Latest / História pros brother / A revolta da Vacina
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- 0:00Quantos história aí, Brother revolta da vacina?
- 0:03Vamos lá. Alexandre, você é um cara
- 0:12saudável, sou muito. Real, por que tu pergunta pra
- 0:16mim, sabe o que eu lançou? Que eu preciso cuidar melhor,
- 0:18tem que pegar sol. É aí.
- 0:20Eu estou gostando, fazer exercício, comer melhor, tá
- 0:23andar? Não, não sou, não, calma aí,
- 0:25calma e carinho, tá isso que sexo, carinho.
- 0:30Ai, que coisa de carinho. Que GIF maravilhoso que eu vou
- 0:34receber agora. Eu estou precisando de casal,
- 0:37então é. É, é, vamos lá, você, você tem
- 0:39que ir primeiro lá no meu cabelo, pega sol para aquele
- 0:42cara pegar sol. Você acha que você não pega só
- 0:45os vídeos? Não, eu preciso pegar.
- 0:47Tá pegar só você exercício, você está mais ou menos, mais ou
- 0:50menos deixando a desejar, tá tipo 50% 4030-4040 é o eu tô no
- 0:5640 e 50 é até uma merda também a alimentação 30% puta tá
- 1:02regaçando, então, os docinhos à caralho cara, maior erro ter é o
- 1:06carrinho de chocolate da agência à ela em cima putz você vê a
- 1:10daqui a pouco eu vou lá então põe aí é foda agora tu tá aqui
- 1:12ontem eu tomei uma cervejinha sim.
- 1:14Hoje estamos num bebê, hoje tomamos um chope.
- 1:16A gente tomou um show de leve, aí está aqui porra, cara.
- 1:19Quando chega o vídeo, como é que eu vou ficar feliz todo dia?
- 1:22Carnaval né velho? Aí amanhã a gente tá gravando
- 1:25antes, mas a mesma é universal, é verdade, é meu niver, daí tem
- 1:29não aí, bagunça, bagunça, mensagem foi e luta do Caio da
- 1:33água ficar vendo daí vai ser foda é verdade, eu não tô tá
- 1:35difícil, a vida está me levando para um caminho eu acho que eu
- 1:37tô meio depressivo também há interessante é mas Oo lance de
- 1:41você comer mal, não fazer exercício com certeza é pode ser
- 1:43uma coisa, pode ser uma coisa. Para outra, né?
- 1:45E esse provavelmente que tá perguntando isso porque eu quero
- 1:48falar de saúde, beijo, ninguém. Eu quero, não é de você, se
- 1:50importa quer lavar meu cabelo, tá bom?
- 1:53Se João que eu tenho que lavar o cabelo dentro lá, meu cabelo, eu
- 1:56não vou gostar, ela vai, não vou que é tipo Jesus lavando os es
- 2:00que não, não, eu não vou, não vou, tá?
- 2:03É. Mas, enfim, é Alexandre.
- 2:06Depois desse comentário, é verdade.
- 2:08Agora ele vai. Eu visualizei tudo lavando meu
- 2:09cabelo. Não tão mauzinho é pequena e é
- 2:12gordinha, né? É era do gelo.
- 2:19Amorzinho do site dela. Parece porque parece, porque
- 2:22parece que é aquela que tu joga e gruda.
- 2:27Aquela geleca, né? Verdade, né ti, ó 11.
- 2:30Pega tá azul, né? De geleca época o apelido, o
- 2:34apelido que machuca um pouco vai ter que lidar com isso?
- 2:37Não, eu não. Zinho, de Alex, não magoa nem
- 2:39fique à vontade, segue aí bem Alexandre que a minha pergunta
- 2:41pra você sobre a sua saúde é porque o tema de hoje é um
- 2:44pouquinho sobre saúde também, só que também é sobre um momento
- 2:47histórico, principalmente no Rio de Janeiro, né?
- 2:49Muito importante na história do Rio e do Brasil todo que é o
- 2:52momento da revolta da vacina destino, nica era a vacina para
- 2:55quê então? Oo motivo.
- 2:58Mesmo assim, se você perguntar qual o estopim?
- 3:00Sim, o motivo bonitinho. Varíola ligado?
- 3:03O Rio estava mais lento. Varíola que acontece?
- 3:06Será, cara, eu esqueci tanto tantas doenças e a gente já
- 3:08falou sobre isso em algum episódio.
- 3:10Regaça vale uma merda EEEO Rio de Janeiro passa por uma
- 3:14epidemia desgraceira de varíola, e aí a galera tentou
- 3:19forçadamente. Isso vai ser motivo, erradicar a
- 3:21varíola hurum, mas enfim, vamos, vamos do começo, porque a
- 3:25revolta vacina muita gente não sabe, ela durou pouco tempo.
- 3:27A revolta em si durou mais ou menos 5 dias, mas esses 5 dias e
- 3:32foi o suficiente para, tipo assim, Oo Brasil parar a foi no
- 3:35Brasil, achei, não foi no Rio, Na Na, mas acabou influenciando
- 3:39capital, capital do Rio. É Oo prefeito Pereira passos que
- 3:43o prefeito. Menos que que é nós 1904 a vem
- 3:48comecinho, um ano de Grêmio, só um ano de grêmios a piada do do
- 3:53cérebro do Grêmio e é verdade isso que eu ia falar é, é
- 3:56verdade, é verdade, entendi é que essas perguntas, pessoas,
- 4:00pessoas perguntou se eu sou um personagem, eu deveria me
- 4:04ofender com isso, né? Eu curto muito um personagem
- 4:08idiota que faz história para os Brothers, isso é muito bom, eu
- 4:13curto muito. Aquele pessoa da gente, aquele
- 4:17personagem, ai, burrão. Essa é muito do caralho.
- 4:22É eu curto muito aquele personagem idiota.
- 4:26Foca aí, velho foca, não é essa é maravilhada, mas de qualquer
- 4:29forma, personagem idiota, bom dia, não é?
- 4:31É Oo que rolou. Foi que essa epidemia de varíola
- 4:36não foi sozinha também, tá? Uma coisa que é importante é que
- 4:38a varíola foi o carro chefe da parada, mas tinha também peste
- 4:43bubônica, um tá ligado além da varíola, então varíola, peste
- 4:47bubônica, tuberculose que é um perigo no frio, o rock febre
- 4:51amarela, estão Rio tava fodido, Rio, não o Rio ele tinha um
- 4:55apelido internacionalmente que o Rio sempre recebeu muito gringo.
- 4:58Até hoje naquela época, e sabe que o apelido era o túmulo dos
- 5:02estrangeiros. E tá, porque é a coisa mais
- 5:05normal do mundo. Eu vi um gringo pegar doença,
- 5:07pega a doença, fica por aqui mesmo.
- 5:09Se ficar, não volta, mas nunca mais tá ligado?
- 5:11Por que porra AO Brasil nessa época já era uma parada
- 5:14complicada, mas o Rio de Janeiro está de parabéns no caos OOA,
- 5:18falta de saneamento básico, a falta de de políticas públicas
- 5:22para resolver. Enfim, eu vou falar isso durante
- 5:24o episódio, mas estava o caos maneirinha sim, porque o Rio de
- 5:28Janeiro tem uma história muito curiosa, né?
- 5:30Desde 1808, quando a família real veio.
- 5:33É curioso que não tem nem 100 anos que eu estou contando aqui,
- 5:36não tem 100 anos da família real portuguesa tem vindo para o
- 5:38Brasil o rumo, então lance muito, muito tempo atrás.
- 5:40Mesmo assim, é, é, é o Rio mar que foi montado.
- 5:44Amei a moda, caralho assim, tipo família real, veio Do Nada,
- 5:48noite para o dia vieram tipo quase 10000 pessoas portugueses
- 5:53que começaram a tirar a galera da casa, não essa casa aqui,
- 5:55você vai sair agora eu vi essa família que portuguesa tá
- 5:58ligado, colocava se PR, que é príncipe regente, na frente das
- 6:03casas que eram que você, se você acordasse, se tivesse um PR na
- 6:06sua casa é, tinha que dar uma casa.
- 6:08A casa não é mais minha agora não é?
- 6:09Tu ganhava alguma coisa, não podia casa pra cada caso é um
- 6:12caso, mas OA questão é você era exposto da sua casa.
- 6:15Tá ligado? É porque o Brasil era uma
- 6:17colônia, pô. Nesse período de 808 ou se
- 6:19casam? É?
- 6:20Não, não gosto, não gosto opinião polêmica, mas enfim,
- 6:23Alexandre 1904 você uma noção de alguns números aqui para você.
- 6:263500 pessoas morreram vítimas de varíola, 1800 pessoas estavam
- 6:31internada em um hospital, um hospital de pessoa internada.
- 6:34Eita, estava arregaça, te estava arregaça, te estou tipo assim a
- 6:38situação na era era era tipo assim, Mano catástrofe né?
- 6:41Não tem algo, algo tem que ser feito a vacina geral.
- 6:45Pois é, então a vacina já existia, já fazia um tempinho a
- 6:48vacina anti varíola. Cara, era boa.
- 6:51O que é a vacina? Era a questão é que a vacina ela
- 6:56existiu desde 1796, muito tempo antes.
- 7:00Foi um médico inglês chamado Edward Jenner, que ele
- 7:03desenvolveu e a obrigatoriedade da vacina também é algo muito
- 7:07antigo, muito anterior essa revolta, ela, ela obrigatória
- 7:11para criança desde 1837 e para adultos desde 1846.
- 7:16Só que não tinha vacina o suficiente pra galera.
- 7:20Então a lei não se cumprir por falta de vacina.
- 7:24Tipo assim, a lei sempre existiu.
- 7:25É obrigatória a vacina desde 1830, tempo para caralho.
- 7:29Só que como. Né?
- 7:32Não tem vacina, vamos fazer a vacina?
- 7:33Não deixe pra lá. Só que cara.
- 7:34A saúde pública é um bagulho complicado na saúde pública, um
- 7:37bagulho que você não pode pensar que você está resolvendo um
- 7:39problemas individuais. Se ou todo mundo está seguro,
- 7:44ninguém está seguro, pô, entendeu que é o bagulho
- 7:47transmite EOA questão da varíola.
- 7:49É exatamente isso. Também, assim como Cove, desse
- 7:51ano passado, esse ano, então, o que aconteceu foi justamente
- 7:54isso. A galera não se vacinava.
- 7:58E com o tempo, virou que acabou virando no túmulo de
- 8:01estrangeiros. Pô, o nome do Rio de Janeiro.
- 8:04Uma coisa interessante é que nessa época tinha uma fake news,
- 8:06estou aqui, fake news por você. Assim como as pessoas acharam
- 8:09que OA vacina é, botava 5G um chip, suas porra toda, né?
- 8:13Fique com a boca negra e assim que eles achavam isso nessa
- 8:19época, eles achavam que quando uma pessoa se vacinava, ela
- 8:23ganhava feições bovinas. Há.
- 8:26Essa é muito melhor que o 5G, é muito boi, muito melhor.
- 8:29Porra, é meio fez suicida uma postou sentindo cassinho, o
- 8:33Lucas deu uma afunilada aqui no na bochecha Do Nada, né?
- 8:37O Lucas, ele caiu, caiu de boca na grama e ficou.
- 8:39Isso aí deve ter acontecido porque alguém deve ter ficando
- 8:43mais com cara de cavalo. Com o tempo, urge deve ter
- 8:45coincidido com a vacina. Velho é não, acho que não, não
- 8:48sei se foi uma cia que foi uma fake news, total, Do Nada alguém
- 8:50inventou, se não, não, não acho difícil vidro completamente Do
- 8:54Nada é um Brother que estava meio que parece brotar,
- 8:56parecendo que é ele tomou, você tomou, mas é isso, é essa.
- 8:59Pode ser. É verdade que eu teria essa
- 9:02linha de raciocínio? E aí tudo você é um cara de
- 9:06cavalo. É possível?
- 9:07É possível mais? Alexandre que isso é uma teoria
- 9:09da conspiração de 1904? Mais ou menos.
- 9:13Nós temos teorias, conspirações. Hoje em dia também.
- 9:15E eu quero falar da um pouquinho de Alexandre nickel de novo um.
- 9:18Quero trazer, olha aqui como é que eu brinco com atenção no
- 9:21tema deste podcast joguei para você um que tem, ó, qual teoria
- 9:24da conspiração mais idiota você já acreditou a não acreditar é
- 9:30tipo assim não, não, não, não, hoje não é hoje, hoje você é um
- 9:34cara mais esclarecido, eu acho. Diferentemente do que o nosso
- 9:37alguns ouvintes nosso acho, porque eles acham que você é um
- 9:40otário, você é burra. Mas o que é isso?
- 9:44Mas a Escada da ignorância mas o que você já acreditou, tinha uma
- 9:48teoria, conspiração, que era da ver que você tinha assim, pô,
- 9:51acreditava realmente que o que é que o comunismo pensa dos
- 9:56outros? Não, cara, é que eu nunca.
- 9:59Eu acho que eu nunca fui, então não louco assim conspiratório.
- 10:02Não, não, eu acho que eu eu comecei a pilhar em conspiração
- 10:05quando eu era menos idiota. Eu acho que se eu tivesse em
- 10:08conspiração com os 15 anos é, eu ia ser um imbecil.
- 10:12Não, eu fiz isso, é não, eu não entrei nisso, hã?
- 10:14Eu acho que eu achava já meio à distante, né?
- 10:16A expressão foda-se e aí, sei lá, acho que eu comecei a achar
- 10:20já havendo, comecei a consumir essas paradas já com um tom de
- 10:23arrogância, tipo, hã, hã, entendi quando chegou para vocês
- 10:27e já era meio conspiração boba é, não, não, não.
- 10:30Não é? Qual que tu caiu numa situ k,
- 10:33caí numa uma boba, qual é? Muito otária, SIM 1 talvez sem
- 10:38julgamento, sem eu. Quando é que eu tive o gay
- 10:41Vitinho em mãos? Black, quando é que tem um
- 10:44geleca? É anunnaki que que é o né, que
- 10:48eram os deuses astronautas. Tá?
- 10:52Eu tinha uns 15 anos, 16 anos e eu era real, tipo pilhado.
- 10:56Assim. Lia se China.
- 10:58Erick von daniken não. Mas assim eu real acreditava que
- 11:02nós, antepassado, dizendo alienígenas, que é isso é otário
- 11:04para galha. Assim, com todo respeito, aqui é
- 11:07que dita, mas é o tarde pra caralho é que é foda, é que é
- 11:11foda, porque OA série é ruim, não, não eu nem nem alimentava
- 11:16sérias não, mas assim a série mostra assim, nossa Assis, não a
- 11:20série AA série v um pouquinho depois.
- 11:22Achei esse espeto de carne, só pode ter sido o certo seria
- 11:25hoje, pode ter sido um rapaz que acabou de entregar card.
- 11:28Pode ouvir? Nada comprova que não foi um
- 11:33extraterrestre que largou esse pé de cabra, que é isso aí.
- 11:37O que é, o que é um hábito que eu vou pegar hoje, do que o que
- 11:39a gente vai ali no depois de comer um hambúrguer eu vou falar
- 11:42nada comprova que esse ketchup não foi deixado por
- 11:46antepassados. Tem jeito, então a é que a série
- 11:49desvaloriza, mas tu eu não sei. Eu.
- 11:52Eu não descarto 100%, o que é? Eu acho que a gente pode ter
- 11:56vindo do CT, não, cara. Olha só, não, não, não estou
- 11:58querendo falar que eu sei da onde a gente veio 0.00001 não, o
- 12:02que eu acho hoje a tua, a tua teoria de conspiração que tem
- 12:06mais inveja de ter acreditado. Eu falei que eu era superior,
- 12:09não acreditava, agora tá dizendo, acredito agora na que
- 12:12tu quando tinha 15 anos a chave idiota eu acho que é possível
- 12:17fito, pera aí você acabou de mim, eu vou ser hipócrita e
- 12:21dizer convite, não me chamar de burro.
- 12:24Aquele papel de burro que tu faz é muito legal, não?
- 12:28Como é que eu vou dizer pro ouvinte, ouvinte, você está
- 12:30errado? Eu sou intelectual, ouvinte,
- 12:33fica foda, né, bichinho? Ai, cadê essa frase?
- 12:36É muito foda, mas eu adoro aquele parceiro, tipo que ele,
- 12:40personagem Burger, faz ai que é, mas enfim teve o teve, acho que
- 12:45foi assim foi tu que recebeu ou foi o Gustavo?
- 12:48Do podcast zoológico zoológico Gustavo Martins, beijo Pra Ele
- 12:52também mandou uma mensagem para ele, pô, muito legal, tu vendo
- 12:55trocar uma ideia que sabe as paradas com alguém que não sabe
- 12:58nada? Tipo níquel?
- 13:01Não possibilidade totalmente concluído, não dizer que não foi
- 13:04comigo não, imbecil do nem maneira.
- 13:06Assim não gosto disso não, não gosto.
- 13:08Olha aí. Eu vi gente, a gente está rindo,
- 13:10mas a gente tem que idade para ir.
- 13:11É importante deixar Claro pra poeto calma, não, ó de olho na
- 13:15mãe de você, estou de olho na mãe, vamos passar níquel comedor
- 13:20de mãe é isso, gente? Tem essa parada teve um episódio
- 13:23inicial, eu falei que eu vou comendo.
- 13:27Te esqueci do agente, passou por isso, eu vou voltar a minha
- 13:30Terra está ficando muito folgada.
- 13:32Estão ficando mesmo, estava ficando folgada.
- 13:34Eu estou ficando muito e ó, hã, vai ser, vai ser tranqueira
- 13:37nossa, o Nick vai comer, a mãe do vai ser ó, não adianta fechar
- 13:43a porta, tô avisando, então não adianta botar fone, entendi,
- 13:47entendi enfim, tá bom, não, não vamos fugir do assunto não, não
- 13:50vamos, é quando tava falando né cara comum de ouvinte, revolta
- 13:53da vacina revolta da vacina Alexandre nickel é veio no
- 13:56momento. Que faz sentido você não
- 13:59acreditar muito no governo, está ligado um tipo assim, todos.
- 14:04É não ficar mais calma, vai lá com.
- 14:08É um buraquinho do de Cachoeirinha, não é monarquia
- 14:11não. Só pensam de verdade na Bolívia,
- 14:13verdade. Olha só, o lance é o Rio de
- 14:16Janeiro e era a capital do Brasil, né?
- 14:18E o Rio de Janeiro? Ele.
- 14:20Passou por um problema muito Sério junto com o Brasil, mas
- 14:22principalmente no Rio, que foi que 1904 o Brasil tinha acabado
- 14:27de se tornar uma República. O Brasil, República, quando você
- 14:30lembra 1904? Que foi perto.
- 14:34A gente tem um. Não, 1878, 1889, 9989 é que eu é
- 14:43que eu estava todo mundo antes eu pra mim já é 3 dias, é boca.
- 14:4810 anos. Aí você falou, pô, então tá, mas
- 14:51é quando, digo, digo 10, eu tenho de comunicação, eu sempre
- 14:55quanto é quanto a mais um para mim, vale 10 é conversando euro.
- 15:03Que sentido, nenhum. Culpa minha é boa, é?
- 15:07Não fala nada, estou indo na mãe.
- 15:10É muito confusa. Episódio de graça não foca, isso
- 15:12também é foda tanto tentando. Vamos lá, mão de leque e aí aí
- 15:16que acontece. Oo Brasil se tornou República há
- 15:19pouco tempo, então meio que as instituições democráticas que
- 15:24existiam seguem. Dá pra chamar assim?
- 15:25Na época elas eram muito frágeis, ainda era uma parada
- 15:29que tipo assim, nem todo mundo acreditava, ninguém dava moral,
- 15:31cara, por exemplo, é, é, é. Os OA marinha não queria
- 15:36República, pô. A Maria queria monarquia durante
- 15:39a República, no começo dela. Então, tipo assim.
- 15:41Além de não era só isso, tá? Eu trouxe aqui alguns alguns
- 15:44alguns alguns comentários do Carlos Fidelis, é um historiador
- 15:48muito interessante, porque eu peguei essas informações do da
- 15:51Fiocruz, do site da Fiocruz, porque tem tudo a ver.
- 15:54Daqui a pouco vai entender muito melhor, mas ele falou o seguinte
- 15:56sobre isso, abre aspas entre os grupos descontentes, havia os
- 16:00monarquistas que perderam seus títulos no Brasil, acabou de ver
- 16:03República. Parte do exército formado por
- 16:06positivistas que não aprovaram a República oligárquica que o
- 16:09Brasil nessa época é uma República, mas é aquela
- 16:12República do café com leite? Talvez se lembra da escola que
- 16:14era uma República? Isso nunca boquinha levantar
- 16:18amor que me pode, mas é o que é que o voto de cabresto, o que
- 16:21era muita corrupção, enfim, é, é, é ex, pessoas escravizadas,
- 16:27que tipo assim ela eu acho que a vida acabou, 1888, um anos antes
- 16:30da República, um ano só, e aí, tipo assim, não teve política
- 16:33pública nenhum para inserir a pessoa na sociedade.
- 16:36Essa aí foi foda, não é? Foi um top 3 piores merdas que o
- 16:40Brasil já fez assim facilmente, e uma galera vivendo, tipo
- 16:43assim, curtir isso. Que é tipo uma casa cheia de
- 16:47família fodida, assim sem enfim, não está uma merda, tá ligado?
- 16:51Então tinha muito grupo puto com o governo brasileiro.
- 16:55Nesse contexto, por a pandemia bizarra de varíola, peste
- 16:58bubônica, febre amarela no Rio de Janeiro, então estava tudo
- 17:01disgraça de cima lá no Rio, principalmente.
- 17:04E aí o presidente da época do Rodrigues Alves Rodrigues Alves
- 17:07chegou e falou assim, cara, vamos ter que mudar a imagem do
- 17:09Brasil, porque lá fora a gente virou tubo de estrangeiro, pag.
- 17:12Virou bagunça. Os caras não estão vindo para cá
- 17:14porque tô com medo de morrer. Como faz sentido para.
- 17:16E pegar aqui uma doença e morrer foda.
- 17:18Por isso ele começou porque quero o dinheiro capital num não
- 17:22tem como a capital. Se túmulo de estrangeiro, e aí o
- 17:26prefeito do Rio de Janeiro, Pereira passos, como está
- 17:28falando com você? Junto com o Rodrigues Alves,
- 17:31começaram a organizar. Pô, OK, vamos ter que.
- 17:34Fazer uma parada radical e mudar o Rio de Janeiro, porque o Rio
- 17:37de Janeiro está na merda e a gente vai ter que fazer uma
- 17:39parada que, como eles deixaram um problema, acumular era muito
- 17:41grande. A solução só podia ser uma
- 17:43solução traumática. Pô, uma solução agressiva e vai
- 17:47ser justamente o que vai acontecer.
- 17:48O Rodrigues Alves, o Pereira. Passo, na verdade, ele vai
- 17:51contratar o médico hoje, Valdo Cruz, um que vai vir a fundação
- 17:57é uma fundação fundação Oswaldo Cruz e a Fiocruz é é por conta
- 18:00desse cara, esse cara vai chegar assim, cara, então eu tenho a
- 18:04solução. Ele era é cuidar do saneamento
- 18:07básico. É um cara inteligente.
- 18:08Mesmo assim, manjava, só que a solução é muito agressiva.
- 18:12E aí, meu amigo? Os cara não tinham e a gente
- 18:15pelo menos, foi o que eles sentiram.
- 18:16Não tinha o que fazer. Vão ter que tomar as decisões
- 18:18que Oswaldo Cruz tá falando, tá ligado?
- 18:20E aí que está a razão da revolta da vacina, porque é o seguinte,
- 18:24ó. Outro comentário do Carlos
- 18:26Fidelis, você entender o projeto de urbanização do governo
- 18:30começou a alargar as ruas da cidade.
- 18:32O então várias casas demolidas. Alargar as ruas, porque a Ju é
- 18:37muito RU, é linha, tem algumas ruas no Rio de Janeiro que são
- 18:40bem fininhas, até hoje. Sim, mas é bem pouco assim que é
- 18:43dessa herança aí do Brasil colonial.
- 18:45Aí as ruas aumentaram. A exemplo do que tinha sido
- 18:49feito em Paris, que Paris passou pelo mesmo problema que o Rio, a
- 18:52boa parte dos cortiços da região central foram destruídos e a
- 18:56população pobre foi removida das suas moradias, dando início ao
- 19:00projeto de favelização. 2 momentos da história do Brasil
- 19:05do Rio de Janeiro, especificamente, criaram as
- 19:07favelas. Abolição da escravidão, que não
- 19:10inseriu de uma forma nenhuma a pessoa que era escravizado ali
- 19:14na sociedade e a pessoa meio que foi morando no que dava.
- 19:17E aí, favelas nascendo e a revolta da vacina.
- 19:20Quer, aliás, né? O projeto de para resolver a
- 19:22epidemia da varíola, que foi esse projeto do Osvaldo Cruz e
- 19:25tal, tirou galera, empurrou a galera pra fora e as pessoas
- 19:28tinham emprego no Rio, como é que eu fazia as pessoas que
- 19:31foram naturalmente indo para as beiradas da cidade, né?
- 19:35Nos Morros onde dava ali, tá ligado?
- 19:39No Rio de Janeiro, hoje é é um lugar onde você vê a quantidade
- 19:42de favelas absurda. Tá ligado que durante muito
- 19:47tempo foi um problema? Assim, o Rio tem muita favela,
- 19:51isso é um problema. Com o tempo, descobriu-se que,
- 19:54por não quer dizer que é um problema, porque estão, é como
- 19:56que é a favela, tá, pô, tipo assim, pô.
- 19:58Criminalidade é saneamento básico e hoje até que resolveram
- 20:02muitas, muitos dizendo se alimento básico, principalmente,
- 20:04está ligado o Rio de Janeiro. Hoje algumas favelas tem muito,
- 20:08muito problema ainda. Eu sou de Angra dos Reis, Angra
- 20:11tem muita em morro, sem saneamento básico ainda muita.
- 20:15Mas definitivamente melhorou a parada.
- 20:18Acabou que a favela criou porra 11, virou um antro cultural do
- 20:21caralho. Recebe, criou, porra coisas
- 20:24Brasil pra caralho. Assim, samba é é é, vem da
- 20:28galera marginalizada, favela e por provavelmente, a principal
- 20:32identidade do Brasil. Daí veio justamente nesse lugar,
- 20:34mas sem entrar nesse papo, né? Voltando a falar do que o Carlos
- 20:38Fidelis tava falando sobre o projeto, né?
- 20:40Há além disso, foi lançado um código de posturas municipais
- 20:45que proibiu cães vadios na cidade, vacas leiteiras, um
- 20:50venda de miúdos e carnes nas bancas da cidade.
- 20:54É eu fiz ou com a sua favor? Então, o costume de andar
- 20:57descalço pelo centro foi proibido.
- 20:59Acho escroto, gosto de andar descalço.
- 21:02Por mais a cidade de sua dona. Tá de verdade?
- 21:07Eu morar aqui de Cachoeirinha, assim como pussy passar com um
- 21:11porco e gado. Isso tudo foi criando uma
- 21:13insatisfação enorme da população.
- 21:15Tipo assim, o povo tinha costumes que de criava kovid 20,
- 21:20tá ligado? É, criava para não, não posso
- 21:22andar de pé dos carros com meu post eu não posso mais, porra,
- 21:26posso criar mais um pouco? No centro da cidade com o meu
- 21:29povo de escasso vendendo humilde da fedendo carne meu tava vendo
- 21:34nada é isso daí põe. Socialismo meu não dá muita lei,
- 21:39pois é cara, e aí, galera, a galera tirando a minha Liberdade
- 21:42individual de pois é, de andar com meu porco.
- 21:45Cara, então esse papo de Liberdade individual rolou?
- 21:48Na época, um rolou e isso é importante?
- 21:53Hoje em dia você falar de de vacina e tal, assim tirando uns
- 21:57uns otários. Mesmo assim, a galera meio que é
- 22:00consensual, tirando os otários que aqui no Brasil, né, que um
- 22:03dia comentou algumas vezes, a gente tem esse costume da vacina
- 22:05muito forte. O Brasil está de parabéns nesse
- 22:08aspecto e. Mas.
- 22:11Mas existe esse debate da Liberdade individual e você não
- 22:14queria tomar um porque de fato, você ser obrigado.
- 22:20Invasivo é desagradável, mas é aquilo, né?
- 22:22Cara, pô, você não tomar, você vai ao como manter uma doença
- 22:26que pode matar as pessoas? Então não é uma Liberdade
- 22:29individual, não é uma questão individual mais, mas na época
- 22:32teve esse papo, o nosso querido Ruy Barbosa.
- 22:35Ele quer inclusive, parente da Marina Ruy Barbosa, é não é
- 22:39parente, acho que é a vou, sei lá.
- 22:41Isa, vou no cinema. Esse Brother, que foi ministro
- 22:44do do do Brasil e foi importante, acho que menina
- 22:47fazendo, se não me engano, ele fez discursos acalorados sobre a
- 22:52Liberdade, sobre Liberdade individual.
- 22:54Estou falando, pô, mas as pessoas têm direito de não tomar
- 22:56se não quiser um, tá ligado? Então, tipo, além disso é que o
- 22:59como é que a vacina era aplicada?
- 23:00Os cara invadiram a Casa Branca. Invadir a casa, invadir a casa.
- 23:04Chegava assim, vira o bracinho e, pô, existia 11 lance da
- 23:08sensualidade, né? Nem sensualidade.
- 23:10Mas é um lance de vazio, porque, tipo assim, um homem mostrar o
- 23:13que você gostou de sua cidade até guardar aqui guarda.
- 23:16Mas o aqui, ó tem de Barbie. Voltou para a barca.
- 23:21Mas a mulher fazer isso é invasivo para caralho.
- 23:24É empregado e, se é for, é pra conversar, é muito invasivo, mas
- 23:30entendeu? É tipo assim.
- 23:31É um lance que, pô, na época, era um tabu.
- 23:33Mostrar aqui é Luan. Eu acho que os caras não viu nem
- 23:35tornozelo de Minas, né? É, pô, não é um lance muito e aí
- 23:38pro Do Nada a pessoa aleatória chegava e vi uma parte, tá
- 23:42ligado? No meio, delicado sim, o é,
- 23:44porra. Mas, enfim, não é como o Carlos
- 23:49fez. Ele falou.
- 23:49A população não aceitava, era a casa invadida para ser vacinada
- 23:52e havia uma forte discussão sobre o direito do estado mandar
- 23:55no corpo do cidadão ç a mesma questão, voltou a ser voltou à
- 23:59tona recentemente com a vacinação do co vid o corpo é
- 24:02inviolável, não é isso? Justamente isso o papa, mas
- 24:04antes de entrar mais aqui nesse papo, eu quero trazer novamente
- 24:07a questão para você é lindo, micro, essa grande figura em que
- 24:10que é na medicina, não da medicina, é justamente você,
- 24:14você, você é o sou contra. Não deixa eu explicar primeiro
- 24:18você é o Rodrigues Alves Pereira, passe Oswaldo Cruz.
- 24:21Puta que se eles 3 é você está aqui.
- 24:24E aí você vai resolver São Paulo, um que tu faz.
- 24:30É resolver São Paulo no Rio, não é?
- 24:32No caso, não São Paulo que tu tá aqui.
- 24:34Não sei nisso aqui. Como é que você resolveria São
- 24:36Paulo? Eu tipo assim, quais são os
- 24:39problemas e como é que você viria hoje?
- 24:41É agora, tipo assim, você tem o direito que uma chave agora você
- 24:45resolve o que você faria? Ai eu procuraria um Monte de
- 24:48pessoal mais inteligente que eu. Bom, há gostei que não é difícil
- 24:52achar. Aqui no prédio tem uns 8 cara
- 24:55não cara, Oo 26 mexeram com auto estima do cara.
- 24:58Não estou para baixo é não. Não houve baixo, por favor 20
- 25:01deixa nos comentário, elogio pra gente, gênio tá também não
- 25:04precisa de segue, não dá um dá um elogio ao vadiar por favor,
- 25:07tadinho, não eu. Então, mais de vacina, não de
- 25:12tudo é o é que eu acho que o problema de um dos maiores polos
- 25:14de São Paulo é a as pessoas em situação de rua.
- 25:17Eu sabia que é por isso que eu trouxe a pergunta é, a gente
- 25:19sempre conversa de Jéssica, caraca, que você vai fazer com
- 25:22essa cara? Tem os caras tão tudo fodido,
- 25:24então tem um Monte de família na rua.
- 25:26É e novamente. Não é que no Rio não tenha, não
- 25:30é que em outras capitais não tenho tem, mas São Paulo é muito
- 25:33mais um número. Talvez a pessoa que mora em São
- 25:36Paulo não saiba disso. Tá ligado que quando eu chego
- 25:39aqui, a quantidade maior é toda esquina?
- 25:41É isso. Não é tanto, muita gente, é
- 25:44muito mais do que o normal. Assim, muita barraca, muita
- 25:46parada é enfim, né? A gente a gente conversou um a
- 25:5070000 × 70000, eu acho que é o lance de criar oportunidades
- 25:54para essa galera não criar moradias populares, talvez, mas
- 25:57é foda de criar moradias populares, porque tu vai.
- 25:59Tirar as pessoas da rotina delas, já que elas estão aqui,
- 26:02então aí por mais vai fazer, vai fazer a força.
- 26:05Força não dá, não é? Não pode fazer isso.
- 26:06E aí também tem um lance em paralelo, é colocaria craque
- 26:11como secundário e saúde mental em primeiro, assim que tem um
- 26:14lance saúde mental é foda. Cara que falou, cara, um lojas
- 26:16grande, grande parcela, gente, às vezes balança, né?
- 26:20Não, não fala real eu e tu às vezes trampando na moral, zenha
- 26:25com a de vez em quarta, condicionado a de vez em quando
- 26:28dá os drusos treme, link de loucura.
- 26:30Imagina a pessoa que, pô, vive na rua, que não tem o que comer
- 26:33direito? Eu acho que eu me encontraria
- 26:35com pessoas mais inteligentes que eu definitivamente já são.
- 26:37É isso. Para tentar criar estratégias de
- 26:39incentivos e moradias populares e reinserção social, a lenta.
- 26:45Com talvez uma retroalimentação dessa própria cena, né?
- 26:48Dessa galera, um repente sai de lá aí, pô, tem um lance de
- 26:52moradia popular e uns 2 anos de reinserção na sociedade, talvez
- 26:55com pessoas a assistentes sociais que possam ajudar essas
- 26:58pessoas a conseguir 11 emprego. Talvez esse emprego dentro
- 27:02dentro dessa própria indústria disso, né?
- 27:04Talvez sei lá, a gente possa ter um Monte de gente que precisa de
- 27:07cobertor, né? Faz uma galera que faz uma
- 27:09fábrica de cobertor, não vai tendo.
- 27:10Enfim, né? Acho que talvez alguma coisa
- 27:13nesse sentido seja seja um caminho, isenções fiscais para a
- 27:17empresa chegar junto também. Para estimular a empresa chegar
- 27:20junto nesse tipo de coisa, para empregar, a empregada tinha uma
- 27:23empresa de que que que produz cobertor, alguma coisa do tipo
- 27:26é, pô, se você contratar essa galera, isenção fiscal para
- 27:29pessoas estimular aquilo, isso com certeza é óbvio que está
- 27:33apenas no brainstorming que jogando em cima da mesa as
- 27:36ideias que vem na mente, mas definitivamente a pessoa
- 27:39primeiro tratar, né? O que ela tem?
- 27:41Priorizando saúde mental, é uma cidade de ortas, é coletivas
- 27:46também, lógico. Podem me chamar uma galera, essa
- 27:48galera, Trump, ar para fazer comida para essa outra galera
- 27:50que está ainda na rua. Talvez fazer, tipo umas
- 27:54cooperativas para a alimentação saudável e sem agrotóxicos,
- 27:58para, para creches públicas e universidades, chegar muito em
- 28:01ONGs e projetos e acha que já existem também e rinha, né,
- 28:05cara? Lutar entre eles e a gente.
- 28:08Apostar? Não, não, nem que não.
- 28:12Pegar em projeto social que já existe e perguntar também é
- 28:16receber de projeto social soluções que às vezes tem muita
- 28:19ali, olha ali o financeiro antes, como assim?
- 28:22Ver? Porque tem muita ONG que tem que
- 28:23entender como é que o quão efetiva as ONGs são algumas
- 28:27longas, né? Não é, mas aí qualquer coisa
- 28:30assim, pô, sim, como um dia, assim como as empresas que eu tô
- 28:33falando de isenções fiscais, sim, podem o qual o dono declara
- 28:372800 que é porque tem aquela parada de um de muita ONG, sei
- 28:41lá, cada, sei lá, 1 BRL que se coloca.
- 28:44Só consegue investir um, sei lá, 3 centavos, porque o resto vai
- 28:47para alimentar a própria parada e não, hã.
- 28:50Enfim, tá, mas isso está implícito, né?
- 28:52Correr atrás, por não ter mutreta.
- 28:54Isso não, mas não, não necessariamente.
- 28:55A mutreta. Ham não é.
- 28:57Não. Não é desonestidade da pan, é,
- 28:59é. É uma necessidade de daquela ONG
- 29:02continuar e talvez é, sei lá, publicar o trabalho dela.
- 29:07Essas paradas, ela, 11 má administração?
- 29:09Talvez não, né? Se não é a corrupção necessário,
- 29:11entendi, entendi, não vale do vale do beliche.
- 29:14Danilo voltando aqui pro nosso caso aqui do Rio de Janeiro, na
- 29:17revolta da vacina, o estopim da revolta mesmo aconteceu em
- 29:20outubro de 1904, quando, né? O Osvaldo Cruz ele falou,
- 29:24rapaziada, tem que ser vacinar porque, porque sim, se não
- 29:27vacinar, olha só, não vai poder matricular a criança na escola.
- 29:32Se não vacinar, vacinar, não vai poder ter emprego, não vai
- 29:35assinar a carteira. Caguei, não vai poder viajar,
- 29:38não, não vai poder é, não vai poder casar não, tipo assim não
- 29:41vai poder. Trump à casar havia, não fodeu,
- 29:44é tipo assim. Cerceia pessoa de todas as
- 29:47formas possíveis para que ela fala melhor.
- 29:50Eu viram uma cara de boi do que eu perdi isso tudo, pô?
- 29:55Essa é a solução dele, tá ligado?
- 29:57E multa, né? Nunca.
- 29:59Não, não falhava a velha e boa não é boa.
- 30:01Essa aí mexe mundo, corre 500 aí pra ver se eu só não se vacina é
- 30:05esse aí, não falha isso aí, não falha, multa pra galera que não
- 30:09queria se vacinar e aí, né? A galera falou, fudeu, porra,
- 30:13virou bagunça, tá ligado? E começou a protestar.
- 30:18Um povo começou a protestar, começar a se organizar e aí, né,
- 30:21acabou que é é? Os protestos contra a vacinação
- 30:24obrigatória foram crescendo contra o governo.
- 30:26Tipo assim, quem governa está ligado, acabou de entrar um
- 30:29governo novo. Eu gostava do Dom Pedro, o rumo
- 30:32que a minha, a pessoa que viveu Dom Pedro, está vivendo isso.
- 30:35Isso é importante também, não é? Uma galera tava de boa aqui
- 30:38agora. Celso Pitta tava aqui, chegou um
- 30:40cara Do Nada que não errei. Tá falando agora que pô é, é, eu
- 30:45sou obrigado se não vou trabalhar, entendeu?
- 30:48Com Dom Pedro não era assim, entendeu?
- 30:49Quer dizer, tipo, isso tudo foi foi tão traumático para a galera
- 30:53e pô, intelectuais discursando contra a vacinação, como o
- 30:57próprio Rui Barbosa discursando contra, falou que não pós do que
- 31:00a Liberdade, mas os canais ou é mesmo, então acabou que o povo
- 31:03foi se revoltando, revoltando. E não é como eu falei com você,
- 31:07começaram as as as revoltas contra a vacinação obrigatória e
- 31:11contra o próprio governo. Ensine.
- 31:12Como é que essas essas manifestações a galera da dava,
- 31:15batia no médico? É, não, não OA própria porra
- 31:18daria, mas Oo mais clássico, até foto disso é bom, de derrubado
- 31:24derrubar os bons de foda sim, barricadas, cara, fazer a
- 31:27barricada foi 30, o cara foi, foi, foi, foi lá bonde é, é, foi
- 31:33realmente deu merda assim mas ela morreu e a população foi
- 31:36ouvida e. Acabou que o que aconteceu,
- 31:39então, olha só os manifestantes, eles viraram bonde, foram
- 31:43atacados, queimou bonde, tocou usada na cidade, manifestou de
- 31:48manifestantes, romperam fiações elétricas, levantaram
- 31:50barricadas, derrubaram árvores e apedrejaram carros.
- 31:54Povo ficou puto, velho e bom povo.
- 31:56Ficou puto. No final, 945 pessoas foram
- 31:58presas, feita 110 feridos e 30 mortos.
- 32:02Morreu uma galera, foi, foi, foi um lance, foi um seríssimo, foi
- 32:05o çarismo justamente, e aí o que aconteceu, não é, revogaram.
- 32:08Revogar a lei o povo não é bobo. Abaixo, a rede Globo Oo povo
- 32:12conseguiu fazer com que não? Então beleza, vocês querem isso
- 32:15aí? O governo falou, há não, vocês
- 32:16querem Liberdade, né? Então meu amigo aqui, ó.
- 32:20Lavo minhas mãos. Acabou, não preciso vacinar não,
- 32:24tá bom, só espera um tempinho só e saiu no dia Dezesseis de
- 32:29Novembro. Acabou.
- 32:31Que não é mais obrigatório. Há uma coisa interessante é que,
- 32:352 anos depois de 1908, voltou uma epidemia maior de varíola e
- 32:40começou a matar uma galera com mais de 6500 casos.
- 32:44De acordo com a Fiocruz, uma galera voltou a morrer, e
- 32:47adivinha que o seu? O povo começou a querer vacina
- 32:50puta. EA games para você começou a
- 32:52pedir, mas não a vacina aí e obviamente que, pô, adiantou
- 32:56muito mais, cara, avariou só foi é erradicado no Brasil em 1971.
- 33:01Demorou muito tempo hoje radicada umas harisi, mas
- 33:04doenças que nós ganhamos, vencemos assim é até tem, né?
- 33:08Tem um. Tem uma frase interessante, eu
- 33:10não me engano, na própria Fiocruz, tem varíola guardada na
- 33:13portinha e aí todo mundo disse assim, por que que sabia?
- 33:16Tu tá aí, tá ligado? Mas pô, eu estudo, né, hã?
- 33:18Tem certeza, é e vai que vem um ZTA única coisa que vem a
- 33:22varíola não e vai que volta tem que estudar a parada é não,
- 33:26então mas aí tem gente que que debate assim, pô, mas às vezes
- 33:28daí vai ser o que vai trazer de volta o Sporting, mas daí é do
- 33:31destino. Que eu cometo isso, mas é aí,
- 33:36Edu vai no seu carro, bola está contra tudo.
- 33:38Mesmo contra o destino Vitinho, entendi, entendi uma coisa que
- 33:41foi muito criticada, que durante essas manifestações aí do povo
- 33:44puto pra caralho é que aproveitaram pessoas que não
- 33:47estavam envolvidos para aprender assim.
- 33:49Então vários cafetão, malandro, estragado, que o malandro é a
- 33:52figura do Rio. Não sei se está ligado o
- 33:54malandro, ele é 11 entidade é tipo 111 classe social existe Oo
- 34:01homem, a mulher e o malandro. Um delegado é 11 parada, que é o
- 34:05cara ali com os esquema dele. Assim que cada um geralmente
- 34:08envolvido no jogo do bicho. Mas tem várias malas, peraí.
- 34:11Vários malandros foram presos, tá ligado que não tinham
- 34:13envolvimento, mas aproveitou. Dizem que a polícia aproveitou e
- 34:17conhecendo a cidade maravilhosa que eu conheço, provavelmente é
- 34:21verdade mesmo na esquina, ali é aproveitarem uma prende, seu
- 34:25otário fala que ele gritou com a gente, falou o número de pessoas
- 34:28presas e morta é, foi muita gente foi de quase 1000 pessoas
- 34:31presas nessa foi muito bizarro. Mais de que forma, né?
- 34:34Fica aí AA moral da história aqui da revolta, da vacina que
- 34:37quer Liberdade, toma, não, mas aí Vitinho, quero saber, a.
- 34:42Por que que nós vamos? Qual o motivo que tu acha que
- 34:45vale a pena a gente sair, quebrar tudo aí, pô.
- 34:48Que é isso? Vai sua pergunta?
- 34:51Não, pô. Agora é cara.
- 34:54O que que tem acontecer pra gente ter essa, essa não, eu
- 34:57acho que já acontece em algumas coisas que são inaceitáveis,
- 35:02dentre elas a própria questão de tanta gente em situação de rua,
- 35:06sem inaceitável é que é uma parada que é foda de ter o
- 35:09gatilho de empatia. Nas pessoas?
- 35:12Não, não, não à está. Está falando que Oo que
- 35:15provavelmente não, não, não tinha te feito uma pergunta e
- 35:17falei como se eu tivesse feito outra.
- 35:19Entendi, entendi, não, não, eu acho que merece.
- 35:22É um bom motivo à quebrar tudo porque para o governo virou
- 35:26bagunça para quem está em situação de rua, sim.
- 35:30Preço de coisas de rango, Mano, é porque a gente é muito
- 35:33privilegiado, velho, mas. Oo, que está acontecendo no
- 35:38Brasil hoje? É gente morrendo de fome.
- 35:40Como nunca. Como décadas não rolava o preço
- 35:45dos bagulhos, pô, vagabundo. Vendo um soro de leite velho
- 35:48soro de leite é resto de leite. Pô, dava para porco.
- 35:52Virou bagunça, pô, osso que elas?
- 35:54Imagens das famílias abrindo, pegando o caminhão de lixo.
- 35:57Se isso não é motivo pra gente quebrar tudo virou bagunça,
- 36:00absurdo, virou normal. A gente tem que ter força EEE.
- 36:06É é sagacidade, para é saber onde que está a linha do
- 36:10absurdo. É difícil de encontrar.
- 36:12É, vai passar uns. Passou.
- 36:14A gente passou, faz tempinho, já faz um tempinho, passou a linda,
- 36:17absurdo, gente parando o caminhão de lixo para pegar
- 36:20comida. Porra, muito melhor derrubar 3
- 36:24bonde, 3 bronzes, 3 bonde que assim, vidro, estava pensando em
- 36:28vidro já pensando na sua palavra de quebrar uns vidro, tá ligado?
- 36:32Foda-se, vai de uns mercado, aí invade o mercado estrangeiro
- 36:35grande há pelo amor de Deus, tem muito os pequeninhos, não, mas
- 36:38não os pequeninhos de tudo, troca idea, afago.
- 36:41Cara, pô, se ligar também não é? Se liga, tá?
- 36:44Eu mando assim, mandou uma pavor, Zinho, de leve, não, mas
- 36:47é Sério, cara, eu acho que a questão é, é fome, é frio.
- 36:52É essas coisas muito fundamentais não podem ser
- 36:56tratadas como aceitáveis, não são, nunca serão, nunca serão
- 37:01aceitáveis. EEEA gente só engole porque a
- 37:04gente está sendo enganado, entendeu?
- 37:06Não é que se tornou aceitável. Não existe um projeto para
- 37:11enganar. A gente tem de aceitar o absurdo
- 37:14como algo normal. Eu acho que não.
- 37:15Acho que não. Não dói tanto assim, mas por que
- 37:17não dói? Porque a gente não tem empatia
- 37:19porque a gente não tem batia. A questão é essa, por que que a
- 37:23gente não tem? Por que, por que as pessoas,
- 37:25gente? Porque tá cara, é porque existe
- 37:2711 sistematização. Existe 11 a quantidade de
- 37:31pessoa, forma que que o absurdo é tratado é, é é dita Oo dito o
- 37:37clima da do absurdo. Pô, se pessoas com poder ou não
- 37:42olharem para pessoas em situação de rua E falarem publicamente,
- 37:46que isso é um absurdo. As pessoas pensam que não é se e
- 37:50se torna a pauta em filme em novela e é OK, putz, morra aqui.
- 37:54Ele deu o Zequinha da rua pro pra puxa o Zequinha da rua
- 37:57dançando um samba. UOL ele gosta de samba?
- 38:00É da rua, né? Entendeu?
- 38:01Isso vira um aceitável. OA empatia é construída para a
- 38:06humanidade, é construída, desumaniza e Humaniza AO grupo
- 38:09que você quiser. Não é eu, eu, eu.
- 38:12Eu não acho que. Que.
- 38:14A humanidade, ela seja algo em si, cara, é moldada.
- 38:19Ela é montada como um quebra-cabeça.
- 38:21Define-se o que que pode, o que não pode a propriedade privada.
- 38:25Hoje ela está lá em cima, Na Na, No No sagrado.
- 38:30Pessoas morrendo em de frio na rua está lá embaixo e é isso,
- 38:34entendeu? Porque porque, quando por quebra
- 38:36um banco. Rola uma comoção geral.
- 38:40Rola 11 artista famoso que fazendo um comentário posição
- 38:44contra a violência, violência, dormir na rua, porra.
- 38:47Violência não tem o que comer. E é isso.
- 38:50Eu quero dizer que a empatia ela vem daí.
- 38:51A empatia não está dentro da gente que nasce como algo
- 38:54bonito, que a gente não não é empatia, é construída a empatia,
- 38:57ela tem que ser montada. A nacionalidade AAO brasileiro,
- 39:00o que seja lá o que for o brasileiro brasileiro, ele é
- 39:04criado e a gente decide o que tipo que a gente quer criar.
- 39:09Eu acho que ele tem que criar OOO brasileiro que vira bonde.
- 39:15Que quebra banco. Mas que não aceita a pessoa
- 39:18dormir na rua, que não aceita a pessoa não ter que comer.
- 39:21Eu quero criar esse. Foi Do Nada, isso não é eu
- 39:25fiquei. Voltavam, cara, eu não tava
- 39:27ouvindo meu. Acho que Oo foro eu estava
- 39:30pegando, estava pensando em fazer essa piada, botei um pão,
- 39:32era filha da puta, ficou puto, cara, é, é o falou que ia tirar
- 39:36o cara da vacina, né? Eu, eu, eu vi a parte da
- 39:40varíola, obrigado, amigo, obrigado, eu fico chateado,
- 39:42cara, fica chateado, não é? É?
- 39:46Eu. Eu, eu tenho parentes que já
- 39:50passaram uma parede muito próximo, passando necessidade
- 39:53muito absurda. EEEA fome, cara, é um lance
- 39:58bizarro, tá ligado? A fome é um negócio que.
- 40:02Nunca cheguei perto de passar importantes, Claro, mas é que eu
- 40:04tenho paredes muito próximo, já passaram fome real.
- 40:07E são pessoas que não conseguem, porra.
- 40:11Hoje, Viver A Vida como eu vivo assim.
- 40:14Que o só que tem aquela parada porque é pela crise é
- 40:17traumático, exato. Que não deixam 1111 grãozinho de
- 40:22arroz no prato, tá ligado que não?
- 40:24Não, não, não compra nada caro, toda coisa quando eu eu levo
- 40:29esse parente meu para para comer alguma coisa, só tem uma
- 40:32pergunta que vem na boca, parece quanto que foi isso aí, né?
- 40:34É tipo aquela, quanto que é isso daqui?
- 40:36Quando você gastou que vivenciou a guerra?
- 40:38Exato, é exatamente como ele tá ligado, esse é meu ponto.
- 40:43Oo absurdo. Tem que ser de acordo com a
- 40:47profundidade do trauma, entendeu?
- 40:50E dormir na rua é isso, dormir na rua é é pior que o Vietnã
- 40:55talvez vá. É, esse é meu ponto e em números
- 40:59é muito maior. Pois é, pô, entendeu?
- 41:02Acho que só em São Paulo já deve ser mais do que o que que faz as
- 41:06pessoas terem compaixão pelo por pelo cara do Vietnã.
- 41:09Filme, pô, tá, então filme de gente na rua, é isso que ele
- 41:13precisa. Talvez série série, mas não só
- 41:16isso, né? Não só isso, tá?
- 41:18Que tipo de universo, que tipo de série?
- 41:22Tipo de vampiro vampiro está só de rua, é.
- 41:29Eu te odeio rir é uma piru. Eu estou viro, mas eu não acho
- 41:35nem sangue para comer, aí eu vou ficar triste ovelha boca?
- 41:39A shop faz disso não, cara, vou fazer tem de repetir Oo
- 41:46crepúsculo do da da pobreza entendi o crepúsculo ou a esse
- 41:49nome não é foda então. Não, esse não.
- 41:52Esse nome é ruim, tá tudo errado.
- 41:54Estou errado ou estou errado? Estou errado?
- 41:56Entende? Lobisomens e a casinha, pô,
- 41:58velho, tem coisa velho, tem coisas, mas é cultura.
- 42:01Tu tá falando, eu acho que é por aí, né?
- 42:03É não só né? Mas definitivamente também é.
- 42:05Eu não é? Eu acho que eu acho que esse
- 42:06caminho, porque para sentir empatia tem que ter um filme.
- 42:09É, eu não funciono de outro jeito.
- 42:12Tudo o que eu faço tem que cara filme é, eu não sei de nada,
- 42:16velho. Eu não sei de nada, entendi, tem
- 42:18que ter filme velho, tem que ter filme uma forma é outro, passa
- 42:22por aquilo o alguém muito próximo a gente passa e te passa
- 42:26essa relação ou é um filme irado com Santoro?
- 42:31Ele, cara em cada papel, é qualquer papel.
- 42:33Na verdade, deve ser uma enxurrada de filmes.
- 42:35É, é. Mas vai, vamos trabalhar isso
- 42:38aí, Vitinho, vamos. Eu e tudo os diretor, 2 homens
- 42:44brancos, a classe média, nem com essa, hã, não, não vem com essa
- 42:48vem lá. Acorda galera que tá na rua, pô.
- 42:49Não, não vem dizer me chamar de branco a não.
- 42:53Então por que que no futebol de branco, por que que eu não
- 42:56futebol de branca? Eu falei isso e fiquei pensando,
- 42:59eu fiz assim, eu vou achar o argumento, não Michel.
- 43:04Ai, cara, é foda isso. Alexandre já falou muita merda.
- 43:08Não faltam, é isso. Vamos virar os bondes, vamos
- 43:10virar os bondes dos bons. É essa história da revolta da
- 43:13vacina. Beijo,