Latest / SuinoCast · by PPGVET / Dr. Tiago Goulart Petrolli: Nutrição e Saúde Intestinal Suína | Ep. 236
Transcript
- 0:05Está no ar o primeiro podcast da suinicultura brasileira, o
- 0:09suinocast. E reação inflamatória,
- 0:12principalmente o intestino. Ela é ruim?
- 0:15Pensando em em desempenho, digamos assim, porque o
- 0:18organismo acaba redirecionando toda a sua a sua prioridade
- 0:24metabólica para a sobrevivência. Para as defesas, né?
- 0:27Eu lhe direcionar menor ácidos de.
- 0:30Ele redirecionar energia e tempo também, digamos assim, para
- 0:34estimular as defesas. E ele enterrou pra depois de
- 0:37proteína muscular e aí a gente vê isso no campo.
- 0:41Como piora local alimentar, como redução na deposição de carne
- 0:45magra, na carcaça também. Siga-nos nas redes sociais
- 0:49YouTube e Spotify. Para ter acesso a conteúdo
- 0:52técnico atual de qualidade e reverente e gratuito.
- 0:59O sinocast só é possível através do apoio de empresas inovadoras
- 1:03e que apoiam a educação continuada na suinicultura
- 1:05brasileira altech soluções nutricionais para uma produção
- 1:09rentável e sustentável, MS shippers paixão pelo agro serva
- 1:14sempre com você. Além da saúde animal, Giga alta
- 1:18performance sem esforço. A ipra é uma empresa
- 1:23farmacêutica multinacional focada na prevenção e no
- 1:26diagnóstico, utilizando a pesquisa e a inovação como base
- 1:30para seus conhecimentos e desenvolvendo produtos com
- 1:33excelência, credibilidade e otimismo.
- 1:36Ibra, construindo imunidade para um mundo mais saudável.
- 1:48Olá, sejam todos muito bem-vindos para mais uma edição
- 1:50do nosso sinocast. Meu nome é Guilherme branco, sou
- 1:53veterinário, host do programa aqui e hoje.
- 1:56O nosso convidado especial, doutor Tiago Goulart de petrolí,
- 2:01professor doutor da universidade unoeski de Xanxerê.
- 2:07O convidado é interessante porque nós vamos falar aqui de
- 2:11nutrição animal, nutrição da da suinicultura professor fica.
- 2:15Muito bem à vontade aqui no nosso programa.
- 2:18É um programa leve. Programa democrático o programa,
- 2:22que Visa formação continuada na academia.
- 2:26Eu sempre falo que os nossos é AA assistentes, aqui são alunos,
- 2:32são produtores, são professores, são futuros alunos, futuros
- 2:39produtores, os filhos dos nossos produtores, né?
- 2:42E os consumidores? E eu sempre chamo muita atenção,
- 2:45os não consumidores da proteína, e é uma responsabilidade.
- 2:50Grande para nós, também. Tentar envolver toda toda essa
- 2:54cadeia. Aliás, uma cadeia que está de
- 2:56parabéns. Essa semana foi divulgado aí o
- 2:59aumento no consumo na Carolina, batendo mais de 20 kg hoje por
- 3:05habitante, é no ano, então estamos todos de parabéns aqui,
- 3:10doutor Tiago que é? É?
- 3:15Zootecnista, nutricionista. Com mestrado e doutorado nas
- 3:20universidades de Viçosa e na e na Unesp.
- 3:24E formado Na Na Udesc, né? E hoje professor da unoesp, seja
- 3:30muito, fica bem à vontade, Tiago, para nossa conversa e
- 3:35antes de de de começar é tu tu, tu está aí no Oeste do de Santa
- 3:40Catarina, num num, num polo formador de pessoas e num e num
- 3:45lugar de grande produção destruídas e aves, não é?
- 3:48Eu tive a oportunidade de trabalhar também no s
- 3:51catarinense. E eu gostaria 11 curiosidade
- 3:54inicial, eu fiz aqui a tua produção é formal?
- 3:59Eu gostaria que o Tiago se apresentasse por ele mesmo.
- 4:02Da onde, que que vem o Tiago? Da onde?
- 4:05O interesse pelos animais, o interesse pelas opiniões como
- 4:10como chegou AAA essa caveira? E hoje como, como professor,
- 4:14formando pessoas, não é? Então Tiago fica muito bem à
- 4:16vontade aí para nossa conversa. Olá, Guilherme, bom dia.
- 4:20Muito obrigado pelo pelo convite.
- 4:21Fico muito feliz em em. Poder conversar um pouco sobre
- 4:26silicultura, conversar, porque sobre nutrição animal com.
- 4:29E um pouquinho com a com a cadeia produtiva, né?
- 4:31Um assunto e uma área que é. Tenho muita Alegria em
- 4:36conversar. Nem quando nós temos Alegria e
- 4:38em falar do que faz, as as coisas fluem facilmente e
- 4:41naturalmente, né? É eu.
- 4:43Eu tive um. Assim, 11 estímulo para entrar
- 4:47nessa nessa linha de pesquisa. Nessa linha de trabalho não é
- 4:50muito pela pela região onde estou inserido, né?
- 4:53Hoje aqui o Oeste, Santa Catarina, talvez é o maior polo
- 4:57de concentração dos filhos, né? Do do do país, da produção.
- 5:01Então eu acompanhei desde a minha infância, meus familiares
- 5:05foram o portão dos suínos. É o meu pai também, é azul
- 5:09tecnista, meio professor, então eu tive muitas influências
- 5:12dentro de casa e muito próximo da casa também, né?
- 5:15Que que me fizeram seguir por essa área, né?
- 5:18Então acabei cursando o seu piquenique na leste, Chapecó, aí
- 5:21fui para as pós-graduações, né? Mestrado e doutorado em Viçosa e
- 5:25em Jaboticabal e aí depois tive AA Felicidade em conseguir
- 5:29voltar aqui pra pra nossa. Para minha região de origem, né?
- 5:33Para poder atuar EE contribuir na formação de novos
- 5:36profissionais na universidade e também poder é.
- 5:41Desenvolver a região, né? Gerando profissionais de
- 5:43mercado, gerando pesquisas, tentando é.
- 5:47Trabalhar com novas tecnologias, novos desenvolvimentos para
- 5:50melhorar a cadeia suinico aqui de nossa região eu fico muito
- 5:54feliz por por essa oportunidade de estar cometendo um pouquinho
- 5:58com vocês também. Legal.
- 6:00Como que é o nome do teu pai, sabe?
- 6:02É Osmar petrole. Que bom que teve essa essa
- 6:05sucessão. Já estou escutando aí atrás que
- 6:08está que vai ter sucessão também?
- 6:10Ah, sim, sim, já quase tive uma invasão aqui no.
- 6:14Filho foi no detalhe a. Família participando, né?
- 6:18Que que legal que tem essa. Eu falo que são as pessoas de de
- 6:23pé surge uma gente não pode falar que é o pé surge porque
- 6:25AAA é uma atividade que trabalha com muita limpeza, né?
- 6:29Mas as pessoas que vêm da produção, que que, que, que que
- 6:32participam, né? E que têm esse gosto e que,
- 6:35felizmente, continuam EE de uma maneira de de ensinar as pessoas
- 6:41e repassar a nossa cadeia muito, muito legal saber dessa, desse,
- 6:46dessa. Trajetória EEE, vamos lá então
- 6:50tu, tu, tu é bem sabedor do do não só da academia, mas das das
- 6:56dificuldades, da dos desafios. Vamos chamar assim da da nossa
- 7:00cadeia, né? EE, colocando aí numa área
- 7:03específica da nutrição quanto dinheiro passa pela nutrição,
- 7:07quanto, quanto que, que, que que, move toda a cadeia, EEEEA
- 7:12importância que a gente tem em discutir o assunto.
- 7:16E eu já começo aqui EE eu e eu. Eu sempre associo as questões da
- 7:21nutrição com com as questões de de sanidade também, né?
- 7:25Certo, é eu, eu. Eu já fui extensionista e eu e
- 7:28eu sempre falava para os nutricionistas, pô, se o
- 7:31problema não é AAA volação, o problema é a semi, né?
- 7:35Nunca, nunca é manejo. Para.
- 7:39Pagar a conta, mas é brincadeira à parte, tem toda essa esse
- 7:45envolvimento aí na parte nutricional ou na sanidade dos
- 7:49animais que vêm, não, não necessariamente do crescimento
- 7:51da nutrição, mas o impacto pela nutrição é causa EE todo Oo ser
- 7:57vivo, né? Então eu gostaria Tiago que a
- 7:59gente pudesse uma discutida aqui na questão de saúde intestinal,
- 8:04né? Aonde?
- 8:06Não necessariamente no desenho da nutrição, né, mas qual que é
- 8:10o impacto geral? Quando a gente fala em saúde
- 8:13intestinal, a gente sabe do do, do, da importância que tem o
- 8:17todo o trato digestório, né? Lá Na Na.
- 8:21O desenvolvimento do animal e nada melhor que um professor
- 8:25para nos dar uma aula aqui de todo esse impacto.
- 8:28E eu sempre lembro do do desafio do leitão lá ao ser desmamado,
- 8:32né? Um ser vivo aí que que tá No No,
- 8:37no conforto da mãe, No No, no leite quentinho é no convívio aí
- 8:42com seus irmãos EE vai pra um ambiente Pra Ele hostil, né?
- 8:47Por melhores que sejam as instalações hoje de creche, é o
- 8:49é um ambiente hostil, perde OOO, tem a troca do substituto do
- 8:55leite por uma fação até por 11, coisa que é nova Pra Ele, né?
- 9:00Tá tá aí se desenvolvendo o sistema digestivo OAA questão
- 9:04imunitária que ainda tá o desenvolvimento.
- 9:08Os outros animais tem toda a questão da água que, mas não sou
- 9:13eu que vou falar aqui mesmo, mas tem toda a gente, enfim, um
- 9:16prato cheio aí pra nos dar 11 aula, tinha que fica, fica à
- 9:20vontade que Oo tu tá com o giz na mão aí.
- 9:24Não sem dúvida, sabe que diad toda essa essa, essa introdução
- 9:28que você trouxe, me lembrou muito uma das uma das minhas
- 9:31falas que eu inicio sempre quando eu trabalho com os alunos
- 9:34da disciplina, eu falo que o nosso papel hoje, queira ou não,
- 9:37é, é transformação de milho e fera de soja em carne, né?
- 9:41Pensando no nosso papel enquanto.
- 9:45Fornecedores de proteína animal para a população, né?
- 9:47Nós precisamos de papel muito importante quanto por tônicos
- 9:50rurais e quanto por tênis de suivas pra fornecer uma fonte de
- 9:55proteína no? Barata e que consiga manter a
- 10:00cadeia produtiva e a cadeia econômica do país como um todo,
- 10:03né? Hoje eu vejo que a carne suína,
- 10:06ela é fundamental, não só em termos nutricionais, né?
- 10:09Para a população, mas em termos econômicos, porque é uma das
- 10:13opções mais baratas. Hoje, ela é praticamente mais
- 10:16barata que a carne de frango, né, que historicamente sempre se
- 10:19dizia que a carne de frango era a proteína mais barata de origem
- 10:23animal para a população. E se nós pensarmos hoje que a
- 10:27nutrição ela hoje, ela corresponde em torno de uns 70 a
- 10:3275% do custo de produção de qualquer sistema produtivo, é, a
- 10:37gente consegue pensar que todo o capital de giro de uma empresa,
- 10:41se nós fizermos uma conta no 100% desse capital, 75% dele
- 10:46passa pelo tubo de estilo dos animais.
- 10:49Então, hoje, fazendo um exemplo hipotético, uma empresa que
- 10:52movimenta. Um bilhão de reais por semestre,
- 10:57por exemplo. Desse um bilhão em torno de
- 10:59750000000 de reais vai estar passando pelo tubo de estilo dos
- 11:04animais. Eu brinco com os alunos, é
- 11:07melhor fazer um seguro contra 11 incêndio no abatedor.
- 11:12Ou fazer um seguro a investir em saldo intestinal?
- 11:16Eu, eu. Eu vejo que essa intestinal
- 11:18acaba que montariamente, ela impacta mais, porque muito do
- 11:22capital de giro, da agroindústria passa Por Ela, né?
- 11:26E nós temos, por mais que o intestino não é considerado 11
- 11:30corte comestível, um corte, um corte da carcaça, por exemplo.
- 11:34Mas é ele que é a primeira Barreira que vai propiciar a
- 11:38transformação do dos alimentos. É, vamos considerar a base
- 11:42milífera de soja e carcaça em proteína de origem animal, então
- 11:46a. Fundamental é imperativo hoje
- 11:49que, em qualquer programa nutricional, se trabalhe com os
- 11:53preceitos e garantia da saúde intestinal, né?
- 11:56Hoje, até pouco tempo atrás, as linhas de raciocínio se
- 12:02trabalhavam muito em. Substituir antibióticos em
- 12:06diminuir pressão microbiana em conservar a altura de velosidade
- 12:10intestinal. Hoje nós estamos indo já para
- 12:13nutrições muito mais específicas, né?
- 12:16Pensando em fornecer nucleotídeos para melhorar o
- 12:20desenvolvimento dos enterosceos intestinais.
- 12:22Pensando em fazer mapeamento genético da população da
- 12:28microbiota intestinal presente, deve uma expressão gênica,
- 12:32trabalhando com. Com identificação de espécies,
- 12:35por sequenciamento de DNA. Pensando em nutrição específica
- 12:40para os nutrientes presentes, a microbiota, então, hoje se se se
- 12:45compensa, se já tem ideia, já tem pessoas trabalhando nisso, é
- 12:50sinal que economicamente é viável.
- 12:52A gente sabe que hoje AA ciência, pesquisa, ela não pode
- 12:56ser separada da indústria, não pode ser separada da economia.
- 13:00Então na prática se pesquisa o que é lucrativo ou o que
- 13:04futuramente resolverá algum problema.
- 13:06E a saúde intestinal é algo que vai ser.
- 13:09E vou usar, talvez a palavra eterna, né?
- 13:13Mas vai ser algo que sempre temos que trabalhar, né?
- 13:16O intestino é um órgão que corresponde aí a.
- 13:20Talvez 56 por cento do peso corporal do animal, mas ele tem
- 13:26uma demanda energética de mais de 20% da energia de manter essa
- 13:31diária, então é sinal que é isso.
- 13:33Em condições normais, quando não há nenhum desafio, uma
- 13:35necessidade, uma necessidade, uma reação inflamatória de uma
- 13:39motivação extremim, por exemplo, né?
- 13:42Então, isso fará com que as exigências se aumentem ainda
- 13:47mais ligados à à demanda do intestino.
- 13:50Então hoje a gente observa que o intestino é um órgão muito
- 13:53importante. É a nossa primeira ferramenta de
- 13:56transformação de. Milho e frango de soja em
- 13:59carcaça. Né?
- 14:00Eu já lembro esse tal desafio que a segunda ferramenta que nós
- 14:05temos e começar a estudar melhor se chama fígado, porque hoje nós
- 14:09pensamos no caminho dos nutrientes.
- 14:11É é do alimento para o intestino, do intestino, para o
- 14:15fígado, via corrente sanguínea. Claro, né?
- 14:17E depois do fígado, o seu depósito na carcaça.
- 14:21Então se fala muito sobre intestino, porque claro.
- 14:25Os impactos são maiores ainda, é algo mais visual ou mais
- 14:30entendível, porque com análises fáceis nós conseguimos monitorar
- 14:33muita coisa do que está acontecendo no intestino dessa
- 14:37saúde, intestino. Se há um desequilíbrio em
- 14:40microbiota, alguma coisa que esteja afetando o desempenho,
- 14:44né? Ligado a isso, mas o fígado a
- 14:46gente ainda explora muito pouco e ele tem uma necessidade muito
- 14:49grande, né? Se nós pensarmos daqueles 75% do
- 14:54capital de giro que eu mencionei há pouco que vai para o
- 14:56intestino e se nós tivermos uma dieta, aí vamos fazer uma
- 15:01situação hipotética, 80% de digestibilidade, nós teremos os
- 15:0680% do capital de giro, que é nobre, que é o perfeito, que é o
- 15:11bom, que é o absorvido. Que vai pro fígado no fígado,
- 15:14deverá trabalhar também com esse capital de giro, então é ainda
- 15:20na minha opinião, ainda está pouco explorado.
- 15:22A gente precisa trabalhar o fim e a hora que nós entender o
- 15:26fígado mais a fundo, a gente vai conseguir entender um pouquinho
- 15:29mais da da da passo final da conversão de milho e fralda de
- 15:33soja em carne, né? Então a parte metabólica, a
- 15:35parte bioquímica que muitos forgeré, porque tem que se
- 15:40debruçar sobre os livros muitas vezes, né?
- 15:42Mas eu eu vejo que é importante, né?
- 15:44Não tem entre o alimento e a carcaça que é o nosso objetivo
- 15:49final. Tem caminhos, muitos muito
- 15:52grandes. O primeiro que vamos dar uma
- 15:54comentada hoje, a história intestinal e o segundo,
- 15:57metabolismo hepático, que deverá ter caminhos futuros aí também.
- 16:01Muito legal. Só só pegando o gancho aqui, do
- 16:04dessa tua palavra inicial. Quando tu fala da, da, de uma
- 16:09máquina de transformar milho EE soja em em proteína, eu sempre
- 16:14brinco com o pessoal e aí aconteceu?
- 16:17Semana passada, nós fomos numa pizzaria e alguém pediu pizza de
- 16:20milho. Eu falei, pô, a milho é uma
- 16:21matéria-prima nisso. Ah, na conta é aqui, é verdade,
- 16:26então. Vamos.
- 16:28Vamos deixar cada um no seu lugar, né?
- 16:31EEEE importantíssimo essa essa, essa relação da.
- 16:37Da palavra inicial aqui com a economia, né?
- 16:39Nós estamos hoje em dia, nós estamos falando em
- 16:42transformação. Do de matérias-primas num
- 16:46produto final EE essa esse percentual, todo ele,
- 16:50seguramente ele tem se transformado em monetariamente,
- 16:53né? Uma curiosidade minha aqui,
- 16:56Tiago, em relação a quando fala da microbiota dele, o que nós
- 17:01temos hoje é mais, não diria mais avançado, mas OOO qual que
- 17:07é o exame hoje? É porque tem, tem, tem muitas
- 17:10opções hoje de tu fazer estudos de microbiota.
- 17:13É ou ou, ou deixa, deixa eu quebrar minha pergunta por uma
- 17:17coisa mais é que que o campo está mais acostumado, né?
- 17:21Pô, saúde intestinal é diarreia, né?
- 17:24Vou lá ver se os animais estão bem.
- 17:26O último Porto, vamos dizer, é, é a consistência das fezes, né?
- 17:31Mas a gente tá falando de uma saúde intestinal que ela pode
- 17:34estar muito mais comprometida, muito antes do que Oo final, que
- 17:39é a diadénia, o animal que está com o desconforto.
- 17:42Festival o animal, que está com uma má absorção.
- 17:45Animal que está com uma inflamação, então se se tu puder
- 17:49nos nos dizer assim, ó, o estudo da microbiota, né?
- 17:52Em em termos, em termos práticos, e aí eu sei que tu vai
- 17:55entrar No No que existe hoje, né?
- 17:57Em relação a aos aos componentes aí, nutricionais ou da própria,
- 18:03é nutrição que possam EE, especificamente no na formação
- 18:07de uma microbiota mais produtiva, se dá para se dizer
- 18:10assim. Perfeito é hoje, se o só
- 18:14abordagem Ela Foi perfeita, é o é o que se observa hoje no
- 18:17campo. É muito.
- 18:19Diarreia EE diarreia. Eu vejo que ela é 11 sintoma,
- 18:24ela não é um problema em si. Diarreia é o sintoma de que algo
- 18:28está errado no intestino, o intestino está se defendendo
- 18:32contra essa, contra esse problema, como a diarreia que a
- 18:35diarreia é nada mais é do que tornar o bolo adjetivo mais do
- 18:38que feito para que ele saia do corpo mais rápido possível e
- 18:42tente terminar. O agente que está causando a
- 18:44injúria, né? EE tudo mais.
- 18:47E hoje nós temos OOO talvez 11 contraste entre o que é feito no
- 18:52campo e o que é feito na academia.
- 18:55Eu e eu vejo que é muito mais por causa dos custos, né?
- 18:57Que hoje 11 custo para uma análise um pouco mais
- 19:00aprofundada. Ele é um pouco mais elevado e
- 19:04também o devido ao número. A população e os animais que nós
- 19:07temos hoje nas granjas, para ter 11 coleta de amostras com n
- 19:11representativo, isso acaba encarecendo ainda mais Oo
- 19:14processo, né? Com respeito a isso, nós temos
- 19:19uma primeira linha de raciocínio que é a linha da microbiota
- 19:22propriamente dita, então é possível fazer.
- 19:25Contagem de mesófilos totais e contagem entre bactérias, né?
- 19:29Que são. E já dá um norte de como que
- 19:32está o status microbiano é uma. A ideia sempre é reduzir.
- 19:39Contagem, bactéria total, né? Claro que essa é uma análise.
- 19:42Inicial, porque elas nos dizem em que PEC está a colonização
- 19:47intestinal e numericamente apenas, né?
- 19:50Então não vamos dar diagnósticos mais precisos, né?
- 19:53Existe muitas vezes. A necessidade de fazer OA
- 19:58identificação de alguns agentezinhos em específico, né?
- 20:01E muitos deles são análises que o resultado é presença ou
- 20:06ausência, né? E só que essa ausência, ela não
- 20:09é o zero, né? A análise da ausência, quando
- 20:12tem 11 contagem logo abaixo do do limiar que cada cada cepa ou
- 20:18cada metodologia determina, né? Então, já é 111 avanço, mas
- 20:23ainda fica um pouco mais, mais limitado, né hoje?
- 20:27O que é que se tem de mais moderno?
- 20:29Então, fazendo a coleta do do do conteúdo fecal também.
- 20:33Algumas vezes, a eutanásia de alguns animais, fazer coleta e
- 20:37conteúdo e leal, que é um pouco mais representativo, a livre
- 20:40intestino delgado, né? E fazendo o sequenciamento,
- 20:43expressão gênica dos microrganismos lá presentes é
- 20:46uma forma. Hoje também existe uma
- 20:50metodologia que é a avaliação da permeabilidade intestinal, que
- 20:54hoje se nós pensar na vimosidade intestinal, por exemplo, ela é
- 20:58toda recoberta por enterócitos, né?
- 21:01E cada heterócito é ligadinho bem certinho um ao outro, poroso
- 21:05do inglês stai junchos, né? Que são os as junções do tipo
- 21:10gap que se fala, né? Que essas junções estão ali pra
- 21:13deixar que nada passe. Entre os enteróticos, quando há
- 21:17um desafio intestinal, quando há 11 redução na qualidade da
- 21:22mucosa, por exemplo, essas unções ficam fácidas e abrem-se
- 21:26microespaços entre os enteróstos e começa a entrar coisas que não
- 21:31deveriam. Então moléculas grandes
- 21:34microrganismos podem entrar por aí e tudo mais, né?
- 21:37E existe uma forma análise laboratorial para fazer
- 21:41justamente esse diagnóstico, para ver se a permeabilidade
- 21:45intestinal está. Comprometida, então existe 11
- 21:48reagente que é adicionado na alimentação dos animais.
- 21:53Dali um tempo coleta-se o sangue e manda para o laboratório.
- 21:57Se o reagente for encontrado no sangue.
- 22:00É sinal que a permeabilidade está comprometida, é que passou
- 22:04mais do que deveria, porque se reagir entre uma molécula grande
- 22:07que ele não é indigestível e não passaria pelo interior do
- 22:11heterócito, que é a forma correta de ocorrer a essa opção.
- 22:15Então, ele passou entre os heterócios por essas junções que
- 22:18ficaram flácidas, que não deveriam estar acontecendo.
- 22:23E aí é um diagnóstico para dizer que a qualidade intestinal está
- 22:25comprometida, né? Existe também alguns indicadores
- 22:30indiretos. Eu sou indicadores metabólicos
- 22:33ligados. A reação inflamatória, então,
- 22:36são as. Proteiras de fase aguda, por
- 22:39exemplo, né? Aptoglobina, proteína c reativa,
- 22:42né? São algumas alguns indicadores
- 22:45que a gente consegue perceber que está havendo variação
- 22:48inflamatória. E reação inflamatória,
- 22:51principalmente do intestino. Ela é ruim?
- 22:54Pensando em em desempenho, digamos assim, porque o
- 22:57organismo acaba redirecionando toda a sua a sua prioridade
- 23:03metabólica para a sobrevivência. Para as defesas, né?
- 23:06Então, ele direciona aminoácidos, ele redireciona
- 23:10energia EE tempo também, digamos assim, para estimular as defesas
- 23:14e ele interrompa a deposição de proteína muscular.
- 23:18E a gente vê isso. No campo, como piora no comércio
- 23:21alimentar, como redução da deposição de carne magra na
- 23:25carcaça também. E sabe que pensando nessa
- 23:28questão de microbiota, nós sempre pensamos na saúde do
- 23:33leitão, principalmente na creche para o leitão de creche, é o
- 23:36animal mais desafiado nesse sentido, né?
- 23:40É então hoje Oo campo, as indústrias já usam muitas,
- 23:44muitos aditivos nas dietas, por exemplo, para reduzir essa essa
- 23:49pressão entérica, né? Pensando com ácidos orgânicos,
- 23:53óleos essenciais, enzimas que acabam digerindo alimentos ou.
- 23:58Melhor nutrientes indigestíveis, né?
- 24:00Que poderiam ser substrato microbiano, então também se
- 24:03enquadra nisso. Agora, recentemente o pessoal
- 24:06tem trabalhado com outro viés, é a indústria está preocupada hoje
- 24:11com a qualidade microbiológica no frigorífico.
- 24:15AA planta a unidade processador das carcaças, hoje é está
- 24:19sofrendo com desafios e o que é que o campo está pensando hoje
- 24:24para ajudar a indústria? Bom, eu preciso levar 11
- 24:28carcaça, levar lota animais com a menor carga microbiana
- 24:33possível. Já não pensando mais no
- 24:36desempenho, não pensando mais no campo, mas pensando em evitar ou
- 24:40diminuir a pressão microgena lá na planta fabril, lá na unidade
- 24:44frigorífica e o pessoal tem trabalhado com protocolos PRE
- 24:47abate, com doses doses de choque, que eles acabam
- 24:51chamando, né? Então, níveis elevados, alguns
- 24:53aditivos que consigam causar uma pressão entérica grande que
- 24:58diminua a carga microbiana entérica, né?
- 25:00Hoje, os os aços orgânicos em algumas formas, microcapsuladas
- 25:04é o que mais tem entrado nesse viés, né?
- 25:08Uma dose alta, pensando em reduzir carga microbiana de
- 25:12forma de choque, digamos assim. No campo a gente vai ver pouca
- 25:16diferença em desempenho. É isso, é algo que vai é uma
- 25:21dose de 1 kg por tonelada. Velhos versos 3 kg por tonelada
- 25:25no campo a gente vai ver pouca diferença, mas a ideia é levar
- 25:29lotes e animais pro frigorífico como uma menor carga microgana e
- 25:33tem funcionado bem. Tem algumas informações bem
- 25:36interessantes nisso, então a carga que a célula intestinal
- 25:40ela afeta o desempenho no campo ela afeta a lucratividade da.
- 25:47Da do fogo, vamos chamar de fomento do campo, né?
- 25:50Pelo desempenho e pela conversão.
- 25:51Tarde por aquele detalhe que falamos de todo o custo capital
- 25:55da empresa, que é direcionado via alimentação, que passa pelo
- 25:59tubo de estilo dos animais e a gente está percebendo também que
- 26:02se nós pensarmos na saúde intestinal ou uma forma em
- 26:06reduzir pressão microbiana no abatedouro, também está dando
- 26:10certo. Também consegue se se reduzir,
- 26:13então são, é o olhar índice, né? Para para os 2 extremos da
- 26:19cadeia produtiva e tomar decisões para afetem todos os
- 26:21pontos. Interessante, interessantíssimo.
- 26:25Bom, falamos do desmamado, falamos do do, do terminado,
- 26:30falamos do já do gancho lá no frigorífico, o que aí tem uma
- 26:35categoria dupla, né? Tem AA categoria, é fêmea,
- 26:41gestante, né? Que a gente quer que ela
- 26:44mantenha o seu escolhe corporal, EEEE, mantenha a sua proximidade
- 26:49alta e com com com relativo macho, consumo e.
- 26:54A parte da. Que a gente queira que ela coma,
- 26:59Oo. Bastante, né?
- 27:01Ruim para que é leite, né? Então, se se tu puder nos dar
- 27:06111, EE você tem um olhar de saúde intestinal ou ou saúde, é
- 27:13a nutrição associada à saúde. Para essa categoria tão
- 27:16importante, né, que vai ficar lá?
- 27:19É 67 partos dentro do de uma Granja, é passando uma sequência
- 27:25muito grande de leitões cada vez o número maior do leitor.
- 27:28Sim, exato. EE, hoje é.
- 27:31É um dos grandes desafios da silicultura, sem dúvida alguma.
- 27:34É seguindo essa essa linha de raciocínio que você que você
- 27:38puxou o gancho. Agora nós temos uma fêmea que
- 27:41uma parte da vida nós temos que controlar o seu consumo que é AA
- 27:45gestação e de repente, Do Nada ela vai para o, para a lactação,
- 27:50nós precisamos maximizar o consumo.
- 27:52São. São 2 extremos no mesmo animal,
- 27:55no mesmo ciclo produtivo, se chamaram um ciclo de parto na
- 27:59gestação e a lactação como um ciclo, né?
- 28:01Nós temos os 2 extremos ligados aí.
- 28:04Eu acho fantástico o melhoramento genético que vem
- 28:08ocorrendo ao longo dos últimos anos, inclusive, né que nós
- 28:11conseguimos observar fêmeas hiperprolíficas e com o consumo
- 28:16relativamente baixo em lactação, né, né?
- 28:18Desculpe Na Na gestação, né? Hoje o nosso desafio na
- 28:22gestação, sem dúvida alguma, é evitar o sobrepeso.
- 28:27Da dos animais, não é? Hoje nós sabemos que alguns
- 28:30sistemas é de instalações, tem tem sido desenvolvidos muito por
- 28:35questões de de normativa, de cumprimento de para bem-estar
- 28:39animal, para alguns outros preceitos, né?
- 28:42E pode ser que haja algumas dificuldades em nós fazemos AA
- 28:46padronização do consumo dos animais por criação em bairros
- 28:50coletivas e tudo mais. EE vai ser a tecnologia que vai
- 28:54ter que nos ajudar nessa. Nesse campo aí, né?
- 28:58Para nós, podemos uniformizar. Agora, o nosso desafio na
- 29:02gestação, sem dúvida alguma. É o.
- 29:06É o controle do escórico corporal, como meu animal jamais
- 29:10resistente ao animal que passou por por vários períodos de
- 29:14desafio, com vários perfis de programas da Granja, a fêmea sua
- 29:18na gestante. Ela é um animal que não tem
- 29:20tanta dificuldade no sentido de saúde intestinal, né?
- 29:23Muito pelo seu sistema imune, que já está muito Maduro.
- 29:27É um sistema imune que consegue se defender bem, né?
- 29:30Oo que eu vejo maior é conseguir garantir saciedade ao animal,
- 29:36sem gerar sobrepeso, e sabe que Oo sobrepeso ele é muito
- 29:41complicador. La lactação, porque nós sabemos
- 29:44que se o animal sai da gestação e vai para a lactação ou um
- 29:48escolhe um governo que é levado lá, ela vai ter uma tendência a
- 29:52ter o menor consumo. Isso é uma fisiologia hormonal,
- 29:55né? O tecido adiposo, ele produz um
- 29:57hormônio chamado leptina, que é um hormônio inibidor de consumo.
- 30:02Então, quanto mais reserva de gordura o animal tiver, maior
- 30:06será a produção desse hormônio e o consumo acaba sendo menor.
- 30:10Então, esse é um dos dos nossos grandes problemas que nós,
- 30:14desafios que nós temos, né? Então, a fase gestante eu vejo
- 30:18como principal detalhe é esse, conseguir fazer com que haja o
- 30:22consumo de energia baixo, então eu vejo que termos nutricionais
- 30:27o pessoal tem que calcular a quantidade de calorias, energia
- 30:31que eu não gere por dia. É, é muito No No popular.
- 30:35Facilidade o seguinte, Ah, é 2 kg.
- 30:37Negação por dia é alguns. Preconiza 2 kg.
- 30:40A fase toda é 2 kg ou então 1 kg é 800.
- 30:44O primeiro 1/3 2, o segundo, 2 200, o terceiro, enfim, cada
- 30:49cada genética tem 11 recomendação para o seu animal,
- 30:53né? Agora eu vejo que no campus
- 30:55nutricionista, os personagens que trabalham eles deveriam
- 30:58calcular a ingestão calórica diária que o animal tem, então
- 31:03verificar o nível energético da dieta, quantas calorias está
- 31:07formulando. É, né?
- 31:10Por fazer 11 exemplo, né? Um animal que consome 2 kg de
- 31:14ração por dia com o nível x energia e se ele comer 2 kg e
- 31:18200 e ração por dia são 10% a mais de ração.
- 31:22Se a dieta for formulada como 10% menos energia tá na mesma
- 31:27coisa, o consumo de energia, as calorias, é que tem que ser
- 31:32monitorado, né? EEE pouca assim.
- 31:35Os nutricionista que formular, claro, eles sabem, eles sabem
- 31:40disso. Aluno, mas eu acho que falta
- 31:42muita comunicação nutricionista versus campo eu vejo que esse é
- 31:47o maior entrave, né? O nutricionista precisa levantar
- 31:52a cadeira, vestir uma roupa de guerra, colocava as botas ir pro
- 31:56campo, é a minha opinião, é essa, muito nutricionista, fica
- 32:00atrás do escritório, no computador, fazendo só os
- 32:04cálculos matemáticos e dando ordens, né?
- 32:06Eu sei que que eu eu também sou nutricionista, eu sei que que é
- 32:10muito do nosso nosso grupo de trabalho, é muito assim, eu acho
- 32:13que tem que sair e ir pro campo. E tem que acompanhar.
- 32:16Às vezes foi uma época muito fria.
- 32:19O animal tem um, tem um consumo natural maior, né?
- 32:23Às vezes tem um equipamento automatizado que o animal que
- 32:27acaba tendo um pouquinho mais de ração, o animal vai comer mais,
- 32:30vai acabar e gerindo mais calorias do verão ao inverso é o
- 32:34animal, reduz o consumo, reduz a ingestão calórica e aí vai para
- 32:39a lactação, com escolhe abaixo do que deveria também.
- 32:42Então eu vejo como a ingestão, calote um dos principais pontos
- 32:45nesse nesse caso, aí aí na adaptação a gente inverte todo o
- 32:50processo, né? É os que maximizar o consumo.
- 32:53O animal teria que consumir aí o ideal, assim, de 10 kg de
- 32:57relação por dia, né? Então imaginem o volume de 10 kg
- 33:02de ração. Imagine uma embalagem, imagine o
- 33:04tamanho do estômago da fêmea suína.
- 33:06Será que cabe tudo isso e uma vez é óbvio que realmente então
- 33:11tem que ir fornecendo. Esse consumo.
- 33:14Várias vezes ao dia, então tem que maximizar o consumo, tem que
- 33:17estimular, aí vai para o campo e o campo diz.
- 33:20Ah, mas nós não temos mão de obra para ir lá acompanhar, para
- 33:23ir lá fornecer. E nós inclusive fazer mais
- 33:25tratos diários e aí começa os entraves.
- 33:28Por isso que as pessoas têm que se conversar e turistas têm que
- 33:32ir pro campo, tem que fazer uma adequação às vezes, melhorar os
- 33:35níveis energéticos da das rações e aí vem a história de consumo e
- 33:41o pessoal coloca hoje para estabilizando nas nas dietas,
- 33:44né? Adoçantes e outras coisas mais.
- 33:46Pra tentar favorecer o consumo voluntário dos animais, né?
- 33:50Quando o animal está em lactação, ele está em um.
- 33:53Metabolismo catabólico, né? Ela tá trabalhando sempre com a
- 33:57remoção das suas reservas energéticas, pensando na
- 34:01produção leiteira. Então ela redireciona todos
- 34:04nutrientes para a glândula mamária e é isso que nós
- 34:07precisamos aportar, em que ter nutrientes suficiente, se não
- 34:11maximizar o consumo, a gente não consegue, né?
- 34:14O nível energético é um dos grandes pontos nesse caso.
- 34:17Aí muita gente trabalha com, com adjetivos pensando em saúde
- 34:23intestinal da matriz. Eu vejo que é o ponto positivo.
- 34:28Mas não pela matriz, pelos leitões, porque em uma
- 34:32maternidade é a principal fonte de contaminação dos leitões.
- 34:36É a sua própria mãe essa própria matriz.
- 34:39Então a gente não vai ver efeito do aditivo.
- 34:44De alguma molécula que modula essa intestinal na matriz,
- 34:47muitas vezes nem percepção não aumenta na produção leiteira,
- 34:51mas é a história da visão em todos os erros da cadeia.
- 34:54Mas consegui reduzir a pressão. Micrubiana reduz o desafio para
- 34:59os leitões. A gente enfiou ali Oo lote pra
- 35:02creche com o menor desafio, o portão da creche fica mais
- 35:05feliz, ó, o 22 eram melhores, né?
- 35:07E já eles conseguem observar muito isso aí.
- 35:11Interessante é, é o é o desafio, né?
- 35:14E aí, faltou o ELO da cadeia, né?
- 35:17Que é o que não está dentro. Normalmente não está mais dentro
- 35:20da Granja, que é o que está lá dentro da central de de
- 35:23inseminação. OOO objetivo aí de produzir,
- 35:29não, não só Oo volume, né? De de semi diário ou da do seu é
- 35:35cronograma de coleta, mas o com uma qualidade espermática que.
- 35:42Que hoje ela. Ela está muito bem.
- 35:44EEE, como? Como otimizar isso para os
- 35:49machos de maior valor genético, né?
- 35:52Que são os que estão dentro da das centrais, né?
- 35:55O que que a gente tem de? De de de modalidades, o que que
- 35:59a gente tem de opções aí para nutrição de cachaços é Tiago.
- 36:03Sem dúvida, né? A gente, a gente troca mais uma
- 36:06vez, AA forma de se pensar a forma de se trabalhar, né?
- 36:09Porque temos que pensar em volume e, principalmente,
- 36:12qualidade espermática. Como você, bem bem mencionou aí
- 36:16uma das grandes linhas ou grandes Vertentes que a gente vê
- 36:19hoje em dia em pensando em qualidades espermatica,
- 36:23trabalhar com antioxidantes para alimentação dos dos cachaços.
- 36:28Mas. Mas temos que cuidar quando a
- 36:29gente fala com antioxidante, porque até então o pessoal
- 36:33sempre pensava que antioxidante é para ração.
- 36:36Ah, a gente vai trabalhar com antioxidante para ração,
- 36:38evitando que ela ransifique se ela não rasifica, ela não causa
- 36:43agressão à mucosa, você garante seu intestinal.
- 36:46O animal não absorve lipídios classificados, EE não tem
- 36:49problema, mas não é não é mais isso.
- 36:52A gente precisa pensar em efeitos antioxidantes, no
- 36:56metabolismo do animal. É hoje, Oo.
- 37:00Pensando nos componentes do sêmen, eles são altamente
- 37:04susceptíveis AA oxidação e hoje nós temos ferramentas para
- 37:09adicionar na dietos animais, pensando como antioxidante
- 37:12fisiológico, que estimula a produção das enzimas
- 37:15antioxidantes, né? Dos sistemas enzimáticos, né?
- 37:18Ligados a catalás e superóxido de esmutares e brutationa
- 37:22peroxidae, né? E também moléculas que são
- 37:26nutrientes que têm efeito antioxidante propriamente de.
- 37:31Então, hoje a vitamina C ela é um antioxite natural, é a
- 37:36vitamina E é um outro antioxite natural.
- 37:40Existem muitas moléculas do grupo dos polifenois, né,
- 37:43oriundos dos estratos erbais. Então tem já tem inúmeras
- 37:47moléculas já descritas na literatura que exercem efeito
- 37:51antioxidante, o próprio mineral selênio é um mineral estimulador
- 37:55das enzimas digestivas, então não existe ali um talvez mais de
- 37:5910 moléculas ou nutrientes do mercado que se.
- 38:03Existem descrição. E que melhor efeito antioxidante
- 38:07e melhor a qualidade espermática, né?
- 38:09Eu já vi isso tanto em cachaço e até insêmen.
- 38:13Ligar os reprodutores também já já vi dados como como esse, né?
- 38:17Então eu penso que. Estamos trabalhando com material
- 38:21extremamente perecível, que é o sêmen.
- 38:24Não, não sei se existe outro material tão perecível quanto Na
- 38:28Na Na cadeia produtiva animal e nesse momento é onde nós temos
- 38:32que trabalhar com o maior investimento para melhorar a
- 38:37conservação e os nutrientes antioxidantes são os os
- 38:40melhores, sem dúvida. Claro que hoje também nós temos
- 38:45um desafio de acordar de microbiológica dessas doses
- 38:48semelhantes, né? Hoje em.
- 38:50Muitas indústrias ainda usam os antibióticos.
- 38:53Na dose semelhante, pra pra evitar disseminações e tudo
- 38:58mais, né? Ao nós reduzirmos carga
- 39:01microbiana dos animais, né? A gente consegue trabalhar
- 39:05também com OA, fabricação de doses, sem uso dos antibióticos
- 39:11na manipulação da dose, voltamos mais uma vez para a série
- 39:15intestinal, né? Abasteçando sempre nos nos extra
- 39:19da e tu vai ver melhor no desempenho do animal, o animal
- 39:22vai produzir mais. Senna em cima.
- 39:24Se nós melhorar, saiu no intestinal, só se tivesse muito
- 39:27debilitado, aí seria outra história.
- 39:29Mas reduzindo carga nuclear mais uma vez a gente resolve Oo zero
- 39:34seguintes da cadeia elétrica. Tentar evitar o direção de
- 39:37antibiótico nas doses, né? Evitar com que as doses sejam
- 39:41veiculadores é bom possível patógeno para a cadeia
- 39:43produtiva, o que seria muito impactante, né?
- 39:46Para para a cadeia e tudo mais, né?
- 39:49Talvez esse são os 2 pontos mais mais importantes que eu frisaria
- 39:53em termos nutricionais aí para para os cachaços.
- 39:56Sim, além de é esse esse comentário?
- 40:00E esse é o do é do, vamos dizer é do escritório, né?
- 40:04É do do nutricionista formulando, além do da questão é
- 40:10ração, cachaça ou ração macho pra pra agricultura ser um
- 40:15extrato tão pequeno que que é a que normalmente as fábricas de
- 40:19ervação elas não não gostam de fazer esse setup pra tão pouca
- 40:23arvação, né? Ainda tem esse e esse desafio
- 40:26dentro da cadeia, né? Mas é importantíssimo frisar
- 40:29isso. Pela pelo, pelo ELO mesmo, né?
- 40:33Pelo que representa na cadeia, são poucos animais que vão
- 40:37consumir, mas necessariamente precisa de uma de uma qualidade,
- 40:41de uma assertividade de formação muito grande.
- 40:44Sem dúvida. Legal, eu estou vendo aqui que o
- 40:47nosso tempo está voando, Tiago. Pois é, nós.
- 40:52Temos muita coisa aqui e mas. Mas que legal poder dar essa
- 40:57essa abertura, né? É geral aí da da cadeia para
- 41:01para até para nos nos fazer é pensar o quão complexo que é
- 41:06todo todo toda essa questão. E eu gostaria de explorar mais
- 41:10um. Um tema contigo.
- 41:13Que é o exatamente o que tu falou do papel do nutricionista,
- 41:16né? De de estar presente no campo de
- 41:20de poder fazer essas essas percepções que às vezes podem
- 41:24ajudar muito lá no próprio sanitarista e no EEE em quem tá
- 41:29lidando com o manejo, né? E quando tu fala de pegando o
- 41:33exemplo do teu e do teu pai, né? Que que tu seguiu uma carreira é
- 41:39tu tá numa posição privilegiada aí.
- 41:43Bem localizada numa região produtiva e que passa um.
- 41:48Não sei qual que é o volume de alunos que passam, a passam
- 41:50muitos alunos por ti, quantos nutricionistas tu consegue,
- 41:56nutricionista? Se formar por estar formando
- 41:58zootecnistas, veterinários. Mas quantos zootecnistas tu
- 42:01consegue botar lá Oo carimbo? Pô, esse aqui é meu.
- 42:04Olha, essa é uma das maiores, até até tristezas que eu tenho,
- 42:09eu vou dizer, porque a gente consegue informar muitos anos
- 42:12por ano, mas que vão trabalhar diretamente quando o terceiro
- 42:17ano. Nutricionista, hoje não.
- 42:18Não chega a 10% do total. Sabe, hoje é uma, é um dos
- 42:23Campos do mercado de trabalho que tem exigido muitos
- 42:27profissionais. É um campo que tem muitas vagas
- 42:30de trabalho e que queiram não remunera muito bem também, né?
- 42:35Mas o qual que é o meu desafio hoje?
- 42:37Aí fica a mensagem pro pessoal que está nos nos ouvidos
- 42:39assistindo, tem que gostar de estudar, então tem que estudar
- 42:43anatomia, tem que estudar, fisiologia, tem que estudar
- 42:46muito bioquímica. Eu tenho uma série de
- 42:49dificuldades em separar o que é nutrição, o que é bioquímica,
- 42:52por exemplo. Pra mim é uma ciência só, né?
- 42:55EE aí às vezes, quando começa a bioquímica nome de moléculas,
- 43:00funcionamento isso, aquilo o pessoal meio que foge.
- 43:03Não. Não quero trabalhar numa
- 43:04coisinha mais aí, lidar com os animais.
- 43:06Quero ver o manejo, quero ver ambientes, eu quero é.
- 43:11Que são visuais, que ele faz AA atividade e ele vê a resposta na
- 43:17hora e esse é algo que é que eu dei o exemplo, né?
- 43:21Que é muito imediato, que você consegue ver e medir, né?
- 43:24Com equipamentos, com números, né?
- 43:27A bioquímica. Eu brinco que os alunos que têm
- 43:29que acreditar que aquilo é verdade, né?
- 43:31Dar 1 hora de ciclo de crevos, por exemplo, como é que eu vou
- 43:35provar na prática ou é assim que acontece, né?
- 43:37Tem algumas universidades que conseguem, tem metodologia para
- 43:41isso, né? Eu aqui estamos iniciando, né?
- 43:44EE eu vejo um pouco muito disso, né?
- 43:47E a própria cadeia de suínos é uma cadeia que tem demandado
- 43:51muito profissional e hoje o nós não estamos conseguindo produzir
- 43:56ou ou formar profissionais. Para atender a cadeia produtiva
- 43:59como um todo e todos os elos, né?
- 44:01Importantíssimo. EE eu acho que fica o Zé EE
- 44:04faltou coisa aí Na Na Na tua lista de gosto de estudar.
- 44:08Tem que gostar de estudar matemática.
- 44:10AA própria economia, estatística.
- 44:12Exato. Diz as que EE isso são visíveis,
- 44:15né, Tiago? Isso é visível.
- 44:17Para, para, para, para quando tem o erro, mas também quando
- 44:20tem esse esse ajuste fino, não é como é bom ver 111 animal
- 44:25crescendo um animal desenvolvendo, botando a
- 44:27plenitude ainda das atecnias, né?
- 44:29É produtividade de de excelência, né?
- 44:32E a gente tem produtividade, excelência.
- 44:34Aí No No s Carter Mendes, né? Nós temos conversões
- 44:38excepcionais ou esses há pouco tempo aí na Terra de vocês, aí a
- 44:43fax final teve um parto aí com 41 leões.
- 44:46Teve, teve sincero no noticiário inclusive sim, incrível, né?
- 44:50Dos Guedes, né? Então isso aí é, é, é, puxa aí o
- 44:54ciclo decreto solucionou bem o pirulato lá.
- 44:59E as 10 semelhantes também, né? Estavam com uma qualidade
- 45:01altíssima, tem uma viabilidade muito boa, né?
- 45:04Eu? Lembro que que na empresa que eu
- 45:07trabalhei teve um parto com 36 leitões e eu pedi pro pessoal
- 45:11escrever uma matéria e eu pedi assim, ó, o título tem que ser
- 45:15quando tudo dá certo, né? Tudo deu certo, o cara do do,
- 45:19do, da, da lá, da fábrica de atenção e estourou certinho,
- 45:23nutricionista. Do transportador, então pra
- 45:26gente ver quanto que que impacta essa cadeia aí, né?
- 45:29E quantas pessoas estão estão envolvidas?
- 45:32Eu acho que valeu OOO teu recado final aqui, né?
- 45:36Pra quem tiver escutando bem, tem emprego, tem.
- 45:42O. O campo gigante pra quem tá se
- 45:45formando, né? EE tem 11 carência muito grande
- 45:49hoje de de profissionais, então é por por, independente da
- 45:53economia. Da silicultura ou da
- 45:56agricultura? Mas tem espaço para muita.
- 45:59Para quem está se formando e tem espaço é, vamos, vamos
- 46:02direcionar, vamos escutar professores aí, que que estão
- 46:05falando e que na verdade acontece mesmo, né?
- 46:11Já pensou estar no top 1% das minocultura?
- 46:14Acesse academia suina.com.br e invista no seu conhecimento.
- 46:20O sinocast só é possível através do apoio de empresas inovadoras
- 46:24e que apoiam a educação continuada na sua cultura
- 46:27brasileira. DSM firminish, moldando o futuro
- 46:31dos cuidados com os suínos. Elenco, alimento e
- 46:34companheirismo enriquecendo vidas ipra, construindo
- 46:37imunidade para um mundo mais saudável.
- 46:41E se a sua produção fosse mais rentável?
- 46:44As tecnologias nutricionais da altech potencializam a
- 46:47produtividade dos suínos de forma sustentável.
- 46:50E maximizam a rentabilidade do seu negócio.
- 46:53Acesse nosso site www.altech.com.br e saiba mais.
- 47:01Te agradeço aí, Tiago. Muito boa a nossa conversa tá
- 47:04chegando ao ao fim aqui, né? EE eu eu gostaria que tu que tu
- 47:09desse teu a palavra final aí de encerramento pra nossa conversa.
- 47:15Que eu acho que a gente conseguiu atingir o nosso
- 47:17objetivo na saúde intestinaldo do do da, da cadeia toda, né?
- 47:23Até até a indústria, né? Até a indústria que tu que eu
- 47:25fiz teu comentário. Não perfeito, né?
- 47:28Você, claro, de agradecer ao ao convite.
- 47:30Ficou muito feliz em em poder conversar e poder disseminar um
- 47:35pouquinho das das informações que a gente consegue obter ao
- 47:37longo do nosso tempo de trabalho aqui, né?
- 47:40Vejo que se esse trabalho que vocês têm um trabalho valoroso,
- 47:44é um trabalho que consegue. Disseminar informação,
- 47:49conhecimento técnico, informa lut, que informe informal, eu
- 47:54tenho certeza que que tem 11 valorização muito importante pra
- 47:58quem está nos ouvindo e pra cadeia produtiva, pros
- 48:00profissionais que querem aprender como como um todo aí,
- 48:04né? Como encerramento, talvez do do
- 48:07assunto mais técnico, digamos assim, né?
- 48:09Então vamos pensar que é. É importante pensar, esse é um
- 48:13intestinal em questão econômica, em questão de bem-estar animal.
- 48:17É em questão de. Valorização da cadeia produtiva
- 48:21e do do produto como um todo, né?
- 48:23Hoje é, é impossível se trabalhar sem levar sem levar
- 48:27esses precedentes esses conceitos, né?
- 48:31Lembrar também que existe um fígado que está aí na sequência,
- 48:34que é que temos que começar a criar toda uma linha de estudos
- 48:37sobre ele também, né? Evoluiu um pouquinho mais No No
- 48:40processo, né? E também pensar que precisamos e
- 48:44profissionais completos aptos, né?
- 48:47Informados para atender a demanda da nossa cadeia
- 48:50produtiva, suicula que ela é fundamental.
- 48:53Pra economia do país, ela é fundamental para AA população.
- 48:58Pensando em oferecer 11 produto de altíssima qualidade e como
- 49:03parâmetros nutracâuticos muito importantes para a saúde da
- 49:06população. Hoje, Carlos filha é uma das
- 49:08mais saudáveis que existem para a população consumir, né?
- 49:12E todos nós, profissionais da cadeia produtiva, temos 11
- 49:16importância e um papel fundamental para garantir isso
- 49:18para todos. Muito bem.
- 49:20Então, nós estamos encerrando aqui mais um programa do nosso
- 49:23fino cast, um programa que começou o doutor Tiago falando
- 49:27que estava feliz em falar de uma coisa que.
- 49:30Que que é um trabalho que dá satisfação e que dá de fato, né?
- 49:34E a gente vê Na Na conversa que a gente teve aqui com o doutor
- 49:38Tiago AAA, facilidade que que a gente tem, de de de expressar a
- 49:43importância de de temas do do dos diversos temas que fazem
- 49:47parte da nossa cadeia, né? Hoje, hoje, o tema específico
- 49:50saúde intestinal, a gente tá todo o leitão do leitão, dos
- 49:54mamados, do leitão que tá mamando.
- 49:56Da fêmea No No seu período de gestação lactação do cachaço é
- 50:01do papel do nutricionista na cadeia dos valores financeiros
- 50:05que giram a nutrição EEE. Todo o impacto que tem na
- 50:08produção dos suínos até o gancho, lá No No frigorífico.
- 50:12E de uma de 1/01/1 flanco que está aberto aí e careta de
- 50:16profissionais é qualificados. Muito obrigado pela tua palavra,
- 50:21Thiago. Muito obrigado pela atenção de
- 50:23todos aqui que certamente irão nos escutar e nos encher de
- 50:26perguntas. E tu já deixou um gesto aqui,
- 50:28né? Tiago tá aqui necessariamente,
- 50:31tenham outros programas aí discutindo saúde do do hepática
- 50:37e enfim, aquilo que envolve toda a cadeia.
- 50:40Muito obrigado e nos vemos por aí.
- 50:42Um grande abraço.