É o melhor e o pior.
- 5:20É verdade. E aí ela, essa grande epopeia, o
- 5:25nome já diz, conta a história do Gilgamesh, que é um rei, um rei
- 5:29semidivino. O que significa isso?
- 5:31É um rei da Suméria, que fica onde a gente chama de
- 5:35Mesopotâmia. E esse cara, ele dizia-se que
- 5:39ele era um quarto deus e três quartos humanos.
- 5:45Genera. Meio com uma generazinha, a
- 5:47publizinha da genera. E aí o lance é que ele era
- 5:52moralmente superior, era inteligente e tudo mais, mas
- 5:56também falava muito sobre a estatura física dele.
- 5:58Porque era trincado o homem. Não é só a força física, enfim,
- 6:04a qualidade física, a altura mesmo.
- 6:06Ele era muito alto. Aí, obviamente, que as traduções
- 6:08variam. Mas tem muitas traduções que
- 6:11falam que ele tinha onze cúbitos de altura, que, traduzindo, dá
- 6:15algo em torno de cinco a seis metros.
- 6:17Faz sentido. Por que você falou que faz
- 6:20sentido? Do cúbito para o metro?
- 6:23Essa conversão aí fez sentido? Eu estava convertendo quanto é
- 6:27um cúbito. Não, está correto.
- 6:28É. Diria cinco e meio, mas...
- 6:31Muito bem, muito bem. Mas ele tinha, né, uma força
- 6:34física absurda e tudo mais. Aí o papel de Gilgamesh, cara,
- 6:37não sei se você já leu algo sobre ela.
- 6:39É uma história incrível, assim, é como...
- 6:41Vai ser a primeira grande base, assim, que as minhas mitologias
- 6:45e tudo mais vão se basear. Literatura, mundial, a contação
- 6:50de história. E basicamente o Gilgamesh tá
- 6:51atrás da vida eterna. Sabe?
- 6:54Quando ele encontra? Ah, não vou falar.
- 6:57Acabou de lançar. Cinco mil aninhos só.
- 7:01É verdade. Guarda aí, guarda aí.
- 7:04Mas é legal, mas é legal. É uma história...
- 7:07Tem filme? Tem, tem.
- 7:09Com De Outra Volta? Não, não tem De Outra Volta.
- 7:12Então não quero ver. Um bom Gilgamesh, né?
- 7:15Quem ser essa aí, esse cast eu queria ver.
- 7:18Mas muito bem. Ser grande, né?
- 7:20É, cinco metrinhos. Mas aí, qual que é o lance, né?
- 7:22A gente tem muitas mitologias distantes, diferentes, falando a
- 7:26mesma coisa. Mitologia nórdica, maia.
- 7:28E eles falam, pô, existiram realmente seres humanos maiores.
- 7:32E aí, a gente começa a discutir sobre o arquétipo, né?
- 7:35O que é esse gigante que essas culturas se baseiam?
- 7:39A gente falou do dragão no episódio, que é o quê?
- 7:41Medo, né? Uma criatura gigante, um
- 7:44monstro. É meio que o dragão.
- 7:47E o gigante? Ele varia bastante, tá?
- 7:50Porque tem muitos gigantes nas mitologias que ele é uma
- 7:54criatura do mal. Ponto.
- 7:56E aqui, por exemplo, na epopeia de Gilgamesh, que é o mais
- 7:58antigo que nós temos registro, ele é do bem.
- 8:01É algo positivo. Então, o que é?
- 8:04Primeiro, estamos falando de força.
- 8:06O gigante é fortão. É.
- 8:08Isso aí sim. Seja ele do bem e do mal, mas
- 8:11ele é gigantesco. Outra coisa, ele é uma excelente
- 8:15explicação pra fenômenos da natureza.
- 8:17Tipo a chuva? Tipo uma montanha.
- 8:19Quem construiu a montanha? Já parou pra pensar nessa?
- 8:21Quem fez a montanha? Imagina o papo, né?
- 8:25O papo neolítico também deve ser foda, né?
- 8:27Ah, e o outro podcast bom também, papo neolítico.
- 8:30Mas qual delas tu tá apertando? Sabe, aparentemente, pelo menos
- 8:36a maioria. Cara, a maioria.
- 8:38A maioria que eu já vi, eu acho que eu sei.
- 8:41Entendi. A hipótese embasada, assim.
- 8:44Tá lá, cara. Legal.
- 8:45Pô, isso aí... É, geografia, né?
- 8:47Cara, tá aí um quadro legal pro Papo Bosta, né?
- 8:49Que é, tipo, conversas neolíticas.
- 8:51Onde a gente finge que somos dois, dois Neandertais, dois
- 8:56oberectos. Eu acho que a gente vai acabar
- 8:57fazendo um podcast e fazendo um podcast.
- 8:59Cara, isso também não é muito, não, tá?
- 9:01Mas muito bem, muito bem. O lance qual que é?
- 9:04Os gigantes, né? Eu falei que ele nesse caso era
- 9:07do bem, em outros casos ele é do mal.
- 9:09Na Grécia Antiga, por exemplo, ele era os dois.
- 9:11Na Grécia Antiga você tem uma criatura mesmo, um ser chamado
- 9:15gigante, que são meio que uma raça, e os ciclopes também.
- 9:18O ciclope, inclusive, na Odisseia, conta a história
- 9:22quando o Odisseu, o protagonista da Odisseia, ele chega na ilha
- 9:26dos ciclopes, acidentalmente. Aí ele chega lá, já contei essa
- 9:29história aqui. Ele chega lá e quando ele fura o
- 9:32olho do ciclope e o ciclope fala, quem fez isso?
- 9:34Ele fala, ninguém. Aí o ciclope sai na rua falando,
- 9:38pô, ninguém fez isso comigo, tá ligado?
- 9:40Porque o Odisseia é inteligente, né?
- 9:42Mas aí esse ciclope, ele se chama Polifemo.
- 9:45O nome dele mesmo, nome bonitinho, não é raça não.
- 9:48E ele, enfim, ele é... personificação da força
- 9:53primitiva, tá ligado? Ele é o burro, tanto que ele cai
- 9:56nesse conto aí do... Ah, ele é burrão e forte.
- 9:58Burrão e forte. Ele é canibal.
- 10:01Então, assim, pô, ele é canibal, então isso demonstra que o
- 10:04canibalismo é algo de alguém burrão, sabe?
- 10:08Olha como é que os arquétipos, né, vão sendo formados.
- 10:11O que que a Grécia Antiga quis dizer quando criou o polifemo,
- 10:15entendeu? E aí você vai montando ali, e
- 10:17isso é maravilhoso você entender a psique da época, né?
- 10:20Sei que não dá pra entender perfeitamente, nem perto disso,
- 10:23mas dá pra você encontrar pequenos fragmentos de
- 10:25informação sobre o que é negativo, positivo, sabe?
- 10:29E aqui nós temos eles criticando, atacando, porque ele
- 10:33sai mal, né? Então é um ataque ao gigante,
- 10:36porque ele é um canibal, ele é bruto, ele é lerdão.
- 10:40É o famoso lerdão, acho que é isso que dá pra chamar ele.
- 10:43E tu gostaria que existisse gigantes?
- 10:45Cara, eu ia fazer essa pergunta durante o roteiro pra você.
- 10:48E eu digo, convicto, que sim. Eu não sei quão assustador
- 10:52seria. Por que se fosse um gigante de
- 10:53seis metros? É, vamos trabalhar com quatro a
- 10:56seis, pra também não virar bagunça?
- 10:58É, tipo, não Godzilla, assim. É, porque aí já não dá pra
- 11:00viver, né? Ah, eu tava tendo uma discussão
- 11:02esses dias. Tu acha que eu venceria uma
- 11:04girafa num duelo? Não.
- 11:06Girafa é foda, pô. Eu acho que sim.
- 11:08Hum. Mas tudo bem, eu só queria saber
- 11:11a tua opinião. Você vai enganar a girafa como?
- 11:13Cara, eu acho que eu vou morder o pescoço da girafa.
- 11:15Pô, mas teu dente não é foda, cara.
- 11:17Mas tem muito pescoço, né, cara? É difícil de errar.
- 11:20Ah, mas aí acertar e dá. E ela só dá uns pescoçados de
- 11:23lado, assim. Pô, mas é um bicho não, cara.
- 11:26É um bicho meio gordo, assim. Não é magrelo, não.
- 11:28Mas é um cavalo... É, pô, mas você já viu o tamanho
- 11:31do cavalo? Mas ela não dá uns
- 11:33coisiradíssimos. Dá, pô?
- 11:35Não dá. Quer ver?
- 11:36Ataque de girafa. Vou pesquisar isso.
- 11:37Eu já pesquisei muito, cara. E aí, ataque de girafa?
- 11:40Eu botei no chat de EPT. Olha aí.
- 11:42Ela falou que eu não tenho grandes chances de vencer.
- 11:47Eu sei que eu tenho um papo, mas sem arma parece que o chá de GPT
- 11:51diz que não tem como. Cara, é muito grande, mano.
- 11:53Tô vendo aqui. Mano, não é o tamanho de um
- 11:57cavalo. É muito maior, cara.
- 11:58De altura. De todos os animais.
- 12:00Do reino animal, eu acho que a girafa é a que eu dou um pau.
- 12:02De macaco, eu ia tomar um pau. É, depende do macaco, né?
- 12:05Macaquinho, foda-se. Mas macaquinho também escala a
- 12:08gente, né, mano? É, vai comer olho, né?
- 12:11É, comer olho. Mas gigantes?
- 12:14Ah, é. O gigante, o que acontece?
- 12:16A gente tá falando de gigante como, né?
- 12:19Essa mistura de coisa positiva e coisa negativa.
- 12:22E é interessante que na Grécia Antiga existiu a gigantomáquia.
- 12:26Que é um parque? Que é uma luta.
- 12:28Ah... Que é uma luta dos gigantes
- 12:30contra os deuses do Olimpo, tá ligado?
- 12:31Rolou essa luta. Então, assim, que é meio que o
- 12:34futuro e o passado, sabe? O primitivo e o moderno se
- 12:37enfrentando, sabe? É isso que eles estão
- 12:39representando aqui nessa luta, tá ligado?
- 12:41Os gigantes contra deus? É, os deuses do Olimpo, né?
- 12:44Quem são os deuses do Olimpo, assim, os mais famosos?
- 12:46Poseidon, Hades, né? Tá, essa galera, essa galera,
- 12:50inclusive da série que tu falou que era mais ou menos, eu fui
- 12:53assistir aquela, acho que é Caos?
- 12:55Eu falei que é horrível, não falei que era mais ou menos.
- 12:57Eu sei, eu vi. Você realmente achou também, né?
- 13:00É. Não era muito legal, não.
- 13:03Mas era essa galera, né? Era.
- 13:05Não, eu já te falei, cara, a ideia da série é maravilhosa,
- 13:07mas acho que o que mais me fudeu foi a atuação, mano.
- 13:10Aquele Dionísio, Nunca quis assassinar um ator, mano.
- 13:18Primeira vez. Mas aí, enfim, o lance qual que
- 13:20é? A gente vê, né, que os deuses e
- 13:23os gigantes estão em lados diferentes, mas quando chega na
- 13:26Guerra de Troia, os heróis da Guerra de Troia, tipo Aquiles, o
- 13:30Ajax e outros, também são narrados como gigantes.
- 13:32Então ele meio que é a junção de tudo.
- 13:34Tipo assim, o gigante, ele tem um lance maneiro, que é ele é
- 13:36fortão, mas ele é burreco. E aí, o herói, ele é inteligente
- 13:41e gigante. Hum.
- 13:42Porque ele é do bem. Tá.
- 13:43Tá ligado? É bem simples.
- 13:45Bem simples. Não, é...
- 13:47A gente tá falando de, porra, as primeiras histórias que os seres
- 13:50humanos inventaram, né? Não vai ter um plot twist foda
- 13:53também, né? Ele é grandão.
- 13:55E burro. E burro.
- 13:56Esse é grande e forte. E o outro é grande e forte.
- 13:58Eu gosto do grande e forte. Legal, legal.
- 14:01Eu cheguei de uma viagem para te trazer uma mensagem.
- 14:08Oh, sapo da rima. Eu sou sapo da rima.
- 14:12Sapo da rima, o que você está fazendo aqui hoje?
- 14:14Eu vim para falar sobre apostar. E agora o site eu vou te contar.
- 14:21Sapo, cadê a sua linguinha de sapo?
- 14:26Se você me pedir para ir embora, eu não vou mostrar ela agora.
- 14:31Não, Vicky. Sapo, sapo, me conte, por favor,
- 14:41o que é esse site de aposta? Ele é fácil de apostar, é só o
- 14:46dinheiro você colocar. Beleza, sapo.
- 14:51E como é que eu posso tirar dúvida com alguém?
- 14:53É só o Instagram usar e as palavras digitar.
- 14:58Sapo, eu falei, mas você não ouviu.
- 15:05O sapo, beleza. O sapo.
- 15:14Você, sapo. Pera aí, sapo.
- 15:17Calma. O sapo da rima.
- 15:19O sapo da rima. Beleza.
- 15:23Eu preciso saber... Até agora tá tudo muito legal.
- 15:26Tem muito esporte pra postar, como futebol, tem vôlei, tem
- 15:29basquete, tem jogo online. Você consegue tirar dúvidas lá
- 15:32no Instagram da KTO Underline Brasil.
- 15:34Mas o sapo precisava de um presente.
- 15:39Talvez uma cesta de basquete ou um cupomzinho de freebet.
- 15:44Esse é o seu momento, você ganhou o vinte por cento.
- 15:47O privete, me explica, por favor, em rima.
- 15:52Agora você quer. Se fudeu, sapo da rima.
- 15:58Esse é o jeito que você gosta de me ver.
- 16:00O sapinho coitado vai se fuder. É muito difícil de rimar as
- 16:05instruções, mas eu vou cantar. Pelo bem das nações.
- 16:12É só você pegar o seu dinheirinho e depositar na
- 16:15internet que logo você terá vinte por cento de freebet.
- 16:24Então, vinte por cento, se eu colocar dez reais e botar o
- 16:27cupom HPBVINTE, eu vou ter doze. Se eu botar cem reais e botar o
- 16:33cupom HPBVINTE, eu vou ter cento e vinte.
- 16:35É isso? Sim.
- 16:37Muito bom. É verdade.
- 16:39É verdade. Sapo da rima?
- 16:43O senhor tá doidão? É que é muito difícil ser um
- 16:48sapo que fala. Ninguém me entende.
- 16:52Esse mundo me abala. Catela.com Catela.com Catela.com
- 17:01Muito bem, Alexandre. O lance é, você sabe se dá para
- 17:04descobrir se houve gigante ou não?
- 17:06Como é que você lideraria a pesquisa para encontrarmos
- 17:10gigantes, Alexandre? Então, eu acho que não tem como
- 17:12saber, porque muitos se despedaçaram.
- 17:17Falando pausada, a coisa estube de volta.
- 17:19Muitos foram divididos em pedaços.
- 17:24E sugados pelo magma terrestre. Aquecido.
- 17:29Então, mas é que assim, se existir um gigante, às vezes vai
- 17:32caindo poeira, né? E aí tu vai indo lá pra baixo.
- 17:36Mas é verdade. Se vai caindo poeira, tu vai
- 17:38cada vez lá pra baixo. Tem uma hora que tu vai chegar
- 17:41bem no centro. Daí no centro é magma.
- 17:43Daí derrete. Então tu...
- 17:49Então tu tem o tempo. Se não der, passou de quinze mil
- 17:53pra trás, não dá pra achar mais nada.
- 17:54Tem um monte de coisa que não dá pra achar.
- 17:58Mas é real, cara. Porque vai...
- 18:00Tu já passou duas semanas com a janela aberta?
- 18:03O que dá de poeira? Imagina aqui em São Paulo.
- 18:07Aqui em São Paulo é horrível. Passa o pano, no outro dia eu
- 18:10passo o dedo na TV, o dedo tá preto, cara.
- 18:11Meu Deus. O gigante aqui é soterrado em
- 18:16duas semanas, cara. Área de contato maior, gigante,
- 18:21né? Exatamente.
- 18:23Exatamente. Ai, meu Deus.
- 18:27Não, mas é isso. Eu acho que é isso, cara.
- 18:30Tem muito pó, o pó vai indo e não tem como achar.
- 18:33Fica tudo embaixo. Perfeito.
- 18:34Então tá indo, galera. A não ser, desculpa, a não ser
- 18:40que dê pra cavar bem, bem, bem fundo e não chegou lá ainda.
- 18:43Tá bem pertinho. Ainda, tão cavando ainda.
- 18:45É, não, se a gente conseguir cavar muito fundo, onde o
- 18:48gigante ainda não encostou no magma terrestre, mas daí também
- 18:51é muito quente pra gente, talvez.
- 18:54Eu não vou botar minha mão lá. Por mais que eu queira saber se
- 18:58o gigante existiu, eu não vou botar a mão no magma.
- 19:00É. É que é muito estúpido, cara.
- 19:04A lógica vai... Não, mas é...
- 19:06Tu acha que não tem lógica? Não, não.
- 19:10Cara, vai estudar sobre o oceano.
- 19:13O oceano é isso, sabia? Ah, é.
- 19:15O que que é o oceano? O oceano é...
- 19:16Isso que é, cara. É isso.
- 19:18Tem um peixe e o peixe morre. Cai peixe.
- 19:21Cai poeira em cima do peixe. O peixe vai lá pra baixo.
- 19:24Beleza, então. Então fica aí.
- 19:26Fica a denúncia aí. Seja ela qual for.
- 19:29Bem, Alexandre. Se tu não respondeu, tu que é o
- 19:32fodalhão? Como é que tu caçaria gigantes?
- 19:35Já tá procurando. O arqueólogo, Alexandre,
- 19:39paleontólogo, que encontrar um fóssil de um gigante ser humano,
- 19:42fez a carreira dele, fez a vida dele, fez a geração que vem, fez
- 19:45a próxima geração inteira. Não tem o que fazer, cara.
- 19:48Não tem gigante, galera. Não, não acharam.
- 19:51Eles estão procurando, então. Não deve ter um cara focado em
- 19:54procurar gigante, né? Não.
- 19:55Pior que acho que tem muito mais do que pessoas focadas em
- 19:58qualquer outra área da paleontologia.
- 20:00Cara, será que tem uns caras focados em gigantes?
- 20:03Deve ter muito. Putz.
- 20:04Os caras do Eras de Deus Astronauta e tudo isso, pô.
- 20:06Tá, mas assim... Tu não acha?
- 20:08Eu acho que, cara, focado em procurar gigantes, eu acho foda.
- 20:11Eu acho difícil. Até pra...
- 20:14Pô, até... O cara tá saindo com a mina a
- 20:16primeira vez pra falar essa... Ah, trabalho em agência de
- 20:20atendimento. Estou procurando ossos de
- 20:23gigantes. Cara, essa aí pro ouvinte que tá
- 20:28solteiro, tenta essa. Bom, legal, cara.
- 20:32Hoje o episódio da qualidade tá muito bem.
- 20:35Alexandre, a gente vai falar agora de paleomito.
- 20:39Paleomito, pra quem não sabe, é uma narrativa criada por uma
- 20:43cultura muito antiga pra interpretar fenômenos
- 20:46pré-históricos. Hum. grande maioria deles,
- 20:50fósseis de animal gigante, por exemplo, no nosso contexto aqui.
- 20:53Mas como é que sabe o paleomito? Como é que tu sabe um paleomito?
- 20:56Não, você, pô, para e pensa. Tu é, porra, um grego, dois mil
- 21:00anos antes de Cristo. Tá, espera um pouquinho, espera
- 21:02um pouquinho, tô imaginando. Tá, beleza, vai.
- 21:04Mil anos aí, pra gente trabalhar na época que a gente tem
- 21:06registro. Ah, tá, eu tenho que pensar de
- 21:07novo, só porque... Vai, vai, vai.
- 21:08Pode dizer, mil anos. Mil anos antes de Cristo, tu é
- 21:10um grego lá, normal. Tá com uma túnica bonitinha.
- 21:13Como é que é meu cabelo? Como é que é meu cabelo?
- 21:14Tu é... Cabelo igual o seu, cara, atual.
- 21:16Ah, que chato. E aí...
- 21:19Me matei. Tu tá andando.
- 21:21Tá bom, tá bom, tá. É isso, cara.
- 21:23Tu é você, tu é exatamente você. Tá, beleza.
- 21:27E aí tu tá no passado. E aí tu tá andando, conversando
- 21:30com o brother lá, falando, pô, o podcast Papo Bocha tá vindo
- 21:33forte. E aí tu tropeça num negócio.
- 21:37Aí tu olha pra baixo, o cara é um negócio meio branco, parece
- 21:39um osso. Aí tu fala, ó, o que que é isso?
- 21:41Aí tu vai começar escavando ali. Mas tu escava e tu vê que é um
- 21:45crânio gigantesco do tamanho do teu corpo inteiro, com um buraco
- 21:50no meio, assim. O que que tu vai pensar?
- 21:53Tá ligado? O que que vai passar pela tua
- 21:55cabeça? Tu pensa assim, ah, nada, não.
- 21:57Meter o pau na testa do monstro gigante.
- 22:00Beleza, beleza, cara. Além de você, você realmente é
- 22:03você no passado. É, tem isso.
- 22:05Você realmente comprou o personagem mesmo, né, cara?
- 22:07Acting, né? Mas qual o bicho que tinha esse
- 22:10furo na cabeça? É mamute, elefante.
- 22:12Principalmente mamute, porque o mamute...
- 22:14Porque o elefante existia, né? Na Grécia não era comum, né?
- 22:19As pessoas falavam de elefante lá na África e tudo mais, né?
- 22:22Mas existia, as pessoas sabiam que existia.
- 22:25Agora, mamute é um pouco diferente, assim.
- 22:27E aí, o que é, né? O que é aquele fóssil gigante?
- 22:32E aí, né? A gente, antes da
- 22:34paleontologia... muitas pessoas ou usavam pra justificar
- 22:39mitologias e histórias que já existiam, ou criavam histórias a
- 22:42partir daqueles. Mas qual a diferença entre isso?
- 22:45Isso é a paleontologia hoje também.
- 22:46Não é, cara. Você tirou muito paleotólogo pra
- 22:50merda. Não, cara.
- 22:52Eu não gosto de pessoa de geografia e topografia.
- 22:56Topografia e geografia eu não gosto.
- 22:59Mas paleotólogo, adoro vários. Não, mas não é uma técnica
- 23:05rudimentar, mas eles estão olhando ali o que eles têm e
- 23:08tentando traçar um, traçar de onde veio isso...
- 23:12Sim, mas como é que eles traçam? Como é que eles criam hipóteses?
- 23:14Eles olham um crânio de um bicho que eles nunca viram e falam
- 23:19provavelmente era um gigante do passado?
- 23:21Não. Não, cara.
- 23:24Não é. É o contrário do é.
- 23:27Não é. Não, eu tô dizendo...
- 23:31O paleontólogo do passado. Ah!
- 23:33O método do passado, não o método do futuro.
- 23:36O método do passado. Que é isso que tu olha?
- 23:38Que não era um paleontólogo, né? Que não existia essa área da
- 23:41ciência. Era um paleopaleontólogo.
- 23:43Era. Entendi.
- 23:44Paleopaleontólogo, lógico. Porque eu não pensei nisso, né?
- 23:47E aí, o paleopaleontólogo, ele realmente criava essas
- 23:50hipóteses. E aí, como eu falei, muitos
- 23:52deles vão, por exemplo, criar a lenda do ciclope.
- 23:54Tá ligado? Um crânio de elefante, um crânio
- 23:56de mamute. Porque a cavidade nasal, onde
- 23:59tem a tromba do elefante, é bem no centro da testa.
- 24:02Então parece que é um olho só. O buraco do olho, ele olha pro
- 24:05crânio humano. Vê que tem dois buracos ali.
- 24:07E ele olha pro outro crânio e tem um só.
- 24:08Falei, pá, então existia ser humano. com o olho só gigante,
- 24:11pô. Sim.
- 24:12Essa é a lógica. E aí, qual que é o lance?
- 24:14Essas ossadas do passado, e, pô, existiam muitas antigas, muito
- 24:19mais, né, do que hoje, né, antes da Revolução Industrial,
- 24:22escavamento. Você acha que, pô, os caras
- 24:24estão fazendo uma obra. Eles olham um registro fóssil
- 24:26ali de pequenininho, eles falam, pô, para a obra.
- 24:30Para a obra, galera. Esse shopping aqui não vai
- 24:32subir. Esse shopping não sobe.
- 24:34Mas aí, inclusive, os buracos de preguiça gigante estão tudo
- 24:38ameaçados, cara. Esqueci o nome da empresa, né?
- 24:40Tinha muito bicho, tinha canguru gigante, tinha muito bicho
- 24:43gigante. É, mega fauna.
- 24:44É muito louco, né? É maneiríssimo.
- 24:46Porra, tá louco. E aí, enfim, eu adoro bicho
- 24:48gigante, cara. Pô, dinossauro, né?
- 24:50Dinossauro é maneiro. E aí, qual que é o lance, né?
- 24:52E isso não é jogado, tá? Tem uma historiadora chamada
- 24:55Adrienne Mayer. Ela fala no livro Os Primeiros
- 24:58Caçadores de Fósseis. Ela fala justamente para que
- 25:01essas descobertas de fósseis e tudo mais serviam para sustentar
- 25:06as lendas que existiam. Tem um caso específico,
- 25:10inclusive, que é o seguinte. Basicamente, existia o Pélope na
- 25:16Grécia Antiga. O Pelop.
- 25:18Ele é um rei antigo, neto de deuses, assim, de Zeus e tudo
- 25:22mais. Ele era gigante, né?
- 25:23De acordo com as lendas antigas. E aí, qual que é o lance?
- 25:26Essa lenda dele fala que quando ele era criança, o pai dele
- 25:29pegou e cortou ele em vários pedaços.
- 25:31É, praticamente tudo, né? Com base em...
- 25:34Caralho, velho. Caralho.
- 25:36Por isso, tá vendo que até hoje a terapia é noventa por cento da
- 25:41tua infância? Não, mas é também aquele negócio
- 25:43de tu tem que ser... Tu, pro teu filho, vai ser
- 25:46melhor do que o teu pai foi, né? E essa é a ideia, né?
- 25:49Só que a origem, aí a origem tem que ser muito ruim, né?
- 25:52O pai tem que ser muito ruim, é, pra contar a história.
- 25:54O pai dos pais picotou o filho, velho.
- 25:56Picotou e deu de banquete pros deuses, porque ele era um
- 26:00gigante. Então deu muito, foi um
- 26:01banquete, né? Toma meu filho aí cortadinho pra
- 26:04vocês. Hum...
- 26:05Os deuses, é, os deuses falaram assim, pô, mano, matou teu
- 26:09filho, que escroto, tá ligado? Os deuses não gostaram, mas teve
- 26:12uma deusa chamada Deméter, que ela tava trocando uma ideia,
- 26:15assim, ela distraiu e pegou o ombro dele e comeu.
- 26:18E aí ela falou, puta que pariu, não só o cara já fez merda
- 26:22matando, que ainda comia a carne do moleque.
- 26:24E aí os deuses se juntaram e falaram, ó...
- 26:26Vamos trazer de volta a vida aí, que o moleque não merece.
- 26:29E aí falou, mas e o ombro? Tá no busto da Deméter, não dá
- 26:31pra pegar. Aí, sabe o que eles fizeram?
- 26:33Eles colocaram uma peça de marfim no lugar.
- 26:36Hum. De elefante, tá ligado?
- 26:40E aí, a escápula dele era de marfim.
- 26:43E aí, qual que é o lance? Inclusive, né, tipo...
- 26:46Isso é um mito. Essa história que eu contei é a
- 26:48lenda. O que possivelmente é verdade é
- 26:51que durante as primeiras Olimpíadas, possivelmente, tá
- 26:54longe de ser comprovado. Tinha muito texto que fala que
- 26:57as primeiras Olimpíadas, a escápula de marfim do Pélope,
- 27:01desse rei, era exibido publicamente pras pessoas.
- 27:04Hum. E aí, qual que é o lance?
- 27:08Provavelmente tudo indica que é um osso fossilizado de mamute,
- 27:12porque o Vale de Olímpia tava rico.
- 27:15Até hoje, na verdade, muitas pessoas encontram fóssil de
- 27:19mamute. E aí parecia um ombro, parecia
- 27:21um ombrinho. É, tipo isso.
- 27:23Dá pra interpretar, né? Porque os caras também não
- 27:26tinham uma anatomia foda, né? Um estudo de anatomia foda.
- 27:28E aí o lance é tipo assim, tá vendo como é que...
- 27:30Os caras provavelmente, né? Eles encontraram um osso
- 27:33estranho e aí falou, pô, não tem uma lenda do cara que perdeu o
- 27:38ombro? Sabia que...
- 27:39Vai misturando, tá ligado? Sabia que, na verdade, a Deméter
- 27:44comeu o ombro dele? Paleontologia, né?
- 27:46Vai testando hipótese. Pale ou paleontologia, na
- 27:49verdade. Então, assim, a gente tem
- 27:52várias... Não vou falar provas, mas várias
- 27:55evidências de que muitos mitos e lendas não são só explicações
- 28:01para fenômenos naturais sem explicação.
- 28:03Também são para achados arqueológicos sem explicação.
- 28:07Muitos mitos. Tem que dar sentido para as
- 28:08coisas. Tem que dar sentido para as
- 28:10coisas, exatamente. Bem, na Bíblia a gente também
- 28:14tem um interessante. A gente tem seres gigantes, que
- 28:18eram os Nephilim. É a época de Noé, né?
- 28:21É, Antigo Testamento. Os Nephilim, eles são os filhos
- 28:25de Deus, aliás, eles são resultados da união de filhos de
- 28:31Deus, provavelmente anjo, caído, algo assim, com filhos dos
- 28:35homens. Então, tipo assim...
- 28:37Os anjos empurraram nos humanos, ou os humanos empurraram nos
- 28:42anjos, e gerou essas criaturas gigantes, tá ligado?
- 28:46Que era toda boladona, mas Deus não gostou.
- 28:48Pô, geneticamente, como será que isso era possível, né?
- 28:51Não sei se é literal, né? Não, é pensar algumas coisas
- 28:57literais, assim. Pensar num anjo...
- 28:59É... Porque aí nasceria um gigante.
- 29:06É. Que o anjo também provavelmente
- 29:07é gigante. Tem o lance do ligre, né?
- 29:09O que é ligre? Leão com tigre.
- 29:11Nasce um ligre. Não, mas é verdade.
- 29:13É um outro bicho. Dá um Google aí.
- 29:15Leão com tigre. Ligre.
- 29:17Aí, ó. É um bebê raro, híbrido, que
- 29:20resulta do cruzamento de trilhão.
- 29:21É grandão, fica grandão. Grande pra caralho.
- 29:23Caralho, é bonito. Moleque, é muito grande.
- 29:24Não, acho que ele fica maior. Então, que é o mesmo princípio
- 29:28genético do humano com o anjo. Porque eu tava pensando, como
- 29:32uma mulher humana vai ter um filho gigante?
- 29:35Mas eu acho que o Ligre explica muito disso.
- 29:38Verdade, Alexandre. Se tu parar pra pensar o que tu
- 29:44acabou de dizer, né? É absurdo demais.
- 29:48Ah, muito bem. Mas aí, qual que é o lance?
- 29:50Na... Enfim, cultura hebraica antiga,
- 29:54a gente tem esses seres. Os Neflin.
- 29:56Os teóricos dos astronautas do passado adoram os Neflin, né?
- 30:01Fala bastante deles, o Eric Vondanick e tudo mais.
- 30:03Que seriam extraterrestres que vieram ajudar a galera.
- 30:06É, não, os Neflins são o resultado da união desses
- 30:11extraterrestres com... Não, não, eu tô dizendo pra essa
- 30:13galera do Alienígenas do passado.
- 30:15Os anjos são do... Pra eles, os anjos são o ET.
- 30:19Tá. E os Neflins é a junção dos
- 30:21anjos com os ETs. E nós ainda temos um pouco dos
- 30:24dois. De acordo com...
- 30:27Os caras lá. Mas enfim, o lance qual que é?
- 30:29Deus falou assim, cara, a putaria está demais.
- 30:32Vocês estão passando o limite da putaria.
- 30:35Então essa corrupção que existe, né?
- 30:37O termo corrupção envolve tudo isso, né?
- 30:40Essa corrupção generalizada, ela gerou o dilúvio.
- 30:43Ah, porque tava... Os caras, muito anjo comendo
- 30:46gente, muita gente comendo anjo. Vou ter que inundar tudo.
- 30:51Única solução possível. Pô, cara, não deu uma conversada
- 30:55antes, né, cara? Não.
- 30:56Só salvou Noé e a família dele. Aí você sabe o que aconteceu,
- 31:01né? Família com família.
- 31:02É, deu certão a tua ideia, né? É, também não é corrupção não,
- 31:05aí tá tudo bem. Mas tudo bem, tudo bem, né?
- 31:07E aí na Bíblia também tem o Golias, né?
- 31:10Ele teria sido meio que um descendente desse gigante.
- 31:15Tinha uns três metros de altura. Um guerreiro filisteu,
- 31:19inclusive. E enfrentou o jovem Davi.
- 31:21O jovem Davi em Samuel, tá escrito isso.
- 31:24E o Golias, ele é gigantão, tinha muitas armaduras fodas.
- 31:28E ele era um grande problema. Pra Israel, né?
- 31:31Então, pro reino de Israel que existia na época, né?
- 31:34E aí, qual que é o lance? O Davi, ele tinha apenas um
- 31:37estilingue e cinco pedras. E ele conseguiu derrotar.
- 31:41Por quê? Porque...
- 31:43Pra que que serve o gigante pros hebreus antigos?
- 31:46Tá falando que a fé, Deus, é muito maior do que a força
- 31:51bruta. Muito maior do que essas
- 31:52criaturas gigantescas. Do que esse desafio
- 31:55desproporcional que você tem na sua frente.
- 31:57Então, por isso que Davi derrotou Golias.
- 31:59Porque Deus é muito maior, né? Essa é a moral da história.
- 32:02Deus é muito maior do que qualquer desafio.
- 32:03Tá. Entendeu?
- 32:04Então, pra que serve o gigante pros hebreus, né?
- 32:08Antigos e tudo mais. Porque ele servia pra
- 32:11principalmente representar, no caso da história do dilúvio, a
- 32:16corrupção, o erro, né? Muito sexo, muito sexo.
- 32:20E aí, você sempre reage assim. E também pra representar isso,
- 32:25né? Tipo assim, Deus é maior do que
- 32:26essa porra. Deus é maior do que essas
- 32:29criaturas aí estranhas, esses degenerados.
- 32:33Tá. Muito bem, Alexandre.
- 32:34Nós temos, né? A gente também percebe que
- 32:37existe na mitologia nórdica os gigantes, os Jotnar, ou Jotnar.
- 32:42Qual é que é deles? É tipo...
- 32:44Basicamente... Eles não são tão famosos.
- 32:45Eles são do pé de feijão? Não, né?
- 32:47Não sei, cara. Eu acho que não.
- 32:49Pé de feijão, não. Pé de feijão é idade média.
- 32:52Mas, de repente, tem uma... Enfim, uma influência.
- 32:55O lance é porque... Qual que é o lance?
- 32:57Os gigantes, eles vêm de Jotunheim.
- 32:59Quem jogou God of War, tá ligado?
- 33:01O... Godfrey é uma recente.
- 33:03Jotunheim é uma terra de gigantes.
- 33:05E eles, eu gosto deles porque eles não são do bem ou do mal.
- 33:08Eles são, às vezes, do bem, às vezes, do mal.
- 33:10Tá ligado? É uma moralidade normal, assim,
- 33:13de um ser humano. Faz coisa boa e faz coisa ruim.
- 33:16E aí, os deuses principais, várias vezes, chamam eles pra
- 33:20ser aliado, várias vezes luta contra eles e tudo mais.
- 33:23E aí, é legal que, tipo assim, eles são muito associados a
- 33:26elementos da natureza. Gelo, fogo, montanha.
- 33:29Então, para que serve o gigante na mitologia nórdica?
- 33:32Para explicar a natureza. Por que que tem uma montanha com
- 33:36magma lá em cima, né? Você que falou tanto do magma
- 33:38hoje. Daí, não, porque o gigante mora
- 33:40lá. Entendeu?
- 33:42Ele que trabalha lá. Ah, é o deus dos caras, pra
- 33:45justificar as coisas assim, né? É, no sentido de justificar,
- 33:48sim. É, serve pra justificar.
- 33:50E, como eu falei, tem momentos...
- 33:53Por exemplo, o Loki, ou Loki, né?
- 33:55Ele é uma junção do gigante com o deus.
- 33:56Inclusive, spoiler aí, pra quem não assistiu Vingadores.
- 33:59Ele é uma junção. Hum...
- 34:01Então, assim, os gigantes não são necessariamente algo bom ou
- 34:04ruim. Eles podem ser os dois.
- 34:06Mas o lance é que serve pra justificar a natureza.
- 34:08Mas antes de continuar, você acha, Alexandre, que...
- 34:10Vamos supor... Tá.
- 34:11Que você foi lá no magma. Fui.
- 34:13Botou a mão no magma. Sim.
- 34:15E você não só encontrou fósseis de gigante, mas você encontrou
- 34:17gigantes vivos. Uou!
- 34:19E você traz o gigante de volta pra vida moderna Tá, muito foda
- 34:23Eu tenho que matricular ele numa escola Então, você é a favor ou
- 34:27contra? Sou muito a favor Da reinserção
- 34:30do gigante na sociedade Eu acho que a gente teria problemas
- 34:33Principalmente Centros prioritários pra gigantes Olha
- 34:39só Continua Eu acho que teria algumas Por exemplo, impressão
- 34:44digital Algumas coisas pra se adaptar Mas eu acho que eu sou a
- 34:48favor, cara Eu também tenho que ver como é que é um gigante, né?
- 34:52Se ele é realmente só uma pessoa grande.
- 34:54É, provavelmente só uma pessoa grande.
- 34:55Ah, então... Só nesse exemplo idiota aqui.
- 34:58Provavelmente é só pra não deixar mais idiota que já tá.
- 35:02Tá, ele tem o quê? Seis metros, né?
- 35:04É, quatro a seis, né? Nasce com quatro, três.
- 35:07É, eu acho que dá pra também investir numa loja de roupa pra
- 35:10gigante. Olha só.
- 35:14Gigante size, né? Isso, porque eu acho que ia ter
- 35:17saída. Eu não sei, né?
- 35:18Ele não ia estar sozinho também. Ele ia estar com uma galera
- 35:20perto do Magma do Terra ali. Provavelmente ia ter muito TED
- 35:24Talk, né? Sobre gigante na sociedade.
- 35:26Eu acho que o gigante do magma, ele teria muita tecnologia que a
- 35:30gente não sabe também, né? Por que, cara?
- 35:32Tá se afogando no magma? Não, se o gigante estivesse vivo
- 35:36no centro da Terra, tipo o King Kong, sabe?
- 35:38Ah, tem jeito. Ele poderia, e não queimado pelo
- 35:42magma, acho que ele provavelmente...
- 35:46Eu acredito que ele, muito provavelmente, se ele tivesse as
- 35:52mesmas capacidades intelectuais humanas, eu acho que ele teria
- 35:55já desenvolvido, sei lá, algumas coisas.
- 35:57De repente ele já tem Wi-Fi. Já tem algumas tecnologias que a
- 36:02gente já tem. Ia ser legal, ia ser curioso.
- 36:04Porque eu ia saber o que... É uma outra variável de humano,
- 36:07um outro povoado. Pô, isso é um troço que a
- 36:10gente... Durante a história, os seres
- 36:12humanos conviveram. na pré-história, com outros tipos
- 36:16de humanoides, tá ligado? Pois é.
- 36:17E tu sabe o que aconteceu, né? Passaram todos, né?
- 36:20Passamos eles, cara. E é assim, a gente hoje, né?
- 36:24A gente vê que é meio que faz sentido mesmo.
- 36:27É isso que a humanidade ia fazer.
- 36:28No primeiro problema, na primeira crise econômica, os
- 36:31gigantes estão roubando o nosso emprego.
- 36:33Você sabe disso. Você sabe que eles comem muito.
- 36:36Gigantes comem muito. É, volta pro teu país.
- 36:38É, ia ser... Volta pro centro da Terra.
- 36:41É, mas gigantofobia é foda, né? Pô, gigantofobia.
- 36:44Mas eu não sei, imagino que se tiver gigante, deve ter em torno
- 36:47de trezentos, tá ligado? Não deve ter muitos, sabe?
- 36:52Cara, imagina, porque ele é muito grande.
- 36:58Eu acho que tá implícito. Acho que tudo que a gente falou
- 37:01até agora, a gente sabe que ele é muito grande, mas continua.
- 37:03Eu acho que no centro da Terra não tem tanto espaço.
- 37:06E aí eu acho que não tem tanto espaço.
- 37:08Eu calculo em torno de trezentos.
- 37:11A gente não perdeu, o Nick tá deitado olhando pro teto.
- 37:14coçando a barba e falando hum, eu calculo em torno de trezentos
- 37:20gigantes. Eu acho que essa é uma
- 37:21estimativa segura, cara. Números conservadores, né?
- 37:25Números conservadores. Aproximadamente trezentos
- 37:28gigantes no centro da Terra. Legal, legal.
- 37:32Muito bom. E tu, como é que seria a tua
- 37:35recepção pro povoado gigante? Ah, não.
- 37:38Eu ia adorar. Eu acho que tem outros...
- 37:41Tem uma foto muito foda, assim, que fizeram de um...
- 37:44Bem feito, assim. De como seria um Neandertal na
- 37:48vida moderna hoje. Ele com terno e gravata, assim,
- 37:50sabe? E aí, pô, essa foto me persegue.
- 37:53Eu sempre pergunto, cara, como é que ia ser maneiro se a gente
- 37:54tivesse outras humanoides? Pois é.
- 37:57Tem uns caras que tem umas características meio Neandertal,
- 38:00né? Tem.
- 38:01Tu vê que tá ali alguma coisa ainda.
- 38:03Tem, tem bastante. E eles faziam também, que nem
- 38:06Ligris, né, Neandertal, e fazia...
- 38:10Ah não, é não, a gente, principalmente norte-europeu,
- 38:13tem um DNA, no DNA deles tem uma provável quantidade de DNA
- 38:19Neandertal. Claro que varia de acordo com
- 38:20cada lugar, tá? Tipo assim, tem, sei lá, é...
- 38:25Dinamarca, Suécia, tá ligado? Essa galera tem mais.
- 38:29Aí, dependendo de outros lugares, tem menos.
- 38:31O Neandertal, ele tá no nosso DNA também.
- 38:34Então, não é como se fosse algo completamente distante, tá
- 38:39ligado? Uma outra raça completamente do
- 38:42zero. É bem próximo a nós mesmo.
- 38:43Tá bom. Eu tô muito refletindo sobre os
- 38:46gigantes. Legal, legal.
- 38:48Na mitologia celta, a gente tem eles representando as forças
- 38:53primordiais. O caos, a natureza, as coisas
- 38:56que antes do ser humano, né? E aí nós temos, por exemplo, os
- 38:59Fomorianos, que eram gigantes. Eles chamavam de Fomorianos.
- 39:02Eles simbolizavam destruição, desequilíbrio.
- 39:05Ah, ah. Só coisa desgraçada, mas os
- 39:09Fomorianos, eles eram rivais da raça de deuses e heróis, que é
- 39:12os Tuatha. Eles lutaram muito contra eles,
- 39:15mas existiram algumas junções, assim.
- 39:18Tem o exemplo do Balor, que é líder dos Fomorianos.
- 39:22Ele vai ter um neto, que é o Lug, e o Lug vai lutar contra os
- 39:25Fomorianos, que ele é uma junção de, novamente, uma Tuatha e um
- 39:30Fomoriano transaram. Mas ele é traíra.
- 39:32Pô, ele podia só se abster, né? Não, mas ele comprou, né, cara?
- 39:36Quem se abstém, consente, né? Se você se cala, você é a favor
- 39:40do opressor. Tá, mas aí tu tá, tipo, pai e
- 39:44mãe, cara, como é que tu vai escolher?
- 39:46Menos escroto. Ah, não é assim.
- 39:49Eu acho complicada a situação que colocaram ele.
- 39:51Mas se teu pai só faz de merda...
- 39:53Muito delicado. Muito delicado.
- 39:55Seu pai só faz merda, tua mãe é maneira.
- 39:57Tu vai falar assim, complicado? Não, pão do teu pai.
- 40:00Ah, não sei. Assim, pra entrar numa guerra...
- 40:05É, não é uma decisão simples. Situação complicada, né,
- 40:07Alexandre? Complicadíssima.
- 40:09O que o Balor, o que o Balor não, o que o Lugui, ele teve de
- 40:12desafio, é brincadeira. É, na cultura Maori, nós temos,
- 40:19né, inclusive aquele Maui lá do filme, da Moana, né, ele é um
- 40:24herói semigitante. Ah, eu não vi esse filme, não vi
- 40:26esse filme. Vai sair, vai ser o dois e vai
- 40:28ser o live action em dois mil e vinte e cinco.
- 40:30Live action também, né, bizarro. É, a galera gosta de live
- 40:32action, né, pra caralho. Como treinar seu dragão, live
- 40:35action. Pois é, isso aí eu tô curioso
- 40:37pra ver. Eu gosto muito da obra original.
- 40:39Ah, cara... Mas eu gosto muito também do
- 40:42original. E o problema é que, pô, tipo, é
- 40:44os mesmos ângulos de câmera, tá ligado?
- 40:47Eu vi um cara mostrando lá. Ah, Baixa Estrada.
- 40:49Entendeu o que eu quero dizer? Tipo, a mesma coisa, só que com
- 40:51gente. É, Baixa Estrada, Baixa Estrada.
- 40:53Eu também não gostei, mas, né, quem sabe surpreenda.
- 40:56Na mitologia asteca nós temos os Kinametzin.
- 40:59Os Kinametzin, eles eram provavelmente seres gigantes que
- 41:03existiram antes dos seres humanos, tá ligado?
- 41:06E aí eles, devido à desobediência, os deuses...
- 41:10Tocaram o terror e meteu vários desastres divinos, inclusive
- 41:13inundação. Isso aqui bateu muito com a
- 41:16Bíblia Antiga, inclusive. Ah, isso aí todo mundo falou que
- 41:18molhou, né? É, mas nesse caso, molhou também
- 41:21porque os gigantes eram do mal. E aí, como é que tu explica
- 41:26isso, cara? Não é muita coincidência?
- 41:29Não é tanta, não. É muito, é absurda a
- 41:31coincidência. Não, é, pros caras lá, eles
- 41:35acreditam muito, né, nesse... Isso explica, isso é a prova,
- 41:39né, pra galera lá. Mas é curioso.
- 41:43Nada, cara. É, sim.
- 41:44Um ser gigante. Pensa, porra, o cara olha pra
- 41:48cima e fala, pô, o tamanho da montanha parece que era uma
- 41:50pessoa. E se existisse pessoas gigantes?
- 41:52Pronto. Montanha, será?
- 41:56Montanha, eu acho que... Será que eles pensavam isso de
- 41:58montanha? Não, tipo assim, o cara olha pro
- 42:00lado... É, pô, aqui no Rio tem o gigante
- 42:03que parece que é um cara deitado.
- 42:05Hum... Você já viu de perto?
- 42:07Já, mas não parece. Ah, você acha que pode ser um
- 42:11cara. Não, só não descartaria a
- 42:13hipótese. Perfeito.
- 42:15Cientificamente falando, né? É.
- 42:17Entendi, entendi, entendi. E, bem, pra terminar, a gente
- 42:21tem o mito que persiste até hoje, né?
- 42:23Como a gente comentou durante o episódio, só pra quem não tá
- 42:26ligado, existe o livro de mil novecentos e sessenta e oito do
- 42:30Eric Vondani, que é chamado Eram os Deuses Astronautas?
- 42:33É uma pergunta. E ele acredita que os deuses,
- 42:37né? Essas criaturas, esses mitos que
- 42:39contam, né? Tipo, ah, o...
- 42:42Os anjos que vieram aqui na Terra.
- 42:45Tudo isso é ET. Tudo isso é realmente ET.
- 42:49Que no passado realmente visitou a Terra.
- 42:52E aí... Obviamente que tem as suas
- 42:56particularidades. Existem muitas hipóteses.
- 42:59Mas basicamente vieram para a Terra atrás de provavelmente
- 43:02ouro. A gente comentou isso em outro
- 43:03episódio. E no caminho eles começaram a...
- 43:08O planeta deles tem a órbita, né?
- 43:10Que é muito longa. E quando tava indo embora, eles
- 43:14deixaram os híbridos aqui, que eram híbridos de seres humanos
- 43:18mais primitivos, tipo homerectos da vida, com esses seres
- 43:23superiores, os Anunnaki. Anunnaki é o ser superior.
- 43:26Então ele deixou aqui na Terra? É, deixou o híbrido, né?
- 43:29O filho dele. Desnaturado, né?
- 43:31Ah... Essa parte eu acredito.
- 43:34Essa parte aí me parece muito horrível.
- 43:36Ah, mas eu achei muito frio. Ah, é?
- 43:38Não, com certeza. E aí muitos deles eram gigantes,
- 43:41tá ligado? E aí ficaram aqui como gigantes
- 43:44e tal. E aí muitos deles, enfim, foram
- 43:47mais parecidos conosco, enfim. Isso aí é tudo coisa de maluco.
- 43:50O lance é que a ciência não acredita nessa porra, não
- 43:52chega... Dá nenhuma moral.
- 43:54E... Muitos documentários têm
- 43:57internet. Que você pode encontrar.
- 43:59E é só porque é engraçado mesmo. E eu já falei, né?
- 44:01Eu fui... Quando eu era adolescente.
- 44:03Tu era um Anunnaker, né? Eu era um Anunnaker.
- 44:06Um teórico dos antigos astronautas.
- 44:08É assim que as pessoas se intitulam.
- 44:10Pô, o lance do... Esse documentário...
- 44:13Essa parada que aparece na TV do...
- 44:14Eram os Deuses Astronautas é muito chato, né, cara?
- 44:16Porque é muito repetitivo. Ah, é?
- 44:18Não, porque, pô... Tá...
- 44:21Os caras fizeram uma temporada e tocou pra sempre as mesmas
- 44:24coisas, né? É sempre umas pedras, mostra uma
- 44:26pedra. Isso poderia ter sido uma pedra
- 44:29tocada, sabe? Pô, meio cansado, assim.
- 44:32Mas eu queria, essa parada eu queria que fosse real.
- 44:34Ah, não, concordo. Concordo com o tio.
- 44:37Queria muito. Ia ser incrível.
- 44:39É, ia ser maravilhoso. Mas, assim, tinha que ter uma
- 44:42evidência fodida, assim, né? É, não sei se dá pra...
- 44:46Não sei se é uma evidência fácil, pequena.
- 44:49Não, eu acho que só acreditaria...
- 44:51Eu acho que uma evidência boa é um extraterrestre nos falar.
- 44:54Ah, não, com certeza. Se bem que ele pode estar
- 44:56mentindo também, né? Não, mas aí ele falar um bagulho
- 44:58que bate com algo parecido já é alguma coisa.
- 45:01Já é uma evidência. Não tem como concluir.
- 45:03Caralho, mas você já parou pra pensar que ele pode mentir
- 45:06também? Tipo, um extraterrestre pode
- 45:08falar só pra... Sei lá, só pra...
- 45:11A gente tem um episódio, acho que, sobre top cinco apocalipse,
- 45:14algo assim. Um nome bem idiota.
- 45:15Que é, tipo, vários apocalipses que a galera acredita que pode
- 45:17acontecer. Top cinco Armagedon, sei lá.
- 45:21E aí... Tem um, não lembro qual que era,
- 45:26cara. Por isso que eu tô falando aqui.
- 45:28Que os caras falam que, tipo assim, criar uma empresa ia
- 45:31criar um holograma de um cara que ia mentir, assim.
- 45:35Ah, caralho. Só que é uma empresa, tá ligado?
- 45:38E todo mundo ia acreditar, assim.
- 45:39Hum... Plano maneiro também, né?
- 45:41Plano do mal maneiro. É possível.
- 45:43Eu já tenho coisa já que é foda, né?
- 45:47De inteligência artificial. Mas holograma é difícil.
- 45:51Eu queria um holograma foda. É, mas acho que não vai ter não,
- 45:53Alexandre. Deve ser caro o holograma, né?
- 45:55Fazer holograma. Será que a gente vai morrer sem
- 45:58ver um holograma foda da gente mesmo?
- 46:00Acho que sim, cara. E eu acho, na real, que o
- 46:03holograma, essa tecnologia vai ficar ultrapassada, tipo...
- 46:06Não vai. Acho que ela vai ser mais pra
- 46:08entretenimento. Entretenimento?
- 46:10É. É, talvez.
- 46:12Quem sabe. Tipo Cyberpunk, não.
- 46:14Tipo Blade Runner? Tá falando?
- 46:16É, jogar jogo de tirinha. Ah, boa!
- 46:21Aí... Tem uma babá holograma.
- 46:24Então acho que tem alguma coisa aí.
- 46:26Gravar você brigando com o seu cachorro, aí quando lá à
- 46:28distância você aperta, parece que você fala, não pode.
- 46:31Isso. Legal.
- 46:32Olha aí, galera. Startupzinha boa aí.
- 46:35Tá linda. E aí, gostou?
- 46:39Aprendeu sobre o gigante? Aprendi.
- 46:41Aprendi e ensinei, cara. Que isso.
- 46:43Acho que foi um episódio interessante pra todo mundo, pra
- 46:46eu te escutar e tu ver meu lado também.
- 46:48Do gigante no magma, né? Isso é a teoria do magma.
- 46:52Teoria do magma. E acho que foi importante pros
- 46:54ouvintes também. Então é isso, Alexandre.
- 46:56Essa é a história dos gigantes. Acabou mais um episódio.
- 47:03A gente segue nossa discussão do que a gente quer fazer com esse
- 47:06podcast. Mas antes, a gente quer
- 47:08agradecer que tem gente espalhando o podcast.
- 47:11Sim. Mas tem que espalhar mais.
- 47:13Tem que compartilhar mais no Instagram.
- 47:15Manda pras pessoas aí. Porque teve um momento que a
- 47:18gente entrou no top duzentos, né?
- 47:20Um episódio. Um episódio.
- 47:22Não foi um podcast. Pai.
- 47:24Deixa eu ver aqui de novo se a gente entrou aqui no Topo dos
- 47:26Entros. Se não tiver, velho.
- 47:29Cara, provavelmente não tá, cara.
- 47:30Caralho, meu. Ainda mais hoje que é quarta.
- 47:32A gente tá gravando quarta. Acabou de...
- 47:33São sete dias sem episódio, tá ligado?
- 47:35Eu comecei a... Comecei tentando ser legal com
- 47:38vinte, mas... Não, não estamos no Topo dos
- 47:40Entros. Vê se não tá em primeiro.
- 47:46Não, cara. Não tá em primeiro?
- 47:48Não está em primeiro. Quem é o primeiro?
- 47:50Café com Deus Pai, cara. Ah, velho.
- 47:53Ele de novo, cara. Vamos fazer o café com...
- 47:55Vamos fazer o podcast com o nome.
- 47:57Café com... Chaco Diabo Mãe.
- 48:02Cara, primeiro vamos agradecer o Ítalo Brandão.
- 48:04Compartilha o episódio aqui, ó. A galera gosta quando a gente
- 48:06comenta. Ítalo, gente boa.
- 48:08Tamo junto, querido. Puta guerreiro.
- 48:10Puta guerreiro. Muito obrigado, Ítalo.
- 48:12E Vasco, quer dizer, é galo, mas, né, existe a galocura, que
- 48:17a torcida que é parceira do Vasco, ele tá com uma foto com a
- 48:19camisa do Vasco. Mas, Alexandre, a gente vai
- 48:22fazer o quê, cara? A gente só fala, fala, fala, não
- 48:24faz nada. Ah, eu gostei da ideia da gente
- 48:26inventar podcasts. Esse pode ser um quadro também.
- 48:28Sabe o que a gente precisa? A gente precisa que algum
- 48:30ouvinte nos diga depois quais ideias que a gente deu, porque
- 48:32eu não lembro mais. Mas a gente estava...
- 48:36O clima que a gente estava mais era os ouvintes mandarem áudio,
- 48:40alguma coisa assim, a gente solucionar os problemas e ter
- 48:43quadros também. Aí um dos quadros era sobre
- 48:46pesca. Aí a gente pensou em vários.
- 48:50Hoje a gente falou de, de repente, inventar podcasts.
- 48:53Ah, daí a gente falou de inventar filmes, daí tu falou
- 48:55que já existia. É, fábrica de filmes.
- 48:58Mas pode fazer também. Não, prefiro morrer.
- 49:01Não. Odeio minha vida.
- 49:06Legal. Legal.
- 49:09Tá bom, tá bom. Ok.
- 49:11E aí? Tá.
- 49:12O que mais a gente pode fazer desses blocos?
- 49:15Hum... Tá, mas tu anima dessa de os
- 49:18ouvintes mandarem uns áudios? Não, esse eu acho melhor até,
- 49:21assim. Eu acho mais standard, tá
- 49:22ligado? E eu gosto de comentar novidade,
- 49:24cara. Famosa pauta quente, pra gente
- 49:26entrar nesse topo dos cintos, cara.
- 49:27Senão a gente não vai entrar, cara.
- 49:29Hum... Mas o comentário é novidade.
- 49:33Você não acha? Diz uma novidade aí pra eu
- 49:36comentar. Só tem uma forma de descobrir.
- 49:38Novidade. Joguei aqui no Google.
- 49:41Aí, ó. Novidades...
- 49:44Várias novidades de loja. Notícias.
- 49:46Notícias... Aí, ó.
- 49:48Semanal. Vamos fazer o piloto agora.
- 49:51Plural todo errado. Notícias...
- 49:56É... Prefeitura de Goiânia nomeia
- 49:58nova secretária pra Secretaria de Saúde de Goiânia.
- 50:01Aí, ó. Comenta aí, fodão.
- 50:04Tem que ver. Sinara Matias, cirurgia
- 50:07dentista, pô. Aí, ó.
- 50:08A sanitarista. Você não sabia?
- 50:11Mas é notícia de cinco minutos atrás.
- 50:13Aí, ó, vai pegar o topo dos erros.
- 50:15Vai, vai, vai chegar. Morre no hospital homem que foi
- 50:19atingido com oito tiros em três rios.
- 50:22Três rios nas cidades. Não foi em três rios.
- 50:23Não foi. Até porque seriam vinte e quatro
- 50:27tiros. Legal.
- 50:30Pô, a gente é bom nisso, hein, cara?
- 50:32A gente vai... Pô, os ouvintes vão adorar,
- 50:36hein? Vamos lá, mais um, mais um, mais
- 50:40um. multas por dirigir desatento aumentam em vinte e dois ponto
- 50:49sete por cento em Campinas entenda como evitar a inflação
- 50:55legal atenção pessoal em Campinas vinte e dois por cento
- 50:58tipo um número super normal assim de crescer eventualmente
- 51:01em Campinas é isso que eu quero dizer ai cara é isso cara então
- 51:06a gente pode comentar a notícia Pra galera cuidar aí que tá
- 51:10dirigindo. Cuida bem.
- 51:12Principalmente Campinas, cara. É, Campinas que tá, ó.
- 51:15Um aumento. Pessoal, indústria da multa.
- 51:17Ah, beleza. Tem placa.
- 51:22Venha para Campinas e seja multado.
- 51:24Olha só, até um monte vai ter no podcast, cara.
- 51:27Fofoca de hoje. Ah é, vamos pra fofoca.
- 51:31Notícias de famosos e celebridades.
- 51:33Brasileira é dublê de Ariana Grande em Wicked e revela
- 51:37bastidores. Surreal.
- 51:40A aspas é foda, né? Tu viu o cenário de Wicked que
- 51:44eles construíram? Não.
- 51:45Cara, então, eu sei o que é Mágico de Oz, né?
- 51:47Óbvio, eu sei o que é e tal, mas eu nunca assisti.
- 51:49O cenário que eles construíram pra Wicked é bizarro.
- 51:52Bizarro. Depois dá uma olhada, dá um
- 51:55Google. Os caras construíram uma cidade,
- 51:58assim, é muito foda. Não, malheiríssimas.
- 52:00Eu não tô querendo, enfim, falar mal do bagulho.
- 52:03Me diminuir, né? É, mas o Senhor dos Anéis, a
- 52:06série Senhor dos Anéis, que é meio ruinzinha, ela também foi
- 52:09bilionária. Construíram tudo.
- 52:11Dinheiro não é tudo, então? Dinheiro não é tudo, Alexandre.
- 52:13Tá bom. Essa é a lição que a gente
- 52:15perdeu com essa notícia? Essa é a lição que a gente
- 52:17perdeu com essa notícia. Valeu aí, dublê de Ariana
- 52:20Grande. Estou curioso.
- 52:21Ela que trouxe para a gente. Muito bem.
- 52:24Nós temos aqui, por exemplo, acertou?
- 52:26Público comenta vestido decotadíssimo de Cláudia Raia em
- 52:30Noite de Gala. E aí?
- 52:32E aí? Eu não estou vendo o vestido.
- 52:33Tu acha que acertou? Não mostrou.
- 52:35Deixa eu ver aqui. Tem que clicar.
- 52:36Eu estou só vendo o seu título. É só o vestido, cara.
- 52:41Não tem... Vamos abrir um jornal, cara, e
- 52:44tu... Como assim?
- 52:46A gente fala as notícias, mas a gente cria as notícias.
- 52:48Mentira? É isso aí.
- 52:50Cláudia Raia explode ao vivo. Tipo assim.
- 52:54Entendo o caso. Cláudia Raia é demitida do
- 52:57Ministério da... A gente só mistura as notícias
- 53:01que tem, cara. Isso é inventar, né, cara?
- 53:04É. É isso, cara.
- 53:05Eu acho que isso tem saída. Bom, bom, bom.
- 53:12Tá bom, então. Eu gosto muito de...
- 53:14Eu gostava muito se tivesse um gravador lá, mas dá muito
- 53:18trabalho se a gente fizesse alguma coisa...
- 53:20Pocket? Pode ser um quadro.
- 53:22A gente podia fazer um personagem...
- 53:25Não, cara, o quadro é legal, tu não acha não?
- 53:26Tipo, de dois, três minutinhos? Pode ser.
- 53:29Vai ser assim, ó. Vai se chamar Piadas de Salão.
- 53:38Vai, vai. E aí tu vai contar a piada de
- 53:42entrou no bar, a dublê da Ariana Grande, a Claudia Araya.
- 53:47Um decotaço. Ah, o quadro Piadas de Salão.
- 53:53Bom, bom, bom. Tá, cara.
- 53:55Cara, tem um que eu tava pensando que pode ser o...
- 53:57É verdade ou é mentira? Onde foi o ouvinte que deu a
- 54:03sugestão, achei boa. Que eu posso contar uma história
- 54:06e você vai adivinhar se é verdade ou é mentira.
- 54:12Cara, eu não... Eu não sei mais.
- 54:16Tá horroroso tudo. Tá horroroso tudo, cara.
- 54:19A gente pode botar... Você tá ligado quando a Globo
- 54:23tenta botar um programa e tenta fazer um nome jovem, um nome...
- 54:25A gente pode fazer um programa, tipo, Na Lata.
- 54:33A gente fala as coisas pras pessoas.
- 54:36Vai ser o Na Lata! O Thiago Leifert.
- 54:39Olha aí. Cara...
- 54:41Gostei, cara, gostei. Acho que tá horroroso mesmo.
- 54:45Eu tô confiante na lata. Eu acho que vai...
- 54:52Ah, eu não sei, cara. Todos os quadros tem esses
- 54:55nomes, né, de Globo. É mesmo, é?
- 54:58O Love Doge, um. Duvido e Odó, o outro.
- 55:02Papo Cabeça. Papo Cabeça.
- 55:06O papo cabeça é muito foda. De dar dó, tu falou?
- 55:10Duvida é o dó. Quando você duvida de alguma
- 55:12coisa. O nome do quadro.
- 55:14Aí, é isso, cara. Putz, eu tava falando com a
- 55:18Catarina. Olha.
- 55:20É, pô, tem nome. E aí, eu tava falando de fazer
- 55:26um lance que podia ser Momento Pepe Moreno, tá ligado?
- 55:30Por que que era o Momento Pepe Moreno?
- 55:31É, tu já viu o Pepe Moreno? Não.
- 55:33Tu nunca viu o Pepe Moreno? Ele tem uma música...
- 55:38Cara, é inacreditável. Coloca a música...
- 55:41Menino de rua? Ah, menino de rua, tá ligado.
- 55:44Tá, mas coloca dois filhos aleijados.
- 55:47Dois filhos aleijados? É, pé moreno, menino de rua, tá
- 55:50ligado. Mas ele é cego, tem dois filhos
- 55:53aleijados. Dois cegos, eu acho.
- 55:55É, dois cegos. Tem os três aleijadinhos também.
- 55:58Qual é o dos dois? Eu não sei.
- 56:00É que ele canta... O cego e os três aleijados.
- 56:03Esse, esse é um som. Trinta e oito milhões de
- 56:06visualizações, cara. É muito triste, cara, a
- 56:08história. E aí eu podia falar de tristeza,
- 56:10assim, se tem um momento Pepe Moreno, sabe?
- 56:12Pega a coisa mais triste da semana.
- 56:14Acho que tem saída também. Cara, o que é o momento Pepe
- 56:17Moreno, cara? Não, a coisa de notícia mais
- 56:19triste da semana. A coisa mais triste que a gente
- 56:24consegue lembrar, sim, pra animar o pessoal pra semana.
- 56:27Pô, mas aí ele fala de coisas sérias.
- 56:29Só que é contado de um jeito feliz.
- 56:34A gente lê notícia de atentado, a notícia é muito triste.
- 56:37Só que a gente sempre tenta ver o copo meio cheio.
- 56:40Ah... Uma chacina e tal.
- 56:43É. A gente, pô, né?
- 56:46Chacina. O bairro vai ter fila menor ali
- 56:49no mercado. É.
- 56:51O lado se chama copo cheio. Copo meio cheio.
- 56:55Aí dá pra vender pra cerveja, dá pra usar de cerveja.
- 57:00Isso. Não, mas eu acho que a gente tem
- 57:02que trazer otimismo pro mundo, cara.
- 57:04Legal. Tá, eu vou pensar mais na
- 57:06semana. momento Pepe Moreno ok, tá bom e escuta essa música aí
- 57:12depois do beijado? isso, escuta, escuta, cara,
- 57:16depois pode mandar um áudio, porque é inacreditável a parte
- 57:20que ele fala tipo assim, que a mulher, a mulher dele que é a
- 57:23prima dele, que ele casou e ele é cego e ele leva as crianças do
- 57:28carrinho de mão aí ele fala que a mulher dele xinga e bate nele
- 57:33também tipo assim, o cara tem a pior vida Minha mulher ia brigar
- 57:37comigo. As partes muito fodas, cara.
- 57:39Dá uma olhada nesse som. É o som mais triste que eu já vi
- 57:41na vida. Tá bom, então.
- 57:43Tá bom. Um beijo pra todo mundo aí.
- 57:44Tchau, falou. Beijo, obrigado.