Latest / Os Agilistas / #329 - Refactor.AI: Como modernizar sistemas legados com IA
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- 0:00A gente sempre fala aqui na DTI, né?
- 0:01Que não dá pra. É muito ruim a perspetiva de
- 0:04encarar a tecnologia pela tecnologia.
- 0:06Então isso é um é bom ter isso em mente, porque a modernização
- 0:09não se faz só pelo prazer de fazer a modernização, porque dá
- 0:12pra fazer a modernização, mas justamente porque ela pode
- 0:15destravar coisas importantes pra organização.
- 0:22Bom dia, boa tarde, boa noite. Começamos mais um episódio dos
- 0:25agilistas, o podcast que é o seu radar de inovação, tecnologia e
- 0:28negócios. Hoje a Márcia.
- 0:30Ele e eu vamos conversar com algumas lideranças da DTI para
- 0:33falar sobre monetização tecnológica nessa Nova Era de
- 0:37tecnologia com IAA. Gente tem falado muito aqui no
- 0:39podcast que as empresas querem aproveitar desses benefícios de
- 0:43IA. Só que a gente, o que a gente
- 0:45também tem visto muito é que essas empresas têm, né?
- 0:48Às vezes, ecossistemas digitais ou sistemas legados que foram
- 0:51construídos há alguns anos e que por isso tem alguns débitos
- 0:54técnicos. Ou uma arquitetura que não
- 0:56viabiliza tangibilizar esses benefícios com IAE aí?
- 1:01Pensando nisso, ADTI criou um framework para lidar com o caso
- 1:04desse tipo. E a gente já chegou a ter alguns
- 1:07cases de sucesso, de aceleração de mais ou menos 83%.
- 1:11E aí, como eu disse, quem vai contar um pouco pra gente sobre
- 1:14esse prêmio work sobre esses cases que a gente tem são a EAS,
- 1:19que é head de produtos aqui na DTIEA.
- 1:22Fernanda, que é a head de engenharia que vocês já estão
- 1:25acostumados a escutar bastante as 2 por aí.
- 1:27Tudo bem, meninas? Como vocês estão hoje?
- 1:29Olá pessoal. Tudo bem, tudo certo.
- 1:32Um prazer novamente estar aqui nos agilistas.
- 1:34E é isso aí, Bora lá, fala desse tema.
- 1:36Oi, pessoal, tudo bem? Sempre bom estar aqui batendo
- 1:39papo. Vamos lá, oi?
- 1:41Marcela tudo certo? Tudo.
- 1:42Certo, Bora lá com as meninas. Bora lá juntos pra gente começar
- 1:46o nosso bate-papo. Eu queria que a gente
- 1:48introduzisse esse tema de modernização tecnológica
- 1:51primeiro, para a gente entender o porquê que esse tema ele é
- 1:55muito importante, principalmente quando a gente está falando de
- 1:57IA. Bom é o fato é que modernização
- 2:00de sistema. Né, de softwares é, é 11 dor que
- 2:04toda organização tem, né? E não é uma dor nova.
- 2:06E aqui mesmo os agilistas, acredito que já foi esse tema,
- 2:10já já foi falado no entre chaves, né, que é outro podcast
- 2:13que eu sou roxo, a gente também fala com frequência, então não é
- 2:16um tema, não é um tema novo. Só que normalmente esses
- 2:19projetos de migração, de modernização, de sistemas
- 2:22legais, são projetos caros, né, são projetos lentos, né, que
- 2:26realmente assim precisam de de um aporte, né, de uma, de uma.
- 2:30De um bai da da organização muito grande, porque são
- 2:33projetos que são normalmente muito extensos.
- 2:35E uma das grandes coisas que AEA realmente concretiza, né?
- 2:39Que principalmente na forma das das ideias agendicas que estão
- 2:44evoluindo cada dia mais, né? Por exemplo, o GitHub copiloti
- 2:48ou cursou e o Google lançou recentemente também uma nova aí.
- 2:52Mas Oo fato é que essas ideias argenticas, elas vêm evoluindo
- 2:55muito e elas uma coisa que elas concretizam com certeza é.
- 3:00O aumento de produtividade e a velocidade de entrega de
- 3:03software, né? De codificação.
- 3:05Então eu acho que é unir a fome com a vontade de comer mesmo,
- 3:09né? Esses projetos que são custosos,
- 3:12longos, né? Trabalhosos com uma coisa que
- 3:16AIA já se consolidou como que faz bem, né, que é aumentar a
- 3:19velocidade desses times. Eu tava vendo numa pesquisa da
- 3:22mackenzen, é esse ano que assim em torno de 70% dos softwares
- 3:28das 500 maiores empresas. Coisas do mundo numa entrevista
- 3:31lá, numa pesquisa da forture tem de 20 anos ou mais.
- 3:35Era uma sujeira que a galera IA varrendo para debaixo do tapete
- 3:39e falando assim, agora, depois eu vou resolver e de repente,
- 3:42agora, de repente, chegou a vez de olhar para isso.
- 3:44É isso é uma excelente pergunta, né?
- 3:46É, é curioso porque a gente passou por uma fase grande de
- 3:49transformação digital, muito foi investido em modernização.
- 3:52Então também não dá pra pra gente conduzir esse episódio
- 3:54como, se esse é um problema que as empresas não interessaram,
- 3:57porque uhum foi assim, um investimento há anos.
- 3:59Em tensa. Aqui na DT, inclusive, a gente
- 4:02tem muitos e muitos muitos projetos, projetos com esse
- 4:05tema, o. Nelson aqui realmente é 1 o
- 4:06volume, quando você pensa numa grande comparação de uma
- 4:08Enterprise, o volume de software que existe dentro de uma
- 4:10organização é muito grande e muito sistema que foi construído
- 4:13há. 101520 anos atrás. Muitas vezes ele está operando,
- 4:18mas é aquela coisa delicada, é aquele, aquele equilíbrio
- 4:20frágil, é da manutenção, é difícil.
- 4:23Se você precisa fazer uma alteração, ele acaba impedindo
- 4:26uma inovação que você tenha para fazer dentro da sua empresa.
- 4:28Então é porque existe sim, uma quantidade grande de software
- 4:30que a gente chama de legado, que está sobrevivendo, que está ali
- 4:33sendo gerenciado, dando manutenção aos poucos.
- 4:36O que aya pode trazer? Agora que a gente acredita que
- 4:38vai trazer, é igual a Fernanda já está falando um pouco mais de
- 4:40segurança, um pouco mais de de viabilidade financeira.
- 4:44Para finalmente esse legado, deixar de ser um peso e a gente
- 4:47conseguir fazer essa substituição, uma modernização
- 4:49tecnológica que dá destravar coisas na organização, então
- 4:52acho que esse é o aspeto que ela traz de de novo.
- 4:54É, e normalmente os esses legados, né?
- 4:56Esses vários softwares existentes, muitos assim não são
- 4:59documentados, né? Não tem testes unitários, o que
- 5:02faz com que a migração por si só seja muito arriscada, né?
- 5:06E normalmente elas eles estão em passos críticos, né?
- 5:09Assim que é importante manter aquilo ali, né?
- 5:11Aquele fluxo de negócios funcionando.
- 5:13E aí há. Nos ajuda inclusive nisso
- 5:15também, né? Além de destravar a velocidade,
- 5:17ela ajuda também a lidar com essas outras coisas, né?
- 5:20A parte de documentação, com a própria parte de testes, em
- 5:24auxiliar com que essa migração seja um pouco menos arriscada,
- 5:28né? Do que antes, né?
- 5:29Tradicionalmente a gente fazia, né?
- 5:31E. Por que que é importante se
- 5:33preocupar com a modernização? AEA já falou aí um pouquinho
- 5:37sobre a questão de manutenção, né?
- 5:40É às vezes sistemas legados. Eles são sistemas que são de
- 5:42difícil manutenção. Mas quais são outros motivos que
- 5:46que trazem benefícios, digamos assim, para um para uma, para
- 5:50uma modernização de dos sistemas?
- 5:52A gente sempre fala aqui na DTI, né?
- 5:53Que não dá pra. É muito ruim a perspetiva de
- 5:56encarar a tecnologia pela tecnologia, então isso é um.
- 5:59É bom ter isso em mente, porque a modernização não se faz só
- 6:02pelo prazer de fazer a modernização, porque dá para
- 6:05fazer a modernização, mas justamente porque ela pode
- 6:07destravar coisas importantes para a organização, então, além
- 6:09dessa questão. Da redução do custo de
- 6:12manutenção, tem o aspeto da inovação.
- 6:14Quantas vezes a gente não esbarrou aqui na DTI em projetos
- 6:17que a gente estava fazendo, sei lá, uma nova experiência para o
- 6:19consumidor final e algum fluxo, ele não era possível para uma
- 6:22alimentação de um legado existente, então é o legado.
- 6:24Ele faz isso numa organização como se ele fosse uma âncora,
- 6:27atrasando a organização do que ela quer fazer.
- 6:29E agora com essa era dos agentes de há mais ainda, porque
- 6:32imagino, né? A gente já fez um episódio, né,
- 6:35recente No No entre chave, sobre agent experience, que é assim
- 6:39ter sistemas, softwares. Que já na sua criação pensam que
- 6:43a gente já irão consumi Los irão interagir com eles.
- 6:46Então vocês podem imaginar que um legado com certeza não está
- 6:49preparado para essa Nova Era. Então tem muito desse aspeto da
- 6:51da capacidade de inovação, da capacidade da empresa de adotar
- 6:54novas tecnologias. De explorar novas avenidas de
- 6:56valor, então, além do custo, eu diria que esse aspeto da
- 6:59inovação é muito forte. E 11.
- 7:01Dúvida que eu tenho é, com o advento assim, de tantas ideias
- 7:04agendicas, né? Enfim, que que a gente está
- 7:07vivenciando atualmente, por que que a gente aqui dentro da DTI
- 7:11optou por criar um framework? Explica pra gente um pouquinho
- 7:14nessa escolha. Bom, o negócio é que assim, né?
- 7:16Quando a gente pensa em migrar, em modernizar código, é, a gente
- 7:20pode também, né? Como você falou, Ah, muitas
- 7:22ideias aí estão já estão muito avançado.
- 7:25Como assim, OOO, GitHub, Copilot.
- 7:28Lá, se eu colocar ele na minha ideia, ele não está pronto para
- 7:31migrar um sistema, o cursor não está pronto, mas o fato é que
- 7:34não adianta só a gente chegar lá, né?
- 7:36Escrever lá no meu prompt, vamos, migre, por favor, um
- 7:39sistema, né, de node, para dotinete, que ele até vai tentar
- 7:44fazer no final das contas, né? Ele vai tentar fazer da melhor
- 7:47forma que ele puder, mas ele vai encontrar várias e várias
- 7:51limitações, né, que a que AA própria plataforma não consegue
- 7:55lidar. Por si só, vamos falar assim,
- 7:57né? Por exemplo, ele pode chegar e
- 7:59não entender muito bem as normas corporativas da minha da minha
- 8:03empresa, né? Afinal, elas não não
- 8:05necessariamente estão descritas dentro do código.
- 8:08Uma outra coisa que é muito importante, né?
- 8:10Quando eu peço algo como isso, né?
- 8:12Tipo migno sistema, ele provavelmente vai tentar
- 8:14executar simplesmente sem planejamento.
- 8:18E uma coisa que já se viu muito é que os as LLMS quando elas
- 8:22planejam, por exemplo, elas executam melhor.
- 8:25E outra coisa que eu acho que também é muito importante que é
- 8:2811 limitação técnica das LLMS, que é a janela de contexto.
- 8:32Uma vez que eu tenho uma janela de contexto limitada ALLM, né?
- 8:36O meu modelo ou a própria minha própria ferramenta, ela vai de
- 8:40alguma forma tendo que ficar sumarizando aquele meu contexto
- 8:43e provavelmente perder coisas importantes que eu conversei com
- 8:47ela. Então esse, esse, essas são
- 8:49algumas das limitações do porquê eu pedi migra um sistema de node
- 8:54para DOT net não funciona. Funciona, né?
- 8:56De primeira. E aí um framor que né.
- 8:58Então o que que é um framor, que basicamente é a gente.
- 9:02A gente criou uma série de coisas para equipar essas
- 9:06ferramentas, né? E tirar delas o melhor, né?
- 9:09O que elas fazem melhor, então, assim.
- 9:11Essa é o nosso fremo, que, por exemplo, ele gerencia melhor a
- 9:15janela de contexto, né? Ele cria, consegue, né?
- 9:18Criar agentes que são específicos para aquela
- 9:21atividade específica, criar todo um workflow que esses agentes
- 9:25interagem entre si, fazendo com que o contexto, dado que eu acho
- 9:29que é o mais importante aqui, seja sempre o melhor contexto na
- 9:33hora certa, que é isso que é o grande desafio de fazer essas
- 9:37ferramentas funcionarem bem. E aí eu acrescentaria.
- 9:40Só uma coisa a gente pode entrar em.
- 9:41Mais detalhes pra audiência entender bem o que que essas
- 9:43coisas significam. Mas tem algo muito importante,
- 9:45porque fazer um framework, que é o contexto interprise, que aqui
- 9:48na DTIA gente trabalha com clientes, com grandes
- 9:51corporações, que tem um ecossistema muito complexo, que,
- 9:53como a Fernandinha disse, tem regras corporativas, regras
- 9:56arquiteturais, tem uma série de questões de segurança, se levar
- 9:59em consideração. Então também a gente garantiu
- 10:00que com esse framework. É uma migração que respeita esse
- 10:04esse contexto corporativo, esse contexto interprise que tem.
- 10:07A gente tem que saber configurar bem essa esse ferramental que é
- 10:10poderoso, mas sem essa configuração a gente não
- 10:12consegue garantir esse essa adequação aos requisitos
- 10:15corporativos. É.
- 10:16Eu só queria adicionar mais uma coisa que foi até um artigo da
- 10:19antropic que eu li recentemente é, acho que foi de setembro de
- 10:232025 a antropic, né? A criadora do dos modelos do
- 10:26cloud, né? Que são modelos bem avançados de
- 10:28programação, que fala justamente que não é mais sobre.
- 10:32Fazer um bom prompt que lidar bem com os as ferramentas, com
- 10:37as LLMS. Não é mais só fazer um bom prompt, porque a gente
- 10:40também poderia pensar, Ah, mas não precisa de um framew que eu
- 10:43poderia descrever isso tudo lá no meu prompt, escrever lá com a
- 10:47maior detalhamento possível, mandar lá e pronto, né?
- 10:51E a minha ferramenta iria executar.
- 10:53Só que não é só isso, de fato esse esse artigo, ele até fala
- 10:57que Oo principal é a gente conseguir estruturar bem as
- 11:02entradas e os contextos da LLMS, que é só reforçando o que eu
- 11:05estava falando antes, porque realmente isso é já, né?
- 11:08Assim, se existem estudos falando desse desse tipo de
- 11:11coisa que eu estou falando, né, que OOA engenharia de contexto,
- 11:15né? É um negócio extremamente
- 11:16importante que faz toda a diferença quando a gente está.
- 11:19Interagindo com essas ferramentas vocês.
- 11:21Conseguem entrar? Um pouquinho mais é na
- 11:23explicação do que que seria efetivamente esse framework, de
- 11:27que ele consiste, como é que ele funciona.
- 11:29E outra. Coisa também.
- 11:30Assim a gente está falando framework, framework conta o
- 11:33nome do framework para a. Gente, né?
- 11:36Bom, então. Vamos lá, o nosso frameur, que
- 11:38se chama refactor Eye e ele foi concebido especificamente para
- 11:42lidar com projetos de modernização tecnológica, que a
- 11:44gente tá querendo dizer com isso.
- 11:45Acho que isso é importante, o contexto também.
- 11:47Que tipo de projeto ele é adequado que de novo?
- 11:49Fernandinha disse, é bem proposital, é bem feito, de
- 11:51forma bem consciente para endereçar um cenário, então a
- 11:53gente está falando de modernizações de versão.
- 11:56Então, por exemplo, meu sistema está numa versão antiga do
- 11:58Anglo, eu preciso atualizar ele, até por questões de segurança.
- 12:00Para uma versão mais nova, ele lida muito bem com modernizações
- 12:04de steck. Meu sistema taynoude eu quero
- 12:06passar para DOT net, por exemplo.
- 12:08E um outro modernização possível é arquitetural, é da forma como
- 12:12de fato aquela aplicação foi construída.
- 12:14Então, para esses 3 cenários, a gente criou esse framer, que é
- 12:16composto por 3 elementos, são os guidelands.
- 12:19Os agentes e o workflow. Então, acho que a gente pode ir
- 12:21juntas explicar os 3 pontos. Eu vou começar com os
- 12:24guidelands. Você explica os agentes que que
- 12:26são os guidelands são justamente esse reconjunto de regras que a
- 12:30gente usa. Essa expressão ground AEI, que
- 12:33ela pega o modelo EE seta, esse ambiente no qual ele vai
- 12:37trabalhar seguindo regras corporativas.
- 12:39Aí, nesse caso, é sempre customizado a sua análise de
- 12:41cada cliente. Então, os guidelens, a gente vai
- 12:42colocar coisas como preferências arquiteturais, como eu vou
- 12:46respeitar regras corporativas, princípios de segurança?
- 12:49São todas as características que não são negociáveis, que elas
- 12:52são fixas e que elas têm muito a ver com como aquela empresa
- 12:55gerencia seu desenvolvimento sobre as suas aplicações.
- 12:58Claro que nesse ponto, a gente ajuda o nosso cliente a entender
- 13:00qual é a melhor forma de listar essas essas restrições para que
- 13:03seja de novo tudo pensando, como que o meu modelo, minha LLM, vai
- 13:06conseguir interpretar isso da melhor maneira e adotar essas
- 13:09restrições ao fazer suas sugestões de código.
- 13:12Então, esse é o primeiro componente que são as gaclancs,
- 13:15é. Além da além disso, né, que você
- 13:17falou das normas corporativas e tudo mais?
- 13:19Também tem algumas coisas como exemplos mesmo, né?
- 13:22Ah, eu quero migrar, por exemplo, um módulo tal.
- 13:26Quero migrar, por exemplo, um controle, né, que é 11 classe
- 13:30dentro do meu software. E aí eu posso dar exemplos
- 13:33claros de como essa migração vai ser feita.
- 13:36Que aí AAA própria llm, né? Vai conseguir seguir um pouco
- 13:40mais os padrões que eu já estabeleci, assim como exemplos
- 13:44do que não fazer. Por exemplo, Ah, toda vez que
- 13:47você gerar uma, quer ir lá pro seu banco de dados, eu não quero
- 13:50que você use essa essa sintaxe. São coisas, por exemplo, também
- 13:54até de práticas nossas aqui, que a gente já viu que que costumam
- 13:58ser geradas, né? Que a gente, por exemplo,
- 14:00poderia falar assim, Ah, não quero que você gera desse jeito.
- 14:03Então a llm também vai respeitar.
- 14:06Né, esse tipo de coisa. E é o próximo componente que a
- 14:09gente tem também. São os agentes que são agentes
- 14:12especializados, com papéis bem específicos, né, que lidam com o
- 14:17código em etapas específicas da modernização.
- 14:21Então, por exemplo, a gente tem um agente de arquitetura que é
- 14:23um agente que começa, né? O nosso fluxo de modernização é
- 14:27o agente que vai nos ajudar. Acertar como essa modernização
- 14:31vai ser feita, quais são as melhores práticas é quais, qual
- 14:35é o caminho a seguir e aí nesse nesse qual caminho a seguir tem
- 14:3911 ponto bem interessante aqui do framework que existe uma
- 14:42parte determinística nessa, nesse qual o caminho seguir, né?
- 14:45Que eu eu consigo fazer uma análise de dependências do meu
- 14:48código para entender quais são os módulos mais dependentes e
- 14:52menos dependentes, por exemplo, que aí talvez uma estratégia é
- 14:56inteligente de modernização seja como.
- 14:59Começar por um modo mais isolado, em que eu vou ter menos
- 15:02problemas durante a minha modernização, por exemplo, esse.
- 15:05Exemplo vamos só para ajudar a quem está nos ouvindo,
- 15:08acompanhar esse isso que a Fernanda acabou de explicar que
- 15:11a análise de Independência é um dos artefatos que esse agente, o
- 15:14arquiteto, gera. Então, cada um dos agentes que
- 15:16ela vai mencionar, cada um deles tem uma série de modos de agir e
- 15:21artefatos que são produzidos, né?
- 15:23Exato. A gente pode ir dando exemplos
- 15:24assim para facilitar o pessoal entender como que os agentes de
- 15:27fato trabalham só. Para a.
- 15:29É tentar trabalhar um pouco do que você disse.
- 15:32É e as é. No fim das contas, Oo Rio
- 15:35Factory i é como se fosse um passo a passo de agentes que um
- 15:39vai alimentando o outro No No no fluxo de trabalho.
- 15:43E a gente alimenta esses agentes com os guidelines, com tudo o
- 15:46que ele precisa se atentar para fazer a modernização.
- 15:50E aí a partir disso ele vai produzindo a modernização do
- 15:53sistema. Isso.
- 15:54O terceiro elemento do Frank, que é o workflow, é quem
- 15:58justamente faz isso? Quem junta as peças e diz como é
- 16:01que essa operação é orquestrada, qual agente entra em qual
- 16:04momento, realizando qual modo, gerando qual artefato que vai
- 16:07ser consumido, por sua vez, pelo agente seguinte?
- 16:10A workflow é quem, quem orquestra da brincadeira
- 16:13estabelece essas etapas que você mencionou exatamente.
- 16:16Então assim, né, se eu entro com o meu código legado, o meu
- 16:19agente arquiteto, né? Ele vai interagir com esse
- 16:22código rodando uma série de comandos, né, que são ações onde
- 16:26ele vai ficar estabelecer esses artefatos que a gente foi
- 16:29falando, né? Ele vai produzindo, analisando o
- 16:32código e produzindo uma série de artefatos que são, né, arquivos,
- 16:36por exemplo, macdown ou coisas nesse sentido que vão servir de
- 16:40contexto. Isto para minha ferramenta de a,
- 16:42né? Para mim, LLM, né?
- 16:43Seja lá o cursor, seja lá o GitHub Copilot ou qualquer uma
- 16:46dessas. Ô, ô.
- 16:47Fernandinha, é, vou pegar o gancho do que você disse para te
- 16:51fazer uma pergunta, que é porque você citou aí as LLMSO cursor, o
- 16:56copo pilot. Por que que é o que que o
- 16:59rifector? Ele é diferente dessas
- 17:01ferramentas? Ele é.
- 17:02Agnótico, ele trabalha com qualquer uma, né?
- 17:04Sim. Então o rifector e a ele é um
- 17:06framework que ele como se ele ficasse em cima dessas
- 17:09ferramentas. Aqui na DTIA gente até já tem
- 17:12episódios, aqui nos agilistas que a gente fala sobre um
- 17:15posicionamento bem forte aqui na empresa, de sermos curadores de
- 17:18ferramentas. Ou seja, a gente olha muito para
- 17:21o mercado de como o mercado está, qual é o estado, né?
- 17:24Assim como as ferramentas conseguem, que já estão
- 17:27disponíveis no mercado, conseguem resolver os nossos
- 17:29problemas. E a gente só cria coisas
- 17:31internas quando realmente faz bastante sentido.
- 17:34E claro, assim, essas ferramentas, igual a gente
- 17:36estava falando aqui, o próprio cursor, o gitge, Copilot, são
- 17:39ferramentas extremamente. Avançadas.
- 17:41Então a gente não de forma alguma concorre com essas
- 17:46ferramentas, mas ele complementa essas ferramentas, entendeu?
- 17:50Ele é é feito para usar em cima delas.
- 17:53E ele é agnóstico, né? Então, assim, eu consigo usá lo
- 17:56tanto No No Git rap propire tanto no cursor quanto em
- 17:59qualquer outras dessas, né? Assim, claro, devidamente
- 18:02configurado em qualquer outra dessas ferramentas de a é, eu
- 18:06acho que. A grande um grande aprendizado
- 18:07que a gente teve aqui na d tem nesses últimos anos.
- 18:10Foi que usar e a de forma estruturada é o que garante a
- 18:14aceleração de verdade, sim. Então o refactor, EI, nada mais
- 18:17é do que a nossa sugestão, a nossa nosso aconselhamento para
- 18:21o nosso cliente, de como usar essas ferramentas de forma
- 18:23estruturada para o objetivo específico de modernização
- 18:26tecnológica, que sem essa estruturação é muito fácil.
- 18:29Como a Fernandinha disse, a gente IA achar que só havia
- 18:32prompt, você vai conseguir toda a promessa de aceleração?
- 18:34E não está longe de ser isso, é, parece.
- 18:37Que AIA é mágica, né? Igual eu falei no início, né?
- 18:39Eu vou mandar um prompt. E ele vai migrar magicamente.
- 18:43E aí assim, de fato, não é, né? Uma coisa.
- 18:45Que eu tenho visto também em algumas interações com com
- 18:48pessoas técnicas, né? Arquitetos e tal é sobre o
- 18:51processo de acompanhar esse esses frameworks, atuando no
- 18:55sentido de ter algum certo, uma visibilidade, controle e tal que
- 18:59que vocês têm visto assim Na Na experiência deles de trabalhar
- 19:02com o framework, por exemplo, é. Vou dar só um passo.
- 19:05Atraso antes, Marcelo, na sua pergunta sobre que eu eu estava
- 19:08falando, né? Em algum momento, sobre os
- 19:10agentes? E acho que tem uma coisa bem
- 19:11importante aqui sobre a interação, né, dos times com o
- 19:14rifectro Eye, que tem a ver com esse workflow e com os agentes,
- 19:17né? Eu estava falando sobre o agente
- 19:18de arquitetura, que é OOO, agente arquiteto, né, que é Oo
- 19:22que define a estratégia e nesse ponto, por exemplo, é um ponto
- 19:26em que o humano, ele é extremamente importante dentro
- 19:29do loop, porque ele é é justamente nessa interação que
- 19:32vai ser definida como que vai acontecer.
- 19:35A migração é o momento mais importante.
- 19:37Vamos falar assim, dentro do framework, né?
- 19:39Que haja essa. Essa ida e volta, essa, esse
- 19:42refinamento da estratégia que aí depois eu tenho, né?
- 19:45Alguns outros agentes, o tester, o colder e o Writer que eles vão
- 19:49executando a modernização, né? O tester, ele vai fazer os vai
- 19:53planejar e executar os testes de equivalência para garantir que a
- 19:56modernização vai ser bem sucedida.
- 19:58O colder vai planejar e executar as atividades de migração, né?
- 20:02De fato, a codificação e o Writer vai vai documentar se for
- 20:05necessário. Só que é claro que em todos
- 20:08esses agentes, para todos eles, uma.
- 20:10Ano tem que estar ali também, o tempo inteiro interagindo com
- 20:13eles, porque a gente ainda, né? Como sociedade, ainda não
- 20:18estamos No No passo em que AIAA gente consegue confiar 100% no
- 20:22resultado dela. Então o Mano ainda precisa
- 20:25revisar, ainda precisa interagir, ainda precisa, né?
- 20:28Escolher às vezes o melhor, o melhor caminho que AIA vai
- 20:32seguir. Então, em todos esses agentes, a
- 20:34gente tem momentos em que o Mano está ali interagindo e tomando.
- 20:38As decisões tomando. Decisões.
- 20:40E no caso aqui, né? É revisando o que a IA está
- 20:44produzindo, porque AA responsabilidade do código ainda
- 20:47é nossa também, né? Esse foi um.
- 20:48Dos princípios, né? Que a gente usou na construção
- 20:50do frameur que a gente quando a gente juntou o time técnico
- 20:53aqui, que testou diversas abordagens e até a gente chegar
- 20:57nessa configuração que o frameur que tem hoje teve princípios
- 21:00muito importantes nessa construção que é a que é a forma
- 21:03que a gente acredita que é hoje, pelo menos hoje em 2025, é a
- 21:06forma correta de se utilizar. E a nesse reverter tem que.
- 21:10Sempre colocar a data porque a coisa muda tão rápido que é
- 21:13assim, esse é um, né? Esse Rio in the loop.
- 21:15Então a gente desenhou um processo, um workflow
- 21:18proposital, em que os nossos time técnico está em cada etapa,
- 21:22como a Fernandinha disse, interagindo e validando o que é
- 21:25produzido pela IA, mas também outros princípios importantes.
- 21:28A gente está usando características determinísticas
- 21:31nesse framerk, ou seja. Sem aspectos que a Fernanda já
- 21:34deu o exemplo do na hora de estabelecer a estratégia de
- 21:36modernização, de fazer uma análise de dependência, existem
- 21:39características determinísticas no processo de modernização que
- 21:42são benéficas de serem incorporadas dentro desse
- 21:44processo para não deixar tudo. Por conta da da parte da geração
- 21:49é da da inteligência artificial, outros princípios importantes
- 21:53tem o. O road based, né?
- 21:55Que é que é esse negócio dos agentes de eles terem baseados
- 21:59em em papéis, né? Justamente para que eles tenham
- 22:02mais clareza e mais contextos, mais bem definidos, ferramentas
- 22:07mais bem definidas do que eles podem e não podem fazer.
- 22:10Tem um outro princípio de validação, né?
- 22:12Self validation, que é de criar todo um ecossistema em que a
- 22:15própria IA com. Consegue ir se autovalidando
- 22:18para que o código? Enquanto ele vai sendo gerado,
- 22:21ele também vai sendo testado e ele também vai utilizando
- 22:24ferramentas de como MCPS para validar se aquela funcionalidade
- 22:27está correta. Então é outro princípio que a
- 22:29gente tem e de. Planejar antes de executar, que
- 22:32é outro aprendizado grande que a gente teve nesses últimos anos,
- 22:35que aumenta muito a qualidade do que é produzido.
- 22:37Se existe uma etapa estruturada de planejamento, de definição
- 22:41das peças que vão ser executadas e aí a executa dentro desse
- 22:44plano, então essas são características importantes.
- 22:46Que a gente levou em consideração, eu tenho uma.
- 22:48Perceção que olhando de fora, né, de que AIA empodera a tomada
- 22:52de decisão. Assim também, né?
- 22:54De poder mexer ali, naquele naquele vespeiro.
- 22:57Assim é naquele legado que você, né?
- 22:59Às vezes não teria visibilidade, sim.
- 23:01Inclusive assim a gente estava hoje por acaso, escutando um
- 23:04case aqui justamente de um time que pegou um sistema que não
- 23:08tinha nenhum conhecimento e estava conseguindo avançar em
- 23:12documentação, em codificação, sem ter tido contato com esses.
- 23:16Tema antes, então, de fato empodera demais assim, porque se
- 23:20antes a gente fazia arqueologias de software, precisava de
- 23:24envolver times de negócio, aquelas pessoas que nossa, o
- 23:27sistema só tá na cabeça da pessoa tal do fulano YE agora
- 23:32precisamos dele para fazer um sistema novo agora.
- 23:35E a empodera e muito os times nesse nesse tipo de coisa, né?
- 23:39E aí? Lincando com o empoderamento
- 23:41assim, falando sobre ganhos assim, vocês podem contar um
- 23:43pouquinho em termos de produtividade.
- 23:46Mesmo aceleração da do processo de imigração em média, como que
- 23:50a gente tem visto que a gente tem?
- 23:52Percebido utilizando essas experiências, utilizando forma
- 23:54com os nossos clientes. Aqui a aceleração é de fato
- 23:56muito significativa. Tem ficado em torno de 40 a 60%
- 24:00nos projetos. Mas faz muita diferença a
- 24:02natureza da modernização em si, o tipo de projeto, né?
- 24:04Então, por exemplo, num caso com um dos nossos clientes em que a
- 24:07natureza do projeto era uma modernização de versão do
- 24:10engler, a gente saiu do engler 16.
- 24:13Para o englor 20, a gente conseguiu 83% de redução no
- 24:17esforço de desenvolvimento para fazer isso acontecer.
- 24:19E esse é legal porque é o baseline.
- 24:21Ele era. A gente tinha um bom baseline
- 24:23para fazer essa comparação, porque essa mesma modernização
- 24:25já tinha sido executada em outras aplicações desse mesmo
- 24:28ecossistema do cliente. Então a gente fez 11
- 24:30modernização similar em 83%, com uma redução de esforço de 83%.
- 24:35Então esse é um exemplo de um resultado realmente muito
- 24:37expressivo. Mas a gente tem outros cases
- 24:39também, mas é legal. Também de falar que esses
- 24:41projetos não só o. O resultado deles não é só
- 24:45também a aceleração que a gente conseguiu colocar, né?
- 24:48Essas modernizações no ar. Mas assim como qualquer projeto
- 24:52de modernização, a gente acaba tendo também outros outras
- 24:56resultados, né? De qualidade de código, né, de
- 24:59diminuição de vulnerabilidade, ou seja, aumento da segurança do
- 25:02produto, performance normalmente também é um resultado que a
- 25:05gente busca. Então são outros resultados que
- 25:08também, né? São muito, muito, muito
- 25:10importantes. Quando a gente fala de projeto
- 25:11de modernização, que acaba que a gente.
- 25:13Te consegue de forma mais rápida.
- 25:15Usanear, né? Que são?
- 25:16De novo, lembrando, a motivação real é.
- 25:18Exatamente a modernização, né não?
- 25:19Exatamente esquecer isso é, sempre tem em mente que a
- 25:22modernização, todo o projeto, tem algum desses objetivos por
- 25:25trás? Exato.
- 25:26De performance que a gente está conseguindo atingir mais.
- 25:28Rápido conseguir tirar esse risco.
- 25:30Todo que esses projetos têm é naturalmente têm.
- 25:33Exato, queria. Perguntar uma coisa sobre essa
- 25:35parte do ganho que é, vocês falaram assim, né?
- 25:38Depende um pouco da do tipo de modernização que a gente está
- 25:41fazendo, né? E aí o ganho.
- 25:43Pode variar, pode ser um ganho muito alto de 83, mas a gente
- 25:46pode ter ganho 60% e tal. Tem alguma coisa que ajude a
- 25:50gente identificar casos onde a aceleração vai ser maior ou vai
- 25:54ser que 60% também é bem alta, né?
- 25:57Mas que vai ter onde a gente consiga identificar maior essa
- 26:00variabilidade. Ou tem alguma fase da
- 26:03modernização que a gente consegue acelerar mais do que
- 26:06outra é. Normalmente é projetos de
- 26:09modernização, diversão são naturalmente mais rápidos.
- 26:13Né, assim, salvo algumas versões que mudam completamente, né?
- 26:17A linguagem que isso também acontece, mas a maioria delas a
- 26:21modernização costuma ser mais rápida.
- 26:23Então, 11 modernização que com EAA gente também costuma ter
- 26:27ganhos maiores. Um outro também que tem a ver
- 26:30com modernização. Mas não é exatamente
- 26:32codificação, né? É a parte de documentação que
- 26:35essa sim, é destravada numa velocidade muito, muito, muito,
- 26:39muito maior mesmo do que a gente fazia.
- 26:42Né? Na época antiga, né?
- 26:44Na. Nos métodos tradicionais, muita.
- 26:46Arqueologia já fiz muita. Arqueologia de sistema gente, já
- 26:48fiz muita arqueologia de sistema e é assim.
- 26:51Não dá nem pra trabalhar. É a documentação, ela é
- 26:53trabalhosa. Se a gente fizer do método
- 26:55tradicional, né? E a e a, ela acelera de uma
- 26:57forma assim, sem precedentes mesmo, né?
- 26:59Agora, as outras que são modernização de esteque também.
- 27:03Bom, está no meio termo, acho que é talvez a mais complexa.
- 27:06Aí normalmente são modernizações arquiteturais, né?
- 27:09Acho que essas são as mais complexas, mas normalmente.
- 27:12Acho que é legal falar isso também, um projeto.
- 27:14Quando ele está sendo modernizado, nem sempre ele é
- 27:17uma modernização só, né? Como eu, até o exemplo que eu
- 27:20dei aqui, muitas vezes é mais de uma modernização que está em
- 27:24jogo, né? Então a gente acaba tendo que
- 27:26combinar ou fasear as modernizações para que a gente
- 27:29seja também mais efetivo, né? Eu queria.
- 27:31Voltar um pouquinho só lá no início da nossa conversa, que
- 27:34que a gente falou é? Por que que o tema de
- 27:37modernização voltou, né? Tão quente assim nunca deixou de
- 27:40ser importante, né? Mas agora ele está realmente bem
- 27:43em voga e um dos pontos que vocês trouxeram e que OA
- 27:46modernização é uma habilitadora da inovação.
- 27:49Claramente a gente tem dentro de casa, tem visto algumas demandas
- 27:53de modernização acompanhada como iniciativa tangente de inovação,
- 27:58sim. Com certeza, hoje, o que a gente
- 28:00está num momento muito incrível de inovação realmente nas
- 28:04empresas, a gente está vivendo o que a Iata.
- 28:06Fazendo eu acho que ela é comparável que quando a nuvem
- 28:09surgiu ou quando os celulares surgiram, os aplicativos
- 28:12surgiram, que essa esse momento de reinvenção, de reavaliar a
- 28:15experiência, de reavaliar é o seu seu ecossistema técnico e
- 28:19junto com isso, para habilitar o que AIA tem de novo, a
- 28:22possibilidade de novos negócios sempre tem emergido questões de
- 28:26modernização. Então a gente está conseguindo,
- 28:28eu acho, fazer uma coisa super legal que é modernizar com OIAE,
- 28:31modernizar para OIA conseguir fazer habilitar, que esses
- 28:34projetos que estavam travados a muito.
- 28:36Muitos anos finalmente possam ser endereçados e que isso
- 28:39libere potencialmente novas possibilidades de geração de
- 28:41valor dentro da empresa. Então as 2 coisas andam muito
- 28:43juntas, então pra. Pra gente caminhar agora aqui
- 28:46para o finzinho do nosso episódio, para o nosso público
- 28:49aqui, né? Do dos agelistas que mais aí
- 28:51diretoria cylevis executivos que tem esse tipo de desafio de
- 28:55modernização tecnológica na nos ecossistemas digitais, nas
- 28:59empresas deles, qual que é o primeiro passo para eles
- 29:02avaliarem uma abordagem dessa de de modernização tecnológica
- 29:06para. Ver se o uso do rifactor EI, é
- 29:08uma, é uma possibilidade. O que que vocês indicam é nesse
- 29:12sentido, bom. O rifactor EI, como a ias até
- 29:15falou em algum momento aqui, ele foi bem pensado para esse
- 29:18contexto de modernizações de esteck, né?
- 29:22Diversão de linguagens e de arquitetura, que na verdade
- 29:25assim, né, abrange a grande maioria das modernizações
- 29:29tecnológicas que existem, né? E o fremor que ele é muito,
- 29:32muito flexível, né? Como a gente falou, ele está por
- 29:35cima de várias. Dessas ferramentas que já são
- 29:38bem populares e além disso, ele interage bem, né?
- 29:41Com a maioria das linguagens que existem.
- 29:44Então assim, Eu Acredito que hoje modernizar aplicações sem
- 29:49IA já nem deveria ser pensado, né?
- 29:52Então, assim, modernizar aplicações deveria sempre ser
- 29:55com inteligência artificial e o framur ele, ele nos dá a
- 29:59possibilidade de fazer isso ainda mais rápido do que se eu
- 30:03fizesse no Freestyle. Vamos falar assim, é, acho.
- 30:05Que o conselho em? Então é mais pro pra essas
- 30:08lideranças que estão nos ouvindo reavaliarem os seus portfólios
- 30:11de soluções digitais, dar esse esse novo olhar ao seu portfólio
- 30:15de soluções e digitais, identificar aquelas que se se
- 30:18beneficiariam de uma monetização.
- 30:20Quais de repente, tão? Sendo esse gargalo nas
- 30:23iniciativas de inovação da empresa e criar os Business
- 30:25cases que suportam essas modernizações para conseguir
- 30:28priorizar esse portfólio de iniciativas de modernização.
- 30:31Porque com certeza tem muitas, igual a gente chamar se ela
- 30:33trouxe no começo da da Mackenzie.
- 30:35Isso é uma realidade que muitas empresas vivem, convivem há
- 30:37muitos anos. E de novo, não é só porque
- 30:39existem muitas aplicações a serem modernizados que compensa
- 30:42esse investimento em modernização.
- 30:43Tem que estar atrelado com o objetivo de negócio, uma geração
- 30:46de valor. Acho que o conselho é mais com a
- 30:48Fernandinha, disse, já partindo da premissa de que usaremos ao.
- 30:52Alguma solução de a para acelerar esse tipo de projeto?
- 30:54É conseguir ter essa clareza do meu portfólio de soluções
- 30:56digitais. Onde eu devo investir em
- 30:58modernização? Acho que esse é o nosso
- 30:59principal conselho. E aí?
- 31:00Agora, pra finalizar, de fato, eu sei que vocês andaram lendo,
- 31:04estudando muita coisa aí sobre e a sobre aceleração, sobre
- 31:09modernização tecnológica aí eu queria que vocês deixassem
- 31:12alguma indicação aí para as pessoas que estão ouvindo a
- 31:14gente desses artigos que vocês leram a minha.
- 31:16Indicação é um lugar que tem tem lançado conteúdos recentes sobre
- 31:20o que é a nova? Arquitetura corporativa não é na
- 31:24era da IA. Eu acho que é um conteúdo
- 31:25extremamente inspirador para esse desenho de futuro que as
- 31:29organizações terão que chegar. E eu digo que isso é inspirador
- 31:32para esse tema de modernização, porque ele pode ajudar
- 31:34justamente nisso que eu tava dizendo que é na reavaliação do
- 31:36meu portfólio de soluções digitais e onde, onde investir.
- 31:39Então, recentemente só vocês procurarem no site do Garden as
- 31:42publicações mais recentes sobre arquitetura corporativa na era
- 31:45agente que de a agente que eu acho que eles oferecem um bom,
- 31:48um bom framework para reavaliar as soluções corporativas.
- 31:52É e. Eu eu complementaria aqui, né?
- 31:54De mais com o tema do que com uma fonte, né?
- 31:58De fato de pesquisa disso que a gente até falou sobre o agent
- 32:01experience, né, que é essa experiência do agente que é algo
- 32:05diferente, né? Assim que é comparado aí com a
- 32:07user experience. Coisas nesse sentido que a gente
- 32:10sempre falou quando a gente fala de software de experiência do
- 32:13usuário, que agora, né, existe um novo, uma nova experiência
- 32:17que é a experiência do agente, que é muito interessante, da
- 32:19gente ler também e estudar um pouco mais.
- 32:22Sobre, então é mais né um tema aí que eu acho que também
- 32:25transpassa por tudo isso que a gente falou e além disso eu
- 32:28assim, né, para as pessoas um pouco mais técnicas que talvez
- 32:30estão nos ouvindo a antrropic, ela está o tempo inteiro
- 32:33lançando coisas e papers muito interessantes e muito relevantes
- 32:38sobre como, né, os agentes se comportam melhor, enfim, quais
- 32:43são as as pesquisas que eles estão fazendo internamente para
- 32:46avançar os modelos deles de linguagem.
- 32:48E são papers muito valiosos para entender um pouquinho mais, né?
- 32:51De. Como utilizar bem essa
- 32:53tecnologia que é tão nova, né? E disruptiva para nós, obrigado.
- 32:57Acho que foram ótimas indicações aí acho que o pessoal vai gostar
- 33:01muito. Obrigado aí pela participação de
- 33:03vocês, por explicar um pouco aí para o nosso público e eu acho
- 33:06que a principal mensagem que ficou e que fica assim pra mim,
- 33:10e eu acho que pra quem escuta também é um negócio que a
- 33:13Fernandinha falou bem no finzinho que é.
- 33:14As oportunidades relacionadas à modernização tecnológica, elas
- 33:18não deveriam nem ser pensadas sem utilização de.
- 33:22Momento, justamente porque são projetos de alto custo, de alto
- 33:25risco e com AEA gente consegue fazer isso muito mais rápido e
- 33:28com mais seguro. Então, muito obrigado pela
- 33:30participação de vocês, obrigada. Obrigada até mais para quem?
- 33:34Escutou a gente até aqui, avalia lá na plataforma de streaming
- 33:37preferida, dá para deixar o comentário no Spotify.
- 33:40E a gente tem sempre o nosso perfil lá no LinkedIn que vocês
- 33:43podem consultar. Tem vários conteúdos até o
- 33:45próximo episódio. Obrigado, pessoal.